Fenaprevi e IBA assinam convênio e oficializam parceria de cooperação técnica

Fonte: Fenaprevi

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi e o Instituto Brasileiro de Atuária – IBA celebraram nesta segunda-feira (29) a assinatura de um convênio que oficializa a parceria entre as duas instituições para a troca de expertises e colaboração em discussões técnicas, no desenvolvimento de pesquisas, estudos e o intercâmbio de informações visando contribuir para o aperfeiçoamento do setor de seguros de pessoas e de planos de previdência privada no País. 

Segundo Carlos de Paula, a parceria é mais uma das conquistas da agenda de reposicionamento da entidade, que está empenhada em atender às novas demandas das associadas e dos brasileiros. “Um dos nossos principais objetivos é estabelecer interações mais profundas com as instituições com as quais nos relacionamos. O convênio com o IBA celebra a demonstração da capacidade de juntos promovermos sinergias pelo bem comum”, comemora o diretor-executivo da Fenaprevi. 

Para Leticia Doherty, trata-se de uma iniciativa ‘ganha-ganha’. “Tenho certeza de que com esse convênio quem mais ganha é a nossa comunidade”. Ela comenta que nos tempos em que participou da Comissão Atuarial da Fenaprevi pôde comprovar a relevância dada pelos órgãos reguladores à Federação.  “No IBA entendemos e corroboramos a ideia de que parcerias estratégicas, além de necessárias, fazem toda a diferença. A união faz a força”, enfatiza presidente do Instituto. 

A presidente da Comissão Atuarial da Fenaprevi, Celina da Costa, considera o convênio essencial rumo ao aprofundamento técnico de questões relevantes para o mercado. “Temos os estudos das tábuas de mortalidade e invalidez; a sobrevida dos aposentados e outros assuntos de impacto como os reflexos da Covid-19 que afetam a precificação de nossos produtos”.  

Carlos de Paula acrescenta que o apoio qualificado dos  atuários será de fundamental importância em relação às discussões junto aos poderes Executivo,  Legislativo e  Judiciário. “Vivemos em um Brasil com vários desafios de ordem demográfica, social e econômica, sem falar nos efeitos decorrentes da crise sanitária. Juntos seremos mais fortes e enfrentaremos com maior vigor estas agendas de discussões”.  

O diretor-executivo encerra antevendo as conquistas que surgirão do trabalho conjunto. “Visualizamos as imensas contribuições que irão surgir dessa parceria e ficamos felizes pela Fenaprevi estar cumprido a missão a que se propõe: representar os interesses das nossas associadas e colaborar para a evolução socioeconômica do País”. 

Confira a íntegra da reunião em https://www.youtube.com/watch?v=WHZNrndhfYI.  

Digital Week da SulAmérica impacta mais de 1.400 colaboradores

Fonte: SulAmérica

Entre os dias 17 e 19 de novembro, a SulAmérica promoveu a “Digital Week 3.0 – a transformação digital é nossa”,  com o objetivo de incentivar a cultura digital entre seus colaboradores. A terceira edição do evento contou com mais de 1,4 mil acessos, mais de 13 horas de conteúdo ao vivo e 16 atividades em formatos diversos, como palestras, podcasts (SulaCast), premiações e até um pocket show virtual com happy hour

Neste ano, entre as novidades, o evento contou com plateia virtual e acessibilidade a pessoas com necessidades auditivas, com audiodescrição e tradução em libras em todas as palestras. E para quem perdeu algum conteúdo apresentado, a partir de agora, todos poderão ser acessados por meio da plataforma interna de aprendizagem (Degreed) da SulAmérica, a SulaAprende. 

“A Digital Week 3.0 é mais uma prova de como somos uma nova SulAmérica, mais figital, inclusiva e colaborativa. Eu digo que trabalho numa ‘jovem empresa’ de quase 126 anos. É uma empresa que já passou por várias transformações ao longo de sua trajetória de sucesso e, desde 2015, a companhia vem evoluindo e acelerando sua jornada de transformação digital”, comentou Alexandre Putini, diretor de Inovação, Transformação Digital e Advanced Analytics da SulAmérica. “Não tem transformação digital e inovação, sem diversidade. Transformamos de forma colaborativa com as pessoas”, completou. 

A edição 2021 do evento teve ainda a participação de especialistas como Flávio Tavares (Welcome Tomorrow), Renan Hannouche (Gravidade Zero), Grazi Mendes (ThoughtWorks), Rosa Alegria (Teach for the Future), Bruno Pina (Distrito), Flávia Albo e Bárbara Aguirre (Chazz), entre outros influenciadores do mercado, além dos próprios executivos e alguns colaboradores da SulAmérica. Os temas debatidos pelos palestrantes foram desde diversidade, inclusão e sustentabilidade até o futuro das inovações no mercado e as oportunidades com a transformação digital. 

“Nosso objetivo com a Digital Week foi buscar discutir a importância da tecnologia para proporcionar a melhor experiência para colaboradores, clientes e parceiros com foco no aprendizado contínuo, experimentação e inovação colaborativa. Esses são os desafios fundamentais para as jornadas de transformação digital e cultural na SulAmérica”, conclui Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Administrativo, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica. 

ENS e Sistran lançam ALEXA Guru de Seguros

A Escola Nacional de Seguros (ENS) em parceria com a Sistran Brasil lançou a ALEXA Guru de Seguros. “Nasce uma nova parceria, na qual juntamos tecnologia e conteúdo. O Guru, que terá um mecanismo de atualização semelhante ao do Wikipedia, se tornando uma espécie de Insurepedia, vai aculturar cada vez mais o consumidor e a Escola participa como uma curadoria, para qualificar o mais poderoso assistente virtual que vocês podem ter. É a ENS mais uma vez atuando no sentido de capacitar, de maneira contínua”, anunciou o diretor da ENS, Tarcísio Godoy.

Inicialmente, estão disponíveis mais de 250 perguntas e respostas, sobre os mais diversos temas do segmento. “Por meio da voz, o usuário pode conversar com o dispositivo e a ALEXA traduz o comando, retornando de maneira que o contexto seja coerente. Dessa forma, o corretor tem uma série de informações relevantes para o seu dia a dia”, explicou Marcio Paes.

Godoy afirmou que, atualmente, 82% das pessoas em todo o mundo realizam pesquisas por meio da ALEXA. Outros 28% já efetuam transações bancárias pelo dispositivo e 70% gostariam de substituir atendentes de call center por ALEXAS. “A ALEXA não dorme, não come e não fica de mau humor. Ela jamais vai fazer o que um homem faz, mas será o assistente mais eficiente”, ressaltou o diretor.

Disponível em mais de 150 dispositivos, a assistente virtual poderá auxiliar em dúvidas e oferecer desde informações específicas sobre contratos, como apólices, gamificação e comissionamento, até orientações sobre cursos de formação, treinamentos e dados gerais sobre seguros. “Quais os documentos que faltam? Qual o status do sinistro? Tudo isso pode passar pela ALEXA”, destacou o CEO da Sistran, Márcio Paes.

Paes pontuou ainda que o Guru oferece informações para que o corretor possa se preparar antes de um atendimento ao cliente, imprimindo mais agilidade e resultado à operação. “Ela está disponível para que o profissional possa trabalhar em vários momentos. Um dos objetivos é ajudar na assertividade, na interação com o segurado e com a seguradora”. “Com a tecnologia da Sistran e o conteúdo da Escola, só poderíamos ter à disposição um projeto maravilhoso com esse. Gostando ou não, a automação já é uma realidade, benéfica para o corretor e, consequentemente, para o mercado”, finalizou Paes.

Funcionários públicos agora precisam repensar a sua previdência

MAG Seguros Nilton Molina

Fonte: MAG

Na última semana a MAG Seguros, companhia de 186 anos especializada em seguro de vida e previdência, participou de webinar promovido pelo canal MyNews, apresentado pela jornalista Mara Luquet, discutindo a previdência no funcionalismo público. O foco da conversa foram os impactos da Emenda Constitucional n° 103 de 2019, que altera o sistema de previdência social e estabelece regras de transição e disposições transitórias. Ou seja, para os funcionários públicos servidores contratados depois de 2004, não há mais o regime de integralidade; então buscar alternativas – como a previdência complementar – é cada dia mais importante. 

Na ocasião estiveram presentes Arnaldo Lima, diretor de Estratégias Públicas da MAG e Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da seguradora. “É preciso ficar atento”, disse Arnaldo Lima durante a apresentação. “Hoje, tanto o servidor público quanto o trabalhador da iniciativa privada começam a ser protagonistas do seu próprio futuro; aqui na MAG a gente fala que ‘cuidar de si é um ato de amor’, porquê é preciso ter longevidade financeira para preservar sua autonomia”, completou o executivo. 

A mais recente Reforma da Previdência alterou diversas regras previdenciárias, o que inclui aquelas relacionadas à concessão do benefício para os servidores. Agora, para cada tipo de aposentadoria, existem novas exigências quanto à idade e ao tempo de contribuição. Além disso, o cálculo para se chegar ao valor do benefício e alíquotas de recolhimento também foram alterados para quem é concursado para o serviço público. 

Essas alterações para o grupo de servidores que estão vinculados ao regime geral do INSS refletem, de forma geral, em uma redução ao passar a contar com toda a vida contributiva do servidor público – que agora inicia com 60% da média salarial com 20 anos de contribuição, e vai subindo 2% a cada ano. Então o servidor agora precisa de 40 anos de contribuição para atingir os 100%. “O centro dessa discussão é o funcionário entender que precisa mudar a forma de planejar seu futuro a partir de agora, não tem mais garantia. O ideal é poupar a vida inteira”, explicou Nilton Molina. 

Embora curto, ainda há tempo: o prazo para estados e municípios com Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) criarem planos de previdência complementar para seus servidores com níveis salariais acima do teto do INSS foi ampliado; agora é para dia 31 de março de 2022. “Isso significa que o servidor tem pouco tempo para iniciar o planejamento do seu futuro”, disse Arnaldo. 

Para conferir a live, basta acessar o canal do YouTube do My News

Inflação e juros podem ter um comportamento mais adequado em 2022

Fonte: CNseg

Apesar da trajetória de alta, Inflação e juros poderão ter um comportamento mais adequado no próximo ano.  A inflação, comparando-se ao exercício de 2021— previsão de alta de dois dígitos — poderá ter alguma desaceleração, fechando o próximo ano entre 8% e 9%, em vez de 10% ou 15%, como preveem as projeções mais pessimistas. As projeções econômicas de 2022 foram apresentadas por Luiz Roberto Cunha, professor de economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-RJ, e Pedro Simões, economista da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, durante reunião do Comitê de Estudos de Mercado (CEM) da entidade, ocorrida em 25/11.

Segundo eles, a alta mais suave da inflação permitirá também que os juros básicos, ainda que mantenham o viés de alta no próximo ano, avancem de forma mais lenta, se o Banco Central (BC) decidir buscar a meta em 2023, para evitar um desaquecimento ainda maior da economia em 2022. O mercado financeiro projeta, desde novembro, a Selic em dois dígitos no próximo ano. A economia registra dois trimestres de queda medidos pelo IBC-Br, indicador do BC que mede a atividade econômica do País, algo atribuído em parte aos juros e inflação em alta neste ano.

Os economistas lembraram que, no plano externo, a notícia de arrefecimento da escassez de insumos e matérias-primas, fenômeno que afetou as cadeias produtivas de todo o mundo, é outra contribuição relevante para uma inflação mais bem comportada no País em 2022. Ainda assim, equilíbrio entre oferta e demanda de insumos, como chips, poderá levar dois anos para ser alcançado.

Já a realidade do abastecimento hídrico no País, que encareceu os preços da energia elétrica neste ano, deverá atenuar os impactos em 2022, devendo levar o governo a alterar, por volta de maio, a bandeira na conta de energia elétrica. Só essa troca de bandeira tarifária deverá fazer a variação mensal do IPCA ceder dois pontos percentuais, calcula Luiz Roberto Cunha. A escalada de preços dos fretes marítimos internacionais, um dos responsáveis por mais choques na economia global, acena com uma trégua no próximo ano. No plano político, como 2022 é um ano eleitoral, espera-se alguma volatidade nos indicadores.

Deputado Lucas Vergilio tenta revogar resolução que regulamenta operadoras de seguros

O deputado Lucas Vergilio protocolou, no dia 24 de novembro, projeto de decreto legislativo (PDL n.1073/21) que pretende revogar a Resolução 429/21, do CNSP, de 12 de novembro de 21, a qual estabelece os requisitos para o credenciamento e funcionamento das sociedades iniciadoras de serviço de seguro (SISS) no âmbito do Sistema de Seguros Aberto (Open Insurance).

Decretos legislativos possuem a mesma força de lei ordinária e devem ser discutidos e votados no Congresso Nacional. Se aprovados, são promulgados pelo presidente do Senado Federal, não havendo participação do Presidente da República. Não há, portanto, possibilidade de veto.

Segundo o deputado, essa resolução é uma “ilegalidade” cometida pela Susep, que trocou de gestão em novembro, deixando de ser comandada pela funcionária pública do BNDES e economista Solange Vieira. O corretor de seguros e economista Alexandre Camillo assumiu o posto. Segundo a Susep, as Sociedades Iniciadoras, como participantes de forma obrigatória no Open Insurance, devem ser credenciadas pela Susep e constituídas sob a forma de sociedade anônima. No modelo implementado, as seguradoras poderão exercer algumas atividades oferecidas pela SISS e também constituir empresa tendo como propósito específico o exercício dessas atividades de iniciação de serviços.

Os corretores e corretoras de seguros também poderão estabelecer parcerias comerciais com as SISS, voltadas para proporcionar ganhos de eficiência e agilidade tanto na contratação das operações, como no atendimento às demandas do consumidor ao longo de todo o ciclo de vida dos produtos. “Além disso, preserva-se a possibilidade de se constituírem ou se transformarem em iniciadoras, na medida em que atendam aos requisitos de capital e segurança cibernética, entre outros estabelecidos na resolução”, defendeu o órgão regulador quando publicou a regra.

Segundo especialistas no setor, que pediram anonimato, da forma como foi colocado na norma da Susep sobre as SISS, qualquer empresa pode ser representante de seguro e sem ser corretora de seguro. Ou seja, invade a área dos corretores, sem dúvida. A norma permite que as seguradoras possam instituir ou incentivar a criação dos representantes, assim como promovem os agentes nos outros países, os quais prestam serviços com exclusividade para elas, conhecidos como agentes. No Brasil os agentes não são regulamentados, mas é sabido que seguradoras ligadas a bancos e também ligadas aos seguros de pessoas, principalmente, são ligados a corretoras exclusivas.

Durante a pandemia, o setor de seguros seguiu resiliente e apresentando índices de crescimento, ao contrário de outros setores da economia. A lucratividade das seguradoras recuou diante de um volume recorde de indenizações pagas por conta da Covid-19 e também pela queda do resultado financeiro diante da volatilidade do mercado. Por outro lado, a entrada de novos investidores no setor avançou com a atualização do arcabouço regulatório, que visou modernizar regras diante de um novo mercado de consumo criado com bases na tecnologia.

Lucas Vergilio acrescenta ainda que vai “lutar todos os dias contra essa ilegalidade e esse absurdo que a Susep cometeu contra o mercado de seguros e principalmente com os corretores de seguros”. “Para se ter qualquer participante no seguro é necessário aprovar projeto de lei complementar. O Decreto-Lei 73/66, que regulamenta o Sistema Nacional de Seguros Privados (SNSP) e regula as operações de seguros e resseguros, é muito claro quando estabelece que os integrantes do SNSP são as seguradoras, os corretores de seguros e as resseguradores”, argumenta o parlamentar.

Zurich Seguros aposta no feedback para engajar funcionários

Carlos Toledo

Fonte: Zurich

“Criar juntos um futuro melhor”. Este é o propósito da seguradora Zurich, que em seu 1º Relatório de Sustentabilidade, publicado em junho, anunciou que um de seus três pilares estratégicos globais está diretamente relacionado aos funcionários. Daí a companhia focar no desenvolvimento profissional de seus colaboradores, fazendo com que se sintam valorizados e apoiados no desenvolvimento de suas carreiras na empresa. 

Apesar dos desafios impostos pela pandemia, que acelerou a digitalização dos modelos de trabalho, a seguradora soube adaptar-se à nova realidade e, entre outras medidas, viu no feedback um meio de aumentar o nível de engajamento de seus 1.500 funcionários no Brasil – e de manter altos os níveis de satisfação entre eles, conforme os índices GPTW, OHI, Edge e Stonewall.

Carlos Toledo, diretor executivo de Recursos Humanos da Zurich no Brasil, celebra um feito da companhia no país, que a destaca entre as outras 130 unidades de negócio do Grupo Zurich mundo afora: entre todas elas, o escritório brasileiro foi o que mais deu feedbacks no 3º trimestre de 2021. 

“Oficialmente, fazemos o feedback formais e registrados em nosso sistema quatro vezes ao ano, pois queremos fortalecer cada vez mais essa cultura entre os funcionários, tanto ao dar quanto ao receber. Fechamos o 3º trimestre com 86,7% dos líderes executando-o junto aos seus times, muito próximo dos que almejamos, que são 90%”, pontua o executivo. “Foram mais de 2,5 mil sessões individuais, número que já superou as que ocorreram durante todo o ano de 2020”.

Toledo conta que o crescimento da prática é positivo porque fomenta a cultura do feedback na companhia – porém, ressalta que a Zurich frisa que o que importa no processo não é só o número, mas a qualidade do procedimento, já que o objetivo é o crescimento e desenvolvimento tanto individual como coletivo.

“O feedback deve ser um presente, uma forma de dizer que você acredita no potencial do outro. Com ele, o funcionário consegue se desenvolver, expor sua opinião e tornar a contribuição dele mais palpável. O feedback permeia todas as etapas de desenvolvimento do colaborador na Zurich”, aponta o executivo. 

O RH da companhia colocou em prática diversas iniciativas para fomentar o feedback qualificado. Foram promovidos workshops, realizadas campanhas de comunicação por meio de ferramentas como e-mail, Teams, pop-ups na intranet, entre outros. A Zurich utiliza mundialmente a ferramenta Success Factor, um módulo do SAP que permite que as pessoas deem e recebam feedbacks inclusive de outros países e, também, de forma lateral, ou seja, não só entre líderes e liderados – o chamado feedback 360°, que é o que a companhia estimula e objetiva em sua cultura.

Empresa destaca-se pelo nível de engajamento entre seus funcionários

Além de contribuir para o engajamento, o feedback e o cuidado com a jornada do colaborador também têm se mostrado importantes para o aumento dos níveis de satisfação dos empregados da companhia. Hoje, a Zurich no Brasil é considerada uma das melhores companhias para se trabalhar no país, conforme atestam algumas certificações nacionais e internacionais, a partir da avaliação de seus próprios funcionários.

O ENPS, sigla de Employee Net Promoter Score, que é um índice que mede o nível de engajamento entre eles e, portanto, determina o quanto recomendam a empresa para lugares e outras pessoas do seu círculo pessoal, foi 83 em 2021, mesma pontuação do ano de 2020. O índice vem evoluindo desde que a companhia passou a medi-lo, em 2018, quando somou 59, é e 23 pontos maior do que em 2019.

A Zurich também é reconhecida por promover a equidade, a diversidade e a inclusão em seu time, razão pela qual foi recertificada no ano passado pela britânica Stonewall. Também em 2020, foi certificada pela Edge num dos três níveis, o “Move”, que é destinado às companhias com políticas implementadas e com resultados sólidos, e listada no Guia Exame de Diversidade, por ser uma das mais inclusivas do país – e com pontuação acima da média do ranking geral. Outro reconhecimento internacional foi o Organizational Health Index, feito a cada 3 anos pela consultoria Mckinsey & Company, cuja edição mais recente também foi em 2020. A Zurich ficou com 83 face aos 66 da edição de 2017.

A empresa foi considerada a melhor seguradora do Brasil para a mulher trabalhar no país, de acordo com o 5º GPTW Mulher, que visa identificar e reconhecer as corporações que se destacam nas políticas e práticas em prol da equidade de gênero. De 641 companhias de grande e médio porte avaliadas, ela ficou na 14ª posição entre as grandes empresas de todos os setores que têm as melhores práticas de inclusão e ascensão feminina à liderança.

Prudential do Brasil lança campanha para atrair corretores especialistas em seguros corporativos

Patricia Prudential

Diante da pandemia de Covid-19, com os impactos da doença, houve mais reflexão e conscientização das pessoas a respeito da vulnerabilidade e finitude da vida, aumentando a procura por seguros de vida, individual e empresarial, e ampliando o debate nas empresas sobre o bem-estar dos funcionários, fazendo desse produto um benefício de baixo custo e relevância na atração e retenção de talentos.

“As empresas voltaram mais ainda o seu olhar às novas demandas dos seus talentos e às formas de obter maior produtividade e satisfação das equipes. Os Recursos Humanos estão genuinamente preocupados com seus funcionários, com a longevidade e a qualidade de vida dos colaboradores”, afirma Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil.

Diversas pesquisas mostram que este é um momento único para o corretor de vida ampliar seu portfólio de PMEs. O Brasil é o quarto país do mundo em número de acidentes fatais no trabalho e o quinto em acidentes de trabalho, de acordo com dados do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh). 

Houve um aumento de 33% no interesse das empresas de implantar ações de saúde e bem-estar na rotina de seus colaboradores de 2015 para 2021, de acordo com pesquisa realizada por uma renomada consultoria de benefícios. Além disso, os dados revelaram que as empresas estão elaborando estratégias para atuar na prevenção de doenças. De 186 empresas que participaram do estudo, 78% planejam, em três anos, personalizar as estratégias para a necessidade dos colaboradores em seus diversos momentos da vida. Para ajudar, o potencial do Brasil neste segmento salta aos olhos. 

Os dados reforçam que atuar com seguro de vida em grupo neste momento é uma grande oportunidade de negócio.  “Vale destacar ainda que o mercado de seguros de vida no Brasil é muito promissor, já que representa menos de 1% do PIB brasileiro, contra dois dígitos de países como EUA, França, Suíça, Inglaterra e Japão, mostrando assim todo seu potencial de expansão”, destaca Patrícia.

Diante de um cenário tão promissor, a Prudential do Brasil lançou neste mês a campanha “Seja um Corretor de Vida em Grupo” para atrair os melhores profissionais do mercado e os que mais se identifiquem com o propósito da companhia de proteger vidas. Para a Prudential, o seguro de vida deve ser encarado como o principal pilar do planejamento financeiro para todos os funcionários, porque é a base de tudo. “Costumamos dizer que fazer um seguro de vida representa um ato de amor, cuidado e proteção, um amparo financeiro que cedo ou tarde todos vão precisar nos momentos inesperados e difíceis da vida. E no caso dos seguros corporativos, não seria diferente. As empresas também demonstram o cuidado com os seus funcionários quando contratam o seguro de vida em grupo”, argumenta a executiva. 

A Prudential é especialista no que faz. Administra cerca de US$ 4 trilhões de capital segurado em seguro de vida no mundo, está presente em mais de 40 países. Atua no Brasil há 23 anos e é a maior seguradora independente no segmento de pessoas. Protege mais de 3,1 milhões de brasileiros, com R$ 1 trilhão em capital segurado no país. Já pagou R$ 1,8 bilhão em benefícios. Em 2020, faturou mais de R$ 3,3 bilhões e vem registrando crescimento médio de 31% nos últimos 10 anos. Segundo a executiva, a expectativa é chegar a 5 milhões de vidas seguradas até 2023. “Por isso estamos investindo e ampliando o nosso canal de parcerias”, acrescenta.

O portfólio de produtos de vida em grupo da Prudential conta com coberturas para diversos riscos, que podem ser contratados de maneira descomplicada e online, sem a necessidade do preenchimento de proposta de adesão. A Prudential conta com uma equipe especializada em pós-venda com um atendimento diferenciado, que resulta num alto índice de retenção, o que demonstra a satisfação dos nossos clientes. 

Outro diferencial está no Programa Prudential Vitality, lançado em junho deste ano no Brasil e que acaba de chegar aos clientes corporativos do seguro Vida em Grupo da Prudential. “Identificamos um interesse cada vez maior em cuidar da saúde como forma de prolongar uma vida com qualidade. Não à toa – e também pelo compromisso com o bem-estar total dos nossos segurados, entendendo que esse equilíbrio envolve a saúde física, mental e financeira”, comenta. 

O Prudential Vitality é um programa de incentivo à saúde, consolidado em um compromisso com o bem-estar global, que envolve a saúde física, mental e financeira, com foco na longevidade. Baseado em ciência comportamental e estudos clínicos, o programa foi trazido ao Brasil pela seguradora e é voltado ao estímulo de hábitos saudáveis e à adoção de cuidados e atividades físicas regulares, recompensadas a partir de metas semanais alcançadas ao longo do tempo. Trata-se de um diferencial da Prudential para seus clientes e pode ser agregado como benefício ao seguro de vida corporativo a um custo que retorna em pessoas mais dispostas e saudáveis a partir da comprovada e exitosa mudança de hábitos que o programa promove. “Nosso objetivo, ainda mais nesse momento de pandemia, é chamar a atenção para o cuidado com a mente, o corpo, e também com as finanças”, diz.

A Prudential é especialista em proteger. As empresas são diferentes, as necessidades são únicas. Que tal ampliar seu portfólio de vida em grupo com a Prudential do Brasil? Acesse o portal da companhia e se inscreva neste link

Fenaprevi lança campanha Vem de ZAP! para falar de seguros e previdência a adolescentes

É fato que cuidar da proteção financeira pessoal e da família não é brincadeira. Nem por isso precisa ser um assunto complicado e pouco acessível a grande parte da sociedade. Pensando nisso, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, em parceria com a Escola de Negócios e Seguros – ENS, lançam em novembro a campanha Vem de Zap! Seguros de Pessoas e Previdência Privada.  

A iniciativa parte da premissa de que planejar o futuro deixou de ser assunto “de gente grande” e deve estar presente desde sempre nas conversas, inclusive com jovens e crianças. E foi desenhada com o objetivo de aproximar o público com idades entre 15 a 18 anos do mercado segurador, por meio de conteúdos com linguagem e visual leves, formatados para falar a essa faixa etária que, segundo projeções do IBGE, possui cerca de 12,4 milhões de pessoas no Brasil. 

“O Vem de Zap! foi desenvolvido para que os jovens se interessem mais em pesquisar sobre o nosso mercado e entendam a importância de se pensar no futuro. É um projeto especial, muito esperado por nós, resultante do compromisso da Federação e de suas associadas com os brasileiros. Uma contribuição social.”, comenta o presidente da comissão de Comunicação, Marketing e Eventos da Fenaprevi, Henrique Dias, em nota enviada ao blog Sonho Seguro.

Ele explica ainda que a ideia é estimular os jovens a compartilharem os materiais nas redes sociais e em aplicativos de mensagens, como o Whatsapp – daí o nome da campanha. “Queremos estimulá-los a estabelecerem conversas sobre esses conteúdos com os amigos, os pais, de maneira a fomentar as culturas securitária e previdenciária junto à população”, destaca. 

São 13 vídeos, cada um explicando um produto (acerca das modalidades de seguros de pessoas e planos previdenciários). Todos com conteúdo independente, apresentado de maneira didática e objetiva. Também foi elaborado um e-book que detalha os conceitos abordados, falando sobre termos técnicos, vigência, formas de contratação, fases dos planos de previdência, tipos de rendas, tributação etc. 

O diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, enaltece a importância do Vem de Zap! e destaca a participação da Instituição. “Essa é uma excelente iniciativa que vem para democratizar e desmistificar o setor junto a uma camada da população que cada vez mais necessita de ações direcionadas. Enquanto instituição de ensino, que tem um papel social a cumprir, a ENS se orgulha de participar desse projeto, que vai ajudar a criar uma geração com consciência sobre educação financeira, securitária e previdenciária”, encerra Godoy. 

O material está hospedado em: https://fenaprevi.org.br/vem-de-zap.html

MAG Seguros investe em “naming rights” do Centro de Exposição no Rio de Janeiro

Nuno David mag

O grupo MAG Seguros completa 187 anos em 10 de janeiro de 2021 e quem ganha presente é a cidade do Rio de Janeiro. Sem revelar o investimento com a contratação do naming right do Centro de Convenções localizado na Cidade Nova, área central do Rio de Janeiro, por três anos, até 2024, Nuno David, CMO da MAG, destaca que o grupo conta com cerca de 130 eventos por ano. “Quando colocamos a conta na ponta do lápis e o retorno para a marca de ser um investimento contributivo para a cidade do Rio de Janeiro, fechamos o acordo. A realização deste patrocínio – além de potencializar a nossa marca – é uma forma do grupo investir no Rio de Janeiro, no setor de eventos, e de estar perto de diversos segmentos de mercado e de profissionais que podem contribuir diretamente para a geração de novos negócios”.

A MAG tem sido uma das mais destacadas seguradoras quando o tema é transformação, com uma estante enorme para tantas premiações, como o anuário Valor InovaçãoAnúario Época 360 no tema governança, e a recente conquista da 29ª melhor empresa para trabalhar no Brasil no ranking da Great Place to Work (GPTW), para citar apenas os mais recentes feitos da jornada de construir um mundo empresarial pautado pelos princípios da sigla ASG, com contribuições para o social, ambiental e governança. E há outras tantas comemorações em negócios, com parcerias relevantes com corretores, bancos, gestoras, fintechs entre outros.

“Nosso crescimento é pautado na sustentabilidade. Sempre que os acionistas decidem investir, têm como prioridade contribuir de alguma forma para o município. Fizemos isso com o centro antigo, onde desde 2013 apostamos no processo de mudança em torno da matriz, que está no mesmo endereço desde 1821. A prefeitura nos autorizou a transformar as ruas ao redor do prédio da matriz no Boulevard Belas Artes, que hoje é um ponto turístico e cartão postal da cidade. O patrocínio da Copa Brasil também nos traz um retorno social e de marca importante. São dois exemplos de ações que nos induziram a agregar ao nosso projeto de marca o centro de convenções localizado na Cidade Nova, área central do Rio de Janeiro”, explica ao blog Sonho Seguro.

O atual Centro de Convenções SulAmérica passa a chamar Expo MAG a partir do dia 1° de janeiro de 2022. A inauguração acontecerá de forma híbrida, com a tradicional leva de comemorações dos 187 anos da centenária companhia que atua em seguro de vida, previdência privada, investimentos, insurtechs, consultoria previdenciária e administração de fundos de pensão.

O primeiro deles será o MAG Day, que surgiu durante a pandemia. Ele é realizado uma vez por mês e até então reúne toda a empresa dentro do zoom. Com o retorno ao presencial, a expectativa é juntar todos os funcionários da matriz, cerca 750, e mais umas 250 pessoas das sucursais espalhadas pelo Brasil, no EXPO MAG no dia 12 de janeiro. “Trata-se de um evento onde trocamos experiências, construímos nossos valores culturais e refletimos sobre como construir o futuro”, cita. No dia seguinte acontece a tradicional convenção comercial e a elegante festa Galo de Ouro, onde são premiados os parceiros comerciais vencedores da campanha de vendas anual. 

O retorno ao modelo de trabalho depois de quase dois anos em homeoffice já está planejado para janeiro de 2022. “Não é uma receita pronta e sim um modelo a ser testado e aprimorado”, afirma Nuno. A matriz conta com 750 funcionários. Cerca de 150 deles ficam continuamente no escritório central. Os restantes, terão a obrigatoriedade de comparecer presencialmente três vezes por mês e outras três vezes opcionais. O restante, segue em trabalho virtual. Segundo as contas de Nuno, isso representa cerca um fluxo diário de 350 pessoas na matriz por dia.

Além da exposição de marca, a MAG também será a seguradora oficial de pessoas nos eventos realizados no Expo Mag e estará presente no local em todos os eventos, ampliando a cultura do planejamento financeiro, do seguro de vida e de investimentos para todos os que passarem pelo espaço.