Garantir um futuro tranquilo para os filhos é um desejo comum entre muitos pais. Nesse cenário, a previdência privada vem ganhando espaço como uma alternativa cada vez mais procurada pelas famílias que buscam planejar o amanhã das crianças desde cedo. Na Icatu Seguros – companhia 100% brasileira líder entre as seguradoras independentes em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização – o número de clientes com menos de 18 anos cresceu 44,2% nos últimos cinco anos.
“Os pais têm se conscientizado cada vez mais sobre a importância de poupar e investir desde cedo para garantir um futuro tranquilo para si e para toda a família. E a previdência privada para menores de 18 anos é uma aliada, podendo ser utilizada para objetivos específicos – como intercâmbio, faculdade, a compra de um bem, a abertura de um negócio ou dar início a um plano de aposentadoria – inclusive em situações imprevistas”, explica Talita Raupp, Superintendente de Produtos de Previdência da Icatu Seguros.
Além de ser uma forma de investimento, a previdência para menores de idade é também um importante instrumento para estimular a educação financeira e o hábito de poupar desde cedo. “É uma forma dos pais ensinarem, na prática, a importância de guardar dinheiro e criar uma base sólida para decisões financeiras mais conscientes no futuro”, complementa Talita.
Benefícios da previdência privada infantil
Entre os benefícios, está a possibilidade de aproveitar ao máximo o tempo a favor dos investimentos. Aplicações de longo prazo, a partir de dez anos, contam com apenas 10% de alíquota de Imposto de Renda, no regime regressivo – em que quanto maior o tempo de investimento menor a tributação, que incide somente no momento do resgate ou da renda. Na prática, isso significa transformar o hábito de poupar em uma reserva capaz de realizar sonhos e tirar projetos do papel.
“Mas a previdência, por meio do PGBL, também traz benefícios para os pais, afinal a contribuição para o filho, sendo seu dependente na declaração do imposto de renda, possibilita aproveitar a dedução do IR”, revela a executiva. Para quem faz a declaração completa, a melhor escolha é o PGBL, pois permite deduzir até 12% da renda bruta anual tributável. Dado o benefício do diferimento fiscal, no momento do resgate os impostos irão incidir sobre o valor total. Já para quem opta pela declaração simplificada, o ideal é o VGBL que, embora não conceda benefício fiscal, os impostos incidem apenas sobre os rendimentos. Para que o responsável continue a usufruir do benefício fiscal, ao atingir 16 anos, é necessário que o menor seja contribuinte de algum órgão de previdência oficial.
Como começar?
Contratar um plano de previdência para menores de 18 anos é simples. O primeiro passo é avaliar qual tipo de plano se adequa aos objetivos da família – PGBL ou VGBL. Posteriormente, é necessário avaliar qual fundo atende melhor ao seu perfil, além de definir qual montante será aportado mensalmente ou de forma esporádica. “O mais importante é dar o primeiro passo e aproveitar o tempo como aliado. Desta forma, é possível investir nos sonhos dos filhos desde os primeiros anos de vida e garantir que eles cresçam com proteção e planejamento”, finaliza Talita Raupp.
Pelo 14º ano consecutivo, a Tokio Marine Seguradora reforça seu compromisso com a solidariedade ao apoiar o Teleton, uma das maiores campanhas televisivas em prol da inclusão social no Brasil. O evento, que será transmitido ao vivo pelo SBT nos dias 7 e 8 de novembro, arrecada recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Nesta edição, a Companhia fará uma doação de R$ 300 mil à entidade, reafirmando seu propósito de contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária.
No sábado, 8, a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, e a Diretora Comercial de Canais Especiais, Marcia Silva, estarão no palco do Teleton para simbolizar a entrega da doação da Seguradora. Além da contribuição da própria empresa, o valor doado é arrecado por meio de descontos voluntários em folha de pagamento dos Colaboradores e da transferência de pontos do Programa Nosso Corretor (PNC).
“Este é o 14º ano consecutivo que convidamos nossos Colaboradores e Parceiros de Negócios a fazerem parte dessa corrente de solidariedade que é o Teleton. A parceria com a AACD, que há muitos anos, através do Teleton, luta pela inclusão e pelo desenvolvimento de pessoas com deficiência no Brasil, nos enche de orgulho e está diretamente alinhada ao nosso compromisso com uma sociedade mais justa e igualitária.”, destaca Luciana Amaral.
As doações para o Teleton 2025 já começaram e podem ser feitas pelo site www.teleton.org.br. Também é possível doar por meio das chaves PIX doeteleton@aacd.org.bre (11) 9 4311-0144.
A MetLife Brasil celebra o mês em que se comemora o Dia do Corretor de Seguros e o Dia do Securitário, reafirmando seu compromisso com a evolução do setor e com a parceria junto aos corretores de seguros. Com investimento contínuo em capacitação e ações de reconhecimento e relacionamento, a companhia acredita na importância de fortalecer a atuação consultiva dos parceiros de negócios.
A escuta ativa dos profissionais permitiu à MetLife inovar com a oferta de ferramentas e plataformas que facilitam o dia a dia da corretagem, garantindo agilidade no atendimento ao cliente e impulsionando a produtividade. Hoje, já é possível emitir uma proposta pelo WhatsApp, preencher documentação com o uso de IA (inteligência artificial) e realizar uma cotação em minutos.
“Os corretores são a espinha dorsal do nosso setor. A MetLife tem orgulho de manter com eles uma relação próxima e colaborativa, baseada em confiança, escuta ativa, parceria, capacitação e inovação constante”, comenta Fernando Trujillo, SVP de Transformação da MetLife Brasil. “Temos o compromisso de ajudá-los a evoluir e crescer conosco, oferecendo ferramentas, reconhecimento e experiências que impulsionam seus resultados e nos ajudam a cumprir o nosso propósito de construir um futuro mais seguro para as pessoas, democratizando o acesso às soluções de seguros”, acrescenta o executivo.
Uma das inovações apresentadas para o canal corretor é o lançamento do Cot.AI, uma ferramenta de cotação no WhatsApp, baseada em inteligência artificial que permite gerar simulações do seguro de vida em grupo com base em poucos dados dos clientes, comandos de voz, e até mesmo por uma imagem ou documento, simplificando o processo de cotação e envio de propostas.
Capacitação e reconhecimento que geram resultados On
Neste ano, a MetLife consolidou uma agenda robusta de capacitação e atualização profissional. Em sua 8ª edição, o evento MetLife On – Insights que Inspiram Sucessos reuniu cerca de 800 parceiros estratégicos e seus clientes em encontros voltados à troca de conhecimento, networking e reflexão sobre os rumos do mercado e da sociedade em cinco capitais brasileiras. Com curadoria alinhada às tendências, o MetLife On proporcionou painéis e palestras com especialistas renomados, como a economista Zeina Latif, o professor e palestrante Edney Souza (Interney) e a advogada e professora Angélica Carlin, abordando temas como inovação, transformação digital, comportamento do consumidor, inteligência artificial e macroeconomia.
Ainda este ano, corretores foram premiados com viagens, participaram de workshops sobre produtos e de treinamento nacional. “Capacitar também é oferecer a oportunidade de trocas e conexão que, certamente, impulsionarão o sucesso de nossos corretores parceiros. Eventos como este não só proporcionam desenvolvimento pessoal e profissional, como permitem a escuta contínua para que possamos aprimorar nossas ferramentas e tecnologia, elevando o padrão de atendimento ao cliente e incorporando a inovação ao nosso dia a dia”, destaca Ramon Gomez, vice-presidente comercial da MetLife Brasil.
Outro pilar importante para a MetLife é a parceria com corretoras dentro do canal Representante de Segurospelo país. Anualmente, a companhia realiza o Encontro de Corretoras, reunindo parceiras deste canal para celebrar resultados e reconhecer desempenhos de excelência em seu programa de relacionamento Together, que já premiou corretores com viagens para destinos nacionais e internacionais — este ano, para Barcelona, Croácia, Costa Rica, Nova York e Jericoacoara.
Outra iniciativa que proporciona ainda mais desenvolvimento e trocas com profissionais de todo o mundo é o MDRT, programa que apoia corretoras na conquista dos critérios de elegibilidade para se tornarem membros do Million Dollar Round Table, um dos eventos mais relevantes do mercado global de seguros de vida. “Temos o compromisso de apoiar o desenvolvimento e o sucesso do negócio dos nossos parceiros comerciais. Estar no MDRT representa uma oportunidade única de adquirir know-how, networking e reconhecimento para essas empresas”, comenta Guillermo Innocenzi, vice-presidente comercial da MetLife Brasil.
Em 2025, a companhia triplicou sua presença neste evento internacional, com mais de 285 profissionais na edição, reforçando seu comprometimento com os mais altos padrões de excelência.
Atenta ao desenvolvimento e às expectativas contínuas de crescimento do setor, a companhia está investindo na ampliação dos seus canais comerciais. Para saber mais e entender as oportunidades para 2026, acesse: Seja um corretor parceiro | MetLife ou Seja um Representante de Seguros MetLife.
O avanço das pautas ambientais e a aproximação da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP30, vêm influenciando a forma como grandes empreendimentos são planejados e financiados no Brasil. Nesse cenário, o Seguro Garantia é uma solução essencial para dar previsibilidade e segurança a contratos de infraestrutura sustentável, segmento que se fortalece com foco em inovação e responsabilidade socioambiental.
Com a conferência marcada para novembro, em Belém (PA), temas como transição energética, infraestrutura resiliente e reflorestamento ganham destaque na agenda pública e corporativa. Garantia Fotoeólica, Garantia Eólica e Seguro Garantia para Infraestrutura são algumas das modalidades que reforçam o papel do setor de seguros na viabilização de projetos que unem crescimento econômico e compromisso ambiental. Em obras e concessões, o Seguro Garantia atua como uma proteção contratual que assegura estabilidade e confiança a empresas, investidores e governos.
De acordo com a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), os investimentos em infraestrutura no país atingiram R$ 259,3 bilhões em 2024, o equivalente a 2,22% do PIB, e há um déficit estimado de R$ 266 bilhões para atender às necessidades nacionais. Esses números, divulgados em evento preparatório para a COP30, reforçam a magnitude dos desafios e a importância de mecanismos que tragam segurança jurídica e previsibilidade financeira aos projetos em execução.
A Circular SUSEP nº 662/2022 trouxe avanços significativos ao setor, permitindo a inclusão de beneficiários nas apólices, a possibilidade de monitoramento ativo por parte das seguradoras e a adequação da vigência das garantias conforme o caso concreto. “Essas atualizações tornam o seguro garantia ainda mais aderente às demandas de projetos sustentáveis e de longo prazo”, afirma Ketlyn Stefanovic, diretora de sinistros da Junto Seguros.
A Junto Seguros apoia o desenvolvimento de projetos voltados à infraestrutura social, eficiência energética e gestão de resíduos sólidos, reforçando o papel do Seguro Garantia como instrumento de estabilidade e confiança. “Projetos com foco ambiental exigem equilíbrio entre inovação e solidez técnica. O Seguro Garantia oferece esse suporte, assegurando que obras e contratos avancem com menos riscos e maior confiança”, ressalta Ketlyn. “O fortalecimento das garantias sustentáveis reflete um mercado mais consciente e preparado para o futuro. Na Junto Seguros, combinamos análise técnica e tecnologia para oferecer soluções que atendam as necessidades dos projetos de infraestrutura, fazendo com que o crescimento do país seja cada vez mais sustável”, completa.
A Klimber, uma das principais insurtechs que vem revolucionando o mercado de seguros digitais na América Latina, anuncia James Maganha como Country Manager da operação no Brasil.
Com mais de 17 anos de experiência no setor de seguros e uma trajetória sólida em inovação, transformação digital e eficiência operacional, o executivo assume o desafio de seguir fortalecendo a presença da companhia em um dos mercados mais estratégicos da região.
Desde 2022, James atuava como Diretor de Operações e Serviços da companhia, período em que contribuiu para a consolidação do modelo de seguros 100% digitais no país e liderou projetos em parceria com grandes seguradoras, abrangendo automação de processos, implantação de novos negócios e desenvolvimento de parcerias affinity com empresas líderes de diferentes segmentos.
O furacão Melissa, primeiro de categoria 5 da temporada de 2025 no Atlântico, devastou a Jamaica nesta semana, marcando o mais poderoso evento climático a atingir a ilha desde o furacão Gilbert, em 1988. De acordo com a AM Best, as perdas seguradas devem permanecer modestas, mas o volume principal dos prejuízos recairá sobre as resseguradoras, refletindo a forte dependência de resseguro das companhias caribenhas.
A agência estima que as perdas econômicas totais alcancem bilhões de dólares, embora ainda leve tempo para dimensionar o impacto completo da tempestade, que chegou à ilha com ventos acima de 250 km/h. Com penetração de seguros inferior a 5%, apenas uma pequena parcela das propriedades jamaicanas está coberta, o que limita a compensação via apólices e amplia o custo social do desastre.
“As parcerias de resseguro são o alicerce que permite que seguradoras caribenhas assumam riscos de propriedade. Resta saber como esse evento afetará o preço do resseguro daqui em diante”, afirmou Bridget Maehr, diretora da AM Best.
Para Sridhar Manyem, diretor sênior de pesquisa e análise da agência, o mapeamento de riscos no Caribe continua desafiador. “Os modelos precisam considerar correlações entre geografias, já que um evento catastrófico pode se propagar por toda a região”, observou.
Entre as companhias com maior exposição estão as que atuam em seguros patrimoniais, fortemente dependentes de resseguro para manter capacidade de subscrição diante de riscos climáticos cada vez mais severos.
Título paramétrico deve ser acionado
Segundo a Aon, o título de catástrofe de US$ 150 milhões estruturado para a Jamaica — o IBRD CAR Jamaica 2024, com vigência até 2027 — deve ser acionado após a passagem do furacão Melissa. O instrumento faz parte do programa de seguros paramétricos do Banco Mundial, criado para oferecer resposta financeira rápida a países vulneráveis a desastres naturais.
“O furacão Gilbert continua sendo a tempestade mais custosa da história da Jamaica, com perdas econômicas ajustadas pela inflação de US$ 4,1 bilhões e apenas US$ 215 milhões segurados”, lembrou Dan Hartung, chefe global de resposta a eventos da Aon. “Essa diferença mostra o desafio persistente da baixa penetração de seguros, que expõe comunidades ao impacto financeiro total dos desastres.” Hartung destacou que mecanismos como os títulos de catástrofe ajudam a fechar essa lacuna ao oferecer financiamento imediato e pré-acordado após grandes eventos.
Já Chris Lefferdink, chefe de seguros vinculados a títulos (ILS) para a América do Norte na Aon, afirmou que o título jamaicano “transfere o risco da tempestade para investidores globais, permitindo acesso rápido a fundos de recuperação”. Dados iniciais do Centro Nacional de Furacões indicam pressão atmosférica abaixo de 900 milibares, intensidade suficiente para acionar pagamento integral do título, caso confirmada por revisão independente.
“O mercado de cat bonds cresceu mais de 50% desde o fim de 2022, alcançando quase US$ 55 bilhões, o que mostra a confiança dos investidores e a relevância dessa ferramenta para reduzir a lacuna de proteção”, completou Lefferdink.
A AM Best continua monitorando os impactos de Melissa na Jamaica e em outras ilhas do Caribe, incluindo Bahamas Orientais e Turks & Caicos, reforçando que o evento deve reabrir o debate sobre resiliência climática e proteção financeira nas economias mais expostas da região.
O Grupo Bradesco Seguros encerrou os nove primeiros meses de 2025 com lucro líquido de R$ 7,3 bilhões, um avanço de 11,4% em relação ao mesmo período de 2024. No 3º trimestre, o conglomerado de seguros registrou lucro líquido de R$ 2,5 bilhões, alta de 10,3% sobre o 2T25 e 6,5% em relação ao mesmo período de 2024.
O resultado do grupo de seguros representa cerca de 35% do lucro líquido recorrente consolidado do Bradesco, que somou R$ 6,2 bilhões no 3º trimestre e R$ 17,5 bilhões de janeiro a setembro de 2025. A rentabilidade (ROAE) do braço segurador atingiu 21,5%, quase 7 pontos percentuais acima da rentabilidade média do banco, de 14,7%.
As receitas de prêmios, contribuições de previdência e capitalização totalizaram R$ 30 bilhões no trimestre e R$ 89 bilhões no acumulado do ano, com leve retração de 0,9% frente a 2024, em linha com a política de foco em produtos de maior rentabilidade. Nas receitas de prêmios, contribuições de previdência e receitas de capitalização no terceiro trimestre de 2025, frente ao mesmo período do ano passado. Vale destacar os segmentos de Seguro de Vida (9%), Saúde (9,4%) e Ramos Elementares (16%), este último impulsionado pelos seguros Empresarial e Residencial, que evoluíram 21% e 16%, respectivamente.
“O resultado reflete a maior conscientização da população quanto à importância do seguro para a proteção de suas vidas, lares e negócios. Para atender essa demanda crescente, estamos sempre investindo na inovação dos nossos produtos e no aprimoramento da jornada dos nossos clientes”, destaca Ivan Gontijo, presidente do Grupo Bradesco Seguros.
Segundo o executivo, atualmente, sem prejuízo das coberturas tradicionais, o seguro de vida é um produto cada vez mais voltado ao uso em vida, principalmente por conta das inúmeras assistências que proporcionam conveniência e tranquilidade no caso de imprevistos.
“Já o seguro empresarial traz soluções completas e adaptáveis para diferentes perfis de negócio, enquanto o Residencial oferece coberturas personalizadas e uma rede robusta de serviços emergenciais. Mas, para além disso, a proteção do seguro representa um compromisso com a continuidade e a sustentabilidade, valores indispensáveis para o desenvolvimento do país e a construção de um futuro mais previsível, próspero e inclusivo”, acrescenta.
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As provisões técnicas chegaram a R$ 435 bilhões, crescimento de 10,5% em 12 meses. O resultado operacional subiu 28,6% no comparativo anual, enquanto o resultado financeiro aumentou 11,4%, refletindo o bom desempenho das aplicações e o cenário de juros ainda elevados.
Bradesco Saúde manteve liderança no mercado corporativo, com crescimento sustentável e controle do sinistro médico-hospitalar. No trimestre, a Bradesco Saúde aprimorou o processo de pagamento dos pequenos negócios com a criação, no App, da Área do Contratante, agilizando a obtenção da fatura. Também inovou na acessibilidade, ao estender, a pessoas com deficiência visual, o uso de biometria facial no App para solicitação de reembolso. A operadora Mediservice, por sua vez, superou a marca de 780 mil beneficiários no acumulado até setembro, crescimento de 22% frente ao mesmo período de 2024, impulsionada pelo compartilhamento de rede.
Bradesco Auto/RE avançou em rentabilidade, apoiada por ajustes de precificação e ganho de eficiência operacional, especialmente no seguro de automóveis. Em Auto, a Bradesco Seguros deu início à parceria com o Grupo EcoRodovias para complementar a frota de guinchos de atendimento aos usuários na Rodovia Castello Branco, em São Paulo, e avançou no projeto Oficina Sustentável, em parceria com a Ecoassist, que oferece às oficinas parceiras consultoria técnica especializada para coleta e gestão de resíduos. Em Ramos Elementares, a Bradesco Seguros e a Swiss Re Corporate Solutions apresentaram a nova versão do Seguro Patrimonial Empresarial Digital, elevando o Limite Máximo de Garantia Agregado (LMGA) por apólice, de R$ 50 milhões para R$ 100 milhões.
Bradesco Vida e Previdência ampliou as reservas e o volume de contribuições, acompanhando a valorização dos ativos financeiros e a retomada da poupança previdenciária. Em Seguro de Vida, vale destacar a parceria estratégica com o Banco Bradesco para implantação do seguro prestamista na carteira de crédito E-agro, plataforma digital do Banco que oferece soluções para o agronegócio, garantindo a quitação de empréstimos contratados pelo produtor rural por meio de CPR, em caso de morte ou invalidez permanente total por acidente.
Já em Previdência Privada, a Bradesco Vida e Previdência desenvolveu novos produtos e efetuou ajustes para adequar-se à instituição da cobrança de IOF sobre aportes em planos VGBL a partir de determinados valores. Como resultado, a arrecadação em produtos PGBL foi ampliada em 50%, e o faturamento com produtos de cobertura de risco, como pensão e pecúlio, também aumentou.
Bradesco Capitalização teve alta superior a 20% nas receitas, com bom desempenho dos produtos populares e das campanhas de sorteio e registrou alta de 11% no faturamento pelos canais digitais no trimestre, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A empresa lançou no período as campanhas de engajamento Clube Max Pontos Dia dos Pais e Mês do Clientes, esta última com foco no segmento Prime e no público massificado, oferecendo, em ambos os casos, página de benefícios com diversos descontos e cashbacks.
Outro destaque fica com a Atlântica D’Or – parceria da Atlântica Hospitais e Participações com a Rede D’Or –, que iniciou a construção de unidade hospitalar em Ribeirão Preto (SP) e chegou à cidade do Rio de Janeiro, onde assumirá a gestão do Hospital Glória D’Or, sétima unidade da parceria. Em outra frente, a Croma Oncologia, parceria entre Atlântica, Grupo Fleury e Beneficência Portuguesa de São Paulo, que adota um modelo inovador de cuidado coordenado no tratamento de câncer, consolidou o início de suas operações em São Paulo, com unidades nos bairros da Lapa, Morumbi e Tatuapé.
A divisão de seguros, previdência e capitalização foi o único segmento do conglomerado que superou o guidance de crescimento anual (9% a 13%), alcançando alta de 21,7% no acumulado de 2025. Segundo o banco, o desempenho reflete a combinação de diversificação de portfólio, eficiência operacional e sinergia entre as áreas bancária e seguradora, além do fortalecimento da base de clientes — hoje com 37,9 milhões de correntistas — e o avanço na digitalização dos canais de atendimento e venda.
A Caixa Seguridade Participações comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de Administração da Companhia, em reunião realizada nesta data, elegeu Gustavo Portela para ocupar o cargo de diretor-presidente da Caixa Seguridade. Segundo fato relevante, o executivo é formado em Direito e possui MBA em Gestão e Marketing e ingressou na Caixa Económica Federal em 1999, onde ocupou diversos cargos estratégicos na área de atacado do banco, como Superintendente-Executivo Diretor-Executivo e Vice-Presidente interino, contribuindo para a modernização e eficiência da instituição. Entre 2018 e 2020, atuou no Banco PAN como Chief Human Resources Officer (CHRO) e Chief Marketing Officer (CMO). Posteriormente, atuou como Diretor-Executivo na Wiz Corporate no período de 2020 a desde 2024, ocupa a posição de Diretor de Investimentos e Participações da Fundação dos Economiários Federais (FUNCEF).
Com o objetivo de debater as iniciativas desenvolvidas pela indústria automotiva para descarbonização da frota nacional, e como o setor de seguros pode ser um aliado nesse processo, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), estão organizando o “Fórum da Indústria Automotiva & Seguros na COP30.
O evento, que será realizado no dia 13 de novembro, na Casa do Seguro, em Belém, reunirá executivos dos setores automotivo e segurador para debater, além da descarbonização do setor, o tratamento de salvados como vetor de inovação e sustentabilidade, fortalecendo práticas de reaproveitamento, reciclagem e redução de impactos ambientais, e as convergências e contribuições para o desenvolvimento econômico sustentável.
Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a transição energética na indústria automotiva impulsiona uma revolução também no setor de seguros. Novas tecnologias de motorização e mobilidade sustentável requerem novos produtos e precificação de risco diferenciada. “O ‘Fórum Indústria Automotiva & Seguros’ é a plataforma ideal para entendermos as necessidades da Anfavea e, juntos, criarmos um ecossistema de seguros robusto que não apenas acompanhe, mas viabilize a modernização da frota. Nosso objetivo é transformar o risco de inovar em segurança de investir, assegurando um futuro de mobilidade mais limpa e protegida para o Brasil”, disse Dyogo.
Segundo Igor Calvet, presidente da Anfavea, a ação conjunta das duas entidades é uma grande oportunidade de debater temas de grande interesse desses setores. “Temos a questão da reciclagem, da renovação de frota, da segurança veicular, da descarbonização em prol do controle dos efeitos climáticos, entre outros. Estamos muito empolgados com todas as ações que a Anfavea terá para levar uma mensagem ao mundo, de que o Brasil já tem a frota mais limpa do mundo em termos de CO2, e que podemos ir além. Sem dúvida o dia 13 de novembro na Casa do Seguro será histórico.”
A Casa do Seguro é uma realização da CNseg, com o objetivo de posicionar o setor de seguros como um ator estratégico e fundamental na busca por soluções relacionadas à adaptação e mitigação das mudanças climáticas, consolidando o reconhecimento da importância do setor e fazendo com que ele seja citado no documento final da COP30.
Os interessados em participar deste e dos demais eventos da Casa do Seguro, podem se inscrever clicando aqui.
A MAPFRE será uma das protagonistas da ‘Casa do Seguro’, espaço criado pela CNSeg (Confederação Nacional de Seguros) durante a programação da COP30, em Belém. A companhia promoverá, no dia 18 de novembro, às 10h, dois painéis que reunirão especialistas, economistas, cientistas e lideranças empresariais para discutir o papel do seguro e das finanças sustentáveis na construção de uma economia mais resiliente e de baixo carbono.
O primeiro encontro, “Adaptação Climática e Finanças Sustentáveis: Caminhos para a Resiliência”, parte da constatação de que os eventos climáticos extremos estão se tornando mais frequentes e custosos. O debate se baseará em estudo inédito da MAPFRE Economics, que analisa os impactos econômicos da crise climática e a chamada “brecha de proteção”, diferença entre as perdas provocadas por catástrofes e o que é efetivamente coberto por seguros.
O levantamento irá mostrar que, à medida que o clima se torna mais instável, a lacuna entre o dano e a cobertura cresce, afetando famílias, empresas e governos. O relatório aponta que novos instrumentos financeiros, como seguros paramétricos, cat bonds e parcerias público-privadas, podem ajudar a reduzir a vulnerabilidade e ampliar a resiliência social.
Participam do painel Ricardo González García, diretor de análise e estudos setoriais da MAPFRE Economics Espanha e coautor do estudo; o físico Paulo Artaxo, professor da USP e membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC); e Carlos “Cacá” Takahashi, chairman da BlackRock Brasil e vice-presidente da ANBIMA. A moderação será feita por Mónica Zuleta, diretora corporativa de sustentabilidade da MAPFRE.
MAPFRE lança produto voltado a créditos de carbono
O segundo painel, “O Papel do Setor de Seguros na Consolidação do Mercado de Carbono”, ampliará o debate sobre como o seguro pode dar lastro e integridade ambiental às transações de créditos de carbono. A mesa contará com David Canassa, CEO do Reservas Votorantim, Flora Bitancourt, diretora da World Climate Foundation no Brasil e Aloísio Lopes Pereira de Melo, secretário nacional de mudança do clima no Ministério do Meio Ambiente, sob a moderação de Fabio Damasceno, diretor técnico de seguro rural da MAPFRE.
Durante o encontro, a MAPFRE apresentará pela primeira vez um novo modelo de seguro ambiental, voltado à proteção de florestas em projetos de reflorestamento não comercial. “O Brasil tem a chance de liderar uma nova economia, em que conservar é também investir no futuro. O seguro também pode ser parte da solução climática, apoiando políticas e investimentos baseados em dados, inovação e cooperação”, destaca a diretora de sustentabilidade da MAPFRE Brasil, Fátima Lima.
Com presença em mais de 100 países e operação focada em sustentabilidade, a MAPFRE integra o movimento global que busca alinhar o setor financeiro aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS) e foi eleita a seguradora mais sustentável no Ranking da Atuação Socioambiental de Instituições Financeiras (RASA) em 2025. No Brasil, a companhia tem como meta compensar toda a sua pegada de carbono até 2028 e se tornar net zero em 2030.
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