Entrada do open insurance cria “gargalo” tecnológico, mas também abre novas oportunidades, avalia Teros

Empresa que desenvolve soluções tecnológicas para open banking e open insurance aposta no ecossistema de seguros

Com data de entrada prevista para 15 de dezembro, a primeira fase do open insurance ainda é tema de muitas dúvidas e preocupações entre as empresas e profissionais do setor. “O mercado de seguros é menor e menos desenvolvido do que o bancário. No open insurance, teremos menos de 200 empresas participantes, o desafio tecnológico é muito maior”, afirma Juan Ferrés, fundador da Teros, empresa que desenvolve soluções tecnológicas para open banking e open insurance.

Além disso, existem diversos projetos em andamento estimulados pela Susep, que já ocupam a mão de obra de TI das empresas do setor. “Por isso, a tendência é que mais seguradoras optem por terceirizar o desenvolvimento e contem com aceleradoras para esse processo de transformação digital. Fica uma provocação: na data de entrada do open insurance, quantas empresas participantes estão realmente maduras para isso?”, ressalta o executivo.

Ao mesmo tempo, o open insurance deve impulsionar o ecossistema de seguros, com a criação de novas insurtechs, nos moldes do que aconteceu com as fintechs. Por isso, a Teros se antecipou e criou uma jornada completa de open insurance, que mostra como o open insurance pode abrir uma esteira de novos negócios.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre seguros, previdência, educação financeira, longevidade e saúde para o blog Sonho Seguro, do qual e fundadora, e para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do SindSeg-SP, entrevistadora em eventos e podcasts, bem como palestrante sobre temas diversos que envolvem o setor de seguros. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 17 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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