A Chubb Limited encerrou os nove primeiros meses de 2025 com lucro líquido de US$ 7,1 bilhões, alta de 20,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, equivalente a US$ 17,61 por ação. O lucro operacional básico atingiu US$ 6,97 bilhões, ou US$ 17,29 por ação, avanço de 28,7% sobre 2024. No trimestre encerrado em setembro, o lucro líquido foi de US$ 2,8 bilhões e o lucro operacional básico somou US$ 3 bilhões, ambos recordes históricos para a companhia.
Segundo o CEO Evan G. Greenberg, os resultados refletem “crescimento sólido e diversificado, com melhoria das margens de subscrição, desempenho excepcional dos investimentos e avanço expressivo no segmento de vida”. A companhia reforçou que continuará ampliando o programa de recompra de ações, ao mesmo tempo em que fortalece sua base de capital e mantém disciplina na gestão de riscos em meio a um ambiente global de incertezas.
Os prêmios líquidos consolidados totalizaram US$ 14,9 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 7,5%, com destaque para o avanço de 5,3% em Property & Casualty (P&C) e 24,6% no segmento de seguros de vida. No acumulado de janeiro a setembro, a divisão Overseas General cresceu 9,7%, impulsionada por altas de 15,5% nos seguros de consumo e 5,8% nos corporativos — com destaque regional para Ásia (+14,3%), América Latina (+10,6%) e Europa (+4,8%).
O resultado de subscrição P&C também foi o melhor da história da Chubb, alcançando US$ 2,26 bilhões no trimestre, alta de 55%, com índice combinado recorde de 81,8%. Excluindo perdas por catástrofes, o lucro de subscrição do ano corrente foi de US$ 2,18 bilhões, crescimento de 10,3%. As perdas por catástrofes antes de impostos somaram US$ 285 milhões, contra US$ 765 milhões no mesmo período de 2024, refletindo uma sinistralidade mais controlada.
O resultado líquido de investimentos antes de impostos totalizou US$ 1,65 bilhão, aumento de 9,3%, e o resultado ajustado atingiu US$ 1,78 bilhão, avanço de 8,3%, ambos recordes. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido (ROE) ficou em 15,9%, enquanto o ROE operacional foi de 16,3% e o ROTE atingiu 24,5%, demonstrando robustez na rentabilidade.


















