SulAmérica pagará R$ 60 milhões aos acionistas

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O conselho de administração da SulAmérica (SULA11) aprovou o pagamento de R$ 60 milhões em juros sobre capital próprio. Para calcular quanto cada acionista receberá, será utilizada a posição acionária da próxima quarta-feira, 06 de janeiro. O valor anunciado é bruto e, portanto, os beneficiados arcarão com o Imposto de Renda. A cifra corresponde a R$ 0,0525 por ação ordinária ou preferencial não representada pelas units, e R$ 0,1576 por unit. Cada unit da SulAmérica corresponde a uma ação ordinária, mais duas preferenciais.

Porto Seguro seleciona Carpediem RH para fazer a contratação das 10 mil pessoas

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O projeto é considerado grandioso por ser socialmente responsável e pelo seu alto número de contratações durante a pandemia da covid-19, injetando, no total, cerca de R$ 100 milhões na economia

Fonte: Carpediem

A Carpediem foi a empresa de RH escolhida pelo Grupo Porto Seguro para realizar o processo de contratação dos candidatos do programa de impacto social “Meu Porto Seguro”, lançado para oferecer vagas de trabalho temporário e capacitação para 10 mil pessoas, em resposta à crise do coronavírus. O projeto é considerado grandioso por ser socialmente responsável e pelo seu alto número de contratações durante a pandemia da covid-19, injetando, no total, cerca de R$ 100 milhões na economia.

O Grupo Porto Seguro, formado por 27 companhias com 13,2 mil colaboradores efetivos e 8,5 milhões de clientes, está entre as maiores empresas do Brasil.

A escolha da Carpediem para a gestão do programa Meu Porto Seguro aconteceu porque a empresa de RH tem uma forte cultura de inovação, consolidada a partir da junção dos pilares: tecnologia, atendimento humanizado e infraestrutura completa.  

A tecnologia aplicada ao RH garantiu agilidade nas contratações do projeto, porém, sem perder o vínculo acolhedor com o candidato, marca registrada da Carpediem RH.

A solução apresentada pela Carpediem RH, que dispõe de plataforma de tecnologia própria, junto com características que fazem parte de seu DNA, como empatia e acolhimento, foi considerada a ideal pela gigante na área de seguros.

A gestão do programa Meu Porto Seguro está sendo liderada pelos sócios da Carpediem RH, Aliesh Costa e Marcelo Farias.

“Nosso propósito é bastante alinhado com os valores da Porto Seguro”, explica o CFO Marcelo Farias.

“Sempre foi maravilhoso ser parceira da Porto Seguro e, agora, ainda mais, num cenário nacional tão frágil. Poder participar de um projeto tão grandioso é realmente muito especial”,  conta Aliesh Costa, CEO da Carpediem RH. “Estamos contribuindo para transformar vidas”, comemora ela.

No projeto Meu Porto Seguro, a jornada do candidato é 100% online, da admissão até a fase de onboarding, que é a fase de integração do colaborador.

“O processo de contratação é bastante ágil e rápido, dispondo de tecnologia de ponta a ponta, tudo feito de forma humanizada”, explica Aliesh.

Com dez anos no mercado, a Carpediem RH é reconhecida pela assertividade, competência na gestão de demandas e transformação efetiva na vida de candidatos, colaboradores e clientes. A empresa dispõe de mais de um milhão de currículos em seu banco de talentos, realizando milhares de processos seletivos por ano, além de gestão de temporários e terceiros.

O programa Meu Porto Seguro nasceu como forma de minimizar a crise que, desde o início da pandemia, já deixou milhões de desempregados no Brasil. O projeto oferece 10 mil vagas de emprego por três meses.

Os contratados pelo programa participam de treinamentos e cursos de capacitação oferecidos pela Porto Seguro e recebem remuneração mensal no valor de R$ 1.500,00 por pessoa. A ideia do projeto é gerar novas oportunidades de negócios. Para saber mais, acesse: https://www.meuportoseguro.org.br/.

IRB contrata consultoria estratégica

Antonio Cassio dos Santos IRB

Projeto será liderado pelo presidente do Conselho, Antônio Cássio dos Santos

O IRB Brasil Re selecionou uma consultoria líder mundial em gestão empresarial para assessorar a companhia em sua revisão estratégica, incluindo análise do “footprint” atual por negócios, geografias e modelo operacional, com visão de longo prazo, além de elaboração de planos para a implementação da estratégia, segundo nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em nota, o ressegurador destaca que com o objetivo de aprofundar a transformação estratégica, operacional e financeira da companhia, a coordenação desse projeto ficará sob responsabilidade do Conselho de Administração do IRB Brasil RE e será liderada pessoalmente pelo presidente do Conselho, Antônio Cássio dos Santos.

“O foco dessa revisão estratégica terá como base a transparência e a qualidade da informação a ser transmitida para nossos stakeholders, enfatizando a importância e as responsabilidades individuais e do grupo para o atingimento das metas que construirão a nova base do IRB Brasil RE”, comenta ele no comunicado.

BB Seguridade aprova reforço de capital de R$1,2 bi para Brasilprev

Fonte: Reuters

O conselho de administração da BB Seguridade aprovou um reforço de capital na Brasilprev de até 1,2 bilhão de reais, de acordo com fato relevante do braço de seguro e previdência do Banco do Brasil à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira.

“O reforço se faz necessário em virtude da forte alta do IGP-M, ocorrida principalmente no 2º semestre de 2020, com impacto nos planos tradicionais”, afirmou a BB Seguridade.

De acordo com dados divulgados pela FGV nesta semana, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) encerrou 2020 com alta acumulada de 23,14%, no resultado mais elevado para um ano em 12 anos.

Nesse contexto, segundo a companhia, considerando a manutenção da participação acionária de 74,995%, caberá à BB Seguros, subsidiária integral da BB Seguridade que detém o investimento direto na Brasilprev, subscrever e integralizar um valor de até 899,94 milhões de reais desse aumento de capital.

A BB Seguridade explicou que tal medida resultou em uma redução pontual do percentual do lucro líquido a ser distribuído aos acionistas da companhia sob a forma de dividendos.

“Nesse contexto, o conselho deliberou pela destinação de 70% do lucro líquido do exercício de 2020 para remuneração aos acionistas, o que implica em uma distribuição de aproximadamente 46% do lucro líquido do 2º semestre de 2020,considerando o pagamento antecipado de 95% do lucro líquido do 1º semestre de 2020 ocorrido no mês de agosto do exercício corrente.”

Ainda de acordo com o fato relevante, os valores a serem distribuídos e outros detalhes serão informados após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2020, prevista para o dia 8 de fevereiro de 2021.

Carlos Cortez deixa Allianz e assume VP de marketing e digital na Prudential

Carlos Cortes Prudential

Depois de 5 anos no grupo Allianz como responsável por estratégia, inovação, marca comunicação e relações públicas no Allianz Partners, Carlos Cortez assume como vice presidente de marketing e digital na Prudential do Brasil, no lugar ocupado por Aura Rebelo desde abril de 2018. Aura encerra um ciclo na Prudential do Brasil pra começar um novo na Prudential International Insurance, nos EUA.

A Prudential do Brasil é uma subsidiária da Prudential Financial, Inc., uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, com 145 anos de história e inserção em mais de 40 países. A empresa chegou ao Brasil em 1997 por meio de uma joint venture com a Bradesco Seguros, a Prudential-Bradesco, atuando no ramo de seguros de vida.

A Prudential do Brasil tem cerca de R$ 900 milhões em capital segurado total, com 2,5 milhões de vidas seguradas. É uma das principais seguradoras de vida independente, sem considerar VGBL. Tem um treinamento diferenciado de consultores, conhecidos como Life Planner, e é uma das seguradoras que mais vende seguro de vida no marketplace do Itaú.

O grupo foi um dos pioneiros no Brasil na venda de seguro de vida resgatável, ainda o carro chefe no faturamento, mas tem registrado vendas expressivas do seguro de vida com cobertura de doenças graves. Um dos investimentos recentes foi a reinauguração do Teatro Manchete, agora Teatro Prudential, no Rio, onde está a matriz da companhia.

Alper compra a corretora de seguros Next Marka por R$ 22 milhões

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Com essa aquisição, a Alper amplia e consolida sua atuação no Agro, buscando ser referência no setor

Fonte: Alper

A Alper Consultoria de Seguros acaba de adquirir a Next Marka corretora de seguros agrícolas e corporativos de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. “Essa é nossa terceira aquisição no ano. Mesmo com todas as adversidades ao longo de 2020 seguimos firmes no nosso objetivo de consolidação, buscando sempre opções que tragam expertise e relevância para nossos clientes e negócios”, afirma o CEO da Alper, Marcos Aurélio Couto. O valor da aquisição é estimado em R$ 22,8 milhões, que serão pagos R$ 11,9 milhões à vista no fechamento, e o restante entre 2022 a 2025 em parcelas anuais, condicionadas aos gatilhos de performance estipulados no contrato de compra e venda. 

Com a aquisição, a Alper amplia a presença na região Sul, onde quer se tornar referência em seguro agrícola. “O setor agrícola é parte relevante da economia do país, respondendo por 21,4% do Produto Interno Bruto, o que demonstra um grande potencial de negócios e nos posiciona como especialista no segmento. Além de expandir nossa presença nacional com uma nova filial em Porto Alegre”, explica Couto.  Este ano a Next Marka movimentou prêmios totais de aproximadamente R$ 35 milhões.

De acordo com o CEO da Alper, todas as três unidades da Next Mark – Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Bahia – serão completamente absorvidas pela Alper. Os atuais sócios da Next Marka, André Lins e Thiago Lins, se tornam Diretor de Seguros Agrícolas e Diretor da Filial Rio Grande do Sul, respectivamente. 

Ao longo do ano, a Alper adquiriu a Transbroker Corretora de Seguros, terceira maior corretora de seguros de transporte de carga do país, por R$ 58,05 milhões e a Vertex Administradora e Corretora de Seguros, por R$ 22,1 milhões. “Chegamos ao final de 2020 comprometidos com o nosso objetivo de crescer via aquisição e também organicamente. O ano foi desafiador, tivemos que repensar algumas estratégias, mas não abrimos mão do nosso objetivo de desenvolver produtos e serviços que atendam a necessidade de cada um de nossos clientes. Para 2021 a palavra de ordem é aceleração”, revela Couto. 

A Alper Consultoria em Seguros é listada no Novo Mercado, maior nível de governança corporativa da B3. No final do ano passado a empresa realizou uma captação de R$ 80 milhões e, a maior parte desse montante está sendo investido em fusões e aquisições. “A companhia está preparada para crescer e sabe que isso só é possível com o engajamento e o reconhecimento dos seus colaboradores”, afirma.

Aprovado prêmio zero para DPVAT 2021 e autorização para contratação de novo gestor

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Fonte: Susep

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou, em reunião extraordinária realizada hoje, prêmio zero para o DPVAT em 2021 e autorizou a contratação de novo operador pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em caráter emergencial e temporário.

A Susep está envidando os melhores esforços para viabilizar a contratação de pessoa jurídica, já na primeira semana de janeiro de 2021, com capacidade técnica e operacional para assumir o DPVAT, garantindo as indenizações previstas em lei para a população brasileira.

O ministro Raimundo Carrero, do Tribunal de Contas da União (TCU), determinou que a Líder Seguradora dê continuidade à gestão do seguro obrigatório, o DPVAT, ainda que em caráter excepcional, para não prejudicar a prestação de serviço aos segurados. A seguradora iria interromper suas atividades no dia 31 deste mês, quando a administração seria repassada ao governo federal.

Pela decisão desta terça-feira, Susep e CNSP devem adotar providências necessárias para assegurar a continuidade do seguro DPVAT, “sem qualquer interrupção, com a manutenção, se for o caso, da Seguradora Líder na gestão da operação, em caráter excepcional de transição, sob supervisão da Susep”, até que o TCU se manifeste sobre o processo novamente.

IRB Brasil Re registra perda de R$ 23,8 milhões em outubro

Os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País

O IRB Brasil Re fechou o mês de outubro de 2020 com prejuízo líquido de R$ 23,8 milhões. De acordo com a companhia, o resultado negativo foi causado por maiores provisionamentos na carteira internacional de vidas, em um impacto único. O IRB afirma que os números de outubro também foram influenciados pela transferência/venda de portfólio de sinistros do segmento rural. Sem estes impactos, a empresa teria registrado lucro líquido de R$ 110,3 milhões.

De acordo com dados do Formulário de Informações Periódicas (FIP) referente a outubro enviado pelo IRB à Superintendência de Seguros Privados (Susep), os prêmios emitidos em outubro chegaram a R$ 692,9 milhões, alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2019. Desse total, R$ 370 milhões foram emitidos nas operações brasileiras e R$ 322,9 milhões, fora do País. O crescimento no Brasil foi de 18,2% no espaço de um ano, e no exterior, de 17,7% no mesmo período.

A sinistralidade total do IRB foi de 82,1% em outubro. Sem os efeitos não-recorrentes, o número teria sido de 59,4%. As despesas de sinistro foram de R$ 347,5 milhões, sendo que R$ 159,3 milhões vieram com o provisionamento extra na carteira de vidas. O índice de sinistralidade ficou abaixo do observado no trimestre encerrado em setembro. Naquele período, de acordo com o IRB, a sinistralidade total foi de 96,2%. Nos nove primeiros meses de 2020, ficou em 104,2%. O IRB acumulou prejuízo de R$ 901 milhões entre janeiro e setembro.

O resultado de ‘underwriting’ ou subscrição do IRB em outubro foi negativo em R$ 43,6 milhões, sendo que sem os impactos de transferência de carteira e provisões, teria ficado positivo em R$ 90,5 milhões. O ressegurador afirma que não houve impacto material em decorrência da descontinuidade de negócios e que por isso, os resultados refletem dados consolidados.

ARTIGO: Como fechamos o ano de 2020?

Francisco Galiza

por Francisco Galiza

Inicialmente, em uma análise micro, é sempre importante ressaltar a eficiência com que o segmento de seguros conseguiu se adaptar a um novo cenário, sem perda de eficiência. Todos os agentes merecem os parabéns. No aspecto macro, nas seguradoras, o lucro agregado em 2020 deve cair uns 15%, quando comparado ao nível de 2019. Em termos de receita, o segmento total (seguros + saúde) deve ter uma variação nominal de 5%. Isso leva a uma perda real, quando comparamos, por exemplo, com a variação do IGPM. Nos produtos de acumulação, porém, a queda será maior. No máximo, o valor de 2020 vai ser igual ao de 2019. Ninguém conseguiu poupar mesmo. Diante das circunstâncias terríveis do momento, com uma estimativa de queda de PIB de 4% em 2020, consideramos que os números do setor foram razoáveis. A tabela abaixo, mostra os dados de 2018, 2019 e 2020.

Para o ano de 2021, o Indicador de Confiança do setor está em 120 pontos, um sinal claro de otimismo. A recuperação veio se dando ao longo do ano, após atingir os 50 pontos em maio, como sinaliza o gráfico abaixo. Em termos de país, nesse momento, a previsão de variação do PIB em 2021 está em 3,5%. Além disso, a vacina está em horizonte próximo. Tudo leva a crer que o ano que vem será de recuperação. O mercado de seguros deve voltar a crescer nominalmente com dois dígitos. As chances são grandes. Porém, é nossa obrigação ressaltar que existem alguns nuvens que precisam ser dissipadas, como o aumento da inflação, a dívida pública e uma instabilidade política maior. Mas, enfim, economicamente, um ano de 2021 pior do que 2020 vai ser difícil.

Agora, o momento é de comemorar a volta da vida. Muita saúde e feliz ano novo!

2021 deve ser menos volátil, mas com muitas incertezas, avalia CNseg

Pedro Simoes, CNseg

“Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”, diz Pedro Simões 

2020 termina com as tradicionais revisões dos analistas na coleta de projeções feitas pelo Banco Central  para a divulgação do Boletim Focus às segundas-feiras. Neste ultimo boletim do ano, a mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a subir, de 3,46% para 3,49%. A mediana das expectativas dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2021 caiu, de 3,37% para 3,34%.

Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, a principal revisão foi o aumento da projeção para a taxa de juros básica, a Selic, com algumas casas projetando uma alta para além dos 3% ao longo de 2021. “O aumento está em linha com as expectativas. A inflação projetada em 3,34% ainda gera um juro real negativo, o que não parece ser compatível com a atual situação fiscal do Brasil por um longo período”, comentou.

Simões acredita que apesar do maior pessimismo com o começo do ano que vem, por conta da aceleração da pandemia em vários países, o quadro geral de incerteza permanece. “A incerteza se reduziu, mas com desfecho negativo, com a concretização da segunda onda da pandemia, mas houve também definições positivas, como a aprovação do pacote emergencial dos EUA nesta semana por Donald Trump, de estímulos de US$ 900 bilhões, o que deve impulsionar a economia americana nos próximos meses. O que acontecer por lá determinará a política monetária do Fed e, consequentemente, a política monetária do mundo inteiro”, destaca o economista da CNseg.

“Agora temos outras incertezas sobre como o efeito do fim do auxílio emergencial em 2021. O estado de calamidade caduca neste ano e o orçamento do governo para 2021 nem foi votado e não será até a volta do Congresso para votação”, avalia. 

Simões acredita que 2021 promete ser menos volátil que 2020, mas será preciso acompanhar os indicadores dia a dia, não só pelo “timing” em que a solução para a Covid-19, a vacinação, será implantada mas também pelos impacto na economia que virão após. “Há muito para avaliar, como a retomada do setor de serviços, inclusive diante da adoção mais clara do trabalho remoto, bem como o impacto disso na produtividade do país, levando-se também em consideração o elevado índice de desemprego”. 

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.