Corretora Vila Velha Seguros celebra 50 anos de tradição, inovação e confiança

Vila Velha corretora

por Denise Bueno

A Vila Velha Seguros celebra 50 anos de história, e a festa mostrou a grandeza desta corretora fundada em 1975 por João Alzani Filho, que deixou um legado de inovação, governança e transparência, seguido pelos filhos Willian e Jolini Alzani, que preparam a terceira geração para a sucessão deste império que nasceu com o propósito de prestar um atendimento próximo e humano – valores que permanecem como essência mesmo após meio século de transformações.

Os irmãos pouco aparecem nas mídias. Jolini, mais conhecida como “Jô”, é uma empresária que vai direto ao ponto, sem desperdícios com retrabalhos, para que ninguém perca tempo e dinheiro. Pelo contrário. Contribui para difundir a cultura de que, quando todos fazem bem a sua parte, a esperança de um mundo melhor para todos é grande. Claro que isso se reflete nos negócios, com um atendimento ao cliente final de deixar qualquer concorrente — e também seguradoras — de queixo caído com índices de satisfação, renovação e conquistas de novos clientes na propaganda boca a boca muito acima da média do setor.

“Celebrar 50 anos de Vila Velha é comemorar a jornada de um sonho que se transformou em um grupo sólido, humano e inovador”, conta Jolini Alzani, diretora e filha do fundador, ao Sonho Seguro, na impecável festa sem qualquer autoridade política ou de entidades — coisa raríssima de acontecer nas festas do setor de seguros. Mas, nesta, diferente de qualquer outra, foram convidados apenas os amigos do dia a dia, ou seja, quase mil seguradores, parceiros de negócios e colaboradores na Sala São Paulo.

Já Willian Alzani muito faz e nada fala — não só por timidez, mas também por um estilo discreto de levar a vida e extremamente ocupado em manter e inovar o legado de uma das corretoras mais tradicionais e admiradas pelas seguradoras, colaboradores e parceiros de negócios. Avesso a entrevistas e publicidade, dedica seu tempo a literalmente construir um mundo melhor. Tanto que muitos ficam sabendo de suas ações por outros — e por um outro tão avesso a entrevistas quanto ele: Jayme Garfinkel. Presente na festa, o filho do fundador do grupo Porto contou que era praticamente amigo do pai, João Alzani, que morreu de forma súbita, deixando todo o setor de seguros consternado em setembro de 2014.

“Além de ser amigo e admirador do pai, sou também dos filhos. A minha vinda se deve a isso e também para agradecer William, pois soube que ele fez uma doação para o Instituto Ação pela Paz”, contou ele, que também tem o prazer de ter passado a sucessão ao filho Bruno Garfinkel. Desde que deixou a presidência do conselho da Porto Seguro, em maio de 2019, o empresário dedica boa parte do seu tempo a tentar reduzir o elevadíssimo índice de reincidência criminal no Brasil, que está na casa dos 70%.

A trajetória da Vila Velha reflete um raro equilíbrio entre tradição e modernidade. “A consolidação de uma trajetória construída sobre valores sólidos como confiança, ética e inovação, que evoluiu sem perder a sua essência, foi essencial para nossa longevidade”, afirma Jolini. Segundo ela, a formação do grupo, hoje composto por cinco empresas, simboliza um novo ciclo de crescimento. “Cada empresa atua de forma complementar — oferecendo desde consultoria em seguros até serviços técnicos, educacionais e operacionais para condomínios — o que nos permite entregar soluções completas e de alto valor agregado aos clientes.”

Com unidades em São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro e quase 500 colaboradores, o Grupo Vila Velha reúne corretora de seguros, prestadora de serviços, instituto de capacitação, clínica de medicina preventiva e assessoria a corretores. “Essas cinco frentes constroem um ecossistema corporativo único, que une tradição, inovação e cuidado humano, proporcionando um atendimento 360 graus aos nossos clientes. Essa sinergia nos permite atuar desde a prevenção e capacitação até a proteção patrimonial e pessoal, garantindo um acompanhamento contínuo e personalizado.”

O amadurecimento institucional também marca a transição para um modelo de governança sólida e sustentável. “Mais do que uma mudança de estrutura, essa transição representa um amadurecimento em que a cultura familiar se transformou em propósito corporativo, preservando o legado do fundador e preparando o grupo para as próximas décadas de crescimento”, diz.

A essência da Vila Velha sempre foi o relacionamento próximo com pessoas. “Um dos nossos principais diferenciais está na forma de se relacionar com clientes, com foco em um atendimento personalizado e consultivo. Essa essência humana é o que sustenta nossa credibilidade há décadas e continua sendo o centro de tudo o que fazemos.”

Ela destaca que a tecnologia é vista como aliada, não substituta. “Investimos em ferramentas que ampliam nossa eficiência e aprimoram a experiência do cliente — sem abrir mão da empatia e da escuta ativa. Nosso objetivo é usar a tecnologia para potencializar o contato humano, automatizando processos e personalizando ainda mais o atendimento. Assim, conseguimos unir o melhor dos dois mundos: inovação e proximidade.”

A corretora nasceu especializada no setor da construção civil e hoje se consolidou como referência nacional no mercado condominial. “O seguro condominial continua sendo um dos pilares da Vila Velha e segue com papel fundamental na nossa atuação”, diz Jolini. “Mas estamos ampliando o foco para novos segmentos, especialmente os voltados à pessoa física, como automóvel, saúde e vida.”

Além desses ramos, o grupo também aposta em produtos complementares, como planos de saúde para pets, seguro viagem e seguro celular, que vêm ganhando espaço no portfólio. “Essas linhas representam oportunidades importantes para oferecer soluções mais completas e personalizadas aos nossos clientes”, afirma.

As relações com seguradoras também evoluíram. “A Vila Velha sempre valorizou relações de longo prazo com as seguradoras, construídas sobre confiança, transparência e objetivos comuns. Essa parceria nos permite oferecer negociações sustentáveis e manter uma carteira sólida, com alta taxa de permanência e baixo índice de cancelamentos”, explica Jolini. “A incorporação de tecnologia fortaleceu ainda mais essa relação, permitindo decisões mais eficientes e orientadas a dados.”

A estratégia de crescimento segue centrada em parcerias estratégicas. “Nosso foco está em empresas com sinergia nas áreas de vida, saúde e automóvel”, afirma. “Essas parcerias permitem expandir nossa presença regionalmente, mantendo o padrão de atendimento e a cultura que sempre nos caracterizaram. Não temos planos imediatos de aquisições ou franquias, mas estamos abertos a modelos colaborativos, como parcerias regionais e plataformas digitais.”

Para Jolini, o futuro da Vila Velha será guiado pela nova geração, mas com o mesmo compromisso com pessoas e propósito. “Queremos manter vivos os valores que sempre nos guiaram — ética, proximidade e cuidado — enquanto olhamos para frente com inovação”, diz. “Nos próximos anos, queremos que a Vila Velha continue sendo sinônimo de confiança, mas também de transformação, unindo tecnologia e humanidade para proteger o que realmente importa. O legado que queremos deixar é o de uma empresa que cresce sem perder sua essência familiar, que inspira colaboradores e parceiros, e que continua fazendo a diferença na vida das pessoas — com coração, propósito e segurança.”

Os irmãos subiram ao palco antes do início do concerto, mas apenas Jolini falou: “É um momento de celebração e homenagem, que era um sonho de nosso pai, e hoje tentamos fazer uma coisa bonita para CNPJs que viraram CPFs, amigos queridos. Obrigada a todos pela presença de vocês. Preparamos esta festa com muito carinho em agradecimento a todos vocês.”

Assim terminou o impecável evento — desde o convite, passando pelo coquetel e jantar, num formato que favoreceu o networking entre todos. A impressão era de estar numa festa familiar — que terminou num lindo concerto com a Orquestra Sinfônica de Heliópolis — com os parceiros de negócios aplaudindo o que foi construído pelo grande profissional que foi João Alzani e pela continuidade dada pelos filhos.

Breno Gomes, CEO e Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife: “É um privilégio ser provedor de soluções para a Vila Velha. Tive o prazer de conhecer, trabalhar, aprender e até conviver com o João Alzani, que foi talvez um dos meus principais tutores no mercado de seguros. Quando entrei nesse setor, o João, de forma totalmente generosa, resolveu me transformar em um executivo de seguros e construímos uma relação de muita transparência e respeito. Ele deixou sementes muito fortes em mim e na própria Vila Velha, que hoje carrega uma cultura sólida, forjada por ele e brilhantemente continuada pelo William e pela Jolini, e também pelo Ivanor. A corretora tem uma cultura de serviço leve de fazer negócios, com transparência e proximidade. Para nós, da MetLife, é um orgulho enorme termos a Vila Velha como parceira de negócios. E, para mim, pessoalmente, é uma alegria ver uma empresa construída pelo João Alzani ser continuada de forma tão brilhante pelo William, pela Jolini e por toda a equipe. Desejo que venham muitos outros 50 anos, sempre com esse espírito de parceria leve, humana e transparente.”

José Adalberto Ferrara, CEO, e Magda Truvilhano, superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine: “Eu não sabia que a Vila Velha era tão enraizada no meio seguritário. Nunca fui a uma festa de corretores com tanta gente convidada assim (quase mil pessoas). Estou impressionado com isso. Mas a Vila Velha é uma parceira de todos os seguradores. E isso é que dá praticar o jogo ganha-ganha no mercado securitário e fazer a nossa indústria crescer de acordo com o plano diretor do mercado, o PDMS, que prevê que até 2030 nós tenhamos que ser 10% do PIB. Não está longe disso, está em 6,7%. Falta pouquinho, temos mais 5 anos e 3 meses para chegar aos 10% do PIB. Se não for 10, que seja 8,5. Vamos caminhar juntos para crescer dois dígitos neste ano e em 2026. Comemorar 50 anos da Vila Velha Corretora é celebrar uma história construída com muito trabalho, confiança e relacionamento. Temos muito orgulho de contar com esta parceria sólida e de confiança que contribui para levar proteção e tranquilidade para tantas pessoas e empresas. Parabéns a toda a equipe da Vila Velha por essa história de sucesso e pelo importante papel que desempenham no mercado de seguros!”

Luciano Soares, CEO da Icatu: “A Vila Velha é um grande parceiro da Icatu, marcada pela tradição, com todos os negócios pautados pela ética e um trabalho primoroso de atenção aos clientes, à adequação entre o perfil do investidor e os produtos financeiros. Temos muito orgulho de estar aqui compartilhando este momento de alegria com a família e com toda a equipe desta tradicional corretora, que vem inovando para levar proteção de qualidade à sociedade brasileira.”

Igor Di Beo, vice-presidente da HDI Seguros: “Quero parabenizar os 50 anos da Vila Velha. Quantas companhias permanecem no mercado com tanta força durante 50 anos? Sem dúvida, é um marco para ser celebrado. A Vila Velha é um grande parceiro do grupo HDI, com resultados fantásticos, e queremos que essa parceria dure pelo menos mais 50 anos.”

Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguros: “A Vila Velha é uma belíssima história de 50 anos. É uma corretora sempre moderna, sempre inovadora. Inspirou a Porto Seguro em várias iniciativas. É um privilégio estar hoje aqui comemorando 50 anos da Vila Velha por tudo o que construíram e, com certeza, pelo espírito empreendedor. Que venham mais 50 anos e parabéns à família Vila Velha pela belíssima história.”

Karine Brandão, diretora executiva Comercial da MAPFRE Brasil: “Parabenizo os 50 anos da Vila Velha, uma empresa familiar de empreendedores que vem conseguindo entregar não só um legado, mas também uma relevância para o mercado segurador, impactando clientes e fazendo com que nós, da Mapfre, tenhamos muito orgulho de estar ao lado da corretora nesta jornada de construção do futuro. Parabéns e que venham muitos mais anos de crescimento pela frente.”

Leonardo Freitas, diretor comercial da Bradesco Auto RE: “50 anos de história, confiança e propósito. A Vila Velha Corretora chega a esse marco celebrando meio século de dedicação à proteção de pessoas, famílias e sonhos. Para nós, da Bradesco Auto/RE, é um orgulho caminhar ao lado de uma parceira que compartilha os mesmos valores e a mesma paixão por cuidar. Parabéns, Vila Velha — que venham muitos outros anos de conquistas e proteção!”

Adriana Lins, diretora comercial da SulAmérica Saúde: “Estou hoje aqui celebrando com todo o mercado de seguros os 50 anos da Vila Velha. Uma festa linda, de um grande parceiro que a SulAmérica honra, porque nós não só temos 50 anos de história — temos muito mais. Fico muito feliz de estar aqui hoje comemorando com a família Vila Velha esses 50 anos de muita tradição, responsabilidade social e competência em um segmento da economia tão sustentável quanto o nosso mercado de seguros.”

Seguradora MetLife anuncia Marcelo Vighi como novo CIO

A MetLife anuncia Marcelo Vighi como seu novo Chief Information Officer (CIO) no Brasil. Com 27 anos de experiência na área de tecnologia, Vighi chega à companhia com o desafio de impulsionar a jornada de transformação digital da MetLife, fortalecendo a integração entre negócios e tecnologia e promovendo uma cultura ainda mais ágil e inovadora onde a inteligência humana é potencializada pela Inteligência Artificial (IA).

Com passagem por empresas como Getnet, Sicredi, Dell, IBM e Agibank, Vighi reúne uma sólida trajetória no setor financeiro e em grandes corporações globais. Especialista em infraestrutura tecnológica, nuvem híbrida e eficiência operacional, ele também é reconhecido por sua liderança inspiradora e por fomentar ambientes colaborativos e diversos, conectando times multidisciplinares em torno de um propósito comum: gerar impacto positivo por meio da inovação. Atuando no universo de aceleradoras continuamente, Marcelo participa ativamente em mentorias para startups, inclusive no setor de seguros, fornecendo insights para Data Analytics e Inteligência Artificial.

“A MetLife é uma empresa que entende a tecnologia como habilitadora de novas experiências e de um modelo de negócios cada vez mais conectado com as necessidades das pessoas. Quero contribuir com o propósito de ampliar essa visão, integrando inovação, dados e empatia para impulsionar a evolução digital da companhia e entregar valor real para clientes, parceiros e colaboradores”, afirma Marcelo Vighi, CIO da MetLife Brasil.

Formado em Gestão de Negócios e Estratégia e com Mestrado Profissional Internacional pela Unisinos e Université de Poitiers, Vighi também concluiu o programa executivo Leading Change and Organizational Renewal da Stanford Graduate School of Business, nos Estados Unidos.

Com essa nomeação, a MetLife reforça seu compromisso com a transformação digital, a eficiência operacional e a experiência do cliente, pilares estratégicos do plano de crescimento da companhia no país.

Longevidade em movimento: como o Brasil pode transformar os anos extras de vida em qualidade

a XVII edição do Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

Por Denise Bueno

Aos poucos, o Brasil está deixando de ser um país jovem. Dados do IBGE indicam que a população com mais de 60 anos já ultrapassa 33 milhões de pessoas — o dobro do que havia há uma década. A previsão é que, em 2070, 37,8% dos brasileiros sejam idosos, e a expectativa de vida chegue a 83,9 anos. Mas, junto com a conquista de viver mais, vem um alerta: o desafio de viver melhor.

Durante o XVII Fórum da Longevidade, promovido pela Bradesco Saúde e pela Bradesco Vida e Previdência, em São Paulo, o tema “Longevidade em Movimento” trouxe uma mensagem direta: envelhecer com qualidade depende de atitudes no presente. Mesmo com tanta informação disponível e acesso crescente a programas e recursos de saúde, o Brasil ainda registra índices alarmantes de sedentarismo e obesidade — cerca de 70% da população. O resultado é preocupante: os brasileiros passam, em média, nove anos precisando de ajuda para viver antes da morte, enquanto na Coreia do Sul esse período é de apenas três anos.

Quatro capitais da longevidade

O médico gerontólogo Alexandre Kalache, referência mundial em envelhecimento saudável, lembra que a longevidade é um projeto de vida que deve começar cedo. “Para chegar aos 100 anos com qualidade, é preciso acumular quatro capitais”, ensina. O primeiro é o capital de saúde, que deve ser cultivado desde a juventude: alimentação equilibrada, sono adequado, atividade física e prevenção de doenças são pilares inegociáveis.

O segundo é o capital do conhecimento. “Vivemos uma era de transformação tecnológica e social acelerada. Aprender continuamente é o que nos mantém mentalmente ativos e preparados para as mudanças”, afirma.

O terceiro é o capital social, formado pelas relações e redes de apoio que sustentam a vida emocional e prática na velhice. “Todos nós, em algum momento, precisaremos de cuidados. É preciso refletir: quem vai cuidar de você?”, questiona Kalache.

E, por fim, o capital financeiro, que garante autonomia e segurança. “Envelhecer com dignidade exige estabilidade material — ter um teto, conforto, acesso a medicamentos e renda suficiente para manter o bem-estar”, conclui.

Viver mais não basta: é preciso viver melhor

Para o preparador físico e especialista em qualidade de vida Marcio Atalla, o prolongamento da vida é uma vitória da medicina e da sociedade, mas traz um novo desafio: transformar longevidade em vitalidade. “Estamos vivendo mais, mas não necessariamente melhor. Os anos vividos com autonomia não acompanham o aumento da expectativa de vida”, alerta.

Atalla lembra que o autocuidado é intransferível. “Não adianta esperar por soluções milagrosas ou medicamentos que substituam o que o corpo precisa. Atividade física, alimentação equilibrada, sono e vínculos sociais são os verdadeiros pilares da longevidade saudável”, resume.

Ele reforça que o exercício físico é o mais poderoso remédio preventivo. Caminhar, nadar ou pedalar são atividades capazes de retardar a perda cognitiva e até proteger contra demências. Pesquisas da UFRJ mostram que o hormônio irsina, liberado durante o exercício, pode reverter a perda de memória — algo que nenhum medicamento conseguiu fazer.

Além do impacto cerebral, manter a força muscular é determinante para a autonomia. “Pernas fortes significam independência na velhice. Elas garantem equilíbrio, circulação adequada e diminuem o risco de quedas — uma das principais causas de morte entre idosos”, diz Atalla.

Ele explica que massa e força muscular não são sinônimos: “Ter músculos grandes não garante potência. É preciso trabalhar resistência e movimento constante das pernas.” Mesmo quem foi sedentário a vida inteira pode mudar essa trajetória. “Nunca é tarde para começar. Cada escolha conta para determinar como viveremos o tempo que temos”, conclui.

Atalla lembra o empresário Abílio Diniz, que faleceu aos 87 anos, como exemplo de longevidade ativa. “Ele viveu de forma plena, com autonomia e vitalidade. Desde jovem, praticava esportes e incentivava hábitos saudáveis. Cuidar da saúde não garante viver mais, mas garante viver melhor”, afirma. Para o especialista, o legado de Abílio é a prova de que qualidade de vida é resultado de disciplina e autocuidado.

O desafio financeiro do envelhecimento

A planejadora financeira Ana Leone chama atenção para um outro tipo de desequilíbrio: o financeiro. “Estamos vendo uma geração de pessoas com mais de 60 anos que não consegue viver com os recursos que acumulou. Muitos continuam trabalhando ou dependem da ajuda dos filhos”, lamenta.

Ela observa que o rápido envelhecimento da população criou dois grupos distintos: os que planejaram desde cedo e os que nunca conseguiram ou quiseram pensar no futuro. “Mas, independentemente do grupo, todos enfrentam o mesmo desafio: fazer o dinheiro durar mais do que eles.”

Mesmo aqueles que se planejaram sentem o peso da inflação, do aumento dos custos de saúde e da longevidade. “O dinheiro que parecia suficiente há 30 anos já não garante a mesma segurança”, observa Ana.

Para ela, envelhecer com tranquilidade depende de preservar três capitais: o social, mantendo relações saudáveis e redes de apoio; o da saúde, como pilar central; e o financeiro, construído com disciplina e planejamento cotidiano. “Cuidar das finanças é cuidar de si mesmo. É um ato de amor próprio e de responsabilidade com quem virá depois”, resume.

O futuro já começou

O Fórum da Longevidade reforçou um consenso entre os especialistas: o envelhecimento populacional é um fenômeno irreversível, e o Brasil precisa agir agora. Não se trata apenas de aumentar a expectativa de vida, mas de ampliar os anos vividos com autonomia e propósito.

Como resume Alexandre Kalache, “a questão não é viver até os 100 anos, mas viver os 100 com qualidade”. Para isso, será necessário rever prioridades — tanto individuais quanto coletivas —, transformar hábitos e compreender que a longevidade é uma construção diária.

Em um país que envelhece rápido e ainda lida com altos índices de doenças crônicas e baixa educação financeira, cuidar do corpo, da mente e do bolso é, mais do que nunca, uma questão de sobrevivência — e de esperança.

A programação contou apresentação de Cissa Guimarães, música de Zezé Motta, alerta da médica e pesquisadora da Fiocruz, Margareth Dalcomosobre, sobre novas pandemias, Ashton Applewhite, que defendeu que a longevidade é um direito e que o etarismo precisa ser combatido, e homenagens acoreógrafa e diretora Dalal Achcar e a atriz e escritora Beth Goulart, além da cerimônia de encerramento com Tony Ramos e Denise Fraga.

Executivos do grupo Bradesco Seguros da área de vida e previdência, saúde, seguros patrimoniais subiram ao palco para comentar como o grupo tem pensado na inclusão de seguros, ofertando produtos aderentes a sociedade, inclusive para o público 50+ e empreendedores.

No encerramento do coquetel, Alexandre Kalache autografou o livro “A revolução da longevidade”, que celebra os 80 anos de vida e 50 anos de dedicação do médico gerontólogo.

AXA no Brasil celebra o Mês do Corretor

Em comemoração ao Mês do Corretor, a AXA no Brasil celebrou a parceria com os profissionais que impulsionam o mercado de seguros e reforçou seu compromisso com a inovação para gerar mais valor a corretores e assessorias. Com o mote “Juntos a cada passo da sua jornada”, a companhia promoveu ações especiais ao longo de outubro, reconhecendo o papel estratégico desses parceiros na expansão dos negócios da marca no país.

Entre as iniciativas do mês, a AXA apresentou conteúdos exclusivos nas redes sociais com a participação do goleiro Alisson Becker, embaixador global da marca, que é a Patrocinadora Oficial Global de Treinamento do Liverpool FC, destacando o papel fundamental dos corretores no crescimento da companhia no Brasil. Valorizando ainda mais essa parceria de longa data com o clube inglês, a seguradora trouxe para São Paulo pela primeira vez a Liverpool FC Soccer Clinic, uma oficina de treinamento para crianças, com a participação de treinadores da Liverpool Academy e o ex-lateral Fábio Aurélio, o primeiro brasileiro a defender os Reds.

Reforçando um dos principais pilares estratégicos para o crescimento, o de Massificação, a AXA no Brasil se apoia em novas ferramentas digitais e na diversificação de produtos para fortalecer o relacionamento com os corretores. “A digitalização tem sido uma aliada para ampliar nossa presença e facilitar o acesso aos seguros AXA em todo o país. Queremos que nossos parceiros tenham mais autonomia, agilidade e oportunidades de negócio, explorando todo o portfólio. Hoje a AXA tem seguros para todas as necessidades”, afirma Luciano Calheiros, Vice-Presidente Comercial, Marketing e Experiência do Cliente.

A AXA iniciou outubro com uma festa para corretores parceiros na Roda Rico. Mais do que celebrar o Mês do Corretor, o evento encerrou a série de 10 encontros que a seguradora realizou por todo o país para comemorar os 10 anos no país, estreitar laços e reforçar sua maneira próxima de trabalhar, cocriando soluções. “O Roadshow foi um grande sucesso esse ano. Para o time comercial, foi fundamental estar ao lado e receber feedbacks dos corretores, bem como compartilhar resultados e falar da nossa estratégia de crescimento conjunto. Fechamos o circuito com sentimento de construção de futuro, reafirmando a importância do papel dos parceiros nessa jornada”, completa Calheiros.

Grupo HDI celebra Mês do Corretor com lançamentos e experiências exclusivas

por HDI

As marcas HDI Seguros, Yelum e Aliro, que integram o Grupo HDI – um dos maiores conglomerados seguradores do país –, iniciaram o Mês do Corretor com uma campanha inédita que celebra a força e a importância dos profissionais que movem o setor. Sob o mote “Seguro é ter você com a gente”, a iniciativa aconteceu ao longo de outubro, com lançamentos estratégicos, ações nas filiais da companhia, conteúdos inspiradores e experiências exclusivas.

Mais do que uma homenagem, o Mês do Corretor é considerado, pelo Grupo HDI, um movimento de reconhecimento dos parceiros que transformam produtos em proteção real, constroem confiança com cada cliente e impulsionam resultados em todo o país. Com o objetivo de fortalecer essa valorização na prática, a companhia apresentou uma série de lançamentos semanais, entre eles:

  • Integração das plataformas de marketing: novo ambiente que unifica o HDI+Corretor e o Meu Marketing, reunindo todas as peças e materiais das marcas do Grupo em uma experiência prática e completa;
  • Novo site de marcas e portfólio: espaço que reúne todas as soluções e oportunidades do Grupo HDI, com informações sobre produtos, marcas e programas voltados aos parceiros;
  • Cresça Assessorias: programa dedicado às assessorias, com ações personalizadas a suas necessidades, como comunicações segmentadas, campanhas de incentivo exclusivas, treinamentos específicos, eventos direcionados e atividades de relacionamento;
  • Cresça Cast: novo canal de comunicação audiovisual do Programa Cresça Corretor, que estreia com episódios mensais e conteúdos exclusivos voltados ao desenvolvimento dos corretores;
  • Academia Essencial: trilha de conhecimento criada para apoiar novos corretores, com conteúdos sobre o Grupo HDI, portfólio de produtos, sistemas HDI e Yelum, pós-vendas, sinistros e assistência 24h.

De 13 a 17 de outubro, a companhia também realizou a Semana de Celebração nas Filiais, um momento de integração e reconhecimento que transformou as unidades em espaços de comemoração, com ambientação temática, brindes, experiências gastronômicas e relacionamento entre parceiros e executivos da companhia.

Outro grande destaque foi a Live Especial com Caio Carneiro, realizada no dia 14 deste mês, com o tema “Seguro é ter mentalidade para vender mais”. A transmissão contou com a participação do vice-presidente Comercial do Grupo HDI, Marcos Machini, que apresentou conteúdos inspiradores e sorteios de prêmios exclusivos.

“Sempre reforçamos que o corretor é peça-chave para o Grupo HDI – não apenas como principal canal de distribuição, mas também por sua atuação como consultor e gerador de confiança para os clientes. Ele entende as necessidades de cada segurado e oferece as melhores soluções com sensibilidade e precisão. Seu papel é complexo e tão essencial que atravessa gerações, sustentando a credibilidade da indústria de seguros e sendo fundamental para a construção e o sucesso dos nossos negócios”, destaca Machini.

Ao longo do mês, os corretores também foram convidados a participar de ações gamificadas e lançamentos de mídia das marcas do Grupo, que ampliaram o engajamento e reforçaram o compromisso da companhia em reconhecer e apoiar seus parceiros em cada etapa da jornada. Além dessas novas ações, a empresa conta com campanhas recorrentes de incentivo, como a Conexão Mundo e Brasil, Cresça com o Vida e outras. 

Por que as joias roubadas do Louvre não tinham seguro?

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Conjunto de joias das rainhas Maria Amélia e Hortênsia em exposição na Galeria Apolo, no Museu do Louvre — Foto: AFP/ STEPHANE DE SAKUTIN

Por Liz Alderman, The New York Times — Paris

Havia tiaras, brincos e colares cravejados de diamantes, safiras e esmeraldas. Mas, quando ladrões invadiram o Museu do Louvre em um ousado assalto no último fim de semana, roubando as joias da coroa pertencentes à Imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III, o que eles levaram era algo inestimável: uma parte do patrimônio da França que jamais poderá ser substituída. Ainda assim, o Louvre estimou o valor do roubo: impressionantes € 88 milhões, ou cerca de R$ 550 milhões. Mas o museu não será indenizado pela perda. Descobriu-se que nenhum dos itens reais estava segurado.

Custo enorme

Quando os ladrões escalaram uma escada mecânica até o segundo andar do Louvre e invadiram a Galeria Apollo, onde as joias reais estavam expostas no domingo, eles, essencialmente, entraram em um prédio do governo que abriga tesouros pertencentes ao Estado francês. 

A maioria dos museus franceses possui seguro, mas o Estado atua como seu próprio segurador nos maiores, incluindo o Louvre. Segundo Nicolas Kaddeche, diretor técnico da Hiscox Assurances France — uma das líderes no mercado de seguros para museus —, nenhum seguro privado foi contratado para as joias ou para qualquer parte das coleções permanentes do Louvre. 

O motivo? Os prêmios de seguro seriam proibitivamente caros — mais altos até que o custo de investir em vigilância e manter uma equipe de segurança, mesmo para o Louvre, que tem até seu próprio corpo de bombeiros interno. 

Como o maior museu do mundo, o Louvre possui um catálogo que inclui, claro, a Mona Lisa, a Vênus de Milo e mais de 35 mil obras de arte em exposição ao longo de 13 quilômetros de corredores — sem contar outras 500 mil peças registradas em seus bancos de dados. 

Segurar obras de arte tão valiosas poderia custar bilhões de euros em prêmios de seguro por ano. Mesmo se o Louvre decidisse segurar partes do museu contra, por exemplo, o risco de incêndio, os valores seriam gigantescos. 

“O Louvre representa uma acumulação excepcional de ativos em um único endereço, o que o torna muito mais difícil de segurar do que um museu menor”, disse Kaddeche. Ele acrescentou que, economicamente, era mais vantajoso para o governo assumir o risco e atuar como seu próprio segurador — o mesmo aconteceu com a Catedral de Notre-Dame. 

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Embora o Louvre tenha um histórico de preocupações com segurança, com orçamentos apertados, os museus sempre vão priorizar melhorar os sistemas de segurança em vez de contratar seguros. 

Peter Keller, diretor-curador do Musée de la Légion d’Honneur em Paris, afirmou que, se os museus quisessem manter os itens realmente seguros, poderiam simplesmente retirá-los de exibição, mas isso seria apenas uma solução temporária. 

“Todo mundo precisa investir mais”, disse ele. “Os criminosos são inovadores, e precisamos reagir e melhorar nossos sistemas de segurança.” 

Roubo no Louvre: museu reabre para visitantes após três dias, e polícia segue em busca de criminosos — Foto: AFP
Roubo no Louvre: museu reabre para visitantes após três dias, e polícia segue em busca de criminosos — Foto: AFP

Tesouros Nacionais 

Na França, dois fatores são cruciais quando se trata de seguro de obras de arte: quem é o dono das obras e onde elas estão expostas. 

O roubo ocorrido no Louvre no domingo envolveu peças adquiridas pelo governo para as coleções nacionais. Isso significa que as joias da coroa estão sob a proteção do código do patrimônio francês, uma lei nacional que proíbe sua venda, doação ou transferência. 

Isso, por sua vez, as coloca fora do escopo dos contratos tradicionais de seguro, segundo Irène Barnouin, diretora de vendas e técnica para arte e clientes privados na WTW France, uma empresa de corretagem. 

Uma situação parecida existe nos Estados Unidos, onde a coleção permanente de museus como o Smithsonian é de propriedade do governo, que é considerado o segurador de última instância. Tesouros nacionais, como a Declaração de Independência, são considerados inestimáveis. Caso ocorra uma catástrofe, o Congresso poderia aprovar um repasse especial para ajudar a cobrir a perda. 

Quando o seguro é necessário

Sempre que alguma obra do Louvre é transportada, um seguro específico é exigido. Tirar uma pintura ou objeto de sua exposição e enviá-lo a outro local é considerado “estruturalmente arriscado”, de acordo com o Ministério da Cultura da França. 

O ministério chegou a cogitar transportar a Mona Lisa para o museu-irmão do Louvre, em Lens, no norte da França, por três meses em 2018. Mas, ao estimar o custo do seguro em quase € 35 milhões, decidiram manter a Mona Lisa em sua vitrine à prova de balas. 

Museus nacionais na França, assim como nos Estados Unidos, também contratam seguro para exposições temporárias realizadas nas próprias dependências. 

Joias insuperáveis

Sem dúvida, o Louvre perdeu muito com o roubo das joias da coroa. Elas são insubstituíveis como símbolo da História francesa, mas o valor do seguro poderia, por exemplo, cobrir a criação de uma nova exibição ou aquisição de outras obras de arte, afirmou Kaddeche. 

Mas, mesmo que o Louvre tivesse recebido os € 88 milhões em indenização, “você jamais teria a mesma peça de volta”, completou Barnouin. “Porque toda a história que esse objeto carrega com ele está perdida.”

Capitalização no Brasil: um mercado em transformação

Por Denis Morais, presidente da FenaCap

O setor de Capitalização tem se mostrado um dos mais resilientes e relevantes do mercado segurador, acumulando quase um século de história e evolução. Presente na vida dos brasileiros há 96 anos, continua expandindo sua atuação ao oferecer soluções inovadoras para indivíduos, empresas e para a própria economia nacional.

Hoje, a Capitalização reúne um conjunto diversificado de soluções, sempre acompanhadas de sorteios, que vão desde a formação de reservas financeiras até instrumentos de garantia em contratos de aluguel, empréstimos e contratações públicas. Também se destaca pelo papel social, por meio da Filantropia Premiável, que apoia instituições beneficentes, e por sua contribuição para empresas, ao impulsionar vendas, promover a fidelização de clientes e a adimplência.

Os números confirmam essa relevância. Em 2024, o setor avançou 6,8% sobre o ano anterior, alcançando R$ 32 bilhões em receitas. E apenas de janeiro a julho de 2025, a arrecadação já somava R$ 19,8 bilhões, um salto de 10,7% frente ao mesmo período de 2024. Resultados que demonstram não apenas a solidez do segmento, mas também sua aderência às novas demandas de mercado e da sociedade.

A representatividade do setor é assegurada pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), criada há 18 anos e que hoje reúne 17 empresas associadas. Com base em um Plano Estratégico para o ciclo 2023–2025, a Federação vem liderando uma agenda de fortalecimento institucional e de expansão de mercado. Esse planejamento foi construído de forma participativa, envolvendo as empresas associadas e um comitê multidisciplinar, e definiu três pilares fundamentais: apoio ao crescimento de mercado, protagonismo institucional e robustez organizacional. Esses pilares guardam um alinhamento estreito com a missão da FenaCap, que é representar institucionalmente as empresas de Capitalização, zelar pela imagem e promover o desenvolvimento do mercado, sempre tendo em vista seu propósito, que é contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país.

Estudos recentes da entidade indicam que o mercado pode triplicar de tamanho nos próximos anos, alcançando R$ 91 bilhões em arrecadação — cerca de três vezes mais do que os números atuais. A previsão inclui também os montantes anuais de R$ 69 bilhões em resgates e R$ 5,8 bilhões em sorteios, que deverão contribuir para movimentar a economia do país. Esse salto está ancorado em mudanças regulatórias e em novas frentes de atuação, como foi a inclusão dos Títulos de Capitalização no marco legal das garantias de crédito, a sua utilização em licitações públicas e contratações, dentre as quais as Parcerias Público Privadas e as Concessões, além do apoio a milhares de organizações da sociedade civil com impacto social e ambiental. Também estão em pauta a modernização da modalidade Compra-Programada e a realização de sorteios por meios próprios, iniciativas que ampliam a competitividade e a capacidade de atender diferentes públicos e demandas.

Nesse contexto, a FenaCap vem investindo em projetos estruturantes que fortalecem diretamente a capacidade do setor de evoluir de forma consistente. Entre eles: o GlobalCap, que tem levado a experiência brasileira para outros países interessados; o DataCap produzirá estatísticas do mercado mais detalhadas e de forma mais tempestiva; o InovaCap, que tem fomentado a inovação e o desenvolvimento de novos produtos; e o ComuniCap, que busca dar maior visibilidade ao setor junto à sociedade, veículos de comunicação e influenciadores, e o Radar FenaCap, que veio para fortalecer a sistemática de identificação, monitoramento e defesa da sustentabilidade do mercado de Capitalização. Esses esforços institucionalizados permitem que a Capitalização amplie sua relevância ao diversificar suas frentes de atuação e desenvolver soluções que atendem a diferentes demandas da sociedade e do mercado. 

O setor se apresenta hoje como um exemplo de como tradição e inovação podem caminhar juntas. Enquanto mantém sua função histórica de promover disciplina financeira e realização de sonhos, a Capitalização amplia sua relevância de forma abrangente, reforçando sua presença na economia, na sociedade e no desenvolvimento de soluções para diferentes públicos.

Com a força institucional da FenaCap, o alinhamento das associadas em torno de um plano estratégico bem definido e o respaldo de dados e projeções consistentes, a Capitalização está preparada para um novo ciclo de expansão. Mais do que um produto do mercado segurador, afirma-se como um instrumento de desenvolvimento, capaz de combinar segurança, inovação e solidariedade, tanto para pessoas, quanto para empresas. Assim, ao completar quase 100 anos de história no Brasil, o setor reafirma seu compromisso de continuar evoluindo e contribuindo para o crescimento do país.

Tokio Marine amplia carteira de Automóvel e lança Assistência Auto Resolve 

Com o objetivo de oferecer mais uma opção de produto em sua carteira de Seguro Automóvel e diversificar seu amplo portfólio, a Tokio Marine anuncia o lançamento da Assistência Auto Resolve, que oferece diversos serviços sem a necessidade da contratação de um seguro completo tradicional. 

Segundo Arnaldo Bechara, Diretor de Automóvel, Precificação e RD Massificados da Tokio Marine, o novo produto foi desenvolvido como uma alternativa acessível e prática para consumidores que buscam proteção básica. “Somos uma Seguradora multiprodutos, com uma ampla gama de seguros diferenciados que atendem tanto Corretores quanto Clientes com excelência e diversidade. O lançamento da Assistência Auto Resolve marca um avanço estratégico na diversificação do nosso portfólio, alinhada ao compromisso com acessibilidade, agilidade e inovação. Com isso, esperamos atrair cada vez mais novos perfis de Clientes e gerar mais negócio para os Corretores e Assessorias.” comenta o executivo.

Com um ticket médio acessível de aproximadamente R$ 300,00, a Assistência Auto Resolve proporciona praticidade e flexibilidade de contratação via cartão de crédito, com parcelamento em até 6x sem comprometer o limite. O produto contempla um leque diverso de serviços como guincho até 200 km; socorro mecânico no local; transporte alternativo para o Segurado e acompanhantes; hospedagem em caso de impossibilidade de prosseguir viagem; remoção inter-hospitalar e traslado em caso de acidente; chaveiro; substituição de pneu e pane seca com reboque até o posto mais próximo do local do incidente.

“A Tokio Marine tem adotado diversas estratégias para manter sua competitividade em um cenário de margens mais apertadas, como inovar em produtos de entrada, focando em custo-benefício para o Consumidor. Além disso, ampliamos a aceitação de veículos de maior valor e expandimos nossa atuação em produtos mais nichados, como seguros para motos e veículos elétricos”, explica Bechara. 

Além da Assistência Auto Resolve, o portfólio de Automóvel da Tokio Marie contempla os seguros Auto, Auto Clássico, Auto Econômico, Auto Roubo + Rastreador, Caminhão e Moto. 

Bradesco Seguros anuncia o retorno dos “Prêmios Longevidade”

Data: 25.05.2018 Local: Rio de Janeiro, RJ. Cliente: Bradesco Seguros Assunto: Ana Claudia Gonzalez, superintendente marketing do Grupo. Fotógrafo: Julio Bittencourt Assistente: Luiz Michelini

O Grupo Bradesco Seguros está trazendo de volta uma das principais iniciativas do país voltadas à valorização e difusão do tema da longevidade: os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros. A novidade, anunciada em primeira mão nesta terça-feira (21), durante o Fórum da Longevidade, receberá inscrições no início de 2026, contemplando as modalidades Jornalismo e Histórias de Vida.

Em sua 10ª edição, o projeto consolida-se como um espaço de reconhecimento e estímulo a iniciativas que inspiram uma sociedade mais preparada para viver mais e melhor – com saúde, bem-estar e segurança financeira. Desde 2006, o Grupo Bradesco Seguros desenvolve uma série de ações estruturadas para promover o envelhecimento ativo e saudável da população brasileira, reforçando seu papel como protagonista no debate sobre longevidade.

“Nosso principal objetivo é difundir para a sociedade brasileira a importância da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que conciliem planejamento financeiro com envelhecimento ativo e saudável. Se vamos viver mais, nada mais lógico do que nos prepararmos para situações que são mais do que previstas”, destaca Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.

Com a retomada dos Prêmios Longevidade, a companhia reafirma seu compromisso com a construção de uma sociedade que valoriza o tempo como aliado – e acrescenta vida aos anos, e não apenas anos à vida.

Ana Claudia Frighetto Gonzalez, superintendente sênior do Grupo Segurador, salienta a importância da retomada do projeto. “Os Prêmios da Longevidade sempre tiveram um local especial na nossa programação do Fórum e poder retomar a iniciativa é uma imensa alegria. As inscrições serão abertas em breve e queremos receber histórias inspiradoras”.

A cerimônia de entrega ocorrerá durante o XIX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, em outubro de 2026, em São Paulo, reunindo especialistas e convidados nacionais e internacionais.

Longevidade em números: o Brasil que vive mais

Os Prêmios voltam em um momento em que o país vive uma profunda transformação demográfica. Em pouco mais de duas décadas, a proporção de pessoas com 60 anos ou mais praticamente dobrou, passando de 8,7% em 2000 para 15,6% em 2023 – o equivalente a cerca de 33 milhões de brasileiros. Segundo o IBGE, em 2030, haverá mais brasileiros idosos (idade superior a 60 anos) do que crianças.

Em meio a essa transformação demográfica, o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), estudo conduzido pelo Grupo Bradesco Seguros, mostra que o envelhecimento deixou de ser apenas uma questão de tempo e passou a ser uma questão de atitude. Segundo a pesquisa, 97% dos entrevistados têm interesse em adquirir mais conhecimento sobre o tema da Longevidade. Os dados da edição de 2025 ainda revelam os hábitos e a percepção dos brasileiros para viver mais – e melhor:

  • Saúde física e mental: três em cada quatro brasileiros praticam algum tipo de atividade física, mas apenas 36% mantêm uma rotina frequente. A satisfação pessoal é maior entre os mais velhos (56% entre 50+), caindo para 36% entre os jovens de 18 a 29 anos.
  • Hábitos alimentares: embora 78% ainda consumam menos frutas e verduras do que o recomendado pela OMS, há sinais de melhora em outras escolhas alimentares.
  • Prevenção e autocuidado: 77% dizem buscar informações sobre exames preventivos, mas 45% só procuram atendimento médico quando já apresentam sintomas.
  • Planejamento financeiro: 60% dos brasileiros ainda não possuem reserva para aposentadoria, número que sobe para 64% entre adultos de 30 a 49 anos.

“A longevidade é um processo multifatorial, que envolve equilíbrio físico, mental, social e financeiro. O ILP 2025 mostra que o desafio não está apenas no interesse pelo tema, mas em transformar informação em hábito, integrando prevenção e planejamento desde a juventude”, completa Nogueira.

Samplemed e SAS unem forças para revolucionar a subscrição de seguros de vida

Samplemed e SAS

por Denise Bueno

Em um país onde apenas 17% da população possui seguro de vida — sendo menos de 5% em compras espontâneas —, a Samplemed e a SAS anunciaram nesta quarta-feira, em São Paulo, uma parceria estratégica que promete transformar a subscrição e a precificação do seguro de vida e saúde. A iniciativa busca ampliar o acesso à proteção financeira e apoiar as seguradoras com tecnologia, automação e inteligência de dados. O mesmo lançamento foi feito em Las Vegas, na semana passada, e ontem na Alemanha.

O acordo integra as plataformas S360, da Samplemed, e o SAS DAM (Decision and Actuarial Management), criando um ecossistema unificado que conecta a subscrição à precificação, com análises em tempo real e governança de dados. A combinação de inteligência artificial, aprendizado de máquina e dados clínicos estruturados permite automatizar até 80% dos casos de subscrição, correlacionando variáveis médicas, ocupacionais e financeiras com dados sociodemográficos — tudo em um fluxo auditável e transparente.

“Estamos juntando duas empresas com conhecimento profundo de seguros, em uma parceria global. O que a Samplemed faz é diferente e se encaixa perfeitamente nas nossas soluções”, afirmou Ricardo Salama, diretor da SAS para o mercado financeiro e de seguros. “Queremos usar tecnologia para resolver dores reais das seguradoras. É o início de uma jornada que será longa e frutífera para nossas empresas e nossos clientes.”

A Samplemed, com mais de 30 anos de atuação e operações em cinco países, é referência em subscrição de vida e saúde. Criadora da plataforma S360, utilizada por 22 seguradoras — entre elas Zurich, Caixa Vida e Previdência, Icatu e HDI —, a empresa acumula duas décadas de dados de saúde e expertise em análise de risco.

Segundo Sila Kasahaya, CEO da Samplemed, a parceria começou a ser desenvolvida no início de 2025 e já está totalmente integrada. “Estamos lançando essa integração simultaneamente nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil. A partir de agora, qualquer seguradora pode contratar a solução combinada. O S360 é a nossa plataforma de subscrição e o SAS DAM é a de precificação e estudos analíticos — juntas, complementam-se perfeitamente”, explicou.

“Essa união é muito importante para nós porque combina a força de uma empresa global de tecnologia em dados com a nossa inteligência em subscrição de saúde. É um verdadeiro ganha-ganha. A SAS leva nossa plataforma a novos mercados, e nós ampliamos o alcance da parceria no Brasil, revisitando nossos clientes e reforçando o ecossistema que criamos com as seguradoras”, completou.

Kasahaya destacou ainda que o modelo de negócios será flexível e adaptado à realidade de cada seguradora: “Trabalhamos com modelos de licenciamento e também por uso, dependendo do volume e do perfil da operação. É uma solução taylor made, ajustada caso a caso.”

Durante a apresentação, Ricardo Saponara, líder de práticas de prevenção de fraudes da SAS na América Latina, destacou o impacto da aliança para o mercado. “É uma parceria que complementa muito bem as duas estruturas. A Samplemed traz uma propriedade intelectual muito forte em aceitação e subscrição, enquanto o SAS conecta dados, aplica inteligência artificial e analytics para uma tarifação mais precisa”, afirmou.

“Combinando as informações das duas plataformas, conseguimos precificar com muito mais exatidão — entender quando o risco deve ser agravado ou pode ter desconto. Isso é essencial para o mercado, que ainda tem uma grande oportunidade de crescimento em seguros de vida no Brasil”, disse Saponara.

Ele ressaltou que a colaboração permitirá às seguradoras oferecer tarifas mais justas, evitando exclusões automáticas de pessoas com comorbidades: “Em vez de simplesmente recusar quem tem alguma doença crônica, conseguimos precificar melhor e incluir esse público, o que é um avanço para o setor.”

O executivo da SAS lembrou ainda que a companhia está expandindo sua presença no segmento de seguros pessoais“Temos uma atuação consolidada em ramos elementares, e agora, com essa parceria, ampliamos nossa presença em vida e saúde, trazendo ganhos diretos para seguradoras e clientes.”

Mário Jorge Pereira, responsável pela área comercial da Samplemed, reforçou o propósito de ampliar o alcance do seguro de vida no Brasil. A complexidade existe do nosso lado, mas o importante é que a jornada do consumidor seja simples. Nosso objetivo é trazer mais pessoas para o mercado de seguros e sair dos 17% que hoje têm algum tipo de proteção. O modelo 360 permite ajustar preços com justiça, gerar ganhos operacionais e fortalecer a estratégia das seguradoras.”

Além das vantagens tecnológicas, a integração reforça o compromisso com a governança de dados e decisões éticas. As plataformas consideram variáveis clínicas, como diabetes e outras condições crônicas, de forma personalizada — analisando comportamentos e estatísticas que podem indicar boa saúde, mesmo em grupos tradicionalmente excluídos.

Com o novo ecossistema S360–SAS, as seguradoras passam a contar com uma solução de ponta a ponta — do onboarding à precificação —, com análise de riscos em tempo real, transparência e inteligência preditiva. “Mais do que uma integração tecnológica, a nossa parceria representa um avanço estratégico para a democratização e modernização do seguro de vida, conectando dados, ciência e propósito para transformar desafios em oportunidades”, finalizou o CEO da Samplemed.