Pioneira no mercado segurador, MAPFRE conquista a certificação CESGA®

fatima lima fundación Mapfre

Fonte: Mapfre

No Brasil e no mundo, a MAPFRE atua com o compromisso de contribuir para o desenvolvimento social e econômico dos países em que está presente, incorporando a sustentabilidade em todas as suas frentes. A meta da companhia por uma operação baseada nos pilares ambiental, social e de governança avançou mais uma etapa com a conquista da Certificação CESGA®, a primeira entre as empresas do mercado segurador. 

Concedida pela Federação Europeia de Sociedades de Analistas Financeiros (EFFAS), a credencial tem o objetivo de sensibilizar sobre a importância dos aspectos ASG nos processos de investimento. A certificação também se propõe a capacitar profissionais para avaliarem informações que vão além das questões financeiras, com o propósito de auxiliar nas melhores decisões dentro da companhia. 

“Atualmente, tornou-se fundamental levar em conta os aspectos ASG nas decisões de investimentos e eles são uma parte importante da filosofia de gestão e análise da MAPFRE. A CESGA® é uma certificação profissional, pioneira neste campo e reconhecida internacionalmente, não apenas na Europa, mas também em outros importantes centros financeiros, como os Estados Unidos”, comenta Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da MAPFRE no Brasil. 

A certificação envolve profissionais da MAPFRE das áreas de investimentos, finanças, auditoria e sustentabilidade e está sendo aplicado em 11 países por meio da Universidade Corporativa MAPFRE – um canal que administra e reúne todos os cursos e treinamentos da companhia. As primeiras turmas já começaram em outubro e terão sua formação concluída em meados de dezembro de 2021. 

“Na MAPFRE, acreditamos que podemos e devemos investir nos profissionais, oferecendo a eles aprendizagem e conhecimento. Além disso, incluir a sustentabilidade no centro dos negócios – com a análise ASG – é sinônimo de mitigação de riscos, eficiência operacional, identificação de oportunidades e promoção do desenvolvimento sustentável com inovação”, avalia Fátima. “Tudo isso faz parte do nosso compromisso assumido globalmente em prol de um mundo mais igualitário, justo, ético, inclusivo, desenvolvido e transparente”, complementa. 

Pier Seguradora apoia organização social para qualificar jovens negros

Pier Seguradora


A Pier anunciou apoio ao projeto social Programadores do Amanhã, que tem o objetivo de qualificar, fortalecer e dar protagonismo a jovens negros e negras que desejam ingressar no mercado da tecnologia, de forma gratuita, sendo que 75% das turmas, são formadas pelo público feminino. A seguradora, por sua vez, visa contratar alunos formados no projeto e, inclusive, a primeira contratação de uma aluna do Programadores do Amanhã foi feita pela Pier.

O programa é destinado a jovens negros da escola pública que estejam cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio e oferece formação técnica que vai da teoria à prática de desenvolvimento web e apps. O projeto também conta com formação na língua inglesa, atendimento psicológico, além de mentorias com diversas participações em atividades que visam o desenvolvimento pessoal e profissional. O programa também fornece notebook e internet para que os alunos tenham acesso às ferramentas necessárias no decorrer do curso, que é realizado de forma online.

Com prazo final de inscrição em 26 de novembro, os jovens que desejarem entrar para a nova turma do Programadores do Amanhã deverão passar por um processo seletivo. São 50 vagas disponíveis para a primeira turma de 2022, com aulas iniciando no mês de janeiro e indo até dezembro. Todas acontecerão de forma remota, dando a chance para que pessoas de qualquer parte do Brasil possam se inscrever. A expectativa é que o projeto receba pelo menos 500 inscrições.

“Para a Pier faz sentido, enquanto uma empresa que demanda esse tipo de profissionais, apoiar a formação de jovens para o mercado de tecnologia. Com a alta demanda e a escassez de profissionais da área, o incentivo nos estudos e contratação destes alunos são fundamentais e vão ao encontro do nosso propósito. Além disso, o apoio à educação é mais do que uma responsabilidade social, é acreditar que o futuro começa agora”, afirma Juliana Lazzari, líder de talentos e aquisições da Pier.

A Pier contratou uma aluna que fez parte da primeira turma formada pelo projeto. Ela tem 19 anos, mora na cidade de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, e hoje ocupa a posição de Engenharia de Software na empresa. Para a próxima turma, a seguradora custeou por completo o estudo de mais 5 alunos e visa empregar outros profissionais formados pela organização.

“Ter empresas referências em tecnologia e inovação como a Pier como apoiadoras do Programadores do Amanhã mostra a importância da diversidade nos ambientes de criação de produtos disruptivos. Além disso, mostra a importância de criarmos pontes para que jovens talentos possam ocupar essas posições. A Pier entende e valoriza a nossa missão e juntos vamos impactar a vida de muitos jovens espalhados pelo Brasil.”, comenta Cleber Guedes, idealizador do programa.

A seguradora nasceu de forma digital e encontra alguns desafios quando o assunto é contratar profissionais de tecnologia, devido à concorrência com o mercado exterior, além de cada vez mais startups demandando dessa especialização profissional.

“Sabemos as dificuldades que muitos jovens enfrentam para conseguir se especializar e ingressar no mercado profissional, então por que não ajudar nesta formação? Enxergamos na Programadores do Amanhã a possibilidade de resolver duas grandes questões: acesso à formação de jovens da periferia e capacitação de talentos para o mercado de trabalho Tech.”, finaliza Juliana.

Painel moderado por Marcio Coriolano reúne especialistas para discutir o resseguro

CNseg resseguros

Um painel dedicado ao resseguro demonstrou seus avanços, a relevância na cadeia de seguros, além de explicitar questões pouco conhecidas pelos segurados que têm seus riscos partilhados entre seguradoras e resseguradoras, inclusive o poder de interferência nas regulações de sinistros. O tema foi tratado no último painel, do segundo dia (24,) do II Congresso Internacional de Direito do Seguro (CJF-STJ) e VIII Fórum José Sollero Filho (IBDS), que foi moderado pelo Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano e presidido pelo Ministro do STJ Ricardo Villas Bôas Cueva. Participaram também o professor Luis Alberto Meza Carbajal, da Universidad Nacional Mayor de San Marcos, no Peru; Paulo Botti, sócio-fundador da Terra Brasis Resseguros; e a advogada Inaê Siqueira de Oliveira, mestre em Direito Civil pela USP. 

Marcio Coriolano fez um breve balanço da trajetória do resseguro no País. Em 2020, um ano difícil dada a pandemia, o Presidente da CNseg destacou que os negócios cedidos a resseguradoras manteve a média dos anos anteriores, que oscila de 8,5% a 10% dos prêmios totais das seguradoras (excluindo Saúde e Previdência). A participação permanece estável, ainda que o mercado de seguros tenha crescido cinco vezes e meia entre 2010 e 2020.

Com esses números, Coriolano assinalou que a concorrência ampliada no setor produziu uma desconcentração da produção de prêmios nas mais variadas carteiras. Antes, destacou, seis companhias concentravam o mercado há dez anos. Hoje, há presença de empresas nacionais e estrangeiras nos diferentes ramos e modalidades, beneficiando o consumo e a penetração do seguro. Por fim, ele lembrou que a flexibilização das normas de livre mercado no seguro e resseguro ocorreu em ritmo diverso. A do mercado de seguros ocorreu em 1996 e a de flexibilização do resseguro foi regulamentada quase 13 anos depois. 

Paulo Botti foi um dos painelistas e, na sua exposição, demonstrou preocupação com os crescentes repasses ao exterior dos grandes riscos brasileiros. Ele vê nesse processo um gradual enfraquecimento do mercado de seguros. Para ele, isso é fruto da evasão das seguradoras nacionais do segmento de grandes riscos nos últimos anos- o foco delas é hoje o varejo massificado – abrindo caminho para retenções de riscos vultosos decrescentes no mercado brasileiro. 

No Brasil, país cuja abertura do resseguro vai completar em janeiro próximo mais um aniversário, com a regulamentação da Lei Complementar 126/2007, o modelo previa, inicialmente, a retenção de riscos no mercado local – 50% do prêmio excedente ofertado – mas a partir de 2017 a liberdade plena das operações se consolidou, encerrando a cessão obrigatória. 

De lá para cá, as seguradoras locais, inclusive algumas multinacionais sem tecnologias para atuar em grandes riscos, cedem negócios e espaços a conglomerados internacionais, com destaque para operações intragrupos e repasses de responsabilidade diretamente ao exterior, diz Paulo Botti.

Segundo Botti, este movimento aumenta a aceitação e regulação de sinistros no exterior, sendo acompanhado por novas pressões por mais flexibilidade dos resseguros. Na avaliação dele, a consequência disso é um futuro desafiador, acenando para a perda de sentido estratégico das resseguradoras locais, que reduzem sua competitividade pelo peso de impostos, algo que tornará mais racional ter sua base, inclusive no caso do IRB, no exterior.

Um futuro que já parece, aliás, realidade no Peru, onde grande parte dos negócios de riscos vultosos são repassados ao exterior, e as companhias de seguros atuam como meras corretoras, no entender do professor Luis Alberto Meza Carbajal. Ele detalhou de forma crítica as regras que regulamentam as operações de resseguros em seu país, assinalando que o marco do órgão de supervisão do mercado peruano coloca em risco seguradoras e segurados, ao incluir, em seu escopo, atribuições que, a rigor, deveriam ser do Legislativo e ignorar leis que tratam da proteção do consumidor e de abuso econômico. Hoje, segundo Carbajal, parcelas significativas de capitais segurados de empresas públicas e privadas estão resseguradas no exterior e longe da jurisdição peruana, algo que pode impor toda sorte de riscos aos segurados, como prazos de regulação excessivamente alargados e indenizações aquém das perdas, por exemplo.

A advogada Inaê Siqueira de Oliveira propôs novas leis que deem mais transparência às relações entre seguradoras e ressegurados, incluindo informações aos segurados sobre repartição de seus riscos entre esses dois pares do mercado. Ela manifestou clara preocupação com as chamadas Cláusulas de Assistência, Cooperação e Controle de Sinistros (CCCs), que afetam a relação entre segurador e ressegurador e podem produzir desvios nos cursos das liquidações de sinistros.

Além de ver de forma crítica a presença do ressegurador na regulação – este expediente é mais comum em cessões de grandes riscos – Inaê entende que as CCCs abrem espaços para abusos, tendo em vista que, a qualquer momento, as resseguradoras podem assumir o controle total das investigações, perícias e liquidações de quaisquer sinistros notificados, tornando moroso ou incerto o pagamento das indenizações. A seu ver, novas legislações são importantes para cobrir os vácuos legais dessa relação contratual, afastar o risco inesperado de recusa do cumprimento de obrigações assumidas e ampliar a segurança jurídica do resseguro brasileiro. 

O ministro Ricardo Cueva elogiou o notório saber dos participantes do painel, afirmando que as apresentações colaboraram para tornar as operações de seguros e resseguros mais bem entendidas pelo Judiciário.

O II Congresso é organizado pelo Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CJF) e pelo Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), com apoio do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Seguro garantia: uma agenda agressiva para 2022

O mercado de Seguro Garantia passou por mudanças relevantes recentemente. A redução da taxa de juros nos últimos anos, o grande número de novos players neste setor, a mudança do perfil de clientes pós-Lava Jato, e o impacto da pandemia ocasionaram uma redução dos grandes negócios. Com isso, o mercado apresenta uma competitividade agressiva neste momento. Rafael Gama, diretor comercial da Austral Seguradora, conta aos leitores do blog Sonho Seguro o que espera deste segmento para 2022. Leia abaixo.

Nesse  cenário, novos desafios se apresentam. O que podemos esperar para 2022?

O ano de 2022 provavelmente será muito desafiador para o mercado como um todo. Considerando um ano de eleição, o cenário político e os impactos na economia, sem crescimento consistente do PIB, provavelmente teremos um calendário mais curto quando falamos de Projetos de Infraestrutura, o que implicará em um posicionamento mais assertivo por parte das seguradoras junto aos seus clientes e parceiros.

Contribuindo para um cenário mais positivo e com boas perspectivas para o Seguro Garantia, o governo promete para 2022 uma agenda agressiva de leilões. Exemplo são as rodovias do Paraná, um conjunto de seis lotes de estradas federais e estaduais que somam 3.368 km e vão demandar R$ 43 bilhões em investimentos, a privatização do Porto de Santos, além dos leilões dos Aeroportos de Congonhas e Santos Dumont. 

E sobre o Seguro Garantia Judicial?

Ainda seguindo as estimativas positivas para o Seguro Garantia, com a queda vertiginosa dos casos de COVID 19 e o retorno da economia a patamares anteriores ao início da pandemia, especificamente no que diz respeito ao Seguro Garantia Judicial, há uma expectativa do retorno dos julgamentos dos processos judiciais principalmente no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF). Essa possibilidade traz de volta para a mesa as grandes demandas que ficaram reprimidas durante estes últimos dois anos. Espera-se que haja um estoque somente no CARF de R$ 784,5 bilhões em processos tributários.

E sobre os projetos da área para a Austral Seguradora?

De forma a se diferenciar e entregar serviços cada vez mais diferenciados aos seus clientes, a Austral Seguradora busca manter seu posicionamento de especialista em grandes projetos de infraestrutura. Também direciona seus esforços e investimentos para uma verdadeira mudança tecnológica e de digitalização dos seus processos. O foco da companhia não é somente entregar uma plataforma digital aos seus clientes, corretores e parceiros. Pretendemos escutar cada um daqueles que fazem parte do ecossistema do seguro e entender as suas dores e necessidades, para que assim possamos entregar as melhores soluções. Acreditamos que o caminho que oferece processos e informações mais assertivas, rápidas e desburocratizadas, com o apoio da tecnologia e dos nossos especialistas, será de fato a chave para nossa diferenciação.

HDI e Maxpar|Autoglass fazem parceria

No dia a dia de quem está dirigindo no trânsito, é comum, em um momento de distração ou descuido, dar aquela raspadinha no carro na pilastra da garagem ou até mesmo colidir de leve com o meio-fio. Esses são pequenos “acidentes” que podem deixar marcas permanentes no automóvel ou até mesmo serem a causa de problemas futuros no carro. 

Para essas ocasiões, a HDI, em parceria com a Autoglass, oferece um serviço de reparo que faz toda a diferença na vida do motorista que quer rodar por aí com o automóvel em perfeitas condições.  O Reparo Abaixo da Franquia restaura, com até R$ 900,00 de mão de obra gratuita – desde que o valor seja inferior ao da franquia –, peças de plástico externas ou lataria do automóvel danificadas em decorrência de colisões. O serviço inclui diversos tipos de conserto com valor abaixo da franquia do seguro, oferecendo cobertura para todas as partes externas do veículo que sejam de metal ou de plástico, como carroceria, para-choques e outras. 

“Essa é uma cobertura muito conveniente e exclusiva para os nossos segurados, que podem solicitá-la aos corretores no momento da renovação ou da compra de um seguro auto. Além de oferecer comodidade, ela alia agilidade e segurança para os clientes, proporcionando um serviço de reparo de qualidade e feito em uma oficina de confiança”, avalia Marcelo Moura, Diretor de Automóvel e Massificados da HDI Seguros.  

Nova cobertura adicional contra buracos 

Para ir além na proteção e no cuidado com os carros dos segurados e reforçar a parceria com a Maxpar|Autoglass, a HDI Seguros lançou recentemente a nova Proteção Contra Buracos, que poderá ser encontrada pelos clientes dentro dos produtos de automóvel da HDI.  

Com franquia de apenas R$ 120,00, a novidade garante ao cliente alto nível de qualidade no serviço prestado a custos que cabem no seu bolso, tudo isso com a garantia da rede de oficinas referenciadas da Autoglass, parceira da HDI na prestação desse serviço. O cliente ainda terá a praticidade de poder acioná-la por meio dos canais digitais da HDI, como o Aplicativo do Segurado. Esse é um serviço de cobertura para proteção de roda e pneu, e, caso a suspensão seja danificada, ela também será reparada. O serviço pode ser acionado nos casos de danos gerados por impactos acidentais em objetos cortantes e/ou contundentes, tais como guias, blocos de sinalização de pista, buracos, desníveis acentuados de pontes, pedras, vidros etc. 

Um resumo do que rolou no CQCS Insurtech & Innovation 2021

O CQCS Insurtech & Innovation, a versão brasileira do evento sobre insurtechs que acontece anualmente em Las Vegas, realizado nos dias 23 e 24 de novembro em São Paulo e também na forma online, suscitou debates sobre diversos temas relevantes para o mercado segurador local, que rema contra a maré das dificuldades impostas pelas volatilidades políticas e econômicas do país para elevar a venda de seguros, que ainda tem uma participação inferior a 4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Apesar do cenário de queda de PIB, alta da inflação e redução da renda média do brasileiro, o setor investe em tecnologia para reduzir custos, aumentar os canais de distribuição e levar uma experiencia mais amigável ao consumidor. Neste contexto, as insurtechs, empresas de tecnologia dedicadas a seguros, buscam investimentos e parcerias com players do setor, para acelerar a transformação necessária para fazer frente a um novo consumidor.

Segundo a revista Apólice, de acordo com Gustavo Doria Filho, CEO do CQCS e idealizador do evento, três pontos demonstraram o sucesso do encontro: o respeito às normas de segurança para o evento presencial, com todos utilizando máscaras e vacinados. “O segundo ponto é como o conteúdo remoto chega até a gente com qualidade, mas sem o mesmo calor do presencial; por último, os temas abordados, com palestrantes internacionais e tantos CEO’s apresentando assuntos que mostraram a importância deste acontecimento para o mercado”.

Abaixo um resumo do que acompanhei pelas mídias oficiais do evento. Este post será atualizado com a publicação de novos textos.

Transformação

O Valor traz entrevista com Matteo Carbone, que participa do CQCS Insurtech & Innovation. Segundo ele, para sobreviver na indústria de seguros nos próximos anos, todas as empresas terão de se tornar uma insurtech. “Agora temos visto as insurtechs voltarem a bater na porta dos intermediadores para conseguir que vendam suas apólices.” Carbone diz ter ouvido de uma grande insurtech ser “tão incrível trabalhar com agentes, pois você só paga um percentual dos prêmios, em lugar de fazer um grande investimento para adquirir dados de consumidores”, diz. 

Fabio Luchetti, ex-presidente da Porto Seguro, resumiu o tema: 1. Quem não dominar a tecnologia, será dominado. 2. Inovações em seguros são mais fáceis de serem obtidas com as Seguradoras maduras. Seguros depende de muitos dados, história, bons algoritmos. O que precisa é de uma revolução interna para uma evolução externa. 3. Start ups ajudam mais na aceleração dos processos das Seguradoras tradicionais, que reagem, do que na disruptura ou conquista de market share (o famoso tubarão dentro do tanque de peixes). 4. Corretores de Seguros sempre são massacrados na utopia das vendas diretas (discurso que agrada investidores) mas o tempo revela que eles são o caminho e não o pedregulho!

Segundo Caribou Honnig, idealizador do Insuretech Connect, o mundo das insurtechs ocupou espaço aos poucos, mas ainda tem um longo caminho pela frente, informa a Apólice. Ele lembrou que os incumbentes têm a possibilidade de fazer, comprar ou ser parceiro neste processo de inovação. “Preste atenção na entrada de novos players no mercado: as big techs podem precisar dos seus serviços para atuar no mercado de seguros, colocando você como prestador de serviço”, avisou Honnig. Ele destacou o uso de API’s, que criam uma série de atalhos para a criação de novos produtos e serviços, e também para a incorporação de novas estratégias operacionais e comerciais.  “A batalha entre cada startup e incumbente se resume a saber se a startup terá escala antes que o incumbente obtenha tecnologia eficiente”, resumiu Honnig.

Fábio Dragone, da Bradesco, destacou que o mundo vive um momento histórico, que afeta diretamente o mercado de seguros. “Hoje, tem muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Estamos vivendo uma revolução, que somente será notada no futuro. Os anos 2010 e 2020 serão lembrados como um período em que tudo mudou, seja no relacionamento, no consumo, ou como a gente vive Estamos vivendo um momento histórico”.

No tema sobre a importância de vida, Jorge Nasser, presidente da Bradesco Vida e Previdência, evidenciou que o antigo Corretor ‘morreu de Covid’, e deu lugar a um novo profissional, que vai andar lado a lado com a inovação. “É importante entender que a inovação é necessária independente de ser disruptiva”, contou. Nilton Molina, presidente do conselho da MAG Seguros, também destacou como a penetração de seguros ainda é um desafio. “É uma coisa bonita, mas não sabemos fazer direito. Fazer o seguro ser demandado é o nosso grande desafio de disrupção”.

Open Insurance

A advogada Marcia Cicarelli lembrou que o órgão regulador – Susep – tem o intuito de promover inovação e promover o protagonismo do cliente. “É o que se vê como sandbox o open insurance, um sistema padronizado de compartilhamento de dados”, ponderou.Ela disse ainda que acabou de sair resolução sobre os requisitos da Siss. “Ela não retém o risco, mas é ela que vai intermediar a venda de dados. Vamos, em um momento futuro, passar em um sistema complexo (open insurance e open banking) e o objetivo é melhorar a experiência do cliente”. Para ela, é um incentivo claro à concorrência. “O seguro hoje é uma indústria que tem menos que 4% do PIB há um grande espaço de crescimento e o open insurance deve promover concorrência e crescimento”, analisou.

Denise Oliveira, CEO e fundadora da Fitinsur, disse que a empresa nasceu com o open insurance na cabeça e olha pra ela com um prisma diferente. “O open insurance está em voga em função da regulação. Na Inglaterra já se pratica, é uma experiência real e quando falamos de Open Insurance existe o arcabouço regulatório. Temos a parte da lei, mas temos o costume. Embora exista o regulatório e a grande sacada dasseguradoras do sandbox é a velocidade”, ressaltou.

Guilherme Jun Haragushi, superintendente executivo da Bradesco, enfatizou que o cliente está no centro e que independente de insurtech ou grandes seguradoras, o objetivo é fomentar o crescimento do mercado. “A proteção que oferecemos aos nossos clientes é o valor que oferecemos. Precisamos de um canal de distribuição eficiente”, afirmou. Ele disse ver o open insurance como oportunidade para a indústria do seguro e isso vem carregado de atenção com os dados. “Isso passa por quão responsáveis somos pelo tratamento da informação. Fator de confiança passa a ser fundamental seja por parte dos corretores, seguradores. A regulamentação está aí para termos esse cuidado”, ressaltou. Acrescentou ainda que a questão do consumidor empoderado é uma realidade. “O grande poder de decisão que os consumidores têm deve aumentar e cabe a gente, como agentes dessa indústria, estar à frente para oferecer soluções”, analisou.

Boris Ber, presidente do Sincor-SP, ressaltou que o open baking é uma operação B2C (Business to Consumer, negócio para consumidor na tradução) e o Open Insurance está longe de ser isso. “Nós, enquanto corretores de seguros, sabemos quando a relação começa, mas não sabemos como termina a nossa prestação de serviço e nem qual vai ser o tamanho. Por isso, hoje, fazemos muito mais do que o serviço da SISS. Fazemos um trabalho de prospecção, técnico, com sugestão de valores, de avaliação de risco, de estudo de dano máximo provável, de lucros cessantes. Nós contribuímos tecnicamente e fica pouco claro como essa contribuição vai se dar no Open Insurance”, ressaltou. Para o presidente do Sincor-SP, o momento é de cautela e reflexão, mas, principalmente, de união. “Acredito que, juntos, vamos achar uma solução para esta e outras oportunidades que estão por aí”, traz nota do Sindicato.

Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguros (SISS)

Armando Vergílio , presidente da FENACOR , afirmou que as #siss Sociedades Iniciadoras de Serviços de Seguros não fazem parte do Sistema Nacional de Seguros e, portanto, não podem ser contempladas no #openinsurance. Este assunto ainda permeará muitas discussões no setor. Boris Ber, Marco Antônio Messere Gonçalves e Lucas Vergilio também comentaram as implicações do Open Insurance para os corretores de seguros. “A Resolução CNSP nº 415, que cria o Open Insurance apenas cita a SISS, não impõe regras, por isso, não se sabe se é um substituto do corretor, um marketplace, não dá para identificar. Do ponto de vista jurídico, ela é ilegal, já que o mercado de seguros é baseado em legislação e para se criar um operador novo dentro do setor é necessária uma lei complementar, que passe pela Câmara e pelo Senado”, ressaltou Armando.

“Independentemente da nossa opinião, o Open Insurance veio para ficar, para ampliar e democratizar o acesso às informações. Baseado no open banking, a única diferença é que no setor de seguros temos o corretor que já exerce esse papel há décadas”, declarou o presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Marco Antônio Gonçalves.

Segundo o deputado Lucas Vergilio, sociedade e poder público enxergam o setor de seguros como um apêndice do setor financeiro e o Open Insurance é a prova disso. “Infelizmente, nós não fomos ouvidos, o órgão regulador se distanciou do diálogo com as seguradoras, com os corretores e com a sociedade, por isso, foi esse copia e cola do open banking”. Vergílio anda falou sobre o papel do setor para mudar isso. “Falta para um trabalho institucional e de conscientização, para mostrar à sociedade o lado social do seguro, de proteção, para depois tratarmos do lado financeiro”, divulga o CQCS.

José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine, ofereceu a visão de um segurador. Como desafio na distribuição de seguros ele citou a SISS, uma nova oportunidade que ninguém ainda sabe como funcionam exatamente. “A partir do momento em que ela conhecer a jornada do cliente, ela pode passar a oferecer produtos que hoje são comercializados pelos canais atuais”. O corretor deve procurar a diversificação das suas vendas, estimulando o cross-selling. “Para o corretor conectado não há fronteiras para prospectar”, apontou Ferrara.

Potencial

Kassie Bryan, da Swiss Re, projetou um cenário em que haverá aumento da receita de prêmios nos próximos anos em decorrência de fatores econômicos, climático, sociais e tecnológicos.Na visão dela, haverá também mudanças expressivas em carteiras importantes como a de veículos, a reboque do aumento da automação. Nesse contexto, ela projetou redução da sinistralidade por acidentes e a da frequência de novos veículos. “Carros privados serão menos importantes, o mix vai mudar. O seguro baseado no uso vai aumentar, mas vai demorar décadas para substituir o que temos hoje, vai ser evolução, não disrupção. O impacto virá com o tempo”, observou.A executiva previu ainda aumento da receita nos seguros de propriedades em razão do crescimento da economia, especialmente nos mercados emergentes. “A América Latina, por exemplo, terá grande crescimento.

Investimentos

“Muito se fala em digitalização, inovação e transformação. Mas, é preciso lembrar que isso demanda muito dinheiro. Na HDI, desde 2017, investimentos R$ 450 milhões. São valores que impactam nos resultados das companhias”, frisou. Já em sua palestra, Jeremy Jawish, CEO da Shift, destacou que as seguradoras precisam mostrar ao consumidor que, de fato, se importam com a experiência do usuário, como fazem empresas de outros segmentos, como a Amazon e a Uber. “Na pandemia isso se tornou ainda mais importante. Os segurados estavam muito estressados e precisavam se sentir cuidados, especialmente no caso de seguro saúde. Então, foi importante criar processos de automação, serviços para os segurados se informarem de forma on-line a qualquer hora e dia. Além disso, há os funcionários das próprias companhias que tiveram que trabalhar de casa e ficaram sobrecarregados para atenderem consumidores estressados. Os processos que não foram criados para serem usados de casa”, comentou.

Ao falar sobre o mercado de investimento de risco em Insurtechs, Jonathan Kalman, CEO da EOS Venture Partners, afirmou que os investidores estão levando em conta fatos como a aceleração do ritmo de mudanças e questões sociais e ambientais. Além disso, os eventos climáticos estão mais severos e frequentes, o que traz consequência para os investimentos em insurtech.Para ele, os aportes em projetos de Cyber vão continuar aquecidos, ao contrário dos IPOs, que enfrentam barreiras. “O mercado está se educando e antes de irem ao público, investidor vai pedir desempenho melhor financeiro”, comentou.Ele disse ainda que os investimentos em distribuição feitos por tecnologia são vistos como prioridade. Assim, essas insurtechs vão continuar a conseguir capital. “Precisam de alguns trimestres para ficar maduros, mas é um segmento muito legal”, acrescentou.

Parcerias

“Como seguradora, temos que pensar os canais de corretores como plataformas de apoio na venda, prover cada vez mais ferramentas, conhecimento para que eles tenham cada vez mais condições de fazer uma venda mais fluida”, afirmou o Superintendente Executivo Bradesco Seguros, Giuliano Generali, durante o painel Tech Transformando o Seguro. O corretor passa a atuar então como um consultor, que conhece todas as opções disponíveis e oferece o produto certo para cada momento de vida de cada um dos clientes.  “Não precisa contar só com estrutura própria para que as coisas aconteçam, pode chamar empresas parceiras. Mesmo que não tenha a tecnologia embarcada na empresa, tem muitas soluções no mercado”, ressaltou o Head de Produtos & Parceria SUTHB, Ricardo Nishimura. Esta troca entre as empresas permite que produtos sejam lançados com muito mais agilidade e os clientes sintam que tem suas demandas atendidas de maneira mais rápida.

Corretor “Biônico”

Claudio Lendecker, diretor comercial da Pottencial Seguros comentou que para se tornar um “corretor biônico” o corretor, inevitavelmente, deverá enxergar as seguradoras como suas grandes aliadas. “O corretor de seguros é uma parte ativa do ecossistema de proteção da sociedade”, traz a Apólice.

Leonardo Freitas, diretor da Organização de Vendas da Bradesco Seguros, lembrou que a nova geração é movida por significado e por propósito. Quem lida com a proteção da vida, patrimônio, saúde, financeira tem um super poder e chega a ser um “herói sem capa”. “O corretor é capaz de lidar com o futuro, com a proteção do acontecimento futuro, atuando também como um pilar para a inovação”. A tecnologia deve complementar o trabalho deste profissional, com cursos para que ele seja cada vez mais poderoso e possa atuar na multicanalidade.

O diretor executivo da GC do Brasil, José Luiz Ferreira, apontou as ameaças aos corretores de seguros nos últimos anos e que não vingaram. Ele destacou que os fatores que influenciam o consumo online de seguro podem ser supridas pelos corretores de seguros. “As pessoas procuram na internet prêmios de seguro mais baixas. Ao pegar o preço mais baixo, o nível de sinistralidade acaba subindo também”. Portanto, a agilidade e a customização podem ser oferecidas pelo corretor, com condições melhores para as seguradoras.

Homenagens

O primeiro homenageado no evento foi o fundador da Porto Seguro, Abrahão Garfinkel. A gravura foi recebida por seus netos, Bruno Garfinkel e Marcelo Blay. Antonio Carlos de Almeida Braga, o “Braguinha” (representado por Raphael Caetano, diretor da Icatu); Mátrio Petrelli (representado por sua filha), Patrick Larragoiti e Nilton Molina também receberam a placa. O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, também foi homenageado pelos relevantes serviços prestados ao mercado de seguros, assim como Almir Ximenes, que, como executivo de seguradoras, prestou relevante apoio ao CQCS nos primeiros anos do portal; Cecilia Cavalcante, primeira jornalista a trabalhar no portal; além dos colaboradores Monique Dutra e Maria.

Icatu realiza live sobre como o seguro de vida pode ajudar nas finanças

Nesta quinta-feira, 25 de novembro, às 11 horas, a Icatu realiza mais uma “Conversa com Especialista” no seu canal no Youtube. A live desta semana tem como tema “Seguro de vida: Como o seguro pode ajudar nas suas finanças?”. No bate-papo virtual, Gustavo Arruda, gerente de Produtos de Vida da Icatu, fala sobre os benefícios do seguro de vida, como e quando pode ser utilizado, e de que forma ele pode ajudar no planejamento financeiro do segurado e de seus familiares.

“O seguro de vida é uma solução imprescindível para um planejamento financeiro completo, que traga estabilidade, qualidade de vida e tranquilidade financeira para as pessoas e suas famílias. O seguro de vida é a proteção necessária para a continuidade dos sonhos, a manutenção do planejamento familiar e sucessório, o custeio da educação dos filhos, a blindagem patrimonial, a permanência de uma empresa, dentre tantos outros benefícios”, afirma Gustavo Arruda, gerente de produtos de Vida da Icatu.

A live faz parte da programação “Conversa com especialista”, realizada pela Icatu desde o ano passado, com o intuito de apresentar um conteúdo sempre atual sobre o mercado, além de informações sobre proteção e planejamento financeiro de forma gratuita e aberta ao público. Para acompanhar a live ou assistir aos encontros já realizados, basta acessar o canal no Youtube da seguradora.

Serviço:

Live: Seguro de vida: Como o seguro pode ajudar nas suas finanças?

Data e horário: 25 de novembro, às 11 horas

Link de acesso: bit.ly/como_o_seguro_ajuda_nas_finanças_icatu

Agenda dos shows do Prudential Concerts 2021

O Prudential Concerts 2021 chega a Goiânia. Intitulada de “Ritmos da Vida”, esta edição celebra a diversidade da música brasileira, com artistas consagrados por diferentes estilos, incluindo MPB, Pop, Sertanejo, Samba e Rock. Um verdadeiro espetáculo de sons e sensações. Na capital de Goiás, a grande estrela da noite será o cantor Rogério Flausino, que subirá ao palco do Teatro Rio Vermelho (Centro de Convenções), às 20h30, acompanhado por uma orquestra comandada por Carlos Prazeres, regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia e um dos maestros brasileiros mais requisitados de sua geração. 

A estreia da temporada atual ocorreu em Belo Horizonte, com Diogo Nogueira, e antes de chegar a Goiânia o projeto ainda passou por São Paulo, com a dupla Marcos e Belutti. A agenda deste ano contempla também Porto Alegre (03/12) e Rio de Janeiro (16/12), com os shows de Maria Rita (RS) e Banda Melim (RJ). O Prudential Concerts se consagrou ao longo dos anos por conta das suas apresentações únicas e arranjos exclusivos, tendo seus ingressos esgotados em todas as três edições anteriores (2017/2018/2019). 

Em todas as cidades, são seguidos rígidos protocolos sanitários estabelecidos pelas prefeituras locais, assim como pelos espaços escolhidos. O evento é idealizado e produzido pela Novo Traço Comunicação, com patrocínio da Prudential do Brasil e realização da Secretaria Especial de Cultura, Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.  

“Estamos muito orgulhosos com o retorno do Prudential Concerts. Investir no setor cultural faz parte da estratégia da Prudential e ficamos contentes com esse momento de retomada. Todos os shows são realizados sob normas de segurança bem definidas e visam proporcionar ao público um importante momento de relaxamento e bem-estar. Temos certeza que, mais uma vez, o projeto está conseguindo surpreender e encantar o público.”, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil. 

Adaptando-se ao momento atual, a 4ª edição do Prudential Concerts chegou com uma grande novidade: a transmissão online dos espetáculos através do youtube da Prudential do Brasil, o que acontece dias depois de cada apresentação. “Essa decisão foi tomada para que o Brasil inteiro pudesse conhecer a grandiosidade dos espetáculos. Ou seja, mesmo quem não mora nas cidades contempladas, poderá usufruir dos shows de forma gratuita”, explica Rafaello Ramundo, diretor geral do projeto. 

OFICINAS – O Prudential Concerts conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos e/ou escolas públicas ligadas à música e aulas Magnas para alunos e professores de escolas públicas das cidades percorridas pelo projeto. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 500 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o evento. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante. 

Rogério Flausino – “A oportunidade de encontrar novos talentos, de influenciar de alguma forma a juventude musical do país, de estabelecer um intercâmbio de ideias e soluções, é algo maravilhoso. Já tivemos muitas surpresas maravilhosas nas Oficinas da Prudential e tenho certeza de que muitas ainda virão”, diz o maestro Carlos Prazeres, que assina a direção artística do projeto juntamente com Zé Ricardo. 

AGENDA DOS PRÓXIMOS SHOWS DO PRUDENTIAL CONCERTS 2021 

24/11 – Goiânia 

Convidado: Rogério Flausino  

Local: Centro de Convenções Goiânia – Teatro Rio Vermelho 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 30/11 às 18h 

03/12 – Porto Alegre 

Convidado: Maria Rita 

Local: Theatro São Pedro 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 14/12 às 18h 

16/12 – Rio de Janeiro 

Convidado: Banda Melim 

Local: Teatro Prudential 

Ingressos: R﹩ 50 (inteira) e R﹩ 25 (meia) 

Transmissão no youtube na Prudential do Brasil: 21/12 às 18h 

AIG lança modalidade pós-paga do Seguro de Viagem Corporativa

Fonte: AIG

A AIG Seguros lança o Seguro de Viagem Corporativa na modalidade Pay per Use. Com o novo produto, a companhia reforça sua posição de liderança no segmento de Seguro Viagens no Brasil e oferece um modelo de contratação até então inédito, possível para empresas de qualquer tamanho e quantidade de funcionários.

Segundo Fábio Ogeda, gerente de Desenvolvimento de Negócios de A&H (Accident & Health ou, em português, Acidente e Saúde) da AIG, a grande vantagem do produto é o pagamento do seguro de viagens a trabalho apenas após o uso e de acordo com a quantidade de dias informados no certificado de seguro emitido previamente, diferente de como acontece na tradicional modalidade Banco de Dias. “Até agora, as empresas tinham apenas a opção de comprar uma apólice com banco de dias específicos. Usavam como base a média de dias de viagens de seus funcionários em anos anteriores para fechar uma apólice anual, a qual pagavam antecipadamente e fazíamos o desconto dos dias que fossem utilizados em viagens”, explica em nota enviada ao blog Sonho Seguro.

Em um cenário de muitas incertezas, no qual as empresas ainda não sabem como será o retorno às viagens, esperar o fechamento do mês e pagar apenas pelo que foi usado é um grande facilitador. E o produto vale tanto para viagens nacionais quanto internacionais. “Muito do que as pessoas faziam em viagens pode ser que seja feito de forma remota. E podem surgir demandas inesperadas. É um cenário incerto e faz com que nenhuma empresa queira dispor de uma apólice pré-paga sem saber se vai usar”, completa Mariana Navarro, gerente de A&H da AIG.

Apólice sem pagamento inicial

Com o novo Seguro Viagem Pay per Use, o cliente contrata a apólice com a AIG, dispensando pagamento inicial. Funcionários responsáveis pela administração do seguro na empresa cliente recebem acesso a um sistema online (mediante login e senha), que lhes permitirá emitir certificados sob demanda, dias antes da viagem de um de seus funcionários. Não há nenhuma tarifa, porque não há custo de emissão, o que também o diferencia do seguro na modalidade Banco de Dias, que tem um prêmio mínimo de R$ 3 mil. “É um modelo muito inovador de seguro viagem. Há coberturas obrigatórias e outras extras, que o cliente pode customizar para mais tranquilidade dos profissionais que precisam viajar a trabalho”, finaliza Mariana.

Zurich contrata Felipe Name Francisco com superintedente jurídico

Felipe Name Francisco é o novo Superintendente Jurídico da Zurich no Brasil. Com mais de 18 anos de experiência na área de seguros, o executivo entra no time da seguradora após um longo período na seguradora Mapfre, onde atuou em diversos cargos, sendo o último Superintendente de Gestão de Contratos. Antes disso, foi Conselheiro Fiscal na Brasilseg. Atualmente, é Coordenador Acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP).

Formado em Direito pela PUC/SP, Felipe é pós-graduado em Direito das Relações de Consumo, também pela PUC/SP. Além disso, possui diversas especializações na área jurídica, no Brasil e fora dele, como Direito Digital, Direito do Mercado Financeiro e Governança Corporativa. 

Na Zurich, o executivo auxiliará o departamento jurídico nas questões legais da companhia.