SulAmérica implementa Assinatura Digital para produtos coletivos de Vida

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica passa a oferecer a conveniência da Assinatura Digital para o fechamento de contratos envolvendo os produtos coletivos de Vida: o SulAmérica Você Empresa e oSulAmérica Capital Global. O objetivo é melhorar a experiência e proporcionar ainda mais agilidade ao cliente. A proposta de contratação e a carta do corretor são enviados por e-mail para assinatura digital com total segurança, incluindo validação via e-mail e SMS. Tudo é realizado de forma intuitiva, a partir do Cotador VG Fácil, disponível no Portal do Corretor . 

Essa é mais uma novidade do amplo processo de digitalização realizado pela SulAmérica com cuidado e foco nas pessoas e na sustentabilidade. Desde agosto do ano passado, por exemplo, todas as vendas de seguros de Vida e planos de Previdência da SulAmérica, ambos na categoria individual, passaram a ser feitas integralmente online. 

Para mais informações sobre a Assinatura Digital nos produtos Coletivos, a SulAmérica disponibilizou um tutorial online com passo a passo para o corretor e o cliente. 

AIG Seguros promove mudanças de executivos no Brasil e na América Latina & Caribe

Rodrigo Valadares é o novo Diretor Comercial; Thaísa Oliveira é a nova Superintendente de RH; João Fontes assume a área de Linhas Financeiras da AIG Brasil com a promoção de Flavio Sá para América Latina. Natália Grisanti, Superintendente Atuarial no Brasil, também é promovida a líder Latam

A AIG anuncia mudanças na liderança da companhia no Brasil e América Latina. As áreas Recursos Humanos, Comercial, Linhas Financeiras e Atuarial da seguradora entram 2021 com mudanças de líderes. Ao todo, em 2020, a seguradora promoveu 23 promoções internas. 

Rodrigo Valadares, que era líder da área de Corretores Nacionais, passa agora a responder por toda a equipe Comercial da AIG Brasil, como Diretor Comercial. A nomeação reforça a importância da gestão eficiente dos canais para o crescimento sustentável da AIG no Brasil. Há oito anos na companhia, Rodrigo, que carrega na bagagem passagens por empresas como Porto Seguro e Itaú Seguros, iniciou na AIG como trainee, é economista de formação e possui pós-graduação em Gestão de Negócios. 

Thaisa Oliveira foi anunciada recentemente como Superintendente de Recursos Humanos e chega para reforçar o compromisso contínuo da AIG com pessoas e o importante papel da área no apoio à estratégia e objetivos da companhia. Com carreira na Ford Motor, onde passou pelas áreas de Finanças e RH, inclusive com experiências internacionais na Venezuela e Estados Unidos, Thaisa atuou como Business Partner e líder de RH em diferentes áreas e é advogada e técnica contábil, com Especialização em Gestão de Negócios e Direito do Trabalho. A executiva se reportará para Nélia Soares, então Diretora de RH no Brasil e que agora passa a responder pela área na América Latina e Caribe (LAC), e Fabio Oliveira, CEO AIG Brasil. 

Outra movimentação acontece na área de Linhas Financeiras, que inclui alguns dos produtos chave da AIG, entre eles o Seguro D&O, Riscos Cibernéticos e Responsabilidade Civil Profissional. Flavio Sá assume novos desafios profissionais na companhia e passa a ser Head de Linhas Financeiras para a Região LAC e para a AIG México. No Brasil, a seguradora anuncia João Fontes à frente da área como Head de Linhas Financeiras Brasil. Bacharel em Economia e pós-graduado em Administração de Empresas, Fontes iniciou a carreira na companhia no programa trainee (PA) em 2010. A executiva brasileira Natália Grisanti que atuava como Superintendente Atuarial no Brasil passa a responder pela AIG em toda a região América Latina & Caribe como Regional Chief Actuary LAC. A profissional, que tem passagens por SulAmerica Seguros e Itaú Unibanco, começou sua trajetória na AIG Brasil em 2009 e, mais recentemente, atuou como CFO Interina e Líder Atuarial da AIG Seguros e AIG Resseguros Brasil. 

Inovação trazida pela Covid-19 cria um novo setor, diz consultor em evento da MAG Seguros

Mag Seguros

Bancos de dados agregados e que estão disponíveis nas mais diversas bases permitem que os serviços e produtos ofertados sejam calculados individualmente

Inovação e o setor de seguros. Este foi o tema da palestra de David Roberts, da Singularity University, na terceira edição do evento Potencialize, que marca o aniversário de 186 anos da MAG Seguros, a convenção anual de vendas e a premiação Galo de Ouro, que reconhece o esforço dos principais parceiros comerciais da companhia. “A Covid-19 nos forçou a acelerar o processo de digitalização. O computador ajuda o médico a fazer o que ele faz, melhor. Assim também é com os corretores. À medida que nos criamos tecnologia que aprimora o trabalho do profissional de vendas, ele passa a ter mais tempo para construir confiança. Assim como a Apple fez. Os clientes amam os serviços e produtos da Apple porque ela tem a cultura de agregar valor aos consumidores”, afirmou Roberts durante conversa com o CEO Helder Molina.

O especialista ressaltou o enorme volume de investimentos em inovação no mundo nos últimos 6 meses e o quanto todos os setores, especialmente o de seguros, é beneficiado. “Temos mais bancos de dados, agregados a outros, e isso nos traz uma compreensão muito maior sobre comportamentos e tendências. A Inteligência Artificial duplica o desempenho a cada quatro meses, ampliando a assertividade de ferramentas e leads. Temos uma melhor avaliação de risco e um entendimento mais claro do cliente, agregando ainda mais valor para as relações comerciais”, citou. 

Como exemplo, ele citou a criação de produtos mais factuais para a realidade e também a agilidade em precificar riscos. O fato de uma pessoa começar a fumar e a seguradora poder imediatamente reajustar o preço do seguro de vida para cima, pois o risco deste cliente mudou, é um fato relevante para a solvência financeira do grupo. Temos também o outro lado. A companhia pode baixar o preço se o cliente sedentário passou a praticar esportes, e isso reforça a importância de se ter hábitos saudáveis. “Esses bancos de dados agregados e que estão disponíveis nas mais diversas bases permitem que os serviços e produtos ofertados sejam calculados individualmente. E isso é uma ferramenta importante para o consultor financeiro ajudar seu cliente a ter um planejamento financeiro adequado para se manter longevo diante dos imprevistos da vida”, ressaltou. 

Blockchain e criptomoedas foram citados pelo especialista como tendências para o setor de seguros no médio e longo prazo. “Essas tecnologias são boas para seguros pois permitem que executivos do setor pensem em como os pagamentos são feitos e em como isso muda o risco em tempo real. Ele também ressaltou a importância das mudanças que virão com os carros autônomos e a computação quântica, afirmando que serão as principais revoluções nos próximos 10 anos. 

No entanto, para que todo esse benefício da tecnologia tenha efeito positivo dentro de uma seguradora, a cultura e o DNA precisam estar alinhados com a inovação. “Temos visto novas ideias em startups, dentro das empresas e dentro da casa das pessoas, o que tem facilitado a transformar a cultura da sociedade. Vejo que os corretores têm confiança e gostam do trabalho da MAG porque ela está melhorando o serviço que presta aos corretores e para seus clientes”, acrescentou. 

Para finalizar, Helder Molina perguntou “Como transmitir a cultura da inovação para as pessoas? Roberts afirmou que a empresa que tem a cultura atrai e retém o talento. Com isso, todo o resto muda. Vejo que a MAG se saiu muito bem na Covid-19. Enquanto outras empresas acabaram, a MAG cresceu, manteve seus clientes e corretores e conquistou novos. Acredito que a MAG vai sair mais forte passada esta pandemia e já preparada para possíveis outros problemas, pois desenvolveram uma cultura adaptativa. É um ciclo virtuoso ter os melhores talentos e eles ficarem pela cultura que a empresa desenvolveu. Vejo também que a MAG tem uma cultura movida pela compaixão e pelo desejo de cuidar dos clientes, o que a torna resiliente, outra qualidade que agrega ainda mais valor à adaptabilidade. A MAG não só fala, ela faz. E isto incrível”, finalizou Roberts.

Molina agradeceu os comentários do especialista e enfatizou: “Nós acreditamos muito na nossa cultura. As empresas são feitas de pessoas. E você nos ajuda a lembrar disso”. 

Seguradora tailandesa lança plataforma usando blockchain

Fonte: Reinsurance News

A IBM anunciou que a Thai Reinsurance Public Company Limited (Thai Re), a principal resseguradora profissional, excluindo o segmento de vida, baseada em tecnologia da Tailândia, lançou a “Rede de Seguradora”, um contrato inteligente de resseguro usando tecnologia IBM blockchain na nuvem.

O setor de seguros está em um período de turbulência não visto há décadas, com as restrições de negócios causadas pela pandemia COVID-19 aumentando a necessidade das seguradoras de melhorar a eficiência e remover as barreiras comerciais. Por meio do lançamento de sua plataforma “Rede de Seguradora” na nuvem IBM, a Thai Re vai simplificar a forma como lida com mais de 10.000 contratos de resseguro anuais com seus parceiros de seguros, tornando mais fácil para essas seguradoras expandir seus negócios.

Usando a tecnologia blockchain na nuvem IBM, a plataforma permitirá que o setor de seguros da Tailândia ganhe eficiência e velocidade no processamento dos contratos de resseguro. Os benefícios esperados também incluirão a redução do risco de falsificação por meio de uma versão única rastreável e altamente segura da documentação da verdade e uma redução nas possíveis imprecisões de dados de contratos de resseguro de reconciliação manual com várias partes.

“A pandemia de COVID-19 e a necessidade de transformar digitalmente pediram às organizações, não apenas do setor de seguros, mas de todos, que trouxessem eficiência à forma como trabalhamos”, disse Oran Vongsuraphichet, CEO da Thai Reinsurance Public Company Limited.

Projeto obriga estacionamentos comerciais a contratarem seguros

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Proteção dos veículos valeria em casos de eventuais danos, furtos ou roubos ocorridos nos pátios ou garagens

Fonte: Agência Câmara

O Projeto de Lei 5359/20 obriga os estacionamentos e garagens comerciais a contratarem seguros em casos de eventuais danos, furtos ou roubos. Pelo texto, a regra valeria para estacionamentos e garagens rotativas ou com preço pré-estabelecido mensalmente em estabelecimentos comerciais.

O autor da proposta, deputado Juninho do Pneu (DEM-RJ), argumenta que a jurisprudência de diversos tribunais entende que os estabelecimentos comerciais são civilmente responsáveis pela segurança dos veículos estacionados em suas dependências.Acervo Câmara dos Deputados

“Diante do problema, muitos municípios editaram leis estabelecendo a obrigatoriedade de contratação de seguro contra furto e roubo de veículos automotores por parte dos estabelecimentos comerciais comuns e das empresas que operam área ou local destinado a estacionamentos”, explica o deputado.

Tramitação – A proposta foi apensada a outras semelhantes que aguardam parecer do relator, deputado Ricardo Izar (PP-SP), na Comissão de Defesa do Consumidor. Os projetos, que tramitam em caráter conclusivo, também deverão ser examinados pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Catástrofes naturais somam US$ 210 bi; US$ 82 bi foram indenizados por seguradoras em 2020

catástrofes

Os desastres naturais deste ano ceifaram cerca de 8.200 vidas

As perdas globais com desastres naturais em 2020 chegaram a US$ 210 bilhões, dos quais cerca de US$ 82 bilhões estavam segurados. Tanto as perdas gerais quanto as seguradas foram significativamente maiores do que no ano anterior (2019: US$ 166 bilhões e US$ 57 bilhões, respectivamente), segundo estudo divulgado nesta quinta-feira pela Munich Re. Leia mais sobre o estudo no portal da Munich Re.

As perdas por catástrofes naturais em 2020 foram significativamente maiores do que no ano anterior. Números recordes para muitos perigos relevantes são motivo de preocupação, quer estejamos falando sobre a temporada de furacões severos, grandes incêndios florestais ou a série de tempestades nos EUA. A mudança climática terá um papel cada vez maior em todos esses perigos. Há cinco anos, em Paris, a comunidade global estabeleceu como meta manter o aquecimento global bem abaixo de 2 ° C. É hora de agir”, comentou Torsten Jeworrek, membro do conselho do grupo alemão.

A participação dos EUA nas perdas foi bastante alta: Desastres naturais nos EUA foram responsáveis ​​por US$ 95 bilhões (2019: US$ 51 bilhões) de perdas totais e US$ 67 bilhões de perdas seguradas (2019: US$ 26 bilhões). Os desastres naturais deste ano ceifaram cerca de 8.200 vidas. No geral, a parcela não segurada das perdas por desastres naturais em 2020 foi de cerca de 60%.

Mais uma vez, foi notável que apenas uma pequena parte das perdas foi segurada nas economias em crescimento da Ásia. O desastre natural mais caro do ano foram as severas inundações na China durante as chuvas de monções de verão. As perdas totais com as enchentes somaram aproximadamente US$ 17 bilhões, dos quais apenas 2% estavam segurados. Soluções de seguro do setor privado ou na forma de parcerias público-privadas poderiam ajudar a melhorar a resiliência, em outras palavras, a capacidade de retornar à vida normal o mais rápido possível.

Cinco anos após o Acordo do Clima de Paris, 2020 continuou a série de anos muito quentes. A temperatura média global (janeiro a novembro) em 2020 foi cerca de 1,2 ° C mais alta do que os níveis pré-industriais (1880–1900) – apenas 0,01 ° C antes de 2016, o ano mais quente já registrado. As regiões ao norte do Círculo Polar Ártico experimentaram um aumento acentuado na temperatura, mais de duas vezes maior que o aumento médio global. Em partes do norte da Sibéria, ocorreram incêndios florestais extensos e temperaturas de mais de 30 ° C.

Ernst Rauch, Chefe do Clima e Geocientista da Munich Re, comentou o seguinte: “Mesmo que os desastres climáticos em um ano não possam estar diretamente relacionados às mudanças climáticas e um período mais longo precise ser estudado para avaliar sua importância, esses valores extremos se encaixam com as consequências esperadas de uma tendência de aquecimento de décadas para a atmosfera e os oceanos que está influenciando os riscos. Um número crescente de ondas de calor e secas estão alimentando incêndios florestais, e ciclones tropicais severos e tempestades estão se tornando mais frequentes. A pesquisa mostra que eventos como as ondas de calor deste ano no norte da Sibéria são 600 vezes mais prováveis ​​de ocorrer do que antes. ”

Mitsui Sumitomo fecha parceria com C6 para seguro de pequenas obras

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Produto será ofertado pelo corretor da loja varejista no momento da compra do material de construção

A Mitsui Sumitomo inicia 2021 debruçada num seguro inovador que será ofertado pelo C6 Bank, o banco digital criado há dois anos por ex-executivos do BTG Pactual. “Estamos muito otimistas com esta parceria, que começa com um projeto para levar um produto inovador de Pequenas Reformas aos varejistas de materiais de construção”, disse Hélio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo, maior seguradora da Ásia e integrante do 8° maior grupo segurador do mundo.

Fundado há dois anos, o C6 tem sede em São Paulo, um banco nas Ilhas Cayman, uma corretora em Nova York e outra em São Paulo, uma empresa de pagamentos PayGo, a plataforma de seguros Som.us, a desenvolvedora de aplicações de pagamentos Setis e a edutech Idea9. Com 4 milhões de clientes, 1,4 mil empregados, 325 consultores empresariais e 12 mil correspondentes bancários e cerca de R$ 5,3 bilhões em ativos, o banco quer ser completo e realizar a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2021.

Fabio Basilone, que lidera há um ano a transformação de seguros no C6, afirma que a atuação do banco em seguros é também inovadora. “O banco tem o cliente como foco e descarta atuar como bancassurance. Estamos debruçados na curadoria do que será ofertado ao cliente e teremos parceiros que agregam tecnologia e produtos inovadores, na hora certa, a um preço justo”, afirmou ao blog Sonho Seguro.

“Não adianta ser rápido e ser caro. Tem de realmente agregar valor e a proposta da Mitsui Sumitomo agregou em tecnologia, inovação e preço”, disse Basilone

Basilone conta que ficou surpreso com o retorno da concorrência aberta para selecionar parceiros em seguros. “Tivemos na primeira rodada de conversas mais de 50 empresas do setor, incluindo seguradoras, empresas de assistências e resseguradores. Esperávamos umas 15. Já selecionamos algumas, entre elas a Mitsui Sumitomo, que nos traz tecnologia para as soluções que precisamos. Não adianta ser rápido e ser caro. Tem de realmente agregar valor e a proposta da Mitsui Sumitomo agregou em tecnologia, inovação e preço”, disse.

Trata-se de um produto realmente inovador. Quem comprar itens em qualquer uma das 1,5 mil lojas de material de construção credenciadas na rede de pagamentos PayGo, do C6, vai receber uma oferta de seguros para pequenas reformas garantido pela Mitsui Sumitomo. O seguro garante danos físicos e de responsabilidade civil.

“Um cliente leva mil tijolos para levantar um muro e sai da loja com um seguro para indenizar terceiros caso durante a construção o muro desabe e danifique um carro, por exemplo. Além disso, o material de construção danificado será reposto pelo seguro. Isso é inovador. O cliente não sabe que existe essa possibilidade de proteção e sai da loja protegido com uma apólice que vai indenizar o dono do veículo e a ele próprio. É uma nova era. O seguro chega ao consumidor na hora que precisa. Até hoje não tínhamos no Brasil produtos simples assim para vender em escala”, afirma Basilone, que atua no mercado segurador há mais de 30 anos.

A oferta será feita no pagamento da compra e será administrada pelo corretor do varejista. A startup do C6, a Edutch, será responsável pelo treinamento dos vendedores, para que eles façam uma oferta consultiva e consciente aos clientes, garante Basilone. Segundo ele, o corretor é parte da estratégia. “O mercado tem potencial de crescimento, porque a penetração do produto é baixa. Ao mesmo tempo, é um mercado em que a tecnologia ainda não redesenhou totalmente a oferta e este é uma grande oportunidade para o corretor apresentar outras soluções e aumentar a rentabilidade da carteira”, acrescentou Basilone.

“Estamos preparados para atender demandas inovadoras e levar soluções para bancos, fintechs, startups, marketplaces que buscam produtos modernos, com pagamento por uso. Neste caso do C6, o seguro protege o dia a dia da obra, o empreiteiro e o cliente, que compram de picadinho. A cada esta da compra ela terá um valor de cobertura e saberá exatamente o que comprou. São coberturas pequenas. Assim a cada etapa se compra uma cobertura básica para o momento da obra e se tiver acidentes, recebe a indenização da mesma forma com que comprou, de forma simples e ágil”, finalizou Helio.

Financial Times: Modelo atual dos fundos de pensão deve ser repensado

Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante

por Robin Harding, Financial Times, com tradução do Valor Econômico

Bons fundos de pensão financiam uma boa infraestrutura. Uma boa infraestrutura sustenta bons fundos de pensão. Essa relação fundamental só é percebida quando as duas desaparecem – como Estados Unidos, Reino Unido e vários outros países estão descobrindo. Depois de ter desmantelado em grande parte os planos corporativos de previdência de benefício definido do passado, eles agora lutam para transformar planos de previdência individuais, fragmentados, nos investimentos de longo prazo que seus poupadores e suas economias exigem. Solucionar isso é vital. E não será fácil

Dada a expectativa de vida das pessoas, a poupança previdenciária é a fonte natural de capital que pode ser imobilizado por 30, 40 ou 50 anos. Em troca, ela ganha o prêmio que vem de ativos voláteis ou de baixa liquidez, o que é ainda mais valioso quando as taxas de juro estão baixas. Mas, como o presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, observou em discurso, alguma coisa deu errado. “Vivemos em uma época em que parece não haver escassez de poupança agregada, mas o investimento é fraco”, disse. Os fundos de pensão do Reino Unido alocam apenas 3% de seus recursos em ativos não negociados em bolsas de valores.

O Reino Unido espera resolver esse problema com o relaxamento das regulamentações, de forma a permitir que fundos de pensão de contribuição definida – nos quais os indivíduos assumem o risco de investimento – mantenham mais ativos de baixa liquidez, e tornar mais flexíveis os valores máximos de comissões para possibilitar investimentos complexos, como os de infraestrutura. Mas mesmo que essas mudanças não tenham consequências indesejadas, elas não tratarão do desafio fundamental de um sistema de previdência fragmentado, em que as decisões recaem sobre os indivíduos e é difícil vincular suas expectativas de vida aos ativos que possuem.

É hora de considerar uma transformação mais radical, que saia dos planos de previdência baseados no empregador para veículos grandes e permanentes que possam despejar dinheiro em infraestrutura e capital privado se isso fizer sentido. Os fundos de pensão tradicionais para funcionários públicos e fundos soberanos como Temasek e Government Investment Corporation, de Cingapura, já fazem isso. Não se trata aqui de quem assume o risco do investimento – para o bem ou para o mal, a contribuição definida veio para ficar -, mas de como o dinheiro é administrado.

Uma olhada nas opções à minha disposição como funcionário do “Financial Times” por meio de seu plano de previdência deixa clara a dificuldade. Há cerca de 200 diferentes fundos de ações, títulos e propriedades, de uma variedade de provedores, que são geridos ativa ou passivamente e cobrem regiões diferentes do mundo. Todos mostram o preço de mercado de ontem. E é o indivíduo quem tem de escolher.

Isso cria uma série de problemas. As mentes mais brilhantes do mundo na área de investimento passam os dias na tentativa de descobrir qual ativo ou região terá desempenho acima da média. Um indivíduo não tem nenhuma chance – mesmo que possa optar por evitar qualquer alternativa que pareça arriscada.

Mesmo que houvesse um fundo de infraestrutura, ou um fundo de capital de risco, e a falta de opções canalizasse os poupadores para eles, essa estrutura representaria um problema. Os gestores de fundos não têm ideia de quem são seus investidores ou de quando devem se aposentar. Eles sabem que o dinheiro é de aposentadoria e, portanto, provavelmente “fixo”, mas ainda assim precisam proporcionar preços regulares para o fundo e manter disponibilidade de caixa para o caso de alguns investidores saírem repentinamente. A estrutura simplesmente não é adequada a investimentos sem liquidez e de longo prazo, em detrimento de poupadores e economia.

Também vale a pena perguntar se os planos de aposentadoria baseados no empregador ainda fazem sentido. Quando os empregadores passaram a assumir o risco de investimento, o arranjo era lógico, mas hoje tudo o que ele cria é fragmentação. Cada vez que as pessoas mudam de emprego, pegam novos planos de previdência; planos pequenos têm custos fixos elevados. Existem economias de escala: quanto menores e mais numerosos os esquemas, mais se desperdiça e mais difícil é fazer investimentos sofisticados. Dar a cada um seu plano pessoal de aposentadoria é um erro pela mesma razão.

Consideremos, em vez disso, a seguinte estrutura: o governo licenciaria um número modesto de planos de previdência sem fins lucrativos, talvez com base em doações, trustes ou fundos do setor público existentes. Os empregadores decidiriam o valor de suas contribuições, como fazem hoje, mas fariam os pagamentos para o plano que o funcionário selecionasse. O plano decidiria como investir o dinheiro, sujeito às regulamentações, e os funcionários não poderiam sacar os recursos até se aposentar.

Este ainda seria um sistema de contribuição definida, mas funcionaria de forma bem diferente. Os planos de previdência se tornariam grandes rapidamente, com o que ganhariam economia de escala, custos mais baixos e recursos para lidar com investimentos sofisticados. Eles saberiam exatamente quando precisariam pagar as aposentadorias e poderiam planejar sua liquidez de acordo. A carga para empresas e indivíduos desapareceria. Trata-se de uma estrutura de investimento de baixo custo e longo prazo.

Isso pode parecer paternalista. Com certeza as pessoas que desejam gerir os próprios investimentos devem poder fazê-lo. Mas consideremos também para onde a configuração atual se dirige. A OCDE fez um alerta recente aos governos contra o uso de recursos de planos de previdência privada para financiar projetos como os de energia renovável. Há uma demanda crescente por investimento estatal para construir infraestrutura e por previdência pública porque a oferta privada é inadequada.

Os velhos planos de previdência de benefício definido eram grandes instituições econômicas: reservatórios sofisticados de capital privado com um longo horizonte de investimento. Infelizmente, a segurança que eles ofereciam aos aposentados não é mais possível. Devemos nos esforçar para oferecer aposentadorias de contribuição definida de qualidade semelhante.

Falta a XS5 para concluir a primeira etapa antes do desejado IPO da Caixa

caixa parceiros seguros SX

A Caixa Seguridade já concluiu praticamente quatro acordos, que criaram as super poderosas empresas “XS”que devem atrair investidores para a sonhada emissão inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2021. Esta será a quarta tentativa. Segundo entrevistas concedidas pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, são cinco joint-ventures. “Fora a nossa corretora e o ‘bid’ da co-corretora. Resolve isso e o IPO, para março de 2020, já está 100%. Era a única questão de incerteza que o mercado tinha. Quando a gente for, vai estar tudo funcionando”, comentou ele em entrevista ao Valor, no dia 30 de dezembro de 2020.

A terceira foi protocolada em julho de 2020 na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta inicial de ações do braço de seguros e capitalização do banco estava estimada entre R$ 12 bilhões e R$ 15 bilhões. Em 24 de setembro, o banco informou que o motivo da suspensão teria sido a “atual conjuntura do mercado”.

Em fevereiro de 2020, foi protocolado a segunda tentativa de IPO, numa oferta estimada de R$ 15 bilhões. O primeiro foi em 2015, que acabou não vingando porque a taxa alta de desconto impediu.

Os acordos fazem parte do programa de reestruturação de parcerias do braço de seguros, previdência e capitalização da Caixa. Saiba quem são:

XS1 – É a holding de seguros da Caixa.

XS2 – Antiga parceira da Caixa, a francesa CNP irá explorar, por 25 anos, os ramos de seguros de vida, prestamista e produtos de previdência. O acordo foi fechado por R$ 7 bilhões, subscritos na holding XS1. O acordo também contempla mecanismo de incentivo atrelado ao desempenho, limitado ao valor de R$ 800 milhões corrigido pela taxa Selic a partir de 31 de dezembro de 2020, a ser pago em duas parcelas (2024 e 2026).

XS3 – A seguradora Tokio Marine pagou R$ 1,52 bilhão para constituição de XS3, para operar, de forma exclusiva, o balcão da instituição financeira nos ramos de seguros habitacional e residencial pelos próximos 20 anos. A Caixa terá 75% de participação no capital da XS3, com 46,99% das ações ON e 100% das PN. Já a Tokio Marine ficará com 50,01% das ações ON e 25% do capital.

XS4 – O banco Caixa informou no inicio de janeiro deste ano que o acordo previsto com a Icatu Seguros para o ramo de capitalização, anunciada em janeiro de 2020, teve prazo de fechamento prorrogado para até 30 de março de 2021. O acordo prevê exclusividade por 20 anos na distribuição de produtos de capitalização nas agências e correspondentes bancários da Caixa Econômica Federal e também na rede de lotéricas. A Icatu terá 25% do capital total da XS4, enquanto a Caixa 75%. Com gestão e governança compartilhadas, a empresa será controlada pela Icatu, que vai deter 50,1% das ações ON (com direito a voto). Já a Caixa terá 49,9% das ações ON e 100% das ações preferenciais. Com este movimento, a Icatu consolida uma sólida parceria de mais de 20 anos com a Caixa Econômica no segmento de capitalização. A seguradora irá realizar um aporte de capital de R$ 180 milhões na nova empresa, valor que será repassado à Caixa Econômica Federal como pagamento pela concessão da utilização dos canais do banco. Caberá também a Icatu prover parte dos serviços para operacionalizar a nova companhia. A Caixacap continuará comercializando os produtos de capitalização nos balcões do banco até fevereiro de 2021, data em que passa a contar o prazo de exclusividade da nova companhia.

XS5 – Será a corretora da Caixa ou uma co-corretora, como citou o presidente da Caixa em entrevistas. Atualmente é a Wiz, que tem contrato com prazo de validade até fevereiro de 2021. Em fato relevante divulgado no final de novembro de 2020, quando foi deflagrada a operação Canal Seguro pela Polícia Federal e que investiga um esquema de fraude envolvendo três ex-diretores da Wiz, a Caixa Seguridade divulgou comunicado à CVM informando que “em linha com seu planejamento estratégico, constituiu corretora de seguros própria no dia 17 de agosto de 2020, que terá a exclusividade no balcão Caixa a partir de 15 de fevereiro de 2021”. Hoje, a Caixa Seguridade tem participação indireta de 12,05% na Wiz e não faz parte do controle e da gestão da companhia. A Wiz tem 70% de sua receita atrelada à venda de apólices no balcão da Caixa Econômica Federal e tinha a intenção de ser a parceira da Caixa. Mas o cenário mudou de 2019 para 2020. Em entrevista concedida ao Valor em maio do ano passado, o CEO da Wiz, Heverton Peixoto, disse: “A Caixa quer e precisa de excelentes parceiros privados. A Wiz tem a melhor operação de bancassurance. Mas é óbvio que pode chegar uma multinacional com dinheiro no bolso, custo de capital menor que o nosso e imaginar que tem condição de replicar o que a Wiz faz. Então eu não posso dizer que é uma situação tranquila”.

XS6 – A Tempo Assist prevê a exploração do ramo de serviços assistenciais na rede de atendimento do banco por um período de 20 anos. Dentro do acerto, o banco receberá R$ 30 milhões a título de ortoga. Com o acordo concluído agora e que havia sido anunciado em agosto de 2020, a Tempo Assist subscreve um aumento de capital na nova companhia, a XS6, no valor de R$ 30 milhões.

Zurich no Brasil anuncia novo diretor financeiro

Sven Feistel é o novo diretor financeiro da Zurich no Brasil. Sven sucede Miguel Iniesta, que passou a integrar a área global de Fusões e Aquisições da matriz da companhia, na Suíça.

Nascido na Alemanha, Sven ingressou na Zurich em 2008, também na matriz. Dois anos depois, em 2010, começou a atuar na América Latina e no Brasil, passando pela área de Tecnologia da Informação, pela assistência estratégica do CEO LatAm e pelo time de Underwriting. Em 2019, assumiu o cargo de Chief Underwriting Officer(CUO) da Zurich no Equador e, em 2020, retornou ao Brasil para liderar a área de Planejamento e Performance (PPM).

O executivo, que é formado em Administração de empresas e pessoas pela Rotterdam School of Management (Erasmus University) com intercâmbio em Finanças pela Universitat St. Gällen (HSG), também possui uma especialização: Entepreneurship pela Handelshögskolan i Stockholm.