Swiss Re Corporate Solutions comemora o primeiro bilhão e 5 anos de parceria com Bradesco

Swiss Re Corporate Solutions Andreas Berger

Cinco anos de parceria entre a Swiss Re Corporate Solutions (Corso) e a Bradesco Seguros. Bodas de madeira, comemora Guilherme Perondi, vice-presidente executivo, responsável pela distribuição através de corretores multinacionais e dos canais Bradesco, além das estruturas de subscrição de negócios Standard e de transformação de negócio. “Atingimos nosso primeiro bilhão neste mês e nossa previsão é encerrar 2022 com faturamento de R$ 1,2 bilhão, sendo 35% proveniente da joint venture”, disse em seu discurso durante coquetel realizado no dia 18 de outubro para cerca de 60 convidados, na grande maioria corretores de seguros.

O avanço da joint venture contou com a participação de Andreas Berger, CEO mundial da seguradora suíça. “Nossa parceria é prioridade para o grupo Swiss Re e tem a missão de fortalecer a posição da seguradora em grandes riscos e ao mesmo tempo avançar nos canais de distribuição Bradesco. Construimos neste período um canal de médio mercado e de bancassurance e quase R$ 400 milhões vem do canal de distribuição do Bradesco”, comemorou Berger.

Berger assumiu em maio de 2019 como CEO, levando a companhia de um faturamento de US$ 4,7 bilhões em 2018 para US$ 5,3 bilhões em 2021. No primeiro semestre de 2022 registrou US$ 2,9 bilhões e a expectativa é encerrar o ano com US$ 6 bilhões. O índice combinado saiu de 117,5% para 93%. “Somos uma companhia sólida e consistente para cuidar dos riscos de seus clientes”, disse.

O CEO mundial comentou em sua fala que o setor de resseguros está revisitando a forma como faz negócios, desde a precificação do risco até o gerenciamento de sinistros, a fim de se adaptar ao que é, literalmente, um ambiente em constante mudança. “Todos nós temos visto as perdas das resseguradoras e os riscos mais agravados, tanto pelo clima como pela inflação. Precisamos nos unir no gerenciamento de risco para termos boas condições nos programas de seguros de seus clientes”, comentou.

Num cenário tido como alarmante, o uso cada vez mais sofisticado de dados é a chave para manter a rentabilidade. “Embora as mudanças climáticas estejam, sem dúvida, causando perdas crescentes no setor de seguros, também estão abrindo novas oportunidades para as seguradoras que podem se adaptar, investir em dados e oferecer serviços novos e potencialmente de maior valor, além de gradualmente reduzir o número de riscos não segurados no mundo”, comentou.

O seguro – como muitos outros setores – está se tornando um negócio de dados. E as plataformas e ferramentas desenvolvidas pelas seguradoras têm múltiplas aplicações. A Corso tem investido em uma plataforma digital diferenciada, já usada por algumas empresas como a rede internacional de corretores de seguros Brokerslink e também o grupo japonês Mitsui Sumintomo no Japão.  Segundo Berger, a tecnologia visa remodelar a indústria, abordando os pontos de atendimento do cliente e como aumentar a eficiência na entrega de programas internacionais, o que, consequentemente, melhora a experiência de serviço para segurados corporativos mútuos.

A plataforma oferece um potencial para reduzir a complexidade dos programas multijurisdicionais transfronteiriços. E enquanto a plataforma agiliza as várias entradas e saídas, interações e entregas de programas multinacionais. A essência desta projeto é que a digitalização pode ser uma grande alavanca para o seguro reduzir a lacuna de proteção. Primeiro, abre um espectro totalmente novo para as seguradoras cobrirem coletivamente os riscos – incluindo aqueles que atualmente são ‘não seguráveis’. Em segundo lugar, a tecnologia digital pode ajudar a superar os principais obstáculos para as pessoas e empresas comprarem seguros: acessibilidade, facilidade de acesso, atratividade do produto e custos de transação.

Os clientes mais sofisticados, por sua vez, buscam parceria de gestão de risco com a seguradora: as informações de um cliente são inseridas na plataforma de dados ‘nat cat’ da seguradora, enriquecida com análises, dados do histórico do programa de seguro, com prêmios e indenizações. O compartilhamento aponta cenários, como testes de estresse em uma cadeia de suprimentos para uma inundação, tsunami ou pandemia; ou como gerenciar caso haja uma greve de caminhoneiros. Os benefícios para o cliente, na forma de um melhor entendimento de seu perfil de risco, são evidentes – e vão muito além da efetiva aquisição da proteção. A seguradora, por sua vez, enriquece sua própria plataforma a cada nova interação com o cliente. 

Com toda esta tecnologia embarcada, Berger está bem otimista com o Brasil. “Depois de conquistar o primeiro bilhão, o segundo fica mais fácil”, disse ele em tom de brincadeira, porém num período do ano que os orçamentos de 2023 estão sendo apresentados pelos executivos aos acionistas. Angelo Colombo, CEO Swiss Re Corporate Solutions para Brasil e América Latina, só sorriu ao ouvir.

Há grande otimismo em todo o setor de grandes riscos com o próximo ano, uma vez que os investimentos em infraestrutura ficaram represados pela pandemia e pela troca de governo. Há uma certa euforia entre os executivos de que boa parte dos projetos de investimentos saia da gaveta, o que trará boas vendas de seguros para garantir que serão concluídos e, em operação, terão os riscos operacionais mitigados por um programa de seguro.

Norma da Susep adia datas de open insurance, cita corretor e mantém exigências de capital e governança

Três mudanças importantes na Resolução CNSP Nº 450, que altera as Resoluções CNSP n.º 415, de 20 de julho de 2021, n.º 429, de 12 de novembro de 2021, e n.º 393, de 30 de outubro de 2020: cita o corretor de forma explicita, posterga a entrada do compartilhamento de dados do open insurance, que agora passou a ser março de 2023, e torna facultativa a entrada de grandes riscos no compartilhamento de dados diante da complexidade dos programas de seguros neste nicho de negócio, o que já era previsto por todos.

Essa foi a conclusão da análise feita por Gustavo Leança, head de soluções de seguros da Capgemini Brasil. “Tirando a mudança de nome da SISS (Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro) para SPOC (Sociedade Processadora de Ordem do Cliente) e estar explicitada a palavra corretor de seguros como um dos autorizados a ser SPOC, o que não é uma real novidade, pois ele já podia atuar dentro da SISS, não estou vendo muita diferença na nova regulamentação”, comentou ele ao blog Sonho Seguro.

O consultor explica que os requisitos de aceitação para um corretor ser SPOC, assim como era na SISS, continuam os mesmos. “A mesma complexidade foi mantida, até porque a Susep não pode colocar em risco a segurança digital, o que a fez manter o peso regulatório com compliance, estrutura de gestão de risco, relatórios, detalhamentos por APIs, gestão de consentimento do cliente. O corretor tem de ser uma sociedade anônima e tem de ter capital mínimo acima de R$ 1 milhão”, detalha.

Sendo assim, a regulamentação segue privilegiando os grandes corretores, com parruda estrutura tecnológica. Boa parte dos médios corretores de seguros corporativos tem empresas com regime societário LTDA ou pequenos e micro empresários. Os corretores individuais seguem de fora do normativo.

Além disso, a supressão da qualificação de “representante do cliente” que a SISS tinha e que a SPOC não tem, não parece ter trazido grande impacto, dado que no final das contas, a SPOC continua executando serviços como endosso, sinistros entre outras responsabilidades, desde que consentido pelo cliente. A SPOC será credenciada pela Susep e poderá ainda fazer a transmissão da ordem dada pelo cliente para a iniciação de movimentação, mas não vai deter os recursos que ele paga ou recebe, à exceção, de acordo com o texto, de uma eventual remuneração pelo serviço.

As iniciadoras de pagamento, uma figura do open banking, boa parte delas fintechs e empresas de tecnologia, são as principais ameaças aos corretores. Algumas poucas grandes corretoras afirmam estarem avaliando se serão uma SPOC para atuarem dentro do Open Finance, que é a junção do open banking com o open insurance, previsto para 2023.

O CNSP estendeu, de 1º de dezembro deste ano para 1º de março do ano que vem, a data-limite para o início do compartilhamento de serviços de iniciação de movimentação. O restante da norma, que prevê a possibilidade de compartilhamento em fases, não foi alterada. Além disso, o CNSP adiou de 15 de junho para 15 de setembro de 2023 a data final para a implementação do compartilhamento de dados pessoais e de serviços. Os demais prazos, que já foram superados, não mudaram.

Liberty Seguros fomenta atuação de corretores no ambiente digital 

Liberty Seguros Daniela

Fonte: Liberty

Como parte de sua estratégia de capacitar e empoderar corretores a atuarem cada vez mais no ambiente digital, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil e referência em inovação, realizou um teste de maturidade com os parceiros, a fim de identificar quais ferramentas digitais os profissionais têm familiaridade e quais ainda precisam conhecer mais a fundo. A iniciativa faz parte do Cresça com o Digital, ação que fomenta o uso da tecnologia para aproximar os parceiros da companhia, bem como alavancar as vendas. 

O teste, realizado com corretores de todo o Brasil, avaliou as experiências dos profissionais com plataformas do Pacote Microsoft Office, a comunicação das empresas em redes sociais, os conhecimentos dos parceiros sobre termos técnicos do universo online e a autoridade no uso de WhatsApp Business e Google Ads. O levantamento também considerou oportunidades provenientes de leads digitais, estratégias digitais implementadas dentro das corretoras e conhecimentos sobre as ferramentas oferecidas pela Liberty atualmente.

Após preencher o formulário, os participantes tiveram acesso às devidas pontuações, o nível de maturidade em que as corretoras estão e receberam uma recomendação de conteúdo para aprofundamento diretamente da companhia, personalizada de acordo com cada perfil. A companhia ainda compartilhou um documento completo, com detalhes da cada opção da Liberty para os parceiros ofertarem seguros no ambiente digital.

Entre as possibilidades que a Liberty oferece para os corretores hoje, há a Meu Momento de Vida e Meu Momento Residência, plataformas 100% digitais que encurtam o processo de contratação de seguros de vida e residência, respectivamente, de forma ágil, transparente e personalizada. Além disso, há o Meu Marketing, ferramenta que entrega peças de comunicação customizadas com o logo da corretora com a mesma qualidade de uma agência de publicidade, sem custo, para facilitar o dia a dia dos profissionais, e o aplicativo de portfólio de produtos, que atua como um guia de bolso digital no qual os parceiros podem tirar dúvidas sobre coberturas, condições gerais, vantagens e especificações.

A seguradora ainda oferece diversas opções de treinamentos de capacitação para que os corretores possam ter uma atuação mais  digital, como a Academia Digital, que traz aulas em vídeo e promove encontros com especialistas em vendas por meio das redes sociais,juntamente com a Plataforma de Treinamento Online, com a qual os parceiros podem aperfeiçoar e descobrir novos conhecimentos  não só sobre os produtos da Liberty, mas também sobre diversos temas como vendas, liderança, marketing e inovação. 

O Cresça com o Digital é uma das frentes do Cresça com a Liberty, programa criado pela seguradora para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras. Desde a sua criação, em 2018, o programa já desenvolveu muitos corretores e, em 2022, mais de 28 mil cursos foram conduzidos e contaram com mais de 10 mil participações nos webinars promovidos para os parceiros. 

“A Liberty Seguros acredita muito no potencial do digital para alavancar os negócios dos corretores, além de aproximá-los da companhia e desenvolver seus conhecimentos”, afirma Daniela Bouissou, diretora de transformação da Liberty Seguros. “Por isso, a companhia trabalha fortemente para implementar cada vez mais ferramentas, plataformas e treinamentos que ajudem os parceiros a atuarem nesse universo, agora de forma personalizada, de acordo com o perfil de cada profissional e da sua relação com a tecnologia”, completa. 

Nota de falecimento do Chairman da THB RE

É com extremo pesar que a THB Brasil comunica o falecimento de Paulo Leão de Moura Jr. Chairman da THB RE. O executivo construiu uma carreira sólida com mais de 65 anos no mercado de seguros. Sociólogo formado pela Universidade de Boston, possuía diversas especializações em Seguros e Resseguros por entidades brasileiras e no exterior, como AETNA Group, IRB Re, FGV-SP, Insurance Achievement, FENASEG e ALARYS.

Moura Jr. também foi membro da Associação Brasileira de Gerenciamento de Riscos e do Risk Management Insurance Society. Recebeu premiações em reconhecimento de sua atuação determinante para o desenvolvimento do setor de Seguros e Resseguros no Brasil. Também era sócio-fundador da Catalyst Re. Recentemente, recebeu o título de acadêmico na Academia Nacional de Seguros e Previdência.

Paulo Leão de Moura Jr. deixa um legado importante para o mercado de seguros e resseguros nacional e internacional, além de ter sido uma inspiração para vários talentos atuantes no setor e um exemplo de profissionalismo. A equipe da THB Brasil se solidariza com sua família e amigos.

Construir parcerias duradouras é o propósito de Ramón Gomez, VP comercial da seguradora MetLife

Ramon Gomes MetLife Brasil

“Querido faz parte do nome dele ou é apelido?”, me perguntou um dos garçons que trabalhou durante cinco dias no evento “Expedição Amazônia”, promovido pela seguradora MetLife para a nata de corretores de seguros do programa “Be MetLife”. Ele se referia a Ramón Gomez, vice-presidente comercial da MetLife, uma das maiores seguradoras de vida do mundo e do Brasil. 

Ramón não dava um passo sem ser abordado por algum dos 120 convidados ou do staff da seguradora ou do hotel flutuante Iberostar Grand Amazon com a carinhosa expressão “querido”. Acredito ser um apelido conquistado ao longo de mais de 27 anos dedicados a construir parcerias de longo prazo, respondi ao garçom, que sorria cada vez que o executivo se aproximava para pegar uma bebida para ele ou para algum convidado se refrescar da temperatura próxima de 40 graus. 

Ramón está desde 2016 na MetLife. Construiu sua carreira em empresas como Allianz Seguros, Itaú Unibanco e Redecard. Ele é graduado em Engenharia Eletrotécnica e Propaganda e Marketing, com MBA em Finanças, Marketing e Administração pela Fundação Dom Cabral. Mas como nos ensinaram os guias e indígenas que vivem na maior floresta do mundo, a escola te traz conhecimento, mas o essencial a gente aprende no dia a dia da vida.

Waldemir, o chefe da aldeia Kambeba no baixo Rio Negro, o definiu como líder. “Ele é uma pessoa popular, feliz. Gosta do que faz. Ele recebe os projetos e faz as coisas acontecerem. Sem mandar. Por isso ganhou o poder da liderança, que é mostrar o carinho, o respeito e a dedicação às pessoas”. Convenhamos que é um aval de peso, de um índio que saiu sem nada do Peru e construiu uma das tribos mais influentes da região.

Ramón se conectou com Waldemir por ser a sigla ESG em inglês, ou ASG em português, um pilar estratégico da seguradora e que está no radar de toda a equipe. Afinal, todo líder sabe que é preciso ter um propósito para ser a primeira opção de parceiros e clientes. Por isso, pensar no ambiental, no social e na governança é mandatório em sua gestão. Nesta viagem à Amazônia, parte da verba de marketing que seria usada na contratação de uma banda foi revertida para a tribo indígena Kambeba. 

“Minha equipe, quando veio aqui, disse que eles precisavam de tanta coisa. Aí conversamos e decidimos reverter essa verba para a reforma da feira de artesanato e dar aos corretores os méritos. Afinal, tiramos deles para dar a aldeia, o que de certa forma podemos dizer que os corretores patrocinaram a reforma”, disse. Os corretores não só aprovaram a decisão, como se emocionaram e querem estudar outros projetos ESG para apoiarem.

O slogan da viagem e que alimenta o programa de relacionamento com os corretores é “Be! O melhor de nós”, que tem como objetivo construir relações, incentivar performance e direcionar comportamentos. Ele é dividido em quatro categorias com benefícios diferenciados e tem sido uma ferramenta importante para a conquista e fidelização dos mais de 37 mil clientes empresariais. 

“Estou tão feliz que voltamos a nos encontrar presencialmente. Dar abraços. Vivenciar experiências como esta e muitas outras, como já tivemos neste ano o jantar às cegas, a corrida da Stock Car em Interlagos, o MetLife Insights, o Conecta, entre outras”, disse. Segundo Ramón, o desafio da equipe nesta viagem era proporcionar aos corretores uma viagem que todo brasileiro planeja fazer e nunca faz. Acertou em cheio. Praticamente 99% dos convidados não conheciam o pulmão do mundo, o que mostra a dedicação em proporcionar uma experiência única. Com a exceção do corretor gaúcho Gilberto Wallerius, adepto da pesca, e, portanto, frequentador da maior bacia hidrográfica do mundo.

“Escolhermos a Amazônia por ser um lugar espetacular, o coração do Brasil. Nosso desejo era, depois de tanto tempo longe, realizar uma experiência enriquecedora proporcionando a integração entre os melhores parceiros de todo país e vivências relacionadas a natureza e povos locais”, disse.

“Quando começamos a planejar essa viagem veio um sentimento de gratidão e, de certa forma, tentamos retribuir apoiando a cultura com um espetáculo no emblemático Teatro Amazonas e deixando uma contribuição para a comunidade indígena que nos recebeu de portas e corações abertos. Na minha opinião foi uma verdadeira lição de humildade, principalmente para quem vive na região Sudeste, mostrando que o Brasil é muito maior, complexo e mais bonito do que qualquer pessoa pode imaginar”, comentou. 

Objetivo concluído com sucesso. O encantamento de todos com a floresta Amazônica, que abrange nove países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela), numa área de quase 4,2 milhões de quilômetros, onde vivem 33 milhões de pessoas, pautava todas as conversas. E haja conversa com o detox digital (sim, todos ficaram sem internet e não só sobreviveram como saíram desta experiência conscientes do quanto foi benéfico pausar a conexão digital e se conectar com a maior floresta tropical do mundo). 

Todos embarcaram em Manaus, num barco hotel 5 estrelas, que deslizou suavemente, com sol a pino durante o dia e lua crescente a noite, por mais de 70 quilômetros pelo Rio Negro até o encontro das águas com o Rio Solimões, destino final da programação. Entre refeições regadas com produtos locais e palestras com estudiosos compartilhando conhecimento sobre a fauna e flora local, os convidados fizeram trilhas, nadaram na praia do rio Negro, viram jacarés, macacos, pássaros, bicho preguiça e os amorosos botos cor de rosa.

O entrosamento foi tanto que Sofia Banuls Scatena, da Sanyuu Corretora de Seguros, foi além da imaginação quando o guia nos mostrou formas de sobrevivência na floresta, como se alimentar de larvas da castanha. “Quero provar”, disse. Não só provou, como adorou. “Tem gosto de castanha”, disse sorrindo. Além do privilégio de passarmos a manhã com os indígenas da tribo Kambeba. “Amei de paixão e sou muito grata pela viagem proporcionar a inclusão, que gera propósito, como foi esta expedição”, afirmou Mariana Marques, CEO da Amarq Consultoria em Benefícios. 

Bernadete DalCorno, diz o mesmo: “A conexão entre todos e principalmente com a floresta, seus habitantes e suas histórias tão especiais nos trouxeram vários ensinamentos e aprendizados que vão ficar para sempre na nossa vida. Ramón foi o líder que nos proporcionou tantos momentos especiais e emocionantes!!! Gratidão sempre!!!”, comentou a sócia da Pina Penedo Corretora, do Espírito Santo.

André Villar, sócio da Triunfo Administradora e Corretora de Seguros, foi na mesma linha: “Ramón sabe bem quem colocar no mesmo grupo. Todos se tornam amigos de frequentar a casa um do outro. Estar aqui é um grande prazer. Somos concorrentes, mas acima de tudo amigos”. “Um maestro”, definiu Gustavo Doria, fundador do CQCS: “Ramón tem o poder de enxergar além e de cuidar de pessoas, dom que lhe colocam em um lugar muito especial e fico muito feliz em ver como cuida desse poder com responsabilidade e amorosidade”.

As pessoas o citam como um executivo despretensioso, amável e carismático. Qualidades que precisam ser alimentadas diariamente, ainda mais num segmento tão desafiador e concorrido como o de seguro de vida no Brasil. Desafio de vender proteção financeira a uma sociedade que ainda não tem cultura de pensar no futuro. E concorrido por ser um dos segmentos com mais potencial de crescer e também um dos mais rentáveis do mercado segurador. 

O seguro de vida representa menos de 1% do PIB do país, muito abaixo da média mundial de 6%, o que revela o grande potencial para seguradoras e corretores. A pandemia, que vitimou até agora 687 mil pessoas, despertou no brasileiro o interesse em saber mais sobre o produto. Cerca de 180 mil famílias foram indenizadas pelas seguradoras, com desembolso, de abril de 2020 a agosto de 2022, de R$ 8 bilhões, segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). 

Por navegar com sucesso neste segmento é preciso estar conectado. Com a pandemia, Ramón, assim como boa parte das pessoas em todo o mundo, passou a valorizar mais a família e a qualidade de vida. Ele passa ao menos uma semana do mês trabalhando em home office em sua casa em Angra dos Reis (RJ). “É um momento de revigorar a alma, de inspiração, para tocar todas as demandas com o entusiasmo que elas merecem”, diz ele. 

A estratégia tem dado certo. A MetLife registrou crescimento de 56% em 2021, com prêmios de R$ 1,1 bilhão e 5,5 milhões de vidas protegidas. E a expectativa para 2022 é crescer no mesmo ritmo. “Sabemos que somente 15% das pessoas possuem a proteção de um seguro de vida no Brasil. Temos investido em parcerias, produtos e tecnologia, com soluções que agregam valor para o corretor conquistar seus clientes de forma imediata, simples e digital”, diz Ramón. 

Francesca Bianco, diretora executiva da Dasa Empresas, afirma que Ramón tem sua marca no mercado. “É referência! E poder disfrutar com ele de momentos fora do ambiente corporativo me fez perceber seu outro lado, igualmente admirável: um colega inspirador, cuidadoso, extremamente preocupado com o bem de todos, humilde, animado, emotivo… realmente uma referência! Agora não só como profissional, mas principalmente como um ser humano incrível!”.  

Joceli Pereira, da Essenciale Consultoria e Corretora de Seguros, do Paraná, faz coro: “Voltamos diferentes, com aquele quentinho no coração. Gratidão a cada conversa, a cada sorriso, a cada silêncio. Gratidão a me perceber no Universo num exercício de profunda humildade. Comandante Ramón, que Deus continue a abençoá-lo com criatividade e determinação”. 

Sucesso Ramón! Que siga na construção de um grande legado ao setor e as famílias protegidas financeiramente com um seguro de vida nesta empresa que apoia pessoas e clientes em inúmeras ocasiões, como o naufrágio do Titanic, os ataques de 11 de setembro e a pandemia da Covid-19, contribuindo com a indenização e apoio a mais de 8 mil famílias.

CNseg lança a #FIDESRio2023, maior evento ibero-americano de seguros

Assunto: Dyogo Henrique de Oliveira - presidente executivo da Confederação Nacional das SeguradorasLocal: Rio de Janeiro - RJData: 04/2022Autor: Luciana Whitaker

Fonte: CNseg

Depois de mais de dois anos suspensa em razão da pandemia, a Conferência Hemisférica da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) será realizada no Rio de Janeiro, em 2023. O lançamento internacional do evento, considerado a maior plataforma ibero-americana de negócios e relacionamento do setor de seguros, será feito pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) no próximo dia 7 de novembro, em Santiago, no Chile. 

O lançamento coincide com a realização, na capital chilena, da Assembleia Geral da Global Federation of Insurance Associations (GFIA), bem como da reunião do Conselho da Presidência e da Assembleia Geral da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) e também da Conferência Anual daInternational Association of Insurance Supervisors (IAIS). 

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, que também preside a Comissão Regional Sul da FIDES, explica que os fóruns contarão com a presença de atores da mais alta relevância para a indústria global de seguros. “Por isso, optamos por fazer o lançamento em Santiago. Depois de um hiato compulsório, em decorrência da pandemia, a Conferência, que é promovida a cada dois anos, volta forte para abordar, entre outros temas, os desafios envolvidos na questão climática, as tendências em produtos e serviços e, com destaque, a experiência do Brasil com o Open Insurance”, adianta Oliveira.  

São esperadas para o lançamento – em coquetel no Hotel DoubleTree by Hilton – em torno de 150 pessoas, em sua maioria executivos de seguradoras, resseguradoras, corretoras, representantes de órgãos de regulação e autoridades governamentais.

“Vamos destacar que a agenda da #FidesRio2023 está totalmente alinhada às diretrizes da CNseg e ao seu posicionamento no setor de seguros brasileiro de zelar pela imagem institucional do setor, estimular seu desenvolvimento, promover o intercâmbio entre os mercados regionais e realizar pesquisas e programas de educação em seguros”, afirma Oliveira.

O presidente da CNseg está confirmado em todos esses compromissos e, particularmente, na apresentação na Assembleia Geral da FIDES, ocasião em que vai falar sobre a experiência brasileira com o Open Insurance. O Brasil é o primeiro país do mundo a implementar esse serviço.

Esse tema, juntamente com Segurança Cibernética e ASG, pauta um Acordo de Cooperação Técnica Multilateral que será assinado entre os membros que participam da Comissão Regional Sul da FIDES***. Outro instrumento de cooperação será assinado com a Asociación de Aseguradores de Chile (AACH), com foco no intercâmbio de experiências com Letra de Risco de Seguros.

Sobre a FIDES

A FIDES, que promove a Conferência de mesmo nome (a última edição foi em 2019, na Bolívia) é uma organização sem fins lucrativos que reúne as associações de seguros privados das Américas e da Espanha. Seu objetivo é promover a dimensão estratégica do mercado segurador e destacar sua importância para o crescimento econômico da região. A instituição, criada em 1973, conta com 20 países membros da América Latina, Estados Unidos e Espanha. A CNseg está entre as entidades fundadoras e é a representante da FIDES no Brasil.

Hoje, o Brasil é o principal mercado de seguros na América Latina e o 17º no ranking mundial. Em 2021, a receita do setor representou 6,5% do PIB, incluindo Saúde Suplementar. Já as provisões técnicas, que são os valores que representam os compromissos assumidos pelas seguradoras com os seus clientes, alcançaram R$ 1,4 trilhão, em agosto de 2022.

*GFIA – Global Federation of Insurance Associations

**IAIS – International Association of Insurance Supervisors

***CNseg; Asociación de Aseguradores de Chile A.G (AACH); Asociación Argentina de Compañías de Seguros (AACS), Asociación Paraguaya de Compañías de Seguros (APCS) e Asociación Uruguaya de Empresas Aseguradoras (AUDEA).

CNseg participa de iniciativa do Ministério da Economia para impulsionar o setor segurador

Fonte: CNseg

A primeira reunião do grupo de trabalho do Ministério da Economia criado para discutir medidas de incentivo ao setor de seguros aconteceu na última terça-feira, 18 de outubro, como parte da chamada Iniciativa do Mercado de Seguros (IMS).

A IMS, inspirada na Iniciativa do Mercado de Capitais (IMK), contará com 5 subgrupos, que deverão apresentar os primeiros resultados até o fim deste ano. Como parte das propostas para impulsionar o seguro está, por exemplo, a possibilidade de utilização de recursos da previdência privada como garanta de crédito, ajudando, assim, a evitar saques dos planos antes do período de aposentadoria. Esta é, inclusive, uma das sugestões da CNseg já apresentadas no documento “Proposta do setor segurador brasileiro aos presidenciáveis”.

De acordo com o diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, as discussões devem incluir tanto agentes da iniciativa privada, quando as instâncias regulatórias. “A CNseg, por exemplo, vai relatar as discussões sobre garantias e a Susep será a responsável por outros dois grupos”, afirmou.

Também há grupos para discutir mudanças nas contragarantias apresentadas em contratos de seguro, regulamentações relacionadas à lei 14.430, bem como na mediação em conflitos que envolvam contratos de seguro.

Corretores de seguros são incluídos no Open Insurance

open insurance

Finalmente, a batalha do setor em relação a SISS (Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro), que não incluía o corretor de seguros de forma explícita, teve um final feliz. A Susep (Superintendência de Seguros Privados) divulgou no dia 18 a Resolução CNSP Nº 450, que altera as Resoluções CNSP n.º 415, de 20 de julho de 2021, n.º 429, de 12 de novembro de 2021, e n.º 393, de 30 de outubro de 2020. Nela, os corretores de seguros foram inseridos na plataforma SPOC (Sociedade Processadora de Ordem do Cliente), que exercerá a função de meio de transmissão da ordem dada pelo cliente. 

As seguradoras poderão exercer algumas atividades oferecidas pelas sociedades iniciadoras ou constituir empresa com propósito específico de exercer essas atividades de iniciação de serviços. Já os corretores de seguros também poderão constituir ou se transformar em iniciadoras, na medida em que atendam aos requisitos de capital e segurança cibernética, entre outras demandas estabelecidas pela resolução.

“Estamos analisando a resolução para ter mais detalhes em breve. Por ora, todos os projetos open no mundo possuem a figura dos TPPs (third part providers), uma categoria genérica da qual fazem parte as SISS. Elas atuarão por meio da autorização do cliente, podendo contratar seguros, realizar endossos e avisos de sinistro em seu nome”, explica Gustavo Leança, head de soluções de seguros da Capgemini Brasil. “Em resumo, a SISS é uma empresa de tecnologia que busca informações analisadas para dizer ao cliente: pelo seu perfil, pesquisamos o que há no setor e o seguro mais recomendado para você é este.”

Para ser credenciado como SPOC, o corretor deverá atender a todos os requisitos para credenciamento e funcionamento estabelecidos nesta Resolução para SPOC; e ter como objeto social, exclusivamente, a atuação como intermediária na contratação de produtos de seguros, de capitalização e previdência complementar aberta e a prestação de serviço de iniciação de movimentação no Open Insurance, além de observar a regulamentação vigente relativa a corretor de seguros e Open Insurance.

Para o credenciamento na Susep, a plataforma SPOC deve atender aos seguintes requisitos mínimos como estatuto social da SPOC e comprovação de atendimento dos requisitos financeiros estabelecidos, bem como da origem e movimentação dos recursos utilizados na composição do capital social por todos os investidores.

A norma proíbe existência de relação contratual ou de parceria para garantir exclusividade de compartilhamento de serviços entre a SPOC e uma ou mais sociedades supervisionadas, tendo em vista os objetivos do Open Insurance.

O disposto na resolução também se aplica às entidades autorreguladoras do mercado de corretagem, aos liquidantes, aos estipulantes e às sociedades processadoras de ordem do cliente.

Vendas de seguros avançam 17,4% até agosto, para R$ 233,3 bilhões, informa Susep

As seguradoras venderam R$ 233,33 bilhões de janeiro a agosto deste ano, o que representa crescimento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2021, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). Para o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, os números atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor. “Implementamos e continuaremos implementando projetos e iniciativas para modernizar, simplificar e popularizar o setor de seguros, buscando torná-lo acessível a todos os brasileiros. Esse é o grande objetivo da nossa gestão. ”   

O documento também destaca que os segmentos de seguros de pessoas e danos apresentaram crescimento de 18,07% no acumulado até agosto de 2022, em relação ao mesmo período de 2021, com uma arrecadação acumulada até R$206,18 bilhões até agosto de 2022. Nos seguros de pessoas, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante acumulado de R$ 17,48 bilhões. O valor corresponde a um crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período de 2021.  

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 26,7% na arrecadação de prêmios na comparação do acumulado até agosto de 2022 com o mesmo período de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 32,36 bilhões no acumulado até agosto de 2022, valor 33,3% superior ao do mesmo período de 2021.  

Em agosto, a sinistralidade do seguro de danos fechou o mês em 51,8%. Em julho, o valor registrado foi de 50,9%. A sinistralidade dos seguros de danos, em agosto de 2021, foi de 55,2%. Nos seguros de pessoas, a sinistralidade, em agosto de 2022, foi de 32,6%, frente aos 49,8% e aos 31,8%, observados em agosto de 2021 e julho de 2022, respectivamente. 

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 42,5% na arrecadação de prêmios no acumulado até agosto de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais e auto também se destacaram, com crescimento de 33,5%.  

Inflação extrema e desastres naturais exigem gestão de risco disciplinada, enfatiza a resseguradora Munich Re

As perspectivas tanto para a economia quanto para a inflação tornaram-se mais sombrias nas últimas semanas, especialmente na Europa. Isso, juntamente com o aumento dos riscos de ataques cibernéticos e desastres naturais, coloca as seguradoras em uma situação difícil e complexa, onde a solidez financeira e a experiência em riscos serão o que compensa. As expectativas de inflação e os riscos em mudança devem ser refletidos em nossos preços de cobertura de seguro. Ao adotar essa abordagem, podemos permanecer um parceiro forte para nossos clientes e, junto com eles, apoiar a resiliência econômica.

A citação é de Thomas Blunck, membro do conselho da Munich Re, que divulgou hoje um comunicado alertando o mundo sobre o cenário desafiador previsto para 2022 e 2023. De acordo com a nota, o impacto combinado de crises econômicas e geopolíticas está causando níveis de complexidade praticamente sem precedentes no ambiente de negócios para seguradoras primárias e resseguradoras em todo o mundo. A inflação alta, em particular, está tendo um efeito profundo na expectativa de perda em muitos segmentos operacionais. Também contribuem para a equação o cenário em mudança para riscos como as mudanças cibernéticas e climáticas, e as consequências da pandemia de coronavírus, que ainda é perceptível em algumas áreas.

Em resposta à alta inflação, os bancos centrais aumentaram suas taxas básicas, o que, por sua vez, pode impactar os balanços das (res)seguradoras como resultado da desvalorização dos títulos de juros fixos. O aumento das taxas de juros pode desencadear inicialmente um declínio nas bases de capital das (res)seguradoras e afetar sua capacidade, apesar de taxas mais altas terem um efeito positivo no poder de lucro no médio prazo.

A incerteza econômica é especialmente alta. Recentemente, os analistas tiveram que revisar repetidamente as previsões de crescimento para baixo e as previsões de inflação para cima. Como muitos institutos de pesquisa, a unidade de Pesquisa Econômica da Munich Re está trabalhando na suposição de que a zona do euro entrará em recessão neste inverno. Olhando para o ano de 2023 como um todo, o PIB a prazo real na zona do euro deverá estagnar. Uma desaceleração econômica significativa também está se aproximando nos EUA.

Uma preocupação ainda maior para as seguradoras no curto prazo é a inflação, que continuou a subir nos últimos meses – em alguns casos consideravelmente. Muitos mercados estão agora vendo as taxas de inflação atingirem seus níveis mais altos em 40 ou mesmo 50 anos. Na Europa, os preços estão sendo impulsionados principalmente pelos custos de energia e alimentos. Ainda assim, a situação na Europa é semelhante à já observada nos EUA: como os preços estão subindo de forma cada vez mais generalizada, o núcleo da inflação também está sendo forçado a subir. Para as seguradoras, a situação é agravada pelo fato de que as taxas de inflação para os principais componentes de perda, como custos de construção, são em muitos casos mais altas do que a inflação geral.

Todos esses fatores estão levando a um aumento constante da demanda por resseguro. Ao mesmo tempo, porém, as resseguradoras estão vendo suas bases de capital e, por extensão, sua capacidade declinar. “A Munique Re continua em uma posição financeiramente forte, com um índice de solvência que subiu para pouco mais de 250% no final de junho de 2022. Apesar da inflação, dos riscos em mudança e dos altos níveis gerais de incerteza, estamos prontos com nossa capacidade. O que é crucial é que garantimos, junto com nossos clientes, que todos esses desenvolvimentos sejam adequadamente cobertos na precificação”, disse Thomas Blunck, cujas responsabilidades no Conselho de Administração da Munich Re incluem a Divisão Europa/América Latina, à frente da Reunião de resseguros Baden-Baden.