Metlife reforça conscientização da equipe

O Valor Econômico publica o anuário Mulheres na Liderança em diversos setores da economia. Em Seguros, o destaque é a MetLife.

O desafio em promover a equidade de gênero no setor de seguros tem engajado, ano a ano, um número crescente de empresas. As mulheres representam mais de 55% dos quase 30 mil funcionários de uma amostra com companhias responsáveis por 80% do setor, segundo pesquisa divulgada pela Escola Nacional de Seguros (ENS). No entanto, apenas 13% dos cargos de conselho de administração contam com mulheres. No nível de diretoria, são 22,8%, de acordo com dados do relatório de sustentabilidade elaborado pela CNseg, a confederação de seguradoras, divulgado em setembro de 2021.

Uma dessas mulheres em cargo de liderança é Daniela Dall’Acqua, diretora de RH da MetLife Brasil, subsidiária da maior seguradora de vida dos Estados Unidos, no país há 22 anos. O grupo tem 47% de mulheres em cargos de liderança, de gerência para cima. “A meta é avançar e ter pelo menos 50%”, ressalta a executiva que está há dois anos e meio no cargo, depois de construir carreira em empresas como Microsoft e Pfizer.

A MetLife tem uma política formal de promoção de equidade de gênero, com metas claras e ações planejadas. O tema está centrado no comitê “Mulheres de Atitude”, criado em 2014, com o objetivo de trazer assuntos de empoderamento feminino para dentro da companhia. “Buscamos promover a equidade de gênero dentro e fora da empresa ao fortalecer programas internos e políticas que levem a equidade para todos os níveis da organização”, diz.

O empenho para alcançar equidade de gênero apresenta resultados. Depois de conquistar o segundo lugar no ano passado, a MetLife chega neste ano à liderança entre as empresas de seguros no estudo “Mulheres na Liderança”. A executiva credita o mérito dos bons resultados ao estímulo à diversidade, equidade e inclusão com ações que visam garantir que os colaboradores tenham liberdade para expressar suas opiniões e serem eles mesmos.

No ano passado, 49,21% dos contratados eram mulheres. Neste ano, o indicador chegou a 52,29%. “Nosso comitê tem trabalhado em projetos que fazem sentido para as colaboradoras. Pesquisas internas nos motivaram a criar dois outros projetos”, conta. Um deles é o ‘Banco de Talentos para Mulheres’ e o outro ‘Mentoria para Mulheres’, em que a empresa desenvolve as que querem ocupar a liderança. “Sabemos que, muitas vezes, as mulheres não se sentem preparadas para os cargos, mas procuramos incentivar para que se sintam segurança para assumir posições.”

Estimular a conscientização da equipe é tarefa diária. Na pré-seleção de um currículo para uma vaga, por exemplo, é obrigatório ter uma mulher entre os três candidatos finalistas. Caso isso não ocorra, os dados da busca e candidatos finalistas precisam ser avaliados por uma equipe regional do comitê de diversidade para garantir que não houve problemas no processo.

A MetLife tem um canal de denúncias ou ouvidoria, que fiscaliza o preconceito, assédio moral ou sexual a colaboradoras e acompanha o tema de perto, além de avaliar a gestão de riscos e reputação da empresa perante a discriminação de sexo e gênero. Outro exemplo é a remuneração. “Monitoramos a satisfação salarial na empresa, analisamos os índices por gênero e temos um comitê que analisa a remuneração variável e investiga possíveis discrepâncias.”

Outras iniciativas propostas pela companhia com o mesmo viés são os comitês para pessoas negras, LGBTQI+ e com deficiência “Todos se reúnem periodicamente para identificar situações, propor iniciativas e discutir temas de interesse dos funcionários que promovam melhorias na companhia e na sociedade” afirma Dall’Acqua.

No setor de seguros, o caminho ainda é longo. “Somos muitas para atingir a meta de ter até 2030 a sonhada equidade de 50% a 50% “, diz Simone Vizani, presidente da Sou Seguro, a associação de mulheres de seguros, que tem o apoio de 55 das principais empresas do setor. Outro ponto de melhorar se relaciona ao salário.: as mulheres ganham em torno de 70% dos salários dos homens

MDS realiza evento em prol da Casa José Coltro com apoio das principais empresas de seguros

Ariel couto MDS

Incrível ver como as empresas de seguros apoiam eventos que envolve a caridade. Desta vez falo do evento Reciprocidade, um projeto de responsabilidade social da companhia em prol da Casa José Coltro, ONG que atua desde 1988 no Capão Redondo e recebe, anualmente, cerca de 420 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. O projeto faz parte das ações sociais da  MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos.

“Este projeto é abraçado com muito amor dentro da MDS, por mim, por toda a equipe e por todos os nossos parceiros de negócios que nos apoiam ano a ano”, disse o CEO Ariel Couto, durante o evento realizado presencialmente no dia 8, na Arena BTG+, em São Paulo. As ações, no entanto, formam realizadas entre os dias 6 e 9 de dezembro, no que o grupo chama de terceira edição da Semana da Reciprocidade. Foram lives, atrações e oficinas com a finalidade de compartilhar conhecimento, cultura, entretenimento e arrecadar fundos.

Mariana Guglielmetti, presidente da Casa José Coltro, agradeceu o apoio e afirmou que com a ajuda de todos, a Casa vem se profissionalizando e fornecerá dados interessantes dos resultados obtidos com o apoio a mais de 400 crianças em estado de vulnerabilidade. “Temos feito um trabalho diferenciado com as crianças. Muitas delas já estão aptas para trabalhar. Ver o estado que elas chegam a casa e que agora podem sair para programas de Jovem Aprendiz, é uma recompensa enorme para nós. E isso só foi possível com a ajuda de todos voces”, disse ela no evento.

Jakson Follmann, ex-goleiro do Chapecoense, cantor, influenciador e padrinho do evento, também estava no evento. “Eu sei o quanto a ajuda das pessoas e das empresas é importante para um momento de vulnerabilidade. Ajudar faz uma sociedade mais resiliente”, afirmou.

Roberto Hernández, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich: projeto incrível

Os convidados conheceram o mascote do projeto e puderam realizar doações à ONG via PIX, além de arrematar quadros pintados pelas crianças, além de outros objetos.  Roberto Hernández, diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, ganhou da MDS um dos quadros por ser uma das principais apoiadoras. “Este projeto é incrível e está em conformidade com as ações da Zurich em todo o mundo, que incluem social, meio ambiente e governança”, disse ao blog Sonho Seguro.  

“Há dois anos, o grupo Zurich assumiu diversos compromissos mundiais e locais, pois quer ser um dos grupos mais responsáveis e de maior impacto do planeta”, disse. Mundialmente, o grupo vem renovando investimentos parrudos em ações importantes. Em 2012, o compromisso foi investir US$ 2 bilhões em títulos verdes. Em 2017, fez uma nova aliança com o planeta ao renovar por cinco anos seu compromisso de investir US$ 5 milhões até 2022. O montante equivale à compensação de 5 milhões de emissões de CO2.

Colombo, da Swiss Re: “Apostamos nos jovens e em parcerias com esta com a MDS”.

O CEO da Swiss Re Corporate Solutions, Angelo Colombo, e o diretor comercial Guilherme Perondi, também estavam presentes. “Esta é uma das boas causas para apoiarmos. Gostamos muito do trabalho que a Casa José Coltro tem feito em parceria com a MDS, uma importante parceira de negócios nossa”, comentou Colombo.

A Fator Seguradora, patrocinadora do evento, estava representada por Mauro Wassilewsky Caetano, recém contratado para a diretoria de Property & Casuality (P&C), Pedro Mattosinho, diretor de garantia, e  Luiz Antonio da Fonseca, diretor executivo comercial. “É um grande prazer para nós apoiarmos a MDS em um projeto tão sério como o da Casa José Coltro. Saber que jovens em situação de vulnerabilidade tem uma chance de superar as dificuldades e serem preparados para o mercado de trabalho é algo que todos nós precisamos nos dedicar”, comentou Fonseca.

Karine Barros é a primeira mulher a assumir a diretoria comercial da Allianz

Karine Barros, diretora executiva de Neg. Corp. e Saúde da Allianz Seguros_cred. Túlio Vidal (8)

A Allianz Seguros acaba de anunciar que Karine Barros assume a diretoria Comercial da empresa, sendo a responsável por toda a venda de produtos e serviços em âmbito nacional, o que inclui a comercialização por meio de corretores, assessorias e parcerias. Karine é a primeira mulher a ocupar esse cargo na Allianz Seguros e comandará as seis regionais comerciais, formadas por mais de 500 colaboradores que atuam nas sedes de São Paulo e Rio de Janeiro e em 72 filiais e atendem a mais de 42 mil corretores e 62 assessorias.


A posição ocupada pela executiva será fundamental para a perspectiva de crescimento e diversificação de negócios da Allianz no Brasil. “Estou muito feliz com o novo desafio. Assumir a diretoria Comercial de uma das três principais companhias de seguros de Ramos Elementares do país é motivador. A Allianz Seguros tem amplo portfólio de produtos, o que nos permite oferecer e alavancar a cadeia de proteção dos consumidores brasileiros”, afirma Karine.


A executiva está na Allianz Seguros há sete anos, sendo há três do Comitê Executivo. Karine representa o Brasil no Programa Allianz Women’s Sponsorship, iniciativa global para o desenvolvimento lideranças. A profissional tem mais de 20 anos de experiência nos setores bancários e de seguros, com foco em Linhas Comerciais e Saúde, Gestão de Mercado e Planejamento Estratégico, com passagens por grandes bancos e administradoras financeiras.

Open Insurance começa a valer hoje, 15 de dezembro

open insurance

O Banco Central divulgou o cronograma de registro das APIs na fase 4 do Open Banking, marcado a fase 1 do Open Insurance. De maneira simplificada, as APIs são a tecnologia que permite a troca de informações entre as instituições. O registro das APIs no ambiente criado pelo BC será escalonado, dependendo do serviço específico a ser oferecido. Com a fase 4, tem inicio o compartilhamento de um conjunto de informação além de produtos e serviços bancários tradicionais, o que marca o início de sua migração para Open Finance.

O prazo para inscrição vai até os seguintes dias de março do ano que vem: dia 4 para seguros, previdência complementar aberta e capitalização; 11 para serviços de credenciamento em arranjos de pagamento; 18 para operações de câmbio; e dia 25 para contas de depósito a prazo e outros produtos com natureza de investimento.

“A data de início da fase fica mantida para 15 de dezembro de 2021, quando as instituições participantes devem iniciar processo de certificação funcional das APIs dos produtos que serão compartilhados, com objetivo de garantir a qualidade e aderência às especificações”, disse o BC em comunicado. A partir daí, as instituições terão os prazos detalhados acima para fazer o registro.

A Bradesco Seguros, que tem o maior percentual de retorno ao banco com vendas de seguros, sempre beirando os 30% de participação no resultado do grupo, está preparada, segundo o CEO Ivan Gontijo: “Estamos dentro do cronograma. Temos dois vieses: governança, para garantir aos nossos clientes a reserva dos dados. Isso é fundamental. Segundo ponto é verificar quais são as oportunidades que o mercado nos apresenta para desfrutarmos e surfar neste novo modelo de negócio que é novo. Ninguém conhece bem os resultados, mas acreditamos que seja positivo e salutar para o mercado ao dar poder de escolha ao consumidor”. 

Veja abaixo o release da Susep:

Começa, nesta quarta-feira, 15 de dezembro de 2021, a implementação do Open Insurance no Brasil, com o início da primeira fase, que se estende até 30 de junho de 2022 e prevê o início do compartilhamento de dados públicos sobre canais de atendimento e produtos de seguro, previdência complementar aberta e capitalização disponíveis para comercialização.  

A implementação do Open Insurance é realizada em sincronia com a entrada desses produtos no funcionamento doOpen Banking, evitando assimetrias entre os Sistemas e consolidando o processo de sua integração em um modelo de Open Finance.

O primeiro passo formal para o avanço do projeto foi a publicação da Resolução CNSP nº 415/2021 e da Circular Susep nº 635/2021, que dispõem sobre as diretrizes para implementação do Open Insurance. Em seguida, as partes envolvidas na implementação do ecossistema seguiram um cronograma para viabilizar as primeiras entregas necessárias para a conclusão de sua infraestrutura inicial: o portal do Open Insurance, o diretório de participantes e os canais para encaminhamento de demandas de clientes (service desk).  

O portal, https://opinbrasil.com.br, já se encontra disponível e tem conteúdo específico e atualizado destinado a atender as demandas de cidadãos, desenvolvedores e sociedades participantes. O diretório de participantes, por sua vez, é peça chave do ecossistema, por meio do qual as companhias deverão efetuar seus registros no Open Insurance, o que permitirá o gerenciamento dos acessos e o compartilhamento de todas as informações nesse ambiente. Por fim, o service desk disponibilizará atendimento gratuito e ininterrupto para o funcionamento do Sistema, dando tratamento formal às diferentes demandas das empresas. 

Na sequência da implementação da Fase 1, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) conferiu às empresas prazo até 4 de março de 2022 para realização dos testes de conformidade e registros das APIs que permitirão o acesso às informações compartilhadas, de maneira a conferir maior segurança e eficiência ao desenvolvimento dessa etapa. 

Benefícios 

Open Insurance é um sistema que permite o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio de abertura e integração de sistemas no âmbito dos mercados de seguros, previdência complementar aberta e capitalização. 

Neste primeiro momento, o Open Insurance garantirá um acesso mais fácil para o consumidor aos produtos e serviços disponíveis no mercado de seguros, criando condições mais favoráveis, também, para que as entidades participantes divulguem informações públicas relevantes para seus clientes e para o público em geral.  

Nas fases seguintes, o ecossistema permitirá que os consumidores, mediante seu consentimento formal, possam compartilhar seus dados pessoais dentro do ambiente, de forma segura, ágil, precisa e conveniente.  

Com base nessa ampla disponibilidade de dados e informações, surgirão produtos cada vez mais customizados, eficientes e adequados ao consumidor, com potencial para alavancar o desenvolvimento do mercado de seguros e criar condições mais favoráveis para a promoção da cidadania financeira, que acaba por agregar valor para o setor como um todo, além de promover o desenvolvimento econômico e social do país.  

Ainda, sob a ótica de regulação de sinistros, espera-se que o ecossistema permita uma redução no tempo de liquidação e a incorporação de novas tecnologias, ainda mais convenientes, trazendo mais um benefício direto ao consumidor, seja ele pessoa natural ou pessoa jurídica, como, em especial, as pequenas e médias empresas.  

Para saber mais sobre os avanços da iniciativa, os benefícios e oportunidades trazidos pelo Sistema de Seguros Aberto, acesse openinsurance.susep.gov.br, área do site da Susep dedicada ao Open Insurance.

Nos EUA, golpistas de garantia fidejussória vão para a prisão

Três homens foram condenados a penas de prisão que variam de dois a seis anos nesta semana por participarem de uma fraude de fiança, nos moldes de garantia fiduciária, onde “certificados de ouro” inúteis foram usados ​​para garantir projetos de construção em Nova York, Nova Jersey e outros lugares, informa o portal Business Insurance. De acordo com a acusação original, os homens fraudaram três empreiteiros em US $ 1,2 milhão em taxas de fiança em 2015.

“Era um propósito do esquema e artifício os réus enriquecerem-se ilegalmente, obtendo pagamentos de empresas de construção em troca da emissão de fianças supostamente valiosas que eram, de fato, garantidas por ‘certificados de ouro’ sem valor”, afirmou a acusação.

Os quatro réus, que foram sentenciados por um juiz do tribunal distrital federal do Sul da Flórida em Miami, confessaram ser culpados de conspiração para cometer fraude eletrônica.

Alexander Xavier foi condenado a seis anos de prisão, Timothy Castracane foi condenado a três anos e 10 meses e Henry Hattendorf foi condenado a dois anos. No mês passado, Robert Wann foi condenado a 4 anos e meio e meio por sua participação na fraude.

No Brasil, o mais recente caso de fiança fidujussória envolve o contrato de fornecimento de vacinas para o Ministério da Saúde. O FIB Bank, que não é banco, ofereceu garantia financeira de R$ 80,7 milhões em um contrato firmado entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a compra da vacina Covaxin, valor equivalente a 5% do valor do contrato. No entanto, este tipo de garantia não é prevista na nova Lei de Licitação, que permite apenas garantias em dinheiro, carta fiança bancária emitida por bancos fiscalizados pelo Banco Central do Brasil ou seguro garantia por seguradoras reguladas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), alertou Pedro Mattosinho, diretor e especialista em seguro garantia da Fator Seguradora.

Leia mais Garantia Fidejussória não é seguro

O caso ganhou o ápice dos debates e investigações da CPI da Pandemia. Em quase seis meses de trabalho, a CPI da Pandemia colheu mais de 50 depoimentos, quebrou 251 sigilos, analisou 9,4 terabytes de documentos e fez mais de 60 reuniões, marcadas por intensos embates. Com o fim da CPI em agosto, o Plenário do Senado aprovou em outubro um projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Observatório da Pandemia de Covid-19 (PRS 53/2021). Seu objetivo é acompanhar os desdobramentos das investigações e do relatório final da CPI da Pandemia. O desfecho do caso da Precisa Medicamentos com o FIB Bank ainda é aguardado.

CNseg divulga ranking do setor de seguros

Fonte: CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg passa a divulgar o “Ranking do Setor de Seguros”, cujos dados serão atualizados mensalmente. O Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, explica que a estruturação e a divulgação, no Portal da Confederação, do ranking de arrecadação por segmentos e ramos, são mais um passo da entidade para melhor informar o público interessado sobre o desempenho do setor e suas mudanças. “A iniciativa faz parte da nossa sistemática diretriz de ampliar ao máximo o acesso a informações básicas e analíticas para utilização por profissionais do setor, especialistas, estudiosos, estudantes e consumidores”, ressalta.

A publicação do ranking, de forma estruturada e de fácil consulta, vem ampliar o vasto conteúdo sobre o setor, elaborado pela CNseg e divulgado em seu Portal, na área denominada “Análise e Estatísticas”. Os dois rankings agora publicados apresentam as seguintes abordagens: um referente aos grupos econômicos classificados por segmento e a outra, por empresas posicionadas por segmento e principais produtos. Para as análises de desempenho do setor, um estudo da CNseg concluiu que a melhor varável é o prêmio direto para as operações de seguros de Danos e Responsabilidades e Planos de Vida Risco. Para os Planos de Acumulação, são as contribuições; para Capitalização, o faturamento e, para Saúde Suplementar, as contraprestações líquidas.

 “A novidade, que o diferencia de outros rankings publicados, é que o nosso abrange todas as operações do setor, abrindo por ramos e atualizando mensalmente, porque a posição intrassetorial tem mudado muito rapidamente. Outra novidade é a apresentação de dados e índices pré-formatados e acumulados até o último mês de atualização, o que capta melhor essas mudanças. Há segregação dos dados e índices com e sem Saúde Suplementar, porque a base de divulgação da Susep e da ANS tem defasagens diferentes com relação ao mês de referência, destaca Marcio Coriolano. E acrescenta: “O ranking da CNseg não pretende demonstrar ‘qualidade’ ou ‘extensão’, das operações, tendo em vista que as companhias têm suas próprias estratégias de posicionamento no mercado, exposição a riscos e diferenciação de produtos. Além disso, há outros tipos de ranking, com outros atributos, como lucratividade ou índice combinado. Ao longo do tempo, pretendemos harmonizar conceitos para agregar outros tipos de ranking, o que exige cuidado estatístico adicional, para que sejam evitadas avaliações sem adequado embasamento técnico”.

A primeira edição lançada utiliza os dados de setembro de 2021, divulgados pela Susep.

Abaixo o ranking completo de 12 meses de 2020

Previdência privada: captação líquida tem alta de 315% em outubro, sobre 2020

marcelo picanco porto

O setor de previdência privada aberta obteve melhora significativa nos números, indicando a recuperação gradual do mercado, como comprova o último levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, referente a outubro de 2021. A leitura mensal informa que, somente em captação líquida foram arrecadados R$ 2,6 bilhões, crescimento de mais de 315% em relação ao mesmo mês de 2020. 

O saldo corresponde ao valor do montante bruto captado pelos planos de caráter previdenciário, de R$ 11,3 bilhões, menos os resgates efetuados no período, de R$ 8,7 bi. As duas cifras revelam avanço de 26,9% e 5,1% no mês, respectivamente, frente aos dados apresentados em outubro do ano anterior. 

Conforme explica Marcelo Picanço, diretor estatutário na Fenaprevi, a alta na captação líquida mostra um otimismo com a retomada econômica, que ocorre gradativamente no país e no mundo. “Apesar do cenário volátil, a expectativa é que esse tipo de investimento continue crescendo nos próximos períodos”. 

Resultado acumulado 

Na análise de janeiro a outubro também houve retomada da poupança de longo prazo. Os aportes somaram mais de R$ 112 bilhões, volume 15,2% maior. Já os resgates cresceram no período 25%, alcançando R$ 84,7 bi. A captação líquida, diferentemente da leitura mensal, registrou leve recuo, de 7,3%, fechando em R$ 27,3 bi nos dez meses. Todos os percentuais resultam da comparação com o mesmo recorte de 2020. 

Em termos de reservas, as provisões superaram R$ 1.040 trilhão, com aumento de 5,9% em relação ao ano prévio. 

“Os índices de 2021 indicam uma recuperação do que foi perdido em 2020. A tendência é que, de forma gradativa, as pessoas retomem seus investimentos, deixando de lado o foco nos percalços do presente e voltando a se preocupar com o futuro”, complementa Picanço. 

Dedução no IR 

A chegada ao último mês do ano motiva quem faz a declaração completa do Imposto de Renda a buscar os planos de previdência complementar, em especial o PGBL, ou a realizar aportes maiores em dezembro devido à possibilidade do diferimento fiscal de até 12% da renda bruta para a base de cálculo do IR. 

É importante, porém, ter atenção à data limite para o aporte (31 de dezembro) e, no caso de quem ainda não possui o plano, observar os prazos operacionais das empresas para não perder a oportunidade. 

SulAmérica apresenta shows finais do eFestival 2021

Os vencedores do eFestival 2021, nas categorias Canção e Instrumental, se apresentam em dois shows inéditos amanhã (11/12) e domingo (12/12). As apresentações dos novos talentos da música serão transmitidas pelo YouTube e Facebook do projeto, além da Claro TV (canal 500) e BIS, e terão a participação dos Titãs, Carlinhos Brown, Clara Buarque e Orquestra Sinfônica de Heliópolis. 

“Há 20 anos esse festival tão importante revela grandes artistas da nossa música. Vote para conhecer os finalistas e escolher o seu favorito. Quando você dá essa força, você impulsiona a carreira desses artistas. E tudo isso só é possível porque a SulAmérica valoriza a nossa cultura e entende que a música é um ingrediente importante para a saúde física, emocional e financeira de todos, movimentando pessoas e gerando milhares de empregos diretos e indiretos”, avalia Tony Bellotto, vocalista dos Titãs. 

Um dos talentos revelados, desta edição, no maior festival de música digital brasileira é o carioca John Bianchi que foi avisado por amigos sobre as inscrições para o eFestival 2021 e resolveu participar, sem acreditar que pudesse chegar à final. O cantor venceu o eFestival Canção 2021 na categoria Público Geral e confessou certa ansiedade em se apresentar ao lado dos Titãs e acredita que sua carreira vai ganhar novo impulso. 

Já músico Márcio Deluk foi o vencedor do concurso na categoria Profissionais de Saúde e sua concilia as apresentações em barzinhos com o trabalho de farmacêutico. Aos 36 anos, o cantor acredita que o eFestival promoverá um salto de qualidade em sua carreira musical e já sonha com os grandes palcos. 

O grupo “PoisÉ” formado pelo profissional de seguros Lucas Rett, Lucas Hernandes (guitarra e vocal), Camila Polese (vocal) e Gustavo Ribeiro (bateria) foi o vencedor da categoria Corretor de Seguros. Amigos de faculdade, quando começaram a tocar juntos, eles decidiram aproveitar o eFestival para driblar a pandemia e por à prova suas composições. O grupo tem apenas dois anos de formação. 

No domingo (12/12), às 18h, é a vez do show inédito dos vencedores do eFestival Instrumental 2021 que irão se apresentar ao lado de Carlinhos Brown, Clara Buarque e a Orquestra Sinfônica de Heliópolis.  

“O eFestival, sem dúvidas, é uma iniciativa importantíssima para a música brasileira, que vai revelar muita gente talentosa. O Brasil é terra da música, do batuque e do som. Eu estou muito feliz e quero convidar vocês para assistirem esse encontro especial que eu e o Titãs faremos para marcar esse momento tão especial”, revela Carlinhos Brown. 


Ed e Kiko, bandolista e guitarrista, respectivamente, são gêmeos e formam a dupla “Irmãos Woiski”. Nascidos de mãe polonesa e pai japonês, eles foram os vencedores na categoria Público Geral. Avisados por amigos da abertura das inscrições do concurso, eles viram uma oportunidade de impulsionar a carreira ao participar do festival, já que vivem de música há tempos tocando com outros profissionais.  

A técnica de enfermagem e também cantora Talita Sanches, inscreveu o quinteto “Quartula”, que está na estrada desde 2013 e foram os vencedores, na categoria Profissionais de Saúde. O autor da música vencedora é o violonista Ricardo, que integra o grupo com Rafael (violino), Valdir (violoncelo) e Pietro (violão), marido de Talita.  

Já o músico Andy Batera, nome artístico de Anderson Reis, tem 36 anos e participa como free lancer em outras bandas, além de dividir o tempo como corretor e venceu a categoria Corretor de Seguros. Para ele, ser um dos vencedores do concurso é um sinal de que está no caminho certo. 

Os vencedores do eFestival 2021 gravaram seus singles ao lado dos Titãs e Carlinhos Brown, além de receberem coaching de carreira dos curadores Ruriá Duprat e Carlos Carlos e um prêmio em dinheiro.  

Todos os novos talentos do eFestival 2021 foram eleitos em votação popular pela internet. Considerado o maior concurso da música digital para revelar talentos pela internet, o eFestival, deste ano, teve recorde de inscrições em relação às edições anteriores, com mais de 8 mil inscritos em todo o país. 

O principal objetivo do projeto, além de revelar novos talentos da música, é ampliar o acesso à cultura no Brasil. Ao longo de 20 anos, grandes artistas já estiveram no palco do eFestival como Adriana Calcanhoto, Alceu Valença, Daniela Mercury, Gilberto Gil, João Bosco, Maria Rita, Milton Nascimento, Os Paralamas do Sucesso, Paulinho da Viola e Vanessa da Mata, entre outros.  

“Nosso propósito é melhorar a vida das pessoas e acreditamos que a música tem um papel fundamental na jornada de levar Saúde Integral para todos. O eFestival nos proporciona a oportunidade de incentivar os músicos a seguirem seus sonhos, inclusive profissionais de saúde e corretores de seguros. A parceria só reforça que estamos no caminho certo”, afirma Simone Cesena, diretora de Marketing da SulAmérica. 

O eFestival é idealizado e realizado pela Dançar Marketing – que neste ano completa 40 anos, como a mais consistente empresa de marketing cultura do Brasil; por meio de uma parceria com o Ministério do Turismo e com apoio do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria Especial de Cultura e Economia Criativa. A SulAmérica foi patrocinadora máster do concurso. 

Confira as músicas que os vencedores do eFestival 2021 irão apresentar nos shows de amanhã (11/12) e domingo (12/12), com Titãs e Carlinhos Brown, respectivamente: 

Canção: 

John Bianchi (Menti) 

Márcio Deluk (Me dá uma Moral) 

“PoisÉ” (Retrato) 

Instrumental: 

Irmãos “Woiski” (Like Water) 

“Quartula” (Prelúdio Antigo) 

Andy Batera (Temandy)  

Serviço: 

Sábado (11/12) – 20h 

Show final eFestival Canção  

(Titãs com John Bianchi, Márcio Deluk e banda “PoisÉ”) 

Transmissão: Claro Tv (canal 500) + redes sociais eFestival e Titãs 

Domingo (12/12) – 18h 

Show final eFestival Instrumental 

(Carlinhos Brown, Clara Buarque e Orquestra Heliópolis com as bandas “Irmãos Woiski”, “Quartula” e Andy Batera) 

Transmissão: Claro Tv (canal 500) + redes sociais eFestival e Carlinhos Brown 

Quem quiser também pode rever os shows finais do eFestival 2021, no Canal Bis, nos dias 24 e 25/12. 

Show final eFestival Canção 

24/12 – 19h30 

Show final eFestival Instrumental 

25/12 – 19h30 

Fundación MAPFRE recebe mais de 200 projetos para a 5ª edição dos Prêmios à Inovação Social; 31% deles do Brasil

fatima lima fundación Mapfre

221 projetos foram inscritos na 5ª edição dos Prêmios Fundación MAPFRE à Inovação Social, divididos em três categorias e três regiões: Brasil, demais países da América Latina e Europa. O Brasil conta com 69 trabalhos, número comemorado por Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no País. “Tenho muito orgulho deste programa de inovação, por ele dar visibilidade e promover iniciativas com elevado potencial de impacto social, econômico e ambiental”, comentou ela em entrevista ao blog Sonho Seguro. 

A categoria que mais recebeu inscrições, finalizadas em 15 de novembro, foi a de Melhoria da Saúde e Tecnologia Digital (e-Health). Foram 111 projetos, sendo 30 do Brasil, que contribuem para uma vida mais saudável e ajudam na prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças.

A categoria Economia Sênior recebeu 72 inscrições, sendo 24 do Brasil.  Eles trazem Iniciativas que oferecem soluções à população de 55 – 75 anos em áreas como: treinamento e emprego, proteção social, lazer, habitação, infraestrutura entre outros. 

Já a categoria Prevenção e Mobilidade participa da premiação com 38 projetos, 15 deles brasileiros. São soluções voltadas a contribuir para tornar a sociedade mais segura.

Um júri selecionará 9 finalistas, sendo 1 por região para cada uma das três categorias que irão defender sua candidatura na Grande Final, quando os vencedores (um por categoria) receberão € 40.000 para promover os seus projetos. Os finalistas serão conhecidos em fevereiro e os vencedores em abril de 2022.

Um outro ponto relevante desta premiação é que todos os projetos são conectados à Rede Innova. “Os empreendedores sociais de todas as edições se mantém conectados por meio da Rede Innova, que incentiva o intercâmbio de conhecimentos especializados, contribuindo para o ecossistema de inovação social e incrementando o impacto positivo de cada iniciativa”, explica Fátima. 

Segundo ela, a Rede Innova faz com que todos os projetos inscritos ganhem notoriedade, ao gerar networking e inclusão numa plataforma democrática. “É um incentivo para que organizações busquem soluções por meio desses empreendedores sociais visando questões mais emergentes que não estão sendo aproveitadas”, acrescenta.  

Na edição de 2020, a categoria Economia do envelhecimento contou com um vencedor brasileiro. Trata-se de uma plataforma capaz de desbloquear barreiras para acelerar a inclusão da diversidade geracional nas empresas, garantindo o sucesso da inclusão para as partes envolvidas.

Senado aprova seguro para entregadores de aplicativos

O Senado aprovou nessa quinta-feira o projeto de lei que estabelece medidas de proteção aos entregadores de aplicativos enquanto perdurar a pandemia. Entre as garantias, estão a contratação de seguros contra acidentes, auxílio financeiro em casos de infecção da Covid-19 e equipamentos de proteção individual. O texto agora segue para sanção presidencial.

A proposta determina que as empresas de aplicativo de entrega contratem seguro contra acidentes, sem franquia, para cobrir incidentes ocorridos durante a jornada de trabalho, isto é, no momento da retirada e entrega de produtos. 

Segundo o texto, o seguro deve abranger também casos de invalidez permanente ou temporária e morte

Em casos de profissionais contaminados com a Covid-19, a empresa prestadora de serviços deverá pagar uma ajuda de custo ao entregador durante 15 dias equivalentes à média dos últimos três meses de pagamento.