A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira,11, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 124/2022 que permitirá o uso do seguro garantia para suspender a cobrança de dívidas tributárias. A proposta busca tornar as regras mais justas e dar mais segurança jurídica aos contribuintes.
O texto aprovado anteriormente pelo Senado restringia o uso do seguro garantia apenas a casos em que a cobrança fosse feita pela Fazenda Pública, em uma execução fiscal. Na prática, isso impedia que contribuintes que entrassem com ações próprias para contestar tributos usassem o seguro para suspender automaticamente a cobrança, dependendo de uma decisão judicial para isso. Com a aprovação na Câmara, essa restrição foi removida.
“O texto aprovado na Câmara, sob relatoria do Deputado Lafayette de Andrada, REPUBLICANOS/MG, beneficia os contribuintes e valoriza o seguro garantia, que passa a poder ser utilizado não só na execução fiscal, como instrumento de suspensão da exigibilidade do crédito tributário, mas em qualquer ação que vá discutir crédito tributário.”, destacou O diretor de relações institucionais da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Esteves Colnago.
Ajuste de Redação em Processo Administrativo
Além da ampliação da aceitação do seguro garantia, o texto aprovado na Câmara também incluiu um ajuste de redação para evitar insegurança jurídica na aplicação do Art. 151 do Código Tributário Nacional (CTN).
A mudança também deixa claro que apenas os recursos e contestações apresentados dentro do processo administrativo fiscal continuam valendo para suspender a cobrança de tributos, conforme já prevê o Código Tributário Nacional (CTN).
O texto segue agora para nova análise e votação no Senado Federal, e se aprovado, será convertido em lei.
A seguradora Prudential do Brasil está presente na Casa do Seguro, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece até 21 de novembro em Belém. A iniciativa é da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e reúne 10 empresas como empoderadoras para debater a adaptação do setor frente às mudanças no clima e mitigação dos seus impactos econômicos.
“Nosso papel será apresentar o seguro de vida como uma ferramenta estratégica para reduzir vulnerabilidades sociais e mitigar os impactos dos riscos climáticos, oferecendo proteção em vida em um planeta cada vez mais instável. Eventos extremos exigem soluções integradas entre saúde, meio ambiente e proteção financeira”, afirma Gabriela Al-Cici, vice-presidente de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional da Prudential do Brasil.
De acordo com a executiva, com o aumento da expectativa de vida e a intensificação dos efeitos climáticos, as pessoas precisarão lidar por mais tempo com eventos extremos, incluindo altas temperaturas, insegurança alimentar e doenças transmitidas por novos vetores. “A Prudential tem investido fortemente em produtos voltados à proteção em vida, como coberturas para doenças graves, doenças tropicais e diária hospitalar. Hoje, 90% das indenizações que pagamos aos nossos clientes são em vida”, pontua.
Estudo de Riscos de Sustentabilidade – Dentro da programação da Casa do Seguro, a Prudential vai liderar no próximo sábado, 15, o painel “O papel do setor de seguros na resiliência climática e social” e apresentar um estudo sobre como os riscos climáticos e de saúde pública impactam a economia, a longevidade e a sustentabilidade do seguro de vida. Participarão a CEO da companhia, Patricia Freitas, a sócia da consultoria global em sustentabilidade ERM, Tatiana Assali, além Jéssica Bastos (Susep), Mabyr Valderrama (Fasecolda) e Adriana Campelo (UNDRR).
E para encerrar o dia, o segundo painel terá como tema “Clima e saúde, redesenhando o seguro para um futuro sustentável”, com a participação da vice-presidente de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional da Prudential do Brasil, Gabriela Al-Cici; do presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney Klajner; além de Lincoln Muniz Alves (MMA/Mudanças do Clima) e Mariana Neira (OMS).
Agenda da Prudential na Casa do Seguro – COP30
Data: 15 de novembro
10h – Painel 1: “O papel do setor de seguros na resiliência climática e social” com o lançamento do estudo sobre impactos das mudanças climáticas na saúde.
11h20 – Painel 2: “Clima e saúde: redesenhando o seguro para um futuro sustentável”.
Local: Casa do Seguro, Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA.
O CITO adjunto do Tokio Marine Group e vice-presidente executivo e CIO da Tokio Marine North America Services, Robert Pick, abriu o CQCS Insurtech & Inovação 2025 afirmando que tem imenso carinho e admiração pelo Brasil. “Nos sentimos abraçados aqui”, disse. Sua palestra foi ao mesmo tempo técnica e provocadora. Primeiro convidado internacional do evento, realizado nos dias 11 e 12 de novembro em São Paulo, o executivo trouxe uma visão clara sobre o papel da inteligência artificial (IA) na transformação do mercado de seguros: uma tecnologia revolucionária que deve ser aplicada de forma evolutiva e responsável.
“Quando eu digo que a inteligência artificial é uma tecnologia revolucionária que será aplicada para nossa evolução enquanto mercado, quero dizer que seu uso deve estar atrelado ao propósito de um negócio”, afirmou Pick. “No Brasil, a forma como vocês usam a IA generativa é inovadora, e pode inspirar outros mercados.”
O CIO destacou que 2025 marca o início de uma fase mais madura da adoção de IA, após um período de experimentações em 2024. “Este é o ano em que começamos a transformar pequenos testes em soluções reais, integrando a IA generativa em áreas como automação de escritório, pesquisa e atendimento. Mas ainda é cedo para afirmar que a tecnologia está pronta para ser escalada. A maturidade virá em 2026, quando veremos os primeiros casos de uso em larga escala realmente comprovando valor”, explicou.
Segundo ele, o entusiasmo não pode atropelar o discernimento. Pick lembrou que, em estudo recente do MIT, 95% dos projetos de IA falharam em atingir o retorno esperado — mas vê nisso um sinal de avanço. “Estamos aprendendo. O fato de o mercado continuar experimentando mostra que há confiança no potencial da tecnologia. O erro faz parte da evolução.”
O executivo também comparou o momento atual ao início da automação robótica de processos (RPA) há dez anos, quando o mercado precisou amadurecer para entender os casos de uso e consolidar as plataformas. “Com a IA generativa, estamos vendo o mesmo processo acontecer, só que em velocidade muito maior”, disse.
Pick destacou ainda o protagonismo da operação brasileira no ecossistema global da Tokio Marine. “A Tokio Marine Seguradora é, sem dúvida, a mais inovadora que temos hoje em nossa operação. Sob a liderança de José Adalberto Ferrara, a companhia consegue unir negócios e tecnologia de forma muito sinérgica. Todos nós, CTOs do Grupo, olhamos para o que Adilson Lavrador e Dennis Milan estão fazendo no Brasil porque queremos nos inspirar e fazer algo assim em um futuro próximo”, afirmou.
O recado final foi um convite à prudência e à estratégia: “O desafio não é correr para adotar IA, mas entender como aplicá-la de forma inteligente, com foco no valor que ela cria. O ritmo certo é aquele que equilibra inovação e propósito”.
Além de Robert Pick, também participaram do evento o Diretor Executivo de Operações, Sinistros e Tecnologia, Adilson Lavrador; o Diretor Executivo de Produtos Massificados, Marcelo Goldman; Diretor de Tecnologia, Inovação e Digital, Dennis Milan; a Diretora de Operações, Andrea Ribeiro; Diretora Comercial de Canais Especiais da Tokio Marine, Marcia Silva; e o Diretor Comercial Regional SP Capital e Região Metropolitana, Alexsandro Priuli.
A Casa do Seguro recebeu, na tarde desta terça-feira (11), em Belém (PA), durante a COP30, o Fórum Clima, Vida e Longevidade, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).
O encontro reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir como novas abordagens e instrumentos financeiros podem transformar os desafios da longevidade e das mudanças climáticas em oportunidades para o desenvolvimento sustentável do país.
Sustentabilidade, proteção e pragmatismo
Na abertura, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, destacou o ineditismo da conexão entre longevidade e clima, além do papel do setor de seguros em oferecer respostas concretas à sociedade.
“O tema da longevidade é altamente impactado pelas mudanças climáticas, e a própria COP ainda não trata isso adequadamente. Trazer essa discussão é uma maneira de ajudar a sorte. A nossa e a do planeta”, afirmou.
Dyogo ressaltou que a Casa do Seguro busca “falar para fora da bolha” do setor, levando ao público e a outros segmentos produtivos as soluções e os desafios das seguradoras na transição para uma economia sustentável.
Na sequência, Edson Franco, presidente da FenaPrevi, reforçou a necessidade de integrar as dimensões ambiental, social e econômica.
Presidente da FenaPrevi, Edson Franco
“Esta é a COP da implementação. A política fiscal terá que equilibrar o envelhecimento humano e o envelhecimento ambiental do planeta. Os custos da inação podem ser impagáveis”, alertou.
Transição climática e envelhecimento populacional: os desafios para o futuro
Em seguida, o cientista e professor da USP Paulo Artaxo, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), apresentou um panorama contundente das transformações ambientais em curso e seus impactos diretos sobre a saúde e a longevidade.
Segundo ele, as mudanças climáticas já representam a maior ameaça à saúde pública deste século, com efeitos crescentes sobre doenças cardiovasculares, respiratórias e infecciosas.
“O envelhecimento da população torna ainda mais difícil a adaptação ao novo clima. E quanto mais cedo o fizermos, menor será o prejuízo para a sociedade”, observou.
Artaxo destacou que o Brasil, por sua localização tropical, é um dos países mais vulneráveis ao aquecimento global. “Quatro graus a mais aqui em Belém têm impacto muito maior do que quatro graus em Estocolmo ou Montreal. É melhor cuidarmos do clima, porque o troco virá mais forte para nós.”
Transição justa e novos modelos de proteção
No principal painel da tarde, intitulado “Seguros, mudanças climáticas e longevidade”, o diretor da OIT, Vinícius Pinheiro, destacou que as mudanças climáticas, tecnológicas e demográficas estão alterando profundamente o mundo do trabalho.
“A transição justa coloca as pessoas no centro. O clima já mudou e isso exige uma reformulação dos modelos de seguro e de proteção social”, disse Pinheiro.
Seguro de pessoas como alavanca econômica e social
Para o vice-presidente da Prudential, Antônio Rezende, o setor de seguros é uma das principais ferramentas de resiliência da sociedade diante das novas vulnerabilidades climáticas. “O seguro é uma das grandes alavancas econômicas do PIB. Ele transforma riscos em proteção financeira e reduz a dependência dos recursos públicos.”
Previdência privada e o financiamento da transição
O diretor da Bradesco Vida e Previdência, Estevão Scripilliti, defendeu o papel estratégico da previdência privada na poupança de longo prazo e nos investimentos sustentáveis: “A previdência privada é parte da solução. Podemos direcionar recursos para financiar a transição climática e garantir o futuro das próximas gerações.”
Experiências internacionais e inovação
O diretor do Impact Center for Climate Change da Fidelidade, Rui Esteves, apresentou as iniciativas do centro de conhecimento e investigação da seguradora portuguesa, que integra sustentabilidade e longevidade em programas de prevenção e bem-estar. “Estamos desenvolvendo soluções que unem dados de saúde, estilo de vida e tecnologia para promover uma vida mais longa e saudável.”
O pacto intergeracional em crise
Com seu estilo contundente, Nilton Molina, de 90 anos, abordou o envelhecimento da população como um desafio sem precedentes. “O Brasil envelheceu antes de ficar rico. Quebramos o pacto intergeracional. Quem vai pagar essa conta? Precisamos dizer a verdade: a sociedade não terá dinheiro para sustentar grandes programas sociais. É hora de criar um novo sistema e incentivar a poupança individual.”
O setor de seguros como protagonista da transformação
Encerrando o encontro, Edson Franco reafirmou a importância de o setor de seguros e previdência assumirem papel de liderança na transição para uma economia mais resiliente e sustentável.
“O setor precisa falar mais alto e mostrar que é parte da solução, seja na mitigação dos riscos climáticos, seja na construção da segurança financeira de longo prazo.”
O Fórum Clima, Vida e Longevidade marcou um ponto de convergência entre as agendas do clima e da longevidade, destacando o potencial do seguro e da previdência como instrumentos de transformação social e ambiental para um futuro mais equilibrado.
Por Felipe Aragão, com apoio da LARA, Inteligência Artificial da Latin RE
No Brasil, o risco é frequentemente visto como algo distante — uma preocupação dos outros, não nossa. A expressão “somos abençoados por Deus e bonitos por natureza” sintetiza um traço cultural que, embora afetuoso, mascara uma realidade perigosa: subestimamos o risco que está à nossa volta. Essa crença de proteção quase divina nos torna lentos para reagir e cegos para prevenir. Durante o CQCS Insurtech & Inovação 2025, no painel “Mudanças Climáticas – As oportunidades para o seguro”, defendi que o maior risco brasileiro não é climático nem financeiro — é psicológico e cultural: a negação do risco e a recusa em absorvê-lo.
O brasileiro reage com empatia a tragédias distantes, mas tende a ignorar os riscos cotidianos que o cercam. Essa dissociação emocional é explicada por Daniel Kahneman, em “Pensar, Rápido e Devagar”, como um viés cognitivo: julgamos a probabilidade de algo ocorrer com base na lembrança ou impacto emocional, e não em sua frequência real. Como as grandes catástrofes parecem sempre “lá fora”, mantemos a ilusão de que “aqui não acontece”. Essa miopia coletiva está presente em temas recorrentes — enchentes, secas, deslizamentos — que só se tornam urgentes depois que já viraram manchete. Em outras palavras, não falta informação — falta percepção de vulnerabilidade.
Culturalmente, evitamos absorver risco. Transferimos, terceirizamos, adiamos. O Estado é visto como garantidor universal, e o seguro, como custo desnecessário. Paradoxalmente, a mesma sociedade que evita enfrentar riscos concretos é a que mais cresce nas plataformas de apostas (BETs). Aceita-se o risco quando ele diverte, mas não quando exige responsabilidade. É a contradição da sociedade emocional: apostamos na incerteza, mas negamos a probabilidade. Essa aversão generalizada compromete nossa capacidade de prevenir, planejar e prosperar — e deixa empresas, famílias e governos reféns da sorte.
A COP (Conferência das Partes) é o palco onde o mundo discute a urgência climática. E, ainda assim, o negacionismo permanece — não só o científico, mas o cultural. No Brasil, ele se manifesta em sutilezas: acreditamos que o problema é real, mas não nosso. Preferimos confiar na sorte, no clima ameno e na ideia de que “Deus é brasileiro”. Esse pensamento mágico, quando incorporado à política e à economia, destrói o senso de urgência. Ele impede o desenvolvimento de mecanismos de mitigação e trava o avanço de soluções como seguros climáticos e fundos de catástrofe. Enquanto isso, o mundo segue discutindo precificação de carbono, resiliência urbana e infraestrutura adaptativa — temas que exigem uma visão de risco como ativo estratégico, não como obstáculo.
O mercado segurador e ressegurador tem, neste cenário, uma missão que transcende o cálculo atuarial: reeducar a sociedade sobre o valor de absorver risco. O seguro não é apenas proteção financeira — é um instrumento civilizatório. Ele permite que famílias invistam, que empresas se arrisquem e que sociedades cresçam com segurança. Mas, para isso, o setor precisa mostrar mais e precificar melhor. O Brasil não pode continuar tratando risco como tabu. É hora de torná-lo visível, mensurável e compreensível. A ausência de precificação não elimina o risco — apenas o distribui de forma desigual e silenciosa. Como alguém que tem grande apetite por risco quando o retorno é bom e satisfatório, acredito que o problema não é o risco em si, mas a falta de clareza sobre o valor que ele carrega. O risco, quando bem precificado, é o que permite a inovação, o investimento e a confiança.
Conclusão e Convocação
O futuro climático, econômico e social do Brasil dependerá da nossa capacidade de substituir a fé na sorte pela fé na preparação. Absorver risco é reconhecer a realidade — e agir sobre ela. O mercado segurador e ressegurador local deve assumir o papel de protagonista, liderando a conversa sobre vulnerabilidade e resiliência. É hora de deixar de ser apenas um amortecedor e tornar-se um espelho do risco real que o país corre. Enquanto insistirmos em acreditar que nada vai acontecer conosco, permaneceremos vulneráveis. Mas se encararmos o risco de frente — com método, apetite e disciplina — poderemos transformá-lo na base de um crescimento sólido e sustentável.
Referências
– Kahneman, D. (2011). Pensar, Rápido e Devagar. Companhia das Letras. – CQCS. (2025). Executivos discutem como o seguro pode responder às mudanças climáticas no CQCS Inovação 2025. – Gamma App. (2025). Mudanças Climáticas – As oportunidades para o seguro. elip- Conferência das Partes (COP). Acordos e discussões sobre mitigação e adaptação climática.
A MAG Seguros anuncia o início da edição de novembro da campanha Protegeu, Ganhou!, iniciativa que garante 50% de bônus extra na angariação a corretores e reforça a conscientização sobre o câncer de próstata. A ação ocorre até 30 de novembro e integra o movimento Novembro Azul, voltado ao incentivo do diagnóstico precoce e ao cuidado com a vida.
A seguradora, que possui 190 anos de atuação contínua no mercado de vida e previdência, destaca que a campanha busca unir incentivo comercial e propósito social, assim como ocorreu em outubro durante a mobilização pelo câncer de mama. O objetivo é estimular os corretores a promover informação, prevenção e acesso a soluções de proteção financeira ao longo da jornada de atendimento.
“Assim como fizemos no Outubro Rosa, queremos que o Novembro Azul seja mais um momento de diálogo aberto sobre prevenção. O câncer de próstata ainda é cercado de tabus. As seguradoras têm um papel fundamental em facilitar o acesso à informação, ao diagnóstico e às soluções de proteção financeira. Na MAG, trabalhamos para apoiar as famílias de forma completa, oferecendo produtos adequados às necessidades das famílias e incentivando nossos corretores a levar essa mensagem adiante”, afirma Márcio Batistuti, Diretor Comercial de Varejo do Grupo MAG.
Os produtos elegíveis estão descritos no regulamento completo, disponível com a liderança comercial da companhia. Para mais informações, consulte um representante da liderança comercial MAG e o regulamento da campanha.
A Bradesco Capitalização, empresa do Grupo Bradesco Seguros, acaba de lançar o Max Virada do Milhão, série sazonal e limitada com um sorteio milionário. O produto está disponível nas opções de pagamento único, de R$ 100 e R$ 200, nas quais o cliente concorre a mais 130 prêmios durante a vigência do produto com prêmio máximo de R$ 1 milhão.
“Este é mais um ano que trazemos um produto especial da virada, um título que já faz parte do nosso portfólio e do gosto dos nossos clientes. Além de oferecer a chance de concorrer a um prêmio milionário, o Max Virada do Milhão tem um papel importante: incentivar a disciplina financeira”, explica o superintendente sênior de Negócios da Bradesco Capitalização, Douglas Duran.
Na versão de R$ 100, o prêmio principal é de R$ 500 mil; já na de R$ 200, o destaque é o prêmio de R$ 1 milhão, cujo sorteio será realizado no dia 27 de dezembro. As demais premiações, entre sorteios únicos e mensais, têm valores de até R$ 40 mil. O Max Virada do Milhão tem vigência de 60 meses e está disponível para compra até 26 de dezembro.
A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia Rodrigo Augusto como novo superintendente Jurídico, de Governança, Riscos, Compliance e Privacidade de Dados. Com uma trajetória consolidada na seguradora, o executivo assume o desafio de fortalecer a segurança jurídica, a governança e as práticas de compliance. “A missão é consolidar o trabalho em desenvolvimento, que assegure confiança e proteção, contribuindo para um ambiente ético e inovador, sempre voltado ao cuidado de longo prazo com a saúde e o patrimônio”, afirma o novo superintendente.
Formado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com mais de 21 anos de experiência no setor jurídico, especialmente nas áreas de seguros e saúde suplementar, Rodrigo Augusto também possui MBA Executivo em Seguros e Resseguros e Pós-Graduação em Direito Administrativo. Com passagem por empresas como Allianz, Tokio Marine, QBE, MetLife e AllSeg, sua trajetória inclui a liderança de equipes jurídicas, a implementação de áreas de Ouvidoria e Compliance, além da atuação como professor e membro de comissões jurídicas do setor, como Abramge e Fenasaúde.
Em um momento de instabilidade econômica e mudanças profundas na forma como os brasileiros lidam com planejamento financeiro, a Alper Seguros dá um passo importante em sua estratégia de expansão e inovação, participando do XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, que acontece de 11 a 14 de novembro, em Brasília (DF), e apresentando ao mercado uma nova etapa de atuação, marcada pela integração entre tecnologia, bem-estar e proteção financeira personalizada.
No estande da Alper, os visitantes poderão conhecer o portfólio JustVida, linha de produtos desenhada para oferecer proteção e tranquilidade financeira de forma simples e flexível. O JustVida nasce com o propósito de aproximar o seguro da vida real — com planos ajustáveis, coberturas personalizadas, inclusive com indenizações em vida — sem abrir mão da atenção humana.
Após incorporar a Siena, uma empresa com ampla experiência em seguros de pessoas, a corretora — uma das maiores do país — fortalece sua presença nos segmentos de vida, previdência e benefícios corporativos, combinando a solidez de uma operação nacional com a expertise da empresa incorporada em soluções sob medida para diferentes perfis de clientes, além de apólices por adesão em entidades de classe.
“Mais do que unir estruturas, estamos integrando culturas e visões de cuidado. Nosso foco é entregar soluções que acompanhem a jornada das pessoas e garantam estabilidade em tempos de incerteza”, afirma Antônio Marcos, diretor de seguro de vida da da Alper Seguros.
Um movimento estratégico de consolidação
A incorporação da Siena foi a quarta aquisição da Alper em 2025, consolidando a estratégia da empresa de ampliar o acesso a soluções de proteção e previdência em um país onde menos de 20% da população economicamente ativa possui seguro de vida. Com mais de 1.200 colaboradores e presença nacional, a Alper tem diversificado seu portfólio por meio de aquisições e da expansão de sua plataforma digital, voltada tanto para empresas quanto para clientes individuais.
Essa integração marca também um novo posicionamento da companhia: promover a cultura da prevenção e da segurança financeira como pilares de bem-estar e sustentabilidade.
“Falar de seguro é falar de autonomia e tranquilidade. Queremos ajudar o brasileiro a planejar o amanhã com a mesma confiança com que vive o hoje”, destaca o executivo.
Serviço
📅 De 11 a 14 de novembro de 2025
📍 XXVI Congresso Nacional do Ministério Público – Brasília (DF)
“Meu desejo político, de uma perspectiva de adaptação, é que paremos de construir coisas que sabemos que não serão o que precisamos nos próximos 20, 30, 40 anos.” A afirmação de Amy Barnes, líder global de Clima e Sustentabilidade da Marsh McLennan, deu o tom do painel “Showcasing the Role of Insurance in Unlocking and Accelerating Climate Finance”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela City of London, nesta terça-feira (11), na Casa do Seguro, durante a COP30, em Belém (PA).
A sessão reuniu representantes de seguradoras globais e liderança do governo do Reino Unido para discutir como o seguro pode se consolidar como peça-chave na transição para uma economia de baixo carbono, destravando o financiamento climático por meio da redução de riscos e da mobilização de capital privado.
Na abertura do painel, Luciana Dall’Agnol, superintendente de Sustentabilidade da CNseg, destacou que a realização da COP30 no Brasil, no coração da Amazônia, reforça o papel estratégico do setor de seguros na construção de um futuro sustentável. “O seguro não se trata apenas de cobrir perdas e prejuízos. Nós viabilizamos transformações na sociedade. O seguro é uma peça fundamental para destravar o financiamento sustentável, reduzindo riscos, atraindo capital privado e transformando ambição climática em oportunidades de investimento”, afirmou.
Ela ressaltou que, em todo o mundo, cresce o reconhecimento de que o seguro deve se tornar o terceiro pilar do sistema de financiamento climático, ao lado do crédito e do investimento, por oferecer estabilidade e mecanismos de transferência de risco que tornam a transição verdadeiramente financiável. No Brasil, acrescentou, esse papel ganha relevância especial em setores estratégicos como soluções baseadas na natureza, bioeconomia, energia renovável e combustíveis de baixa emissão.
Moderado por Simi Shah, diretora de Política e Inovação da City of London Corporation, o painel reuniu experiências concretas de inovação em seguros que estão contribuindo para viabilizar projetos de transição e ampliar a adaptação climática.
Barnes apresentou uma estrutura desenvolvida em parceria com a Iniciativa de Mercados Sustentáveis, criada em 2019 pelo então Príncipe Charles, que mapeia riscos enfrentados por projetos de transição desde a fase de planejamento até o descomissionamento. Segundo Barnes, muitos investimentos não chegam à decisão final por não estarem suficientemente “desarriscados”.
A proposta é identificar, de forma prática, em que etapas o seguro pode atuar para mitigar riscos estratégicos, financeiros, operacionais e geopolíticos, e quando outras ferramentas, como contratos, parcerias públicas ou filantropia, podem ser mais adequadas. Entre os exemplos citados, estão soluções paramétricas que garantem receitas de projetos de energia solar e eólica e seguros de crédito adaptados para veículos de propósito específico, viabilizando a capacidade de financiamentos de projetos de transição.
Em seguida, Rachel Delhaise, chefe de Sustentabilidade da Convex Insurance, apresentou uma solução, desenvolvida no Reino Unido, de seguro para projetos de captura e armazenamento de carbono. A cobertura foi determinante para viabilizar dois grandes empreendimentos de infraestrutura de carbono, um no nordeste e outro no noroeste do país.
O contrato, desenvolvido em colaboração com outras seguradoras e um corretor, incluiu proteção contra riscos físicos, responsabilidade civil, perda de receita e um componente de contenção de vazamento de carbono com duração de dez anos, o que permitiu a emissão de licenças e decisões finais de investimento. O projeto, resultado de uma parceria público-privada, tornou-se referência internacional em inovação e colaboração entre setor público, setor privado e mercado segurador.
Tobias Grimm, cientista-chefe de Clima e líder de Consultoria Climática da Munich Re, destacou que o crescimento das perdas por desastres naturais é impulsionado, sobretudo, pela ocupação de áreas de alto risco, e defendeu políticas de zoneamento público que orientem o desenvolvimento urbano e reduzam a vulnerabilidade. Já a conselheira científica-chefe do governo do Reino Unido, Dame Angela McLean, reforçou a importância da colaboração entre governos, seguradoras e centros de pesquisa climática.
Segundo McLean, a integração entre a expertise do setor segurador em análise de risco e a capacidade do sistema científico em modelagem climática pode resultar em previsões mais precisas, melhor precificação e políticas públicas mais efetivas. Ela defendeu que a adaptação climática seja vista não somente como um custo, mas como uma oportunidade de geração de prosperidade, inovação e crescimento econômico.
Durante o debate, os participantes convergiram em torno de uma mensagem: a adaptação climática depende de coerência regulatória, inovação em seguros e estabilidade de compromissos governamentais. Delhaise defendeu que os governos mantenham e ampliem suas metas climáticas, oferecendo segurança aos investidores e estabelecendo limites de carbono na construção civil. Grimm destacou a importância de arranjos de compartilhamento de risco entre o setor público e o privado, por meio de mecanismos em que governos e bancos multilaterais assumam a primeira parcela de perdas, permitindo que o mercado privado amplie sua atuação em regiões mais vulneráveis.
O painel evidenciou que, mais do que um instrumento de proteção, o seguro é um agente ativo na construção de resiliência climática e na mobilização de capital verde. Ao integrar ciência, inovação financeira e políticas públicas, o setor tem se posicionado como um vetor de confiança e viabilidade para a economia de baixo carbono. Essa convergência de propósitos, expressa na Casa do Seguro durante a COP30, reforça o protagonismo do mercado segurador na agenda global de adaptação e financiamento climático, um papel que o Brasil, por sua relevância ambiental e econômica, está cada vez mais preparado para exercer.
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