MAPFRE reduz mais de um milhão de toneladas de carbono em sua carteira de investimentos

fatima lima

A MAPFRE, uma das maiores empresas do mercado segurador e financeiro do mundo, reduziu em 1.167.483 toneladas as emissões de CO2 associadas a seus investimentos. Esse marco, alcançado de forma progressiva entre os anos de 2019 e 2021, vai ao encontro de um dos principais compromissos da companhia — o de reduzir em 10% as emissões da sua carteira de ativos até 2024.

A medição, que foi efetuada com uma metodologia própria desenvolvida pela MAPFRE Asset Management, unidade gestora de ativos do grupo, é utilizada para analisar e avaliar os riscos associados às mudanças climáticas nos investimentos. Assim, a empresa é capaz de identificar oportunidades para garantir o desenvolvimento sustentável do seu negócio — garantindo uma oferta de produtos e serviços baixos em carbono.

“A consideração do impacto ambiental nos investimentos faz parte da estratégia que a MAPFRE está realizando em todos os países para reduzir sua pegada de carbono — isso inclui também a nossa carteira de ativos.”, explica Fátima Lima, diretora de Sustentabilidade da companhia no Brasil.

Com esta nova metodologia, a MAPFRE dá mais um passo em busca de informações mais precisas e de qualidade em relação à pegada de carbono, movimento que pode ajudar todo o mercado segurador. “A redução das emissões de carbono em toda a cadeia de valor da MAPFRE faz parte do conceito #AParteQueNosToca, que norteia o Plano de Sustentabilidade 2022-2024 da companhia. Ele representa o compromisso de todos para se juntar ao objetivo comum de construir um mundo mais sustentável, isto é, mais justo, mais próspero e mais iguaitário.”, conclui Fátima.

Com compra da seguradora Alfa, Safra sobe oito posições no ranking de seguros gerais

O Banco Safra fechou um acordo com a Administradora Fortaleza, das herdeiras do banqueiro Aloysio Faria, para assumir o controle do Conglomerado Financeiro Alfa, que detém o Banco Alfa e outros serviços financeiros e de seguros, numa operação de R$ 1,03 bilhão. A transferência foi anunciada em conjunto pelas duas instituições por meio de comunicado na noite de ontem. O segmento financeiro foi criado por Aloysio Faria, morto em 2020, após a venda do Banco Real ao ABN Amro, em 1998.

Em 2021, a Alfa Seguradora registrou vendas de R$ 544 milhões, ocupando a 35a posição no ranking do setor de seguros, sem VGBL. Já a Safra Seguros totalizou prêmios de R$ 537 milhões, na 37a posição. Juntas, com R$ 1,081 bilhão, o grupo fica em 29o lugar, segundo ranking elaborado por Francisco Galiza, para o Sincor-SP. Em seguro auto, a Alfa é a 12a. maior.

Em nota, David Safra, conselheiro do Banco Safra, afirmou, que “a transação é um marco na história do banco no Brasil. Serão beneficiados clientes, funcionários e acionistas do Conglomerado Financeiro Alfa e do Banco Safra. Compartilhamos valores, visão de longo prazo e paixão por trabalhar, isso nos dá enorme confiança na sintonia e sucesso dessa operação”.

“É uma transação histórica no mercado financeiro brasileiro. Temos a convicção de que a operação entre os dois bancos seculares potencializará a qualidade, perenidade e excelência que sempre oferecemos aos nossos clientes e colaboradores”, afirmou Fábio Amorosino, CEO do Conglomerado Financeiro Alfa, em nota.

O Conglomerado Alfa possui, além do braço financeiro, outras empresas, como a C&C Casa e Construção, a Rede Transamérica de Hotéis, a Águas Prata e a Sorvetes La Basque.

Valor: Lula precisa de tempo para compor novo governo, diz Garfinkel

O empresário Jayme Garfinkel, acionista da Porto Seguro, diz que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa de tempo para anunciar os nomes que vão compor seu futuro governo e que o petista não deve ceder às fortes pressões do mercado financeiro e de parte do setor privado para divulgar sua futura equipe. “Lula está certo [em esperar]. Qualquer nome que ele for divulgar, vai ter um monte de gente contra.” O empresário também não vê problemas caso o petista Fernando Haddad seja o escolhido para comandar a pasta da Economia. “Tanto faz se for um economista ou um político. O que importa é a atuação dele. Haddad é um nome de confiança do Lula.”

Leia a íntegra no Valor.

Tokio Marine alcança marca histórica de meio bilhão de reais em vendas no segmento de vida

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine tem consolidado cada vez mais sua atuação como uma Seguradora Multiprodutos. Prova disso é que além de figurar entre as líderes de nichos importantes como seguros Automóvel, Transportes e Riscos de Engenharia, a Companhia vem se destacando no segmento de Pessoas. Nos nove primeiros meses do ano, o segmento cresceu 12%, tendo registrado, apenas em setembro, uma produção de R$ 47 milhões. No total, a Diretoria Comercial Vida atingiu a marca histórica de R$ 500 milhões em Prêmios Emitidos nos últimos 12 meses.

O resultado expressivo nos dois últimos anos – período em que a pandemia esteve em seus momentos mais críticos – é reflexo de um trabalho permanente da Tokio Marine para diversificar e adequar o seu mix de produtos às reais necessidades dos consumidores. Aliado a esse movimento, a companhia mantém investimentos robustos em tecnologia e inovação com ferramentas que auxiliam no processo de desburocratização do seguro e no desenvolvimento das Assessorias e dos mais de 17 mil Corretores ativos no segmento de Vida, que representam 47% da base total de Parceiros da Seguradora.

Para o diretor comercial nacional Vida da Tokio Marine, Marcos Kobayashi, o desempenho da carteira de Pessoas também está atrelado a um novo olhar da sociedade para os produtos de seguros, principalmente o de Vida. “Percebemos que nos últimos anos as pessoas têm demonstrado uma conscientização cada vez maior sobre a necessidade de proteção.  Elas passaram a identificar nos seguros de Pessoas, por exemplo, características de planejamento familiar e financeiro e serviços que podem ser utilizados em vida com muitos benefícios agregados”, observa o executivo.

Um dos destaques da carteira de Pessoas, o Vida Individual Tokio Marine, vem demonstrando crescimento significativo desde o seu lançamento em 2017, mantendo a média de 50% nos últimos três anos. Nos últimos 12 meses, o volume de contratações do produto cresceu 29% e alcançou um total em prêmios superior a R$ 87 milhões, representando, hoje, 17% da produção da carteira. Considerando os produtos Vida Individual, Acidentes Pessoais Individual e Acidentes Pessoais Estagiário, a Tokio Marine mantém mais de 78 mil vidas seguradas.

Cabe ressaltar que, mesmo antes da pandemia, a Tokio Marine foi a primeira companhia do setor a implantar o serviço de telemedicina no Seguro de Vida. Uma iniciativa pioneira no mercado, que acabou sendo de extrema utilidade em um momento crítico para a sociedade e serviu de exemplo para que outras empresas adotassem o mesmo padrão. 

Ações comerciais e capacitação:

Nos últimos anos, a Seguradora tem investido em uma série de movimentos e campanhas que envolvem seus Parceiros de Negócios e a sociedade como um todo. Entre eles, o “Green Vida Brasil”, maior movimento de conscientização sobre a importância do Seguro de Vida do País, o “Agenciamento Prolongado” e a campanha “A Vida é o que Importa”. O “Movimento Vida Saudável”, também vem fortalecendo o mote do produto, que é a prevenção e a qualidade de vida, destacando as coberturas em vida e os serviços do aplicativo Vida Saudável, com atendimento de nutricionistas e personal trainners.

Em paralelo a essas ações, a Tokio Marine proporciona capacitação contínua do seu time comercial, com treinamentos de produtos, técnicas de venda e apoio aos Corretores, com o objetivo de ampliar a visibilidade dos profissionais nas mídias sociais e impulsionar suas vendas em ambientes digitais, por meio de materiais disponibilizados em plataformas como Brokertech, Negócios Digitais e Consultor de Negócios.

Artigo: Legado da pandemia no mercado de seguros

Ramon metlife

por Ramón Gomez, vice-presidente comercial da MetLife do Brasil

Estamos chegando ao final de 2022, mais de 30 meses se passaram desde que nossas vidas começaram a mudar. A pandemia da COVID-19 foi o catalizador de coisas que já vinham acontecendo. O mundo já estava em ebulição, com Estados mínimos, governos enxutos. Um cenário inexplorado chegou para confirmar que nada seria como antes.

Empresas centenárias, como a MetLife, que já tinham passado por outros momentos desafiadores como a gripe espanhola, previam que a mudança seria impactante, em todos os sentidos. E sim, principalmente na economia. Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, monitorou a quantidade de recursos que os governos de 168 países investiram para enfrentar a pandemia de coronavírus. Ainda em 2020, o montante total de gastos globalmente já ultrapassava os 7 trilhões de dólares, mais de 40 trilhões de reais.

A mudança no comportamento das pessoas é notória. Se mesmo antes já se percebia uma maior preocupação com o bem-estar, com excesso de trabalho, burnout, educação financeira, agora, a preocupação se voltou para as empresas, os RHs. A tendência de demissões voluntárias, inicialmente identificada nos Estados Unidos que ganhou o nome de “The Great Resignation” e, em português, a Grande Renúncia ou até Grande Debandada já é a realidade. Somente em 2021, mais de 47 milhões de pessoas nos EUA deixaram seus postos de trabalho por iniciativa própria. No Brasil, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, do total de 1.816.882 desligamentos registrados em março, 603.136 foram a pedido do trabalhador, o que equivale a 33,2% do total.

A meu ver, isso se deve à pressão de algumas empresas sob os colaboradores permitindo extensas jornadas de trabalho, desigualdades salariais, de gênero e tantas outras, além da falta de cuidado com a saúde mental. A onda de demissões está impactando mulheres, mães, que com o home office perceberam ser uma carga muito grande conciliar tudo, executivos de alto escalão que estão antecipando suas aposentadorias, pessoas que resolveram empreender e ser seu próprio chefe. A “gig economy” é uma realidade no mercado de seguros, e o trabalho híbrido já é passado, chegou e não vai embora. E agora, o novo mundo espera pela sua mudança. Você está pronto?

Especialistas avaliam cenário das fraudes na saúde suplementar

vera valente fenasaude

Fonte: Fenasaúde

Com um amplo debate sobre impactos das fraudes na saúde suplementar em suas diferentes perspectivas, o 11º Debates FenaSaúde, realizado em São Paulo (SP) na manhã de 22 de novembro, recebeu aproximadamente 100 pessoas no auditório da Escola de Negócios e Seguros (ENS) e teve mais de 1 mil visualizações na transmissão pelo YouTube.

De acordo com a diretora-executiva da FenaSaúde, Vera Valente, as fraudes são uma realidade na saúde suplementar e suas consequências estão diretamente ligadas à sustentabilidade e à previsibilidade de gastos no sistema de saúde. “Isso tem impacto direto e imediato no sistema e, principalmente, para os beneficiários. Sabemos que há uma série de desafios a serem enfrentados pelo setor que envolvem a ampliação do acesso, as mudanças estruturais vividas pela nossa sociedade em termos demográficos e envelhecimento da população, mudanças no perfil epidemiológico e a inclusão de novas tecnologias que são cada vez mais caras e específicas. Mas é preciso entender que esse cenário atual das fraudes na Saúde Suplementar são como ter um incêndio em um prédio de 20 andares. O primeiro passo é apagar o incêndio daquele andar e depois descobrir as causas e evitar que ele volte a acontecer”.

Durante o primeiro painel “Fraudes na cadeia de saúde: impactos e enfrentamento”, mediado pela jornalista Lúcia Helena Oliveira, Vera reforçou que a FenaSaúde vem dedicando especial atenção ao assunto. “Entretanto, para ter ainda mais sucesso nessa empreitada contra os delitos e fraudadores, é imprescindível que atuemos juntos com os demais elos da cadeia da prestação de serviços na saúde suplementar. Por isso é tão importante ter aqui reunidos, além das operadoras, os prestadores de serviço na figura da Anahp e da Abramed, e também de representantes do Ministério Público e da Polícia Civil”, afirmou a executiva.

Ao abordar a importância do tema no contexto da medicina diagnóstica, Milva Pagano, diretora-executiva da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) lembrou que 60% dos exames são realizados pela saúde suplementar. “Muitos laboratórios têm políticas de compliance, áreas e práticas bem estabelecidas, mas não podemos dizer que este é o retrato de todo o mercado. Por isso, reforçamos a importância deste trabalho em conjunto para coibir e impedir práticas que agridam e coloquem em risco a sustentabilidade do setor”, afirmou Pagano.

Na sequência, o diretor-executivo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Antônio Britto, enfatizou que o assunto das fraudes tem de ser considerado como um problema do sistema de saúde como um todo. “É um problema público, privado, dos pacientes, dos hospitais, dos médicos. Se não tivermos a compreensão disso não chegaremos a lugar algum.” Na avaliação de Britto, aspectos como o estabelecimento de processos e certificações por parte dos hospitais são algumas das ações necessárias para minimizar o que ele chamou de “zonas cinzentas” que estimulam e propiciam as fraudes no setor.

O segundo painel, sob a moderação da Diretora Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, discutiu os aspectos jurídicos e criminais no combate às fraudes em saúde e teve como objetivo buscar formas de ampliar os instrumentos jurídicos à disposição para combater, diminuir e punir as fraudes contra o sistema.

Em sua participação, o delegado-chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção da Polícia Civil do Distrito Federal, Adriano Valente, falou sobre a investigação que deflagrou aquela que ficou conhecida em 2019 como a “máfia das próteses”, que envolvia o superfaturamento de próteses

com a participação de empresas do setor e profissionais de saúde. Ele lembrou que o fato de não haver tipificações específicas na legislação brasileira para os crimes de corrupção privada dificulta ainda mais esse tipo de investigação.

Na sequência, o promotor do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e coordenador do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Bruno Corrêa Gangoni, explicou que fez uma pesquisa sobre inquéritos de organizações criminosas no setor e se surpreendeu com o baixíssimo número de ocorrências. “Há poucos inquéritos para questões de investigação de organizações criminosas no setor. Isso surpreende e assusta diante da importância do assunto e das vantagens econômicas que essas organizações criminosas podem estar tendo com as fraudes.”

Em sua fala, o advogado criminalista Rodrigo Fragoso, da Fragoso Advogados, enfatizou o ambiente propicio que está sendo criado pela FenaSaúde e pelos demais elos da cadeia da saúde para a discussão sobre a prevenção e combate às fraudes. “Não é um seminário sobre fraudes contra os planos, e sim de prevenção e combate às fraudes na saúde suplementar. Um ecossistema que atende mais de 50 milhões de brasileiros. A presença do Ministério Público e da Polícia Civil nesse debate é simbólica e uma demonstração inequívoca de que o crime organizado está atingindo a saúde suplementar, da mesma forma que impacta em diferentes áreas da sociedade”, afirmou Fragoso.

Próximos passos

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que representa 14 grupos de operadoras de planos de saúde que atendem a 41% dos beneficiários do mercado, vem tomando uma série de iniciativas no âmbito da prevenção e combate às fraudes na saúde suplementar. Neste ano, a entidade criou uma Gerência de Prevenção e Combate a Fraudes e formalizou ao Ministério Público de São Paulo uma notícia-crime para apurar fraudes de reembolso no valor de R$ 40 milhões.

Durante o evento, Vera firmou compromisso de continuar realizando os debates com os representantes, entre eles a própria classe médica, para ampliar o debate e continuar brigando pela sustentabilidade do setor. “Estamos com essa notícia-crime e faremos outras, quantas forem necessárias, fazendo análise conjunta de dados, usando inteligência artificial, para que tenha uma demonstração de que as operadoras brigam para cuidar bem dos recursos dos beneficiários – e não podemos permitir que esses recursos estejam sendo usados de forma indevida”, concluiu a executiva.

Icatu anuncia sua Black Week com live e sorteio de produtos Apple para corretores e clientes

Com foco em democratizar o acesso a proteção e planejamento financeiro, na semana da Black Friday, a Icatu lança sua Black Week – uma promoção especial para corretores e clientes na contratação de produtos selecionados de seu portfólio de seguros de vida e de previdência privada. No período de 21 a 25 de novembro, a cada R$300 em vendas, o corretor ganhará um número da sorte para concorrer a um sorteio de um Iphone 13. Serão dois sorteados. Quanto mais vender, mais chances de ganhar. 

Este ano, participam da Black Week os seguros de vida individual Essencial e Horizonte, e o seguro de acidentes pessoais Super AP, que atendem diferentes perfis e orçamentos, em qualquer fase da vida. 

Já no portfólio de previdência, participam da Black Week previdências privadas individuais e as previdências com cobertura de risco Atitude e Atitude+Simples. Nos 35 fundos participantes, a Icatu reduziu o valor de entrada para R$50 e também reduziu o aporte inicial para R$1 mil.

Assim como os corretores, os clientes que contratarem um seguro de vida ou uma previdência privada da Icatu no período da Black Week também participarão da promoção. Ao total, serão sorteados quatro Apple Watch SE, sendo dois para clientes de Seguro de Vida e dois para clientes de Previdência Privada. 

“Nosso foco é contribuir com o trabalho dos corretores para que a Black Week seja uma ferramenta de apoio ao seu negócio e um bom motivo para alcançar novos clientes, ampliando o nosso propósito de democratizar o acesso a produtos que proporcionem maior qualidade de vida e proteção financeira”, afirma a diretora de Marketing da Icatu, Cinthia Kato.

Os detalhes da Black Week foram apresentados aos corretores através de uma live no Educatu, na última segunda-feira, 21 de novembro, com a participação de Renato Gomes, superintendente de Venda Consultiva da companhia. Para quem não pôde assistir ao vivo, a gravação ficará disponível no aplicativo Mais Icatu para todos os corretores parceiros.

A Icatu possui o mais robusto e diversificado marketplace de previdência do mercado brasileiro, com mais de 400 fundos de 140 dos melhores gestores, sendo a maior entre as seguradoras independentes e a primeira a alcançar o marco inédito de R$50 bi sob gestão em previdência no país.

Para saber mais sobre a promoção Black Week Icatu, acesse aqui.

Bradesco Seguros faz ofertas na Black Friday

O Grupo Bradesco Seguros lança a sua ‘Seguro’s Friday’, campanha que reúne promoções em diversos produtos durante todo o mês. A iniciativa busca popularizar a cultura de seguros no país, que traz condições especiais oferecidas para os seguros de vida, previdência, dental, capitalização e empresarial. São promoções como 10% de desconto, reduções ou isenções de carências, ganho de pontos Livelo, entre outras vantagens. 

Para a área comercial do Grupo Bradesco Seguros, a época é uma excelente oportunidade para chamar a atenção dos consumidores para a importância da proteção. É um período que oferecermos ofertas em seguros para que o brasileiro comece sua proteção em 2022 e siga protegido em 2023. 

Para mais informações acesse www.bradescoseguros.com.br/segurosfriday ou converse com um corretor parceiro. 

Bruna Timbó é a nova diretora de Energia e Petroquímica da Gallagher Brasil

bruna timbo corretora de seguros

Bruna Timbó passa a integrar o time de especialistas da Gallagher Brasil. Além de corretora, Bruna é advogada com diversas especializações, possuindo, inclusive, o diploma de Mestrado em Direito do Seguro pelo Institut des Assurances de Lyon, França, sendo a única brasileira a possuir título pela referida instituição.

A executiva integrou a equipe profissional de renomados escritórios nacionais dentre os quais Queiroz Cavalcanti Advocacia, Ernesto Tzirulnik Advocacia e Demarest Advogados e por quase duas décadas foi sócia diretora da LTSeg Corretora de Seguros. Ela chega à Gallagher com a missão de estruturar a área de Energia e Petroquímica da empresa no país, um dos segmentos de expertise da multinacional americana de seguros, hoje uma das três maiores corretoras do mundo, com capital avaliado em U$ 35 bilhões e presença em mais de 150 países.

Porto apura vazamento de dados de algumas empresas parceiras

porto seguros

A Porto Saúde divulgou nota sobre ter tomado conhecimento de que dados de algumas empresas parceiras, até meados de 2020, teriam sido indevidamente expostos em ambiente digital. Desde que foi contatada por essas empresas, vem empregando medidas para contribuir com a apuração sobre a origem desses dados e não há evidências de comprometimento dos sistemas e bases de dados internas da Porto Saúde. A companhia reforça que investe constantemente em segurança e tecnologia com o objetivo de prevenir esse tipo de ocorrência.

O caso se refere, principalmente, a dados de funcionários da Decolar, que vazaram no início deste mês de novembro e foi denunciado ao Canaltech. No link das informações divulgadas aparecem nomes completos, CPFs e datas de nascimento; mais grave, porém, são as informações sobre consultas e procedimentos médicos realizados entre 2019 e 2020, relata o portal. Segundo a Decolar, que não houve qualquer incidente cibernético ou vazamento de informações de seus sistemas, com as informações tendo origem nas plataformas de um parceiro, a Porto Seguro, que fornece convênios de saúde para a empresa de viagens.

Confira a íntegra da nota enviada ao CanalTech:

A Decolar informa não ter sofrido qualquer tipo de incidente de segurança ou vazamento de dados. Tão logo procurada pelo Canaltech, acionou sua equipe especializada, identificando que – em razão da natureza dos dados – há indícios de que o incidente apontado possivelmente ocorreu no ambiente do seu fornecedor Porto Seguro-Seguro Saúde. Os dados envolvidos não são de clientes, apenas e tão somente dados de saúde de colaboradores da Decolar. A Porto Seguro informou que está apurando o ocorrido e que adotou as medidas cabíveis. A Decolar colocou sua equipe forense à disposição do fornecedor para auxiliar nesses procedimentos. A Decolar assegura a seus profissionais e seus clientes que cumpre todos os protocolos de segurança e está em plena conformidade com a LGPD, para o tratamento adequado dos dados.