Omint Seguros expande distribuição dos seguros de vida individual em parceria com o BTG Pactual

Fonte: Omint

A Omint Seguros e o BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, anunciam parceria para a expansão da distribuição dos seguros de vida individual por meio dos escritórios de investimentos do banco. Alguns produtos e coberturas já são oferecidos aos clientes da instituição pelo aplicativo, e podem ser contratados de forma simples e prática. A parceria reforça a proposta de expansão da Omint Seguros em oferecer produtos e serviços alinhados aos seus pilares de qualidade e foco em pessoas, ampliando o acesso aos seguros de vida individual.

“Duas grandes marcas se unem para oferecer seguro de vida individual ao mercado. Para nós, a parceria com o BTG traduz a essência do Grupo Omint na excelência dos serviços prestados aos seus clientes e a modernidade que somente organizações do porte da Omint e do BTG Pactual podem oferecer”, declara Cícero Barreto, diretor Comercial e de Marketing da Omint.Para o diretor de Vida e Previdência do BTG, Gabriel Escabin, a parceria possibilita o acesso de clientes e parceiros a soluções de seguro de modo simples e prático.

“Acreditamos que a oferta de seguros será um diferencial muito positivo dentro da nossa plataforma, temos um produto que agrega eficiência ao BTG, e com boa análise de risco”, afirma o executivo.

A Omint oferece produtos e soluções de acordo com as necessidades individuais, evidenciando a qualidade nos serviços, atendimento, processos e coberturas. “As soluções em seguro de vida individual da Omint são assertivas e contemplam perfis financeiros em diferentes fases da vida: desde quem está iniciando a construção de um legado até aquele que já está na fase de planejar a sua sucessão patrimonial”, afirma o diretor de Vendas de Seguros na Omint, José Florippes.

Com mais de 40 anos no país, a Omint se consolidou como uma marca de excelência e com as suas soluções de seguros não é diferente. “Nós temos a expertise em desenvolver produtos e serviços aderentes aos hábitos e estilos de vida de cada segurado, com atendimento diferenciado e coberturas ideais, que tornam, de fato, o seguro um instrumento indispensável dentro de um planejamento financeiro bem estruturado”, explica Florippes.

Alper contrata Marcelo Elias como diretor de Cativas, Programas Internacionais e Risk Management

A Alper Consultoria em Seguros anuncia a contratação de Marcelo Elias como diretor de Cativas, Programas Internacionais e Risk Management, que faz parte da vice-presidência de Bancassurance, Cativas e Canais.  A VP foi criada este ano com o objetivo de ampliar a geração de negócios por meio dos canais – corretoras cativas, bancos, varejo, entre outros. 

No segmento de Cativas, o executivo vai assessorar grandes grupos empresariais na estruturação, contratação e colocação de seguros, gerenciamento de riscos complexos e gestão de sinistros. Elias também será responsável pela estruturação e implantação de programas internacionais para clientes da Alper, incluindo desenvolvimento da rede de trabalho e de atendimento aos clientes. Também será responsável pela área de Risk Management, ou Gestão de Riscos, cujo objetivo é apoiar os clientes Alper na análise de sua matriz de riscos, estimativas de perdas, entre outros serviços, como suporte na definição da estratégia de retenção e transferência de riscos dos clientes visando a estruturação adequada de seus programas de seguros. 

 “É uma grande satisfação entrar numa empresa de alta performance que está promovendo inúmeras ações disruptivas no mercado de seguros, com o propósito de ampliar a qualidade de entrega e oferta de soluções customizadas que possam agregar ao negócio dos seus clientes”, afirma o executivo. 

Marcelo Elias tem 35 anos de experiência no setor de Seguros e Resseguros, incluindo posições de liderança técnica e comercial em Ramos Elementares, como Garantia, Crédito, D&O, Transportes, Patrimonial, RC, dentre outros; e com especialização em setores como Infraestrutura, Energia, PE/Instituições Financeiras e Agribusiness.

“A Alper á uma companhia que está na vanguarda da tecnologia e estou muito feliz em poder contribuir com a minha experiência para a continuidade desse sucesso”, conclui.

O executivo é economista pela FAAP com diversos cursos e treinamentos realizados no exterior. É membro da ANSP e do IBGC, e Conselheiro Curador da Fundação Visconde Porto Seguro.

Artigo: A Susep precisa de ajuda. E só as seguradoras podem salvar 

ATUALIZAÇÃO em 5 de novembro de 2022:

Em relação a citação do autor deste artigo sobre a oferta dos seguros citados, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) esclarece que atualmente 27 seguradoras comercializam o seguro D&O (Directors and Officers Liability Insurance) e 12 empresas oferecem os riscos cibernéticos (Cyber Security), segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão oficial de regulação e fiscalização do setor.

Por Edivar Queiroz Filho*

O mercado de seguros tem crescido e se aprimorado, independentemente de quem esteja à frente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). E, mais importante, a sociedade deveria olhar com atenção para esse segmento, pois é ele que toma riscos em nosso nome, protege nossas casas, carros, instalações industriais etc.

É evidente que o mercado precisa evoluir: as reformas realizadas pelas duas recentes administrações da Susep devem continuar. Apesar de representar 3,5% PIB, existe muito espaço a ser conquistado. Por exemplo, o mercado oferece poucas opções quando falamos de seguros mais sofisticados. É o caso do D&O ou do Cyber Security, duas modalidades restritas a uma opção para o segurado. 

Essa escassez de oferta é ruim, pois, quando há concorrência, o mercado se torna mais saudável, eficiente e beneficia toda a sociedade. Como a Susep deve estimular o mercado para servir a sociedade, é uma questão que cabe a autarquia analisar.

Como iniciativa para essa evolução, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), por meio da Resolução CNSP nº 383, de 2020, instituiu o Sistema de Registro de Operações (SRO) e introduziu a figura das entidades registradoras. Com a Circular SUSEP nº 599, também de 2020, a Susep definiu, como um dos requisitos mínimos para credenciamento dessas registradoras, a observação dos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro (PFMI), que regulamentam as infraestruturas do mercado financeiro (IMFs) no mundo todo.

As registradoras são entidades já conhecidas do Banco Central (Bacen) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e sua função social, conforme os PFMI, tem, basicamente, dois objetivos: prover transparência das transações registradas para o público e reguladores; e evitar abusos. Em resumo, as registradoras são entidades que deveriam auxiliar na supervisão do mercado, por meio da análise dos dados de construção das apólices pelas seguradoras.

É importante salientar que essa missão difere de forma fundamental de uma atuação da registradora como hub de informação. Esses hubs utilizam algoritmos para identificar padrões de comportamento, a partir dos dados registrados das apólices, para impulsionar as vendas, inclusive para seus clientes, que são entidades supervisionadas pela Susep. 

É evidente que isso gera um conflito com a missão das registradoras. Caso uma operação registrada de um grande cliente de um hub seja passível de supervisão, o report da registradora para a Susep poderia gerar um problema comercial. Por esse motivo, esses dados deveriam ser utilizados estritamente de acordo com a missão das registradoras, sem espaço para enriquecimento ou qualquer outra forma de negociação de dados.

Recentemente, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) fez uma crítica ao SRO pedindo seu adiamento. A crítica procede em vários aspectos, dentre os quais destaco a falta de padronização dos dados e a falta de conhecimento de seguros por parte das registradoras.

As duas críticas, na verdade, têm causa única: a falta clara de especificações técnicas dos ramos, considerando o que deveria ser obrigatório e como os dados das apólices deveriam ser armazenados nos sistemas internos das seguradoras. 

Comparando minha experiência de mais de 25 anos com o sistema financeiro e de quatro anos no segmento de seguros, garanto que o setor está defasado na parte de sistemas e controles em comparação com o sistema financeiro. Isso não poderia acontecer, dada a importância e relevância do segmento segurador para a sociedade.

Em seus normativos, a Susep estabeleceu que as registradoras são responsáveis pelo desenvolvimento, atualização e operação da base de dados centralizada (Plataforma Integrada) do SRO, que armazenará as informações de todas as operações de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros, com seu custo dividido entre todas.

A base não pertence à Susep, pertence às registradoras. Imagine que, por competência, dumping comercial ou por outra razão, tenhamos em algum momento somente uma registradora como dona da Plataforma Integrada. Isso não seria bom para a sociedade, que não se beneficia do monopólio; as seguradoras terão seus dados e sua continuidade nas mãos de apenas uma registradora; e a Susep estaria refém dessa registradora, que poderia dificultar melhorias do sistema, em um potencial desalinhamento com o interesse público.

A ideia de o SRO ser custeado pelas registradoras está no fato que a Susep não tem verba para esse fim. Ora, como pode a autarquia que regula um setor tão relevante econômica e socialmente não ter verba suficiente para construir sua própria base de dados para fiscalização, que resolveria todos os problemas apresentados acima?

Está mais do que claro que a Susep carece e merece essa dotação! Precisamos, como sociedade e como seguradoras, conceder à Susep recursos para que possa aumentar seu quadro técnico; investir na qualificação de seu pessoal; e ter a propriedade de suas ferramentas.

No caso específico do SRO, estimo que essa contribuição seria de aproximadamente R$ 1.000 por mês, por seguradora, em um modelo simples! Esse valor irrisório deveria ser cobrado das seguradoras, via taxa de fiscalização, para seu próprio bem, garantindo melhores condições e manutenção da independência de seu órgão fiscalizador. Se dobrarmos o valor, já teríamos o suficiente para um aumento de quadro e investimento em qualificação. 

Acredito que com medidas simples e gestão resolveríamos muito, e poderíamos criar um mercado muito maior, mais dinâmico e mais inclusivo para a sociedade como um todo.

*Edivar Queiroz Filho é CEO da CSD BR, uma registradora de ativos financeiros autorizada por Bacen, CVM e Susep que utiliza tecnologia de ponta para simplificar transações complexas e aumentar a transparência e a eficiência operacional gerando redução de custos para os participantes do mercado.

Seguradoras na lista das melhores empresas para trabalhar no Brasil

Fonte: CNseg

Chance de crescimento profissional, qualidade de vida no ambiente de trabalho, alinhamento de valores e boa estabilidade funcional foram alguns dos critérios que levaram diversas empresas do setor segurador a se destacarem no ranking das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil, elaborado pela consultoria Great Place to Work (GPTW), com base em votação popular. 

Em 2º lugar na categoria de empresas nacionais e multinacionais entre 1.000 e 9.999 funcionários, a Tokio Marine entende o prêmio como uma consequência do compromisso de tornar os seus 2,3 mil colaboradores protagonistas em suas respectivas áreas de atuação, oferecendo os subsídios necessários para seu desenvolvimento. Segundo a diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da seguradora, Luciana Amaral, “um colaborador motivado possibilita que os resultados da companhia sejam alcançados naturalmente, o que vem se comprovando na prática, com o excelente desempenho da Tokio Marine no Brasil nos últimos anos”. 

A Porto Seguro ficou em 3º lugar na categoria das empresas nacionais e multinacionais com mais de 10 mil funcionários e, de acordo com seu diretor-presidente, Roberto Santos, que também é o presidente do Conselho Diretor da CNseg, o objetivo da empresa é ser um porto seguro para as pessoas. Segundo ele, “esse prêmio reforça ainda mais a nossa missão de ser um lugar onde as pessoas tenham orgulho de trabalhar”. 

Na mesma categoria, a Liberty Seguros alcançou a 10ª colocação, estando, pelo terceiro ano consecutivo, entre as melhores empresas para se trabalhar no ranking geral, o que, segundo a sua diretora de Talentos, Delane Giannetti, é algo muito gratificante.  “Nosso principal objetivo em relação aos colaboradores é que eles sintam que trabalham em uma empresa onde podem ser quem realmente são e que ofereça um ambiente seguro para isso, com um olhar amplo e holístico, que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento de todas e todos”, afirmou.  

Entre as empresas nacionais entre 100 e 999 funcionários, quem se destacou foi a Capemisa Seguradora, com seu 4º lugar. Para o presidente da Capemisa Seguradora e da Capemisa Capitalização, Jorge Andrade, este reconhecimento mostra que “assim como somos especialistas em proteger nossos clientes, estamos atentos, olhando sempre com cuidado os nossos funcionários e nossos corretores, que são partes fundamentais de toda a engrenagem do nosso negócio, pois, sem esses agentes, a companhia não existe”. 

Na premiação dos vencedores, que ocorreu na última segunda-feira, dia 17/10, em São Paulo, também se destacaram a Zurich Santander Seguros e Previdência, que ficou em 35º lugar entre as empresas internacionais entre 100 e 999 funcionários, além da Mag Seguros, da Unimed Fortaleza e da Zurich Seguros, que ficaram, respectivamente, na 20ª, 28ª e 55ª posição na categoria das empresas internacionais entre 100 e 999 funcionários. (confira a lista completa clicando aqui) 

Apesar de ainda não possuir uma visibilidade na proporção de sua importância, o setor segurador, que representa cerca de 6,5% do PIB nacional e cresce consistentemente acima da média da economia, é um segmento altamente inovador e preocupado com as questões ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) e com o bem-estar de seus funcionários.   

A CNseg, que representa institucionalmente as seguradoras e tem a valorização dos colaboradores como um de seus valores, também oferece uma série de benefícios para os seus funcionários, além de programa de estágio e de Jovem Aprendiz. Recentemente, a Confederação Nacional das Seguradoras também disponibilizou em seu portal uma página com oferta de empregos. 

Estudo da Allianz Partners traz tendências de comportamento dos consumidores de viagens pelo mundo

Para entender as últimas mudanças nas expectativas, atitudes e comportamentos de viagem, o Grupo Allianz Partners entrevistou mais de 25 mil consumidores em 10 países diferentes, incluindo o Brasil.

A pesquisa apresenta dados sobre as tendências entre os viajantes, como a viagem verde, assinaturas de fidelidade em viagem, os nômades digitais e viagens seguras em família, que, por exemplo, se tornou prioridade entre os viajantes após o período de pandemia. 

Em um dos comportamentos analisados pelo estudo, o Brasil lidera o ranking de famílias (entre 26 e 40 anos) que desejam comprar o seguro viagem para destinos internacionais. No mundo, esse desejo aumentou 24% em relação à última viagem. 

Essas e outras informações completas podem ser observadas no infográfico abaixo:

MetLife acelera vendas de seguro de vida para PMEs por meio de corretores parceiros

Em 2022, a seguradora MetLife aumentou o volume de vendas seguros de vida na carteira de micro, pequenas e médias empresas e ampliou em 30% a base de corretores parceiros neste segmento. A conquista se deu com o lançamento de novos produtos, serviços diferenciados, processos ágeis e suporte comercial após ampla pesquisa com corretores. “Atuamos no segmento de PMEs desde a chegada da MetLife no Brasil, há 23 anos. Em 2021, reformulamos nossa estratégia ouvindo os corretores de seguros. E o resultado que vemos agora é fruto do comprometimento de todas as áreas da companhia neste projeto”, conta Bruno Ciolli, Diretor Regional de Vendas da MetLife Brasil. 

Nos últimos anos, a seguradora investiu em tecnologia, sempre para atender melhor as demandas dos parceiros e clientes. Entre os pedidos dos corretores estavam produtos flexíveis para atender clientes de diversos segmentos, além de processos digitais simples e ágeis no pré e no pós-venda. “Criamos o Conta Corrente, onde os corretores possuem liberdade para gerenciar sua comissão e preço da apólice, uma inovação no segmento de vida em grupo”, afirma Ciolli, durante a viagem Expedição Amazônia, que premiou cerca de 90 corretores de vida parceiros, realizada em outubro de 2022.

Bernadete DalCorno, sócia da Pina Penedo Corretora, do Espírito Santo, conta que a MetLife é uma das principias parceiras da corretora e que aprova a ferramenta Conta Corrente. “Nela temos autonomia para dar desconto na apólice a um cliente com bom histórico conosco ou elevar o valor, se a sinistralidade está alta. Isso realmente é um diferencial no mercado que nos ajuda a ter uma carteira saudável”, diz. 

Para 2023, a MetLife pretende disponibilizar uma oferta maior de produtos e soluções, além de ampliar as ferramentas de relacionamento com os corretores, disponibilizando mais treinamentos, conteúdos e ferramentas que possam auxiliá-los a crescer, com todo o apoio e suporte necessário e condições comerciais únicas. Hoje, os corretores já contam com serviços agregados para ofertarem aos seus clientes como telemedicina, serviço de orientação médica online pelo celular ou computador 24h por dia, 7 dias por semana, entre outros.

Joceli Pereira, da Essenciale Consultoria e Corretora de Seguros, do Paraná, afirma que a pandemia mostrou à sociedade a importância do seguro de vida e tem sido um momento importante para quem quer se especializar. “Nós somos consultores financeiros e prestamos um trabalho humanizado. Temos na MetLife uma série de benefícios que o segurado pode usar em vida, como telemedicina doenças graves, além de treinamento para funcionários e campanhas de marketing”, conta.  

Sofia Banuls Scatena, da Sanyuu Corretora de Seguros, afirma que a pandemia trouxe uma conscientização muito maior das empresas sobre ter o seguro para dar estabilidade às famílias de seus funcionários caso aconteça algo, como morte, invalidez ou acidente. “Por atender as necessidades de cobertura e atendimento de nossos clientes, num formato digital intuitivo e customizado, a MetLife é nossa principal parceira em vida e odontológico”, conta. 

Os corretores afirmam que outro ponto relevante em atuar com seguro de vida é a fidelização do cliente, por ser um produto de longo prazo, além de ajudar a fazer um colchão financeiro para o corretor que antes não atuava neste segmento. “No longo prazo, o resultado é significativo tanto para nós como para a sociedade”, comenta Gilberto Wallerius, proprietário da corretora gaúcha que tem o seu sobrenome. 

A MetLife comemora os resultados e o fortalecimento do relacionamento com os corretores, o principal canal de vendas da seguradora. “Praticamente todos os departamentos da companhia foram envolvidos nessa iniciativa. Temos uma equipe de especialistas em PMEs para dar todo o suporte necessários aos nossos corretores. Com processos simples e ágeis os corretores podem focar no relacionamento com seus clientes. Essa entrega de soluções nos ajudou a chegar em praças que não atuávamos além de ampliar nossa base de corretores que produzem vida em grupo”, comemora o executivo da MetLife. 

O esforço para crescer no segmento de PMEs é ressaltado pela seguradora e pelos corretores. Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões, segundo dados do Sebrae, o que dá um peso de 25% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Existem hoje cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País; que geram 52% dos empregos com carteira assinada e 40% dos salários pagos. No acumulado do 1º semestre de 2022, o Brasil já criou mais de 1,3 milhão de novos postos de trabalhos formais. As PMEs foram responsáveis por 961,9 mil (72,1%) das novas contratações. E mais: os pequenos negócios fecham o primeiro semestre de 2022 respondendo por 7 em cada 10 empregos no Brasil.

Demanda por seguro para painéis fotovoltaicos está em alta

Thiago Tardone Swiss Re Corporate Solutions

A energia fotovoltaica está ` todo vapor no Brasil. O Brasil foi o quarto país no mundo que mais aumentou a capacidade de produção de energia fotovoltaica em 2021, segundo apuração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e, a estimativa da associação, é que ela seja a segunda maior fonte de energia nacional nos próximos anos, atrás apenas da hidrelética.

Para alavancar ainda mais esta jornada, bancos Bradesco, Caixa, Santander, BV e Itaú Unibanco estão lançando linhas exclusivas para financiamento de painéis solares, disponíveis para qualquer cliente em mais de mil agências selecionadas do banco. No Itaú, a taxa de juros cobrada está na faixa de 1,85% ao mês e há um limite de R$ 110 mil máximos que podem ser emprestados.

E o seguro, como está nesta jornada fotovoltaica? Em casos de vendáveis, por exemplo, um estrago nos painéis pode estar coberto na apólice geral de riscos patrimoniais. Mas o setor já oferece seguro de danos ao equipamento já instalado e em uso com coberturas para riscos relacionados a chuvas, ventos, incêndio, queda de raio, explosão, que pode ser contratado como parte de um seguro empresarial como riscos nomeados ou operacionais. No caso de coberturas para a instalação e montagem dos painéis fotovoltaicos, a proteção está dentro do seguro de risco de engenharia. É possível também encontrar cobertura para riscos de roubo, rompimento de contratos de fornecimento de transmissão, danos a terceiros, erro de projeto, quebra de equipamentos, perda de receita, chuva de granizo, entre outros.

O grande problema em seguros está no transporte das placas. “Com aumento do custo do abastecimento da energia tradicional, vem crescendo os subsídios e projetos destinados a energia renovável. O governo federal zerou a alíquota de importação em 2020 e, em 2021, voltou a dar mais incentivo fiscal, deixando ainda mais atrativa a busca deste tipo produto, incluindo a energia de fonte solar fotovoltaica. Se antes apenas empresas grandes buscavam esse tipo de fonte de energia, agora também pequenos empresários e residências instalam placas de energia fotovoltaica”, comenta Thiago Tardone, head de cascos marítimos, aviação e transportes LATAM da Swiss Re Corporate Solutions, sobre seguro de transportes e energia fotovoltaica.

O especialista explica que as placas e seus componentes são fabricados em sua maioria fora do Brasil e a sua distribuição em território nacional se dá por meio do transporte rodoviário. Por se tratar de um produto com alto valor agregado, com características de movimentação específica, cria-se um potencial mercado paralelo para a sua comercialização. “Consequentemente, a atratividade para o roubo durante o trânsito rodoviário cresceu consideravelmente em 2022, e algumas seguradoras tiveram perdas financeiras, uma vez que este tipo de mercadoria não era tratada como específica. Para evitar essas perdas, restrições, condições ajustadas e gerenciamento de risco atuante têm sido as principais estratégias das seguradoras para o controle deste portfólio”.

Em recente entrevista, Paulo Alves, diretor de transporte da EZZE Seguros, contou que a bola da vez em roubo de carga são os painéis fotovoltaicos. O setor registrou tantos roubos que fez o produto entrar na lista de mercadorias específicas, com atratividade de roubos, com poucas seguradoras atuando e com preços elevados. “Um caminhão carregado de painéis chega a ter até R$ 2 milhões em valor em risco. Mercadorias com tal classificação saem da esteira de cotação automática para serem avaliadas caso a caso”, explica. 

“O seguro de transporte não tem uma rotina. O cenário de risco muda e nos rapidamente nos atualizamos. Nossa meta é chegar ao final de 2022 com um panorama mais claro da sinistralidade e medidas de gestão que mitiguem o risco. E não com um aumento do preço do seguro. A boa gestão, o uso de tecnologia e a especialização em atuar com medidas corretivas são a nossa linha mestra para construirmos uma carteira de transporte equilibrada e longeva”, finaliza o especialista da EZZE.

SulAmérica realiza Road Show com corretores em Recife de olho em conscientização sobre educação financeira

Fonte: SulAmérica

Nos dias 19 e 20 de outubro, a SulAmérica realizou um Road Show que atraiu corretores(as) de seguros e investidores(as) para um bate-papo sobre educação financeira, com ênfase no projeto IndicaSAS. Em um encontro, com direito a visitas, coquetel noturno e apresentações institucionais, os(as) executivos(as) e representantes da SulAmérica reforçaram o posicionamento da companhia em promover Saúde Integral a um número cada vez maior de pessoas. 

O IndicaSAS é um projeto da seguradora em parceria com a plataforma digital de investimentos Órama. Desenvolvido com o objetivo de apoiar corretores e corretoras que buscam trilhar um novo caminho no mundo dos investimentos, o projeto é acessado através da plataforma hospedada no Portal do Corretor SulAmérica e, por meio dele, os corretores(as) passam por um programa de capacitação completo e incentivos para indicar a Órama aos seus clientes. 

“Na SulAmérica, nós entendemos que o conhecimento sobre investimentos também faz parte da saúde financeira, que integra o nosso posicionamento de Saúde Integral. Através desse projeto, os(as) corretores(as) cadastrados(as) enxergam novas oportunidades de conexão e cuidado com diferentes áreas da vida do cliente”, afirma Gabriela Schor, Head do Projeto Órama na SulAmérica. 

Além da executiva, estavam presentes no evento Ana Paula Carvalho, Gerente Private da seguradora; Donovan Souza, Gerente Regional Nordeste e Raphael Cunha, Head Norte, Nordeste e Centro-oeste da SulAmérica. Outros nomes relevantes que marcaram presença no encontro foram Cláudia Cândido, vice-presidente da Fenacor-PE, e Walter Diniz e Rosy Cândido, proprietários da corretora CWR Seguros. 

O evento, realizado no RoofTop  do Edifício Hub Plural e reuniu cerca de 70 clientes da corretora parceira em um coquetel noturno, em que executivos e executivas da SulAmérica realizaram uma apresentação expondo os diferenciais dos produtos e serviços da seguradora. Este encontro foi realizado anteriormente com corretores das cidades de Salvador e Fortaleza. 

ANSP realiza Noite Acadêmica com posse de 25 novos Acadêmicos

Academicos de seguros ANSP

 
No dia 19 de outubro, a Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP realizou sua tradicional Noite Acadêmica. Na ocasião, a ANSP empossou 25 novos Acadêmicos e outorgou seis comendas. 

No primeiro momento da cerimônia, o presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos e o presidente do Conselho Superior, Mauro César Batista, fizeram o pronunciamento de boas-vindas para abertura do evento.

Na sequência, foi celebrada a parceria com o Instituto Techmail, focado na disponibilização gratuita de treinamento para pessoas com menos recursos e interessadas no setor de seguros. O Instituto conta com o voluntariado corporativo de grandes profissionais do mercado, incluindo catedráticos da ANSP, que contribuem como mentores de TCCs. Suzana Opatrny, presidente do instituto, agradeceu pelo convênio.

Logo após, foram empossados 25 novos Acadêmicos. São eles: Altevir Dias do Prado; Anderson Fabiano Mundim Martins; Claudio Macedo Pinto; Cristiano Plate; Delvo Sabino Santiago; Dinir Salvador Rios da Rocha; Érika Cassinelli Palma; Érika Cristina Araújo Brandão Gleicher; Evandro Luis de Oliveira; Giovanni Cezimbra Balen; Jacques Carasso; Joceli A. Pereira; Leonardo André Paixão; Marcelo Barreto Leal; Marcelo Wais; Marcos Yoshida; Maria Elizabete da Silva; Paulo Leão de Moura Jr. Regina Ayres Lacerda; Sandro Raymundo; Simone Cristina Favaro; Ulysses Teixeira de Deus Bueno; Valdemiro Cequinel Belli; Valdir Dias de Sousa Junior e Vivien Lys Porto Ferreira da Silva.

Em seguida, foi realizada a entrega da Comenda ANSP, concedida a personalidades que tenham contribuído significativamente para a divulgação e desenvolvimento do setor de seguros brasileiro. Receberam a homenagem João Elisio Ferraz de Campos, Antonio Penteado Mendonça, João Marcelo dos Santos, Lúcio Antonio Marques, Marcio Coriolano e Rafael Ribeiro do Valle.

Para o Presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos, a cerimônia foi um momento especial. “Esse evento foi marcante, pois foi o primeiro presencial desde o início da pandemia. Além disso, foi o fechamento do meu ciclo como presidente, pois no próximo ano acontecerá a eleição da nova diretoria. Estou muito satisfeito, pois conseguimos conduzir a ANSP num momento complicado, no qual a Academia reafirmou-se como lugar de encontro e como plataforma do setor de seguros para produção e difusão de conhecimento. Um grande orgulho”, concluiu.

Acesse o site oficial da Academia: http://www.anspnet.org.br

IRB Brasil tem prejuízo de R$165 mi em agosto 

IRB Brasil re

Fonte: Aluísio Alves, Reuters

O grupo ressegurador IRB Brasil anunciou nesta sexta-feira que teve prejuízo líquido de 164,7 milhões de reais em agosto, ante lucro de 84,8 milhões um ano antes, quando foi favorecido pelo ganho de ação judicial referente ao PIS/Pasep. SÃO PAULO (Reuters) – O grupo ressegurador IRB Brasil anunciou nesta sexta-feira que teve prejuízo líquido de 164,7 milhões de reais em agosto, ante lucro de 84,8 milhões um ano antes, quando foi favorecido pelo ganho de ação judicial referente ao PIS/Pasep.

A atribulada companhia, que nos últimos anos tenta superar os efeitos de um escândalo de fraude, neste ano teve que fazer uma oferta de ações para levantar cerca de 1,2 bilhão de reais para atender requerimentos mínimos de capital devido a novos prejuízos, desta vez ligados a sinistros com a quebra de safra.

Com as perdas de agosto, o prejuízo líquido do IRB nos oito primeiros meses de 2022 chegou a 516,4 milhões de reais, ante prejuízo de 168,9 milhões no mesmo período de 2021.

Em agosto, os prêmios de resseguros emitidos pelo IRB totalizaram 524,9 milhões de reais, queda de 30,1% ante mesmo mês de 2021, com diminuição de 16,2% no Brasil e de 51,3% no exterior.

A despesa da empresa com sinistros somou 633,7 milhões de reais, 18,8% superior a de um ano antes, com índice de sinistralidade de 145%.

Nos oito primeiros meses de 2022, os prêmios emitidos atingiram 5,56 bilhões de reais, queda de 7,4% no comparativo anual, enquanto a despesa com sinistros somou 3,77 bilhões de reais, 1,8% maior frente a igual período do ano passado, com índice de sinistralidade de 107,2%.