Lojacorr e Zurich fazem parceira para vender seguro cibernético para PMEs idealizado pela CEO da NV Seguros

seguro cibernético

Fonte: Lojacorr

A Rede Lojacorr – maior rede de corretoras de seguros independentes do País – passa a disponibilizar o seguro cibernético para pequenos e médios empreendedores. O produto é fruto de uma parceria com a Zurich no Brasil e idealizado pela corretora de seguros da Rede Lojacorr, Dionice de Almeida, empreendedora especialista em riscos cibernéticos e CEO da NV Seguros Digitais. 

De acordo com o diretor da Regional Sul da Zurich, Waldecyr Schilling, “o projeto consolida a parceria da seguradora com a Lojacorr e reafirma a afinidade estratégica que temos com esse importante canal de distribuição que tem forte capilaridade em todo o País”. Nas grandes empresas, desde 2018, o segmento da proteção cibernética vem duplicando ano a ano. Já para os empreendedores menores, a demanda é exponencial. É o que afirma o superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich no Brasil, Fernando Saccon.

Segundo ele, muitos fatores mostram a crescente desse mercado, entre eles: o aumento dos ataques cibernéticos e fraudes até nos aplicativos de dispositivos móveis, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) que começa a receber fiscalização em meados de agosto e também devido ao aumento dos números de pequenas e médias empresas no Brasil, que buscam cada vez mais proteção. “O objetivo é oferecer o produto mais completo possível para esse nicho, contratação simplificada e com forte distribuição nacional como a Lojacorr pode proporcionar com sua vasta rede de corretoras independentes”, explica o executivo. 

O novo produto abrange os corretores de seguros que são pessoas jurídicas, cuja atividade é um risco excluído em grande parte das companhias seguradoras, mas que nesse produto recebe contemplação e podem também contratá-lo, além de comercializá-lo em todo o Brasil. De acordo com Dionice de Almeida, trata-se da oportunidade de o corretor contratar o seguro, entender cada vez melhor sobre a solução e ser exemplo para a sociedade, com o intuito de ajudar o brasileiro a se proteger cada vez mais e melhor. 

“Estamos disponibilizando um produto diferenciado e contamos com o apoio de advogados e especialistas em riscos cibernéticos, na divulgação da existência do seguro, para oferecer ao mercado uma solução que já é mais popular nos EUA e Europa, mas que ainda é pouco explorada no Brasil. Por isso é uma oportunidade de promover essa cultura nas empresas de todos os portes, atentando para as consequências econômicas, físicas e danos reputacionais que uma organização pode sofrer frente aos possíveis ataques”, explica Dionice.

Estar adequado a LGPD não impede os ataques. Dessa forma, o seguro é a solução que pode ajudar as empresas a se protegerem, já que as contratações são consultivas. “Hoje existem várias escalas de produtos diante dessa parceria da Lojacorr com a Zurich, que recebem uma consultoria tanto sobre a melhor solução de acordo com a atividade da empresa quanto sobre o que fazer em relação aos ataques, invasões, vazamentos e extensão dos danos”, conta a especialista.

Fernando Saccon acrescenta que a humanização do seguro é cada vez mais uma preocupação da Zurich, que busca olhar a necessidade do cliente e atendê-lo da maneira mais assertiva na proteção do bem. É o que ocorre com os pequenos e médios empreendedores que sentiram a urgência do produto principalmente para ajudá-los no pós incidente, com estrutura de profissionais renomados para auxiliá-los logo que tomarem conhecimento do incidente e comunicarem à seguradora. “A apólice vem para contribuir com a carência do pequeno e médio empreendedor e oferecer esse suporte evitando a vulnerabilidade organizacional, trazendo esse cuidado na proteção de bens e pessoas”, garante.   

Bradesco: participação das mulheres cresce em produtos de seguro de vida

bradesco vida

Uma pesquisa realizada pela Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, em sua base de clientes, revela que a participação feminina nos planos de Seguro de Vida cresceu 9% entre os meses de janeiro do ano passado e de 2021, o que corresponde a um aumento de aproximadamente 800 mil seguradas. No total, as mulheres respondem por cerca de metade da carteira da empresa no segmento, que soma 20,3 milhões de clientes.

O perfil médio das mulheres que investem em Seguro de Vida na Bradesco Vida e Previdência é: idade entre 26 e 35 anos (20,59%) e faixa de renda entre R$ 500 e R$ 1.500. A pesquisa também destaca que o estado de São Paulo concentra 26,30% das clientes, seguido pelo Rio de Janeiro (11,73%) e Minas Gerais (9,07%).

Conjuntura CNseg aponta risco de desaceleração da economia no primeiro trimestre

inflação

Fonte: CNseg

Uma análise do quadro macroeconômico, com destaque para sua precoce desaceleração no começo deste ano e algum risco de fechar o primeiro trimestre negativo, está disponível aos leitores da edição 37 da Conjuntura CNseg, publicada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg. Após o curto ciclo de retomada a partir de meados do ano passado, dois fatores podem travar agora a continuidade do crescimento neste trimestre. Um é o recrudescimento da pandemia, com a sua segunda onda, outro refere-se à falta de reativação de incentivos econômicos adotados no ano passado – sobretudo o auxílio emergencial.   

O quadro de incertezas afeta significativamente os indicadores de confiança da economia, diz o artigo da Conjuntura Econômica CNseg. Esses indicadores refletem expectativas menos otimistas de empresários e de consumidores e contribuem para reforçar a previsão de queda do PIB do primeiro trimestre. 

O comportamento da inflação, ainda que tenha havido algum alívio com o IPCA de janeiro, continua demonstrando alguma pressão e riscos, algo que deve encerrar o ciclo de baixa dos juros básicos, podendo recolocá-lo em trajetória de alta. Ainda não é possível medir o teto para a alta e quando eventualmente começará a troca do viés dos juros. Mas as chances de vir aumentam, sobretudo com a crescente percepção negativa em torno da deterioração fiscal. 

O resultado disso é o prolongamento do caráter heterogêneo do choque econômico causado pela pandemia nos próximos meses. A indústria, que teve aumento de demanda por seus produtos durante os meses de isolamento e pôde mais facilmente retomar suas atividades com algum grau de segurança sanitária, deve se sair melhor no atual cenário. Já o comércio pode conviver com um cenário menos amigável, devido à redução do auxílio emergencial, ao aumento da inflação e à retomada de outras atividades econômicas. Os serviços tendem a manter o movimento de vaivém de resultados, apresentando recuperação lenta. 

Apesar da grande incerteza, com probabilidade de a economia ter um ano de crescimento baixo, há dados que podem atenuar esse cenário.  A começar pela eleição de novas lideranças no Congresso Nacional mais alinhadas ao Palácio do Planalto – algo importante para aprovar medidas em prol da economia, inclusive as reformas estruturantes – e do ritmo da vacinação, fundamental para que o País retome o crescimento de forma mais organizada.

O cenário internacional também é avaliado e pode se refletir positivamente na taxa projetada de crescimento do PIB de 2021, se os scripts forem cumpridos à risca, como, por exemplo, a aprovação do novo pacote de estímulos na economia americana.

Liberty Seguros anuncia novidades em quatro de seus produtos de Vida Individual

liberty seguros

Produtos passam a oferecer novas coberturas e assistências como o serviço Einstein Conecta

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança expansões em quatro de seus produtos da categoria Vida Individual: Vida Perfil, Vida Especial, Vida Mais Tranquila e Acidentes Pessoais Individuais. Com a novidade, que faz parte do investimento da companhia para ampliar sua presença no segmento de Vida e atender às necessidades dos segurados, cada um dos produtos contará com novas coberturas e serviços que os tornam ainda mais completos.

“Essa expansão no nosso portfólio de Vida Individual faz parte do nosso constante trabalho para crescer no setor de Vida, para que os nossos clientes possam aproveitar o que a vida tem de melhor com tranquilidade e contar sempre com a Liberty ” afirma Alexandre Vicente, Diretor de Seguros de Pessoas da Liberty Seguros.

Vida Perfil

No Vida Perfil é um produto mais personalizado, com o valor do seguro calculado de acordo com os hábitos do cliente e que agora, conta com duas novidades. A primeira é a Assistência Einstein Conecta, um serviço de orientação médica online que oferece acesso aos atendimentos profissionais do Hospital Israelita Albert Einstein pelo celular ou pelo computador, além da tranquilidade e segurança de ter à sua disposição um serviço que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.

A outra mudança é o novo plano Doenças Graves, que passará a oferecer coberturas para até 30 tipos diferentes de doenças, entre elas doença de Hodgkin, anemia aplástica, distrofia muscular, queimaduras severas, lúpus eritematoso sistêmico e síndrome de Guillain-Barré. Anteriormente, o plano cobria até 24 doenças. 

O produto também disponibilizará mais duas novas assistências opcionais para contratação: a Assistência Psicológica e Assistência Convalescência, que fornece um importante suporte na readaptação do segurado em caso de invalidez.

Vida Especial

O Vida Especial é um produto completo, com coberturas feitas para proteger toda a família. Com a  alteração, o produto passará a oferecer uma opção de franquia de 7 dias de DIT (Diária de Incapacidade Temporária), com a qual clientes recebem um valor em dinheiro em caso de afastamento do trabalho após sofrer um acidente ou doença.

Além disso, clientes Vida Especial poderão contratar a cobertura de  DIH (Diária de Internação Hospitalar) por acidente ou doenças que levem a internação, incluindo UTI e despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO) por acidente. 

Outro diferencial incorporado ao produto é a cobertura de Invalidez Permanente Total ou Parcial Por Acidente Majorada, que oferece indenização em caso de acidentes que causam a perda ou redução de movimentos de um membro do corpo essencial para exercício da profissão, disponível para alguns profissionais como médicos, dentistas, professores, engenheiros, músicos dentre outros.

Vida Mais Tranquila

Já o Vida Mais Tranquila é um seguro com valor mais acessível, custando a partir de R$9,90 por mês. Agora, o produto passa a oferecer opção de assinatura eletrônica, em que o cliente recebe a proposta da Liberty via e-mail e pode assinar do conforto e segurança de sua residência. Outra novidade é a nova opção de pagamento disponível via boleto à vista.

Acidentes Pessoais Individuais

A companhia também anuncia novidades na cobertura de Acidentes Pessoais Individuais, produto que traz tranquilidade contra imprevistos e, além de tudo, cabe no bolso dos consumidores – custando a partir de R$ 15,00 por ano.

Com a reformulação, o produto passa a ter uma opção de franquia reduzida de sete dias para a cobertura de DIT (Diária de Incapacidade Temporária), cobertura ampliada para casos de IPA (invalidez permanente total ou parcial por acidente) Majorada e DIH (Diária de Internação Hospitalar) por acidente que inclui internação, incluindo UTI, além da Assinatura Eletrônica.

O produto também incluirá a nova Assistência Convalescência dentre tantas outras opções de serviços disponíveis para contratação no produto.

Vantagens para os corretores

O investimento da Liberty Seguros no setor de Vida não se restringe apenas aos clientes. Recentemente, a companhia lançou sua nova campanha 360, a “Cresça com o Vida”, com o objetivo de desenvolver, reconhecer e ampliar os conhecimentos dos corretores parceiros nesse segmento.

Ao longo do ano, o “Cresça com o Vida” funcionará como um guia que consolida todas as iniciativas para apoiar os corretores a crescerem suas vendas no segmento de Vida.

Seguro tende a ficar mais caro com aumento de tributo de instituições financeiras, diz setor

Marcio Coriolano fenacor

Fonte: Folha de S.Paulo

O aumento do CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) anunciado na última segunda-feira (1) para as instituições financeiras pode encarecer os produtos de seguros de algumas companhias do setor. A medida foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para compensar o corte de tributos sobre diesel e gás de cozinha por dois meses.

A expectativa de repasse para o preço dos seguros é do presidente da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), Marcio Coriolano. “Nosso setor tem uma variedade enorme de companhias dos mais variados tamanhos. E essa medida impacta e prejudica principalmente essas pequenas e médias empresas do segmento, que podem não ter outra alternativa além de repassar os valores para as tarifas. Algumas vão poder absorver [a alíquota], mas outras, não”, afirmou.

Segundo Coriolano, representantes do mercado segurador já conversam com o governo para tentar excluir o setor do aumento de impostos trazido pela MP 1034/21 que eleva a tributação de instituições financeiras, da indústria química e dos veículos comprados por pessoas com deficiência.

Pela proposta, a alíquota da CSLL cobrada dos bancos sobe de 15% para 25% até o final deste ano e passa a 20% a partir de 2022. Para as demais instituições financeiras (como corretoras de câmbio, empresas de seguro e administradoras de cartão de crédito), a alíquota sobe de 15% para 20% até o final de 2021 e volta a 15% em 2022.

As bolsas de valores não entraram no aumento de imposto. Para as demais pessoas jurídicas, a CSLL continua sendo de 9%. Por se tratar de uma Medida Provisória (MP), o efeito imediato da alteração é imediato, mas precisa de aprovação na Câmara e no Senado em até 120 dias para se tornar lei e não perder a validade. Como no caso a MP trata de aumento de tributos, o impacto ocorre após cerca de 90 dias, a chamada noventena.

“A medida é recente, mas estamos tentando conversar com parlamentares e mostrar que é diferente para o setor de seguros”, disse Coriolano.

“Não estamos conformados. Em 2019, o recolhimento de impostos de todas as naturezas [como Imposto de Renda para pessoas jurídicas, CSLL e Pis/Cofins] foi de R$ 47 bilhões para o setor, maior do que o lucro do segmento naquele ano, de R$ 37 bilhões. Isso também acaba prejudicando a competitividade do mercado segurador”, completou.

Segundo o executivo, dos R$ 37 bilhões de lucro alcançado pelo setor em 2019, a CSLL e o IRPJ somaram cerca de R$ 12,4 bilhões –uma carga tributária equivalente a 33,5% dos ganhos. Em meio aos rumores de greve, o governo deu prioridade aos caminhoneiros na vacinação contra a Covid-19. “No ano passado tivemos um crescimento nominal de 1,3% e uma queda real de 1,6% o que, de maneira geral, deixa o mercado no zero a zero”, disse Coriolano, afirmando que as expectativas para 2021 são mais positivas.

“Mas para ter um resultado melhor, não adianta ficar orando para o papai do céu. Todo mundo tem que fazer a lição de casa. Estamos depositando muita expectativa na vacinação e na manutenção dos fundamentos macroeconômicos do país. Agora, temos que esperar que o Congresso e o governo façam o seu trabalho”, disse o presidente da CNSeg.

MAG Seguros cresce 12% em arrecadação em 2020 e lucra R$ 58 milhões

MAG Seguros CORONAVIRUS

Fonte: MAG Seguros

Mesmo em um ano desafiador como foi o de 2020 com todos os efeitos sociais e econômicos causados pela pandemia, a MAG Seguros, seguradora com 186 anos de atuação no Brasil especializada em soluções de seguro de vida e previdência, manteve seus bons resultados. A companhia teve um crescimento de 12% das Receitas de Prêmios e Contribuições, superando R﹩ 1,6 bilhão. No ano passado, a empresa alcançou ainda o crescimento de 60% em novas vendas de coberturas de riscos, principalmente individuais. As Provisões Técnicas líquidas de resseguro totalizaram R﹩ 1.3 bilhão e o Lucro Líquido da seguradora foi de R﹩ 58,1 milhões. 

“Os resultados registrados em 2020 estão em linha com os objetivos da companhia para o ano, principalmente devido aos efeitos da pandemia. O ótimo desempenho é reflexo do nosso contínuo investimento em tecnologia e inovação, além da dedicação dos nossos colaboradores, corretores e da confiança da sociedade em uma marca tão forte como é a da MAG”, comenta Raphael Barreto, CFO da MAG Seguros. 

Para 2021, a MAG Seguros espera manter o seu forte ritmo médio de crescimento anual de 20% registrado nos últimos 15 anos. A seguradora também tem como objetivo expandir e fortalecer ainda mais os seus canais de distribuição e o seu amplo portfólio de soluções para novos nichos. A companhia também intensificará cada vez mais as ações de conhecimento de marca por meio dos patrocínios como o da Copa do Brasil 2021 e dos Esportes Olímpicos do Flamengo. 

Mais motivos para celebrar 

Por mais um ano, a companhia, que conta com mais de 1.300 colaboradores em todo o Brasil, figurou em 4º lugar entre as melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo o Great Place to Work. A MAG Seguros ainda figurou na lista entre as melhores empresas para se trabalhar no Brasil e nos rankings GPTW Mulher e de companhias do mercado financeiro. 

No aspecto de inovação, a companhia foi novamente reconhecida pela publicação Época 360, ficando em 3ª colocação no mercado de seguros. Vale destacar que, em setembro, a MAG Seguros se destacou como a terceira empresa mais inovadora no segmento de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Prêmio Inovação Brasil, do Valor Econômico com a PwC e na 77ª posição na lista das 150 companhias mais inovadoras do país. Já pelo ranking Empresas Mais, do Estadão, a MAG Seguros ocupou o 8º lugar na categoria Inovação no setor de Seguros, Capitalização e Fundos de Investimento. 

Também na Época 360, a MAG Seguros foi destaque, pelo segundo ano consecutivo, na dimensão Governança Corporativa, figurando na 2ª colocação no mercado de seguros. Ainda neste quesito, pelo estudo do Estadão, a seguradora ficou em 5º lugar no ranking de Governança Corporativa no setor de Seguros, Capitalização e Fundos de Investimento. 

A diversidade das mulheres da Mitsui Sumitomo

A equipe feminina representa 50% do quadro de funcionários da seguradora

O dia 8 de março marca a luta das mulheres, que caminham a passos largos por mais igualdade de gênero. A realidade ainda está longe de ser totalmente igualitária, mas a pandemia mostra que elas são vitais para colocar ordem na bagunça que se transformou o mundo desde o início do confinamento em 2020. Esta tem sido a rotina de cinco mulheres que contribuem para a jornada da Mitsui Sumitomo Seguros, que têm em comum um grande desejo para 2021: que a vacina chegue para todos.

A Mitsui Sumitomo tem um plano claro para a diversidade e igualdade de gênero. “A diversidade para o grupo Mitsui Sumitomo vai além de respeitar e aceitar as diferenças. Já sabemos que uma equipe diversa fica mais rica em talentos, melhora os resultados e contribui para o sucesso da empresa”, comenta Julia Frazatto, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing.

Pesquisas revelam que as jornadas ficaram até 20% mais longas e que as pessoas estavam fazendo de tudo para manter boa performance independentemente do estresse que estavam enfrentando. E é verdade. Pelos menos temos aqui cinco profissionais da Mitsui Sumitomo que contam como conseguiram driblar suas dificuldades e ainda crescer profissionalmente: Além de Julia, o blog Sonho Seguro conversou também com Berilia Jose Santos, Resseguros; Caterine Xavier Silva, Resseguros; Renata Oliveira Silva, Comercial; e Rosemeire Monteiro, Canal Remoto. 

Que as mulheres tenham VOZ

No Brasil, as mulheres já representam 50% do quadro de 300 funcionários da Mitsui Sumitomo. “Nossa política prevê que todas as vagas tragam candidatas mulheres. Hoje, na diretoria, ainda há predominância masculina, mas temos 3 mulheres que se reportam ao board. Vemos isso como um avanço e tanto”, comemora Julia, que está há 10 anos no mercado segurador e 4 anos na seguradora japonesa. “A pandemia exigiu de todos uma adaptação nunca vista antes, com as mulheres no “modo on”, mil e uma utilidades, sem saber onde um papel começa e outro termina. No final, o que vemos hoje é que todos estão bem e seguimos organizando tudo”, diz ela, que tem como lema para 2021 a palavra VOZ. “Que as mulheres tenham VOZ e a usem para construirmos juntos uma sociedade mais igualitária”. 

APRENDER MAIS. Esse sonho move Berilia. Ela trabalha na área de resseguros, que conta com quatro mulheres na equipe. Berilia, que tem este nome de ativo químico e pedra preciosa porque o pai amava química, está há 30 anos na Mitsui Sumitomo. “Impressionante com somos multitarefas. Quando vejo, o dia já acabou e fiz de tudo. A pandemia trouxe um senso de organização muito grande para as mulheres”, diz ela que se dedicará neste ano a aprender a falar japonês. A palavra que define 2021 para ela é FORÇA.

RESISTÊNCIA é a palavra-chave de 2021 para Catarine, recém casada e sem filhos. Ela afirma que a pandemia democratizou os papeis e todos passaram a olhar com mais cuidado para o próximo e também a ser mais resilientes em relação aos sonhos que foram interrompidos ou adiados. Ela, que está na Mitsui Sumitomo há 8 anos e hoje atua com resseguros, foi a primeira mulher brasileira a fazer parte do Programa de Treinamento do grupo, o Secondee, que faz o intercâmbio de diversos países para a Casa Matriz. “Estava no Japão quando começou a pandemia. Um sonho que foi interrompido em função da situação do mundo. Ficaria no Japão por seis meses e voltei três meses antes. Uma pena não poder conviver mais com as pessoas na matriz e meus colegas do mundo todo selecionados para o programa e conhecer mais o país.”, diz ela que passou por diver sas áreas da companhia, começando por atendimento. “Mas aproveitei cada minuto e me dediquei para organizar o homeoffice e seguir dando a minha contribuição para a equipe”. 

Renata é responsável comercial da filial de Porto Alegre, a segunda maior da empresa, superada apenas por São Paulo, onde está a matriz. “A pandemia veio para mudar todas nós. Busco olhar o lado bom. Sou mãe e profissional 24 horas por dia. Conviver mais com meu filho tem sido importante e me tornou uma pessoa muito mais organizada. Tem tantas tarefas, que aprendi a não deixar nada para depois”, conta ela. Para 2021, ser CAMALEÃO é a linha mestra. “Somos boas em unir, resolver e ensinar. Sou uma profissional de vendas e adoro estar com as pessoas, com a minha equipe, parceiros e clientes. Por isso, meu maior desejo é a vacina”. 

LUTA segue sendo o lema da mineira Rosemeire, de 45 anos. Nascida em São Paulo, passou sua infância em Frutal, pequena cidade de Minas Gerais. Ela trabalha desde cedo. Ingressou no mercado de seguros, na área de atendimento. “Como negra, tive de desenvolver habilidades para entender as pessoas e trocar o julgamento pelo acolhimento. Essas duas características me são muito uteis na minha trajetória profissional. Me dou muito bem com as pessoas, gosto de falar e mais ainda de ouvir. Estou há 8 anos na Mitsui Sumitomo e acabo de ser promovida para uma nova área, que dará apoio ao desenvolvimento dos corretores neste novo momento do mercado segurador, com toda essa mudança nos hábitos do consumidor”, diz ela. “Desejo que todos nós tenhamos o gosto de vencer os desafios, pois a vida é única”, afirma.

Uma coisa é certa: os diferenciais femininos em suas mais profundas abordagens e as multitarefas atreladas às funções da rotina deixam claro o quanto as mulheres são mestres em conciliar trabalho, família e sociedade.

Setor de seguros está entre os quatro com desempenho positivo em 2020

Fonte: CNseg

Com o objetivo de discutir como foi o ano de 2020 no mercado segurador brasileiro e as tendências para 2021, o Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SindSeg-SP) realizou hoje (4) uma live com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e do Presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de todos os ramos de Seguros (Sincor-SP), Alexandre Camillo, mediada pelo Presidente do SindSeg- SP, Rivaldo Leite.  

Em se falando do ano de 2020, evidentemente que a pandemia do novo coronavírus teve um papel de destaque, fazendo com que o setor saísse de um crescimento de 12,3% em 2019 para 1,3% em 2020, como pontuou Marcio Coriolano. Ele afirmou que esse recuo é até positivo, comparada com a queda da indústria e do setor de serviços, que foi bem maior. O único setor que se salvou foi o agroindustrial”, afirmou. 

Complementando o presidente da CNseg, Camillo lembrou que no ano passado o Brasil teve uma retração de 4,1% no PIB e mesmo os países com quedas não tão acentuadas no PIB tiveram um desempenho na indústria do seguro positivo como o nosso nessas circunstâncias. 

Detalhando o desempenho do setor de acordo com os diferentes segmentos, Marcio Coriolano afirmou que o resultado no Brasil foi influenciado positivamente, sobretudo pelos segmentos de Saúde e de Danos e Responsabilidades, este último que cresceu cerca de 6%, enquanto o segmento Vida ficou estável e o de Capitalização caiu. “O seguro residencial, por exemplo, cresceu porque a casa das pessoas passou a ser também o local de trabalho e de educar os filhos”, afirmou. “Na pandemia, a procura pelos serviços associados aos seguros residenciais mais que dobrou, ultrapassando os de guincho”, afirmou o Presidente do SindSeg- SP, Rivaldo Leite. 

Outro segmento que apresentou desempenho “espetacular”, segundo Coriolano, foi o de Responsabilidade Civil, com muita gente querendo se proteger contra eventuais processos. “O ramo de pessoas também não foi tão ruim, pois Vida Risco teve um bom desempenho, apesar do VGBL e PGBL, que não foram tão bem devido à grande volatilidade dos ativos”, complementou. 

O Presidente da CNseg lembrou que todos os números citados por ele estão presentes na publicação Conjuntura CNseg, disponível no site da Confederação Nacional das Seguradoras e que, segundo Rivaldo, é um material “riquíssimo” que, inclusive, como afirmou, “inspirou a realização dessa live para explicarmos para a comunidade securitária como o ano de 2020 foi bom”. 

Capacidade de enfrentamento e superação do setor 

Mas se o mercado segurador brasileiro teve esse desempenho considerado tão positivo para as circunstâncias, qual seria a razão? Segundo Coriolano, uma das razões reside no fato de ter havido uma aproximação e uma sinergia muito grandes entre seguradores e corretores, além de um “comprometimento muito maior de nós todos”. 

Outra razão citada por ele para esse bom desempenho foi a possibilidade de se poder contar com uma tecnologia muito efetiva, que possibilitou, além do trabalho remoto, o incremento dos canais digitais de comercialização, “impedindo que os consumidores ficassem desassistidos”. 

Além disso, lembrou Camillo, as seguradoras souberam trazer produtos bem alinhados às necessidades dos segurados. “Quando nos deparamos com uma crise, temos que nos virar com o que temos e tínhamos seguradoras muito bem preparadas tecnologicamente e atentas às necessidades dos consumidores, além de uma rede de distribuição extremamente preparada”, sintetizou o Presidente do Sincor-SP. 

O papel do Governo e da Susep  

Reconhecendo os avanços regulatórios que, em suas palavras, “vão possibilitar um melhor desempenho do setor em 2021”, o Presidente da CNseg destacou como positivas a regulação do Sandbox, que “pode ajudar a criar novos patamares de tecnologia e novos nichos de negócio”; a norma que estabelece proporcionalidade de requisitos de capital de solvência de acordo com o tamanho das sociedades seguradoras, e as normas de flexibilização de contratação por combos para produtos de ramos elementares.

Coriolano, entretanto, lembrou que no início da pandemia vivíamos “um período de ultrarregulação, com o setor submetido ao estresse de eficiência e eficácia”, ao mesmo tempo em que ocorria uma “avalanche de projetos de lei” no Legislativo, com desdobramentos nem sempre potencialmente positivos. 

Alexandre Camillo também criticou algumas iniciativas da Susep que, em sua visão, trouxeram “desassossego à distribuição”, afirmando que “não adianta querer ensinar a nadar quem está se afogando. Temos que jogar a boia”. 

O presidente do Sincor-SP também cobrou uma atitude mais enérgica do Governo em relação ao mercado marginal de seguros que, segundo ele, retira recursos das seguradoras e corretoras, faz o estado perder receita vinda dos impostos e ainda destrói a imagem institucional do seguro. 

Perspectivas para o futuro 

“Em vista de tudo que realizamos em 2020, faremos um trabalho ainda melhor em 2021, mas o desafio é grande”, disse o Presidente da CNseg, complementando que “existem várias oportunidades, mas elas dependerão da capacidade de nos mobilizarmos em conjunto e exigir que o Governo e o Congresso façam o seu papel de estabilização e nos dê os instrumentos necessários”. 

Coriolano também reconhece que a capacidade de vacinação terá um papel importante na retomada, bem como as políticas pró-cíclicas, que envolvem tanto o auxílio emergencial aos cidadãos que perderam renda, como o auxílio a certos setores de negócios, por meio de subsídios e empréstimos. 

Outro fator lembrado por ele foi o da necessidade de incorporar mais gente ao mercado segurador. “Nós alcançamos apenas 30% dos cidadãos brasileiros, pois 70% da população ganha menos de 2 salários mínimos. É tanto um dever moral quanto de negócios do nosso mercado propor um marco regulatório para que possamos expandir o setor negócio por meio do microsseguro, ou seguros inclusivos, ou o nome que se dê”, concluiu, já ao fim da live.

MAG Seguros cria projeto para Fenacor e Sincor que visa capacitar corretores de seguros

“Essa parceria é mais um passo no processo de adaptação das entidades que representam os corretores de seguros ao novo cenário”, disse Armando Vergilio, presidente da Fenacor

A segunda edição do programa “Conexão Fenacor/Sincor”, que será transmitido pelo canal da Federação no Youtube, no dia 18 de março (quinta-feira), a partir das 16:30 horas, terá uma grande novidade para os corretores de seguros. Trata-se do lançamento oficial de um inovador e ousado projeto, que vai ajudar a categoria a realizar um amplo reposicionamento de mercado, a partir da diversificação dos negócios – atuando em nichos ainda inexplorados – e do forte investimento na capacitação e no conhecimento.

Desenvolvido em parceria com a MAG Seguros, o projeto foi pré-lançado nesta quarta-feira (03/03) em live que reuniu dirigentes da Fenacor e dos Sincors e executivos da seguradora. “Esse projeto, na minha avaliação pessoal, é a melhor e maior oportunidade construída nos últimos anos para os corretores de seguros. Está sendo entregue nas mãos dos líderes da categoria, para que possam, com envolvimento e compromisso, levar essa oportunidade inédita e única para os corretores dos seus estados”, afirmou o presidente da Fenacor, Armando Vergilio.

Ele frisou ainda que essa parceria é mais um passo no processo de adaptação das entidades que representam os corretores de seguros ao novo cenário, indo além da missão de representação institucional e política, que “já é feito com pleno sucesso”, para atender novas necessidades da categoria em termos de qualificação e capacitação profissional. “Estamos gerando oportunidades de negócios e proporcionando novos caminhos e uma nova visão de mercado para que o corretor possa diversificar sua atuação”, observou Vergilio.

PARCERIA. Por sua vez, o CEO da MAG Seguros, Helder Molina (foto), salientou que um dos principais objetivos do projeto é propiciar conhecimento, qualificação e ferramentas adequadas ao corretor de seguros visando a impedir que ocorra no Brasil o que foi registrado em mercados como o norte-americano.

Segundo ele, nos Estados Unidos, a categoria foi “atropelada” pelos agentes autônomos de investimento (AAIs). “Lá, atualmente, há 1,3 milhão de agentes financeiros, número que vem crescendo, contra 150 mil corretores e agentes de seguros, soma que segue decrescendo. Já no Brasil, atuam 10 mil agentes financeiros e 90 mil corretores de seguros. Então, ainda temos a oportunidade de dominar esse mercado, empoderando o corretor, para que possa, além dos riscos de morte, invalidez e sobrevivência, olhar também para os investimentos Aí, está a diferença”, frisou o executivo.

O projeto foi apresentado aos presidentes e diretores dos Sincors pelo diretor de Marketing da MAG Seguros, Leonardo Lourenzo. Ele explicou que a intenção principal é fornecer as ferramentas adequadas para que o corretor possa prover para os clientes tanto as soluções de proteção individual, quanto de investimentos e de acumulação. “O corretor de seguros tem que olhar para a forma como ele atua e enxergar a possibilidade de fazer e ganhar mais e de ter mais relevância. Isso é desafiador, mas essa parceria vai apoiar o corretor nessa transformação”, destacou Lourenzo.

Nesse contexto, foi montado para o corretor de seguro um completo arcabouço de marketing, comunicação, captação, venda, gestão de carteira e pós-venda. A base desse apoio será um hub comercial, com acesso a todas as ferramentas, de forma muito simples.

Assim, desde o cadastramento até a gestão de carteira, o corretor terá amplo apoio, incluindo treinamento e desenvolvimento para que possa enxergar oportunidades.

Haverá ainda trilhas de treinamento, incluindo a apresentação de uma visão geral do quadro atual e das perspectivas futuras; programa de treinamento exclusivo; e outras específicas sobre produtos de vida e previdência e de investimentos. “Temos um portfólio bem amplo de produtos, para cada perfil de investimento, seja proteção para morte, invalidez, problemas de saúde, previdência e fundos de investimento”, listou o executivo.

Ele adiantou ainda que, em uma fase futura do projeto, serão apresentadas novas ferramentas, englobando emuladores dinâmicos, lojas online e uma plataforma digital aberta para que o corretor possa trabalhar com diferentes provedores e soluções.

BID promove seguro que garante retorno de investimentos de PMEs em eficiência energética

O seguro poderá ser oferecido também em parceria com bancos privados

Fonte: BID

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) promove a partir de hoje no Brasil o Programa ESI (Seguro de Economia Energética, na sigla em inglês), cujo pilar central é uma apólice que garante o retorno financeiro de projetos de eficiência energética e de instalação de geração de energia fotovoltaica (de painéis solares).

O seguro prevê o pagamento do valor correspondente à redução no consumo de energia (para projetos de eficiência energética) ou à geração elétrica (para instalações fotovoltaicas) previstas em contrato, caso esses indicadores não sejam atingidos por problemas de desempenho do projeto ou dos equipamentos envolvidos. É o que o mercado chama de “seguro de performance energética”, já existente na Europa, mas ainda incipiente no Brasil e nos países vizinhos.

“Muitas vezes, projetos relevantes, por exemplo, de instalação de painéis solares, são postergados por medo de os investimentos não gerarem economia. Ao garantir o desempenho desses projetos, queremos incentivar o crescimento de um mercado com potenciais óbvios em termos ambientais e econômicos, sobretudo para as pequenas e médias empresas”, diz Morgan Doyle, representante do Grupo BID no Brasil.

As PMEs foram elencadas como prioridade para o programa pelo BID devido a seu peso na economia do país. Estratégicas para a economia nacional, essas empresas representam 99,5% das empresas e 58% dos empregos formais no Brasil e podem ganhar espaço no orçamento ao otimizarem seus custos com eletricidade. No Chile, país em que o BID já promove o ESI, um estudo aponta que a energia elétrica corresponde a até 20% dos gastos operacionais de médias empresas – que ainda assim postergam investimentos em eficiência energética devido à falta de conhecimento ou de visibilidade do potencial de economia.


Acompanhamento e parceria com a ABNT
Além do seguro, o programa contempla acompanhamento do pré-projeto, da instalação dos equipamentos e da mensuração do desempenho durante um período de até cinco anos. Esse suporte é feito em parceria com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), o que confere consistência metodológica à iniciativa.

A contratação do seguro é feita com seguradoras conveniadas ao programa – atualmente, há uma empresa no Brasil, a Invest, e o papel do BID é apenas o de indutor deste mercado. O tomador do seguro é o fornecedor das soluções energéticas, e o beneficiário é a PME (uma loja ou uma pousada, por exemplo) que contrate os serviços de eficiência ou de geração energética.

O seguro poderá ser oferecido também em parceria com bancos privados que, com a garantia oferecida pelo modelo, terão mais segurança para oferecer crédito para investimentos em eficiência energética. O BID está aberto para apoiar os bancos interessados em adotar o seguro em suas operações.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a capacidade instalada de geração de energia solar no Brasil saltou 67% entre 2019 e 2020, chegando a 7.675 megawatts. Com o aumento de segurança em relação a esses projetos, o BID espera acelerar o ritmo desta expansão, além de incentivar o financiamento por parte de bancos locais a iniciativas desse tipo.