Icatu Seguros atinge R$ 50 bilhões em gestão em previdência

Icatu Seguros Henrique Diniz

A Icatu, maior entre as seguradoras independentes, é a primeira a alcançar marco inédito de R$ 50 bi sob gestão em previdência. A companhia, que sempre esteve à frente do mercado na oferta de fundos e iniciativas de vanguarda, compôs o mais robusto e diversificado marketplace do mercado, tendo hoje mais de 400 fundos disponíveis para parceiros e corretores, family offices e clientes, com opções em Life Cycle, Renda Fixa, Crédito Privado, Multimercado e Ações, além de contar com 140 das melhores gestoras do país.

“Alcançar esse marco é muito significativo para nós. É um resultado de anos de trabalho, sempre buscando inovações em produto, jornada e serviço para acelerar o amadurecimento do mercado e atender a todos os perfis de investidores. Queremos que todos os brasileiros tenham uma previdência privada, só assim, poderão ter mais tranquilidade financeira e qualidade de vida. Esse resultado é a prova que estamos no caminho certo. Mas, certamente, ainda há muito para evoluir”, afirma.

O marco reflete uma atuação baseada em protagonismo. A Icatu foi pioneira no lançamento de diversos fundos inéditos no mercado, como o fundo ciclo de vida, quantitativo, long&short, cambiais/moedas, fundo de fundos, fundo 70% ações, fundo com taxa de performance e fundo 100% ações. Além disso, a companhia sempre esteve na vanguarda com iniciativas inovadoras para o segmento, com um dos mais robustos portais de integração de API dentre as seguradoras do país, e foi a primeira a vender com assinatura eletrônica, assim como oferecer o PIX para aportes em previdência.

Esse olhar para o futuro possibilitou a expansão significativa do segmento na companhia. Nos últimos cinco anos, as reservas na Icatu mais que triplicaram, registrando crescimento de mais de 200%. No período, também dobrou sua carteira de gestoras parceiras, crescendo em média 22% ao ano em novas parcerias, além de evoluir 140% o tamanho do marketplace em volume e diversificação de fundos – com destaque para o Ações e Multimercado, com alta de 370% e 180%, respectivamente.

Segundo o executivo, após o Marco Regulatório de 2018, houve uma virada de chave em termos de legislação. “Isso provocou um boom de lançamentos bem significativos ao longo dos anos, pois a legislação ficou mais moderna e vimos mais gestores interessados em comercializar fundos de previdência, com um produto mais compatível e competitivo quando comparados a fundos de investimentos tradicionais”, relembra.

Antes do marco, também havia limitações que impactavam a rentabilidade dos produtos. “Hoje, as taxas estão muito mais alinhadas com os fundos de investimento tradicionais e, adicionalmente, contam com todos os benefícios de um produto de previdência: menor imposto de renda, ausência de come-cotas, facilidade e menor custo para planejamento sucessório. Aqui na Icatu temos uma previdência acessível, democrática e sem taxa de carregamento, entrada e saída. Ou seja, a previdência passou a ser um produto excelente e de primeira necessidade para os brasileiros, fazendo sentido na carteira de todos os perfis, independente da idade e da renda”, reforça.

A companhia também evoluiu na simplificação da jornada e ampliação da educação financeira, reforçando a proposta de ser uma seguradora ágil, flexível e mais humanizada, capaz de se adaptar ao negócio do parceiro, de forma altamente personalizada, contando hoje com mais de 200 players no seu portal de APIs. Com um modelo de negócio multicanal, a Icatu opera com diferentes segmentos de mercado e canais de distribuição – oferecendo solução completa de capacitação e desenvolvimento de força de vendas.

“Nossas parcerias englobam a maior parte do sistema financeiro e cooperativista do país. No digital, nossa presença também cresceu através de parcerias com relevantes plataformas e fintechs. E estamos preparados para ampliar e firmar novas parcerias, inclusive tendo como foco a proteção completa, combinando a previdência privada com o seguro de vida” , ressalta Henrique. Hoje a companhia conta com parceiros como: Onze, Grão, XP, BTG, Órama, Guide, Genial, Banco Inter, C6 Bank, Modal, entre outros.

Ao longo dos últimos anos, a companhia também priorizou a informação a todos os públicos, inclusive com as gestoras parceiras sobre previdência e o mercado, com lives e conteúdos em seu canal do Youtube e no Encontro com Gestores – que se tornou um importante evento de previdência privada do país.

Atualmente, a Icatu conta com uma carteira de previdência com maior número de homens, representando 56%. No entanto, o sexo feminino vem ganhando cada vez mais espaço. De 2018 para 2022 o percentual de mulheres subiu de 40% para 44% e a reserva média do público feminino cresceu cerca de 8% se comparada à reserva do público masculino. Assim tem sido também com os jovens. No ano passado (2021), mais de 69 mil contratações de produtos previdenciários foram feitas na faixa etária dos 18 aos 34 anos, enquanto em 2017, o número de contratações foi de aproximadamente 34,7 mil, o que significa uma alta de 101% em cinco anos. Hoje, a companhia conta com cerca de 500 mil clientes em Previdência e, destes, 14% são jovens abaixo de 25 anos.

Atualmente as pesquisas projetam uma maior expectativa de vida da população brasileira, o que, segundo Henrique Diniz, exige ainda mais um olhar para o planejamento financeiro. É o que confirma um estudo do Datafolha, que mostra que cerca de 69% da população gostaria de se aposentar até os 60 anos. No entanto, a mesma pesquisa revela que apenas 24% das pessoas acreditam que poderão se aposentar sem ter uma queda no padrão de vida.

“Buscamos mudar essa realidade a partir das nossas soluções. E conscientizar a todos para que entendam que quem constrói o futuro somos nós. Por isso, é importante garantir a nossa segurança financeira para poder viver e construir muitas histórias, sem se arrepender no futuro. Do mesmo modo que fazemos um check up da nossa saúde, devemos também, de tempos em tempos, fazer um check up financeiro, para entender se nossas escolhas estão alinhadas com nosso momento atual e assim fazer os ajustes necessários no nosso planejamento financeiro”, alerta.

“Vamos continuar apoiando de forma consciente, humana e próxima os nossos clientes e parceiros para democratizar o acesso a investimentos e a mentalidade de longo prazo, tão fundamentais para a sustentabilidade financeira das pessoas e do país”, conclui.

SulAmérica assina novos compromissos que reforçam a inclusão e diversidade na companhia

Weps Sulamerica

Fonte: SulAmérica

Em linha com as ações de inclusão e diversidade da companhia, a SulAmérica se torna signatária da Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero e do WEPs (Princípios de Empoderamento das Mulheres, sigla em inglês). Em agosto deste ano, a companhia havia anunciado também a assinatura do compromisso do Movimento Elas Lideram 2030, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil e ONU Mulheres.

“A SulAmérica está cada vez mais engajada em colocar em prática ações de inclusão e diversidade dentro de suas diretrizes. Nosso objetivo é reforçar o cuidado para temas essenciais na sociedade, tornando a companhia ainda mais inclusiva e diversa. Esse movimento reforça o compromisso da companhia em promover e incentivar a pauta dentro de suas ações”, comenta Patrícia Coimbra, vice-presidente de Capital Humano, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica.

Com a Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero, a companhia se junta a outras empresas na busca para reverter o cenário atual de sub-representação de pessoas negras e mulheres no mercado de trabalho. Essa é uma iniciativa do Instituto Ethos, do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e do Institute for Human Rights and Business (IHRB), com o apoio do Movimento Mulher 360, do Instituto Carrefour e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A assinatura dos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) reforça o compromisso de empoderar as mulheres, promovendo a equidade de gênero em todas as instâncias do negócio. São iniciativas lideradas pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global com sete princípios básicos. Ao se tornar signatária, a SulAmérica assume publicamente o compromisso com a agenda e passa a fazer parte de uma rede local e global das Nações Unidas. 

Em agosto de 2022, a companhia anunciou a assinatura do compromisso do Movimento Elas Lideram 2030, uma iniciativa que tem como premissa reunir empresas que se preocupam com a paridade de gênero na alta liderança e desejam aumentar a participação feminina nos negócios dentro de oito anos.

Todos os compromissos fazem parte das ações realizadas pelo programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica, que tem como objetivo garantir que a jornada das pessoas colaboradoras seja cada vez mais inclusiva. Com a preocupação em levar o tema para cada vez mais pessoas, o programa também se preocupa com ações para o público externo. 

Jornada de Inclusão e Diversidade

Nos últimos anos, a SulAmérica tem colocado em prática diversas iniciativas com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo para seus mais de 4 mil colaboradores e colaboradoras. Ações como jornada de trabalho flexível, salas de amamentação, licença familiar que vai além do programa empresa-cidadã – concedendo 180 dias para cuidadoras(es) de primeiro nível e 40 dias (20 a mais do previsto) para cuidadores(as) de segundo nível, treinamentos para as lideranças sobre variados temas da pauta de inclusão e diversidade como, por exemplo, vieses inconscientes, além de processos de atração, seleção e contratação de profissionais de grupos minorizados fazem parte das iniciativas da empresa.

O primeiro ano do programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica marca a estruturação de diversas outras ações para garantir que o tema seja reforçado em todas as frentes. Durante esse período, a empresa promoveu treinamentos e sensibilizações com aprofundamentos no assunto para os diversos níveis da liderança, bem como para toda sua força de trabalho. Atualmente, conta com Grupos de Polinização que atuam na Equidade de Gênero, Raça e Etnia, LGBTI+, Pessoas com Deficiência e Gerações. Esses grupos garantem a execução e ações relacionadas aos temas.

Em 2022, a SulAmérica foi reconhecida pelo comprometimento com a equidade de gênero pelo índice da Bloomberg (GEI – Bloomberg Gender Equality Index), que avalia a transparência e o desempenho da companhia em 5 pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. Essa evolução foi reconhecida também pelo mercado financeiro, uma vez que a companhia foi incluída no fundo de índices ELAS11, lançado em março de 2022, ETF que monitora 350 empresas listadas na bolsa brasileira, identificando aquelas com melhores índices de presença feminina no Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria, Comitê de Auditoria, dentre outros comitês.

Como evitar fraudes em vistorias de sinistros? Tecnologia pode ajudar

Fabio_AbleTech seguro vistoria

Fonte: Able Tech 

A regulação de sinistros é, muitas vezes, um salto no escuro. Como o processo depende da honestidade dos envolvidos para ser executado corretamente, é desafiador para as reguladoras garantir a integridade do serviço.

Para piorar, dados da CNseg revelam que 20% das seguradoras ainda não possuem métricas de detecção e programas de prevenção de fraudes. Esses dados alarmantes levaram o mercado a se movimentar em prol de possíveis soluções, utilizando a tecnologia e a inovação para resolver problemas reais.

Um exemplo disso foi o Cap, solução tecnológica de captura de imagens, desenvolvida pela insurtech AbleTech. No Cap, as imagens capturadas pelo regulador durante uma vistoria de sinistro são sinalizadas por uma marca d’água, que contém a geolocalização de cada foto. 

A ideia é que seguradoras e reguladoras transmitam mais segurança nas suas entregas. “O aplicativo impede fraudes no processo de captura das imagens feitas no local”, afirma Davi Barbosa, chairman da Able, que conta com mais de 40 anos no mercado de seguros em seu currículo.

Para Davi, há uma brecha no mercado quando o assunto é regulação. “Falta uma catalogação formal das fotos utilizadas nas inspeções, como um número de série comprovando que as fotos foram tiradas corretamente, no dia e local combinado com a seguradora. É aí que entra o Cap”, explica o empresário.

Até o momento, o Cap já consta com mais de 6.000 capturas e 20.000 fotos enviadas pela plataforma. No mercado, a reguladora EDR foi uma das beneficiadas pelo novo produto da Able Tech. “Estamos sempre fomentando uma cultura de inovação e abrindo espaço para soluções propositivas. Assim foi com o Cap, que atendeu, logo de cara, as nossas expectativas”, afirmou Maurício Vieira, CEO da EDR, em seu LinkedIn. 

Como o Cap funciona na prática – Para garantir a integridade dos fatos durante a vistoria, o Cap possui uma interface amigável, como a das câmeras nativas dos smartphones. O grande diferencial é que, quando o regulador faz a captura das fotos, elas são automaticamente identificadas com geolocalização e marca d’água, indicando o local exato das fotos.

Além disso, o upload envia rapidamente as imagens diretamente para o sistema de orçamentação da reguladora, sem gargalos e triangulações no processo. Essas features impedem que fotos capturadas fora do local da inspeção sejam enviadas, evitando fraudes. No Cap, não é possível fazer o upload de fotos que estejam na galeria do celular, porém estas serão identificadas no relatório que acompanha a vistoria.

Já na versão premium do aplicativo, existem relatórios detalhados com o local e hora de cada perito, o que traz mais organização e controle do trabalho diário dos reguladores e prestadores de serviço contratados pela reguladoraPara tech lead da Able, tecnologia deve servir às pessoas

Para tech lead da Able, tecnologia deve servir às pessoas – No último InsureTech Connect, realizado em Las Vegas no mês de setembro, profissionais da indústria de seguros e tecnologia de todo o mundo reuniram-se para compartilhar visões e ampliar perspectivas de como será o futuro do seguro auto.

“Em Vegas, tive a oportunidade de confirmar que estamos no caminho certo com o Cap. Os painéis que acompanhei tinham uma premissa comum a todos: o futuro do nosso mercado é digital, mas com foco nas pessoas, baseado no uso que elas fazem da tecnologia”, afirmou o desenvolvedor Fábio Lopes, tech lead da Able e um dos responsáveis pelo Cap, que marcou presença no evento. 

Demanda por seguro Cyber no Brasil cresce 22,8% até setembro em comparação ao ano passado

A procura por seguros para proteção digital vem crescendo no Brasil. Segundo levantamento baseado nos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), até setembro deste ano já foram emitidos R$ 130 milhões em prêmio de seguro cyber, 22,8% acima do registrado em 2021, quando o setor alcançou 105,8 milhões.

Esse aumento na busca por proteção, conjugado com um período de menor frequência de incidentes severos, tem gerado outro efeito indireto no setor, que é a queda do percentual de sinistralidade. Se no ano passado as seguradoras gastaram R$ 74,5 milhões em indenizações, este ano o montante de sinistros até o momento é de aproximadamente R$ 20 milhões, uma redução de 73,1%.

Quando esses dados são comparados a 2020, o crescimento e a evolução deste nicho de mercado ficam ainda mais evidentes. De acordo com a Susep, naquele ano o segmento gerou cerca de R$ 43 milhões de prêmio e teve R$ 32 milhões em sinistros indenizados.

“Acreditamos que esse aumento gradativo na procura por seguros Cyber e a consequente queda na sinistralidade se deve a uma maior maturidade do mercado, que percebeu a importância de se investir em proteção do risco cibernético”, avalia Claudio Macedo, co-founder da BLUECYBER, MGA (Managing General Agent) que oferece assistência e seguros para cobertura digital 24 horas por dia, além de atuar como um hub de soluções de operação e monitoramento para as seguradoras que atuam no ramos Cyber.

Segundo o especialista, “essa crescente demanda é um fenômeno global, já que atualmente os prêmios de seguro cibernético giram em torno de US$ 9,2 bilhões, mas já existem estimativas que apontam que o setor poderá chegar a US$ 22 bilhões até 2025”.

Nos Estados Unidos, por exemplo, um dos mercados mais evoluídos em seguro Cyber no mundo, o número de apólices emitidas duplicou em cinco anos, passando de 2,1 milhões de apólices em 2016, para mais de 4 milhões em 2020. Ainda segundo o levantamento da National Association of Insurance Commissioners, seguradoras domiciliadas naquele país emitiram cerca de US$ 2,75 bilhões em prêmios diretos.

Apesar das diferenças econômicas, o Brasil parece seguir essa mesma tendência, já que a expectativa é que o setor movimente R$ 1,7 bilhão até 2025. “Vemos uma procura crescente por produtos e serviços contracrimes e golpes pela internet por famílias, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas (PMEs) que, até pelo seu tamanho, tem menos condições de se proteger”, revela Eduardo Rocha, outro co-founder da BLUECYBER.

Porém, para conseguir massificar a oferta desse ramo de forma mais significativa, o especialista acredita que as seguradoras brasileiras ainda precisam evoluir sua metodologia de avaliação de risco e precificação, fazer um monitoramento de risco ativo para manter uma carteira saudável e com baixas taxas de sinistro, além de conseguirem acessar e atender esse mercado de forma eficiente. 

“Percebemos que existe um aumento na conscientização sobre riscos e vulnerabilidades cibernéticas, mas ainda há a necessidade de uma maior educação sobre quantificação de riscos e como transferi-los adequadamente. Para isso, desenvolvermos soluções que são economicamente viáveis para estes segmentos de público, sempre trabalhando em parcerias estratégicas com as seguradoras, corretores e resseguradoras”.

Marcos Fugise assume a posição de Chief Insurance Officer da Europ Assistance Brasil

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil, uma das maiores empresas de assistência e seguro de viagem do país, tem um novo Chief Insurance Officer (CINSO). Trata-se de Marcos Fugise, profissional com mais de 23 anos de experiência em resseguros e seguros, e grande vivência nas áreas de Riscos Corporativos.

Com ampla visão nas áreas comercial, empresarial, técnica e administrativa, Fugise terá a missão de seguir com a estratégia da companhia que tem foco em automação, aprimoramento técnico, diversificação de clientes, canais e produtos. Entre as suas responsabilidades estarão as áreas de produtos, precificação, rentabilidade e controles de fraudes e custos.

“Estou muito feliz com mais este desafio na minha carreira. Diferentemente do que acontece em seguros, que o suporte ao cliente muitas vezes acontece somente após o sinistro, aqui o nosso foco está sempre em atendê-lo o mais rapidamente, de forma a ajudá-lo no seu dia a dia. Para isso, temos que ter muito claro as necessidades de todos – ou seja, da empresa, parceiros, prestadores e clientes – para podermos trabalhar alinhados e da melhor forma possível”. 

Graduado em Marketing e Vendas pela Universidade Anhembi Morumbi e com MBA em Gestão em Seguros pela FGV, desde 2006 Fugise é professor na Fundação Escola Nacional de Seguros, ministrando cursos e palestras sobre D&O, Responsabilidade Civil Profissional, Seguro Ambiental e Resseguros. Já em 2013, liderou o grupo que desenvolveu as primeiras certificações profissionais brasileiras em resseguros (CPR 1 e CPR 2).

“Além da sua grande experiência profissional, Fugise tem algumas características que são importantes para nós, como sua participação ativa em ações filantrópicas e voluntárias para as organizações Cruz Vermelha Brasileira e Médicos sem Fronteiras (MSF), entre outras instituições. São pessoas assim, preocupadas em cuidar e ajudar o outro, e com grande conhecimento técnico em nossa área, que focamos em trazer para a Europ Assistance”, concluiu Newton Queiroz, CEO da companhia.

Prêmio de Jornalismo: evento de anúncio dos vencedores será em fevereiro

A cerimônia que anunciará os vencedores do VI Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros será dia 8 de fevereiro de 2023. A iniciativa é promovida pela Escola de Negócios e Seguros (ENS), com apoio institucional da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).

O evento acontecerá de forma híbrida, com participações presenciais e transmissão on-line e ao vivo, a partir da Sala do Futuro, ambiente da ENS em São Paulo (SP), que abrigou a solenidade de encerramento da edição anterior. O embaixador do Prêmio, jornalista Carlos Alberto Sardenberg, confirmou presença.

O Prêmio

Com um total de R$ 120 mil, a premiação destina R$ 15 mil para o primeiro colocado, R$ 6 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro, nas cinco categorias em disputa: Mídia Impressa, Audiovisual (incluindo Rádio e TV), Webjornalismo, Mídia Especializada do Setor de Seguros e a categoria especial MAG Seguros Inovação.

Desde 2016, quando foi criado, o Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros se consolidou como o maior reconhecimento aos profissionais de imprensa que produzem reportagens sobre o setor de seguros. Nas cinco primeiras edições foram mais de 3.500 trabalhos inscritos, elaborados por cerca de 700 profissionais.

Nesta edição, o Prêmio conta com o patrocínio de cinco seguradoras: MAG (Master), Bradesco Seguros (Ouro), Capemisa (Prata), Tokio (Prata) e Porto (Prata).

O Prêmio de Jornalismo em Seguros incentiva e dissemina a cultura do seguro em todo o País, o que também é uma missão da ENS. Os profissionais de imprensa desempenham um papel fundamental ao levar, para toda a sociedade, informações sobre a importância do seguro, os produtos disponíveis e demais pontos relevantes sobre a nossa indústria. Faço um agradecimento especial à Fenacor e à CNseg pelo apoio e, também, às cinco patrocinadoras que nos ajudaram a viabilizar esta sexta edição, destaca o presidente da ENS, Lucas Vergilio.

Para ter acesso a mais detalhes sobre a iniciativa basta acessar o site premiodejornalismo.ens.edu.br.

Crescimento moderado na América Latina em meio a crescentes ventos contrários 

Muito mudou no último ano. Alcançando uma desaceleração da COVID-19 e enfrentando os efeitos das mudanças climáticas e questões políticas globais, a economia mundial está sob pressão crescente. O novo relatório sigma “Inflationary recessions re-price risk: global economic and insurance outlook 2023/24” prevê um crescimento do PIB mundial de 1,7% em 2023, à medida que as recessões inflacionárias se desenrolam nas principais economias.

O relatório de mercado da América Latina do Swiss Re Institute prevê um crescimento moderado do PIB para 1,3% no próximo ano, abaixo dos 3,1% esperados para este ano. As condições financeiras mais apertadas, os preços de commodities mais baixos (mas ainda altos) e a desaceleração econômica global pesarão no crescimento regional.

“Do nosso ponto de vista, a economia global esfriará visivelmente sob o peso da inflação e dos choques das taxas de juros. A reavaliação do risco na economia real e nos mercados financeiros é, na verdade, saudável e positiva a longo prazo”, comenta Jérôme Haegeli, economista chefe do grupo Swiss Re. Taxas livres de risco mais elevadas devem significar maiores retornos para investimentos na economia real. Nestes tempos desafiadores – e para o período de recuperação econômica à frente – o setor de seguros pode mostrar seu valor, pois oferece resiliência financeira em todos os níveis da sociedade”. 

De acordo com o Swiss Re Institute, as principais economias, especialmente na Europa, provavelmente enfrentarão recessões inflacionárias nos próximos 12-18 meses, em meio a taxas de juros mais altas. Prevê-se que o crescimento global do PIB desacelere para 1.7% em 2023, ante 2.8% em 2022. 

O Swiss Re Institute prevê 5.4% de inflação média anual do IPC global em 2023 e 3.5% em 2024, abaixo dos 8.1% em 2022. Apesar da esperada moderação do ritmo, a inflação deverá permanecer volátil e persistentemente acima das médias históricas. Para as seguradoras, a inflação é um desafio pois corrói o crescimento dos prêmios nominais, tem impacto na demanda global e cria custos mais altos de sinistros em linhas de seguro não-vida. 

  • Qual o cenário para o Brasil?

  • Esperamos um crescimento econômico moderado de 0.4% no Brasil no próximo ano, abaixo dos 2.6% estimados para este ano. A atividade econômica foi mais intensa do que o esperado em 2022 devido às condições externas favoráveis, com o aumento das receitas de exportação devido aos preços mais altos das commodities e uma nova rodada de transferências de dinheiro do governo para as famílias impulsionou o consumo.
  • A agenda de reformas permanece incerta e os encargos da dívida persistem. Esperamos que a inflação desacelere em 2023 para uma média de 6.4%, de uma estimativa de 9.7% em 2022, mas ainda acima da meta do banco central de 3.25% (a quarta vez consecutiva). O Brasil tem lutado contra uma inflação alta há mais de um ano, mas acreditamos que os preços atingiram o pico no segundo trimestre de 2022 e as pressões inflacionárias começaram a diminuir.
  • Prevemos que os prêmios totais crescerão 3% em termos reais em 2023, abaixo dos 4.3% estimados em 2022. O crescimento foi impulsionado por não-vida e isso continuará, embora esperamos que o crescimento dos prêmios de vida se fortaleça também no próximo ano. O mercado de seguros tem se mostrado mais resiliente do que o esperado, refletindo a atividade econômica favorável, o endurecimento das tarifas devido à inflação e a maior conscientização do público sobre o seguro de vida pós-pandemia.
  • Inovação, transformação digital e condições regulatórias mais favoráveis como o Open Insurance (o compartilhamento padronizado de dados e serviços por meio da abertura e integração de sistemas) têm impulsionado importantes mudanças no mercado nos últimos anos. Estes impulsionadores continuarão a criar novas oportunidades de negócios para aumentar a penetração no mercado e o crescimento acima da tendência. Nossa pesquisa global com consumidores de 2022 constatou que mais de 50% dos entrevistados no Brasil planejam usar mais os canais digitais para suas necessidades relacionadas com o seguro.
  • Prevemos que os prêmios de L&H aumentarão 2.3% em 2023, acima dos 1.1% estimados em 2022. A alta inflação corroeu crescimento nominal dos prêmios de vida, com o crescimento negativo dos produtos de risco compensado pelos produtos de poupança no primeiro semestre. O alto desemprego limitará a demanda por seguro saúde (1 a 2%), que em grande parte vem de planos de benefícios do empregador.
  • Projetamos um crescimento acima da tendência nos prêmios não vida de 4.5% em 2023, após um forte crescimento em 2022 (estimado 12%). O crescimento deste ano foi impulsionado pelos prêmios de automóveis, devido aos preços mais altos dos veículos e uma recuperação nas vendas de veículos (cerca de 30% de novos registros em agosto passado). No entanto, os aumentos de preços dos veículos provavelmente diminuirão à medida que as cadeias de produção se normalizarem.

ABGR: sustentabilidade na gestão do risco

ABGR 2022 seguros

Por Carlos Alberto Pacheco – ABGR 

“Open Insurance e ESG: os desafios da inovação e sustentabilidade para o risk management”, foi o tema central do seminário da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) realizado nos dias 16 e 17 de novembro, no Pró-Magno Centro de Eventos, em São Paulo. O evento atraiu 4 mil participantes, entre grandes players e tomadores de decisão do setor de risk management, que assistiram a um ciclo de palestras simultâneas. Vinte e um eixos temáticos abordaram questões relevantes como gestão de riscos, open insurance e inovações, sandbox e insurtech, ESG & sustentabilidade, transportes – logística e gerenciamento de riscos, entre outros.

Já a feira de negócios da ABGR reuniu expositores ligados a algumas das maiores empresas do segmento. Na ocasião, além da oferta de soluções inovadoras, houve intenso networking e concretização de negócios. Neste ambiente, compradores de seguros dialogaram com a cadeira produtiva e conheceram o leque diversificado de produtos disponíveis no mercado. A expo e o seminário foram realizados simultaneamente a outro evento – o CMS Financial Innovation.

“Ficamos muito felizes com a presença de grandes empresas e os patrocinadores que acreditaram no evento. Nossa missão é trazer o risk manager para dentro da ABGR”, ressaltou o presidente da entidade, Luiz Otavio Artilheiro. O diretor financeiro Wilnner Eduardo Silva, acrescentou: “O evento fomentou a troca de experiências entre seguradoras, resseguradoras, brokers, clientes e risk managers”. Na visão do secretário-geral, Thiago Amorim, a ABGR posicionou o profissional como “protagonista do mercado”. E a assessora do Conselho e Diretoria, Márcia Ribeiro, lembrou que um dos méritos do evento foi atrair a participação de diversos compradores de seguros.

ESG e sustentabilidade – “Que mundo iremos deixar para as nossas crianças nos próximos 30 anos”, questionou o director Risk Management da DHL, Guilherme Brochman, na palestra de abertura do seminário “ESG: Desafios, Gestão de Risco e Sustentabilidade”. Aliás, o tripé Environmental, Social and Corporate Governance (ou Ambiental, Social e Governança Corporativa – ASG, no português) pontuou a maioria dos painéis. 

Segundo Brochman, a utilização de tecnologia nos combustíveis é uma preocupação das empresas para diminuir os lançamentos de dióxido de carbono na atmosfera. “A DHL estabeleceu a meta de reduzir emissões de gases de efeito estufa até 2030”, alinhada com o Acordo de Paris por meio da iniciativa Science-Based Targets (SBTi) e investindo 7 bilhões de euros adicionais globalmente para atingir o objetivo”, revelou.

O debate sobre a agenda ESG continuou na palestra seguinte. “Queremos ver toda a economia brasileira focada nesta agenda”, conclamou o diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), José Nagano. O vice-presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Fred Knapp, disse que as resseguradoras devem trazer novas tecnologias para aplicar no mercado local. Ele sugeriu que compradores de seguro, corretores e resseguradoras utilizem parte de seu orçamento, ou seja, um determinado percentual na compensação de carbono.

Na terceira palestra, Nathalia Abreu (Zurich Brasil Seguros) defendeu ações integradas das empresas com a sustentabilidade, trabalhando toda a cadeia de produtos nessa direção. Thomas Fabelo (Aon) reforçou o propósito fixado pela DHL: “Na agenda global, será neutralizado 100% do carbono até 2030”. Mas Daniela Cavalcante Pedroza (Ambipar VG) fez uma ressalva: “ESG é um assunto que nem todas as organizações entendem”. Fátima Lima (Mapfre Seguros) ressaltou o compromisso da companhia: “Trabalhamos na redução de carbono e energia limpa. Temos grandes compromissos globais assumidos na transição para a economia de baixo carbono, subscrevendo risco”, comentou

“Diversidade & Inclusão na Pauta de ESG” trouxe o depoimento de algumas das principais protagonistas femininas do setor, como a presidente e fundadora da Sou Segura, Simone Vizani. “Nossas ações impactam positivamente na sociedade. Damos voz, movimento e visibilidade para as mulheres”, declarou. “Queremos contratar e formar líderes que não sejam impositivos. Essas lideranças devem ter mindset”, apontou Stephanie Zaicman (Wiz Soluções). Na ótica de Edna Vasselo Goldoni, presidente e fundadora do Instituto Vasselo Goldoni, a entidade crê no poder transformador da mulher e na equidade de gênero. “Entendo que as melhores, hoje, sabem o querem e qual direção tomar”, observou a mediadora Márcia Ribeiro (ABGR).

Sandbox, insurtech e cyber risk – Temas da ordem do dia do mercado, sandbox, insurtech e cyber risk sugeriram debates interessantes sobre inovação. Para Nikolaus Maack (Mapfre Seguros), as insurtechs devem transformar a vida das pessoas e tornar ações e procedimentos mais simples. “O mercado de seguros é colaborativo e isto tem a ver com a natureza das startups. A Susep permitiu a entrada de novos players e flexibilizou o mercado”, reforçou Luiz Gustavo Ferreira Galrão (Latú Seguros). Barbara Possignoto (Pier Seguradora) lembrou que existe espaço para o gestor de risco num ambiente de inovação, pois ele garante a eficiência das medidas adotadas pelas empresas.

Sobre cyber risk e LGPD, Marta Schuh (Marsh), Marco Mendes (Aon) e Eduardo Bezerra (Wiz) relataram suas experiências, com ênfase nas melhores práticas no dia a dia das empresas. Na opinião de Marta, a contratação de seguro cyber deve estar acompanhada de medidas de compliance. E citou um dado: “Oitenta por cento das empresas pagam resgate de sequestros a hackers. Pagar resgates não é a melhor opção. Isso precisa ser mais bem discutido”.  

Agro e ambiental – O agronegócio e o meio ambiente foram debatidos em painel específico com alguns dos especialistas do setor. “Há alguns desafios para o seguro agrícola. Na safra 2021/2022, o café e a cana na região centro-sul foram castigados por catástrofes climáticas, como as geadas. A expectativa no futuro é o seguro garantir a reposição das perdas e das modalidades de negócios envolvidas”, opinou Glaucio Toyama (Swiss Re).

Na visão de Talita Ferrari (Wiz), o agronegócio é um segmento muito importante para o País, exposto ao principal risco: “o clima não gerenciável”. Citou os históricos gargalos na infraestrutura (transporte de alimentos) e a necessidade das empresas se adequarem à agricultura de baixo carbono, cumprindo metas de ESG. Paulo Vitor Rodrigues (Aon) destacou o fenômeno do crescimento de startups (agrotechs) que atuam no seguro agrícola, mas advertiu que 32% da produção de alimentos é desperdiçada na cadeia de transporte.

Daniel Asseituno (AXA Seguros), por sua vez, lamentou: “O produtor ainda enxerga o seguro agrícola como um custo. Eu defendo que seja mais competitivo – uma garantia adicional à operação de financiamento”. Pouco difundido no Brasil, o seguro paramétrico foi lembrado pelos painelistas. O seguro protege as culturas contra distúrbios climáticos, sem estar atrelado à produção propriamente dita. Paulo Vitor sugeriu que essa modalidade de proteção seja construída em torno de um índice passível de ser monitorado remotamente.

Transportes e GR – Diego Gomes (Chubb Seguros), Sérgio Caron (Marsh), Rodolfo Albuquerque Alves (Liberty Seguros) e Denis Teixeira (Alper) compuseram o painel “Transportes, Logística e Gerenciamento de Riscos”. Segundo dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), mais de 60% das cargas em circulação no País são conduzidas pelas rodovias. O Brasil possui uma frota de 2 milhões de caminhões, sendo 60% transportados por motoristas autônomos. 

Os painelistas foram unânimes em considerar que o gerenciamento de risco é uma ação fundamental no processo de gestão de risco de uma apólice de Transportes. As companhias precisam sempre investir em desenvolvimento tecnológico e capacitação dos profissionais para o bom cumprimento das operações. Os clientes devem dispor de análises técnicas e detalhadas com recomendações preparadas por especialistas.

SulAmérica premia corretores e corretoras com carros 0Km no PRA Super Campeões

A SulAmérica sorteou na última quarta-feira, dia 16/11, as premiações das rodadas intermediárias do PRA Super Campeões. Durante o evento do PRA – Programa de Reconhecimento ao Corretor, foram sorteados nove carros 0Km entre as Corretoras elegíveis de acordo com o regulamento da campanha.

Os ganhadores foram anunciados durante evento híbrido realizado pela companhia. Ao todo, quase 2 mil profissionais acompanharam os sorteios, que foram transmitidos de maneira online para todo o Brasil, mas com evento presencial no Rio de Janeiro e em São Paulo, conduzidos pelos diretores comerciais de Saúde e Odonto da SulAmérica, Solange Zaquem e Luciano Lima, e Marcelo Mascaretti, diretor de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica. 

O sorteio dos nove carros 0km para os corretores e corretoras elegíveis de cada região, é uma das premiações mais aguardadas do PRA Super Campeões. Entre os ganhadores, estão representantes das regionais: 

●      Regional Norte e Nordeste – 2 ganhadores de Recife (PE)

●      Regional Sul – 2 ganhadores: Curitiba (PR) e Joinville (SC)

●      Regional SP Interior – 2 ganhadores: Jundiaí (SP) e São José dos Campos (SP)

●      Regional Minas Gerais e Centro-Oeste – 1 ganhador de Itajubá (MG)

●      Regional SP Capital – 1 ganhador de Santos (SP)

●      Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo – 1 ganhador de Rio de Janeiro (RJ)

Para ser elegível ao sorteio, o corretor ou corretora precisava cumprir as premissas de crescimento e CT, de acordo com o grupo, e ter o mínimo de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) em produção conforme o regulamento da campanha. 

Além do sorteio dos nove carros 0km, também serão premiadas Corretoras com uma viagem para Israel ou uma viagem nacional, junto com seus acompanhantes. Os corretores e corretoras concorrem de acordo com o seu grupo e região. O cálculo da pontuação para classificar a Corretora como elegível à premiação final acontecerá em 2023, considerando toda a produção no período da campanha. O PRA Super Campeões 2022 mantém a premiação para reconhecimento das assessorias de seguros, assim como em 2021.

Soluções criativas são necessárias em riscos corporativos, avalia diretor da seguradora Zurich

Jose Bailone

Com a realização da XIV Seminário de Gestão de Riscos e Seguros e da XIV Seminário de Gestão de Riscos e Seguros, pela ABGR, nos dias 16 e 17 de novembro, em São Paulo, o Sonho Seguro conversou com Jose Bailone, diretor executivo de Seguros Corporativos e de Subscrição de Ramos Elementares da Zurich, sobre as preocupações que tiram o sono dos gestores de riscos e como a seguradora tem se preparado para estar presente para facilitar o dia a dia dos guardiões do patrimônio dos acionistas. Leia abaixo:

Mundialmente, a mudança climática encabeça a lista de preocupações dos gestores de riscos em todas as regiões do mundo. No ano passado, o risco cibernético ocupava a liderança nas pesquisas realizadas. E no Brasil, quais são as três primeiras preocupações dos gestores de riscos?  

Quando analisamos os riscos que são ameaças para empresas e governos no mundo e no Brasil, os riscos climáticos, sociais, cibernéticos e de uma recuperação global desigual em consequência da pandemia estão entre as principais preocupações, conforme revelado pelo Relatório de Riscos Globais (17ª edição GRR 2022) produzido pela Zurich, Marsh McLennan e o Fórum Econômico Mundial divulgado em janeiro deste ano.  

Nesse mesmo relatório, foram divulgados os resultados detalhados da Executive Opinion Survey 2021 (também produzida pelo Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Marsh McLennan e a Zurich), onde são detalhados os maiores riscos identificados pelos executivos em cada país. Nessa pesquisa, os três principais riscos mapeados para o Brasil foram uma prolongada estagnação econômica, crises de subsistência e emprego e a inadequação digital, sendo que os danos ambientais provocados pelo homem, por exemplo, aparecem em 4º lugar. Ou seja, no curto prazo, aquela pesquisa já previa que questões econômicas liderariam as preocupações dos gestores. 

Já o relatório da Executive Opinion Survey 2022, que acaba de ser divulgado mundialmente na semana passada, traz como três principais riscos para os negócios no país a rápida e sustentada inflação, a proliferação de atividades econômicas ilícitas e o confronto geoeconômico, sendo seguidas pelas crises de subsistência e emprego e por choque severos ou volatilidade nos preços das commodities. Vemos, portanto, que as questões econômicas tomaram ainda mais espaço das preocupações dos gestores, o que acende um alerta a que os gestores de riscos precisam estar atentos. 

Isso porque vemos que os riscos ambientais e cibernéticos, que apareceram no último GRR como riscos importantíssimos a curto, médio e longo prazos a que as empresas (e a sociedade como um todo) devem estar atentas, estão sendo ofuscados por preocupações de curto prazo.  Essas preocupações são extremamente pertinentes e relevantes, porém, é crescente a ameaça de ataques cibernéticos à infraestrutura e a severidade dos eventos naturais decorrentes das mudanças climáticas, o que quer dizer que as empresas não podem tirar seus olhos desses riscos caso queiram contar com uma operação segura e eficiente. Ignorar esses riscos pode criar pontos cegos, deixando as empresas expostas à graves ameaças que podem afetar o seu sucesso e resiliência ao longo do tempo. 

Na Zurich, estamos muito atentos a essas questões junto aos gestores de risco das empresas e oferecemos serviços relacionados tanto à prevenção de riscos cibernéticos quanto relacionados às mudanças climáticas.  Serviços relacionados às mudanças climáticas, por exemplo, vão desde uma análise do risco de alagamento de uma determinada planta até um panorama amplo de todas as unidades de negócios de uma empresa. Há também análises para avaliar o impacto do aquecimento global no médio e longo prazo nos eventos da natureza a que um determinado local ou unidades de negócios estão expostos. Além de cobertura de seguros, a Zurich coloca à disposição toda a sua expertise para orientar os clientes quanto aos riscos que podem impactar os seus negócios e as formas de mitigá-los, seja olhando para os riscos atuais como para os riscos futuros.     

Já no que diz respeito aos riscos cibernéticos, temos à disposição ferramentas e expertise para apontar o que as companhias precisam fazer para transferir riscos para o mercado segurador, por meio da avaliação de seus riscos operacionais, dependências sistêmicas e maturidade quanto à segurança da informação, de forma a fornecer orientação acerca de adequações que forem necessárias. 

O cenário exposto para 2023 é de um significativo reajuste do resseguro. De um lado, os resseguradores reajustando tarifas para equilibrar perdas com eventos climáticos mais intensos e frequentes. De outro, gestores preocupados com perdas, o que aumenta a demanda pelo seguro, porém num momento em que o orçamento para compra de seguros sofre redução diante do cenário econômico. O que a seguradora tem feito para equilibrar esta situação para seu cliente? 

Reconhecemos que para muitas atividades, os desafios sociais e econômicos gerados pela pandemia e instabilidade geopolítica, aliado ao surgimento de novos riscos e ao ajuste de condições e taxas do mercado segurador, exigem soluções mais criativas.  Após um período de endurecimento do mercado começamos observar estabilidade ou até alguma flexibilização nas linhas que sofreram maiores ajustes, como D&O. Na Zurich, buscamos apoiar empresas com soluções que englobam a assunção dos riscos transferidos pelos clientes com serviços extremamente especializados de prevenção de perdas.  

É importante ressaltar que os produtos de seguros devem ser parte da gestão de riscos das empresas, e que mesmo em momentos econômicos desafiadores, as empresas não podem deixar de investir nessa frente. Isso porque quanto mais robusta for essa gestão, com soluções de segurança e prevenção que diminuam a exposição de riscos para as empresas, menores as chances de uma interrupção de negócios causada por quaisquer eventos – e melhor tende a ser a precificação dos seguros também. Os clientes que possuem programa de gestão de riscos, uma visão de custo total do risco, que conhecem suas exposições e executam ações de mitigação, já trazem um bom posicionamento do seu risco para o mercado segurador. 

Portanto, as seguradoras devem ser parceiras dessa gestão para seus clientes, indo além dos produtos de seguros e ajudando-as de fato a fazer a gestão adequada de seus riscos. Não apenas por uma questão de orçamento, mas porque essa é a melhor forma de contribuir para que as empresas não sofram perdas ou prejuízos decorrentes de uma política de gestão de riscos deficiente. E, consequentemente, isso permite também mais aceitação, qualidade e flexibilidade das coberturas quando falamos em produtos de seguros. 

A Zurich é uma seguradora que tem como diferencial no mercado justamente uma equipe de engenheiros de riscos que compõe network global com mais de 800 especialistas que ajudam as empresas a melhorarem a gestão dos seus riscos para a continuidade dos negócios. Para dar um exemplo de nossa atuação prática, no que toca aos riscos cibernéticos, temos à disposição ferramentas e expertise para apontar o que as companhias precisam fazer para transferir riscos para o mercado segurador, por meio da avaliação de seus riscos operacionais, dependências sistêmicas e maturidade quanto à segurança da informação, de forma a fornecer orientação acerca de adequações que forem necessárias. 

Os riscos geopolíticos ocupam o segundo lugar, à frente dos riscos cibernéticos e pandêmicos. Que tipo de plano de contingenciamento uma grande empresa precisa ter pronto para gerenciar o aumento das tensões sociais que possam impactar a quebra da cadeia de suprimentos? 

A identificação do potencial impacto é diferente para cada atividade e empresa e, frequentemente, os riscos vem junto com oportunidades. A profunda interrupção no fluxo de mercadorias em todo o mundo ensina as empresas a entenderem suas vulnerabilidades primeiro para criar maior resiliência a choques futuros. A elaboração de um bom plano de continuidade passa por entender com profundidade os riscos a que um negócio está exposto.  Além de manter um balanço resiliente para enfrentar volatilidade, é fundamental ter os planos de mitigação desenhados e testados. Com a pandemia e a ruptura da cadeia de suprimentos, aprendemos que esse era um risco subestimado por muitas indústrias, algumas das quais sequer tinham um inventário de todos seus fornecedores e o grau de dependência existente. Portanto, como ressaltado na questão anterior, o trabalho de gestão de riscos é de extrema relevância em todos seus aspectos, desde a identificação até a mitigação dos riscos. 

Os riscos econômicos também assustam os gestores. Como mitigar o risco de uma empresa diante da instabilidade financeira, deterioração macroeconômica e estresse monetário e fiscal.  

Com uma análise de riscos estruturada, é possível contribuir para a empresa lidar melhor com um momento de instabilidade. Nos momentos de escassez, nem sempre as empresas conseguem estar bem capitalizadas e com baixo endividamento.  Neste cenário em que empresas do mundo todo veem que cortes de custos se fazem necessários, é importante enxugar gastos com sabedoria, evitando assim aumentar a exposição ou contratar produtos com coberturas inadequadas para mitigar riscos existentes. Como seguradora, a Zurich está preparada para dar suporte para que nossos clientes façam as escolhas mais adequadas aos seus riscos e compreendam o seguro como um apoio para a resiliência de seus negócios neste momento de instabilidade. 

A inflação está se tornando uma grande preocupação tanto para especialistas quanto para o público em geral. Quais as recomendações aos gestores sobre os impactos da inflação no programa de seguros? 

Como especialistas, observamos que a inflação influencia de maneira diferente o mercado por atividade, indústria, segmento de atuação e distribuição geográfica dos negócios. Recomendamos aos clientes atenção na avaliação de seu patrimônio e histórico contábil para manter o valor de seus ativos e bens adequados tanto à inflação quanto a realidade que a empesa atravessa. No que diz respeito ao seguro, isso deve ajudá-los na subscrição correta dos riscos e a garantir que as coberturas contratadas realmente sejam efetivas diante dos riscos a que a empresa está exposta. Com atenção a estes pontos, o cliente pode ter tranquilidade de que irá conseguir repor danos sofridos e recompor seu patrimônio em eventual sinistro.