O fundo oferece aos investidores uma oportunidade atraente e diversificada de investimento em um formato facilmente acessível
O grupo Swiss Re criou uma nova empresa de gestão de ativos, a 1863 Fund Ltd, que permitirá aos investidores um novo caminho para acessar os negócios de catástrofes naturais da Swiss Re, por meio de sua subsidiária Swiss Re Insurance-Linked Investment Management Ltd.
O Core Nat Cat Fund, fundo inicial da empresa recém-criada, marcará a primeira vez que a Swiss Re abre seu portfólio de catástrofes naturais para investidores por meio de um formato de fundo permanente. Para os investidores, esta mudança oferece um formato de investimento acessível de riscos subscrito pela Swiss Re.
“O movimento para atrair capital alternativo adicional por meio de uma empresa de fundo independente está em linha com a estratégia da Swiss Re de expandir sua capacidade de catástrofe natural. Em 2019, a Swiss Re estabeleceu sua equipe Alternative Capital Partners, especializada na criação de parcerias de investimento com terceiros por meio de diversas formas, como títulos vinculados a seguros, retrocessão, side-cars e a recém-criada plataforma de fundos”, disse Martin Bisping, CEO da Swiss Re Insurance-Linked Investment Management Ltd.
John Dacey, diretor Financeiro do Grupo Swiss Re, afirmou que a Swiss Re traçou um caminho claro para sua estratégia de Alternative Capital Partners. “Isso permite o crescimento direcionado de nosso portfólio de catástrofes naturais, ao mesmo tempo que oferece aos investidores uma oportunidade atraente e diversificada de investimento em um formato facilmente acessível. Com a constituição deste novo fundo, estamos ampliando nossa parceria com fornecedores de capital alternativo.”
Depois de um escândalo que quase derrubou a empresa criada há 80 anos, a nova gestão do IRB saneou sua contabilidade em um prazo recorde. Daí vieram relatórios negativos que surpreenderam pequenos investidores. Eles suspeitam de manipulação
O jornalista Marcos Strecker, da revista IstoÉ história, conta que o IRB Brasil Re, empresa que já teve o monopólio no setor de resseguros, tem se mostrado um caso exemplar das fragilidades do mercado de capitais e das dificuldades das companhias de capital aberto em se reerguerem. As ações do IRB estiveram entre as mais comentadas da B3, a Bolsa brasileira, até o início deste ano. Até que estourou um escândalo de má gestão que derrubou os seus papéis.
Uma nova administração, tendo à frente Antônio Cássio dos Santos, ex-CEO do Grupo Generali, focou a partir de março na limpeza do balanço, na transparência e no reforço do compliance. Em um período muito curto, conseguiu reverter as expectativas, numa ação bem-sucedida que culminou com um aumento de capital de R$ 2,3 bilhões, com aportes de sócios como Bradesco e Itaú.
Esse esforço foi reconhecido. Mesmo que as ações tenham vivido uma montanha-russa, pequenos investidores apostavam que os papéis refletiriam o novo momento, apesar de levarem um tombo de 80%. Isso ocorreu até que novas turbulências surgiram, especialmente quando o banco UBS BB lançou um relatório pessimista que surpreendeu o mercado no início de outubro. Foi uma mudança total de visão. Em janeiro, antes de o escândalo estourar, o UBS aumentou o preço-alvo das ações para R$ 50 e reiterou sua recomendação de compra. Porém, em 5 de outubro, o UBS BB (denominação após a parceria com o Banco do Brasil) passou a recomendar a venda das ações, que desabaram 17,11% em um único pregão. Apontou um preço-alvo de R$ 4,60, bem abaixo do valor negociado, o que provocou uma movimentação atípica dos papéis.
Um dos fundadores da startup Pier. Lucas Prado. Em 01 de outobro de 2020. Sao Paulo, SP. Foto: Andre Porto.
Seguro celular e de carros estão com condições especiais para novos membros e também para os que já pertencem à comunidade
A insurtech Pier, que atua com seguro para celulares e automóveis, preparou ofertas especiais para a Black Friday, que acontece oficialmente hoje, com previsão de movimentar R$ 1,022 bilhão na economia durante a campanha, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “Não estimulamos o consumo nesta data, mas apoiamos quem decidiu comprar oferecendo um seguro para proteger seu bem”, diz Lucas Prado, cofundador e head de marketing da empresa.
A promoção da Pier vai de hoje até o dia 4 dezembro. A insurtech pensou neste calendário mais estendido para dar tempo às pessoas de receberem seus bens e assim poderem aproveitar o desconto no seguro para protegê-los. A equipe da Pier, monitorada pela inteligência de dados, criou dois tipos de ofertas. Uma visa premiar os membros, ou seja, os clientes ativos da comunidade, com programa de indicações de amigos dobrado. Fora da Black Friday, que indica um amigo ganha normalmente um mês grátis, mas serão dois meses de seguros grátis durante a Black Friday. A promoção é válida tanto para seguro de celular como para o de veículos.
Para novos membros, a Pier dará 50% de desconto nos dois primeiros meses. “Nosso objetivo é dar um incentivo para que as pessoas experimentem nossos serviços e produtos. Acreditamos nos investimentos que fizemos em trazer uma jornada diferenciada ao consumidor, que pode comprar um seguro sem burocracia, totalmente digital, de forma ágil e que entrega produtos e serviços aderentes às suas necessidades”, conta Lucas Prado.
A estratégia da Pier, fundada há dois anos, mudou em relação a Black Friday. Esta é a primeira vez que participa de um dos maiores eventos promovido pelo mercado varejista. “Nossa filosofia descarta a ideia de estimular o consumo impulsivo. Mas nossa filosofia visa proteger o bem que as pessoas compraram, mesmo diante de imprevistos como roubo e furto. Queremos proteger o bem que o consumidor adquiriu de forma ágil e descomplicada, oferecer assistências diferenciadas e pagar indenizações rápidas em caso de perda para que ele possa retomar o que havia planejado quando investiu na compra do bem. Sem letras pequenas, sem pegadinhas, sem pressão, de forma consciente e com clareza.” Lucas reforça a filosofia: “Foi um ano de racionalizar as decisões. Cerca de 46% das famílias tiveram queda na renda familiar e estamos preocupados em trazer valor para a vida delas”, diz.
O seguro para celular cobre roubo e furto qualificado ou simples. A maioria das concorrentes não cobre furto simples, aquele que o bem foi roubado sem uso de violência. Outra diferença para seus pares é que não há franquia e nem carência para usar. Ou seja, comprou e já tem cobertura e se o celular for roubado o cliente é indenizado sem o pagamento de franquia. O valor da indenização dependerá da tabela de preços criada, com base no preço médio praticado no mercado de aparelhos usados, detalhada no portal da insurtech.
Nos últimos anos, os valores de aparelhos novos cresceram significativamente. Hoje em dia, os preços de smartphones novos podem chegar até a R$ 14 mil, no caso do último modelo da Apple. “Mas isso é um ponto fora da curva. Cerca de 80% dos aparelhos tem valores entre R$ 1,5 mil e R$ 4 mil”, complementa Prado e conta que o preço dos aparelhos novos cai sensivelmente depois que saem das lojas. O mercado de usados é dinâmico e tem muitas ofertas. O cliente pode optar por ter um aparelho similar usado ou receber a indenização com base na tabela. “Nosso arsenal tecnológico nos permite pagar indenizações em segundos”, se orgulha o executivo.
O seguro auto da Pier cobre roubo e furto, com um pacote de assistência 24 com serviço de guincho, pane seca entre outras facilidades como ser mensal e ter apenas três perguntas para que a insurtech possa calcular o preço. A vistoria do veículo é feita 100% online. Basta o cliente fazer upload de 8 fotos do carro e enviar para que a insurtech possa calcular o valor do seguro. É válido para todo o Brasil, exceto Rio e região Norte. O pagamento pode ser feito no cartão de crédito ou pré pago. “Em breve lançaremos a possibilidade de pagamento via PIX. Nos aguardem, pois temos muitas novidades para 2021”, garante Lucas Prado.
A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Luiz Fernando Butori, diretor do Itaú Unibanco, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:
Como descreve o ano de 2020?
O ano de 2020 é muito delicado pela pandemia e pelas vidas perdidas, especialmente para nós que vivemos o Mercado de Seguros e oferecemos proteção aos nossos clientes. Assim como outras grandes seguradoras do país, a Itaú Seguros adotou medidas importantes: garantimos que famílias não ficassem desamparadas financeiramente (abriu mão da cláusula de exclusão por pandemia) e também incentivamos os profissionais da saúde. Com isso, vimos os nossos sinistros crescerem em 2020 devido a pandemia, o que reforça o nosso valor social como business de seguros e o valor das nossas ações para as famílias. Com relação a Resultados, o business segue muito sólido. Embora as vendas tenham sido afetadas no cenário de pandemia, nosso Lucro Líquido de Operações Recorrentes segue crescendo acima dos dois dígitos (9M20 vs. 9M19 / 2019 vs. 2018)
Qual o impacto da pandemia na empresa?
Colocamos todos os nossos colaboradores sob trabalho remoto, auxiliando na equipagem de suas casas e preservando vidas. No início, a crise nos trouxe uma sensação de isolamento e muitos desafios, mas tivemos aprendizados importantes para o futuro. O trabalho remoto se tornou uma realidade e conseguimos nos manter unidos e produtivos
Quais as áreas mais afetadas?
As áreas de Sinistros e Finanças foram parceiros muito importantes na tomada de decisão e posicionamento da Itaú Seguros. Mas podemos ressaltar também nossa equipe comercial, e as áreas de produtos e negócios além das demais áreas internas da Itaú Corretora de Seguros que tem como foco sempre a centralidade no cliente. De uma forma geral, todos participaram das ações em benefício as família.
O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?
Por meio de nossos Corretores de Seguros, de forma remota, mantivemos contato com os clientes para negociar ou readequar a sua proteção. Temos o desafio de proteger o cliente sempre, e impedir que a falta de liquidez se traduza em falta de proteção. Como foco em Assessoria, entendemos que o momento de vida das pessoas é de maior risco dada a pandemia. Nos últimos anos, vimos Seguros de Pessoas ultrapassarem o Mercado de Seguro de Automóvel. Dada a pandemia, vemos um maior apelo aos produtos que protegem a vida e a residência. Além disso, temos a queda nos sinistros do Mercado de Automóveis por menor circulação. Essas tendências podem seguir no futuro sob um ambiente de trabalho mais remoto e nova sensação de risco/planejament
Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?
Nossa expectativa é de aumento da procura por seguros de Vida, dada a crise pandêmica que agravou a sensação de risco das pessoas. O movimento contempla também as empresas, através da conscientização da importância de resguardar a vida de seus colaboradores. Mudanças estruturais que impactaram o desejo do consumidor e automaticamente o potencial deste mercado, nos últimos anos, como o aumento da expectativa de vida, fazem com que os consumidores se preocupem cada vez mais com o seu planejamento financeiro, o que consequentemente aumenta a procura pelos seguros de pessoas. Outro fator, particular ao cenário brasileiro, é a reforma da previdência pública, que trouxe à tona a discussão sobre a necessidade de planejamento financeiro. Por fim, a crise pandêmica atual aumentou a sensação de riscos das pessoas, que estão mais sensibilizadas com a proteção da sua vida e de seu patrimônio, além de ter reforçado a função social da indústria de seguros, que inclusive abriu mão de seu resultado operacional, não exercendo as cláusulas de exclusão por pandemia.
Flipping wooden cubes for new year change 2020 to 2021. New year change and starting concept.
Susep, CNseg, Fenacor, ENS e executivos de seguros estão preparados para levar o setor de seguros a um novo patamar no próximo ano. Saiba como. Que venha 2021!!!!
Investir em pessoas, tecnologia, comunicação e adotar um modelo de negócios “ganha-ganha”, ou seja, que beneficie a todos. Essas são as quatro palavras chaves citadas nas expectativas de dezenas de executivos em conversa com o blog Sonho Seguro. Sem exceção, todos sabem que 2021 será um ano muito desafiador para o Brasil, com necessidade de caixa para fazer frente a tantas obrigações fiscais e com a volatilidade que um ano pré eleitoral sempre traz para os principais indicadores macroeconômicos. Em seguros, além da volatilidade da economia, o setor ainda conta com mudanças regulatórias, queda na taxa básica de juros, a Selic, aperto na renda dos consumidores e também novos hábitos de consumo.
Porém, há muitas oportunidades para o setor crescer, desde serviços para as classes menos favorecidas, como telemedicina e proteção para celular, até seguros para garantir os bilionários investimento em infraestrutura, estimados em R$ 700 bilhões até 2023. Tudo vai depender da intensidade da crise econômica. Essa incógnita é quem ditará a velocidade das mudanças de tendências nas áreas de seguros e previdência, por mais importantes que estas sejam numa perspectiva de longo prazo.
2021 também promete muita competitividade, o que certamente beneficiará o consumidor. Monitorar as informações é condição sine qua non para que os executivos batam suas metas, tanto de crescimento das vendas como de lucratividade para manter o acionista no negócio. E isso só será possível se agradar (muito, muito mesmo) os consumidores, a razão de ser do mercado, e corretores, o principal canal de vendas no Brasil. Simples assim.
A expectativa de todos é de que a pandemia fez com que os brasileiros pensassem mais no futuro, o que cria uma demanda positiva para seguro de pessoas. Ao mesmo tempo, torna o gerenciamento de risco, a maior especialidade dos players do setor, a pauta diária da vida das pessoas. Como andam dizendo por ai, o seguro é equivalente a mascara: um item necessário para se proteger de infortúnios. Em todas as esferas. Desde o jovem que sonha viajar para fazer um mestrado fora do país até o presidente da República que precisa garantir os projetos necessários para a infraestrutura, ou seja, as pontes do desenvolvimento da economia do Brasil.
Coriolano: “Temos um sistema sólido, que para garantir os riscos que assume, detém ativos equivalentes a 27% da dívida pública brasileira”
Marcio Coriolano, presidente da CNseg, a confederação das Seguradoras, acredita que 2020 está chegando ao fim como um ano em que ficou evidente a importância da cooperação e da solidariedade. “Mundo afora pessoas, empresas e governos tomaram iniciativas para apoiar os mais vulneráveis e combater a pandemia. E todas foram importantes. Desde as pequenas ações de assistência aos mais pobres em cada bairro até doações de grandes empresas para apoiar o combate ao vírus e os programas governamentais de socorro financeiro a empresas de todos os portes. São tempos ainda difíceis, a recuperação ainda é lenta, mas a direção está correta”.
Em setembro, a arrecadação cresceu 11,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Essa taxa é maior do que a registrada ano contra ano em julho (4,3%) e em agosto (7,3%), e credencia o setor a fechar o ano no azul, com avanço das vendas estimado em 3% sobre 2019. “Temos um sistema sólido, que para garantir os riscos que assume, detém ativos equivalentes a 27% da dívida pública brasileira, o que torna o setor de seguros um dos maiores investidores institucionais do país, com papel importante a desempenhar na retomada do crescimento econômico. Um setor segurador forte é essencial ainda para desonerar as contas públicas, transferindo para iniciativa privada parte dos gastos com saúde e previdência, para só citar dois exemplos.”
Solange Vieira, titular da Susep: 2021 será um bom ano para o setor com as mudanças já em curso realizadas em 2020
Para a titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), 2020 se caracterizou como um ano singular, com todos impactados pela pandemia. “O mercado de seguros mostrou que pode se organizar rapidamente em questões como tecnologia e reorganização do trabalho. O trabalho remoto foi um exemplo disso. Como toda crise também pode ser catalisada para processos de aprendizados e evolução, o setor tem dado esses sinais com as organizações viabilizando novos produtos e processos, entre outras medidas. Podemos observar, por exemplo, evolução do seguro liga-desliga, que regulamentamos no ano anterior e foi uma alternativa relevante neste momento. Esperamos até o fim de 2020 voltarmos ao mesmo patamar de prêmios emitidos de 2019”, destacou.
Solange desta que a autarquia conseguimos criar uma solução tecnológica de gestão desse trabalho que acabou sendo adotada por todo o ministério da Economia e está sendo oferecida a outras unidades do governo. “Do ponto de vista da regulação, acreditamos que o Sistema de Registro de Operações irá nos permitir avançar muito em novos produtos e na desregulamentação do marco regulatório de Seguros. Poderemos oferecer mais transparência, segurança e menores preços ao consumidor. Exemplos disso são os novos instrumentos financeiros que poderão ser utilizados pelo mercado como alternativas de redução de custo de capital – ILS e dívida subordinada”.
Para 2021, Solange Vieira aposta em um setor mais eficiente. “Por meio de ações mais “principiológicas” que “prescritivas”, como as novas normas para os seguros de Danos – massificados e grandes riscos -, que acabaram de passar por consulta pública recentemente, será permitida às empresas a criação de novos produtos e a evolução nas relações contratuais. Isso, claro, apoiados num trabalho de proteção ao consumidor. Entendemos que o novo momento vai exigir das empresas mais visão e busca de conexão com esse consumidor. Esses serão diferenciais competitivos, sem dúvida. A tendência deve ser de mais produtos e preços melhores, com mais oportunidades para todos. A inovação estará presente em todas as etapas; compreendendo isso, também implementamos durante a pandemia o Sandbox que aproxima ainda mais as insutechs do universo dos seguros e permitirá avanços consistentes para o setor.”
“Há transformação nas seguradoras e na corretagem, mas não pode haver transformação digital que tornem as empresas menos humanas. Isso serve apenas para garantir maior eficiência e melhorar a experiências do usuário. O corretor pode ser eficiente digitalmente, mas sem perder o seu principal capital que é a relação direta com os consumidores”, diz Edson Franco.
Vergílio, da Fenacor: “Somos a favor de tudo que seja respeitoso com o corretor e com o cliente”
Certamente o corretor de seguros é uma peça chave nesta jornada descrita por todos os seguradores entrevistados nesta série “O que esperar de 2021”. “O corretor de seguros tem que diversificar sua operação”, disse o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, ao participar do painel “Direto & Reto com as autoridades do mercado”, durante o Sincor Digital, evento virtual realizado pelo Sincor-SP, em outubro. “Ficou mais uma vez provado, na pandemia, o valor agregado que o corretor traz nessa relação de mercado. Isso já era relevante, mas dentro da nova ordem, ele precisa diversificar sua atuação, se converter em um planejador financeiro e de proteção”, conclamou Vergilio.
A 22ª edição do Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros será realizada em São Paulo em outubro de 2021. “Faremos um grande evento em São Paulo, em conjunto com o Sincor-SP e todos os demais Sindicatos e o apoio das seguradoras”, destacou Vergilio. “Esse será um evento histórico. Em primeiro lugar porque o Congresso volta a São Paulo após 21 anos. A última edição realizada na capital paulista foi em 1999. O estado gera aproximadamente 50% da receita global do mercado de seguros no Brasil. Atuam em São Paulo mais de 43,9 mil corretores de seguros, entre pessoas físicas e jurídicas (45,5% da categoria). Outro fator relevante é que esse será o primeiro congresso brasileiro da categoria organizado dentro da chamada “nova ordem”, no pós-pandemia.
Bittar: Queremos ser facilitadores e geradores de novos negócios
A Escola de Negócios e Seguros (ENS) segue apostando na educacao e formação dos profissionais do setor. Lançou no final do ano o Nuv.ens, um ambiente de trabalho colaborativo e inovador construído pela , em sua representação na cidade de São Paulo. O espaço é exclusivo para alunos e ex-alunos da Escola que estiverem atuando em atividades relacionadas ao mercado de seguros e áreas afins.
Os usuários do Nuv.ens têm à disposição hotdesks, sala de reunião para 12 pessoas equipada com smartTV, possibilidade de realização de videoconferências, estação de trabalho fixa e exclusiva e auditório com sistema de som, projetores e capacidade para 166 pessoas. “Ao criar o Nuv.ens, nossa intenção é contribuir e estar ainda mais inseridos na movimentação econômico-financeira do setor de seguros. Queremos ser facilitadores e geradores de novos negócios, especialmente em um momento em que precisamos alavancar e investir ainda mais nas operações do setor”, afirma o presidente da ENS, Robert Bittar.
Leia abaixo o que alguns dos principais seguradores do setor esperam de 2021:
A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Rodrigo Caramez, presidente da Brasilseg, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:
Como descreve o ano de 2020?
Obviamente, um ano único e extremamente atípico para pessoas e negócios. Um ano onde a resiliência, empatia, proximidade e conectividade foram fundamentais para navegar os desafios apresentados. Nesse cenário crítico, nossa empresa foi capaz de se organizar muito rapidamente para dar continuidade a nossa missão de proteger as pessoas – colaboradores e clientes, e as empresas. A clareza de proposito e foco foram alavancas indispensáveis para seguir.
Aumentamos significativamente a frequência e proximidade de nossa comunicação interna, com nosso balcão BB e com nossos clientes. Priorizamos iniciativas críticas, tanto na inovação de soluções quanto na agilidade e simplicidade de acesso a nossos produtos e serviços. Aceleramos ainda mais a jornada de transformação digital e intensificamos nosso papel de disseminador da cultura de proteção e seguros.
Ao comparar com 2019, eu resumiria como um ano duríssimo para nós e toda sociedade, mas também que trouxe oportunidades para repensarmos intensamente modelos de negócio, e principalmente em abordagens e formas de relacionamentos.
Qual o impacto da pandemia na empresa?
O fantástico esforço de todo time, focando as necessidades dos clientes e sua proteção, nos permitiu não só evitar qualquer disrupção em nosso atendimento, mas também ficar muito próximo do nível de resultado planejado para o ano.
Na área de seguros de pessoas, por exemplo, identificamos um aumento na procura pela proteção, e lançamos novas ofertas com benefícios para saúde e bem-estar dos clientes, em vida. O que chamamos de “Seguro praVida”. Além disso, lançamos coberturas inéditas para o seguro prestamista como desemprego involuntário ou incapacidade física temporária, fundamentais num ano de aumento de desemprego, crise econômica e grandes desafios para a saúde das pessoas.
Para o segmento rural, no qual a Brasilseg é líder, a demanda por seguros também se manteve crescente durante a pandemia, principalmente em função da preocupação e consciência do produtor em relação aos riscos climáticos e entendimento da necessidade de proteção da lavoura e, consequentemente, da sua renda. Aceleramos a contratação de seguros para agricultura familiar e áreas não financiadas, buscando ampliar a base de pessoas e negócios protegidos. Além disso, expandimos a disponibilização de nossas soluções de sensoriamento e monitoramento remoto (via satélite) tanto via app do BB quanto web.
A consolidação do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural foi chave para suportar o setor. Esse é pilar central da política agrícola do País, incluindo um maior envolvimento de outros agentes que integram a cadeia de financiamento da agricultura, como instituições financeiras, cooperativas de crédito, agropecuárias e revendas de insumo. Nessa linha, como lideres do setor, BB e Brasilseg lançaram a plataforma inteligente Broto com a missão de se tornar o ecossistema integrado e simples do produtor rural, disponibilizando soluções, produtos e serviços para potencializar sua produtividade econômica, e facilitar sua tomada de decisão. Isso foi só o começo e muito mais vindo na plataforma em 2021.
Finalmente, para aqueles que necessitaram de renegociações, conseguimos oferecer soluções e alternativas para facilitar a continuidade da cobertura, que nesse momento foi nossa maior preocupação.
Quais as áreas mais afetadas?
As áreas de sinistros e atendimento foram as mais requisitadas sem dúvida, e se adaptaram rapidamente para continuar prestando serviços ao cliente com excelência. Com a restrição da locomoção dos peritos, as avaliações dos pedidos de indenização passaram a ser realizadas remotamente, contando com ferramentas como imagens de satélite e sensoriamento remoto. A Brasilseg já fazia uso de tais ferramentas, mas o uso foi intensificado. O mesmo ocorreu com a central de relacionamento, as equipes foram direcionadas para trabalho remoto mantendo o foco no atendimento e resolução as demandas dos clientes.
O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?
Um dos efeitos e necessidades obvias da pandemia foi a ampliação do atendimento remoto, que a Brasilseg já vinha utilizando. Com a dificuldade de deslocar as equipes de vistoria, aumentamos consideravelmente as avaliações de sinistros realizadas remotamente. No caso do seguro rural também utilizamos o uso de imagens de satélite e dados de sensoriamento remoto.
Outro exemplo, em junho e julho, tivemos muitas ocorrências de sinistros de seguros residenciais devido aos ciclones e vendavais ocorridos na região Sul. Para atender os mais de 3 mil pedidos de sinistros, a seguradora elaborou um plano de contingência com o objetivo de prestar o devido atendimento a cada um dos clientes e agilizar a liberação das indenizações para reparo dos danos ocorridos, sem colocar em risco a segurança dos clientes e dos nossos colaboradores. Desta forma, conseguimos realizar 92% dos atendimentos e vistorias de forma remota e liberar as indenizações mais rapidamente.
Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?
Em 2021 a Brasilseg continuará investindo na transformação da jornada e da experiencia de seus clientes, trazendo novas ferramentas digitais, desenvolvendo ofertas modulares e mais flexíveis, e disponibilizando mais serviços agregados a seus produtos. Nosso foco é a criação de soluções que facilitem a vida do cliente, deem autonomia a ele, e ofereçam os cuidados e proteção necessários em todos os momentos da vida.
Nessa linha, também é fundamental seguirmos contribuindo para a disseminação da Cultura de Seguros e Proteção, desmistificando nosso setor, e possibilitando que as pessoas e empresas, de uma forma simples e multicanal, entendam o seu nível de risco de acordo com sua fase de vida, atividade ou negócio.
A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, presidente da Capemisa, Jorge Andrade, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:
Como descreve o ano de 2020?
O ano foi especial para a CAPEMISA: completamos 60 anos, em julho. Em 2020, confirmamos o resultado de um planejamento estratégico, tático e orçamentário, iniciado em 2015, que aumentou em 132% o resultado operacional. Em 2019, a receita da companhia chegou a R$ 374 milhões. O mesmo processo reduziu em 38% as despesas administrativas. Foi desafiador, mas fortalecemos nosso compromisso de transparência e gestão de orientação para resultados.
Como temos um cuidado muito especial com nossos colaboradores, conquistamos o reconhecimento de estar entre as melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro pelo Great Place To Work (GPTW). A CAPEMISA também foi eleita entre as melhores do setor de seguros nas categorias Gestão de Pessoas e Governança Corporativa, segundo o Anuário Época Negócios 360º – principal referência no ranking corporativo nacional. A performance e os investimentos da CAPEMISA garantiram à empresa a segunda colocação em Gestão de Pessoas e a terceira, em Governança Corporativa.
Cabe destacar que somos uma empresa criada para apoiar uma obra social, o Lar Fabiano de Cristo, com 49 unidades em todo o país e mais de 26 mil pessoas assistidas em 2020, entre crianças, famílias e idosos. Esses resultados, portanto, têm ainda um significado bastante importante para o nosso propósito. Nosso compromisso com o Lar cada vez aumenta mais.
Qual o impacto da pandemia na empresa?
Nosso modelo se mostrou resiliente e com capacidade de adaptação. A pandemia exigiu de nós uma atuação rápida e por vezes disruptiva para manter a mesma qualidade no atendimento e a proximidade com todos os envolvidos em nossos processos de trabalho. Temos 29 sucursais que realizavam atendimento presencial e tivemos que reforçar nossos canais digitais, trazendo flexibilidade e modernização.
Outra ferramenta nova foi a criação de uma comunicação direta sobre sinistros, direcionando as mensagens para a área de regulação. Em quarentena, focamos em oferecer nossos serviços com eficiência e agilidade.
Conseguimos manter as operações com uma infraestrutura tecnológica robusta e ferramentas na nuvem. Nossa gerência de Treinamento e Desenvolvimento Comercial preservou a aproximação com nossos corretores parceiros, usando plataformas para interação e treinamento, sensibilizando-os e orientando suas abordagens, para que pudessem melhor atender a seus clientes. Todos eles também puderam permanecer trabalhando de forma remota, com autossuficiência, sem nenhum impacto para a comercialização.
Nosso time interno passou a contar com um serviço de atendimento especializado e confidencial para orientações psicológicas, financeiras e até sobre questões jurídicas. Para dar mais tranquilidade aos colaboradores das faixas etárias de risco, realizamos a vacinação da gripe para quem tem mais de 60 anos, nas residências dessas pessoas. Para os outros funcionários, disponibilizamos um ponto de vacinação na Empresa, ação que foi estendida também aos familiares.
Também foi criado o PODCAP, um podcast quinzenal com assuntos relacionados ao mercado de seguros e discussões da atualidade. A ideia foi levar um novo canal de comunicação corporativa para o ambiente do home office. Todo o material fica disponível na intranet, para complementar o dia a dia de conhecimento dos colaboradores de uma forma dinâmica, leve e interativa.
Em uma importante ação social, nossos colaboradores do programa Jovem Aprendiz tiveram seus contratos prorrogados por mais quatro meses. Além de garantir uma ocupação e estímulo ao desenvolvimento profissional destes jovens em situação de vulnerabilidade, com remuneração até dezembro, a seguradora ainda disponibilizou transporte particular para a entrega de cadeiras e computadores para o trabalho em home office, e acrescentou entre os benefícios um auxílio para subsidiar o custo do colaborador com internet.
Quais as áreas mais afetadas?
Sem dúvida, a área Comercial, embora não tenhamos observado um nível maior de resgates ou cancelamentos. Conseguimos manter a rentabilidade da CAPEMISA Seguradora e da CAPEMISA Capitalização, mas os times comerciais precisaram de mais apoio e ferramentas para trabalhar de casa, sem contato presencial com clientes e corretores.
A central de relacionamento passou por mudanças para atender com a capacidade reduzida, já que tivemos que proteger nossos colaboradores de grupos de risco e também na questão do distanciamento entre as pessoas do call center. Isso exigiu um esforço de tecnologia e informação para direcionar nossos clientes e parceiros aos canais digitais, que se adaptaram ao aumento de demanda.
Reforçamos o acolhimento a todos os envolvidos no negócio, utilizando inclusive Inteligência Artificial para atendimento aos distribuidores e parceiros no Portal do Sorteado da Capitalização. Observamos cada necessidade para buscar uma solução rápida. Especialmente neste momento, nosso cuidado foi promover uma relação humanizada e próxima, ainda que pelas redes sociais, canais digitais, pelas trocas de emails e mensagens.
O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? De um exemplo prático.
Vale dizer que o consumidor migrou para os meios digitais na pandemia. Ele está nos demandando pelo site da Empresa, pelas redes sociais e afins. A CAPEMISA vem se aprimorando nesse sentido.
Essa característica nos exige entregas online e ainda mais ágeis, mas não abrimos mão de uma entrega humanizada. Um bom indicador são os portais de conciliação, em que mantemos ótima reputação, com bons tempos de resposta. Estamos conseguindo manter essa aproximação e fazer com que o cliente se sinta acolhido.
A companhia recentemente lançou a Central do Corretor e há novas entregas previstas também para o Meu Portal CAPEMISA. Os investimentos em tecnologia garantiram cotadores e processos digitais mais ágeis aos corretores. Outras entregas ainda estão por vir em 2020, como a assinatura digital, mais celeridade na implantação e renovação onlines. O relacionamento com clientes e corretores também poderá será feito em poucos cliques, preservando a mesma qualidade no atendimento.
Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?
Vemos o avanço do teletrabalho, do uso de Inteligência Artificial e incremento dos portais. Em produtos, com maior potencial, a CAPEMISA destaca a carteira para PME e seus produtos como uma tendência de contratação crescente. Esse segmento já vinha atraindo corretores e clientes nos últimos anos, dado o grande número de empreendedores e empresas deste porte no nosso país. Há uma percepção de que é preciso proteger toda esta engrenagem: o microempresário, responsável pelo negócio em si, e seus colaboradores.
A capitalização seguirá expansão em 2021. A modalidade Filantropia Premiável ganhou destaque após o novo marco regulatório e, em 2020, registramos crescimento de 94,69%, com faturamento de mais de 369 milhões. Também queremos ampliar nossa participação na categoria de Incentivo, realizando mais promoções comerciais para o Varejo, assim como atendendo outras seguradoras neste segmento.
Observando o mercado, haverá um incremento ainda maior dos meios digitais de relacionamento. A CAPEMISA já vinha investindo nesta área nos últimos três anos, estruturando processos de automação e um plano de continuidade dos negócios. Vale citar as melhorias para a plataforma de cotação que lançaremos no final de 2020 e dará mais velocidade às implantações das apólices. Alguns processos que aconteciam em 48 horas passarão a ser em 5 minutos. É uma evolução em que todos ganham.
Projeto visa a incentivar a produção e negócios a partir da diversidade biológica no bioma, e permitirá beneficiar milhares de indígenas e populações tradicionais por meio da promoção do mercado ético entre produtores e consumidores
A Zurich no Brasil e a e Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) acaba de estabelecer apoio ao Origens Brasil®, rede de articulação multissetorial concebido pelo IMAFLORA (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e pelo Instituto Socioambiental (ISA), que viabiliza negócios sustentáveis na Floresta Amazônica.
A parceria consiste num projeto em que, durante três anos, a Zurich ajudará o Origens Brasil® a criar condições de mudar para melhor a forma como 3 mil produtores fazem negócios com mais de 30 empresas de maneira cada vez mais ética e transparente. Os produtos são provenientes da sociobiodiversidade brasileira e devem ajudar indiretamente cerca de 15 mil indígenas de populações tradicionais da Floresta Amazônica, gerando uma receita de R$ 11 milhões. Os itens que eles produzem são variados: vão de alimentos, como castanha e geleias, a borrachas e óleos, entre outros.
De acordo com o diretor Executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros, o Origens Brasil® está em plena consonância com a política de negócio socialmente responsável da Zurich, já que visa a promover a conservação, uso sustentável dos recursos naturais e a geração de benefícios sociais nos setores florestal e agrícola do Amazonas. “O Origens Brasil® conta com a contrapartida e doações do Fundo Amazônia (Governos da Noruega e Alemanha) e Evolz (holding administrada pelo Texas Pacific Group – TPG Capital). A colaboração da Zurich está em linha com a estratégia de apoiar a rede para evitar a dependência exclusiva de um único financiador, a fim de manter a sustentabilidade da iniciativa e aumentar os impactos positivos na Floresta Amazônica”, explica.
Segundo Rodrigo, com a melhoria da qualidade de vida por meio da produção e comercialização diferenciada de produtos florestais, aqueles povos permanecerão em suas terras, preservando sua cultura e patrimônio, com melhor qualidade de moradia e oferecendo perspectivas às gerações atuais e futuras. “Além disso, o projeto promove a equidade de gênero, já que, dos cerca de 1,8 mil produtores membros da rede, a maioria, 56%, são mulheres”, comemora.
A Zurich tem a ambição de ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto do mundo, e entende que as corporações estão cada vez mais sendo avaliadas pelas suas iniciativas sustentáveis, principalmente pelas gerações mais jovens, engajadas com causas que contribuam para um mundo melhor para todos. “Promover a geração de renda, a partir da comercialização de produtos da biodiversidade da região Amazônica, mantendo a floresta em pé, constitui-se numa das mais eficazes alternativas, uma vez que combinam a prevenção com o desmatamento e a fixação dos povos da floresta em suas terras. Assim, por meio da parceria da Zurich com o Origens®, populações tradicionais e povos indígenas daquele bioma serão beneficiados”, finaliza o executivo.
Parceiros de reconhecido compromisso com as causas que abraçam
O Origens Brasil® teve um reconhecimento mundial em junho de 2019, quando recebeu o Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e Agricultura Sustentáveis da Organização das Nações Unidas (ONU) – que premiou inovações capazes de contribuir para a transformação dos sistemas alimentares, reduzir a fome mundial e manter a segurança alimentar da agricultura de família.
Já o Grupo Zurich tem um compromisso global e uma clara missão em todos os aspectos da sustentabilidade. Hoje, a corporação ocupa o topo do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, resultado do seu esforço e do papel ativo na transição para uma economia mais sustentável. A companhia é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), uma iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) para nortear o mercado financeiro e de capitais na busca pelo desenvolvimento sustentável, por meio da incorporação de aspectos sociais, ambientais e de governança corporativa na tomada de decisão de investimentos, assim como também ao Pacto Global, outra organização da ONU. Além disso, apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), bem como de outros projetos semelhantes mundo afora.
Ação inédita terá o objetivo de apoiar moradores de rua. A cada inscrição solidária, Omint doará uma refeição pelo projeto Marmita do Bem
Fonte: Omint
Pela primeira vez, a Corporate Run sairá das ruas e, em decorrência da pandemia de Covid-19, o evento deste ano ocorrerá no formato virtual. Nele, os participantes poderão caminhar ou correr 5km em qualquer horário e lugar entre os dias 21/11 a 10/12. As inscrições solidárias estarão abertas até o dia 30 de novembro no site oficial. Após a inscrição, o participante receberá um e-mail com um link do desafio e poderá correr usando seu relógio GPS ou com o aplicativo Strava no seu celular.
A cada inscrição solidária realizada, a Omint doará uma refeição do projeto Marmita do Bem. O projeto é idealizado pelo chef Henrique Fogaça e o Restaurante Jamille, e já distribuiu até o momento mais de 30 mil marmitas para moradores de rua no centro de São Paulo.
“Para nós é uma grande honra patrocinar eventos como a Corporate Run que, nesse ano, além do formato virtual tomando precauções necessárias em tempos de pandemia, propõe converter o cuidado com a saúde por meio da atividade física em ação social, gerando benefícios tanto para quem participa quanto para a comunidade em que estamos inseridos”, declara Cícero Barreto, diretor Comercial e de Marketing da Omint. “No ano em que a Omint celebra seus 40 anos, transformar o bem-estar proporcionado pelo esporte em cuidado com uma alimentação adequada para as pessoas que fazem parte da nossa sociedade consolida a nossa premissa de dar valor ao que é importante para nós e para todos. É extremamente gratificante reforçarmos esse ciclo”, finaliza o executivo.
A SulAmérica Investimentos segue reforçando sua equipe, trazendo para o time nomes experientes. Marcel Andrade e Getúlio Ost acabam de chegar à asset, que recentemente também anunciou Daniela Gamboa como nova superintendente de Gestão de Crédito Privado.
Andrade assume a área de Fundos de Fundos. Com 20 anos de experiência, atuou em instituições renomadas, como ABN AMRO, Quantum Finance e como investment manager da Fundação Atlântico. É formado em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui Mestrado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e cursou o programa executivo em Value Investing na Columbia Business School.
Já Ost chega à asset como superintendente de Renda Fixa para atuar com maior foco nos fundos exclusivos. Formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), tem pós-graduação em Finanças, Investimentos e Banking pela mesma instituição, tendo passado pelo grupo Sicredi, Quantitas, Eleven Financial e Porto Seguro Investimentos.
A SulAmérica Investimentos possui mais de R$ 46,1 bilhões sob gestão, 25 anos de história e recebe há 11 anos a nota máxima da S&P na avaliação de gestores de fundos de investimentos.
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