HDI Global traz cinco passos para fortalecer a resiliência cibernética das empresas

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As ameaças cibernéticas estão entre os riscos mais críticos para as empresas. O volume de incidentes segue em alta, gerando perdas sem precedentes e colocando em risco infraestruturas essenciais e a estabilidade econômica. Estudos recentes apontam que os ataques estão se tornando mais difíceis de detectar e conter, à medida que criminosos passam a usar inteligência artificial generativa para atingir um número cada vez maior de setores.

David Bartolini, chefe de Engenharia de Riscos Cibernéticos da HDI Global, destaca cinco áreas prioritárias para fortalecer a resiliência das empresas diante dessas ameaças.

Segundo o relatório mais recente da Agência Europeia de Cibersegurança (ENISA), que analisou cerca de 4,9 mil incidentes entre julho de 2024 e junho de 2025, os principais vetores de ataque são o phishing, o ransomware e as ofensivas de negação de serviço distribuída (DDoS). Diante desse cenário, a resiliência cibernética precisa ser tratada como prioridade estratégica. A seguir, as cinco recomendações centrais.

1. Treinamento contínuo de conscientização dos colaboradores

O erro humano continua sendo um dos principais riscos: de acordo com a ENISA, cerca de 60% dos incidentes têm origem em falhas humanas. Os invasores exploram sobretudo e-mails e técnicas de engenharia social. Por isso, é essencial que as empresas realizem treinamentos regulares de conscientização, com simulações de ataques de phishing. Programas mais eficazes incluem exercícios práticos e Readiness Workshops, muitas vezes oferecidos em apólices de seguro cibernético. O desafio é manter o aprendizado ativo: a atenção tende a crescer apenas após um incidente, o que reforça a necessidade de educação permanente.

2. Atualização de softwares e fechamento de brechas de segurança

Sistemas desatualizados são portas de entrada ideais para os criminosos. A gestão consistente de atualizações e correções reduz significativamente o risco de invasões. O uso de práticas de engenharia de risco direcionadas e revisões periódicas da infraestrutura crítica é não apenas eficaz, mas indispensável para mitigar vulnerabilidades conhecidas.

3. Segmentação de redes e segurança técnica

O avanço do trabalho remoto ampliou a superfície digital das empresas, criando novas oportunidades para ciberataques – inclusive com aumento expressivo das ofensivas DDoS. Medidas técnicas como segmentação de rede, detecção e resposta em endpoints (EDR), gestão de eventos e informações de segurança (SIEM) e a criação de centros de operações de segurança (SOC) permitem detectar e isolar rapidamente sistemas comprometidos. Aplicar o princípio do acesso mínimo necessário também ajuda a limitar os danos.

4. Gestão de riscos de terceiros e da cadeia de suprimentos

Parceiros externos representam outra fonte de vulnerabilidade. Após um ataque, muitas empresas reforçam seus controles e passam a auditar com mais rigor seus fornecedores. A ENISA estima que mais de 10% das ameaças documentadas envolvem a cadeia de suprimentos. Casos de repositórios de software comprometidos e falhas em prestadores de serviços que geraram incidentes em larga escala na Europa reforçam a urgência do tema. As medidas de mitigação incluem cláusulas contratuais de cibersegurança, comprovação de padrões mínimos e testes conjuntos de infraestrutura.

5. Preparação para emergências: backups e simulações de crise

A prevenção total é impossível. O tempo médio de paralisação após um ataque cibernético é de 4,2 dias, chegando a 5,5 dias em pequenas empresas. Backups regulares e planos de recuperação testados são essenciais para reduzir o tempo de inatividade e a perda de dados.

Análise de risco ampla aumenta a resiliência

Investir em prevenção e proteção holística traz retorno: empresas com altos níveis de segurança retomam suas operações cerca de 36 horas mais rápido e têm custos 10% menores por incidente. Líderes do mercado de seguros, como a HDI Global, atuam como parceiros estratégicos de transformação digital, oferecendo consultoria especializada e soluções que fortalecem a resiliência e a segurabilidade das organizações.

Por meio de um portfólio abrangente e de suporte técnico direcionado, essas iniciativas ajudam empresas de todos os portes a avançar com mais segurança na jornada digital.

Com alta de 6%, lucro da MAPFRE no Brasil atinge 199 milhões de euros até setembro


A MAPFRE Brasil encerrou os nove primeiros meses de 2025 com lucro líquido de 199 milhões de euros, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado representa quase um quarto (24%) do lucro global da MAPFRE, e confirma o país como um dos principais polos de rentabilidade do grupo.
 

Mesmo diante da desvalorização de 9% do Real no período e de um ambiente macroeconômico desafiador, a operação brasileira manteve um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acima de 27%, nível considerado excepcional no setor. O desempenho técnico positivo e a forte geração financeira sustentaram o resultado, com índice combinado Não Vida, que em parte reflete o custo dos sinistros em relação ao prêmio recebido, de 72,1% (-2,0 p.p.), um dos melhores entre todas as operações da MAPFRE no mundo.
 

O volume de prêmios no terceiro trimestre somou 3,31 bilhões de euros no Brasil, o que corresponde a 15% de toda a arrecadação global do grupo. Em moeda local, a retração foi limitada a 2,8%, apesar do recuo de 11,5% em euros devido ao câmbio. O resultado foi pressionado principalmente pelos ramos de Agro e Vida Risco, ainda afetados por juros altos e menor contratação de crédito rural. Por outro lado, os ramos de Seguros Gerais, tanto industriais quanto de varejo, apresentaram crescimento e boas margens técnicas, com índice combinado de 63,3% (-1,6 p.p.).
 

O negócio de Vida Risco manteve forte rentabilidade, com índice combinado de 82,1% (-2,1 p.p.), enquanto o ramo de Automóveis, em fase de ajustes tarifários, estabilizou-se em 101,4% (+0,3 p.p.).
 

“O desempenho do trimestre confirma a solidez da operação brasileira e nossa capacidade de preservar rentabilidade com diversificação de portfólio”, afirma Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE Brasil. “A sociedade estratégica com o Banco do Brasil e a forte rede de distribuidores em todo o país seguem sendo diferenciais importantes para ampliar o acesso aos nossos produtos e fortalecer nossa presença nacional. Mantemos o foco em eficiência técnica, gestão prudente e crescimento sustentável, consolidando a MAPFRE como uma das líderes do mercado segurador nacional e uma operação importante para o grupo internacionalmente”, completa o executivo.
 

MAPFRE no mundo
 

No consolidado mundial, a MAPFRE reportou lucro líquido de 829 milhões de euros entre janeiro e setembro, alta de 26,8% na comparação anual. Desconsiderando efeitos extraordinários, como a deterioração parcial do ágio no México e o cancelamento de ativos fiscais na Itália e Alemanha, o resultado alcançaria 908 milhões de euros. 
 

volume global de prêmios somou 22,38 bilhões de euros, com avanço de 3,5%, impulsionado pelo crescimento de Automóveis, Saúde e Vida. O índice combinado consolidado recuou 2,2 pontos percentuais, para 92,6%, refletindo ganhos técnicos e disciplina na subscrição.
 

A América Latina contribuiu com 340 milhões de euros do lucro total, com destaque para o Brasil. A região da Ibéria, que contempla Espanha e Portugal, registrou 347 milhões de euros e a MAPFRE RE, 256 milhões de euros. Já a América do Norte apurou 99 milhões de euros em resultado (+40,6%).
 

“Mais um trimestre crescemos de forma rentável em todas as regiões e linhas de negócio, o que nos permite novamente aumentar o dividendo aos acionistas”, afirmou Antonio Huertas, CEO global do grupo MAPFRE.

Setor segurador debate sustentabilidade, infraestrutura e inovação nas cidades

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) esteve presente no maior evento municipalista de inovação e tecnologia, realizado nesta semana em Nova Petrópolis (RS), o Smart Cities Park. Gestores municipais de todo o Brasil e representantes do setor produtivo puderam dividir o protagonismo em debates sobre iniciativas que promovem o desenvolvimento baseado em inovação e tecnologia nas políticas públicas das cidades brasileiras.

O diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, participou dos debates em dois painéis com os temas: “Parcerias Público-Privadas: Impulsionando Tecnologias e Construindo Smart Cities” e “Inovação Agrícola: Tecnologias para Agricultura, Impulsionando o Desenvolvimento nos Municípios com números comprovados e experiências transformadoras”.

A fala de Esteves destacou o papel transversal e essencial do setor de seguros no enfrentamento das mudanças climáticas no Brasil, com foco na necessidade de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e de áreas agrícolas para construir resiliência e fornecer respostas eficazes a desastres naturais.

“O setor de seguros tem soluções e a capacidade de ser um parceiro fundamental do poder público, seja fornecendo assistência emergencial rápida pós-desastre (Seguro Social Catástrofe) ou atuando em medidas de longo prazo para tornar o país mais seguro e adaptado (Cidades Resilientes). Ressalto que devemos superar a burocracia do poder público, permitindo que o setor de seguros atue mais rapidamente no momento inicial da catástrofe; essa é a função do setor segurador. Complementar a isso, devemos focar na adaptação e atuação antes da catástrofe, promovendo mudanças estruturais para tornar as cidades mais resilientes a longo prazo”, afirmou.

Durante o debate, o diretor da CNseg destacou também uma proposta de reforma do Fundo para Calamidades Públicas da Defesa Civil (FUNCAP), que já existe desde 2010, mas que tem baixa atuação. Colnago propôs, junto aos debatedores, a reorganização deste mecanismo público, para dar-lhe uma natureza privada e atualizar a legislação para que se permita, por exemplo, o financiamento de medidas preventivas de infraestrutura.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, reforçou durante o encontro, que está em sua terceira edição, a importância de reunir líderes da gestão municipal e do setor privado para moldar ações que possam apontar uma constante transformação tecnológica nas ações públicas das cidades, baseadas na inovação.

Mais CNseg

Também durante o encontro, a superintendente de sustentabilidade da CNseg, Luciana Dall’Agnol, foi uma das painelistas no palco que debateu o tema “Inovação Climática no Município: Como a Tecnologia Pode Prevenir Desastres Naturais”. Durante sua fala, a superintendente da Confederação ressaltou o papel do setor segurador e soluções integradas para a mitigação climática e desenvolvimento socioeconômico do país. 

MAG Investimentos é destaque em ranking de investimentos do Guia FGV 2025

A MAG Investimentos, gestora independente com 12 anos de atuação no Brasil e R$17 bilhões sob gestão, é a segunda melhor gestora de nicho do ano, segundo o Guia FGV 2025. A companhia foi reconhecida, principalmente, pelo destaque em duas categorias nas quais sagrou-se campeã: em Renda Fixa e Alta Renda, em uma análise criteriosa de desempenho dos últimos três anos.

“Para nós, é muito gratificante o reconhecimento de um ranking tão conceituado como o da FGV. Estar entre as principais gestoras de investimentos do país reforça o nosso compromisso de entrega de gestão qualificada, pautada em análises rigorosas e assertivas, refletida na entrega de resultados consistentes aos investidores”, afirma Claudio Pires, sócio-gestor da MAG Investimentos.

Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, o ranking avalia o desempenho das gestoras embasado por uma análise criteriosa de fundos nas categorias renda fixa, money market (DI e Curto Prazo), multimercados e ações, considerando os resultados dos últimos 36 meses.

Segundo Claudio Pires, a empresa mantém como prioridade a segurança e a performance dos investimentos de seus clientes, fortalecendo uma relação de confiança construída ao longo do tempo. “Um dos grandes diferenciais deste ranking é a avaliação da regularidade das gestoras ao longo dos últimos três anos. Portanto, o reconhecimento é fruto da nossa consistência e solidez nas estratégias, realçando essa relação de confiança mútua com o mercado e clientes”, complementa.

Nascida como gestora global, mas com expertise local, a MAG Investimentos também possui a mais alta avaliação do Rating de Qualidade de Gestão pela agência de risco Moody’s com nota MQ1 (Excelente). A asset disponibiliza a seus clientes, investimentos por meio de fundos abertos, exclusivos, fundos offshore, fundos imobiliários e carteiras administradas.

FenSeg defende fortalecimento do seguro rural e apoio aos pequenos e médios produtores

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) marcou presença na 2ª edição do Agro Horizonte, promovido pela revista Globo Rural, em Brasília. A entidade foi representada por Glaucio Toyama, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, que participou do painel sobre finanças, seguros e tecnologia.
 

Durante o debate, Toyama destacou que fortalecer o seguro rural passa por canalizar as políticas públicas para os produtores mais vulneráveis, fundamentalmente os pequenos e médios produtores, que em períodos com baixas margens e alta volatilidade climática não têm ferramentas próprias para lidar com estes fatores.
 

“O agronegócio é composto por todos os produtores — do pequeno horticultor ao grande sojicultor. A política pública precisa priorizar o produtor vulnerável, porque necessitam de apoio nos momentos mais difíceis, com estabilidade de oferta de crédito e seguros com custos mais equilibrados”, afirmou.
 

Toyama também ressaltou o papel da tecnologia e da inovação na evolução do seguro rural, apontando que as seguradoras já utilizam ferramentas como telemetria, imagens de satélite e produtos inovadores, a exemplo do seguro paramétrico e do seguro de renda. “A inovação é o caminho para ampliar o acesso à proteção e fortalecer a resiliência do campo”, destacou.
 

O painel reuniu Gustavo Freitas (Sicredi), José Ângelo Mazzillo Júnior (CNA) e André Guillaumon (BrasilAgro), sob moderação de Rafael Walendorff (Valor Econômico), e contou com a presença de autoridades e lideranças do setor agropecuário.
 

O Agro Horizonte é um espaço de diálogo sobre os rumos do agronegócio, reunindo especialistas nacionais e internacionais para discutir competitividade, sustentabilidade e inovação no campo.

Seguros Unimed conquista o 1º lugar em três categorias no prêmio “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar 2025”

por Seguros Unimed

A Seguros Unimed é destaque, pelo sétimo ano consecutivo, na edição 2025 do prêmio “Lugares Mais Incríveis para Trabalhar”, iniciativa da FIA Business School em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo. A companhia conquistou três categorias: o primeiro lugar em Empresas de Grande Porte e no setor de Bancos e Serviços Financeiros e, pela primeira vez, a Mais Incrível em Bem-Estar no Trabalho.

O reconhecimento reflete o compromisso da Seguros Unimed com a promoção de um ambiente de trabalho saudável, inclusivo e centrado nas pessoas. Desde 2018, a companhia mantém o Programa de Saúde Integrada, estruturado nos pilares físico, emocional, financeiro e social. Entre as iniciativas estão a Clínica de Atenção Primária à Saúde (APS), programas de gestação segura, ginástica laboral, consultoria financeira personalizada, além de atendimento psicológico e psiquiátrico. No eixo social, a empresa estimula o voluntariado, promove eventos de engajamento, como o Coopera Inspira e o Coopera Realiza, e apoia comunidades internas de diversidade e inclusão, além de incentivar atividades culturais como coral e banda de colaboradores.

A companhia também aplica internamente as soluções de saúde e bem-estar que oferece ao mercado, reafirmando seu compromisso com o cuidado integral. O mesmo olhar que orienta a criação de produtos e programas voltados à proteção e qualidade de vida dos clientes, é aplicado também no ambiente corporativo, de forma que o cuidado que sustenta o clima organizacional da Seguros Unimed seja um reflexo que pauta as relações com todos os públicos, como colaboradores, clientes e parceiros, reforçando a coerência entre propósito e prática.

Esta filosofia de gestão tem gerado resultados expressivos: 97,9% dos colaboradores afirmam sentir orgulho de pertencer à empresa, 93,1% confiam em suas lideranças e 92,4% destacam coerência entre discurso e prática.  

“O bem-estar do colaborador é prioridade na Seguros Unimed. Garantir um ambiente de trabalho saudável e acolhedor é um meio para alcançar resultados sustentáveis. Essa premiação é muito relevante para nós, pois somos uma empresa do Sistema Unimed, que tem o cuidado como essência. A Seguros Unimed cuida dos seus clientes, dos seus acionistas, da sociedade, e cuida também dos seus colaboradores. Somos uma empresa que busca entregar bons resultados para todos os nossos públicos, e entendemos que o ambiente de trabalho é fundamental na boa performance e, consequentemente, na entrega desses bons resultados”, afirma Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed.

Grupo HDI reforça relacionamento com corretores em série de encontros regionais pelo Brasil

Dando continuidade às ações de valorização e proximidade com seus parceiros de negócios, o Grupo HDI – um dos maiores conglomerados seguradores do país – promoveu, ao longo de todo o mês de outubro, uma série de encontros regionais dedicados ao relacionamento com corretores em diferentes localidades do Brasil para ouvir as demandas dos profissionais e compartilhar oportunidades de crescimento.

Os eventos abrangeram diferentes linhas de negócio do portfólio da empresa e foram realizados em diversas cidades, como Porto Alegre, Passo Fundo, Sorocaba, Rio de Janeiro, Joinville, São Paulo e Campo Grande, com temáticas que incluíram Grandes Riscos, Vida, Transportes, Equipamentos e Auto e Frota. Além disso, o calendário contou com um Jantar com o Presidente – o CEO do Grupo HDI, Eduardo Dal Ri –, em Bento Gonçalves (RS). O ciclo de encontros será finalizado com o Programa Corretor de Sucesso, conduzido pelos diretores regionais, que reforçará o compromisso da companhia em apoiar o desenvolvimento contínuo dos corretores.

Em cada encontro, os participantes puderam conhecer mais sobre os diferenciais das soluções do Grupo HDI, trocar experiências de mercado e estreitar o relacionamento com as equipes regionais. As ações também contaram com a presença de gerentes e equipes comerciais de cada localidade, que conduziram apresentações e conversas estratégicas sobre as oportunidades de negócios e o fortalecimento do canal corretor.

Além das trocas e do Jantar com o Presidente, que proporcionou um momento especial de integração e reconhecimento aos parceiros, o evento celebrou conquistas e reforçou a importância da atuação dos corretores para o crescimento sustentável e a consolidação do Grupo HDI no mercado brasileiro.

Zurich lança campanha Grande Vida para empresas e pessoas

Marcio Benevides

A Zurich Seguros anuncia a edição 2025 da campanha Grande Vida, voltada aos produtos Zurich Vida Para Você (seguro de vida individual) e Zurich Vida Empresa PME. A ação, válida de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2025, concede 100% de agenciamento adicional aos corretores que fecharem novas apólices, reforçando o compromisso da companhia em reconhecer e valorizar o desempenho da sua rede de parceiros. 

Nos dois produtos, o bônus corresponde ao valor integral da primeira parcela/fatura do seguro, desde que cumpridas as condições existentes no regulamento da campanha. As apólices elegíveis precisam ter a primeira parcela paga durante a vigência da campanha e não podem ter sido canceladas nos últimos 180 dias.  

Segundo Rodrigo Barros, diretor executivo de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich, a campanha é uma forma de reconhecer o protagonismo do corretor de seguros. 

“Temos um plano estratégico para o crescimento dos produtos de Vida da companhia, e a rede de corretores é fundamental para levar esse tipo de proteção a mais pessoas e empresas. A Grande Vida reforça nossa confiança nessa parceria e gera um impulso comercial importante para o corretor fechar o ano com um crescimento consistente”. 

“O incentivo de 100% de agenciamento é um dos mais competitivos do mercado. Queremos estimular os corretores a aproveitar o potencial dos seguros de vida, segmento que segue em expansão e com grandes oportunidades de diversificação de carteira”, acrescenta Márcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich. 

Sobre os produtos participantes

  • Zurich Vida Para Você – Seguro de vida individual flexível e personalizável, permite escolher coberturas como morte, invalidez e doenças graves, além de diárias por internação e indenização especial por cirurgia. No início de 2025, passou por uma reformulação e oferece três opções de planos aos clientes: Básico, Plus e Premium, que diferem em quantidade de coberturas, assistências e valor de capital segurado. 
  • Zurich Vida Empresa PME – Voltado a pequenas e médias empresas de 3 a 1000 vidas e com contratação 100% digital, oferece proteção para colaboradores e seus dependentes, com benefícios como cobertura para morte e invalidez, proteção para cônjuge e filhos, cesta natalidade e possibilidade de incluir serviços de telemedicina. É considerado um dos melhores produtos do mercado. 

CNseg: qual o papel do Congresso na agenda climática do Brasil? Com Fernando Monteiro

O nono episódio da série especial “Seguros na COP30” vai ao ar nesta quinta-feira (30), às 13h, dentro do canal SeguroPod. No programa, o deputado federal Fernando Monteiro (Republicanos-PE) defende que a solução não está apenas em novas leis, mas em uma “modernização da técnica legislativa” para criar regras que sejam, de fato, aplicáveis.
 

Ele argumenta que muitos dos desafios atuais, como enchentes e deslizamentos, são o resultado de décadas de falhas em planejamento urbano e saneamento básico. E que o Brasil está lidando com “coisas não feitas no passado”.
 

O deputado detalha como o seguro pode ser uma ferramenta estratégica, funcionando como um “acessório social” que protege tanto o cidadão quanto o orçamento público, garantindo recursos rápidos em catástrofes e mitigando riscos.
 

Apresentado pelo jornalista Vagner Ricardo, editor da Revista de Seguros, o programa será transmitido no Spotify e no YouTube da CNseg. O último episódio está marcado para a próxima quintas-feiras, 6 de novembro, às 13h, e conta com a participação de Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e Gustavo Brum, superintendente-executivo da CNseg.

Sobre a Casa do Seguro

Casa do Seguro estará situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia.
 

Com o apoio de seus empoderadores –AllianzAXABB SegurosBradesco SegurosCaixa SeguridadeMAPFREMarsh McLennanPortoPrudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. 

Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo celebra 53 anos

por Marcia Alves

Outubro é mês de festa para o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), que comemora o seu aniversário de fundação e também o Dia do Corretor de Seguros. Por isso, excepcionalmente no dia 28 de outubro, o CCS-SP reuniu a sua diretoria, ex-mentores e associados, em almoço no Terraço Itália, para festejar 53 anos de existência, ocasião em que também foi lançado o livro “Cinco décadas de história, desafios e realizações”. Além do aniversário, o CCS-SP celebrou na mesma data o Dia do Corretor de Seguros e o Outubro Rosa, marcando o seu apoio ao movimento de prevenção ao câncer de mama.

Durante o lançamento do livro, o mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, informou que o projeto da publicação, iniciado pouco antes da pandemia, foi retomado e concluído na sua gestão. Em seguida, ele agradeceu ao ex-mentor Evaldir Barboza de Paula a coordenação do trabalho e a produção da Editora Incremento, comandada por André Pena, e dos jornalistas coautores Carlos A. Pacheco, Karin Fuchs e Márcia Kovacs, além da colaboração de Márcia Alves, assessora do CCS-SP. Álvaro Fonseca agradeceu, ainda, o apoio dos patrocinadores – Bradesco Seguros, Grupo HDI, Porto Seguro e Tokio Marine Seguradora -, bem como dos associados que enviaram seus depoimentos para a obra.  

Para comemorar o Dia do Corretor de Seguros, o mentor do CCS-SP exaltou a importância da profissão, fornecendo o seu testemunho. “Sou corretor há 42 anos e estou muito feliz, não apenas pela questão financeira, mas, principalmente, pela realização pessoal de levar a proteção do seguro aos clientes, além das muitas amizades que fiz na área”, disse. Coube ao ex-mentor Alexandre Camillo, reforçar a mensagem de valorização da profissão. Para ele, intermediar o seguro é como construir pontes, unindo dois lados com interesses comuns. “Construímos os sonhos de outras pessoas por meio de nossas empresas, movimentando a economia”, disse.

Já o ex-mentor Adevaldo Calegari narrou a origem do CCS-SP, em pleno regime militar, destacando o seu legado para a categoria. Ele salientou, ainda, que o CCS-SP nasceu para representar ideais, objetivos e pensamentos da categoria, servindo de inspiração para a criação de entidades semelhantes em todo o país. “Somos os precursores de uma ideia, um objetivo e uma filosofia de trabalho, cujo objetivo é o profissionalismo, a qualidade do serviço e, acima de tudo, a consideração pelo cliente”, disse. Evaldir Barboza de Paula complementou: “O Clube é reconhecido pelo mercado como autêntico, emblemático e influente. Não podemos perder esse comprometimento”. Em seguida, todos se reuniram em volta de um bolo para cantar os parabéns ao CCS-SP.

Homenagens

Durante o almoço, dois ex-mentores foram homenageados: Cesar Bertacini e Pedro Barbato Filho, este último representado por Jorge Teixeira Barbosa. Álvaro Fonseca explicou que ao longo dos anos o CCS-SP tem prestado homenagens a todos os seus ex-mentores. “Faltavam o Cesar, que não participava dos almoços havia seis anos, e o Pedro, que se recupera de problemas de saúde. Mas, hoje, tenho a satisfação de prestar essa justa homenagem aos dois que ajudaram a construir a história do Clube”, disse. Ambos os mentores receberam placas e os aplausos dos associados.

Encerrando o evento, o mentor reuniu todas as associadas para marcar o apoio do CCS-SP ao Outubro Rosa, movimento criado para conscientizar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. “Não poderíamos deixar de registrar nosso apoio a esse movimento”, disse. Por fim, Álvaro Fonseca falou sobre a importância do encontro. “É uma alegria estar com vocês hoje para comemorar datas importantes e prestar homenagens. Parabéns ao Clube!”, disse. O secretário Gilberto Januário expressou seu contentamento por integrar a diretoria em momento simbólico. “O livro mostra o quanto o Clube foi, e continua sendo, muito importante para o mercado de seguros”, disse.