Betterfly e Icatu levam água potável para 1,2 mil moradores de comunidades ribeirinhas na Amazônia

Fonte: Icatu

A Betterfly, plataforma de benefícios corporativos que integra bem-estar, proteção financeira e impacto social, e a Icatu, seguradora brasileira líder entre as independentes em Seguros de Vida, Previdência, Capitalização e Investimentos, anunciam a entrega de 300 filtros de água feita para famílias ribeirinhas que vivem à margem dos rios Amazonas e Tapajós. A doação beneficia mais de 1.200 pessoas na região amazônica e contou com a parceria das ONGs WATERisLIFE e Saúde & Alegria. A iniciativa é parte de uma doação de mil filtros de balde, realizada no início das operações da Betterfly no Brasil. No primeiro semestre deste ano, foram distribuídos 700 filtros de balde para comunidades no interior de Recife.

O filtro de balde é uma tecnologia social que permite que as famílias tenham, muitas delas pela primeira vez, acesso à água potável. Cada filtro proporciona água limpa para núcleos familiares com, em média, 4 pessoas. O sistema de filtragem  é simples: um balde de 20 litros precisa estar posicionado em uma elevação, por conta da gravidade; a água passa por uma mangueira de silicone acoplada ao balde; percorre um caminho até o filtro e sai, pura (livre de vírus e bactérias), para consumo imediato. O kit acompanha uma seringa para limpeza no modo backflush –  quando os equipamentos possibilitam a limpeza automática dos elementos filtrantes internos, sem interromper a continuidade do processo de filtragem – que deve ser feito diariamente. Isso permite que o equipamento possa ter uma vida útil de longa duração. 

“Convidamos colaboradores e clientes da Betterfly para participarem desta entrega de filtros de balde, para que vivenciassem, na prática, experiências reais de voluntariado. É uma forma de conectar com o propósito gerador da Betterfly, a oportunidade de ser um agente de mudança e tangibilizar o impacto que geramos por meio das doações em nosso aplicativo. Temos certeza que foi um momento valioso e transformador para todos os envolvidos na iniciativa”, afirma Gabriela Bardavid, NGO’s Leader da Betterfly.

A WATERisLIFE é uma organização humanitária internacional, parceira da Betterfly desde sua fundação, em 2018, e atua na distribuição de água potável para comunidades vulneráveis em mais de 50 países do mundo. Ao todo, Betterfly já doou, por meio da WisL, mais de 250 mil litros de água potável. 

“O impacto dos filtros na vida dessas famílias é imensurável, principalmente, em aspectos como a saúde, higiene pessoal e no trato de alimentos para consumo, sendo um grande benefício, principalmente, para as crianças. Água potável é um direito de todo cidadão e queremos proporcionar isso”, afirma Baruc Venditto, diretor da WATERisLIFE na América do Sul.

Experiência imersiva 

A proposta de proporcionar oportunidade a mais pessoas de viverem o efeito betterfly na prática foi, de fato, impactante para os dois lados, para quem recebeu e para quem doou:

“Participar da entrega dos filtros concretiza a experiência da Betterfly, transforma em realidade o ‘game’ de acumular e doar as moedas do aplicativo. Vivenciar uma realidade tão diferente da nossa, que vmos a água limpa sair da torneira sem restrições, nos estimula a querer ajudar cada vez mais. A Imersão Amazônia foi mesmo uma experiência incrível”, afirma Telma Silva, gerente de Comunicação Interna da Icatu Seguros.

Para despertar mais ainda o senso de pertencimento e o impacto de nossas pequenas ações no dia a dia, um grupo de diversas áreas da Betterfly participou da imersão. 

“Foi indescritível poder proporcionar essa experiência única ao nosso time de colaboradores. Pudemos ver na prática a mudança na vida dessas famílias, por meio das nossas doações, e perceber que exercitar nossa humanidade causa um impacto social tão grande. A ideia é que outros participem de futuras ações e vejam como é uma via de dois lados, todos felizes ao fim da missão”, finaliza Virgínia Vairo, head de Pessoas e Cultura da Betterfly.

Rede D’Or tem 10 dias para se pronunciar sobre os recursos do Cade na fusão com a SulAmérica

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) acolheu nove recursos apresentados por concorrentes contra a decisão da superintendência-geral da autarquia que aprovou a fusão entre Rede D’Or e Sulamérica.

Em despacho assinado pelo conselheiro-relator Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann, o Cade acolheu os recursos de Hospital Oswaldo Cruz, Supermed, Benevix, Hcor, HSL, AC Camargo, Hospital Albert Einstein, Beneficência Portuguesa e Mater Dei contra a operação.

Entre as alegações dos concorrentes estão uma possível concentração elevada no setor de saúde em algumas cidades, aumento das barreiras à entrada nos mercados afetados pela operação, conflitos de interesses e troca de informações concorrencialmente sensíveis.

A Rede D’Or tem 10 dias para se pronunciar sobre os recursos antes de seguir com o processo. O prazo para a decisão final do Cade é de 240 dias, contados a partir do início do processo em junho de 2022. O ato de concentração ainda está pendente de aprovação, com prazo ainda nebuloso, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Banco Central (BC).

Famílias perderão um décimo de sua riqueza, revela estudo da Allianz

A Allianz divulgou a 13ª edição do seu Relatório de Riqueza Global (“Global Wealth Report”), que examina em detalhe a situação dos ativos e das dívidas das famílias em quase 60 países.

Em retrospectiva, 2021 pode ter sido o último ano do velho “novo normal”, com mercados de ações em franca ascensão, impulsionados pela política monetária. As famílias foram amplamente beneficiadas: pelo terceiro ano consecutivo, os ativos financeiros1 globais cresceram dois dígitos em 2021, atingindo 233 trilhões de euros (+10,4%). Nos últimos três anos, a riqueza privada deu um aumento impressionante de 60 trilhões de euros – o que equivale a adicionar duas zonas do euro ao montante das finanças globais.

Três regiões se sobressaíram no crescimento de ativos: Ásia, excluindo Japão (+11,3%), Europa Oriental (12,2%) e América do Norte (+12,5%) – tal como nos dois anos anteriores, a região mais rica do mundo – com ativos financeiros brutos per capita no valor de 294.240 euros contra uma média global de 41.980 euros – atingiu taxas de crescimento semelhantes às dos mercados emergentes. Por outro lado, a Europa Ocidental (109.340 euros) comportou-se mais como uma região madura e rica, com um crescimento de 6,7%.

O principal propulsor do crescimento foi o boom do mercado de ações, contribuindo com cerca de dois terços para o crescimento da riqueza em 2021 e impulsionando os títulos como classe de ativos (+15,2%). As novas poupanças, no entanto, também permaneceram elevadas. Apesar da redução de cerca de 19% em 2021, com 4,8 trilhões de euros, elas ainda permaneceram 40% acima do nível observado em 2019. A composição da poupança também mudou, embora apenas ligeiramente: a participação dos depósitos bancários caiu para 63,2%, mas ainda assim continuou sendo de longe a classe de ativos preferida dos poupadores; por outro lado, os títulos, assim como os seguros e previdências privadas, ganharam uma posição mais favorecida entre os poupadores, mas suas participações nas novas poupanças foram muito menores, com 15,1% e 17,4%, respectivamente. Refletindo essa dinâmica, os depósitos bancários mundiais cresceram “apenas” 8,6% em 2021, ainda assim o segundo maior aumento já registrado (após o salto de 12,5% em 2020). Já os ativos de seguros e fundos de pensão apresentaram uma evolução bem mais fraca, subindo 5,7%.

Ponto crítico

O ano de 2022 marca um momento de virada. A guerra na Ucrânia sufocou a recuperação pós-covid-19 e virou o mundo de cabeça para baixo: inflação galopante, escassez de energia e alimentos e o aperto monetário pressionando economias e mercados. A riqueza das famílias sentirá essa retração. Os ativos financeiros globais deverão recuar mais de 2% em 2022, sendo essa a primeira destruição significativa da riqueza financeira desde a grande crise financeira em 2008. Em termos reais, as famílias perderão um décimo de sua riqueza. Mas, em contraste com o a grande crise de 2008, que foi seguida por uma retomada relativamente rápida, desta vez as perspectivas no médio prazo também são bastante sombrias: o crescimento nominal médio dos ativos financeiros deve ficar na casa dos 4,6% até 2025, em comparação com os 10,4% dos três anos anteriores.

“2021 encerra uma era”, declarou Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Os últimos três anos não foram nada menos que extraordinários. Foi um período de calmaria para a maioria dos poupadores. Não apenas 2022, mas os próximos anos serão diferentes. A crise do custo de vida põe à prova o contrato social. Os formuladores de políticas enfrentam o imenso desafio de superar a crise energética, garantir a transformação verde e estimular o crescimento, ao mesmo tempo em que a política monetária pisa com força no freio. Não há mais espaço para erros na política. A chave para o sucesso são medidas inovadoras e direcionadas a nível nacional, e a unidade da Europa em nível supranacional.”

A volta da dívida

No final de 2021, a dívida global das famílias era de 52 trilhões de euros. O aumento anual, de +7,6%, superou amplamente a média de longo prazo, de +4,6%, e o crescimento de 2020 de +5,5%. A última vez que se registrou um crescimento acima disso foi em 2006, bem antes da grande crise financeira global. No entanto, devido ao aumento acentuado da produção nominal, o rácio da dívida global (a proporção dos passivos expressos como percentagem do PIB) chegou a recuar para 68,9% (2020: 70,5%). A alocação geográfica da dívida mudou desde a última crise. Enquanto a participação dos mercados avançados segue em declínio – a participação dos EUA, por exemplo, caiu dez pontos percentuais, indo para 31% desde a grande crise –, as economias emergentes respondem por uma parcela cada vez maior da dívida global, principalmente a Ásia (excluindo o Japão), cuja participação mais do que dobrou na última década, elevando-se a 27,6%. “O aumento acentuado da dívida logo no início de uma recessão global é preocupante”, disse Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “Nos mercados emergentes, a dívida das famílias na última década aumentou com taxas de crescimento de dois dígitos, o que é mais de cinco vezes a velocidade observada nas economias avançadas. Ainda assim, os níveis gerais de endividamento parecem administráveis, porém, devido aos fortes ventos contrários que esses mercados estão enfrentando em termos estruturais, há uma ameaça real de uma crise da dívida.”


A mordida da inflação

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras aumentaram 9,4% em 2021, atingindo 2,6 trilhões de euros, o aumento mais modesto desde a crise financeira e bem abaixo da média de 15,6% dos últimos dez anos. A razão para esse desempenho abaixo do esperado se deve à inflação: a renda disponível das famílias brasileiras deu sinais de enfraquecimento alguns meses antes de começar a morder os bolsos dos mercados avançados. Como consequência, o Banco Central brasileiro começou a aumentar agressivamente as taxas de juros desde 2021. Como resultado, vimos os depósitos crescerem meros 2,4% no ano passado (comparado com o CAGR ou taxa de crescimento anual composto de 10,5% em dez anos). Os ativos de seguros e previdências privadas também sofreram, com um magro crescimento de 3,3% (contra uma média de longo prazo de 10,6%). Por outro lado, o crescimento dos títulos registrou robustos 12,6%. No entanto, o passivo registrou aumento de 21% no Brasil, colocando sobre as costas das famílias um ônus de 650 bilhões de euros – com uma taxa Selic de 13,8%, o serviço da dívida será um desafio no atual clima econômico. Mesmo assim, a riqueza líquida das famílias brasileiras cresceu 6%, atingindo 1,9 trilhão de euros. Com ativos financeiros líquidos per capita de 8.940 euros, o Brasil caiu um degrau, passando à 40ª posição no nosso ranking dos 20 países mais ricos (ativos financeiros per capita, ver tabela).

Valor Econômico divulga Guia de Previdência elaborado em parceria com a FGV

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O Valor traz especial de Previdencia Privada, com 19 matérias que trazem informações diversificas para o leitor. O ano de 2022 foi positivo para a renda fixa, beneficiando os participantes de VGBLs e PGBLs, que, em sua maioria, investem nesse tipo de ativo. Os juros básicos da economia subiram de 9,25% em janeiro para os atuais 13,75% ao ano, elevando a rentabilidade dos fundos que compram títulos públicos e privados. Os rendimentos mais altos desincentivaram os investidores a correr riscos, revertendo o processo de diversificação das aplicações.

Leia no portal do Valor as matérias na íntegra. Aberto para assinantes.

Queda na renda – Queda na renda continua a afetar captação dos planos, traz o especial do Valor. Neste ano, até setembro, a captação líquida dos fundos VGBL e PGBL está positiva em R$ 24,5 bilhões, mas estagnada em relação ao ano passado.

Open Finance – Com o início do open finance, conquistar a atenção do cliente é um dos maiores desafios das seguradoras, principalmente as que se dedicam à gestão dos planos de aposentadoria. Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, ressalta as oportunidades, que incluem a facilitação de comparação dos produtos, incentivo para construção do relacionamento digital e maior competição entre as empresas. Porém, destaca que os desafios para essa implantação incluem um escopo excessivamente abrangente de produtos de seguros, fundos de previdência e capitalização.

Seguro de vida – Mesmo com a covid-19 voltando a assombrar o mundo desde outubro, as tendências para 2023 na indústria de seguros de vida são otimistas. À medida que a recuperação econômica avança, os analistas do setor preveem um aumento nas vendas de apólices e uma redução nos pagamentos de indenizações por conta da vacinação. Além disso, as vendas on-line devem as vendas on-line devem ter um papel significativo nos próximos anos.

Diversificação – Pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que a participação dos fundos de renda fixa nas carteiras de previdência caiu de 91%, em 2018, para 72,6%, em 2021. Em 2022, porém, subiu para 74% e, no período de três meses até outubro, voltou a se movimentar, só que desta vez rumo aos multimercados. Hoje eles são responsáveis por 41% das novas captações. 

Competição. Maior concorrência incentiva parcerias e uso de tecnologia. Juntas, XP, BTG e Icatu levaram mais de R$ 20 bi dos clientes das maiores de janeiro a setembro.

Especialistas – Os pesquisadores do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGVcef) a criar uma nova categoria na edição de 2022 do “Guia de Previdência Valor/FGV”: as gestoras especialistas. Essas empresas têm cinco ou mais fundos considerados estrelados pelo ranking. Foram analisados cerca de 900 fundos que pertencem a planos individuais, com PL acima de R$ 1 bilhão. 

Bancos. Fundos multimercados de grandes bancos privados dominam Top 10. As gestoras dos três principais bancos privados lideram o ranking dos mais rentáveis no curto e longo prazo.

Integridade, rentabilidade e crescimento são as prioridades da Liberty Brasil

Liberty Seguros Daniela

O cenário econômico incerto, com uma polaridade política, mudanças climáticas que aumentam inundações, inflação que exige um esforço extra para as seguradoras de automóveis, como a Liberty Seguros, não são mais as únicas variáveis para a gestão de uma empresa. “Integridade, rentabilidade e crescimento são as prioridades do grupo”, diz Daniela Bouissou, diretora de transformação da subsidiária brasileira de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos. 

Para Daniela, de 49 anos, sendo 18 meses deles na seguradora, a flexibilização, a colaboração, o maior fortalecimento da diversidade, a criatividade e a inovação são fatores essenciais para que as empresas se mantenham integras, rentáveis, competitivas e em crescimento contínuo. Com esta filosofia em prática, agarrada a responsabilidades sociais, ambientais e de governança além da própria cerca, a Liberty Seguros se destaca quando o assunto é o S, da sigla ESG. 

Segundo a ginecologista obstetra, que chegou a fazer 500 partos antes de trocar a medicina por cargos estratégicos em transformação de empresas, o mundo passou por transformações nos últimos três anos, com a pandemia e o confinamento social. “O setor de seguros é um dos beneficiados pela aceleração da digitalização, com produtos, serviços e jornadas redesenhados para atender uma geração de consumidores mais exigentes e conscientes. Temos muito trabalho pela frente e precisamos de talentos para que esta jornada seja plena”, comenta.

Um dos projetos que mais a convenceram a trocar a vida em Portugal, de onde administrava uma startup na área de saúde, foi a oportunidade de trabalhar em uma empresa que já estava à frente no que diz respeito ao social. “A proposta da Liberty se encaixava na narrativa do que eu queria para mim e para minha família. Inclusive a exigência de trabalho remoto. Quando disse para a nossa CEO, Patricia Chacon, sobre esta necessidade, ela me contou que isso já era uma realidade da companhia mesmo antes da pandemia. Ela mesmo passou alguns meses trabalhando remotamente de outro país, onde nasceu sua filha.”

Depois de 18 meses no cargo, onde lidera a equipe que pensa na transformação do negócio, Daniela afirma que ninguém tem todas as respostas. ”Não há uma forma definitiva de modelo de transformação. Ela acontece todos os dias”, diz. Em sua visão, por meio das análises de dados disponíveis sobre os consumidores, ficou mais fácil mapear os novos critérios de decisão de compra de diferentes perfis de clientes – desde as preferências de produtos, formatos de atendimento e possíveis dores que podem ser sanadas, a fim de oferecer uma jornada positiva de consumo. 

Com tal objetivo sendo cumprido com sucesso, as equipes se dedicam a trazer o “ágil” para a companhia. “Isso significa antecipar problemas. O que posso fazer hoje colocando o “ágil” de forma mais deliberada. Este processo tem empoderado os times, o que agiliza corrigir as entregas com a grande base de dados que temos, e seguirmos na co-criação de novas demandas que surgem diariamente de clientes e corretores por soluções personalizadas para as suas necessidades e momentos de vida”, comenta. 

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Digitalizar processos simples, deixa a equipe mais livre para ser o que a empresa espera delas: humanos, com ideias criativas que melhoram o dia a dia da venda de seguros, tendo sempre uma jornada mais fluída para corretores e para clientes. “Isso requer ouvir, processar a demanda e colocar em prática”, acrescenta. 

Uma tendência, segundo ela, é disponibilizar aplicativos e outros serviços digitais para os negócios dos corretores, que poderão ofertar uma ampla gama de soluções mobile para atender às necessidades específicas de cada cliente – desde aplicativos com informações sobre as apólices, opções de acionar a assistência e reportar sinistros. “Atualmente, 62% dos cidadãos brasileiros que fazem compras digitais utilizam apenas o aparelho celular, de acordo com levantamento da MindMiners em parceria com o Google. Diante disso, temos de apoiar os corretores nesta oferta digital”, comenta. 

Um dos projetos nesta seara é o Cresça com o Digital, programa criado pela seguradora para desenvolver os corretores e contribuir para o crescimento de suas carreiras. Desde a sua criação, em 2018, o programa já desenvolveu muitos corretores e, em 2022, mais de 28 mil cursos foram conduzidos e contaram com mais de 10 mil participações nos webinars promovidos para os parceiros. 

“A Liberty Seguros acredita muito no potencial do digital para alavancar os negócios dos corretores, além de aproximá-los da companhia e desenvolver seus conhecimentos”, afirma. “Por isso, a companhia trabalha fortemente para implementar cada vez mais ferramentas, plataformas e treinamentos que ajudem os parceiros a atuarem nesse universo, agora de forma personalizada, de acordo com o perfil de cada profissional e da sua relação com a tecnologia”, completa.

Na carteira de seguro de carro, que representa 80% do faturamento da seguradora, a transformação está bem avançada, o que levou a Liberty para a quinta maior do ranking no Brasil. “Nos dedicamos em replicar toda a transformação de auto em outros produtos, como vida, residência e seguros para pequenas e médias empresas, o que deverá estar praticamente concluído em 2023. As empresas focadas em oferecer produtos e serviços customizados chamarão cada vez mais a atenção dos clientes. E essa é uma tendência presente não só no mercado de seguros, mas em diversos outros”, sentencia Daniela Bouissou. 

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Motorista embriagado em acidente de trânsito pode ser excluído da cobertura do seguro?

Eis uma boa pergunta com uma resposta clara para os consumidores que se interessam por isso. Nesta entrevista do programa SeguroCast, da CNseg, a diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, aborda o tema que afeta diretamente o mercado de seguros e está inserido em todos os setores da sociedade: a condução de veículos automotores sob o efeito de álcool.

O motorista embriagado que se envolver em um acidente de trânsito pode ser excluído da cobertura da apólice de seguro? Veja a resposta de Glauce Carvalhal sobre o tema, que também estará em debate no 5º Seminário Jurídico de Seguros, que acontece no próximo dia 1º de dezembro, no auditório externo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília (DF), promovido pela Revista Justiça & Cidadania e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), com apoios da CNseg e do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Assista:

Nilton Molina fala sobre longevidade e desafios da aposentadoria sustentável

Nilton molina mag seguros previdencia

Fonte: MAG

Envelhecer é algo que mudou muito com o passar dos anos – e, diante desse novo conceito de longevidade, o planejamento da aposentadoria sustentável é um cuidado que todos devem ter. O tema foi explorado em uma live realizada este mês e que contou com a participação de Nilton Molina, Presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade MAG, entre outros participantes. Com mediação de Jusivaldo Almeida, da JSantos Consultores Associados, o bate papo com o objetivo de desmistificar a área de previdência complementar contou ainda com a participação de Denise Maidanchen, da Quanta Previdência Cooperativa, e de Murilo Aith, Sócio e Advogado da ABL Advogados.

Abordando temas como o aumento da expectativa de vida e a Economia Prateada, os convidados falaram sobre a necessidade de planejar o futuro financeiro e da importância do desenvolvimento de produtos e serviços focados no público 60+. “Parte da população mais velha precisa de serviços especiais, e a grande incógnita disso é que muitos prestadores de serviço ainda não perceberam claramente o tamanho dessa população e o poder aquisitivo dela”, afirmou Molina.

Hoje, uma pessoa com mais de 60 anos tem todas as possibilidades de permanecer ativa, com vitalidade para aproveitar todas as reservas que constituíram ao longo da vida. No entanto, 80% delas não estão satisfeitas com os produtos e serviços que consomem. “Esse grupo de idade mais velha tem uma participação no PIB imensa, ele tem mais poupança para gastar do que um jovem que está comprometido com a família”, completou.

O papo ainda abordou a importância de poupar individualmente para sustentar a longevidade, a necessidade de repensar o conceito de aposentadoria e a oportunidade de uma pessoa trabalhar enquanto tiver capacidade laboral – física e intelectual – e não somente até uma idade imposta pela sociedade.

live está disponível na íntegra no YouTube, no canal JSantos Consultores Associados, e pode ser conferida por meio deste link.

ESG: seguradora tem mais de 10 projetos, sendo um deles a Floresta MetLife

A veia ESG, sigla que representa as ações voltadas ao meio ambiente, ao social e a governança, é cada ano mais ampliada na gestão da MetLife, uma das principais seguradoras de vida do mundo e do Brasil. Somente neste ano foram mais de 10 grandes iniciativas colocadas em prática em prol do meio ambiente e do clima, equidade e inclusão, saúde, bem-estar e crescimento sustentável. Entre elas, a Floresta MetLife. 

“Estamos muito orgulhosos com a expansão da Floresta MetLife e felizes por ampliar as nossas frentes de atuação junto ao banco Itaú, levando nossos projetos para a esfera da sustentabilidade, entregando valor aos clientes e impactando de forma positiva o meio ambiente. Acreditamos que as parcerias têm a oportunidade de contribuir de forma efetiva para a sociedade e ter o Itaú nesta iniciativa, pelo segundo ano, reforça o nosso compromisso de conscientizar a comunidade, colaborar com a preservação de uma região fundamental para o abastecimento de água da Grande São Paulo e realizar ações que tornem o mundo um lugar melhor para se viver”, diz o diretor comercial, Marcelo Tomei, ao comemorar a continuidade do projeto e a parceria com o Itaú em mais essa importante iniciativa.

Com o apoio da MetLife Foundation o projeto “Floresta MetLife” contou com know how do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE) neste ano, e realizou o plantio de 5 mil mudas de árvores nativas da Mata Atlântica na região de Nazaré Paulista, responsável por abastecer o Sistema Cantareira, um dos maiores sistemas de abastecimento do mundo, destinado a captação, tratamento e abastecimento de água para a Grande São Paulo, sendo responsável pelo abastecimento de aproximadamente 46% da região, segundo informações divulgadas pelo site oficial do Governo do Estado. 

O plantio aconteceu neste mês de novembro em uma floresta exclusiva e particular, pertencente ao sítio Jacarandás, e reuniu cerca de 50 pessoas, entre voluntários e colaboradores da MetLife Brasil. Em 2021, a empresa realizou o plantio de 712 mudas de árvores no mesmo local e acompanha o crescimento e a manutenção das mesmas.

O evento é apenas uma de várias iniciativas que estão sendo implementadas pela MetLife no Brasil afim de contribuir com a sociedade, o meio ambiente e o clima atendendo a algumas das 11 metas ambientais globais da companhia, que devem ser cumpridas até 2030, seguindo os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Elas incluem, desde manter a neutralidade de carbono, até originar U$ 20 bilhões de novos investimentos verdes. 

“Vemos cada vez mais clientes dando preferência por marcas de produtos e serviços que tenham uma estratégia sólida de ESG e se posicionem sobre a questão. A MetLife tem avançado bastante nos temas e todos estão dedicados a contribuir com ações internas para construir uma empresa cada vez mais diversa e inclusiva”, finaliza Marcelo Tomei.

Seguradoras usam dados para prevenir riscos e fraudes 

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As seguradoras estão entre os setores que mais têm investido no uso da inteligência artificial (IA) para otimizar a rentabilidade e as vendas de seguros. A estratégia é investir fortemente na prevenção de riscos para ajudar a transformar o seguro de um produto que apenas paga indenizações para um que ajuda as pessoas a entender seus riscos e a reduzi-los. Leia matéria na íntegra no portal do Valor Economico.

As seguradoras de vida e saúde foram as primeiras a adotar o uso de tecnologia vestível e de aplicativos para incentivar os clientes a ficarem mais saudáveis, com a promessa de custos de seguro menores e agregação de benefícios. O CEO da Icatu, Luciano Snel, acompanha pelo aplicativo Betterfly, uma plataforma de benefícios e impacto positivo, seu desempenho na corrida pela qualidade de vida. Quanto mais praticar atividades físicas, mais ganha mimos, como descontos em compras, no seguro ou uso dos pontos obtidos para elevar o capital assegurado, opção que ele prefere.

A lógica nessa estratégia é financeira. De janeiro a setembro deste ano, as seguradoras pagaram R$ 166 bilhões em indenizações, benefícios e resgates, alta de 19,6% em relação a igual período de 2021. As vendas avançaram menos: 18%, para R$ 265 bilhões, segundo dados da CNseg, a confederação das seguradoras. Clientes de seguro de carro e rural lideram pedidos de indenizações, ao contrário de 2021, quando o seguro de vida foi o mais requisitado.

O objetivo, contudo, não é apenas gerenciar acidentes e o uso do seguro. As seguradoras podem precificar melhor os riscos. Wearables e tecnologia em tempo real podem levar à “colheita de dados” com detalhes granulares e on-line que podem dizer menos sobre prevenção de perdas e mais sobre gerar um perfil de risco mais aderente às necessidades dos clientes para fidelizá-los e estimular vendas.

Esse é um processo em construção no Brasil, segundo Gustavo Leança, head de soluções de seguros da Capgemini. O especialista explica que a maioria das seguradoras enfrenta hoje o desafio de terem múltiplos legados e bases de dados distintas, que pouco se comunicam. A consequência disso é uma qualidade de dados baixa, que impacta diretamente a capacidade analítica e consequentemente de aplicar IA e ML (machine learning). “Por este motivo, a quantidade de projetos de IA ainda é tímida no mercado segurador brasileiro, com muitas seguradoras ainda preocupadas em estruturar uma boa base de dados, antes de pensar em alçar voos mais ambiciosos”, diz ele.

No Brasil, o seguro automóvel é o mais adiantado no uso de IA. A Porto, maior do ramo, realiza um projeto piloto com uma startup parceira. “Por meio da inteligência artificial, utilizamos os índices históricos e esperados de pluviometria a fim de prever que locais de uma determinada região podem ter maior incidência de chuva. Essa leitura e prognóstico contribuem para que os guinchos do Porto Socorro sejam redirecionados previamente para regiões onde a demanda por resgate por alagamentos será maior, o que otimiza o atendimento”, conta o chief information officer, Marcos Sirelli.

A seguradora espanhola Mapfre realizou neste ano um piloto com uso de IA para melhorar o processo de envio e análise de fotos, e, assim, reduzir o tempo de aprovação de todo o processo de pagamento de indenização. “Esse processo garante que o cliente não perca seu precioso tempo aguardando dias para ter a aprovação da reparação do seu veículo”, informa Nikolaus Steve Maack, superintendente de inovação e negócios digitais.

A Tokio Marine foi pioneira em um modelo de IA na avaliação e orçamento de sinistros de carros. “A utilização nesses processos nos auxilia na prevenção a fraudes e resulta em economia e redução de custos, de aproximadamente R$ 4 milhões por ano”, conta o diretor executivo de operações, tecnologia e sinistros da Tokio Marine, Adilson Lavrador. Outro projeto de IA da seguradora japonesa abrange processos judiciais. “O modelo nos ajuda a identificar as probabilidades de o processo resultar em ganho ou perda de causa para a Tokio Marine. Dessa maneira é possível propor acordos nos processos. Este algoritmo começou a ser desenvolvido em 2019 e atualmente está com uma versão atualizada”, conta Lavrador.

Outro tema é que se os sinistros são a força vital das companhias para convencer os clientes a comprarem um seguro, reduzi-los pode tornar o produto desnecessário. Os executivos dizem, contudo, que os imprevistos sempre acontecem. E citam pandemias, ataques cibernéticos e furtos de celulares. E é essa imprevisibilidade que mantém o faturamento em um ciclo virtuoso, de US$ 5 trilhões no mundo.

Mudanças em seguros de grandes riscos permanecem como pauta relevante para assegurar concorrência entre as seguradoras

Juliana Amaral Fator Seguradora

‘Concorrência, transparência e inovação em grandes riscos’ – esse foi o tom do painel “Liberdade Econômica & CNSP 407”, do qual participaram Juliana Amaral, diretora Jurídica e de Sinistros da Fator Seguradora, Felipe Smith, diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, da Tokio Marine, Carlos Eduardo Sarkovas, Chief Commercial Officer, da corretora Lockton, João Marcelo dos Santos, sócio Santos Bevilaquia Advogados, e Leonardo Castro, assessor de seguros da Energisa. 

O debate fez parte do seminário da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR), realizado nos dias 16 e 17 de novembro, no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo. O evento atraiu 4 mil participantes, entre grandes players e tomadores de decisão do setor de risk management, que assistiram a um ciclo de palestras simultâneas. Vinte e um eixos temáticos abordaram questões relevantes como gestão de riscos, open insurance e inovações, sandbox e insurtech, ESG & sustentabilidade, transportes – logística e gerenciamento de riscos, entre outros.

“O evento superou as expectativas, tanto sobre a relevância dos debates como de público”, conta Juliana Amaral, da Fator Seguradora –  uma das principais companhias do Brasil dedicadas a seguros financeiros, patrimoniais e de responsabilidade civil para empresas. “Debatemos a Resolução 407/2021 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Ela permite a flexibilização das condições contratuais para oferta de seguros sob medida. E, portanto, viabiliza a concorrência pautada na qualidade e na transparência de clausulados, diferenciando as seguradoras com corpo técnico robusto, dinâmico e bem estruturado. Esse avanço era desejado pelos segurados desse segmento de mercado”, cita. 

A norma, publicada em abril de 2021, abriu um precedente histórico na elaboração e comercialização de contratos de seguros de grandes riscos, até então amarrado a clausulados padronizados e registrados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza a indústria de seguros, dando novo impulso à competitividade e inovação no segmento. Entre as mudanças, a maior liberdade na redação dos contratos, cujas cláusulas passaram a ser livremente pactuadas, podendo prever coberturas relativas a diferentes ramos de seguros de danos – desde que observada a regulamentação contábil vigente, que é a que mais demanda trabalho dos executivos que atuam em grandes riscos. 

Juliana afirma que o corretor passa a ter uma função mais estratégica do que transacional. “O corretor buscava basicamente o seguro pelo critério de preço, uma vez que os clausulados dos contratos eram engessados e chancelados pela SUSEP, e o atual cenário possibilita que se prestigie também as peculiaridades de cada cliente  ”.  Segundo a executiva, a Resolução 407 traz ao mercado de seguros um efeito similar ao obtido pelo mercado de financeiro depois da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regula o mercado de capitais, estabelecer o normativo sobre investidores qualificados. 

A expectativa é que os efeitos da 407 sejam sentidos no longo prazo. “O Código de Defesa do Consumidor demorou cerca de 10 anos para se solidificar e gerar os efeitos esperados. Acredito que é um pouco do que vai acontecer com a Res. 407. Apesar de estar vigorando há um ano e meio, ainda é prematuro para avaliar resultados”, ressaltando que a Susep segue acompanhando as práticas das seguradoras em grandes riscos. A Susep exige que as seguradoras reportem as emissões. “O fato de ter flexibilizado não significa que mitigou a supervisão”, pontua. 

Os participantes do painel destacaram que as seguradoras criam um ecossistema que alimenta as inovações em grandes riscos, e avaliam alinhamentos com programas de seguros globais, que passam a ter a possibilidade de serem referendados ou alinhados com as operações brasileiras. “O setor está caminhando para ter mais simetria com mercados mais maduros”, finaliza a diretora da Fator Seguradora. 

Feira ABGR – A Fator Seguradora, com um estande de 10m2  marcou presença de forma significativa na EXPO ABGR 2022. Com a estratégia de fazer do seu espaço um verdadeiro ponto de encontro do mercado segurador, inovou ao transformar poucos metros quadrados em atração. Durante os dois dias de evento, o estande funcionou como uma pequena cafeteria, mas com uma vasta carta de receitas criativas usando o café brasileiro como atração. A partir das 17h, quando o evento se torna um grande ‘happy hour’, o estande se transformava em ‘Bar Fator Seguradora’, com a melhor proposta em serviços de A&B e carta de drinks, e, é claro, com muita ativação de marketing. Sorteios de bolas e camisas oficiais da Copa do Mundo, entrega de brindes criativos, além da participação do ex-jogador de futebol ‘Zé Roberto’ – que atuou pela Seleção Brasileira, conquistando duas Copas América e duas Copas das Confederações FIFA, além de ter sido titular na Copa do Mundo FIFA de 2006, fizeram da Fator Seguradora uma das mais comentadas pelos visitantes, congressistas e parceiros de negócios.