Zurich completa 150 anos com Brasil em destaque na estratégia global

 “Zurich startup since 1872”. Este é o título do livro digital que marca a comemoração dos 150 anos do grupo suíço. “Foram duas guerras mundiais, duas pandemias, várias guerras civis e um contexto de transformação cultural e tecnológica. O grupo não só sobreviveu como se transformou e se adaptou”, comemora Edson Franco, CEO da Zurich Brasil, em encontro com jornalistas na sede de São Paulo.

E o Brasil foi bem representado na festa realizada em Zurique, com o concerto Amazonia, com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP).  País estratégico para o grupo suíço, a filiam brasileira é a quarta maior do ranking, sem considerar saúde, capitalização e DPVAT. Os investimentos aqui se destacam, como a compra da seguradora Minas Brasil, na joint venture com o banco Santander e outras milhares de reais em parcerias de canais de distribuição. Hoje é a maior operação da Zurich na América Latina, onde o grupo está presente em outros países há mais de 60 anos. 

Se depender da subsidiária brasileira, o grupo terá muitos motivos para comemorações nos próximos anos. Franco afirma que a seguradora está munida com ferramentas e capacidade de distribuição no que ele classifica como “state-of-the-arts (algo que é bastante avançado e moderno em termos de tecnologia). “A nossa grande alavanca de crescimento orgânico nos próximos três anos é principalmente no varejo tradicional, com seguro automóvel, residencial e, principalmente, no seguro de vida para pequenas e médias empresas”, conta Franco. 

“Hoje as pequenas e médias empresas já representam 30% do portfolio e a minha meta é dobrar informou Rodrigo Barros, diretor executivo de Vida, Previdência e Capitalização. Segundo Barros, o mundo do pequeno e médio empresário é complexo. “Fizemos um estudo amplo juntamente com uma consultoria e agora iniciaremos uma jornada junto aos corretores para entender mais este mundo para fazer ofertas diferenciadas, começando pelo seguro de vida”, pontuou. 

Márcio Benevides, diretor executivo de distribuição, tem o olhar de mais longo prazo. “Temos hoje 9 mil corretores ativos e queremos ter 15 mil corretores nos próximos cinco anos. Investimos em plataformas e treinamento para empoderar o corretor de seguros para que ele seja o protagonista do crescimento de vendas de seguros no Brasil. Existe ainda um grande gap de proteção securitária no país e os corretores têm papel central na educação financeira dos brasileiros”, disse. Com foco no crescimento em outras regiões, a seguradora já ampliou sua presença para mais estados. A expansão é feita por meio de assessorias que dão suporte comercial aos corretores. “Este modelo é fundamental para dar amplitude comercial aos nossos parceiros. As assessorias complementam nossa rede de 27 filiais físicas”. 

Uma novidade para 2023 em grandes riscos é disponibilizar aos clientes locais um serviço lançado em 2021 pela matriz e disponível para alguns países, conta José Bailone, diretor executivo de seguros corporativos e de subscrição de ramos elementares. Trata-se de uma unidade de serviços de resiliência com 800 engenheiros de risco trabalhando em 40 países para ajudar as empresas a avaliar e mitigar seus riscos. Em razão da intensificação da frequência e gravidade das tempestades, este serviço é tido como um fator-chave para a adoção de medidas de resiliência entre as empresas. 

Um case relatado em uma matéria do jornal inglês Financial Times conta que um dos clientes de Zurich é a montadora Audi, cuja fábrica de Neckarsulm, no sudoeste da Alemanha. Em 2016, ela foi atingida pelas chuvas torrenciais que atingiram a Europa, enviando lama e água para dentro da fábrica, danificando equipamentos e interrompendo a produção. A Audi então trabalhou com os engenheiros de risco de Zurich, bem como autoridades locais, serviços de emergência e outras partes interessadas para fortalecer as defesas da planta e da área circundante, incluindo a instalação de novas bacias de retenção. No ano passado, quando as chuvas intensas castigaram novamente a Alemanha, a fábrica estava pronta. Alertados por um sistema de alerta precoce, os trabalhadores se uniram aos serviços de emergência para inflar longas barreiras cheias de água ao redor da instalação. Graças às contramedidas, a conta final do reparo ficou mais leve e a produção não precisou parar.

Exemplos como este mostram o quanto as práticas ESG norteiam o grupo. Fábio Leme, que se juntou ao time Zurich neste ano como diretor executivo de Personal Lines, Marketing e Comunicação, destacou o comprometimento do grupo suíço com o planeta. “A ambição da Zurich é ser uma das empresas mais responsáveis e de maior impacto no planeta. Estamos comprometidos em várias iniciativas e nos empenhamos em ajudar nossos clientes e parceiros na transição para uma nova economia de baixo carbono, por meio de gestão de riscos e desenvolvimento de seguros, coberturas complementares, produtos de investimentos e serviços de consultoria que os apoiem em suas práticas ambientais, sociais e econômicas”, afirma.

Em relação a “ir a compras no Brasil”, Franco afirmou que faz uma gestão ativa deste assunto, principalmente com foco em parceiros de distribuição. “Temos mais de 100 parceiros e seguimos investimos muito em plataformas para que possamos democratizar a oferta de seguros por meio dos pequenos e médios varejistas, que ainda não têm produtos do setor como uma fonte de renda. Levar o seguro aos consumidores por meio do varejo, dos bancos digitais e das fintechs, sempre com a intermediação dos corretores, é um item importante em nossa estratégica de diversificação. Somos cada vez mais uma empresa de ecossistema e queremos crescer mais nos canais digitais. Neste modelo de distribuição, parcerias com startups e empresas da nova economia se somam as alianças com o varejo tradicional, abrindo novas oportunidades”, avalia o executivo.

Fairfax e SmartLoad juntas para averbação de cargas multiplataforma

Fonte: SmartLoad

A seguradora Fairfax (FF Seguros) fez parceria com insurtech SmarthLoad para oferecer a solução de averbação de cargas SmartBox, disponível para os mais de 2 mil transportadores e embarcadores clientes da Fairfax. O processo agrega ainda mais segurança à mobilidade de carga ao permitir que os motoristas façam a averbação via smartphone e tenham as cargas asseguradas durante toda a jornada, de ponta a ponta.

Usando alta tecnologia, como machine learning (tecnologia na qual os computadores têm a capacidade de aprender por meio associações de diferentes dados), o SmartLoad App permite que já no momento da coleta os motoristas dos transportadores clientes da Fairfax escaneiem a Nota Fiscal via aplicativo disponível para Android, realizando então a averbação digital da carga, evitando assim ter trechos de sombra em que a carga esteja exposta a prejuízos e sem cobertura securitária.

O processo de averbação mobile feito por motoristas com apenas alguns cliques garante a cobertura securitária caso a carga sofra algum sinistro até a chegada no galpão da transportadora para a consolidação, levando ainda mais segurança para o processo. Além disso, com o SmartLoad App, o motorista tem a possibilidade de notificar eventos de sinistro, anexar fotos do veículo e todas as evidências necessárias. 

“Contar com um fornecedor parceiro e com soluções tecnológicas diferenciadas é fundamental para o crescimento dos negócios”, afirma Marcello Van Cleef, Superintendente da Fairfax.

Sylvio Bispo, CEO e cofundador da SmartLoad e empreendedor com mais de 15 anos de experiência em seguros de transportes destaca: “Estamos muito animados em poder contribuir com inovação para a carteira de segurados da Fairfax e, principalmente, de podermos juntos construirmos esse legado de integração e simplicidade por meio de alta tecnologia”. 

Sonho Seguro no Chile: discussões sobre o futuro do setor pautam encontros que reúnem seguradores e reguladores

CNseg, Fides 2023, Chile

A CNseg, confederação nacional das seguradoras do Brasil, realiza na próxima segunda-feira, dia 7 de novembro, no Chile, a cerimônia de lançamento internacional da Conferência Hemisférica da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES), que ocorrerá no Rio de Janeiro, em setembro de 2023.

A cerimônia coincide com a realização, na capital chilena, da Assembleia Geral da Global Federation of Insurance Associations (GFIA), bem como da reunião do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da FIDES e também da Conferência Anual da International Association of Insurance Supervisors (IAIS).

O lançamento da FIDES 2023, ocorrerá em coquetel no Hotel DoubleTree by Hilton, na capital chilena, a partir das 19h30, reunindo cerca de 150 pessoas, entre executivos de seguradoras, resseguradoras, corretoras, representantes de órgãos de regulação e autoridades governamentais. O evento também será transmitido ao vivo, pela plataforma Zoom.

Clique aqui para se inscrever para acompanhar o lançamento da FIDES 2023

A FIDES, promotora da Conferência de mesmo nome, é uma organização sem fins lucrativos que reúne as associações de seguros privados das Américas e da Espanha, visando promover a dimensão estratégica do mercado segurador e destacar sua importância para o crescimento econômico da região.

Esta será a terceira vez na história da Federação Interamericana das Empresas de Seguros (Fides) que a cidade do Rio de Janeiro é escolhida como sede da próxima edição de sua Conferência Hemisférica. A 38ª edição – a Fides Rio 2023 – ocorrerá em setembro próximo (de 24 a 26) e reunirá um total de 20 delegações de seguradores e resseguradores da América Latina, dos Estados Unidos e da Espanha.

Desde 1946, a Fides promove o encontro bienal, convertendo-se na principal plataforma de conteúdo e de relacionamento da indústria de seguros nas Américas e Península Ibérica. O Rio promoveu outras duas edições: em 1954, aconteceu em território carioca a 5ª edição e, em 1979, quando realizou-se a 17ª.

O primeiro encontro da Fides ocorreu em Nova York, nos Estados Unidos. Desde então, a Fides chama para si a missão de promover o desenvolvimento do seguro e do resseguro, ao destacar os grandes benefícios que o setor traz para as economias e pessoas dos vinte países membros representados.

Realizada a cada dois anos – mas adiada em virtude da pandemia, de 2021 para o próximo ano – a Conferência Hemisférica é apontada como um dos principais eventos do mercado global de seguros, promovendo debates sobre temas sensíveis e estratégicos para o futuro da atividade.

Toque humanizado em campanhas de marketing traz resultados recordes para o grupo MAPFRE

Tatiana Cerezer Mapfre Seguros

Definitivamente a relação das seguradoras com o marketing mudou. Da antipática ameaça expressa entre linhas “faça um seguro porque acidentes acontecem a qualquer momento”, usada há pouco tempo, hoje a mensagem é “estamos ao seu lado em qualquer eventualidade”. E quem ganha com esse toque humanizado? Todos. Consumidores, que ficam mais conscientes de que precisam se planejar para o futuro; corretores empoderados com produtos e serviços mais aderentes e acessíveis para seus clientes, e seguradoras que buscam elevar a participação do setor no PIB brasileiro de 4% para a média mundial de 8%. 

A MAPFRE é uma das companhias que adotam o tom humanizado. Tatiana Cerezer, superintendente de marketing da MAPFRE no Brasil, conta que o conceito “Você determina o que é importante para você” da campanha iniciada em julho deste ano consegue transmitir o novo momento do setor de seguros com seus principais públicos, principalmente corretores e consumidores. “Queremos estabelecer a MAPFRE como a marca que acompanha as pessoas para que elas avancem em todos os ciclos de suas vidas com tranquilidade. Mostrar que podem contar com seguros pensados para o que importa para as pessoas e não para o que as seguradoras oferecem”, enfatiza. 

Segundo Tatiana, as iniciativas de marketing da MAPFRE se baseiam na proximidade, em gerar negócios e em disseminar a cultura de seguros e seu impacto social. “Com a pandemia, ter uma comunicação regionalizada e mais humanizada passou a ser prioritário para nosso grupo”, ressalta. Da campanha nacional, que pela primeira vez foi também para as tevês fechadas, como GloboNews, GNT, Multishow e Universal, a mensagem pode ser ouvida em mais de 90 emissoras de rádios regionais em cidades mapeadas pelos diretores regionais espalhados pelo Brasil afora. Além de ouvir a MAPFRE nas rádios e assisti-la na tevê, o consumidor é abordado nos elevadores de condomínios e nos totens de relógios espalhados nas ruas, mídia conhecida como Out of Home (OOH). 

O tom mudou, mas a tradição de longo prazo, marca registrada do setor de seguros, permanece. No digital, o casal de atores Cássio Reis e Fernanda Vasconcelos ajuda a construir a marca MAPFRE. Os influenciadores abordam a importância do seguro em diferentes ciclos da vida no decorrer da parceria, desde a gestão financeira para a compra da primeira casa até o planejamento com a chegada do primeiro filho nascido em 28 de junho deste ano, passando por pequenos “perrengues” do dia a dia, como um vidro da varanda quebrado ou o amassado no carro ao estacionar na garagem, por exemplo, que são resolvidos pela seguradora no pacote de serviços do seguro. 

A sustentabilidade, um tripé importante do grupo mundialmente, também é abordada nas conversas do casal transmitida ao público em geral. Vídeos criados pela Talent Marcel, por exemplo, contam por meio de personagens de uma família super animada que a MAPFRE vai neutralizar a emissão de carbono até 2024 e diminuirá seu impacto no meio ambiente. Na parte social, vai diminuir a desigualdade entre gêneros.  “Priorizamos mostrar aos nossos públicos o posicionamento global, mas sem perder o nosso tom no Brasil que sempre foi de humor. Estamos dando um peso massivo para auto e vida e soluções customizadas para agro e casa”, conta.

Um ponto importante para a seguradora em suas campanhas é empoderar o corretor de seguros. Desde a mensagem em todas as peças “procure o seu corretor de seguros” até a criação de banners que possam ser compartilhados pelos profissionais de vendas com seus clientes em qualquer mídia social, de WhatsApp a Instagram. Nessas peças, o conteúdo traz a abrangência do conceito de seguros e os benefícios que ele traz para a vida, como o planejamento e gestão de riscos ao ter uma proteção financeira frente a acidentes corriqueiros e graves do dia a dia que podem comprometer o patrimônio conquistado. 

Resultado é uma conquista inédita: a veiculação iniciada em 9 de julho contabilizou mais de 232 milhões de impactos até o dia 31 de agosto. Marcia Tokunaga, gerente de Marketing da MAPFRE, revela que mais de 2,1 milhões de pessoas se inscreveram nas redes sociais da seguradora até agosto deste ano. Foram mais de 19,3 milhões de usuários alcançados, com 47 milhões de visualizações em vídeos, 24,2 milhões em posts e 55,8 mil interações. Além dos projetos incentivados, com quase 60 mil pessoas atingidas em 2022, como o espetáculo Donna Summer, que recebeu 32,7 mil espectadores em suas apresentações no Rio de Janeiro e em São Paulo”. 

E a agenda da equipe de marketing da MAPFRE permanece lotada de boas ideias para difundir a cultura de seguros e a marca do grupo entre funcionários, corretores e público final. Neste mês de outubro está prevista a inauguração de um estúdio próprio que gera materiais audiovisuais para a área e para diferentes demandas, incluindo de corretores. Podcasts estão previstos para 2022 e em 2023 tem MAPFRE no TikTok. “É uma das mídias que mais cresce. Engana-se quem pensa que lá só tem dancinha. Tem muito vídeo lá que ensina de tudo. E nós vamos levar o seguro para este mundo”, diz Tatiana. 

Em 2021, o TikTok bateu a incrível marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês, o que corresponde a cerca de 14% da população mundial. O Brasil é o segundo país que mais usa o TikTok no mundo, ficando atrás apenas da China. Cerca de 59% dos usuários do TikTok são mulheres, tidas como as principais compradoras de seguros, segundo recente estudo divulgado pela Escola de Negócios de Seguros (ENS). 

A MAPFRE também quer atrair o público jovem e o TikTok é um canal importante. Segundo dados da própria plataforma, 66% dos usuários do TikTok têm menos de 30 anos. Além disso, a grande maioria das pessoas que usa a rede têm entre 16 e 24 anos. “Estamos felizes com este momento de marketing do setor, que conta também com uma campanha institucional da CNseg, a confederação das seguradoras. Levaremos nosso conceito da forma mais autêntica possível, enfatizando como a proteção do seguro deve estar em cada fase de nossas vidas”.

Como dizem os especialistas em marketing, com tempos econômicos difíceis, tudo se resume a como as empresas conduzem suas atividades de marketing se quiserem enfrentar a tempestade. Durante os bons tempos, as campanhas se concentram na conscientização geral. As seguradoras se inserem, ao mesmo tempo, nos dois contextos, o que faz do setor ser citado por agências de publicidade como um dos principais anunciantes no Brasil. Enfrentaram momentos difíceis no passado e agora correm contra o tempo para conquistar seu lugar de destaque na economia com um toque humanizado ano após ano.

Liberty Seguros lança ação inédita para capacitar mulheres a atuarem como corretoras

patricia chacon liberty

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros lança hoje uma ação de capacitação para mulheres que desejam atuar como corretoras. Inédita no mercado, a iniciativa faz parte do Mulheres Seguras, projeto da Liberty criado em prol do empreendedorismo e empoderamento feminino, e vai formar 40 profissionais interessadas no setor, com vagas exclusivas para mulheres negras, transexuais, em vulnerabilidade social, mães solo e mulheres com mais de 50 anos.

A iniciativa fomenta a equidade de gênero no país, principalmente em um contexto no qual a participação de mulheres no mercado geral de trabalho é 20% inferior à dos homens, segundo a FGV. O processo de ensino das participantes será realizado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) e terá início em janeiro de 2023, com duração de 9 meses e formato de ensino à distância. Posteriormente, as profissionais receberão a certificação da SUSEP para trabalharem como corretoras. 

Além de contribuir para formar futuras corretoras, a Liberty conduzirá ações online com as participantes, em formato de workshops. Tais encontros abordarão temas como diversidade, inclusão, protagonismo feminino e projetos da própria companhia, como o Cresça com a Liberty, programa criado para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras, e a Academia Digital, série de treinamentos para engajar e capacitar parceiros a venderem seguros por meio das redes sociais. As profissionais ainda terão a oportunidade de conversar com a CEO da seguradora, Patricia Chacon, no encontro de Café com a Presidente.

“A educação transforma. Por isso, temos muito orgulho em poder capacitar profissionais que tenham vontade de melhorar o mercado de seguros, e tudo parte de um projeto tão querido para a Liberty: o Mulheres Seguras”, afirma Chacon. “Este programa, além de fomentar o conhecimento e abrir oportunidades para mulheres de minorias e em situação de vulnerabilidade social, as empodera economicamente e abre o caminho para a igualdade de gênero no mercado segurador”, completa.

A candidatura das participantes será feita por meio do site oficial do Mulheres Seguras e a seleção das escolhidas ficará a cargo da ENS, após um processo de triagem.

Tokio Marine apoia o Teleton pelo 11º ano consecutivo

Fonte: Tokio

Com a premissa de ajudar a construir uma sociedade mais justa e igualitária, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do Brasil, apoia, pelo 11º ano consecutivo, o Teleton, maratona solidária transmitida pelo SBT em prol da arrecadação de recursos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). A Companhia vai doar R$ 300 mil para a entidade em participação ao vivo no programa, neste sábado, dia 05. 

A ação integra o Tokio ESG, iniciativa que visa ampliar ainda mais os programas sociais, ambientais e de governança da Companhia com foco nas melhores práticas empresariais. Segundo a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, para além da contribuição financeira, o engajamento dos Colaboradores e dos Parceiros de Negócios pela causa traduz a missão da Seguradora.

“É com muito orgulho que integramos essa corrente de solidariedade há tantos anos porque o Teleton permite que a AACD amplie a inclusão e melhore a qualidade de vida das pessoas com deficiência. E nesse movimento, ainda despertamos um olhar de acolhimento e ajuda ao próximo em nossos públicos”, explica a executiva.

A causa da AACD mobiliza os mais de 2,3 mil Colaboradores da Tokio Marine, que participam da ação por meio de descontos voluntários em folha de pagamento. Em outra ponta, os mais de 37 mil Corretores e Assessorias parceiros da Tokio Marine são estimulados a participar da campanha solidária, na qual os pontos do Programa Nosso Corretor (PNC) podem ser convertidos em doações à AACD.

Susep detalha marco regulatório de sustentabilidade 

Susep Seguros Nagano

A Susep (Superintendência de Seguros Privados) publicou em 27 de junho de 2022, a Circular Nº 666, que dispõe sobre requisitos de sustentabilidade, a serem observados pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar (EAPCs), sociedades de capitalização e resseguradores locais.

A preocupação com sustentabilidade e as práticas ESG (termo “Environmental, Social and Corporate Governance”, que, traduzindo a sigla do inglês para o português, significa Ambiental, Social e Governança Corporativa) não é nova, mas, a partir da assinatura do Acordo de Paris, em 2015, entrou definitivamente na agenda dos reguladores e supervisores financeiros mundo afora – na maioria das vezes enfatizando o risco climático e seus potenciais impactos sobre a estabilidade do sistema financeiro. No Brasil, não por acaso, o Banco Central, que já possuía uma norma tratando do tema, havia anunciado para o ano passado uma grande reformulação dessa regulação (o que de fato fez). 

Resumidamente, a norma da Susep pede que as supervisionadas implementem: gestão dos riscos de sustentabilidade (ambientais, sociais e climáticos); política de sustentabilidade; e relatório de sustentabilidade. A gestão dos riscos de sustentabilidade deve ser integrada à Estrutura de Gestão de Riscos e aos processos operacionais, em especial no que se refere à precificação e subscrição de riscos, seleção de investimentos e seleção de prestadores de serviços, podendo estabelecer limites para concentração de riscos e/ou restrições para a realização de negócios. 

A política de sustentabilidade visa a garantir que aspectos de sustentabilidade sejam considerados na condução dos negócios e no relacionamento com partes interessadas, devendo ser implementada através de ações concretas, pelo menos no tocante à oferta de produtos e serviços e ao desempenho das atividades e operações. Já o relatório de sustentabilidade promove a divulgação, para o público em geral, das ações relacionadas à política de sustentabilidade e dos aspectos mais relevantes relativos à gestão dos riscos de sustentabilidade.

Os requisitos da Circular são de adoção obrigatória. No caso de supervisionadas que eventualmente descumpram o disposto na Circular, a Susep pode aplicar as sanções previstas na regulamentação, ou, alternativamente, solicitar planos para a correção das deficiências encontradas.

O objetivo primário é promover a resiliência do mercado segurador, através de uma melhor gestão de riscos (curto prazo) e da consideração de aspectos relativos à sustentabilidade na estratégia das supervisionadas (longo prazo). Além disso, a Susep acredita que o setor segurador contribuirá para a difusão de práticas sustentáveis para outros setores da economia, tendo em vista os papeis que desempenha enquanto gestor/tomador de riscos e investidor institucional.

Para o diretor da Susep, José Nagano, o nível de maturidade com o qual as empresas tratavam e desenvolviam ações sobre o tema era muito diferente. “O que realizado por algumas companhias como diferencial, agora será padrão no mercado. Teremos grandes avanços em sustentabilidade em seguros”.

Potencial de crescimento do setor de seguros no Brasil é destaque em estudo da MAPFRE

Segundo o “Índice Global de Potencial Segurador” (GIP), desenvolvido pela Mapfre Economics, área do Grupo Mapfre dedicada a pesquisas e análises sobre seguros, previdência, macroeconomia e finanças, o Brasil permanece como um dos dez países com maior potencial para crescimento do setor segurador pelo quarto ano consecutivo. No ranking, que analisou 96 mercados, o País se manteve no 8º lugar no segmento Não Vida e ficou em 9º no segmento Vida.

“Mesmo diante de tantos desafios que estamos vivenciando, o Brasil sustentou seu grande potencial para o desenvolvimento do mercado de seguros, justamente por ser uma potência econômica”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre Brasil. “O GIP mostra que o seguro tem uma representatividade específica nas economias de importantes países, tanto desenvolvidos quanto emergentes, além de seu valor social de proteção às pessoas, famílias, bens, patrimônios e empresas”, diz.

Para o executivo, o mercado segurador brasileiro precisa seguir sua trajetória de crescimento aproveitando as oportunidades que a cultura do seguro tem apresentado no dia a dia da economia brasileira. “A sociedade tem se mostrado cada vez mais consciente que tudo ao seu redor está interligado e temos que aproveitar o momento para ampliarmos nossa atuação, comprovando que as soluções que o mercado de seguros oferece são partes fundamentais do seu cotidiano”, ressalta.

Segmento Vida

Os primeiros cinco países (China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Indonésia) pertencem aos mercados de seguros de Vida considerados Tier-1. Eles são seguidos por Alemanha, Turquia, Japão, Brasil e México, que lideram a parte superior do Tier-2. Os quatro primeiros deste ranking mantêm suas posições relativas em relação ao ano anterior, enquanto o Japão foi superado pela Indonésia. Por outro lado, a Alemanha subiu uma posição e a Turquia subiu três posições, sendo a sétima economia com maior potencial segurador no ramo Vida. Em relação ao ano anterior, observa-se um crescimento generalizado do potencial segurador, destacando-se os mercados da Rússia e da Turquia.

Segmento Não-Vida

Levando em conta seu potencial segurador medido por meio do GIP-MAPFRE, as cinco primeiras posições do ranking do segmento Não Vida são para a China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Indonésia (Tier-1). A mudança mais importante dentro do Tier-1 é a entrada da Rússia, que se posiciona em quarto lugar, desbancando o Japão, que ocupou essa posição em 2021 e está em sétimo lugar este ano. Correspondente ao grupo Tier-2, a Alemanha também ocupa a sexta posição acima do Japão, seguida do Brasil, França e México, destacando-se a ascensão da França para a nona posição, enquanto o Reino Unido caiu três posições em relação à estimativa do ano anterior, agora em 12º lugar. Em relação a 2021, observa-se um crescimento do potencial generalizado do segmento Não-Vida, com destaque para os mercados do México, Brasil e Arábia Saudita.

Humberto Sardenberg, da Icatu Seguros, viabiliza o engajamento em tempos de mudanças

Humberto Sardenberg, da Icatu

Facilitar a vida do corretor, dos parceiros e dos clientes. Este é o dia a dia de Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital da Icatu. Nos últimos cinco anos, a seguradora investiu R$1 bilhão em tecnologia. “As áreas de seguro de vida e previdência serão as de maior crescimento nos próximos anos. Por isso, facilitar a jornada digital é a nossa missão diária. Monitoramos a satisfação do usuário e, se percebemos qualquer movimento de recuo, paramos tudo para descobrir o que aconteceu e partimos para melhorar o design, a informação, o processo”, conta ao Sonho Seguro.

Há 16 anos atuando com inovação, Sardenberg diz que este é um momento incrível. Os clientes querem ter a mesma experiência em seguros que já estão acostumados em outros segmentos da economia, como streaming, bancos e delivery de comida, por exemplo. Apertou um botão e resolveu. “Com a pandemia e todos em casa, tivemos de acelerar todos os processos de digitalização. Colocamos no ar muitos projetos que estavam numa fila de prioridades e eles desencadearam muitos outros. Antes, esperávamos três anos para ter o resultado de uma inovação. Agora, sabemos instantaneamente se funciona e fazemos as correções rapidamente, podendo seguir com novas ideias que surgem diariamente”, diz entusiasmado.

Entre as diversas frentes de inovação, Sardenberg cita duas plataformas. Uma delas é a Casa do Corretor, uma plataforma digital 360ª desenvolvida exclusivamente para a gestão de vendas e carteira dos corretores parceiros, que tem apresentando um crescimento relevante. Segundo o executivo, no primeiro semestre foram realizadas mais de 70 mil operações, 40% a mais do que no mesmo período do ano passado. “Nas transações via celular, inclusive para vendas, o crescimento foi de 100%, o que mostra que todos voltaram para a rua, fechando negócios na palma da mão, mesmo antes de chegar ao escritório para acessar o computador”, comemora. 

Um passo recente foi levar a Casa do Corretor para o Metaverso, empoderando o corretor cada vez mais no papel de democratizar o acesso à proteção e planejamento financeiro para os brasileiros. A iniciativa representa o início do nosso Metaverso centralizado, com um ambiente construído de forma personalizada, com a possibilidade de expandir e agregar novas experiências futuras em um ambiente único. Já a plataforma do cliente foi idealizada para o autoatendimento, como mudança de endereço, de beneficiário, forma de pagamento e outras burocracias antes feitas por intermédio do corretor. “Liberamos o profissional de vendas destes afazeres para que ele tenha mais tempo para se dedicar às vendas, que é o seu ponto forte”. 

Sardenberg afirma que a experiência digital não é inventar a roda. “É melhorar processos. Com a pandemia, por exemplo, o cliente estava distante do corretor e precisava assinar o contrato. Digitalizamos. O corretor não estava frente a frente com o cliente para fazer a subscrição do risco. Então, aprimorarmos a análise de dados para ajudá-lo a finalizar uma proposta a distância com segurança. Pagar o seguro de vida ou fazer aporte? Pode ser até pelo PIX hoje”, conta. Sardenberg ressalta que o corretor faz o trabalho mais nobre. “Os robôs lidam com regrinhas, mas não entendem as angústias do momento. Só o corretor pode fazer isso e recomendar as melhores opções para o cliente”. 

Todas as ações visam elevar o número de pessoas protegidas financeiramente por um seguro ou com um plano de previdência privada. Quanto melhor for a experiência do corretor e do cliente com a seguradora, mais negócios. “Há uma correlação entre satisfação do cliente com o retorno financeiro para o corretor e para a seguradora. Quanto melhor a jornada, mais negócios ele concentra dentro de casa. A previdência privada tem a capacidade de gerar boa experiência. E este cliente acaba gerando mais negócios com os parceiros comerciais”, afirma. 

Ele conta ainda que a Icatu investe pesado em pesquisas, que ditam o rumo da equipe de inovação. Segundo ele, captar informações ajuda o time a facilitar processos e a economizar tempo e dinheiro. A venda de seguro de acidentes pessoais foi uma das descobertas da Icatu em suas pesquisas. “Achávamos que o corretor vendia considerando a idade, mas não. Os corretores afirmam que é o contexto da conversa, como saúde, ter dinheiro no bolso e até mesmo o tempo de conversa. Com isso, alteramos a experiência para ser mais contextual do que por segmentação. Squads e times que viabilizam pesquisas são mais assertivos”, afirma Sardenberg. 

E há muito a ser conquistado. Outra recente pesquisa da Icatu com corretores revelou que 66% deles acreditam que venderam mais seguro de vida nos últimos 12 meses. Inclusive de vida individual. “Quando ouvimos o usuário, podemos gerar resultados de impacto na vida das pessoas para quem construímos nosso produto. Cerca de 90% dos corretores ainda não vendem vida e previdência”, cita. 

O seguro de vida representa menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, quando a média mundial ultrapassa 6%. “Temos um grande mercado a conquistar. Estamos dedicados para facilitar o máximo possível a venda para que eles abracem esta grande oportunidade de negócio que temos no Brasil, principalmente depois de superarmos a pandemia e termos a certeza da importância que a população passou a dar à proteção financeira. E o seguro de vida é muito democrático. Tem produtos a partir de R$13 por mês e planos de previdência com depósitos mensais de R$ 100”, conclui Sardenberg.

Instituto de Longevidade MAG discute os desafios de mudança de carreira

Fonte: MAG


Existe uma idade adequada para mudar de carreira? Este foi o tema debatido pelo Instituto de Longevidade MAG na última quinta-feira (20), em uma live destinada às pessoas que passam por este questionamento. 

Com apresentação da Janaina Gimael, jornalista do Instituto de Longevidade MAG, e tendo como convidada Carla Leirner, uma das fundadoras do movimento ‘Minha Idade não me Define’, o bate-papo trouxe à tona questões que existem ao redor da crença de que após certa idade não há mais espaço para mudanças — principalmente as que envolvem a carreira.

Ao contar sobre sua transição profissional aos 59 anos, Carla Leirner mostrou que ressignificar a carreira é uma forma de se redescobrir e conhecer novas paixões, além de falar da importância de se ter um planejamento e dos diferenciais de ter um mentor ou outro profissional mais experiente a fim de ajudar nessa mudança.

Durante a conversa, Janaína e Carla falaram também sobre a importância de se dedicar aos estudos, ter paciência e de pensar na longevidade financeira. A live está disponível no canal do YouTube do Instituto de Longevidade MAG e pode ser conferida na íntegra por meio deste link.