IPCA abaixo do esperado e Copom provocam recuo nas projeções

Pedro Simoes CNseg

A inflação de novembro mais baixa que o esperado – ainda que dezembro possa trazer surpresas – e a comunicação mais dura do Banco Central provocaram os primeiros recuos nas projeções do Focus para o IPCA em quase 10 meses. “O trabalho de “reancoragem” por parte da autoridade monetária depois dos efeitos adversos do furo do Teto de Gastos, definitivamente, começou.  O IPCA, divulgado na sexta-feira, desacelerou de 1,25% em outubro para 0,95% em novembro, ficando abaixo das expectativas do mercado. A pressão permanece nos combustíveis, enquanto as surpresas baixistas se concentraram nos grupos Saúde e cuidados pessoais e Alimentação e bebidas, influenciados pelas reduções de preços que, segundo alguns analistas, podem ser atribuídas aos descontos da Black Friday, criando um risco de efeito de recomposição desses preços em dezembro”, avalia Pedro Simões, do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Segundo Simões, o tom mais duro em relação à inflação (hawkish, na linguagem do mercado) ficou claro em trechos do comunicado que acompanhou a decisão. O economista cita que o Copom considera que, diante do aumento de suas projeções e do risco de desancoragem das expectativas para prazos mais longos, é apropriado que o ciclo de aperto monetário avance significativamente em território contracionista. O Comitê irá perseverar em sua estratégia até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas. 

“Como comentamos na Conjuntura CNseg n. 58, há uma chance significativa de que os efeitos da atividade em desaceleração, política monetária contracionista e redução da bandeira hídrica impactem o IPCA ao longo do primeiro semestre, fazendo com que a inflação ceda de maneira mais fácil ao longo do ano que vem”, aposta.

Leia a íntegra do boletim Acompanhamento de Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg, no portal da CNseg.

IRB Brasil e projeto “Sem barreiras” entregam 1,5 tonelada de alimentos

raphael de carvalho IRB

O IRB Brasil RE e a medalhista olímpica Adriana Samuel entregam, nesta quarta-feira (15/12), 180 cestas básicas aos alunos, professores e funcionários do projeto Sem Barreiras, que oferece judô, atletismo e vôlei a crianças e jovens que moram na comunidade de São Carlos, no Estácio, e em bairros próximos à Cidade Nova, base da iniciativa. Ao todo, será doada 1,5 tonelada de alimentos. 

As cestas contêm arroz, feijão, açúcar, óleo de soja, macarrão, farinha de mandioca, café, fubá, biscoito, sal, salsicha, molho de tomate e suco. “Sabemos das dificuldades enfrentadas ao longo de todo ano pelas famílias dos nossos alunos e ações como essa garantem um fim de ano melhor”, afirma Adriana Samuel, que lidera o projeto Sem Barreiras. 

“A companhia tem um histórico de promover ações sociais, inclusive com grande engajamento dos colaboradores. Em momentos de incertezas como este, diante da pandemia e todas as dificuldades impostas por ela às pessoas, é importante contribuir para minimizar a vulnerabilidade dessas famílias no fim de ano”, diz Raphael de Carvalho, CEO do IRB Brasil RE. Além de doar as cestas básicas, o ressegurador é patrocinador do projeto. 

Murilo Riedel será CEO de Seguros do Santander

Murilo Riedel deixa a seguradora alemã HDI depois de 5 anos no comando do grupo para assumir uma nova função criada no banco espanhol Santander: CEO de Seguros. “Será um desafio dar corpo a uma estrutura de muita força e que já gera bilhões em resultados. Um momento muito especial em minha carreira”, disse ele ao blog Sonho Seguro. Ao contrário de outros bancos, que contam com um CEO geral para seguridade, o Santander tem executivos responsáveis por diversas iniciativas, que agora ficam sob o chapéu de Murilo.

Há 22 anos na seguradora e cinco como CEO, Murilo foi responsável por fazer da HDI uma empresa Humana, Digital e Inovadora. O executivo liderou um dos mais extensos projetos de transformação digital do mercado segurador. Durante sua gestão, reformulou processos e produtos com o uso de inteligência artificial e desenvolveu novos modelos de negócios. 

Inovou ao fazer parcerias relevantes, como com o Santander, em 2018, e Icatu em vida, em 2019. A Santander Auto tem 50% de participação da Sancap Investimentos e Participações S.A., sociedade controlada pelo Santander Brasil, e 50% pela HDI Seguros. Trata-se de um ecossistema formado por mais de 15 mil lojas e concessionárias que oferecem financiamento de veículos pelo banco espanhol e suas parceiras. Em um ano de vida já contava com mais de 30 mil contratos e R$ 50 milhões em prêmios.

Em fevereiro de 2019, com o objetivo de ampliar o portfólio no segmento e estimular a cultura do seguro no País, HDI Seguros e Icatu Seguros anunciam parceria para oferecer seguros de vida e de acidentes pessoais. Os resultados são divididos via cosseguro em uma natureza de sociedade de 50% a 50%. Em agosto de 2020, lançaram o HDI Vida PME, para empresas com 3 até 1.000 vidas. O produto, voltado para micro e pequenas empresas, oferece coberturas básicas, adicionais e assistências que, somadas, contemplam até 14 opções de benefícios extras. 

Um dos “orgulhos” de Murilo é o Go Digital! “Foram 5 anos de muito trabalho e investimentos de mais de 450 milhões de reais para transformar a HDI em uma nova seguradora não só traduzida pelo ganho de 20 pontos de NPS, mas também uma empresa mais humana, mais digital e mais inovadora”, afirma.

Com o apoio e engajamento de todos os nossos colaboradores , a HDI hoje reflete a vontade de transformar, de criar e de ser um espaço para as pessoas realizarem seus sonhos, afirma. “Uma empresa que respeita e prioriza seus segurados, seus parceiros corretores, seus acionistas , a diversidade, a liberdade e a livre escolha. Uma empresa que tem o seu compromisso claro com a sociedade protegendo e patrocinando o empreendedorismo. Agora sigo para um novo desafio”.

Além da Santander Auto com a HDI, o banco espanhol tem parceria com a Zurich. Há um ano, no meio da pandemia, o grupo anunciou investimentos de R$ 90 milhões de julho de 2020 a 2023 para reformular a área de seguros, operada no país e na América Latina via uma joint venture com a seguradora suíça. A estratégia é que a plataforma digital ajude a elevar e penetração de seguros no banco, estimada em 5%, e depois disso passe a buscar clientes em mar aberto.

Fitch vê perspectiva neutra para setor de seguros na América Latina

A Fitch Ratings tem uma perspectiva neutra para o setor de seguros da América Latina em 2022 na maioria dos mercados. A perspectiva neutra é baseada em um perfil da indústria e ambiente operacional (IPOE) estáveis, crescimento de prêmios alinhado com a recuperação econômica e uma normalização das taxas de sinistros de saúde e vida, que se beneficiam de uma maior cobertura da população totalmente vacinada.

A Fitch espera que o setor de seguros do Brasil, Costa Rica e El Salvador se deteriore em linha com a Perspectiva Negativa sobre os ratings soberanos e o potencial impacto em seus respectivos IPOEs e carteiras de investimento, que estão altamente concentrados em títulos soberanos. As seguradoras continuam altamente influenciadas pelo governo soberano devido à sua exposição significativa a títulos do governo e à concentração de suas operações nas economias domésticas.

O desempenho do segmento de vida e saúde deve melhorar em 2022 graças a uma tendência de queda nos índices de sinistros (principalmente relacionados à vida e saúde da Covid), preços de renovação crescentes e taxas de juros mais altas, o que compensará o aumento nos custos de cuidados médicos, consultas e tratamento. A lucratividade do setor Não Vida, ou seguro de danos, estará exposta aos efeitos negativos das flutuações cambiais e subsequente aumento da inflação, restrições da cadeia de suprimentos e aumento dos custos de resseguro. Um cenário de baixa seria influenciado por tensões sociais e políticas devido a eleições em alguns países e maior volatilidade da carteira de investimentos.

O relatório completo “Perspectivas 2022: Setor de Seguros da América Latina” está disponível em www.fitchratings.com.

Seguradoras pagam US$ 112 bi em indenizações por catástrofes em 2021

Eventos climáticos extremos em 2021, incluindo frio extremo, inundações, tempestades severas, ondas de calor e um grande furacão, resultaram em perdas anuais seguradas de catástrofes naturais estimadas em US$ 105 bilhões, o quarto maior desde 1970, de acordo com as preliminares do Swiss Re Institute estimativas sigma. Desastres provocados pelo homem geraram outros US$ 7 bilhões em perdas seguradas, resultando em perdas seguradas globais estimadas de US$ 112 bilhões em 2021.

Embora o furacão Ida tenha sido o desastre natural mais caro em 2021, a tempestade de inverno Uri e outros eventos secundários de perigo causaram mais da metade das perdas totais, pois o acúmulo de riqueza e os efeitos da mudança climática em áreas sujeitas a desastres geraram reivindicações.

”Em 2021, as perdas seguradas de desastres naturais novamente excederam a média dos dez anos anteriores, continuando a tendência de um aumento anual de 5 a 6% nas perdas visto nas últimas décadas. Parece ter se tornado a norma que pelo menos um evento de perigo secundário, como uma enchente severa, tempestade de inverno ou incêndio florestal, a cada ano resulta em perdas de mais de US $ 10 bilhões. Ao mesmo tempo, o furacão Ida é um lembrete gritante da ameaça e do potencial de perda dos perigos de pico. Apenas um desses eventos atingindo áreas densamente povoadas pode impactar fortemente as perdas anuais ”, disse Martin Bertogg, chefe da Cat Perils na Swiss Re.

Os dois desastres naturais mais caros do ano foram registrados nos Estados Unidos. O furacão Ida gerou US $ 30-32 bilhões em danos estimados para os segurados, incluindo inundações em Nova York2, e a tempestade de inverno Uri causou US $ 15 bilhões em perdas para os segurados. Uri trouxe frio extremo, forte nevasca e acúmulo de gelo, especialmente no Texas, onde a rede elétrica sofreu várias falhas devido às condições de congelamento. O evento mais caro na Europa, entretanto, foram as inundações de julho na Alemanha, Bélgica e países vizinhos, causando até US $ 13 bilhões em perdas seguradas, em comparação com perdas econômicas de mais de US $ 40 bilhões. Isso indica uma lacuna de proteção contra inundações ainda muito grande na Europa. A enchente foi o desastre natural mais caro para a região desde 1970 e também o segundo maior do mundo, depois da enchente de 2011 na Tailândia.

“O impacto dos desastres naturais que vivenciamos este ano mais uma vez destaca a necessidade de investimentos significativos no fortalecimento da infraestrutura crítica para mitigar o impacto das condições climáticas extremas”, disse Jérôme Jean Haegeli, Economista-Chefe do Grupo Swiss Re. ”Os investimentos em infraestrutura apoiam o crescimento sustentável e a resiliência e precisam ser aumentados. Somente nos EUA, a lacuna de investimento em infraestrutura para manter infraestrutura crítica e obsoleta é de US$ 500 bilhões em média por ano até 2040. Em parceria com o setor público, a indústria de seguros é crítica para fortalecer a resiliência da sociedade aos riscos climáticos, investindo e subscrevendo infraestrutura sustentável. ”

Outra atividade devastadora de perigo secundário na Europa incluiu severas tempestades convectivas em junho, com tempestades, granizo e tornados causando danos generalizados a propriedades na Alemanha, Bélgica, Holanda, República Tcheca e Suíça. As perdas seguradas resultantes são estimadas em US $ 4,5 bilhões. Em outras partes do mundo, ocorreram graves inundações na província chinesa de Henan e na Colúmbia Britânica no Canadá, entre outros.

Do outro lado do espectro climático extremo, o Canadá, partes adjacentes dos EUA e muitas partes do Mediterrâneo experimentaram temperaturas recordes em 2021. Durante os últimos dias de junho, uma “cúpula de calor” estabeleceu um novo recorde de temperatura canadense de todos os tempos de quase 50 ° C em uma vila na Colúmbia Britânica. As temperaturas no Vale da Morte, Califórnia, atingiram 54,4 ° C durante uma das várias ondas de calor no sudoeste. O calor excepcional costumava ser acompanhado por incêndios florestais devastadores. No entanto, as perdas seguradas associadas foram menores do que nos últimos anos, quando os incêndios afetaram áreas mais populosas. Na Califórnia, os incêndios florestais destruíram, em particular, grandes áreas florestais, mas, em contraste com 2017, 2018 e 2020, invadiram áreas de menor concentração de propriedade.

Essas estimativas de perda por catástrofe sigma são para danos à propriedade e excluem reivindicações relacionadas ao COVID-19. As estimativas de perda são preliminares e estão sujeitas a alterações, uma vez que nem todos os eventos geradores de perdas foram totalmente avaliados ainda. Por exemplo, a atividade catastrófica em dezembro permaneceu elevada e as perdas resultantes ainda estão sendo avaliadas. O COVID-19 alongou o ciclo de vida dos sinistros, especialmente para grandes eventos, e levará muito mais tempo do que o normal para avaliar a contagem final, informa a Swiss Re em comunicado enviado ao blog Sonho Seguro.

Liberty Seguros apresenta experiências exclusivas em parceria com influenciadores

liberty

Fonte: Liberty

A partir de hoje a Liberty Seguros disponibiliza no +Liberty, clube de benefícios da companhia, conteúdos exclusivos feitos por influenciadores digitais especialistas em três temáticas que se complementam aos descontos já oferecidos pelo clube: cuidado com animais de estimação, bem-estar e exercícios e alimentação. 

Os temas das experiências foram escolhidos a partir da observação do comportamento das pessoas durante os últimos anos, principalmente por conta da pandemia, em que ficou visível o aumento no interesse e no engajamento dos consumidores com vídeos sobre dicas de alimentação saudável, cuidados de animais e exercícios físicos em ambientes abertos, como corrida. 

Para desenvolver esses conteúdos, a seguradora firmou parceria com 06 influenciadores especialistas em cada uma dessas vertentes, como Daniela Cicarelli, atleta de triatlo com histórico de competições profissionais; Isabela Bragança, influenciadora digital de lifestyle e corrida; Halina Medina, idealizadora do projeto Tudo Sobre Cachorros; Carol Fiorentino, apresentadora do programa Tudo na Panela e ex-jurada do Bake Off Brasil; Elisa Fernandes, primeira vencedora do MasterChef Brasil e Gudan, o Husky Siberiano com mais de sete milhões de seguidores no Tik Tok.

Entre os conteúdos disponibilizados no +Liberty, há informações sobre: 

  • Corrida e exercícios: série sobre qualidade de vida, bem-estar e esporte com Daniela Cicarelli, além de dicas sobre como começar a praticar a corrida.
  • Animais de estimação: vídeos com dicas sobre enriquecimento ambiental para cachorros, passeios e como lidar com a ansiedade de separação. Além disso, os segurados contarão com sugestões para transformar pets em influenciadores, com conteúdos sobre a rotina de gravação e como acontece o processo fora das câmeras com o Gudan.
  • Alimentação: dicas sobre planejamento semanal de alimentação e aproveitamento integral de alimentos, técnicas de congelamento para evitar o desperdício de sobras, como utilizar legumes congelados para o preparo de caldos e uma receita prática para o dia a dia.

O +Liberty foi desenvolvido com o objetivo de aproximar os segurados da companhia e oferecer uma experiência que vai além das coberturas e serviços contratados nas apólices. Desde o lançamento, no ano passado, a plataforma registrou mais de 6 mil acessos por mês e os descontos em cursos e produtos para os usuários chegaram a até 60%.

Para  mais informações, acesse o clube  +Liberty via site ou app Liberty Seguros

Telemedicina é a mais nova assistência oferecida pelo seguro de vida da Zurich

Rodrigo Barros Zurich
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

No começo de 2020, pouco depois de a pandemia atingir o Brasil, uma opção de atendimento até então pouco explorada pelos brasileiros ganhou popularidade: a telemedicina. Somente nos seis primeiros dias de pandemia no Brasil, houve um aumento de 800% no uso da telemedicina, segundo pesquisa publicada na revista científica Plos One, em julho de 2021. Especialistas apontam que a tendência é que, mesmo após o período pandêmico, o uso desta tecnologia continuará em alta.

Sempre procurando oferecer serviços de acordo com as necessidades de seus clientes, a Zurich anuncia a inclusão de atendimentos por meio da telemedicina como a mais nova assistência do seguro de vida Zurich Vida Para Você. 

Lançado no começo de 2021, o seguro de vida da Zurich já é considerado um dos mais completos e diferenciados do mercado. A razão é que além das coberturas tradicionais (como Indenização por Morte e Invalidez por Acidente, por exemplo, que não são obrigatórias), ele oferece outras proteções customizáveis, que podem ser utilizadas em qualquer momento da vida, sempre que necessário. Além de ser um produto flexível, o capital segurado (indenização a receber) pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida. 

Ao contratar o seguro, o cliente ainda pode escolher, gratuitamente, três assistências num rol de 15 opções oferecidas pela companhia, que ele pode utilizar ao longo de toda a sua vida. A telemedicina junta-se a serviços como os voltados às bikes e pets, que foram anunciados no mês de junho, e outros disponíveis desde o lançamento, como: Orientação Psicológica, 2ª Opinião Médica e até uma Rede de Descontos em mais de 20 mil estabelecimentos em todo o Brasil. 

Rodrigo Barros, Diretor de Vida, Previdência e Capitalização da Zurich no Brasil, conta que a seguradora analisou a realidade do mercado antes de anunciar a novidade. “Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 64,4% dos brasileiros vivem em famílias em que ninguém possui um convênio médico. Isso acontece, em grande parte, por conta do valor de investimento que é necessário fazer para ter acesso a este tipo de atendimento. Pesquisamos muito e encontramos a plataforma Tem Saúde, que permite que possamos oferecer o serviço com a qualidade que a Zurich preza, já que a companhia sempre coloca o cliente no centro de tudo o que faz”, explicou.

O executivo ressalta que segurados da Zurich que possuem o produto Zurich Vida Para Você poderão ter acesso a atendimento com médicos generalistas através da telemedicina a qualquer momento do dia. “Nós da Zurich acreditamos que o importante é sempre oferecer o melhor para nossos segurados; e por isso os clientes que contratarem o nosso seguro de vida poderão selecionar um benefício que disponibiliza acesso a um atendimento médico de qualidade com apenas alguns cliques, no conforto da sua casa, 24 horas por dia, durante os 365 dias do ano”, finaliza.

Como funciona o serviço de telemedicina

Os serviços de telemedicina do seguro de vida da Zurich são viabilizados por meio da Tem Saúde, uma empresa que soma mais de 4 milhões de cartões emitidos e é uma plataforma certificada e autorizada pelo Conselho Federal de Medicina.

Vinte e quatro horas após a emissão do seguro, caso o cliente escolha tal assistência, ele recebe um SMS com o número de sua Conta Saúde, além de senha para utilização. Em seguida, faz a ativação pelo site do parceiro ou pela Central de Atendimento da Zurich.

Quarenta e oito horas após essa etapa, o titular já pode solicitar atendimento pelo site meutem.com.br/zurich. Logo depois de um rápido procedimento de login, já é possível passar pelas consultas; caso o médico prescreva uma receita, o usuário a receberá por e-mail.

Tendências do seguro auto pós pandemia é tema de live da TEx

Tex Tecnologia

Fonte: TEx

Em bate papo descontraído, Emir Zanatto – Sócio e CEO da TEx, e Felipe Ceitlin – Head Comercial da TEx receberam Luiz Padial, Diretor de Automóvel da Tokio Marine, que compartilhou sua percepção a respeito das mudanças que a pandemia trouxe para o setor de seguro automóvel e quais as perspectivas para 2022. A íntegra da live pode ser conferida no Instagram Oficial da TEx (@textecnologia), no Facebook e também no canal oficial da TEx no Youtube. 

Com mais de duas décadas atuando no setor de seguros e há 15 anos na Tokio Marine, Luiz Padial levou toda sua expertise para live, contribuindo com sua visão a respeito das mudanças nos hábitos de consumo da população brasileira, especificamente no seguro automóvel. “Até antes da pandemia a gente já via pessoas se desapegando do veículo, principalmente as gerações mais novas. Mas quando veio a pandemia o primeiro fato que aconteceu é que não víamos mais carros circulando. Com isso as pessoas não viam essa percepção de risco”, ressaltou Padial. 

Porém o executivo comentou sobre outra mudança de comportamento, principalmente na pandemia, que gerou um efeito na qual as pessoas não estavam à vontade e seguras para utilizar transporte público e aplicativos e fazer compartilhamento de veículos. “Percebemos uma demanda, até das pessoas mais jovens que desapegaram do carro o que contribui para um certo reequilíbrio“. 

Durante o bate papo também foi abordado a questão da falta de componentes e peças para indústria automobilística, que afetou também o seguro automóvel, principalmente nos veículos 0km. “Com a dificuldade na cadeia de suprimentos, nós notamos que o consumidor procurou alternativas, como a aquisição de motocicletas ao longo da pandemia”, explicou o executivo da Tokio Marine. 

De acordo com Padial, a companhia tinha pouca atuação e penetração no seguro motocicleta e durante o ano de 2020 consegui alcançar bons resultados. “Foi um case de sucesso, em pouco mais de um ano conseguimos atingir mais de 100 mil motos seguradas e a expectativa é excelente para os próximos anos“. 

Emir Zanatto também foi enfático ao dizer que o mercado de seguros para motocicleta é um universo muito grande e há oportunidades, pois as montadoras estão batendo recorde de venda de motocicletas. “Tem bastante oportunidade e as seguradores têm mais produtos para esse tipo de veículo. Como o Padial falou, a Tokio Marine tem tido um destaque bem relevante nesse mercado”, comentou o CEO e sócio da TEx. 

Já Felipe Ceitlin, destacou que a baixa penetração de seguro de motocicleta se dá pela falta de informação e conhecimento do consumidor. “Há uma ausência de entendimento dos prós e contras da precificação, das coberturas. E esse tipo de conteúdo não chega nas camadas sociais que utilizam desse tipo de veículo. Nosso papel, aqui na TEx, é trazer conhecimento para todos e expandir o mercado de forma a atingir uma gama maior de consumidores”. 

Flexibilização – Em vigor desde setembro, a Circular da Susep nº 639/21, que permitir que as seguradoras possam criar produtos de seguro auto que trarão mais alternativas ao consumidor, também foi tema durante alive da TEx. Também é possível conferir mais informações sobre a Circular nº 639/21 em post no Instagram da TEx 

O executivo da Tokio Marine, que defende a flexibilização, recomendou que todos os corretores leiam a circular para entender as mudanças propostas. “Nós como seguradoras temos o interesse de que órgãos reguladores, como a Susep, aumentem a flexibilidade e que nos permitam criar uma série de produtos. Com isso todos vão ganhar, desde cliente passando por corretoras, empresas de tecnologia e parceiros”.

A principal intenção da Circular, de acordo com Padial, foi aumentar a base de clientes e trazer os que estão fora do mercado de seguros, além de criar a possibilidade de vender parte de uma cobertura. “Oferecer um produto que tenha só cobertura de colisão, ou melhor ainda, criar uma cobertura que hoje não exista e você passar a ofertar isso para o consumidor é excelente. Isso já mostra o quanto a circular vai para uma direção totalmente diferente daquilo que tínhamos no nosso segmento”. 

A flexibilização, de acordo com o executivo da Tokio Marne, dá a possibilidade de oferecer produtos mais enxutos, que já vinham sendo trabalhados pela companhia antes mesmo da Circular ser publicada. “Nós da Tokio somos especialistas em produtos desse segmento. Há 12 anos começamos a ofertar seguros com característica de preço mais competitivo, que foi o auto clássico. Logo depois lançamos o produto auto roubo rastreador, lançamos o auto roubo. Fomos pioneiros no produto auto popular, tanto que fomos a que mais vendeu nesse segmento”. 

Emir ressaltou a expertise da Seguradora ao analisar soluções online e serviços que permitam que a TEx faça a integração de forma rápida e segura. “Sempre acreditamos que uma das grandes formas que as companhias têm de oferecerem melhores produtos e soluções é permitindo que eles usem ferramentas como o TELEPORT, que irão trazer maior agilidade e eficiência. E é o que notamos na Tokio Marine”. 

Luiz Padial também ressaltou que está otimista no mundo pós-pandemia, seja pelo aumento na circulação e veículos e na retomada da indústria automobilística. “Estou bastante otimista para os próximos meses, início de 2022. São duas vertentes importantes, a questão de risco, na qual as pessoas estão saindo mais e, talvez, tendo um volume maior de carros 0km. Com isso temos tudo para uma retomada muito forte no segmento de automóvel”. 

A íntegra da live pode ser conferida no Instagram Oficial da TEx (@textecnologia), no Facebook e também no canal oficial da TEx no Youtube 

Entrada do open insurance cria “gargalo” tecnológico, mas também abre novas oportunidades, avalia Teros

Com data de entrada prevista para 15 de dezembro, a primeira fase do open insurance ainda é tema de muitas dúvidas e preocupações entre as empresas e profissionais do setor. “O mercado de seguros é menor e menos desenvolvido do que o bancário. No open insurance, teremos menos de 200 empresas participantes, o desafio tecnológico é muito maior”, afirma Juan Ferrés, fundador da Teros, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para open banking e open insurance.

Além disso, existem diversos projetos em andamento estimulados pela Susep, que já ocupam a mão de obra de TI das empresas do setor. “Por isso, a tendência é que mais seguradoras optem por terceirizar o desenvolvimento e contem com aceleradoras para esse processo de transformação digital. Fica uma provocação: na data de entrada do open insurance, quantas empresas participantes estão realmente maduras para isso?”, ressalta o executivo.

Ao mesmo tempo, o open insurance deve impulsionar o ecossistema de seguros, com a criação de novas insurtechs, nos moldes do que aconteceu com as fintechs. Por isso, a Teros se antecipou e criou uma jornada completa de open insurance, que mostra como o open insurance pode abrir uma esteira de novos negócios.

Eduardo Dal Ri assume presidência da HDI Seguros

A HDI anuncia a saída de Murilo Setti Riedel do cargo de CEO e a chegada de Eduardo Dal Ri à liderança da seguradora em 1º de janeiro de 2022.  

Com mais de 25 anos de experiência, Eduardo é um executivo reconhecido no mercado de seguros por ter conhecimento operacional e de gestão, além de robusta a experiência no relacionamento com clientes e corretores.  

Há 22 anos na seguradora e cinco como CEO, Murilo assume agora novos desafios. Responsável por fazer da HDI uma empresa Humana, Digital e Inovadora, o executivo liderou um dos mais extensos projetos de transformação digital do mercado segurador. Durante sua gestão, reformulou processos e produtos com o uso de inteligência artificial e desenvolveu novos modelos de negócios. 

Para Wilm Langenbach, Presidente do Conselho de Supervisão da HDI Seguros, CEO da HDI International AG e Membro do Conselho de Administração da Talanx AG, a chegada de Eduardo Dal Ri vai garantir a estratégia de crescimento da HDI Seguros por meio da diversificação de produtos, digitalização acelerada e parcerias. “A contribuição de Murilo e a sua liderança foram diferenciais para o bom desempenho da operação local. Estamos muito felizes com a vinda de Eduardo e sabemos que traz uma bagagem primordial para esse novo momento da companhia”, avalia Langenbach. 

“Agradeço muito por ter tido a oportunidade de liderar uma equipe de profissionais altamente qualificados, que dão o melhor pela empresa e acreditam no que fazem. Também quero agradecer aos líderes da HDI International e da Talanx pela oportunidade de crescer com a empresa. Agora estou caminhando para novos desafios, sempre pensando no crescimento do nosso setor”, manifesta-se Murilo.  

“Estou muito entusiasmado por receber a liderança da HDI Seguros. Volto à HDI com a missão de fortalecer ainda mais nossa posição no Brasil, cooperando para a construção de uma seguradora Top 5, que oferece soluções inovadoras para nossos clientes e corretores. Estou ansioso para escrevermos juntos o próximo capítulo da seguradora”, revela Eduardo. 

Graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com especialização em Finanças Corporativas pela Fundação Getulio Vargas (FGV-RJ), além de MBA em Marketing de Serviços e Economia Empresarial, pela Escola de Propaganda e Marketing (ESPM) e pela Universidade de São Paulo (USP), o executivo liderou uma reviravolta completa no segmento automotivo na SulAmérica, proporcionando um aumento relevante na lucratividade e no crescimento acima da média do mercado. Além disso, fez parte da equipe que liderou a venda das operações de P&C da SulAmérica para a Allianz no Brasil – o maior negócio de Fusões e Aquisições do mercado brasileiro. Em sua primeira passagem pela HDI, liderou a operação de seguro de automóveis de crescimento mais rápido no Brasil, no início dos anos 2000. Atualmente é Diretor Executivo Comercial da Allianz Seguros no Brasil. 

Nicolas Masjuan, Membro do Conselho de Administração da HDI International AG, Head para a América Latina, também comenta a importância do Brasil para a operação da empresa na América Latina e dá as boas-vindas ao novo CEO. “Foi gratificante trabalhar com o Murilo e agradeço todo o seu esforço à frente da empresa. Estamos animados com a chegada de Eduardo e temos a certeza de que ele vai deixar sua marca na história de sucesso em uma de nossas operações mais importantes na região”, diz.