Seguros ampliam proteção para danos climáticos, revela estudo da CNseg

Luciana DallAgnol

Fonte: CNseg

A sétima edição do Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), revela que nos últimos três anos a porcentagem das seguradoras que declararam a preocupação com questões ambientais, sociais e de governança (ASG) no momento de desenvolver produtos e serviços saltou de 43%, em 2016 para 73,7% em 2021.  Entre os temas ASG que mais impactam o setor de seguros estão as mudanças climáticas

A superintendente de relações de consumo e sustentabilidade da CNseg, Luciana Dall´Agnol, explica que enchentes, secas, epidemias, descartes de resíduos sólidos e vendavais são alguns dos eventos relacionados às mudanças climáticas mais citados pelas seguradoras consultadas para o relatório. “O aumento da frequência e severidade desses eventos tem potencial para impactar as carteiras das empresas do setor, principalmente porque podem ocorrer concentrados em uma região geográfica e resultar em indenizações para diferentes ramos, comprometendo ativos financeiros essenciais para a solvência das empresas securitárias”.

Por outro lado, Luciana destaca que mudanças dos padrões do clima também ensejam oportunidades de negócios para as empresas com a criação de novos produtos, serviços e assistências.  “É o caso dos seguros climáticos paramétricos, feitos sob a medida para protegerem segurados de índices climáticos prejudiciais às suas atividades econômicas”.

Outros exemplos de produtos desenvolvidos pelo setor segurador que consideram aspectos ASG incluem o Seguro de Responsabilidade Civil Ambiental – que permite a cobertura de danos e gastos com ações emergenciais ambientais que sejam diretamente consequentes da ocorrência de Evento de Poluição Ambiental – seguro ambiental para transportes, desenvolvido especialmente para riscos relacionados às atividades de transporte de mercadorias e resíduos, oferecendo cobertura para possíveis danos que uma carga, seja ela perigosa ou poluente, possa causar ao meio ambiente e até garantia estendida com logística reversa, uma assistência que possibilita o descarte ambientalmente correto de produtos que não são mais utilizados.

Também destaque no relatório é o aumento no número de seguradoras que incluem critérios ASG (Ambiental, Social e Governança) nas decisões sobre política de investimentos, optando por emissões de greend bonds – títulos de dívidas sustentáveis – e debêntures com compromisso ASG (sustainable linked bonds). Em 2016, 29% das empresas ouvidas tinham essa preocupação. Cinco anos depois, o número evoluiu para 56,5% em 2021, um crescimento de 94,8%. O aumento é ainda maior entre as seguradoras que possuem gestoras de recursos própria. Se em 2016, apenas 14% contavam com metodologia de avaliação ASG na análise e gestão de ativos já implementada, atualmente, esse número chega a 50%.

Para a superintendente CNseg, apesar das reservas técnicas do setor serem altamente reguladas, as seguradoras demonstram compromisso com a agenda ASG quando se trata de seus investimentos. “Empresas com boas métricas de ASG são mais resilientes e são associadas a maior geração de valor no longo prazo. Isso porque são capazes de melhor gerenciar os riscos e oportunidades socioambientais e possuem estrutura de governança robusta que as permite atravessar períodos de crise”.

O estudo da CNseg mostra também que participação de seguradoras que incluem o tema ASG na estratégia de negócios passou de 77% em 2016 para 86,4% em 2021. “A partir da criação do marco regulatório de sustentabilidade do setor segurador, a Circular Susep no. 666, a expectativa é que os dados do próximo relatório apontem um índice de quase 100% de adesão”, avalia Luciana.

Participam do Relatório de Sustentabilidade da CNseg 35 seguradoras que, juntas, detêm 85,7% de market share no setor segurador brasileiro. A adesão ao levantamento não é obrigatória, mas, desde 2016, tem sido superior a 80%, o que mostra a importância do tema para o setor.

Chubb divulga novas funcionalidades da plataforma digital no WEB Summit que acontece em Lisboa

Fonte: Chubb

O Chubb Studio, premiada plataforma global de integração da seguradora, passa a oferecer novas funcionalidades e recursos capazes de incorporar ofertas de seguros nos ambientes digitais de parceiros de distribuição de forma ainda mais simples e rápida, oferecendo uma experiência perfeita aos consumidores. A Chubb é a maior seguradora de propriedade e de responsabilidade civil de capital aberto do mundo.

Divulgados no Web Summit Lisboa, um dos maiores eventos de tecnologia da Europa, os três novos recursos de última geração da plataforma garantem acesso a kits de desenvolvimento de software (SKDs) que permitem aos parceiros da companhia incorporar produtos e serviços em seus apps de forma nativa. Outra novidade é a possibilidade de adicionar produtos e serviços de outras seguradoras e fornecedores terceirizados ou não da Chubb e, finalmente, acesso ao BlinkSM by Chubb, até aqui disponível apenas nos Estados Unidos, em outras regiões do mundo.

Desde o seu lançamento em 2020, o Chubb Studio já foi adotado por mais de 150 empresas – incluindo companhias de comércio eletrônico, bancos, varejistas, mobilidade entre outros – proporcionando aos clientes dessas corporações parceiras acesso a produtos de seguro para pessoas físicas e para pequenos negócios.

O Chubb Studio destacou-se por sua extensa biblioteca de APIs (interfaces de programação de aplicação). Agora, os parceiros de distribuição digital da seguradora também poderão acessar os SDKs do Chubb Studio na plataforma. Criados pelos desenvolvedores da Chubb, os SDKs tornarão a disponibilização de propostas de seguros embarcados mais simples e rápida. Os SKDs do Chubb Studio estão disponíveis para iOS, Android e Web, com funcionalidades que incluem fluxos de experiência do usuário, APIs de backend e protocolos de segurança. Os SKDs também permitirão aos parceiros o uso de sua própria marca e identidade para oferecer experiências de seguro consistentes e exclusivas para seus clientes.

A plataforma Chubb Studio agora oferecer suporte a parcerias multisserviços, inclusive com outros distribuidores de seguros. Isso significa que os parceiros da Chubb usuários do Chubb Studio podem incorporar produtos e serviços de seguros da Chubb e de outros fornecedores em seus ecossistemas digitais.

Esse novo recurso oferece aos parceiros um único ponto de integração ao mesmo tempo que facilita as transações com a Chubb ou com outros sistemas de back-office de terceiros. Isso assegura economia significativa de tempo e de recursos a parceiros que desejam oferecer a seus clientes mais opções, incluindo uma gama mais ampla de seguros gerais, seguros de vida ou outros produtos de mercado ou serviços complementares, como telemedicina, em seu site ou aplicativo.

Além disso, uma nova experiência do cliente foi adicionada à plataforma Chubb Studio chamada Blink by Chubb, a filosofia de design de produto digital da empresa, entregue pela Chubb Studio e voltada a tornar o processo de seguro fácil e simples para os parceiros e a seus clientes.

Com a filosofia Blink by Chubb, apólices de seguro simples e objetivas são pré-subscritas com opções de cobertura personalizáveis projetadas para atender os consumidores com base em seu estilo de vida e necessidades de proteção. Desde a oferta de uma apólice de seguro no momento certo até recursos de autoatendimento em tempo real, incluindo processos simplificados de pagamento de sinistros, a experiência Blink by Chubb é trazida ao mercado com o Chubb Studio e exemplifica a essência da proposta de valor de parceria da Chubb.

“O Chubb Studio abriu muitas portas a parcerias de distribuição digital em todos os setores e regiões, ajudando a impulsionar o crescimento e ampliar o alcance de nossas empresas parceiras”, disse Sean Ringsted, Chief Digital Business Officer da Chubb. “Esses três novos recursos definirão o ritmo para outros concorrentes no mercado de seguros integrados. A tecnologia de integração e a abordagem orientada pelo design proporcionam aos nossos parceiros de distribuição uma flexibilidade significativa para incorporar seguros como e quando quiserem, com lançamentos de produtos ainda mais rápidos. Durante cada integração, ouvimos nossos parceiros e projetamos esse aprimoramento do Chubb Studio para não apenas superar as expectativas dos desenvolvedores, mas também as dos clientes”.

MAPFRE Auto simplifica a jornada do corretor e melhora atendimento ao cliente

Luiz Pardial Mapfre

Fonte: Mapfre

Na busca por sempre oferecer o melhor atendimento para corretores e segurados, a MAPFRE lançou recentemente um novo sistema de cálculo e um novo produto. O MAPFRE Auto, que agiliza o processo de contratação dos seguros de automóveis, faz o corretor encontrar facilmente a melhor proposta e a possibilidade de oferecer diversas vantagens aos segurados. Com menos campos de preenchimento e um layout mais intuitivo, o sistema de contratação passa a ser único para diferentes modalidades: Auto, Caminhão, Duas Rodas e Táxi e oferece três opções de pacotes que tenham o melhor custo-benefício dentro das necessidades do cliente.

Segundo Luiz Padial, diretor executivo de Automóvel da MAPFRE, com a atualização do MAPFRE Auto, o corretor terá a experiência de um serviço personalizado, que acompanha sua rotina e se adequa às necessidades, pautado na melhor seleção de produto com um preço justo. “O novo MAPFRE Auto é a grande inovação que oferecemos para facilitar o trabalho do corretor. Agora, nossos parceiros inserem as informações e o próprio sistema de cálculo oferece a melhor opção ao cliente, sem a necessidade de percorrer diversas etapas para encontrar um produto adequado e acessível”, explica. Além de uma jornada mais ágil, outra novidade é que a MAPFRE facilitou e aumentou a aceitação nas renovações de seguros dos veículos, por exemplo, no caso da troca de automóvel. 

Ao utilizarem o MAPFRE Auto, os corretores poderão ofertar gratuitamente aos segurados diversos serviços agregados na Assistência 24 horas para o veículo, como chaveiro, troca de pneus, suporte em caso de falta de combustível, serviço de despachante, entre outros, além da contratação das coberturas que atendam às necessidades do segurado. “O novo sistema de cálculo permite que estejamos mais competitivos e lancemos novos produtos. Buscamos oferecer o melhor atendimento para nossos corretores para eles poderem disponibilizar um produto adequado e serviços que vão além do seguro, justamente pensando em uma experiência cada vez mais eficiente e de qualidade para parceiros e segurados”, pontua Raphael Bauer, diretor geral Comercial da MAPFRE. “O novo MAPFRE Auto simplifica processos e acelera a jornada do corretor para gerar de forma rápida um pacote com coberturas e assistências para atender de forma assertiva as necessidades do cliente”, complementa o executivo.

Artigo: A importância do seguro na prevenção de doenças graves

Por Thiago Levy, head do pilar de Bem-Estar, do grupo MAG Seguros


NA MAG, temos como objetivo aproximar a proteção do mercado securitário ao acesso à saúde privada no Brasil. Por isso, temos uma vertical dedicada a produtos de vida correlacionados a condições de saúde, centrado no que chamamos de pilar de Bem-Estar. Nele, encontramos os produtos que cobrem diagnósticos de uma doença grave (como por exemplo diagnóstico de câncer); Seguro Cirurgias (cobertura para procedimentos realizados em ambiente hospitalar); DIH (diária por internação hospitalar); DIT (diária de incapacidade temporária); e Assistência Bem-Estar (telemedicina + descontos em medicamentos, consultas e exames em rede credenciada).

Esses produtos existem não apenas porque são procurados pelos nossos clientes, mas porque percebemos que nenhuma cobertura seria realmente completa sem esse leque de opções. Os produtos de seguro de vida não são mais apenas coberturas para morte, mas também podem funcionar com o objetivo de garantir alguma tranquilidade financeira aos segurados nos momentos mais delicados que eles enfrentam com eventos que comprometem a sua saúde.

Nos meses do Outubro Rosa e Novembro Azul, o mercado de saúde trata da importância e da necessidade de se falar sobre o processo de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama e de próstata. Da nossa parte, temos divulgado materiais de apoio nas redes sociais, live com médicas mastologistas, mas, principalmente, uma rodada de apresentações com as unidades comerciais e maiores parceiros. Afinal, o principal papel do corretor é conscientizar os nossos clientes por meio de informações úteis a respeito da importância de contratar seguros para se proteger nos momentos de maior necessidade.

Os números de incidência de cânceres em homens e mulheres são grandes: segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados mais de 600 mil novos casos de câncer no Brasil por ano, sendo, aproximadamente, 65 mil novos casos de câncer de mama e o mesmo número para câncer de próstata. Curiosamente, a mortalidade também é semelhante em ambos os casos, atingindo cerca de 12 mil homens e mulheres em cada uma das condições. No total, considerando ambos os sexos e todos os tipos de câncer, foram quase 180 mil mortes no Brasil por câncer no ano de 2020.

É por isso que temos partilhado a mensagem que o maior propósito do pilar Bem-Estar — e dos seguros em geral — é auxiliar financeiramente nossos clientes e suas famílias na sua sobrevivência, funcionando como uma recomposição da renda e/ou como capital necessário para dar sequência ao seu tratamento da melhor forma possível, inclusive permitindo que ele acesse uma saúde privada de qualidade. Existe algum propósito mais potente ou recompensador que esse?

Não estamos falando de um capital pós-morte, e sim da possibilidade de ajudar aquela família a se manter junta, mesmo após um evento que afete a saúde de um dos seus integrantes. Em mal se comparando a um seguro de carro para facilitar o entendimento, tal qual você realiza a vistoria anual, trocando pneus e óleo quando necessário e abastecendo de gasolina periodicamente, as pessoas também sentem a necessidade de fazer um seguro contra grandes riscos ao veículo (roubo/furto, perda total, necessidade de reboque). Entendo que devemos nos proteger dos eventos de saúde de forma similar, senão de forma mais completa. Ou seja, você deve fazer o seu check-up anual, realizar os exames preventivos, nutrir hábitos saudáveis, e, também, deve contratar um seguro de doenças graves para o risco de acontecer o imprevisível, o diagnóstico de um câncer, por exemplo.

Assim, defendo que ter um seguro de doenças graves deveria fazer parte do pacote de prevenção de todos nós, pois, infelizmente, existem situações que fogem do nosso controle, e é justamente para elas que o seguro existe.

Vale lembrar aos leitores que, apesar dos números alarmantes apresentados, o câncer de mama deixou de ser uma sentença de morte no Brasil. Atualmente, dependendo do estágio em que ele for diagnosticado, a chance de cura é superior a 95%. Mais um motivo para todos incentivarem a realização de os exames preventivos e dar luz ao tema para que cada vez mais pessoas consigam transpor esse desafio. Aos poucos, esperamos passar a real necessidade da proteção “ainda em vida” para os todos os possíveis segurados.

Seguradoras alertam clientes sobre os riscos com paralisação dos caminhoneiros

Enquanto os manifestantes fecham estradas e o ministro Supremo Tribunal Federal e ministro do e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e polícias militares tomem medidas para liberar imediatamente as rodovias interditadas.

Mesmo assim, os bloqueios seguem nesta terça-feira. Seguradoras e corretores correm para ajudar seus clientes a gerenciar a crise e acionar um plano de contingência para mitigar perdas. Os bloqueios podem afetar diversos segmentos da economia. Principalmente o transporte de mercadorias e empresas aéreas. Mercadorias podem estragar, prateleiras ficarem desabastecidas, entre outros tantos problemas como violência, saques, quebra de contratos, além do stress em todos os envolvidos.

LEIA MAIS AGCS alerta clientes sobre aumento do risco de distúrbios políticos

Existe a preocupação de afetar a cadeia de distribuição nacional com transtornos, limitações, desabastecimento e aumento do risco logístico, gerados pela paralisação. Independentemente da cobertura securitária contratada, existem riscos a que estão sujeitas as mercadorias, os quais não são indenizáveis pelo seguro, tais como: atraso na entrega dos produtos ou mesmo exposição da marca e manipulação dos produtos de forma inapropriada e, portanto, a fim de mitigar tais ocorrências.

“É importante definir em comum acordo com a Área de Logística e Gerenciadora de Risco, um plano de ação, evitando as áreas de bloqueio do tráfego”, comunica a corretora Lockton aos seus clientes. Ela sugere que seus segurados programem horário de saídas dos veículos de carga; a roteirização do embarque: horários e rotas para tráfego diurno; e desvios de regiões bloqueadas pelo movimento.

Na impossibilidade de evitar a região controlada pelo eventual movimento, a Lockton sobre que busquem, quando possível, locais seguros (pátio de transportadores e postos homologados) para paradas e/ou pernoites, aguardando até que a situação se normalize e permita a continuidade segura da viagem. “Por fim, não obstante a ocorrência do evento nacional, a Lockton está preparada para atender aos clientes com as mais complexas soluções”, afirma em nota.

Entre as dicas, a corretora destaca que a transportadora repasse as informações da viagem junto ao motorista, enfatizando a necessidade de cumprimento do PGR, inclusive, se necessário, fazer assinar o plano de embarque com todas as regras e diretrizes do transporte. Importante também dar preferência para veículos que possuam redundância (segunda tecnologia). É importante caso o veículo tenha problemas na tecnologia principal por conta dos protestos. “Antes da saída para viagem, além dos itens de segurança do caminhão, devem ser checados os sensores, atuadores e outros dispositivos que auxiliam o gerenciamento de risco”, complementa.

Denis Teixeira, diretor nacional Alper Cargo/Transportes, informou que foram reforçadas as medidas de segurança a vida e a carga para todos os clientes e também uma cartilha com dicas e recomendações de como prevenir e mitigar perdas.

Como prevenir:

  • Evite rodar nas regiões com manifestações;
  • Faça um planejamento da viagem buscando rotas alternativas;
  • Dê preferência ao tráfego diurno;
  • Pernoite em local protegido e longe dos pontos de manifestações;
  • Procure parar em local iluminado e próximo de câmeras de segurança;
  • Redobre a atenção na condução do veículos
  • Não tente furar bloqueios que por ventura encontrar durante a vigem.
  • Motorista, lembre-se ainda de não iniciar ou reiniciar a sua viagem sem autorização e liberação por parte dos responsáveis (embarcadores, transportadores, e gerenciadores de riscos)

Latam montou “War room”

“Os bloqueios podem não só dificultar a chegada dos passageiros, mas afetam a chegada dos tripulantes, do combustível, do material de bordo entre outras coisas. “Abrimos mesa de crise, garantimos a chegada de informação atualizada para a tomada de decisão de todos (informação é tudo!), avisamos os clientes para verificar o status do voo no site e evitar ligar para o call center, pois os atendimentos devem ser priorizados para aqueles que foram afetados”, informa Jerome Cardier, CEO da Latam Airlilnes, que conta com um bem elaborado plano de gerenciamento de risco apresentado às seguradoras e resseguradoras.

A empresa aérea também pede para que os clientes cheguem antes. Buscamos formas alternativas de fazer nossa equipe chegar aos aeroportos, usamos as equipes reserva para operar voos para os quais a tripulação não conseguiu chegar, buscamos reacomodar os clientes dos voos afetados recombinando operação e usando aeronaves maiores, carregamos mais combustível nos aviões que vão para aeroportos que tem menos estoque. Enfim, toda a empresa se volta para tratar da crise”, explica ele em sua página no LinkedIn. “Espero que os clientes compreendam que a operação pontual do seus voos depende de muitas coisas sobre as quais não temos total previsibilidade. Saibam que a equipe está 100% dedicada a minimizar o impacto em todos. Muita calma e vamos em frente!”.

Zurich oferece assistência odontológica emergencial no Vida Individual

Rodrigo Barros Zurich Seguros
Rodrigo Barros

Fonte: Zurich

Agora, os clientes do “Zurich Vida Para Você”, o produto de vida individual da Zurich, passarão a contar com a opção de incluir gratuitamente a assistência odontológica emergencial em suas apólices.

O novo serviço integra um rol de 18 opções de assistências, entre as quais o cliente pode escolher três, sem nenhum custo adicional, para utilizar ao longo da vigência do seu seguro de vida individual. As assistências, que incluem benefícios como telemedicina, orientação psicológica, rede de descontos com mais de 20 mil estabelecimentos em todo país e até assistências pet e bike, são um dos grandes diferenciais do produto, já que permitem que o seguro seja utilizado pelos clientes ao longo de toda a sua vida.

A nova assistência odontológica emergencial tem o objetivo de atender aos segurados que se encontrem em situação emergencial, decorrente de dor, infecção ou trauma gerado por acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda, ocasionada em dentes naturais, e que exija consulta com um dentista. Também estão cobertos episódios de crise, ocasionados por doença preexistente ou crônica, quando gerarem quadro clínico de emergência ou urgência. O cliente que optar pelo serviço de Odontológico Emergencial terá à disposição quatro formas de atendimento, conforme o grau de emergência, sendo eles telefone, chat, videochamada e atendimento presencial em clínica ou domicílio.

O serviço é válido em todo território nacional e poderá ser solicitado mesmo que o segurado esteja fora de sua residência. Caso o segurado encontre-se em localidade que que não possua infraestrutura de atendimento, ele será orientado pela central de atendimento sobre como proceder, respeitando sempre os limites previstos para o serviço solicitado.

“Na Zurich, sempre colocamos o cliente no centro de nossas ações e, ao oferecer essa nova assistência, proporcionamos mais segurança, tranquilidade e qualidade no atendimento aos nossos clientes”, explica Rodrigo Barros, Diretor Executivo de Vida, Previdência e Capitalização da seguradora.

Segundo o executivo, além de ser um produto flexível, o capital segurado pode ser de até R$ 5 milhões, valor acima da média praticada para seguros de vida. “Além das tradicionais coberturas, que não são obrigatórias, nosso seguro de vida individual oferece proteções customizáveis, que podem ser utilizadas pelo cliente durante toda sua vida”, pontua Barros. “Desenvolvemos e aprimoramos um seguro completo e flexível que protege o segurado e permite ao corretor fazer uma boa consultoria de riscos, já que ele pode selecionar as opções mais adequadas às necessidades dos clientes, que podem ser muito específicas”, finaliza.

Artigo: Por que os profissionais da saúde estão muito mais interessados na contratação do seguro de responsabilidade civil profissional?

walter polido

por Walter A. Polido, consultor e árbitro em seguros e resseguro

Esta pergunta, quinze ou vinte anos atrás, sequer seria formulada. Os profissionais da saúde, especialmente os médicos, não só deixavam de contratar o referido seguro, como também repercutiam massivamente contra o instrumento. Entendiam, equivocadamente, que estariam muito mais expostos a ações judiciais e com valores indenizáveis superestimados, na hipótese de disporem de uma apólice E&O. Ora, o patrimônio seja ele pessoal, se se tratar de profissional autônomo, seja empresarial, no caso de pessoa jurídica (clínicas, hospitais e afins), sempre esteve à mercê de possíveis reclamações indenizatórias e por conta, principalmente, do disposto no ordenamento jurídico nacional: artigo 927, do Código Civil “Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo”.

O art. 942, do mesmo CC, preconiza mais o seguinte: “os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação”. Os artigos 948 e 949, também do CC, determinam os tipos de reparações devidas pelo profissional, no caso de homicídio e de lesão ou outra ofensa à saúde, respectivamente. Desse modo, os profissionais sempre estiveram obrigados a indenizar, em sobrevindo danos e/ou lesões aos seus pacientes. O contrato de seguro E&O, em face dessa exposição legal permanente, se apresenta como instrumento garantidor, cuja eficácia é incontestável. Negar isso, resultará apenas na exposição do patrimônio pessoal, sem qualquer vantagem para o profissional.

A falta de cultura da sociedade brasileira acerca dos seguros, não se limita ao campo dos riscos profissionais. Apesar dessa realidade, já avançou bastante e atualmente quase nenhum profissional da saúde exerce a sua atividade sem estar garantido por uma apólice E&O. 

Também tem contribuído para o desenvolvimento dos seguros E&O da área médica, o fenômeno da horizontalização, ou seja, a exigência feita pela parte requerida da comprovação, pelo requerente, da existência de apólice E&O em vigor para situações diversas. Com este procedimento, os hospitais que disponibilizam centros cirúrgicos para profissionais não do quadro, têm exigido a comprovação do seguro, até mesmo como garantia de que, na hipótese de uma reclamação de terceiro, sabe-se de antemão que existe um contrato de seguro garantindo o pagamento da indenização devida. Ainda que de alguma forma o hospital possa ser responsabilizado quanto ao pagamento, pela via da solidariedade, por exemplo, a existência de uma apólice de E&O contratada pelo profissional que utilizou as instalações, garante a ele que o ressarcimento será facilitado. 

A doutrina e a jurisprudência dos tribunais ampliam, cada vez mais, os conceitos acerca da responsabilização dos agentes da área médica e de forma irreversível. Atualmente é temerário os profissionais atuarem sem a garantia do seguro E&O individual, ainda que eles possam contar com a apólice contratada pelos estabelecimentos nos quais desenvolvem as suas respectivas atividades. O vínculo com os referidos estabelecimentos nem sempre representa a única atividade exercida, sendo que o profissional médico pode também atuar de forma autônoma ou em clínicas que não possuem o correspondente seguro. Há vários entendimentos com relação à responsabilidade civil dos diferentes agentes que atuam na área médica: as seguradoras e operadoras de Seguro Saúde, por exemplo, enquanto prestadoras de serviços podem não ser, em princípio, responsabilizadas por E&O dos profissionais médicos, na hipótese de elas apenas reembolsarem os gastos, com a livre escolha dos profissionais.

O mesmo já não acontece, todavia, se os profissionais fizerem parte da rede por elas credenciada, cujo contrato de adesão repercute em solidariedade. No caso de equipe médica, a responsabilidade pode ser atribuída a cada profissional isoladamente e desde que essa separação de tarefas seja inequívoca. Todavia, se um determinado médico controlar e/ou coordenar todo o processo cirúrgico, ele será o responsável pelos danos causados ao paciente. Assim, o médico-chefe da equipe responde solidariamente. No tocante ao médico anestesista, considerando a especialidade e a individualização da atividade, pode acontecer de ele ser responsabilizado isoladamente, apesar da responsabilidade objetiva dos estabelecimentos, com a correspondente solidariedade.  Enfim, os diversos tipos de relações encontradas na atividade médica, apenas reforçam a indicação acerca da necessidade de o seguro E&O ser contratado, individualmente e pelos estabelecimentos. 

Desde que a profissão médica perdeu o manto protetor que existia no século passado e a atividade passou a ser olhada como outra qualquer e sob o viés econômico-capitalista, a possibilidade de o profissional ser acionado em face de erros ou omissões que podem repercutir em lesões ou em alegadas lesões a pacientes, foi maximizada. Fala-se, até mesmo, que a medicina foi desumanizada, devendo se rehumanizar! Convém destacar, ainda, que apenas o fato de ser alegada uma lesão sofrida em razão de um suposto erro ou omissão médica, já determina para o profissional a necessidade de constituir advogado para a sua defesa, o que pode representar cifras consideráveis; neste sentido, a importância de o seguro E&O ser contratado é preponderante.

Além disso, o profissional médico, um litigante eventual, estará muito mais protegido pelo serviço que a seguradora lhe prestará também nessa área de assistência jurídica especializada, sendo ela uma litigante profissional. Não só na atividade profissional médica, assim como também em outras, como a advocacia, tabelionato, empresas de engenharia de projetos, certificadoras, corretores de seguros e de resseguro, a exposição ao risco de sofrer demanda judicial está muito presente e se acentua a cada dia.

Finalizando, diante do possível questionamento acerca do porquê da contratação do seguro E&O, a resposta é muito simples: para preservar o patrimônio do profissional, o qual, muito provavelmente, foi construído ao longo de uma carreira de trabalho. Se for olhado, ainda, de uma maneira mais altruísta e sob o viés da socialidade que deve estar presente nas nações desenvolvidas, o seguro E&O também visa garantir que o terceiro prejudicado será efetivamente indenizado, sobrevindo o sinistro. A função social do seguro, na sua plenitude.


*O seguro de RC Profissional, também conhecido por Erros & Omissões (E&O), garante a responsabilidade civil do segurado decorrente dos erros e omissões na prática da profissão, com repercussão de danos e/ou lesões a pacientes.

CNseg parabeniza Lula, o presidente eleito

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) parabenizou o novo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, pela vitória nestas eleições de 2022. “Desejamos um enorme sucesso neste novo mandato. Estamos confiantes que os senhores trarão contribuições valiosas para o crescimento econômico e social do Brasil assim como uma melhor qualidade de vida para a população. O setor de seguros está à disposição do novo governo para ajudá-los nesta importante jornada”, afirmou Dyogo Oliveira, presidente-executivo da CNseg

A diretoria da FENACOR também parabenizou o presidente e o vice-presidente eleitos. “Desejamos pleno sucesso no mandato que inicia dia 1º de janeiro e manifesta a convicção de que a vitória nas eleições realizadas neste domingo, dia 30 de outubro, será o ponto de partida para uma nova era de amplo crescimento econômico. Esta Federação, que representa mais de 120 mil Corretores de Seguros, está a postos para colaborar na concepção e na execução das ações e projetos governamentais que visem a ampla proteção e amparo da população brasileira, dos negócios e da viabilização das grandes obras, públicas ou privadas, tão necessárias para o nosso País.O resultado dessa eleição foi, acima de tudo, uma vitória da democracia!”.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), na condição de representante dos principais grupos de planos e seguros de assistência à saúde privados do país, se coloca à disposição do governo eleito para construir soluções e oferecer respostas que colaborem para ampliar acesso a tratamentos, curar e salvar vidas, gerar mais qualidade de vida e bem-estar para os brasileiros. “Manifestamos nossos votos de parabenização, almejando que a saúde dos brasileiros seja tratada com cada vez mais cuidado e atenção”, escreve Manoel Peres, presidente da FenaSaúde, em nota divulgada.

Artigo: “Oferta crescente de serviços de assistência é oportunidade de ganho extra ao corretor de seguros”

Por Newton Queiroz, CEO da Europ Assistance Brasil

No mês em que celebramos o trabalho do Corretor de Seguros, alguns números chamam a atenção. Com mais de 94 mil profissionais atuando em todo o Brasil, esses profissionais são o principal motor da indústria do seguro, que responde atualmente por cerca de 6,7% do PIB do país. Apesar de ser um dos setores mais importantes da economia, os negócios ainda patinam com a falta de produtos mais acessíveis e adequados às necessidades da população, o que afeta a rentabilidade do corretor.

Um bom exemplo é o seguro Auto, que mesmo sendo um dos produtos com maior aceitação entre os brasileiros, apenas 30% da frota brasileira está segurada. Isso vale também para outros seguros, que também são bastante conhecidos, mas ainda possuem pouca penetração como o Residencial, o Vida e o Viagem.

Esse cenário piorou nos últimos anos com a pandemia e a crise econômica internacional, que afetou especialmente o Brasil, tirando empregos e reduzindo o poder de compra da população. De forma indireta, tudo isso atingiu também os rendimentos dos corretores de seguros, que viram muitos dos seus clientes adquirindo cada vez menos proteção para seus bens.

Como toda crise traz também oportunidades, o setor de serviços de assistência se tornou uma alternativa interessante para que o corretor de seguros tenha outras possibilidades de comercialização junto ao seu cliente, sem a necessidade de ampliar a sua carteira. Primeiro porque são produtos que não concorrem com os seguros; e segundo porque, de maneira geral, são mais acessíveis e oferecem algum tipo de proteção para quem não tem mais condições de arcar com uma apólice tradicional (e não quer ficar desassistido), ou pode ser uma cobertura complementar para quem já é segurado.

Hoje existem diversos tipos de serviços, que vão desde o Arquiteto Virtual, por exemplo – que de forma online ajuda o cliente no desenvolvimento de um projeto de decoração de ambientes – até o Assistência Celular Roubado, que auxilia as pessoas que tiveram celulares roubados (furtados, clonados ou mesmo perdidos) a se protegerem de golpes e crimes pela internet. Isso sem falar em outros serviços mais conhecidos, como as assistências Funeral e Pet, produtos que tem despertado o interesse cada vez maior dos brasileiros pelo seu excelente custo x benefício. 

Por tudo que foi dito acima, acho que fica claro que os produtos de assistência possuem uma série de vantagens e precisam ser percebidos pelo corretor como uma oportunidade de ganhos extras. Em breve, finalmente lançaremos o Portal do Corretor, que após uma grande fase de testes e ajustes permitirá que o corretor de seguros comercialize assistências independentemente do cliente dele tenha algum seguro ou não.

Dessa forma, acredito que estaremos dando passos significativos na expansão do mercado de proteção, além de oferecer serviços diferenciados e alinhados às principais demandas do segmento. Isso sem falar na ampliação das oportunidades de negócios para o corretor, engajando esses profissionais por meio da oferta de produtos atraentes para o consumidor, o que representa um novo ecossistema de negócios para o setor de seguros.

2022 tem sido exigido muita dedicação para conseguir bons seguros para clientes, diz diretora da corretora Sanyuu

Sofia Banuls Scatena corretora de seguros

2022 tem sido um ano desafiador para o mundo. Assim também como para os corretores de seguros. “O endurecimento da aceitação de risco por parte das seguradoras aumentou muito o trabalho de colocação dos seguros dos nossos clientes, sem mencionar o realinhamento do prêmio imposto pelas seguradoras em algumas linhas especificas”, comenta Sofia Banuls Scatena, diretora comercial da Sanyuu Corretora de Seguros, uma corretora hoje independente, mas que nasceu como cativa da seguradora japonesa Mitsui Sumitomo.

Muitos resseguradores e investidores avaliam suas posições estratégicas ao contabilizarem perdas com a pandemia e segmentos com elevada sinistralidade. No Brasil, as perdas recordes no seguro rural assustaram os resseguradores, que já vinham buscando novos negócios com a estagnação de novos investimentos corporativos e governamentais. O resultado é elevação de taxas, de franquias e menor apetite pelos contratos, mesmo aqueles sem histórico de sinistros.

Diante de um cenário extremamente competitivo em seguro e em corretagem, a prioridade de 2023 da corretora Sanyuu é investir em pessoas para blindar atuais clientes e conquistar novos. “Investimos muito no desenvolvimento individual de cada colaborador. Definimos anualmente uma verba obrigatória que para esse desenvolvimento que pode ser desde cursos de idiomas até cursos para a Certificação de Corretor. No próximo ano aumentaremos esse valor em 50%”, contou a executiva. Segundo ela, a pandemia ajudou a valorizar ainda mais os colaboradores. “O esforço de todos para manter as operações foi muito importante. Hoje empoderamos mais os colaboradores, temos horários flexíveis, comemoramos todas as conquistas e o melhor de tudo, a idade média dos nossos colaboradores é de 30 anos.”

O investimento na equipe e em parceiras é recompensado. Com 80% das vendas em seguros dos segmentos de seguros gerais e riscos financeiros, a corretora treina seu departamento comercial em linhas especificas, o que garante um atendimento diferenciado. “Temos uma equipe muito ativa na captação de clientes, mas boa parte do nosso crescimento tem vindo por sermos indicados pelos nossos clientes a outras companhias”, conta. Outro orgulho, cita a executiva, é ter em carteira clientes com os quais trabalhamos desde a fundação da Sanyuu”. Outra fonte de crescimento vem das parcerias internacionais. “Fazemos parte de quatro redes internacionais de corretores que nos indicam clientes para atendimento de programas mundiais no Brasil”.

A Sanyuu foi fundada em 1969 para ser a corretora cativa da Mitsui Corporation no Brasil e em 2003, se tornou independente. Tem clientes em quase todos os segmentos da atividade econômica, localizados nos diversos estados brasileiros. Atualmente, a Sanyuu trabalha com 45 seguradoras e tem 39 colaboradores. Para ela, a sigla ESG, que se traduz em investimento em social, ambiental e governança, faz parte do dia a dia. “Além de cuidarmos da nossa equipe, investimos tempo e recursos em 13 instituições de caridade, impactando diretamente mais de 1 mil pessoas por ano. No próximo ano, aumentaremos essa verba em 30%”, finaliza a executiva que atua há 18 anos no mercado de seguros.