CNseg e iCS debatem os desafios climáticos durante a COP30

dyogo oliveira cnseg

O cenário global de mudanças climáticas requer ações concretas para adaptação e mitigação dos impactos ambientais na sociedade. O setor segurador tem um papel estratégico, ao oferecer instrumentos que reduzem a vulnerabilidade de setores essenciais para o desenvolvimento econômico, como agronegócio, florestal e infraestrutura. Com o objetivo de debater os instrumentos existentes e explorar soluções inovadoras, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e o Instituto Clima e Sociedade (iCS) promoverão, no próximo dia 14 de novembro, na Casa do Seguro, em Belém, o evento “Diálogos COP30: Seguros, Clima e Natureza”.
 

O evento contribuirá para agenda de ação da COP30 e contará com a participação de especialistas na agenda do clima, lideranças de seguradoras, representantes da sociedade civil e do setor financeiro, além dos órgãos reguladores e imprensa, gerando um ambiente de diálogo e cooperação voltado à promoção do papel dos seguros na agenda climática global.
 

“A crise climática exige inovação e ação imediata de todos os setores. Em parceria com o iCS, este fórum nos permite aprofundar o debate sobre como o seguro pode ir além da cobertura de perdas. Precisamos urgentemente de novos produtos e mecanismos que incentivem e viabilizem grandes investimentos na transição para uma economia verde e justa. O setor segurador está comprometido em ser um alicerce sólido para essa transformação, traduzindo riscos em oportunidades de investimento e impulsionando a resiliência do Brasil e do mundo”, afirma o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira.
 

Maria Netto, diretora executiva do iCS, ressalta que a lacuna de proteção securitária ainda é multo alta e que as seguradoras têm um papel relevante na construção de mecanismos para reduzir os impactos gerados pelas mudanças climáticas. “Para citar um caso brasileiro, as enchentes no Rio Grande do Sul de 2024 resultaram em perdas de aproximadamente R$ 89 bilhões, com o dado alarmante de que apenas 6% desse valor estava devidamente assegurado. Esse é um exemplo recente que evidencia que a crise climática já traz impactos econômicos concretos e de curto prazo, exigindo novas formas de planejar, compartilhar e precificar os riscos climáticos. A parceria do ICS com a CNseg, na COP30, pretende dar luz ao debate e encorajar soluções para esse desafio”, concluiu.
 

O fórum está dividido em três painéis, Reflexo do Clima no Setor de Seguros, Seguros para Soluções Baseadas na Natureza (SbN) e Promoção de Iniciativas de Seguros Inovadores, que contarão com a participação de nomes como Jean Ometto, Pesquisador, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Pedro Farme, CEO, Guy Carpenter Brasil, Butch Bacani, Head de Seguros da UNEP FI (PSI), Mabyr Valderrama, Diretora de Sustentabilidade da Federação Colombiana de Seguradoras (Fasecolda), entre outros.
 

A Casa do Seguro é uma realização da CNseg, com o objetivo de posicionar o setor de seguros como um ator estratégico e fundamental na busca por soluções relacionadas à adaptação e mitigação das mudanças climáticas, consolidando o reconhecimento da importância do setor e fazendo com que ele seja citado no documento final da COP30.
 

A Casa do Seguro se localiza na Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA

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MAG é destaque em evento com discussões sobre o futuro da previdência privada

O Grupo MAG, especializado em vida e previdência e com 190 anos de atuação ininterrupta no país, foi um dos destaques no 46º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), que aconteceu entre 22 e 24 de outubro de 2025, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. No estande da companhia, especialistas estiveram presentes para tirar dúvidas, apresentar o portfólio de produtos e criar novas conexões. Um dos destaques do evento foi a presença de Gleisson Rubin, diretor de Previdência do Grupo MAG e diretor do Instituto de Longevidade MAG, que palestrou em duas oportunidades.

O primeiro painel, apresentado no dia 22, teve como tema “Longevidade Digna e Segura”. Ao longo da apresentação, Gleisson abordou tópicos como o aumento da expectativa de vida, os desafios e a necessidade de aprimoramento da gestão previdenciária, cultura geracional, comparativo da taxa de natalidade do Brasil frente a outras nações, saúde e propósito, a importância da previdência complementar para famílias de todas as classes sociais, sobretudo na criação de ecossistemas de cuidado e inclusão, entre outros.

Em um momento da palestra, Gleisson mostrou ao público dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), um deles com projeção da estimativa de vida da população brasileira nas próximas décadas: em 2020 o país contava com 20 milhões de pessoas na faixa entre 65 anos ou mais, e, para 2060, a estimativa é que esse público seja de 58,4 milhões, o que deve impactar o sistema previdenciário.

“Temos que olhar a longevidade como tema que diz respeito a todos nós. É um assunto de interesse aos indivíduos, famílias, empresas e ao país. Olhando para frente, precisamos pensar em uma nação que vai deixar de ser jovem em um curto espaço de tempo, portanto, é preciso desmistificar diversas questões relacionadas à longevidade aos jovens de hoje. A Previdência deveria ser assunto tratado nos bancos das escolas”, disse o executivo.

Já no dia 23, Gleisson Rubin participou do painel “Ciência da Longevidade: Implicações para a Sociedade e para os Fundos de Pensão Desta Nova Fronteira do Conhecimento”. A apresentação teve como foco as profundas transformações que a ciência da longevidade está promovendo, tornando mais provável que as pessoas alcancem os 100 anos com saúde física e cognitiva. Entre os tópicos abordados, destaque para a discussão das consequências dessa projeção de cenário para os fundos de pensão e para a sociedade como um todo, passando pelas implicações da longevidade para o planejamento financeiro e social.

Segundo ele, o sistema previdenciário funcionou bem até o final dos anos 90, quando a expectativa de sobrevida a partir dos 60 anos se manteve relativamente estável, em torno de 15 anos. No entanto, as projeções para as próximas décadas são de avanço na longevidade. “Há uma estimativa de crescimento na sobrevida humana que está relacionada à melhoria de condições de atenção primária à saúde, nutrição e aos avanços da ciência. Hoje, quem chega aos 60 anos tem em torno de 22 anos a mais de expectativa de sobrevida”, comentou. O aumento da estimativa de vida atrelado ao múltiplo de contribuintes por beneficiários é um fator preocupante, uma vez que ao longo das décadas a contribuição vem encolhendo. “Nos anos 90 eram 8 contribuintes para 1 beneficiário, hoje é de 1,7 para 1. Em 2060, o Brasil terá mais aposentados que trabalhadores contribuintes”, complementou.

Para ajudar na equação, Gleisson Rubin apontou a Previdência Complementar e a educação como caminhos a serem seguidos. “A Previdência Complementar é imprescindível, necessária e impositiva para quem quiser se manter em atividade no momento da aposentadoria. No entanto, esse cenário só será possível se as pessoas compreenderem a importância da educação e planejamento financeiro a longo prazo, pois a educação previdenciária é um dos componentes cruciais neste processo”, concluiu o diretor de Previdência do Grupo MAG e do Instituto de Longevidade MAG.

Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30

Apresentar estratégias de financiamento para a transição climática, destacando soluções inovadoras, instrumentos financeiros sustentáveis e a construção de novas parcerias nacionais e internacionais para apoiar a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o objetivo do Fórum de Finanças Sustentáveis, que será promovido no dia 12 de novembro, a partir das 14h30, na Casa do Seguro, em Belém (PA), como parte da programação paralela à COP 30. 

O encontro reunirá de forma inédita as três maiores entidades do setor financeiro nacional: a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban); que uniram forças para construir um caminho estruturado para mobilização, capacitação e engajamento, fortalecendo o papel do Brasil como referência global em finanças sustentáveis.

A abertura do evento contará com as presenças de Carlos André, presidente da Anbima; Dyogo Oliveira, presidente da CNseg; e Isaac Sidney, presidente da Febraban.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, fará a abertura do painel que discutirá como canalizar recursos – públicos e privados – para a conservação e restauração de ecossistemas florestais, conciliando proteção ambiental e desenvolvimento econômico. 

Já o diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Coorporativos do Banco Central, Paulo Picchetti, abre o painel sobre financiamento da transição climática, com foco nos desafios estruturais para transição para uma economia de baixo carbono.

No painel sobre as contribuições do setor financeiro para o plano de transformação ecológica, o campeão de Alto Nível da COP 30, Dan Ioschpe, participa como debatedor para falar como os setores de finanças e seguros têm papel decisivo para a implementação efetiva do plano, mobilizando capital em escala, precificando riscos ambientais e impulsionando cadeias produtivas sustentáveis.

Para Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, o Fórum de Finanças Sustentáveis é um marco pois reúne, além de bancos, seguradoras e investidores, parceiros estratégicos como Climate Champions, FIN, GFANZ, Pacto Global, BID Invest, PRI e UNEP FI para troca de experiências com vistas à transição para uma economia de baixo carbono. “Além do importante diálogo com o poder público, presente em todos os painéis do Fórum, esse espaço tem como objetivo primordial estimular o alinhamento multissetorial para aceleração de ações de adaptação e resiliência”, avalia.

O presidente da Anbima ressalta que desde 2024 todas as COPs são sobre financiamento, com foco muito grande nas questões econômico-financeiras. “A união de forças dos mercados de capitais, bancário e de seguros é o caminho para maximizar a canalização de recursos para projetos ligados aos temas ESG, acelerando a transição para uma economia de baixo carbono”, diz Carlos André. 

Isaac Sidney, presidente da Febraban, destaca que o Brasil tem condições únicas de liderar a transição climática e se tornar um hub global de soluções e oportunidades, mas precisamos transformar potencial em liderança concreta, com instrumentos financeiros inovadores e uma forte cooperação público-privada. “Os bancos criaram taxonomia própria para medir os fluxos de financiamento para a economia verde, regras de autorregulação para gerenciar o risco de desmatamento ilegal em setores estratégicos, e têm participado ativamente na emissão de títulos de dívida e concessão de crédito ESG – até agosto de 2025, bancos brasileiros já captaram mais de R$58 bilhões em operações com impacto ambiental, social e climático positivos. Os bancos estão prontos para em conjunto com o Estado, sociedade civil e outros setores da economia, somar esforços, construir soluções e apoiar iniciativas como a Taxonomia Sustentável Brasileira e a regulamentação do Mercado Regulado de Carbono, que contribuirão para o desenvolvimento da nova economia.”

A Casa do Seguro se localiza na Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA.

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Justos anuncia parceria com a Segfy e amplia acesso de corretores a soluções inovadoras

A Justos anuncia uma nova parceria com a Segfy, plataforma referência em gestão e distribuição de seguros no Brasil. O acordo reforça o compromisso das duas empresas em oferecer mais agilidade, inovação e oportunidades de negócios para os corretores de seguros em todo o país.

Com mais de três décadas de mercado e um ecossistema que conecta mais de 5.400 corretoras e 11 mil usuários ativos diariamente, a Segfy é hoje um dos principais canais de distribuição de seguros do país. A integração com a Justos chega em um momento de expansão estratégica da empresa, que tem investido em soluções tecnológicas para simplificar o dia a dia dos profissionais do setor.

“A parceria com a Justos fortalece ainda mais nosso propósito de sermos um canal de distribuição completo, que oferece tecnologia de ponta para melhorar a jornada e os resultados do corretor de seguros. 2025 tem sido um ano de grandes entregas estratégicas para a Segfy, e essa conquista reforça nossa missão de conectar seguradoras e corretores com inovação e eficiência”, afirma Marcos Villa, CEO da Segfy.

A novidade marca também o lançamento do Foxfy, novo produto da Segfy que utiliza inteligência artificial para tornar a cotação de seguros mais simples e interativa. A solução permite que o corretor realize cotações diretamente pelo celular, com interação via WhatsApp e envio de informações por voz, imagem ou texto, uma inovação que promete transformar a experiência de cotação e atendimento no setor.

Segundo Luciano Lima, Diretor Comercial da Justos, a parceria representa um avanço importante na estratégia da seguradora de estreitar laços com os corretores e facilitar o acesso às suas soluções. “A Segfy tem um papel fundamental no ecossistema de seguros, e estar presente nessa plataforma significa oferecer aos corretores mais autonomia e eficiência para atender seus clientes. Acreditamos que a combinação entre a tecnologia da Justos e a capilaridade da Segfy vai elevar o nível de conveniência e competitividade para todo o mercado”, destaca o executivo.

Com essa integração, os corretores que utilizam a Segfy passam a ter acesso facilitado ao seguro auto da Justos, reconhecido por sua precificação inteligente baseada no comportamento do motorista, atendimento 100% digital e programa de recompensas que valoriza a direção consciente. A iniciativa reforça a visão da Justos de transformar o seguro auto em uma experiência mais justa, transparente e centrada nas pessoas.

Chubb registra lucro líquido de US$ 7,1 bilhões até setembro e resultado operacional recorde

A Chubb Limited encerrou os nove primeiros meses de 2025 com lucro líquido de US$ 7,1 bilhões, alta de 20,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, equivalente a US$ 17,61 por ação. O lucro operacional básico atingiu US$ 6,97 bilhões, ou US$ 17,29 por ação, avanço de 28,7% sobre 2024. No trimestre encerrado em setembro, o lucro líquido foi de US$ 2,8 bilhões e o lucro operacional básico somou US$ 3 bilhões, ambos recordes históricos para a companhia.

Segundo o CEO Evan G. Greenberg, os resultados refletem “crescimento sólido e diversificado, com melhoria das margens de subscrição, desempenho excepcional dos investimentos e avanço expressivo no segmento de vida”. A companhia reforçou que continuará ampliando o programa de recompra de ações, ao mesmo tempo em que fortalece sua base de capital e mantém disciplina na gestão de riscos em meio a um ambiente global de incertezas.

Os prêmios líquidos consolidados totalizaram US$ 14,9 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 7,5%, com destaque para o avanço de 5,3% em Property & Casualty (P&C) e 24,6% no segmento de seguros de vida. No acumulado de janeiro a setembro, a divisão Overseas General cresceu 9,7%, impulsionada por altas de 15,5% nos seguros de consumo e 5,8% nos corporativos — com destaque regional para Ásia (+14,3%), América Latina (+10,6%) e Europa (+4,8%).

O resultado de subscrição P&C também foi o melhor da história da Chubb, alcançando US$ 2,26 bilhões no trimestre, alta de 55%, com índice combinado recorde de 81,8%. Excluindo perdas por catástrofes, o lucro de subscrição do ano corrente foi de US$ 2,18 bilhões, crescimento de 10,3%. As perdas por catástrofes antes de impostos somaram US$ 285 milhões, contra US$ 765 milhões no mesmo período de 2024, refletindo uma sinistralidade mais controlada.

O resultado líquido de investimentos antes de impostos totalizou US$ 1,65 bilhão, aumento de 9,3%, e o resultado ajustado atingiu US$ 1,78 bilhão, avanço de 8,3%, ambos recordes. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) ficou em 15,9%, enquanto o ROE operacional foi de 16,3% e o ROTE atingiu 24,5%, demonstrando robustez na rentabilidade.

Porto Serviço e 180 Seguros firmam parceria para serviços emergenciais e de manutenção 

Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em serviços emergenciais e de manutenção para casa e carro, inicia uma nova parceria estratégica com a 180 Seguros, seguradora que atua por meio de parcerias e é reconhecida como líder na América Latina em inovação e aplicação de Inteligência Artificial (IA) no setor. 

A parceria visa expandir a oferta de serviços para os clientes da seguradora, proporcionando soluções rápidas e eficazes para diversas situações, como serviços para residências, empresas, além de assistência funeral individual e familiar, pet, entre outros.

“Essa parceria fortalece nosso compromisso de oferecer serviços de alta qualidade, buscando sempre atender as necessidades dos clientes com a máxima agilidade e confiança. Nosso objetivo comum é não só ampliar a atuação no mercado, mas também entregar soluções práticas e eficazes”, afirma Tomas Trabulsi, diretor de Negócios e Parcerias Estratégicas da Porto Serviço.

Para a escolha da Porto Serviço como parceira estratégica para oferecer serviços de assistência, a 180 Seguros considerou fatores como o alto índice de satisfação dos clientes da Porto Serviço, a capacidade de integração via API, a diversidade de serviços, e a possibilidade de desenhar novos pacotes de acordo com a demanda do mercado.

“A Porto Serviço é uma das maiores empresas de assistência do Brasil, com mais de 4,5 milhões de serviços prestados por ano em todo o País, e como sabemos que a assistência tem um papel central na jornada de seguros dos clientes, acreditamos que essa parceria vai trazer um nível de excelência ainda maior para os serviços inclusos nos nossos produtos de seguros, reforçando nossa proposta de valor focada no cliente”, diz Mauro Levi D’Ancona, cofundador e CEO da 180 Seguros.

A seguradora utiliza inteligência artificial para desenhar o produto ideal para cada perfil de cliente, combinando, de forma precisa, diferentes coberturas e serviços de assistência, que garantem com que cada oferta tenha alta aderência às necessidades do público. A parceria entre Porto Serviço e 180 Seguros torna essa proposta ainda mais robusta, unindo a qualidade reconhecida do atendimento a um portfólio amplo e diferenciado de soluções de assistência.

Os serviços de assistência contarão com atendimento humanizado e multicanal com a excelência já conhecida da Porto, inclusive via WhatsApp, com suporte rápido e eficiente. Os clientes assistidos também poderão contar com uma rede composta por mais de 13 mil prestadores de serviços e atendimento 24×7.

CNseg, ACP e Sincor-PA realizam pré-lançamento da Casa do Seguro

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Associação Comercial do Pará (ACP) e com o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Pará (SINCOR-PA), realizará no dia 3 de novembro, o pré-lançamento (Soft Opening) da Casa do Seguro na COP30, em Belém (PA). O evento contará com a presença do governador do Pará, Helder Barbalho, além de representantes de empresas seguradoras que atuam no Pará e em todo o país, de corretores de seguros, representantes de diversos ramos comerciais, e da imprensa.

O encontro servirá para apresentar as instalações da Casa, bem como a programação de conteúdo que será realizada durante a COP30, destacando o papel do setor de seguros na transição climática.

Para o superintendente executivo da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Gustavo Brum, a Casa do Seguro é uma amostra da força que o setor tem para ser um agente importante para a mitigação de riscos climáticos.

“O projeto representa o ápice da estratégia do setor de seguros de se posicionar ativamente nas discussões globais sobre o clima. Ela funcionará como uma plataforma para demonstrar a capacidade da indústria em fomentar a inovação e atuar na mitigação dos riscos climáticos, sublinhando seu profundo engajamento com a sustentabilidade do planeta. A Casa do Seguro está destinada a estabelecer um precedente e um marco significativo para a participação do setor segurador durante a COP30, em Belém”, ressaltou.

A Casa do Seguro na COP30 conta com a participação de 10 “Empoderadores”, grupo formado por empresas do mercado segurador comprometidas com a agenda climática: Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine.

Casa do Seguro e Sustentabilidade

Reconhecida como a “Embaixada do Seguro” na COP30, a Casa foi idealizada como um hub estratégico de conteúdo, conexão empresarial e negócios, com o objetivo de promover o papel do setor de seguros na transição climática.

Instalada em um pavilhão de 1,6 mil m², a poucos metros de distância do hub principal da COP30, a “Casa do Seguro” oferecerá uma experiência imersiva, funcionando durante todo o período da Conferência (10 a 21 de novembro), para receber autoridades governamentais, lideranças empresariais, além de representantes de organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg.

A Casa do Seguro foi pensada a partir de sólidos requisitos de sustentabilidade, com metas para neutralização de emissões, “Resíduo Zero”, eficiência energética, além de boas práticas de estímulo à economia circular. Dentre suas características, é um empreendimento que detém os Selos de “Evento Neutro” e “Resíduo Zero”, com iniciativas de neutralização de todas as emissões de carbono geradas durante o evento, e da destinação correta de todos os resíduos com redução de impactos ambientais.

Conheça a Casa do Seguro

Serviço:

Evento: Soft Opening Casa do Seguro – Cnseg
Dia e hora: 
3/11/2025, às 18h
Local: 
Tv. Alferes Costa, 2828 — Belém-PA

Bradesco Seguros anuncia nova parceria com a Livelo e oferece comodidade no pagamento do Seguro Residencial 

Após o sucesso da parceria no Seguro Auto, Bradesco Seguros e Livelo ampliam a colaboração para o Seguro Residencial. Desde 13 de outubro, clientes do Bradesco Residencial Sob Medida poderão usar o saldo de pontos para pagar o valor total ou parcial de suas apólices. A novidade traz mais flexibilidade para o cliente e novas possibilidades para os corretores.


O Superintendente Sênior de Ramos Elementares da Bradesco Seguros, Eduardo Menezes, explica que, atualmente, o Residencial Sob Medida pode ser pago via cartões de crédito, boleto bancário e débito em conta. “A nova opção de pagamento traz conveniência ao segurado, que tem vantagens reais ao utilizar seus pontos Livelo acumulados, e garante mais uma ferramenta de negociação ao corretor, ampliando sua carteira de clientes”, reforça o executivo. 


“A parceria com a Livelo reforça nosso compromisso em oferecer soluções que combinam praticidade e valor para o cliente. Ao possibilitar o uso de pontos acumulados na contratação do seguro, ampliamos o acesso à proteção residencial e incentivamos a cultura do seguro no dia a dia das famílias brasileiras. Além disso, fortalecemos o papel do corretor, que passa a contar com mais um diferencial competitivo para atender seus clientes de forma personalizada”, destaca Menezes.

Seguros de Pessoas pagam R$ 11,4 bilhões em benefícios aos segurados

previdencia fenaprevi

Relatório elaborado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, com base nas informações da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, destaca que foram pagos R$ 11,4 bilhões em indenizações para as pessoas e famílias seguradas nos oito primeiros meses de 2025. Isso representa aumento de 6,6% quando comparado ao pagamento de sinistros no mesmo intervalo do ano passado.
 

O documento traz também uma análise detalhada por produto e aponta que 52% dos benefícios pagos foram em seguros de Vida (modalidades individual e coletiva), 23% no seguro Prestamista, 10% no seguro de Acidentes Pessoais e 15% nos demais produtos. Ao mesmo tempo, as indenizações no seguro Educacional foram as que apresentaram a maior variação no período, com alta de 26%, seguido pelo seguro Funeral (20,8%) e o Doenças Graves (14,7%).
 

Arrecadação cresce 8,1% no período

O relatório apresenta ainda os prêmios arrecadados, que somaram R$ 51,3 bilhões no intervalo de análise, um crescimento de 8,1% na comparação com os mesmos meses de 2024 nos seguros de pessoas.
 

Ao detalhar o resultado por produto, revela-se que 48% do total de prêmios foi no ramo de Vida (modalidades individual e coletiva), 28% no Prestamista, 12% em Acidentes Pessoais e 12% nos demais produtos. Ao comparar o comportamento em relação aos números registrados no mesmo período do ano anterior, as maiores altas ocorreram nos seguros Doenças Graves (18,8%), Vida Individual (13,8%) e Viagem (9,2%).

Prudential do Brasil lança seguro de transferência de risco para entidades fechadas de previdência

dennys rosini prudential seguro de vida quebra de ossos

A Prudential do Brasil passa a oferecer seguro de transferência de risco para Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), instituições responsáveis por administrar planos de benefícios de previdência privada para funcionários de empresas, órgãos públicos, sindicatos ou associações representativas. O produto é um seguro de vida em grupo que funciona como um instrumento de proteção para as EFPCs e garante o pagamento do benefício em caso de morte ou invalidez dos participantes dos planos de previdência. 

Por meio do seguro, a operadora transfere para a Prudential do Brasil todo ou parte do risco de pagar os benefícios futuros de seus participantes, fortalecendo a governança e o compromisso de honrar os planos oferecidos. Hoje, o Brasil conta com mais de mil planos de previdência que beneficiam 4 milhões de pessoas e movimentam mais de R$ 1,2 trilhão de ativos.

“O seguro de transferência de risco é uma solução estratégica para as Entidades Fechadas de Previdência Complementar que buscam mais segurança e equilíbrio na gestão dos seus planos. Ao transferir os riscos para a seguradora, a entidade assegura previsibilidade financeira e sustentabilidade no longo prazo. Já para os participantes, o seguro significa mais proteção e estabilidade. Além disso, o produto conta com o principal diferencial da Prudential que é a excelência operacional e a agilidade no pagamento dos benefícios”, afirma o diretor de Produtos da Prudential do Brasil, Dennys Rosini.

O seguro transferência de risco cobre morte, invalidez permanente total por acidente, invalidez funcional permanente por doença e invalidez Total e Permanente por acidente ou doença (laborativa) dos participantes do plano oferecido pela EFPC. Caso ocorra um desses eventos, a seguradora indenizará a operadora, que pagará o(s) beneficiário(s) conforme definido no plano em forma de pagamento único ou através de renda, de acordo com o capital segurado contratado.