Kuantta e Employ fecham parceria de ensino para 2021

Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra

A qualificação é a mola propulsora para a expansão dos negócios e o caminho certo para o aumento da receita financeira de um corretor de seguros. A Kuantta Consultoria iniciou o ano com foco na expansão do ensino, com a finalidade de compartilhar conhecimento em todos os aspectos, tendo como foco dar suporte as pessoas começa  a descobrirem uma nova profissão. Os cursos serão realizados com a Employ, uma startup educacional que auxilia na conquista de uma fonte de renda que pode ser principal ou extra, de maneira recorrente, com recursos dinâmicos na condução do saber. 

De acordo com Arley Boullosa, fundador da Kuantta, o objetivo é oxigenar o mercado de seguros e trazer gente nova. “Mostrar que existe uma profissão que é pouco divulgada e onde existe carência de mão de obra especializada. Fica por conta dos próprios corretores a formação de novos colaboradores. Existe um grande vácuo aí e  acredito que alguns irão seguir em frente, terão interesse por aprender outros produtos e vão até buscar a habilitação para se tornarem corretores de seguros, enquanto outros podem partir para buscar uma posição ou recolocação  e trabalhar em corretoras de seguros, como funcionários”, explicou. 

Para Rodrigo Vianna, Sócio da Employ, a parceria com a Kuantta Consultoria vai abrir novas oportunidades de negócios e até mesmo de conhecimento para os alunos. “A parceria com a Kuantta é muito importante, para que nossos alunos possam começar a trabalhar e ganhar dinheiro assim que finalizarem a oficina em uma instituição respeitada em todo Brasil”, concluiu .

Área de Clientes e Digital da Porto Seguro tem vagas abertas

Selecionados atuarão na matriz da empresa, localizada na capital paulista

A área de Clientes e Digital da Porto Seguro está com vagas abertas para quem deseja atuar com inovação e ajudar a companhia nos seus mais diversos desafios, pensando sempre na experiência do consumidor. Ao todo, são 34 posições disponíveis para início imediato na matriz da companhia, localizada no bairro Campos Elísios, em São Paulo – neste momento com atuação via home office. As inscrições já estão abertas e acontecem no site da Porto Seguro, onde os interessados também encontram mais detalhes sobre as oportunidades.

 “A Porto Seguro conta com diversas áreas de negócios. Nosso objetivo é trazer convergências nas diversas jornadas e tecnologia, e que profissionais engajados pelo constante desafio e aprendizado são chave para surpreender nossos clientes”, declara Felipe Milagres, diretor de Cliente e Digital da Porto Seguro. “Queremos ser cada vez mais reconhecidos pelo nosso público pela parceria exemplar em várias de suas expectativas. Procuramos por pessoas dispostas a impulsionar essa história, fazendo o melhor pelo consumidor e para a sociedade”, diz o executivo. 

O processo seletivo envolverá testes e entrevistas com líderes da área. Entre as posições disponíveis estão Scrum Master, UX/UI e UX Research, PM, PO, UX Research Lead, Analytics Lead e Teach Lead. Os selecionados terão acesso a salários compatíveis com o mercado, oportunidade de trocar experiências constantes com uma equipe de especialistas, além de participar do desafio de construção da área. 

“A transformação digital e a inovação são os nossos pilares para os próximos anos. Ao atrair talentos e formar times ágeis, reforçamos a nossa busca por soluções que proporcionam experiências surpreendentes para o consumidor. Afinal, queremos ser cada vez mais um porto seguro para os nossos clientes e a tecnologia contribui não só para oferecermos um atendimento de referência, mas estabelecermos um relacionamento ainda mais próximo e disponibilizarmos ofertas relevantes e personalizadas”, conclui Felipe.

As inscrições são realizadas pelo link https://wwws.portoseguro.com.br/gerenciadorinterfaceweb/rh_detalhe_vaga.do?id=5fdbbda4943f0c1a6485bab4&flagElo=true.

2021 e seus riscos pouco seguráveis

Este será um ano de muito gerenciamento de risco e seguro para o que for possível, como perdas por ataques de hackers e seguro garantia para contratos de energia, por exemploJá riscos que envolvem a pandemia certamente serão excluídos por opcao ou pelo elevado preço da cobertura

A Eurasia — uma das maiores consultorias de risco político do mundo — acredita que ainda é cedo para se criar expectativas para 2021, que deve ser atormentado por riscos tanto para a estabilidade quanto para o crescimento da economia global. 

  • O primeiro deles vem dos EUA. A Eurasia acha que o cenário-base será de polarização política e desalinhamento global. 
  • Segundo: Covid por um tempo maior do que todos previam. 
  • Terceiro: transição energética. Os compromissos de redução de emissões de gás carbono ganharão uma relevância ainda maior no mundo este ano. Será marcada por uma competição acirrada entre os países e por uma falta de coordenação global — com todas as consequências que isso traz. 
  • Quarto: tensão EUA/China. 
  • Quinto: Protecionismo. A Eurasia acredita que 2021 será marcado por um crescimento no protecionismo dos governos em relação aos dados de sua população. 
  • Sexto: Os conflitos cibernéticos vão criar riscos tecnológicos e geopolíticos sem precedentes. 
  • Sétimo: Turquia. A Eurasia acredita que a solução que o país adotou foi apenas um band-aid que não vai resistir ao longo de 2021. 
  • Oitavo: Primavera árabe. A Eurasia acredita que o preço do barril vai continuar baixo, mantendo a pressão em governos que já enfrentavam instabilidade mesmo antes da covid. “Muitos desses países terão que cortar despesas, prejudicando um setor privado ainda nascente e aumentando o desemprego, e os protestos devem se intensificar, reduzindo o ritmo das reformas.”
  • Nono: Sem Merkel. Angela Merkel agora deve focar em garantir a vitória para seu partido nas eleições de setembro, deixando Emmanuel Macron sozinho no centro do palco da Europa. “O presidente francês não terá a mesma capacidade de liderar a UE, e a região enfrentará muitos desafios”, comenta a Eurasia.
  • Décimo: América Latina. Os problemas começam com a demora na vacinação. Quando a América Latina finalmente emergir da pandemia, vai enfrentar problemas políticos, sociais e econômicos ainda maiores que antes da crise. O Oriente Médio é obviamente o maior perdedor do mundo na crise do coronavírus. Mas a América Latina é claramente o segundo, afirma a Eurasia. 

D’Or Consultoria lança campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti

Fonte: D’Or Consultoria

A primeira campanha do calendário anual de saúde da D’Or Consultoria está no ar e 2021 inicia com o alerta O mosquito mora no vacilo, que trata sobre a prevenção e combate das doenças Dengue, Zika e Chikungunya.

Por meio de informações confiáveis e de qualidade, com um toque de bom humor, o objetivo é conscientizar sobre a necessidade de tomar cuidados simples que podem prevenir doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Os “vacilos” podem ser muitos, como, por exemplo, o acúmulo de água limpa e parada – criadouro ideal para o mosquito Aedes aegypti se reproduzir. E, no verão, as taxas de transmissão dessas doenças aumentam muito.

Para saber quais são os principais comportamentos e atitudes de risco, a D’Or Consultoria elaborou um jogo onde é possível aprender de forma lúdica, além de compartilhar e desafiar os amigos e familiares para jogarem: https://dorconsultoria.com.br/dengue/jogo/

Além do jogo que estimula o público a procurar os principais pontos de risco de proliferação do mosquito, o enxoval da campanha 100% digital conta com wallpapers e stickers para compartilhar nas redes sociais. Com bom humor, os conteúdos trazem informações úteis para sensibilizar o público sobre a necessidade de combater os focos do inseto e da importância de reforçar o uso de repelentes e inseticidas, especialmente entre crianças, gestantes e                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       idosos. 

“Embora seja um velho conhecido, o mosquito Aedes aegypti – transmissor da Dengue, Zika vírus e febre Chikungunya –, ainda está longe de ser vencido no Brasil. E como as altas temperaturas e chuvas de verão são mais propícias à reprodução dos insetos, os cuidados devem ser redobrados nesta época”, explica Alexandre Buika, superintendente de Marketing e Comunicação da D’Or Consultoria.

Para baixar vídeo, jogo, stickers, wallpapers e outros materiais da campanha O mosquito mora no vacilo, acesse:  https://dorconsultoria.com.br/portfolio/encontre-o-aedes/

ARTIGO: O novo Marco Regulatório de Seguros e o papel das Ouvidorias

Luciano Snel presidente Icatu Seguros_0287

por Luciano Snel e Maria Helena Darcy de Oliveira*

As novas normas regulatórias da SUSEP – Circular 613 e Resolução 382 – simplificam a relação dos consumidores com as seguradoras e garantem um diálogo mais próximo e eficaz com o cliente. Em geral, pelas características da atividade de seguros de vida e de previdência complementar, o cliente tem poucos pontos de contato com a companhia que vai gerir seus produtos a longo prazo. Além disso, a linguagem adotada pelo mercado por meio de seus Regulamentos e Condições Gerais contribui para a pouca compreensão dos produtos e o distanciamento do cliente.

O novo Marco Regulatório de Seguros e o fortalecimento das Ouvidorias aperfeiçoarão as relações de consumo no mercado de seguros como um todo, com benefícios importantes para clientes e empresas. A adesão das companhias à nova plataforma Consumidor.gov.br(http://consumidor.gov.br/) (http://consumidor.gov.br/) , canal privilegiado para o diálogo e a solução de conflitos, é uma estratégia muito bem-vinda para a redução da judicialização de demandas. Os dados do Relatório das Ouvidorias da CNSEG indicam 97% de efetividade nas soluções das Ouvidorias, de acordo com as boas práticas de mercado.

Ao reunir na Resolução 382 os princípios de conduta que devem ser cumpridos por todos os entes supervisionados e intermediários, a Susep ratifica que a ética, a responsabilidade e a boa-fé objetiva sejam premissas na relação entre a seguradora e o consumidor. O Código de Defesa do Consumidor já fez 30 anos e é tempo de o “segurês” deixar de ser usado como língua oficial nas relações de consumo no nosso mercado. Só assim, a assimetria de informações entre empresa-consumidor poderá ser minimizada, evitando a judicialização dos conflitos.

As diretrizes consolidadas na Resolução 382 trabalham no sentido de proporcionar ao consumidor uma oferta de produtos mais adequada ao seu perfil e à sua capacidade financeira, determinando de forma clara a responsabilidade objetiva da companhia e de seus parceiros de distribuição comercial. O desafio é grande. Mas é o que sempre tivemos como objetivo: clientes conscientes e confiantes.

*Luciano Snel é presidente da Icatu Seguros e Maria Helena Darcy de Oliveira é Ombudsman da Companhia

AXA adere ao QR code para agilizar atendimento no seguro de celular

seguro celular

Desde julho de 2019 mais de 26 mil aparelhos já passaram pela assistência para reparos

A AXA no Brasil, em parceria com a PLL, iniciou a implantação de códigos QR na operação de seguro celular. Ao receber o aparelho reparado, o segurado terá acesso a dois códigos: um deles com os detalhes do seu reparo e outro com um guia de “boas práticas” para o uso do seu celular, podendo evitar futuros sinistros.

 “São melhorias desenvolvidas para aprimorar a experiência dos nossos clientes e tornar o processo de reparo transparente, tornando o segurado mais consciente sobre as soluções propostas e possibilitando a prevenção de novos sinistros ou reclamações. A parceria com a PLL foi essencial, são parceiros engajados com nossos valores e isso é crucial para a melhoria contínua de nossos processos”, afirma Arthur Mitke, Diretor de Sinistros da AXA no Brasil.

Dentre as informações disponibilizadas, o segurado poderá conferir os dados do seu aparelho e os detalhes do sinistro e do reparo realizado, como quais peças foram trocadas e quais os serviços realizados no dispositivo. No guia de uso, o cliente fica a par de como funciona o processo de análise, reparo e testes, além de ter dicas de como evitar superaquecimento, alternativas em caso de problemas de áudio ou no carregamento do aparelho, entre outras.

A parceria da AXA com a PLL teve início em julho de 2019 e, desde então, mais de 26 mil aparelhos já passaram pela assistência para reparos.

Stone Seguros, segunda insurtech aprovada pela Susep, começa com capital de R$ 1 milhão

stone insurtech sandbox

Meta é ofertar, e não empurrar, produtos aos clientes

Depois da autorização da insurtech Pier, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou agora o início da Stone, uma das fintechs que vem fazendo história ao lado de XP e Nubank, só que concentrada no mercado de meios de pagamentos, presente em mais de 1,5 mil cidades e com mais de 450 mil clientes. Com foco em pequenas e médias empresas, vem roubando há anos clientes dos grandes bancos com serviços sem anuidade e mensalidade, se tornando uma opção simples e sem burocracia para os clientes, como tem sido o mundo das fintechs e insurtechs. 

A Stone foi fundada por Andre Street e Eduardo Pontes, ambos graduados em 2010 no programa de liderança da Harvard Business School e carreira profissional em parceria no setor de comércio eletrônico por quase 20 anos. É presidida por Thiago Piau, que tem como estratégia “não empurrar produtos aos clientes. “Não é um relacionamento saudável e não funciona para nós”, afirmou em uma entrevista publicada pela Bloomberg. 

Começou com meios de pagamentos, mas a estratégia agora é oferecer todos os outros serviços que os bancos oferecem. Por meio de hubs espalhados por todo o país para atender a pequenas e médias empresas sem depender de uma rede de agências, agora a Stone passará a ofertar seguros. 

A Stone foi selecionada no programa Sandbox da Susep com o projeto para ofertar seguro compreensivo residencial; funeral (morte natural ou acidental); acidentes pessoais (morte acidental e invalidez permanente por acidente); patrimonial paramétrico.

Vamos aguardar a entrevista, já solicitada, para contar mais detalhes. 

Melhora de indicadores depende de quando e como será iniciada vacinação, afirma CNseg

pedro simoes, CNSEG

A mediana das projeções do mercado para a economia brasileira em 2020 foi para recuo menor, de 4,40% para 4,36%, conforme o Relatório Focus, do Banco Central, divulgado hoje

2021 começa com os casos de Covid-19 crescendo em todo o mundo. No Brasil, há risco de expressivo aumento dos casos, após as festas do fim de ano. Porém, enquanto nos EUA e países da Europa há calendários de vacinação e novos pacotes emergenciais de auxílio para mover a economia, no Brasil o pequeno espaço fiscal restringe auxílios adicionais. “A virada do ano-calendário não representa nada para a pandemia, mas no Brasil representa o fim ou redução de diversas medidas de estímulo que garantiram uma queda mais suave do PIB em 2020, cuja projeção esta semana melhorou de -4,40% para -4,36%. Preocupam o fim do auxílio emergencial, a retirada da maior parte dos importantes estímulos ao crédito direcionado feita pelo Banco Central e o vencimento dos prazos de programas de manutenção de empregos que foram fundamentais na manutenção de muitos empregos formais”, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

“Cresce o consenso de que sem vacina não há solução. A economia, especialmente os serviços, não volta a operar plenamente sem isso”, acredita Simões. “2021 carrega uma sombra de incertezas a respeito de praticamente tudo que importa, da política à economia”. A boa notícia, destaca o economista, é que o Brasil poderá se beneficiar de um crescimento global mais forte com o aumento de preços de commodities exportadas pelo País e dos fluxos de capital. “Mas para isso é preciso que haja uma definição sobre quando e como iniciaremos a vacinação e isso não deve reduzir o senso de urgência das reformas”, afirma.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal de CNseg.

Seguro de vida não muda, por ora, com queda da expectativa de vida pela Covid-19

Nilton Molina MAG

“Os recentes dados do IBGE nos trazem apenas uma ideia do que pode acontecer”, diz Nilton Molina

A  expectativa de vida ao nascer dos brasileiros deve diminuir pela primeira vez desde 1940 com a morte de mais de 190 mil pessoas pela Covid-19, apontam dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com a mudança, as estimativas para os próximos anos mostram que a pandemia vai reverter a tendência observada nas últimas décadas, que passou, pouco a pouco, a registrar maior tempo de vida dos brasileiros.

E como isso afeta o seguro de vida, que tem como base de cálculo atuarial a expectativa de vida das pessoas? Segundo Nilton Molina, presidente do conselho do grupo MAG Seguros (ex-Mongeral Aegon), o cenário depende da capacidade que o governo vai ter de vacinar a população durante o ano de 2021. Depois seria preciso separar quais mortes foram causadas pela Covid e por outras doenças como respiratórias, cardíacas entre outras.

“Esses dados nos trazem apenas uma ideia do que pode acontecer. O cálculo da expectativa vida – que  considera todas as mortes e um conjunto de dados que resulta numa média ponderada, mostra hoje que há uma expectativa matemática de redução da taxa de expectativa de vida”, argumenta.

Segundo Molina, num dado momento de 2021, “quando a pandemia terminar – assim espero – esses números serão revistos e voltaremos às expectativas anterior. Na década de 80, quando veio a Aids, os técnicos queriam aumentar o preço do seguro de vida pelo temor de haver muitas indenizações e isso causar o desequilíbrio da carteira. E não foi nada disso que vimos. Então é preciso ter calma antes de qualquer ação em um seguro que está começando a fazer parte do planejamento financeiro do brasileiro. Apesar das novas doenças, temos uma nova medicina, que ajudou a reduzir o preco do seguro de vida pela sobrevivência com diagnósticos prematuros e tratamentos eficazes”, conclui o especialista em longevidade. 

Segundo disse o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, ao Estadão, historicamente, a cada três anos, nós ganhamos um ano de expectativa de vida ao nascer”, explica. “Agora, vamos perder em um ano o que levamos seis anos para conseguir. Ou seja, não só vamos deixar de avançar como vamos também retroceder.”  Do ponto de vista demográfico, o impacto é muito grande, sobretudo porque 75% da letalidade da doença se concentra entre os idosos. Em geral, as mortes de crianças e jovens têm um impacto muito maior na expectativa de vida média da população do que entre os mais velhos. 

Caixa Seguridade prorroga prazo de conclusão de acordo com CNP para consórcio

Fonte: Reuters

A Caixa Seguridade comunicou nesta quarta-feira que foi prorrogado para 30 de março de 2021 o prazo de fechamento do acordo para uma parceira com a CNP Assurances para explorar por 20 anos o ramo consórcio na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal.

A parceria foi anunciada em agosto e a previsão anterior para a conclusão era 4 de janeiro.

A Caixa Seguridade também disse que concluiu acordo para a associação com a CNP Assurances para a formação de uma nova sociedade que explorará por 25 anos os ramos de seguros de vida e prestamista e os produtos de previdência na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal.

Entre as ações relacionadas ao acordo, está a constituição de nova holding de seguros e da nova seguradora. A CNP subscreveu um aumento de capital na holding de 7 bilhões de reais, valor este que foi pago à Caixa Econômica Federal, em cumprimento do contrato de distribuição.

O acordo também contempla mecanismo de incentivo atrelado ao desempenho, limitado ao valor de 800 milhões de reais, corrigido pela taxa Selic a partir de 31 de dezembro de 2020, a ser pago em duas parcelas (2024 e 2026).