Série: O que esperar de 2021 – André Lauzana, vice-presidente comercial e marketing da SulAmérica

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, André Lauzana, vice-presidente comercial e marketing da SulAmérica, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

Se fosse sobre qualquer outro ano eu certamente seria muito assertivo na resposta, mas quando falamos de 2020 não consigo descrever de uma forma única. Foram muitos acontecimentos: início de um novo capítulo da História Mundial; impotência diante de um vírus; fortalecimento do coletivo; aprendizado; aceleração digital e dos negócios; estar perto de uma forma diferente; vidas revisitadas, união por meio do cuidado… Enfim, cabe tanta coisa para descrever esse período. Do ponto de vista corporativo, cada empresa está tendo uma experiência diferente nesta pandemia – que ainda não acabou. 

Na SulAmérica, no início da pandemia, a primeira preocupação foi colocar nossos colaboradores em segurança. Em uma semana conseguimos que 100% da nossa força de trabalho estivesse trabalhando de casa, inclusive terceiros. Oferecemos também amplo apoio a nossos parceiros corretores de seguros, prestadores, fornecedores e clientes. Nosso propósito é proteger e melhorar a vida das pessoas e em um momento como esse, de uma pandemia desta proporção, precisávamos personalizar ainda mais nosso atendimento a nossos beneficiários, não só de saúde, mas todos os nossos mais de 7 milhões de clientes. Oferecemos e desenvolvemos ações essenciais para garantir o melhor atendimento de nossos beneficiários durante a pandemia, tanto para aqueles infectados pela Covid-19 quanto para aqueles que precisavam continuar tratamentos e cuidar da prevenção na saúde. Alcançamos até agora nossos objetivos no cuidado com as pessoas e na continuidade dos negócios. Mantivemos nossa produtividade, lançamos novos produtos, contratamos novos colaboradores, lançamos o novo posicionamento de Saúde Integral, que reúne saúde física, emocional e financeira. E assim vamos continuar até o fim desta crise de saúde pública.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Sem dúvida, aprender a trabalhar de uma nova forma, a distância, mas sem perder a proximidade tanto no dia a dia da organização quanto no contato com os clientes e parceiros. Ter investido em inovação, e com maior celeridade há 5 anos, fez toda a diferença. Nossos investimentos resultaram em uma melhor jornada para nossos clientes, colaboradores, corretores e parceiros. E mesmo nesse período tão disruptivo, finalizamos o processo de venda da nossa operação de Autos e Massificados, compramos a Paraná Clínicas, ampliamos o serviço de telemedicina Saúde na Tela para uso ilimitado e lançamos o atendimento remoto para terapias diversas, como psicologia e fisioterapia. Distribuímos também muitos conteúdos informativos de alta qualidade e confiabilidade, pois informação é fundamental no combate ao coronavírus. Conseguimos manter nosso planejamento estratégico, trabalhando em um formato diferente. 

Quais as áreas mais afetadas?

Eu não diria que tivemos uma área mais afetada e sim tivemos todas as áreas aprendendo um novo jeito de produzir e se relacionar, além de todos nossos colaboradores e parceiros também terem de trabalhar de um jeito totalmente diferente. Não foi fácil o início da pandemia, sobretudo quando tivemos de postergar viagens, eventos, encontros que envolviam os corretores de seguros e ajustar nossos processos de trabalho. O desafio de manter a qualidade do nosso atendimento com nossos parceiros foi enorme. Conseguimos substituir alguns fóruns presenciais por digitais e reforçamos nossos canais de atendimento. A única coisa que não conseguimos substituir foi mesmo as saudades de um abraço e um forte aperto de mão.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor? Dê um exemplo prático. 

Nossa, mudou bastante. Acredito que um efeito colateral desta pandemia é uma mudança cultural na forma de consumir e se relacionar. Vou dar um exemplo de uma evolução que vai se perpetuar: por conta do isolamento social, fechamos nossas unidades físicas e revisitamos fluxos e processos que eram realizados presencialmente. Tudo passou a ser feito de forma digital, inclusive a contratação de serviços.

A assinatura digital foi tão eficiente que já a adotamos para sempre. A telemedicina é um outro exemplo que mostra bem, a meu ver, a mudança na forma de se relacionar. E as pessoas aderiram e aprovaram a consulta remota, tanto que saltamos de 500 atendimentos em fevereiro para mais de 400 mil na soma de março a outubro.

Por fim, acho importante falar de como o corretor de seguros também transformou a forma de se relacionar com seus clientes e conosco. Os contatos digitais se tornaram mais frequentes e menos corridos, pois ganhamos tempo ao trabalhar de casa. O corretor tem se mostrado bastante motivado em incrementar seus negócios e em trabalhar com uma diversidade maior de produtos e serviços.

Podemos comprovar isso pelo interesse que demonstraram nos cursos oferecidos ao longo de 2020 pela SulAmérica e, mais recentemente, por meio da na nossa nova Escola de Negócios, Pra Saber – até agora ministramos mais de 40 mil treinamentos. O corretor ampliou sua visão de empreendedorismo e o conceito de Saúde Integral da SulAmérica, que coloca saúde física, emocional e financeira juntas para melhorar a vida das pessoas em todas as fases da vida, soma muito valor neste movimento de transformação de corretor de seguros para consultor de proteção. Agora, o que não mudou foi o humano

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

A virada de ano não encerrará a pandemia. Ela vai seguir em 2021 e, sinceramente, não sabemos quando terminará definitivamente. A diferença é que aprendemos a viver neste cenário. O setor de saúde suplementar foi essencial no enfrentamento da pandemia e vai seguir relevante. A telemedicina é uma prática que veio para ficar e influencia positivamente o setor. Diferentes tipos de seguros já começam a ser desenhados a partir das novas necessidades das pessoas e devem ser oferecidos a partir do ano que vem. Os corretores de seguros também se reinventaram durante a pandemia, reforçaram seu papel de consultor e ampliaram suas carteiras. O compartilhamento de conhecimento tomou outra dimensão e será ampliado a partir de agora. O conceito de Saúde Integral vai permear todas as áreas da SulAmérica. Integraremos cada vez mais nossos produtos e serviços com essa visão de equilíbrio entre saúde física, emocional e financeira. Já começamos essa integração este ano com a oferta do Médico na Tela para clientes de Vida e Previdência Individual e muita novidade está a caminho! Para mim, 2021 será um ano do início da nova História.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fábio Protasio, CEO da AIG

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Helder Molina, nosso CEO da MAG Seguros

Série: O que esperar de 2021 – Helio Kinoshita, VP da Mitsui Sumitomo Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Jorge Sant´Anna, CEO da BMG Seguros

Anglo American perde na Justiça disputa de mais de R$ 1 bilhão contra Chubb


Tribunal Regional do Rio de Janeiro manteve o entendimento de que a seguradora não deve pagar indenização à empresa após acidente ocorrido no Porto de Santana, no Amapá, em 2013

Fonte: Valor

A Anglo American teve uma nova derrota na Justiça em uma disputa contra a Chubb. O Tribunal Regional do Rio de Janeiro (TJRJ) manteve o entendimento de que a seguradora não deve pagar indenização à empresa após acidente ocorrido no Porto de Santana, no Amapá, em 2013. Este era considerado um dos maiores casos do mercado segurador brasileiro, e poderia ultrapassar R$ 1 bilhão, considerando os valores corrigidos. A decisão foi unânime e o relator foi o desembargador Fernando Fernandy Fernandes.

Procurada pelo Valor, a Anglo informou que possui laudos de especialistas brasileiros e internacionais indicando que houve um colapso abrupto e inesperado do solo no porto e que o acidente se deu por causas naturais, “absolutamente imprevisíveis, sem qualquer responsabilidade que lhe possa ser imputada”. A empresa também disse que irá recorrer da decisão.

Mas no julgamento realizado na quarta-feira, o desembargador Fernandes descartou a possibilidade de fenômeno natural. Na sua decisão, o desembargador também disse que não foram fornecidos todos os documentos e registros solicitados à empresa, incluindo imagens. “Isso prejudicou os apelantes, na medida que poderiam trazer mais elementos. Só foram apresentadas imagens do porto de 10 minutos que antecederam o acidente”, afirmou.

Leia a notícia completa no Valor.

Corretora Wiz cria comitê de crise; Thierry Claudon foi alvo da busca

wiz

Um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017)

A Wiz Soluções e Corretagem de Seguros informou que seu Conselho de Administração aprovou a criação um comitê especial não estatutário para conduzir a análise detalhada sobre as denúncias constantes do processo que originou a busca e apreensão na sede da companhia, segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O conselho indicou, para a composição do Comitê Especial, Otavio Yazbek, membro externo à companhia, a quem competirá as atribuições de coordenador; João Pinheiro Nogueira Batista, membro independente do Conselho de Administração da companhia; Elício Lima, membro do Conselho de Administração da companhia; e Heverton Pessoa de Melo Peixoto, diretor-presidente e de Relações com Investidores da companhia.

Segundo o portal O Antagonista, um dos alvos da Operação Canal Seguro, 13ª fase da Descarte, é o francês Thierry Claudon, ex-presidente da Caixa Seguros (2001 a 2017). Ele foi alvo de busca e apreensão, bloqueio de bens e suspensão de atividades profissionais. Na época dos fatos investigados pela PF e pela Receita, Claudon presidia a Caixa Seguros e a Caixa Vida e Previdência S/A, ambas subsidiárias da Caixa Seguros Holding (CSH), e também era vice-presidente do Conselho de Administração da Wiz Soluções e sócio minoritário e administrador da CNP Assurances Brasil Holding Ltda., empresa que detém o controle da Caixa Seguros Holding S/A, com 51,7% das quotas. Outro investigado é Camilo Godoy, que ocupava o cargo de diretor comercial da Caixa Seguradora e também era membro do Conselho de Administração da Wiz Soluções. Era, ainda, membro do Conselho de Administração da Caixa e Vida Previdência.

Leia mais PF deflagra operação Canal Seguro, que investiga fraudes envolvendo corretora Wiz

Outra notícia que impacta a companhia vem da Caixa Seguridade, que divulgou fato relevante afirmando que a exclusividade da corretora no balcão de seguros da Caixa vai só até 14 de fevereiro de 2021. “A Caixa Seguridade informa ainda que, em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no Balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021.

No comunicado, a Wiz reitera que desconhece qualquer indício da prática de ilícitos pela companhia, sendo que os fatos apurados datam do período compreendido entre 2014 e 2016; e pelas informações e documentos que teve acesso até o presente momento, identificou que os fornecedores mencionados na decisão judicial não prestam mais serviços à companhia.

PGR fecha delação premiada com fundador da Qualicorp

Acordo entre PGR e José Seripieri ainda terá de ser validado pelo ministro do STF Edson Fachin. Empresário foi preso em operação sobre suposto caixa 2 em campanha de José Serra em 2014

Fonte: G1

A Procuradoria-Geral da República (PGR) fechou acordo de delação premiada com o empresário José Seripieri Filho, fundador da Qualicorp. O caso tramita sob sigilo, e o acordo ainda precisa ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

O relator do processo é o ministro Edson Fachin. Se a delação for validada pelo Supremo, as informações compartilhadas por Seripieri poderão ser utilizadas em investigações. 

A assinatura do acordo foi revelada pelo jornal “O Globo” e confirmada pela TV Globo. A colaboração foi negociada com a PGR e está em tramitação no Supremo porque o empresário citou políticos com foro privilegiado na Corte. 

As tratativas da delação começaram após a Justiça Eleitoral ter determinado, em julho, a prisão do empresário em uma operação da Polícia Federal que investigou suposto caixa dois na campanha de José Serra (PSDB) ao Senado em 2014.

Seripieri ficou preso por quatro dias. Segundo as investigações, ele teria feito doações não contabilizadas de R$ 5 milhões ao tucano. 

Procurada, a defesa de Seripieri informou que não vai se manifestar. 

Réus na Justiça Eleitoral

No último dia 4, o senador José Serra e os empresários José Seripieri Filho, da Qualicorp, Mino Mattos Mazzamati e Arthur Azevedo Filho se tornaram réus na Justiça Eleitoral em São Paulo. Eles são acusados de caixa dois, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O caso tramita em sigilo até o próximo domingo (28), quando acontece o segundo turno das eleições municipais, para que as informações não sejam usadas nas campanhas. 

A defesa do senador José Serra afirmou em nota que “repudia com veemência a denúncia oferecida contra ele pelo Ministério Público Eleitoral na noite desta quarta-feira (4), formulada com base em uma investigação vazia, sobre a qual ele nunca teve nem mesmo a oportunidade de ser ouvido”. 

“A acusação, oferecida às pressas e sem fundamento, constrói uma narrativa fantasiosa, que será devidamente desmentida pelos fatos. O episódio reforça o caráter espetaculoso de mais esta ação contra o senador, cuja reputação e carreira são destacadamente incompatíveis com as práticas que lhe foram atribuídas. José Serra reitera sua confiança na Justiça”, disse a nota dos advogados Flávia Rahal e Sepúlveda Pertence. 

Procurado, o empresário José Seripieri Filho, da Qualicorp, disse também por meio de nota que “o Ministério Público Eleitoral apresentou uma denúncia repleta de ilegalidades”, onde “permanece ainda o ambiente de excessos, apesar das correções já feitas pelo Supremo Tribunal Federal”. 

“Ao apurarem uma doação eleitoral, os denunciantes conseguiram transmutar essa ação em crime típico de funcionário público, mas atribuído a uma pessoa de atividade privada, o que é vedado pela lei. E, ao que parece, levou a contradições inerentes à própria delação colhida anteriormente, que pode ter sido ou esquecida ou confundida. Difícil saber pela peça do MPE. Diante de tão frágil alegação e do pouco nexo probatório, a denúncia deve ter vida breve nos tribunais. Sim”, disse Seripieri Filho.

Zurich faz promoção de venda de seguros para celulares com varejistas na Black Friday

bancassurance zurich

Com a ação, o cliente adquire o seguro por um determinado período, mas tem cobertura pelo dobro do tempo. Por exemplo, se contratar por 24 meses, pagará pelo equivalente a 12

Amanhã, 27 de novembro, acontece a edição 2020 da Black Friday, um dos mais importantes eventos de calendário do varejo físico e eletrônico, que neste ano, devido à pandemia, deve ser maior no e-commerce, apontam especialistas. Junto com seus parceiros do varejo, que conta com os maiores players do setor, a Zurich participa de uma ação promocional para a venda de seguros para celular – que é o item mais desejado de compra na data, segundo a plataforma de descontos Promobit. “Trata-se de uma campanha em que o cliente adquire uma proteção para o celular por 24 meses, mas pagará pelo equivalente à metade desse período”, afirma o Diretor Comercial de Parcerias da Zurich no Brasil, Sidemar Spricigo. 

A promoção é válida para Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental de smartphone, mas os clientes podem contar com os benefícios de outros seguros. “Nós faremos promoções para Garantia Estendida também. O cliente que contratar proteção por aquele período, ganhará por mais 12 meses. Ou seja: paga por 24 e leva 36 meses”, revela.

O Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado e Quebra Acidental da Zurich para smartphone garante ao cliente um novo aparelho por modelos iguais ou similares, limitado ao valor da cobertura contratada, ou reparo, caso ocorra alguns dos incidentes. E, mesmo que não seja possível repor o mesmo item, será pago ao cliente uma indenização no valor do bem segurado. “A proteção para o celular se tornou um instrumento importante, pois cresce cada vez mais o número de brasileiros vítimas de roubo ou furto. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, aparelhos celulares foram os itens mais roubados na cidade entre janeiro e agosto de 2020: a cada 10 assaltos, em seis os ladrões subtraíram os aparelhos de suas vítimas. Sabemos que esse tipo de ocorrência é comum também em outras capitais do país”, diz. 

O executivo explica que o Seguro de Roubo e Furto Quali­ficado ou Quebra Acidental também pode ser contratado para proteger outros eletrônicos como tablets, notebooks e câmeras. 

Seguro Garantia Estendida

A Zurich comercializa também em parceria com varejistas o Seguro Garantia Estendida para eletrodomésticos, eletroportáteis, equipamentos eletrônicos móveis, celulares, entre outros. Trata-se de uma proteção que garante ao segurado a extensão da garantia original de fábrica.

O cliente que compra no varejo conta também com outro seguro de Reparo de Danos Acidentais: caso aconteça algum dano acidental com o aparelho, o segurado aciona esse seguro para cobrir o conserto, garantindo novamente o funcionamento do bem, respeitando as demais condições do seguro. E, caso não for possível o reparo, ele tem direito a um novo aparelho.

Pesquisa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em parceria com o Neotrust-Compre&Confie, aponta que em 2020 as vendas da Black Friday devem ser 77% superiores que as da edição do ano passado. A Zurich, que viu as vendas do seguro para celular crescerem 5% em média nas duas últimas edições da Black Friday, aposta na disposição dos consumidores em 2020 e na conscientização da importância de eles contarem com tal proteção. “O seguro de proteção aos celulares novos ainda tem muito espaço para crescer no Brasil”, finaliza.

PF deflagra operação Canal Seguro, que investiga fraudes envolvendo corretora Wiz

São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a operação Canal Seguro, que investiga fraudes envolvendo a corretora Wiz. Segundo a PF, são cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, informa o Valor e outras diversas mídias.

A investigação contou com a participação da Receita Federal e do Ministério Público Federal. Ela teve início a partir de provas produzidas no âmbito da Operação Descarte e seus desdobramentos (Chiaroscuro, Checkout, E o Vento Levou e Chorume).

“A PF conseguiu identificar mais uma organização criminosa dedicada à prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, especialmente gestão fraudulenta e desvio de valores de instituição financeira, além de crimes contra a ordem tributária e lavagem de ativos”, diz a corporação.

Segundo a PF, entre 2014 e 2016 três dos diretores da companhia teriam praticado atos de gestão fraudulenta e desviado valores que podem chegar a R$ 28,3 milhões, mediante diversas transferências a título de pagamento por prestação de serviços, superfaturados ou que na verdade não foram realizados.

Foi determinado o sequestro de valores que, somados, superam R$ 27 milhões, bem como o sequestro de um apartamento no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 5,5 milhões. Foi também determinada a suspensão do exercício da atividade de natureza econômica ou financeira pelos três diretores diretamente envolvidos nas fraudes investigadas.

“A Wiz esclarece que desconhece qualquer indício da prática dos ilícitos investigados e adotará as medidas necessárias para a apuração completa dos fatos alegados, bem como sempre se colocará à disposição das autoridades para colaborar com as investigações e prestar quaisquer esclarecimentos necessários para a devida apuração dos fatos”, diz a corretora em nota a CVM.

Há três semanas, a revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Gigante dos seguros, Wiz avança no crédito. O texto informa que o CEO da Wiz, Heverton Peixoto (foto), prepara a entrada da gigante dos seguros no mercado de originação e distribuição de crédito. “Seremos tão grandes na distribuição de crédito quanto somos na venda de seguros”, afirmou Heverton. Aos 37 anos, o engenheiro com MBA em Corporate Finance no Insead, na França, e ex-consultor da McKinsey & Company, está à frente da transformação da Wiz. Hoje, a empresa é a maior gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros do País e chegou a lucrar R$ 223,7 milhões em 2019. No segundo trimestre de 2020, mesmo com a pandemia, a companhia teve receita bruta de R$ 169,4 milhões.

NOTA DA WIZ

A Wiz Soluções foi surpreendida na manhã desta quinta-feira (26) com uma ação de busca e apreensão de documentos no âmbito da Operação Descarte, que investiga atividades entre 2014 e 2016, em gestão anterior da companhia.
A Wiz segue à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento necessário. Sendo a maior interessada na elucidação dos fatos, a companhia tomará todas as medidas necessárias para identificar eventuais irregularidades. A empresa reitera seu compromisso com a ética, a transparência e as boas práticas de gestão, base do trabalho realizado ao longo de 47 anos de atuação”

ARTIGO: Solução para DPVAT pode sair do Congresso Nacional, mas PL espera parecer

por Lucas Vergilio, deputado federal (SD-GO)

Nas últimas semanas, o consórcio que administra o Seguro DPVAT perdeu praticamente todas as seguradoras que o integravam. A crise atingiu o auge nesta terça-feira (24/11), quando, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada, por mais de dois terços dos votos, a proposta de dissolução do Consórcio do Seguro DPVAT, a partir de 1º de janeiro de 2021.

O fato obriga o mercado a pensar em alternativas para que a população não fique sem a relevante proteção social, única no mundo, oferecida pelo produto à toda a população brasileira.

O certo é que mudanças profundas terão que ser implementadas, uma vez que o modelo atual está esgotado. Mas, é preciso manter a essência desse seguro em razão de sua importância.

A solução pode estar nas mãos do Congresso Nacional, que já analisa projeto de lei 8338/17, que substitui o DPVAT por um novo seguro obrigatório de acidentes no trânsito, mantendo as coberturas, mas espera parecer da Comissão Especial para seguir tramitação.

O Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat), proposto como substituto do atual DPVAT, tem como base a livre concorrência. Dessa forma, vai ao encontro da linha de regulação adotada pela Susep, por determinação do Ministério da Economia e em consonância com a Lei da Liberdade Econômica.

Pela proposta, os proprietários de veículos poderão escolher a seguradora de sua preferência para contratar o produto.

A liberdade também será assegurada para as companhias de seguros, que poderão comercializar esse produto isoladamente ou por meio de um consórcio.

E mais: tanto o preço do seguro quanto os valores de indenização serão livremente estabelecidos pelo mercado.

Desde a apresentação da proposta, vem-se alertando que o modelo atual está desgastado em sua operacionalização.

O projeto beneficia tanto os segurados, que terão acesso a prêmios potencialmente mais baixos e coberturas mais amplas, em razão da maior concorrência, quanto as seguradoras, que poderão atuar em condições estabelecidas pela dinâmica do mercado, e não mais fixadas unilateralmente pelo órgão regulador.

O texto incorpora e sistematiza rotinas já estabelecidas no mercado de seguros e consolida soluções para diversas controvérsias jurisprudenciais.

Isso porque, da mesma forma que ocorre hoje com o seguro DPVAT, a quitação do prêmio do Soat constituirá requisito para o licenciamento anual do veículo, para a transferência de propriedade e baixa do registro.

O Soat continuará assegurando a indenização por morte, invalidez permanente, total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares às vítimas de acidentes no trânsito ou aos seus beneficiários.

Além disso, o projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91), assegurando, assim, que as seguradoras que comercializarem o Soat repassem à Seguridade Social o equivalente à metade do valor dos prêmios brutos recebidos, destinando-o ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, como hoje já ocorre com o DPVAT.

O texto também modifica o Código de Trânsito Brasileiro, estabelecendo repasse de 5% do valor dos prêmios ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito, para aplicação exclusiva em programas de prevenção de acidentes.

O PL revoga a quase cinquentenária Lei do DPVAT, mas mantém os sinistros ocorridos durante sua vigência.

Série: O que esperar de 2021 – Helio Kinoshita, VP da Mitsui Sumitomo Seguros

Mitsui_Sumitomo-Helio_Kinoshita


A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:


Como descreve o ano de 2020?

Certamente é um ano desafiador para todos. Apesar dos vários impactos negativos para as pessoas e para a economia por conta da Covid-19, para a Mitsui Sumitomo tem sido um ano muito bom. Isso porque a seguradora colhe os frutos do plano 2018/2021, que tem como base investimentos em pessoas, processos e inovação. A pandemia acelerou vários projetos que estavam no planejamento e colocamos a companhia em outro patamar, o que resulta em crescimento de 32% ao mês no ano. Desde 2018 aderimos a filosofia Lean, que propõe um novo jeito de fazer as coisas acontecerem. Pensamos e agimos mais rápido ao empoderar as equipes com ações pequenas. Se der certo, segue. Se não, corrige. E isso ajudou a nos reposicionar rapidamente num momento em que a agilidade tem sido a ordem do dia. A empresa anda numa velocidade diferente e tem um novo jeito de fazer a coisa acontecer de forma decentralizada.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Tivemos que agir rapidamente para colocar todos os nossos colaboradores em segurança e em trabalho remoto. Tivemos uma logística que envolveu Infraestrutura, área Administrativa e de Recursos Humanos. Inicialmente, prevíamos ter algum problema com queda de vendas e distribuição. Mas todos reagiram muito rápido. Foi um trabalho a quatro mãos com nossos corretores e parceiros de negócios. Uma verdadeira união no momento inicial da pandemia. Já no terceiro trimestre, passada a primeira expectativa de superar o desconhecido, intensificamos o viés inovador com novas formas de relacionamento e de produtos, reagindo neste tempo diferente que parece ser um possível novo normal. Tem sido uma experiência muito rica em todos os sentidos e para todos os envolvidos.

Quais as áreas mais afetadas?

Positivamente, por conta do isolamento social mais rigoroso no segundo trimestre, registramos queda na frequência dos pedidos de indenização, o que gerou efeito positivo para todo o setor. Por outro lado, a redução da taxa de juros determinada pelo governo afetou drasticamente o resultado das seguradoras com a queda do ganho financeiro obtido com a aplicação das reservas. Isso nos fez rever a estratégia sobre como aumentar as vendas e como reduzir despesas para melhorar o índice combinado.

Em linhas de negócios, a carteira de transporte foi a que mais sofreu com a quarentena, com exceção dos segmentos de medicamentos, agronegócios e alimentícios. Todos os outros bens de consumo tiveram queda significativa com a restrição de circulação de pessoas. O seguro de vida também sentiu efeitos negativos, pois a pandemia elevou a sinistralidade da carteira. O seguro de automóvel sofreu queda nas vendas com o fechamento das concessionárias, mas conseguimos manter a produção próxima ao planejado graças aos nossos parceiros corretores. Juntos, conseguimos inovações na oferta, o que resultou na retenção de clientes. O segmento de grandes riscos seguiu num ritmo positivo mesmo com a pandemia. Três anos consecutivos crescemos acima de 40% ao ano.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

Temos investido muito em nossas parcerias. Os corretores são nosso principal canal, responsáveis por 65% da produção da Mitsui Sumitomo. A companhia busca uma diversificação no sentido de estar presente em outros canais, sempre fortalecendo o relacionamento com o corretor. Temos hoje cerca de 30 assessorias e parceiros com suporte automatizado, como Lojacorr, Seguralta, Sicredi entre outros. Também temos nos conectado com diversos bancos digitais. 

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

Estamos muito otimistas com 2021. Há receios de uma possível desaceleração da economia por conta da segunda onda da Covid-19 na Europa e nos Estados Unidos, mas estamos confiantes de que haverá uma solução. Temos algumas incógnitas sobre o Brasil, como a equalização do déficit fiscal, gerar empregos e retomar investimentos. Por outro lado, há uma agenda positiva do setor de seguros. A Susep tem como meta estimular o mercado. As ideias são inovadoras e podem impulsionar tanto os segmentos corporativos como individual. Sabemos que seguros ainda tem uma baixa penetração no Brasil e essa agenda deve estimular novos produtos que trarão mais negócios para as seguradoras e um leque maior de proteção para a sociedade de uma forma dinâmica. Especialmente para os programas de seguros globais. A nova regulamentação em curso pela Susep com sugestões dos participantes do mercado certamente vai facilitar a colocação de programas de seguros mundiais.

O crescimento de 32% ao mês obtido pela Mitsui Sumitomo nas vendas até setembro em 2020 é considerado por nós um sucesso, principalmente observando a expectativa da CNseg de crescimento do setor entre 3 e 4%.  Seguimos investindo na digitalização, tanto para garantir a eficiência operacional como para nos conectar com distribuidores e clientes. Esses projetos se tornam chave para o ciclo dos próximos quatro anos, que começaremos a desenhar no segundo semestre de 2021, um ano que exigiu muito de todos.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fábio Protasio, CEO da AIG

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Helder Molina, nosso CEO da MAG Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Jorge Sant´Anna, CEO da BMG Seguros

Série: O que esperar de 2021 – Jorge Sant´Anna, CEO da BMG Seguros

A série “O que esperar de 2021”, visa trazer um pouco de luz sobre as incertezas do próximo ano. Nesta edição, Jorge Sant´Anna, CEO da BMG Seguros, fala um pouco sobre suas expectativas. Leia abaixo:

Como descreve o ano de 2020?

O ano de 2020 tem sido um ano onde a realidade se impõe. Uma crise sanitária sem precedentes na nossa geração, trouxe como consequência não só a desestruturação política e econômica de grande proporção para o Brasil, mas também a aceleração da tendência de transformação digital, que por si só coloca em risco a maneira tradicional com que conduzimos os nossos negócios. Os choques para o mercado de seguros são importantes e deverão ter repercussão nos próximos anos. Alguns exemplos:

Efeitos sobre o segmento de Seguro Garantia – Empresas Grandes e Médias:

  1. PGFN entra em desaceleração a partir de março/20, reduzindo expressivamente novas execuções fiscais;
  2. Intensa deterioração no crédito corporativo a partir de abril/20 em segmentos importantes (Viagem e Turismo; Aviação; Varejo e etc.), reduzindo oportunidade de receita;
  3. Restrições do Governo Federal – Ministério da Economia, à substituição de Depósitos Judiciais;
  4. Projetos de Infraestrutura em “hold”, em todo País;

Muito embora o Seguro Garantia ainda apresente crescimento em 2020 (Gráfico abaixo), tais efeitos concentraram ainda mais o setor na modalidade de Seguro Garantia Judicial e mais especificamente em torno de alguns tomadores específicos. Houve também uma nítida redução na rentabilidade das Seguradoras que operam no setor, associada a um maior índice de sinistralidade, especificamente no segmento SME.

Importante também mencionar, uma redução progressiva no apetite de risco por parte dos resseguradores em relação ao mercado Brasileiro, concentrando sua capacidade em players com excelência na avaliação de crédito.

Efeitos sobre o segmento de SME:

  1. Intensa deterioração no segmento SME, especialmente no 2o semestre, limitando a incursão neste segmento, tanto com Seguro Garantia como P&C. Penetração atual em P&C menor que 20%, podendo chegar à menos de 10% após a Pandemia;
  2. PRONAMPE, não atingiu os objetivos de suporte às SME: R$ 12bn disponibilizado pelo Governo Federal (agosto/20):
    1. Número de SME que tentaram acessar o crédito: 6,3 milhões
    2. Número de SME que conseguiram crédito: 1 milhão
  3. Segundo ANR mais do que 50 mil restaurantes fecharam as portas de março a agostono estado de SP e a expectativa é que ao todo 200.000 deverão desaparecer em todoPaís;
  4. De acordo com IBGE, 716 mil SME deverão fechar as portas em 2020.

Como consequência, houve uma restrição imediata de crédito aos Setores / Empresas de maior risco, para Garantia Judicial e Seguro Garantia Tradicional, bem como uma maior seletividade para os produtos de P&C. Adiciona-se a isto a alta inadimplência nos produtos de P&C SME, como consequência da crise econômica generalizada.

Qual o impacto da pandemia na empresa?

Em 2020 nossa Empresa persegui uma abordagem conservadora na aprovação de crédito, privilegiando a saúde de nosso P&L. Fechamos com o melhor resultado líquido da nossa breve história e com um ROE próximo a 40%. Operamos com tomadores selecionados e adiamos de certa forma a nossa incursão mais ativa nos mercados SME. No período continuamos contratando e consolidamos diversas áreas internas, bem como focalizamos em nosso planejamento estratégico para os próximos 3 anos. Catalisamos as discussões sobre seguro e infraestrutura, em conjunto com a FGV e estamos lançando, também em conjunto com a FGV o “Instituto de Inovação em Seguros”. A despeito do cenário foi um grande ano para BMG Seguros.

Quais as áreas mais afetadas?

Naturalmente os planos mais afetados foram aqueles relacionados ao desenvolvimento dos mercados no segmento SME, seja para Seguro Garantia ou P&C.

O que mudou na forma de se relacionar com o consumidor?

A partir de agora tudo muda em uma velocidade cada vez maior no que diz respeito à Jornada do Cliente. Será necessário reavaliarmos as cadeias de valor e o nosso papel neste processo. Ecosistemas, marketplaces, plataformas de procurement, finalmente chegam ao mercado de Seguro Garantia, temos que nos adequar. Ainda nesta área, acho inexorável a aprovação do PL 1.292, que altera substancialmente a vida dos seguradores. Em P&C SME, a redução dos “pain points” atuais dos Clientes, exige uma total re-imaginação do setor tanto em termos de produtos, como distribuição.

Quais as tendências da empresa e do setor para 2021?

As expectativas que chegam do mercado financeiro (sou Conselheiro da ABBC), ainda são muito ruins no primeiro trimestre de 2021, mais especificamente no segmento SME. Espera-se que teremos o recrudescimento de uma crise de crédito que poderá afetar inclusive grandes companhias. No entanto, existe potenciais pontos positivos que podem ser importantes para o segmento de Seguro Garantia:

  1. O funcionamento da PGFN (Ministério Público da Fazenda Nacional) tende a voltar ao normal no 3o trimestre, o que pode gerar uma grande demanda de novas execuções;
  2. A Substituição de Depósitos Judiciais, embora suspensa agora, reuniu vários apoiadores e pode vir a ser uma realidade em 2021, aliviando a crise de liquidez das empresas;
  3. O novo Marco Regulatório para Saneamento, recentemente aprovado, vai criar uma onda massiva de investimentos em infraestrutura no Brasil e, consequentemente, uma grande demanda de Garantia. A previsão de investimentos é da ordem de R $ 50 bilhões por ano até 2033.
  4. Debêntures Incentivadas (Títulos de Infraestrutura) serão um importante componente de financiamento dos novos projetos. Seguro Garantia pode atuar como instrumento de Hedge nestes instrumentos;
  5. Projetos de infraestrutura em geral deverão ser retomados no 1o trimestre de 2021;
  6. Espera-se que ocorra um surto de privatizações nos próximos 3 anos;
  7. Licitação de telecomunicações móveis 5G – Investimento total de cerca de R $ 35bilhões de 2021 a 2022;
  8. Programa Pró-Brasil de Infraestrutura: Investimentos totais da ordem de R $ 280 bi de2021 a 2023;
  9. O Parlamento está prestes a aprovar, o novo Quadro Regulamentar do GAS;

Enfim, a previsão de investimento total em infraestrutura é da ordem de R$ 700 bilhões até 2023.

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Carlos Magnarelli, CEO da Liberty

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Roberto Santos, CEO da Porto Seguro

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Eduard Folch, presidente da Allianz

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fernando Serrabona, CEO da MAPFRE Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Erika Medici, CEO da AXA Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Antonio Trindade, CEO da Chubb Brasil

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Fábio Protasio, CEO da AIG

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Ivan Gontijo, presidente do grupo Bradesco Seguros

Leia mais Série: O que esperar de 2021 – Helder Molina, nosso CEO da MAG Seguros

Série: O que esperar de 2021 – Helio Kinoshita, VP da Mitsui Sumitomo Seguros

Cláudia Leite assume a diretoria Comercial de Saúde e Benefícios da MDS Brasil

claudia leite MDS Brasil

“Os 20 anos que passei liderando e motivando outras pessoas a alcançarem objetivos são a minha principal bagagem”

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anuncia a contratação de uma nova executiva para compor o seu time. Claudia Leite Silva assume a Diretoria Comercial de Saúde e Benefícios (Health & Benefits). 

“Estou muito honrada em compor o time da MDS Brasil e acredito que teremos bons resultados nos negócios da empresa. Os 20 anos que passei liderando e motivando outras pessoas a alcançarem objetivos são a minha principal bagagem e, sem dúvida, serão fundamentais para a concretização deste novo desafio”, conclui Claudia Leite. 

Claudia, que já está há 20 anos liderando equipes, possui habilidades de comunicação e desenvolvimento de pessoas. A executiva trilhou carreira em empresas do Mercado Financeiro, de Serviços, Comunicação e Saúde, e também tem experiência em gestão de equipes de vendas, gestão comercial de carteiras e negociações com clientes e parceiros. 

“O mercado tem exigido pessoas cada vez mais capacitadas e que estejam atentas às tendências e transformações. Claudia terá uma grande missão e, com certeza, por conta de sua expertise, vai gerar muitas oportunidades de negócios para a MDS Brasil”, afirma Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Americas Regional Manager da Brokerslink.

“Claudia fará um trabalho diferenciado nesta importante frente de atuação. Sua experiência como líder e contato em outras grandes empresas são fundamentais para este sucesso”, afirma Gustavo Quintão, vice-presidente de Saúde e Benefícios da MDS Brasil.