HDI Seguros contrata Igor Di Beo como vice-presidente técnico da seguradora

axa Igor

A HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, apresenta Igor Di Beo como novo vice-presidente técnico da companhia e anuncia a saída de Mauricio Galian, que comandou a área pelos dois últimos anos.  

Graduado em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli – USP), Igor acumula 24 anos de experiência no mercado segurador e sua trajetória profissional é marcada por passagens em seguradoras, como AGF, Allianz e AXA. Durante todo esse período, o executivo teve atuação estratégica em áreas como subscrição de riscos, resseguros, gestão de riscos, controles internos e investimentos, entre outros. 

Na HDI, Igor será responsável pelas áreas de sinistros, jurídico e produtos não auto, focado na diversificação dos produtos, alinhado a estratégia de crescimento da companhia em ofertar mais produtos e serviços que atendam às necessidades dos corretores e clientes. 

“Chego animado e feliz pela oportunidade de integrar o time da HDI Seguros, principalmente, pelo momento especial e totalmente positivo que a companhia está vivenciando. Estou pronto e focado para contribuir com todo meu conhecimento e experiência para driblar os desafios, que fazem parte do negócio, e trazer soluções e inovação para o dia a dia. Tenho convicção de que essa fase será muito promissora e de muita evolução para continuarmos atendendo às necessidades dos nossos clientes e corretores, além de conquistar ainda mais espaço no mercado”, ressalta Igor. 

Ao Mauricio Galian, excelente profissional do mercado, a HDI deseja muito sucesso e toda sorte em seus novos projetos. Acompanhia agradece imensamente pelos dois anos em que vestiu a camisa da empresa, desempenhando sua função com muita dedicação e parceria, contribuindo de forma extraordinária para a HDI Seguros conquistar importantes resultados, por meio de projetos estratégicos e diversificação de nosso portfólio, que foram fundamentais para o crescimento da HDI.  

MetLife aumenta em 50% o volume de propostas fechadas por plataformas digitais na região Sul

Fonte: MetLife

Desde 2020 a MetLife intensificou os investimentos em tecnologia e digitalização para facilitar os processos e dar mais agilidade à contratação, transformando assim a experiência do cliente. Ao adotar plataformas únicas, a empresa também consegue levar um grande diferencial no suporte aos parceiros comerciais, trazendo agilidade e praticidade para o corretor de seguros. Em outubro deste ano a empresa registrou um aumento de 50% no volume de propostas fechadas nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, quando comparado ao mesmo período do ano passado, somente com estas iniciativas. 

Segundo a Gerente de Vendas para o Rio Grande do Sul, Gabriela Geesdorf, alguns motivos justificam este contínuo crescimento. “Nestes últimos dois anos, implementamos inovações  importantes para facilitar a vida do corretor, como  o Dashboard do Cotador, que é  uma ferramenta  que permite ao corretor fazer toda a gestão do seu negócio de forma rápida e intuitiva, com a geração de uma  cotação, por exemplo, em  até dois minutos. Um outro fator que identificamos como um ponto alto para nosso sucesso, foi a  disponibilização de uma conta corrente para corretor direto no portal,  onde o parceiro pode aumentar sua comissão, escolher agenciamento extra ou reduzir taxa em um unico click. Por fim, vale destacar os incentivos, uma vez que realizamos muitas campanhas ao longo do ano; entre prêmios e viagens tivemos  mais de 100 ganhadores só na região Sul em 2022”, comenta.

”O Sul é uma região muito importante para a MetLife e a adoção rápida das novas tecnologias reforçam nosso compromisso de desenvolver produtos e ferramentes que facilitem, cada vez mais, o dia a dia dos nossos corretores de seguros”, completa Bruno Ciolli, Diretor Comercial Regional Sul & Digital.  

Solfácil fecha parceria com a 180° Seguros para venda de apólice prestamista da seguradora Icatu

Mauro Levi D’Ancona

Fonte: 180 Seguros

A Solfácil, maior ecossistema de soluções solares do país, fechou parceria com a 180° Seguros, insurtech que atua no modelo B2B2C, para a venda de seguro prestamista, garantido pela Icatu Seguros. Com apenas 1 mês desde o lançamento do Seguro Prestamista Solfácil | Powered by 180° na Intersolar, a carteira já conta com mais de R$ 3 milhões em capital segurado. A expectativa é que continue a crescer de forma acelerada, uma vez que o seguro pode ser contratar durante a jornada de contratação de crédito.

“Desenvolvemos e personalizamos esse produto pensando na jornada do consumidor que busca esse apoio no momento de um financiamento, que é um compromisso financeiro importante. Nosso objetivo é oferecer tranquilidade e proteção quando o cliente mais precisa. A 180° é a única insurtech que, ao utilizar a estratégia do embedded insurance, provê essa oferta completa, com conexão única, faturamento, atendimento ao cliente e a comunicação integrada com a marca do parceiro de distribuição. Acreditamos que fintechs de crédito e outras empresas que provêm financiamento vão olhar cada vez mais para essa modalidade de crédito, não sendo restrito ao financiamento de placas solares”, explica Mauro Levi D’Ancona, CEO e cofundador da 180° Seguros.

Dentre as vantagens do Seguro Prestamista Solfácil, a principal proteção é a de perda de renda, válida para profissionais CLT e PJ, que prevê o pagamento de 3 parcelas do financiamento, respeitando o valor máximo de R$ 1.500/cada, se por algum motivo a renda do cliente for comprometida, como em situação de desemprego involuntário, por exemplo. Além disso, também disponibilizam a proteção com cobertura de morte, garantindo que o financiamento do projeto junto à Solfácil seja quitado, conforme o valor contratado pelo cliente. O seguro ainda garante o pagamento caso o segurado sofra um acidente que cause algum tipo de invalidez permanente total, ou seja, que o impeça de exercer sua atividade profissional novamente. 

O time de tecnologia da insurtech disponibilizou uma API (Interface de Programação de Aplicativos) com experiência personalizada e linguagem simplificada, através da qual é possível realizar a opção pelo seguro prestamista de forma imediata, na mesma jornada de contratação do financiamento, graças a uma estratégia de embedded insurance. Com apenas um botão, o integrador conhece sua comissão em tempo real e o cliente, que está financiando o sistema fotovoltaico, conta com um produto que protege suas finanças. Ao mesmo tempo, a plataforma permite que o time de vendas da Solfácil possa conferir os números de seguros fechados, sinistros, entre outros dados que trazem inteligência nas análises de performance do produto.

“Com essa parceria,  podemos oferecer tranquilidade para possível imprevisto de quem decide pelo financiamento na aquisição do sistema fotovoltaico e uma nova opção de serviço para o integrador, aprimorando a experiência do seu cliente e complementando assim a proposta de valor da Solfácil como um ecossistema parceiro. É uma possibilidade que nos permite viabilizar as melhores condições de mercado e estar à frente de qualquer situação que saia da rotina dos clientes finais e que trazem impacto à saúde do nosso negócio. A parceria com a 180º foi fundamental para o desenvolvimento estratégico e inteligente de um seguro que protege  toda a cadeia de energia solar”, explica Thomas Strakos, vice-presidente de Financiamento da Solfácil.

A insurtech avalia que, devido às mudanças de comportamento do consumidor, a maior cautela com investimentos financeiros e a crescente procura por seguro residencial, os produtos que envolvem a proteção para financiamento de projetos no ramo imobiliário e de construção civil podem ser uma excelente oportunidade para o setor de seguros, bem como para as fintechs do país, que podem entrar em contato com a 180° Seguros para conhecer todas as oportunidades.

Marcelo Rocha, diretor da Susep, destaca a autoregulação de corretores de seguros em webinar

Fonte: Susep

Num balanço do ano, Marcelo Rocha, responsável pela Coordenação-Geral de Regimes Especiais, Autorizações e Julgamentos (CGRAJ) e pela Coordenação-Geral de Grandes Riscos e Resseguros (CGRES) da Superintendência de Seguros Privados (Susep), destacou os principais normativos tratados este ano em relação à regulação:

1)   Revisão da Resolução CNSP n.º 422/21 – no que tange ao exercício de cargos em órgãos estatutários ou contratuais e à questão dos não-residentes.

2)   Minutas de circular de regimes especiais, de autorizações, de termo de ajustamento de conduta e de inquérito administrativo – em fase final de construção e previsão para lançamentos das respectivas consultas públicas ainda este ano. 

3)   Minuta de Resolução/Circular Susep – autorreguladoras e dos demais normativos que envolvem a atividade dos corretores de seguros, seja em função do “revisaço” determinado pelo Decreto 10.139/2019, ou pela superveniência da Lei nº 14.430/2022 que alterou diversos dispositivos da Lei nº 4.594/64 e do Decreto-Lei nº 73/66, no capítulo da corretagem.

“Merece um especial destaque a autorregulação do mercado de corretagem, introduzida no nosso ordenamento jurídico desde a edição da Lei Complementar nº 137/2010”, disse Marcelo Rocha. “A Susep dispõe, atualmente, cerca de 300 servidores, abnegados e comprometidos, mas que não conseguem dar conta da fiscalização dessa atividade, constituindo-se até mesmo numa impossibilidade prática de supervisão sobre os corretores de seguros”, justificou.

Nesse contexto, ele destacou a constante expansão dos mercados de seguros, de resseguros, de capitalização, de previdência complementar aberta e da própria corretagem; além da segmentação, que incentiva a criação e a entrada de novas empresas no setor; e, do sandbox regulatório, em que foram aprovados 30 projetos de seguradoras no ambiente experimental, algo em torno, no nascedouro, de 30% de novos participantes, levando em conta a quantidade atual de sociedades seguradoras autorizadas pela Susep. Recentemente, também, foi sancionada a lei que trata das sociedades seguradoras de propósito específico. “Isso tudo sem nos esquecermos da possibilidade de regulamentação das associações e cooperativas de autogestão”, frisou.

“Considerando os dados extraídos hoje, a CGRAJ analisou 1.281 atos societários, incluindo o sandbox. Houve redução de estoque de processos sancionadores de 191, em 31 de dezembro de 2021, para 143 agora”, destacou.

Pelo modelo de autorregulação previsto na Lei Complementar nº 137/2010, as entidades autorreguladoras são consideradas como “órgãos auxiliares da Susep”, operando sob supervisão desta. “Esse cenário, a nosso ver, permite melhoria tanto no ambiente regulatório do setor, quanto na fiscalização das operações realizadas pelos corretores de seguros”, avaliou. “Portanto, em relação aos corretores de seguros, a Susep, nesse aspecto, continua detendo as mesmas competências previstas no Decreto-Lei nº 73/66, mas pode contar com a importante atuação das entidades autorreguladoras, no processo fiscalizatório, de forma descentralizada”.

Segundo ele, atualmente, a Susep somente consegue atuar em face dos corretores de seguros através de processos administrativos sancionadores, decorrentes de denúncias, o que está longe de ser o ideal. “É necessário, portanto, que possamos aperfeiçoar a supervisão realizada pela Susep desse contingente de corretores de seguros, por meio da instituição legal e efetiva de mecanismo auxiliar da autarquia, o que, inclusive, pode incentivar os pedidos de autorizações de entidades autorreguladoras junto à Susep”.

O diretor Marcelo Rocha também abordou o trabalho da CGRES, que tem entre suas competências regular os seguros de grandes riscos dos grupos de ramos de petróleo, marítimos, aeronáuticos e nucleares; os seguros dos grupos de ramos rural, transportes, financeiros e responsabilidades, ainda que não enquadrados como grandes riscos; as operações de resseguro e retrocessão; a emissão de seguros em moeda estrangeira; a contratação de seguros no exterior e as operações com não-residentes. Ele apontou os principais normativos tratados este ano:

1)   Seguro Garantia/ Circular Susep 662/22 – o texto final foi resultado de dois anos de estudos e debates entre servidores da Susep, representantes do mercado supervisionado, além de órgãos da administração pública que, na qualidade de segurados, forneceram elementos importantes para construção de uma proposta equilibrada e capaz de atender aos anseios das partes envolvidas. “Em respeito ao novo marco regulatório do seguro garantia, a CGRES vem prestando constantemente esclarecimentos ao mercado e a diversos órgãos públicos”, disse.

2)   Normas de resseguro – a Consulta Pública nº 9/22 dispõe sobre as operações de cessão e aceitação de resseguro e retrocessão e sua intermediação, as operações de cosseguro, as operações em moeda estrangeira e as contratações de seguro no exterior. Finalizadas as análises técnicas e, atualmente, o normativo encontra-se em análise na procuradoria-federal da Susep, visando posterior submissão ao Conselho Diretor da autarquia e ao CNSP. A Circular Susep correspondente encontra-se em Consulta Pública até o dia 08 de dezembro de 2022. “Entre os pontos de melhoria que constam dessa norma, vale salientar a mudança na regra vigente do limite de cessão global que precisa ser observado por seguradoras e resseguradores locais. Passa-se a adotar uma abordagem mais principiológica, com ênfase na avaliação qualitativa dos programas de resseguro adotados pelas supervisionadas, em substituição ao limite fixo de cessão”, explicou.

Em parceria com app Zapay, segurados da MAPFRE podem regularizar débitos do veículo com mais facilidade

mapfre seguros

Fonte: Mapfre

O programa de relacionamento Club MAPFRE traz para os clientes um novo benefício. Por meio da parceria com a Zapay, é possível consultar e quitar de forma rápida e online as despesas dos veículos, incluindo consulta e pagamento de IPVA, multas, licenciamento e DPVAT. A parceria também permite que clientes Club MAPFRE possam parcelar tudo em até 12x sem juros no cartão de crédito.

Temos como objetivo sempre oferecer a melhor jornada para o cliente e disponibilizar serviços e facilidades que agilizam e simplificam o dia a dia. A parceria com a Zapay é mais um passo para seguirmos nessa missão”, aponta Jacqueline Izabel Gomes da Silva, diretora de Marketing, Clientes e Inteligência Comercial da MAPFRE.Oficialmente credenciada ao Senatran e aos Detrans de todo o país, a Zapay garante segurança e credibilidade em todo o processo, o que torna a jornada do usuário mais ágil, fácil e com menos burocracia. É preciso apenas inserir a placa do veículo para ter acesso a todos os seus débitos e, se desejar, realizar os respectivos pagamentos. Considerado altamente seguro e com as melhores experiências ao usuário, o aplicativo Zapay possui a mais alta classificação reputacional do Reclame AQUI, o Selo RA1000.

“Sabemos que os brasileiros são apaixonados por carros, por isso, buscamos uma solução que pudesse simplificar o acesso e o pagamento de débitos de veículos. Com nossa rede de parceiros, mais de 6,6 milhões de pessoas puderam fazer isso não só do seu computador, mas também da palma da sua mão ou até do painel do seu carro”, afirma Victor Mahon, CBO da Zapay.

Europ Assistance apresenta planos para atender clientes durante a Copa do Mundo de Futebol

A Copa do Mundo de Futebol já começou, mas muito antes da bola rolar no Qatar, as empresas de assistência e seguro ao viajante já estavam em campo, se preparando para garantir o atendimento aos milhares de turistas que iriam ao país ao longo de todo o torneio.

Uma das primeiras coisas que foram feitas foi uma auditoria nas unidades integrantes da rede no Qatar e uma aproximação com os hospitais para que não aconteçam problemas de comunicação nos momentos de emergência. Para minimizar riscos, especialmente no que diz respeito a comunicação entre as diversas equipes, a multinacional – pioneira em serviços de assistência e uma das maiores nesse segmento – contratou um agente local para realizar todas as operações.

Em paralelo, também foi criado um grupo na plataforma TEAMs, para todas as unidades da Europ Assistance no mundo, postarem os seus que necessitem de atenções complexas e/ou prioritárias – com o objetivo de agilizar o compartilhamento rápido de informações sobre leitos e facilitar a atuação por parte da holding ou até mesmo de equipe local.

“Sempre que acontecem eventos de grande magnitude, onde há grande aglomeração de pessoas, como é o caso deste torneio, a primeira preocupação é que todos os nossos clientes possam ser atendidos de forma satisfatória, para isso, necessitamos garantir ampla rede de hospitais e clínicas”, explica Gabriel Rego, Head Travel Brasil, da Europ Assistance.

Com esse objetivo, de acordo com o executivo, o Catar anunciou a disponibilização gratuita de cuidados de saúde essenciais em quatro hospitais públicos gerenciados pela rede Hamad Medical Corporation (HCM) para os portadores da identificação do torneio conhecida como Havya Card (comprovante que estão no país para o evento).

“O cuidado com a oferta de leitos é sempre importante, mas com base na nossa experiência, os sinistros mais solicitados nas altas temporadas de viagem são assistência médica, repatriação sanitária e despesas odontológicas. Então, com base nesse histórico, focamos primeiro em garantir que essas demandas serão prontamente atendidas”, explicou.

O passo seguinte foi trabalhar para minimizar os efeitos de ocorrências mais comuns que não tem relação diretamente com área médica. “Nesse caso, estão o extravio de bagagem, atraso de voo, serviço de concierge, entre outros”, completou.

Ainda segundo Gabriel, outra preocupação constante ao longo de todo o torneio será a conscientização dos clientes quanto ao respeito aos costumes locais e regras que precisam ser obedecidos pelos turistas que estiverem no país. “inclusive uma das coberturas que disponibilizamos é a antecipação de fundos para fianças, que pode ser muito importante no caso do viajante cometer alguma infração lá no Qatar, além da assistência jurídica”, destacou Gabriel.

Por fim, o executivo lembrou ainda que aqueles que não puderam ir ao Qatar acompanhar a Copa do Mundo, seguem sendo atendidos normalmente pela companhia nas outras linhas em que ela atua como Auto, Residencial e Lar & Família.

“Para quem ficou no Brasil, seguimos apoiando de outras formas, seja auxiliando o motorista que não conseguiu chegar ao seu destino; prestando serviços de assistência para instalação de uma TV na parede da casa; ou mesmo ofertando dicas de assistência nutricional para um cardápio mais equilibrado para o seu dia a dia, por exemplo”.

Hospitais questionam compra da SulAmérica pela Rede D’Or no Cade

A Rede D’Or informou, em comunicado ao mercado, que outros players do setor de saúde entraram com um recurso no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a decisão da superintendência do órgão que aprovou, sem ressalvas, a compra da Sul América neste mês. 

“A Companhia manterá seus acionistas e o mercado informados sobre as etapas relevantes relacionadas à consumação da Operação, inclusive no que diz respeito às decisões finais eventualmente proferidas pelas autoridades governamentais competentes, na forma da lei e da regulamentação da CVM”, diz o comunicado.

O recurso é movido por um grupo chamado tecnicamente de “terceiros habilitados”, ou seja, que estão aptos a contestar a operação. Como mostrou o colunista do GLOBO Lauro Jardim, esse recurso para reavaliação da compra foi feito pelo Hospital Sírio-Libanês, Albert Einstein, Mater Dei, AC Camargo, Hospital Oswaldo Cruz, Supermed, Benevix, Beneficência Portuguesa (SP) e o Hospital do Coração (SP). O Bradesco e a Beneficência Portuguesa de Pernambuco não se habilitaram dentro do prazo para tentar contestar a operação. 

Em fevereiro, a Rede D’Or havia comprado a Sul América Seguros, maior seguradora independente do Brasil. A operação foi autorizada pelo secretário-geral do Cade, Alexandre Barreto, no início de novembro.

É preciso dar prioridade para a convivência positiva entre gerações, reforça Fórum Internacional da Longevidade

Alexandre Kalache no Forum Internacional da Longevidade 2022

É preciso dar prioridade para a convivência positiva entre gerações partir de abordagens que impactam toda a sociedade. Este foi um dos principais recados dados por especialistas como Alexandre Kalache, médico, gerontólogo e presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, e Karla Giacomin, médica geriatra e ex-presidente do CNDI – Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, no Fórum Internacional da Longevidade (edição acadêmica – sob gestão do ILC BR – International Longevity Centre Brazil), realizado na última quarta-feira, dia 23, na sede do Grupo Bradesco Seguros, no Rio de Janeiro.

“Esta edição do fórum teve, como fio condutor, talvez a coisa mais importante no nosso país hoje, que é a harmonia entre gerações. O Brasil está em um processo de envelhecimento muito rápido. Vamos estar entre os três países que mais rapidamente envelhecerão até o ano 2050. O que fizemos, neste encontro, foi mostrar a harmonia intergeracional na arte, na cultura, na ciência, na educação, na saúde, na família, na cidade onde as pessoas vivem. E trouxemos, no final, a harmonia que transcende as gerações que estão aqui, com a questão da ancestralidade tão bem representada por Conceição Evaristo”, conta Alexandre Kalache, responsável pela curadoria do Fórum Internacional da Longevidade, que teve apoio da Bradesco Saúde e Bradesco Vida e Previdência.

Entre os palestrantes, destacam-se as presenças renomadas da linguista e escritora Conceição Evaristo, no painel sobre Ancestralidade, e do bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo, na conversa sobre Arte. Segmentos como Sociedade, LGBTQIA+60, Trabalho e Saúde também foram contemplados pelo debate.

“Nós, do Grupo Bradesco Seguros, temos muito orgulho de apoiar há mais de 10 anos Fóruns para debater sobre o tema Longevidade, o que reforça os pilares de prevenção e cuidado integral como catalisadores para uma nova consciência. A longevidade é um tema de hoje na construção de um futuro de qualidade e com saúde. Os diálogos deste ano promoveram encontros únicos trazendo a intergeracionalidade e o legado de cada geração para a transformação da sociedade”, afirma Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do grupo Bradesco Seguros.

Varejo fecha parcerias com seguradoras na Black Friday 

Para oferecer a melhor experiência de compra ao consumidor, a Via, dona das marcas Casas Bahia, Ponto e Extra.com.br, investe em parcerias com o mercado de seguros. A novidade é que a empresa acaba de se unir às seguradoras Zurich e Assurant para atender às demandas da Black Friday de 2022.

Os clientes da Casas Bahia e do Ponto terão garantia estendida “Compre 24 e leve 36 meses” em todas as categorias de mercadorias elegíveis. A ação é com a seguradora Zurich e vale para compras até 28/11.

Já o cliente do Extra que adquirir a garantia estendida original para celular ou refrigerador (com exceção da linha side), também terá a cobertura do seguro da Assurant por 36 meses, mas pagará apenas 24 meses. A condição é assegurada pela Assurant e faz parte das ações promocionais da companhia para a Black Friday que estará vigente até dia 28/11.

“Podemos dizer que a abrangência da promoção é o grande diferencial da Via para atender os consumidores no que diz respeito à garantia dos produtos que são comprados. Isso porque, atualmente, o mercado disponibiliza ofertas apenas para categorias muito específicas”, explica Rafael Rocha, gerente executivo de Seguros, Serviços Financeiros e Meios de Pagamento da Via.

Embora a Black Friday seja o foco no momento, vale ressaltar que a Via já oferece os benefícios de garantia estendida e com grande variedade de produtos. Por exemplo, graças a uma parceria com a Mapfre, o cliente da Via encontra o melhor custo-benefício quando o assunto é proteção de casa e assistência de auto e moto. Até o dia 30 de novembro, os seus clientes podem adquirir o plano prata pelo valor do bronze, equivalente a apenas R$ 124,00 por mês.

E para os consumidores que pretendem comprar um celular com a tecnologia 5G ainda neste ano, nas redes Casas Bahia e Ponto é possível encontrar o Fique Seguro de até 6 meses da Zurich. O cliente que contratar o plano Fique Seguro 5G de 12 meses ganha mais três de vigência e para quem contratar o de 24 meses ganha mais seis.

“Buscamos essas parcerias para entregar aos brasileiros a maior pluralidade de cobertura com preços acessíveis e planos personalizados. É assim que Via procura ajudar seus clientes com soluções para facilitar seu dia a dia.”, conclui Rocha.

Seguros: principais tendências que impulsionam a atividade de acidentes marítimos

seguro marítimo Allianz

Fonte: AGCS

Incêndios e explosões causam os mais caros sinistros de seguros na indústria naval, enquanto em um momento de aumento de exposição e inflação, os danos à carga são a causa mais frequente de perdas, de acordo com a Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS). A seguradora marítima e de cargas analisou mais de 240.000 sinistros do setor de seguros marítimos em todo o mundo entre janeiro de 2017 e dezembro de 2021, no valor aproximado de 9,2 bilhões de euros, e identificou uma série de sinistros e tendências de risco que estão impulsionando uma grande atividade de perdas no setor. A inflação é outra preocupação chave para as seguradoras marítimas e seus segurados, pois os recentes aumentos nos valores de navios e cargas significam que as perdas e reparos estão se tornando mais caros quando as coisas dão errado. 

“O número de incêndios a bordo de grandes embarcações aumentou significativamente nos últimos anos, com uma série de incidentes envolvendo carga, que podem facilmente levar à perda total de uma embarcação ou a danos ambientais”, diz Régis Broudin, Diretor Global de Sinistros Marítimos da AGCS. “Ao mesmo tempo, o setor naval também está tendo que lidar com muitos outros desafios, incluindo um número crescente de cenários de ruptura, problemas na cadeia de abastecimento, inflação, membros da tripulação com muitas horas no mar, perdas e danos crescentes devido a eventos climáticos extremos, implementação de novas tecnologias e combustíveis de baixo carbono, bem como a invasão russa da Ucrânia”. 

Os incêndios representaram 18% do valor dos sinistros marítimos analisados (equivalente a cerca de 1,65 bilhões de euros) em comparação com 13% por um período de cinco anos que terminou em julho de 2018. Um fator que contribui para este aumento do risco de incêndio a bordo dos navios é muitas vezes a declaração incorreta/não declarada de cargas perigosas, enquanto um recente aumento nos incêndios na casa das máquinas pode revelar algum risco subjacente em torno da habilidade da tripulação. Os perigos potenciais que o transporte de baterias de íons de lítio em embarcações representam apenas aumentam essas preocupações, com a AGCS já tendo visto uma série de incidentes. Um relatório da seguradora destaca uma lista completa de medidas de prevenção de perdas a serem consideradas aqui[1].

Inflação elevando os valores das embarcações, cargas e reparos em uma época de exposições crescentes

Com muitos países vendo taxas em torno de 10%, a inflação está agravando as tendências existentes, levando a uma maior severidade dos sinistros. O aumento dos preços do aço, das peças de reposição e da mão-de-obra são fatores que contribuem para o aumento do custo do reparo do casco e dos sinistros por quebra de máquinas. 

Além disso, o valor tanto dos navios quanto da carga tem aumentado em um momento de exposição crescente associada a navios maiores, o maior dos quais pode transportar 20.000 contêineres de uma só vez. O valor combinado da frota comercial global aumentou 26% para US$ 1,2 bilhão em 2021[2] enquanto o valor médio dos embarques de contêineres também tem aumentado com mais mercadorias de alto valor, tais como produtos eletrônicos e farmacêuticos. Não é raro ver um contêiner avaliado em US$ 50 milhões ou mais para produtos farmacêuticos de alto valor. 

A mercadoria danificada, incluindo a carga, é a principal causa de sinistros de seguros marítimos por frequência, e a terceira maior por valor, mostra a análise da AGCS. Os mais comuns são danos físicos, normalmente causados por manuseio, armazenagem e embalagem inadequados. Entretanto, nos últimos anos também houve uma série de sinistros de roubo de alto valor e variação de temperatura – esta última pode ter um impacto especial sobre os produtos farmacêuticos. O roubo é a terceira causa mais freqüente com criminosos que visam produtos eletrônicos de consumo e mercadorias de alto valor, como o cobre. A carga é normalmente roubada de portos, armazéns ou durante o trânsito. O recente boom no transporte de contêineres também afetou os sinistros de carga com uma escassez global, tendo resultado em que contêineres abaixo das normas e danificad os voltaram a ser utilizados, resultando em perdas. 

“O risco de roubo e danos a cargas de alto valor precisa ser tratado com medidas adicionais de mitigação de risco, tais como rastreadores GPS e sensores que fornecem monitoramento em tempo real da posição, temperatura, choque de umidade e luz e aberturas de portas, por exemplo”, diz o Capitão Rahul Khanna, Diretor Global de Consultoria de Risco Marine da AGCS. “Ao mesmo tempo, os juros da carga precisam vigiar de perto os valores segurados. Os clientes podem precisar ajustar seus limites de seguro e de apólice, ou correm o risco de estarem com seguro abaixo do valor normal – já vimos sinistros de cargas de contêineres de alto valor onde os juros da carga estavam com seguro abaixo dos $20mn”. 

A AGCS também identifica uma série de tendências de risco na análise que provavelmente terão impacto na atividade de perda no setor marinho – tanto hoje como no futuro: 

·  As fontes de interrupção continuam a aumentar: Nos últimos anos, uma série de incidentes marítimos, catástrofes naturais, ciberataques e a pandemia de Covid-19 causam grandes atrasos no transporte marítimo e nos portos. Outras perturbações também foram causadas pelo congestionamento, escassez de mão de obra e limitação da capacidade dos contêineres. Há também maiores concentrações de risco de carga a bordo de grandes navios porta-contêineres e nos principais portos, portanto qualquer incidente tem o potencial de afetar simultaneamente grandes volumes de carga e empresas. 

·  As pressões comerciais já são um fator que contribui em muitas perdas que resultaram de más decisões. Com a pressão sobre os navios e a tripulação atualmente alta, a realidade é que alguns podem ser tentados a ignorar questões ou tomar atalhos, o que poderia resultar em perdas. 

·  A mudança climática está afetando cada vez mais os sinistros marítimos: As catástrofes naturais já são a quinta maior causa de sinistros marítimos, pela freqüência e gravidade, de acordo com a análise da AGCS. O clima extremo foi um fator que contribuiu em pelo menos 25% das 54 perdas totais de embarcações relatadas somente em 2021, enquanto que a seca na Europa durante 2022 novamente causou grandes perturbações no transporte marítimo no Reno. Nos Estados Unidos, as vias fluviais ao redor do rio Mississippi caíram para níveis não vistos durante décadas, impactando o transporte global de culturas como grãos. 

·  É necessária uma abordagem mais sustentável e mais verde no setor marítimo, mas ela vem com riscos:

Os esforços para descarbonizar a indústria naval, que é um dos principais contribuintes para as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE), também terão impacto sobre os sinistros futuros. A redução dos GEE exige que a indústria naval desenvolva formas mais sustentáveis de propulsão e novos projetos de embarcações e que utilize combustíveis alternativos. Por mais que a introdução de novas tecnologias e práticas de trabalho seja necessária para se mudar para um mundo de baixo carbono, isso pode resultar em conseqüências inesperadas – as seguradoras já viram uma série de avarias de máquinas e sinistros de combustíveis contaminados relacionados à introdução de óleo combustível com baixo teor de enxofre nos últimos anos como parte da mudança para reduzir as emissões de óxido de enxo fre. A quebra de maquinário já é a quarta maior causa de sinistros por freqüência e valor. 

·  Impacto da invasão da Rússia na Ucrânia: A indústria naval foi afetada com a perda de vidas e navios no Mar Negro, navios presos em portos ucranianos bloqueados e a crescente carga de sanções. Embora a assinatura da Iniciativa “Grãos do Mar Negro” em julho de 2022 tenha permitido que alguns navios presos em portos saíssem da zona de conflito, outros permanecem. O valor total dessas embarcações presas não é claro, mas os relatórios do setor estimam que poderia chegar a US$ 1 bilhão. Sob algumas apólices de seguro de casco e carga marítima, uma parte segurada pode ser capaz de reclamar uma perda total após um tempo específico desde que a embarcação/carga ficou bloqueada ou presa.