MetLife facilita a venda de plano odontológico para melhorar a saúde bucal dos brasileiros

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A pauta é ter um sorriso lindo. O segmento odontológico conta hoje com 30,4 milhões de clientes, o que corresponde a 14% da população. Vamos falar dos planos odontológicos oferecidos pela MetLife e que tem o propósito de melhorar a saúde bucal dos brasileiros. 

Segundo Marcelo Tomei, diretor comercial da MetLife, as vendas estão em crescimento no mercado e a MetLife está atenta e tem se consolidado como um importante player na distribuição de planos odontológicos para empresas e em vendas aos clientes finais através das parcerias. “Como resultado crescemos 40% nos planos individuais no último ano, devido a uma forte expansão dos canais de distribuição e o maior acesso das pessoas as nossas soluções”, conta ele nesta conversa do podcast.

O brasileiro está cada vez mais preocupado com a saúde. De acordo com o “Painel da Odontologia Suplementar”, levantamento realizado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de beneficiários vinculados a planos exclusivamente odontológicos cresceu mais de 10 vezes entre 2000 e 2018.

“O setor saltou de 2,3 milhões de beneficiários para 23,6 milhões no período analisado. Além disso, a quantidade de procedimentos preventivos aumentou 52,3% entre 2014 e 2018. Acreditamos que o custo cada vez mais acessível, a comunicação assertiva e a facilidade na contratação estejam entre os principais impulsionadores”, comenta Paula Toguchi, diretora de produtos da MetLife.

Atualmente os planos odontológicos MetLife estão disponíveis para milhões de pessoas através dos mais diversos canais, incluindo os Corretores de Seguros, Bancos, Plataformas de Investimentos, Carteiras Digitais, Fintechs e redes de varejo.

Ouça abaixo o podcast com Paula Toguchi disponível no SpotifyApple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

MDS Brasil adquire corretora Brokers

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Fonte: MDS

Seguindo seu plano de expansão e consolidação no segmento de intermediação de produtos de proteção no país, a MDS Brasil, que recentemente foi adquirida pelo Grupo Ardonagh, fecha o ano de 2022 com a incorporação da Brokers, corretora especializada no setor de benefícios, voltada principalmente para o mercado de médias empresas. A aquisição é a sétima feita pela filial brasileira do grupo global nos últimos quatro anos.  

Com uma carteira que inclui mais de 120 mil vidas asseguradas e prêmios que somam cerca de R$ 280 milhões, operando há 32 anos no mercado, a Brokers atua como uma consultoria-boutique e oferece soluções inovadoras e personalizadas para uma gestão adequada às necessidades dos seus segurados.   

Para Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e Américas Regional Manager da Brokerslink, a compra da Brokers traz significativos ganhos na geração de valor para ambas as empresas e seus clientes. “A aquisição reforça a nossa unidade de negócios de Saúde e Benefícios e nos consolida entre as maiores corretoras desse segmento. Além de uma equipe altamente qualificada, a Brokers nos agrega forte conhecimento e experiência na gestão de clientes do segmento middle – estratégico para nós. Ainda que possua, também, negócios em riscos patrimoniais, responsabilidades riscos financeiros, seu portfólio é majoritariamente composto por clientes no segmento de benefícios que passam a ter acesso a todos os nossos produtos e serviços. É uma iniciativa que, assim como as demais, visa tornar a companhia melhor, e não apenas maior”, afirma o executivo. 

Na visão do Vice-Presidente de Saúde e Benefícios da MDS, Paulo Loureiro, a aquisição é estratégica porque o segmento tem tido um crescimento muito forte nos últimos anos. De acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), entidade que reúne as seguradoras que atuam no mercado brasileiro, o seguro saúde saltou 11,9% em 2021, um crescimento de apenas 1,3% em 2020. Com isso, as companhias do segmento alcançaram 49 milhões de beneficiários nos planos de saúde, em sua melhor marca desde 2015.   

“Apesar da ascensão desse setor, apenas 20% da população possui seguro saúde. Isso nos mostra que o mercado tem grande potencial para seguir em expansão e a integração com a Brokers será essencial para mantermos um crescimento sustentável e fortalecer ainda mais a MDS como um dos principais players desse setor, nos destacando com um atendimento consultivo, próximo e personalizado, trabalhando com o conceito de saúde mais ampla, que vai além de somente a saúde física. Nossa missão, também, é de zelar pela saúde mental, intelectual, financeira, familiar, social e profissional dos beneficiários, ou seja, ter uma população ativa saudável e cuidar do maior ativo de uma empresa, que são as pessoas”, comenta Loureiro. 

A atual equipe de gestão da Brokers, liderada pelos sócios principais Marcelo Schaimberg, Ricardo J. Levy e Paulo Chut continuará à frente da operação da empresa, assim como os demais executivos. “Ao longo de mais de 30 anos de mercado, a Brokers se tornou uma corretora bem-sucedida, mas temos certeza de que essa integração ao Grupo MDS permitirá à corretora acelerar ainda mais o seu plano de crescimento”, afirma Schaimberg.  

Segundo Paulo Chut, “o Grupo MDS tem muito a agregar à operação da Brokers e aos seus clientes e colaboradores, uma vez que os clientes terão à disposição um leque ainda maior de produtos e serviços e os colaboradores da Brokers passam a ter mais oportunidades para o seu desenvolvimento e crescimento profissional”. 

Para Ricardo J. Levy, esta operação representa uma oportunidade extraordinária. “Enxergamos na MDS um alinhamento perfeito com a nossa visão e ambição de crescimento.  Não podia estar mais entusiasmado com a possibilidade de nos unirmos a um grupo com escala global, como a MDS, o que certamente contribuirá para uma entrega ainda melhor dos serviços que prestamos aos nossos clientes”, destaca o Levy.  

Apenas 8% da população brasileira têm planos de previdência, revela estudo da Fenaprevi

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Fonte: Fenaprevi

Novo levantamento realizado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, referente a outubro de 2022, revela que apenas 8% da população brasileira possui algum plano de previdência privada aberta. Em números absolutos, são cerca de 10,8 milhões de pessoas, sendo 8,6 milhões contratando planos individuais, enquanto 2,2 milhões nas modalidades coletivas.

Para a Fenaprevi, o dado indica um “enorme potencial de crescimento para o setor, em especial ao considerar que atualmente 10% da população brasileira possui mais de 65 anos, percentual que daqui a 25 anos irá dobrar”. A entidade também alerta que o rápido envelhecimento dos brasileiros amplia a urgência das famílias se prepararem para o futuro e pensarem na saúde financeira o quanto antes.

O levantamento ainda aponta que, ao todo, são 13,8 milhões de planos de previdência privada aberta comercializados (lembrando que uma pessoa pode possuir mais de um plano), sendo 80% na modalidade individual e 20% coletivos.

Apenas 0,5% dos planos de previdência aberta se encontram na fase de recebimento de benefícios, ou seja, os proprietários já fizeram o aporte dos recursos ao longo do tempo e hoje usufruem dos valores acumulados – o que também, segundo a Fenaprevi, revela o quanto ainda é jovem esse mercado.

Números de outubro

De acordo com o relatório, 271 mil participantes dos planos de previdência efetuaram resgates no mês de outubro. Por tipo de produto, 87% dos valores foram resgatados em planos VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), 10% no PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e 3 % nas demais modalidades.

O volume resgatado no ano (de janeiro a outubro) superou os R$ 101 bilhões. Somente no mês 10/2022, foi de R$ 9 bilhões, valor 2,4% acima do montante registrado no mesmo mês de 2021.

Em termos de captação bruta, os planos de previdência privada aberta seguem em tendência de crescimento. Foram alcançados R$ 129,7 bilhões em aportes no ano, uma alta de 13,9% sobre o mesmo período do ano anterior. Considerando apenas outubro de 2022, o resultado foi de R$ 12,3 bi, número 6,9% maior do que o mesmo mês em 2021.

Dessa forma, a captação líquida somou R$ 3,3 bilhões em outubro, saltando 21,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já no acumulado dos dez primeiros meses de 2022, a captação líquida totalizou R$ 28,7 bi, ligeiramente superior ao mesmo período de 2021.

Atualmente, o setor de previdência aberta conta com R$ 1,2 trilhão de ativos no Brasil, o equivalente a 12,7% do PIB nacional.

VGBL é o preferido dos brasileiros

Dos 13,8 milhões de planos comercializados, 60% são VGBL, 21% PGBL, 12% planos Tradicionais de risco e 7% Tradicionais de acumulação e FAPI (Fundos de Aposentadoria Programada Individual).

Em prêmios e contribuições, o VGBL continua como o produto de maior volume de aportes, com R$ 11,1 bilhões no mês (outubro) e R$ 118,6 bi no acumulado de 2022, crescimento 14,8% em relação ao apresentado no mesmo período de 2021.

Na sequência vêm o PGBL, com R$ 8,4 bilhões acumulados nos dez primeiros meses de 2022, seguido pelos planos Tradicionais de Risco, que totalizaram R$ 2 bi no mesmo período, e pelos planos Tradicionais e FAPI que somaram R$ 670 milhões em captação bruta neste ano.

Valor: TRF de São Paulo reduz PIS e Cofins de seguradoras 

Fonte: Valor

Duas das maiores seguradoras do país, a Porto Seguro e a Zurich Santander, obtiveram autorização da Justiça para retirar da base de cálculo do PIS e da Cofins os valores das comissões que são repassadas aos corretores.

As decisões foram proferidas pela 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), com sede em São Paulo.

São as primeiras de segunda instância que se têm notícias e, segundo advogados, devem servir como precedente para outras empresas do setor que também discutem o tema na Justiça.

Sempre que fecham contrato com o cliente, um percentual do prêmio precisa ser destinado ao corretor. Mesmo nos casos de venda direta – quando não há corretor envolvido – as seguradoras são obrigadas por lei a pagar a comissão.

Os valores, nessa segunda hipótese, são direcionados ao Fundo de Desenvolvimento Educacional do Seguro, que é administrado pela Fundação da Escola Nacional do Seguro (Funenseg).

“Afeta todo e qualquer contrato de seguro. Por isso, o impacto dessa tese é bastante significativo”, diz o advogado Guilherme Yamahaki, do escritório Schneider e Pugliese, que atua para a Zurich Santander nesse caso.

Tanto a Zurich como a Porto Seguro relacionaram o tema ao julgamento da chamada “tese do século”, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

Os ministros afirmaram, na “tese do século”, que PIS e Cofins incidem sobre faturamento e que o conceito de faturamento abrange as receitas que se incorporam ao patrimônio da empresa. Com o ICMS isso não acontece. A empresa recebe o imposto do cliente e repassa para os governos estaduais. Os valores apenas transitam pelo seu caixa.

“O racional, aqui, é o mesmo. As seguradoras são obrigadas a vender o seu produto por meio de um corretor e quando recebem o prêmio obrigatoriamente têm que repassar a parcela da comissão”, afirma Newton Domingueti, do Velloza Advogados, que atuou para a Porto Seguro.

As duas empresas defenderam, com base nesse argumento, que o conceito de faturamento não deve englobar a totalidade do prêmio recebido – como ocorre atualmente. A obrigação de utilizar corretores de seguros como intermediários dos contratos está previsto no artigo 1º da Circular Susep nº 510, de 2015, e no artigo 725 do Código Civil.

Os pedidos feitos pela Zurich Santander e pela Porto Seguro para retirar a parcela referente às comissões do cálculo do PIS e da Cofins havia sido negado em primeira instância. O juiz considerou que esses valores fazem parte da comercialização do serviço e, sendo assim, integram as receitas das seguradoras, o que impediria a exclusão.

As duas empresas recorreram, então, ao tribunal. Os recursos foram julgados no mesmo dia e tiveram decisão unânime na 4ª Turma do TRF-3 (processos nº 5014732-45.2019.4.03.6100 e nº 5025293-31.2019.4.03.6100).

“O valor arrecadado a título de comissão de corretagem não se incorpora ao patrimônio das seguradoras. Em razão disso, sobre referidos montantes não se pode exigir PIS e Cofins por não constituírem faturamento das seguradoras”, diz o desembargador André Nabarrete em seus votos. Ele é o relator dos dois casos.

Ficou definido, além disso, que as duas empresas terão o direito de cobrar da União os valores que foram repassados de forma indevida aos cofres públicos nos últimos cinco anos.

Antes do julgamento desses dois casos havia, em favor dos contribuintes, uma decisão liminar da desembargadora Consuelo Yoshida, que atua na 3ª Turma do mesmo tribunal. Ela atendeu, no mês de agosto, um pedido do BTG Pactual Seguros (processo nº 5011736-36.2022.4.03.0000).

A desembargadora detalha, na decisão, a função dos corretores de seguros. Afirma que esse profissional é o intermediário legalmente autorizado a angariar e promover os contratos entre as seguradoras e as pessoas e empresas interessadas. “Atua na defesa dos interesses dos segurados e sua comissão é paga pelo segurado”, frisa.

Acrescenta, ainda, que a seguradora não integra a relação jurídica entre o segurado e a corretora e que não é a titular da parcela do prêmio que corresponde à comissão de corretagem. Ela recebe o pagamento do prêmio, com o valor do serviço de corretagem destacado, e repassa tal comissão ao corretor.

“Não se pode exigir PIS/Cofins das seguradoras considerando-se o valor das comissões de corretagem e os valores destinados ao Funenseg, na medida em que não são receitas delas”, conclui Consuelo Yoshida.

Essas discussões vêm ocorrendo exclusivamente no TRF-3. É que as empresas têm optado por recorrer ao Judiciário por meio de mandado de segurança e, segundo advogados, esse tipo de ação só pode ser ajuizado na competência da autoridade coatora – que, nesse caso, é a Delegacia de Instituição Financeira da Receita Federal, a Deinf, que fica em São Pauo.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) afirma em nota enviada ao Valor, no entanto, que os contribuintes não estão vivendo só de vitórias. A 3ª Turma tem duas decisões de mérito contra a exclusão das comissões do cálculo do PIS e da Cofins (processos nº 0002436-92.2009.4.03.6111 e nº 50023034220214030000).

Afirma existir ainda um terceiro caso que teve pedido de tutela de urgência negado pelo desembargador Souza Ribeiro, que integra a 6ª Turma (processo nº 5004233-02.2019.4.03.6100).

A PGFN considera que no conceito de receita bruta estão compreendidos todos os custos que contribuem para a percepção da receita e são repassados para o preço final do produto ou do serviço. “PIS e Cofins incidem não sobre o lucro, e sim, sobre o faturamento (ou parcela dele)”, frisa na nota. “Admitir-se a exclusão de custos e despesas conduziria, no limite, à tributação do lucro, e não mais do faturamento/receita.”

Folha: Seguradora do caso da Chape sofre revés, e processo de R$ 4,8 bi volta aos EUA

Fonte: Folha

Em uma derrota para a seguradora do voo da tragédia da Chapecoense, a Tokio Marine Kiln, a Justiça da Inglaterra decidiu que o caso deve ser analisado pela Corte dos Estados Unidos, onde as sentenças foram estipuladas em US$ 844 milhões (R$ 4,77 bilhões na cotação do momento).

As famílias vítimas da tragédia reivindicam que a seguradora pague a indenização pelo acidente, uma vez que a empresa é detentora da apólice de seguro do voo da companhia aérea LaMia, que caiu na Colômbia em 2016 quando transportava os atletas que iam disputar a final da Copa Sul-Americana.

Como mostrou a Folha, em 2020 um juiz de Miami expediu, pela primeira vez, sentenças contra a companhia. O valor somado delas é de R$ 4,8 bilhões.

No processo em Londres, a Tokio Marine Kiln lista outras 12 corporações do ramo como “resseguradoras e/ou […] agentes gestores” de resseguro.

No mercado de seguros, uma mesma apólice pode ser dividida entre concorrentes, com porcentagens diferentes entre elas. O dado é importante porque a Bisa não tem capacidade financeira para arcar com o pagamento do seguro. Este, então, seria responsabilidade das resseguradoras.

Caso as famílias das vítimas e sobreviventes ganhem o processo, essas 13 empresas teriam de dividir a quitação da apólice. Ainda não está claro qual a porcentagem de cada uma no resseguro da LaMia.

Leia a matéria completa na Folha.

Agfintech Amana passa a ofertar seguro paramétrico

seguro rural MAPA

Fonte: André Vieira, Amana

Criado há 5 anos, o seguro paramétrico ainda tem poucos players no Brasil e representa uma grande alternativa para produtores que não mais conseguem contratar os seguros tradicionais diante do maior desafio da história do setor, que acumula grandes prejuízos. Se no ano passado o setor já viveu uma perda recorde, com mais de R$ 7,1 bilhões de indenizações pagas – uma alta de 94% em relação a 2020 —, o cenário de 2022 é ainda mais sombrio. Até agosto deste ano as indenizações já somavam R$ 9,5 bi, com alta de 131,6% sobre 2021.

O valor é maior que toda a arrecadação das seguradoras no mesmo período, de R$ 8,9 bilhões. Diante desse cenário, a Amana (www.amana.agr.br) – agfintech de seguros que oferece soluções rápidas por meio de uma plataforma digital –, passa a ofertar um seguro paramétrico em parceria com várias seguradoras no mercado com o objetivo de ajudar o produtor na adoção de medidas preventivas e protetivas para minimizar impacto dos efeitos climáticos em suas margens. A apólice número um foi emitida pela Korv.

“A crise do segmento, a maior da história, fez com que muitos produtores do país tivessem negada a contratação de um novo seguro para sua cultura. O seguro paramétrico, que tem por base a definição de parâmetros para ocorrência de eventos naturais, tem sido uma solução, pois sua contratação pode ser feita sob medida, de acordo com as informações recebidas do produtor e suas regiões”, afirma Renato Cunha Bueno, diretor da Amana.

Segundo Cunha Bueno, o seguro é extensivo a todas as culturas e em todo o país. “Percebemos hoje, diante desse quadro, que muitos produtores de soja, por exemplo, têm enfrentado dificuldades para contratar seguros. O seguro paramétrico aceita situações que as empresas tradicionais já não admitem, que dizem respeito ao tipo de solo, áreas pós-pastagem, pós-cana-de-açúcar e plantio fora do Zarc (Zoneamento Agrícola de Risco Climático — estudo que identifica regiões e épocas de menor risco climático para o plantio e semeadura das culturas)”, ressalta.

Cunha Bueno cita outro exemplo de vantagem na contratação do seguro paramétrico. “No caso de muita chuva, um dos indicadores levados em conta é justamente a precipitação pluviométrica superior a um índice acordado entre o produtor e nossa seguradora. Por isso, o modelo é 100% customizado. No caso das seguradoras tradicionais, leva-se em conta apenas a ocorrência de eventos climáticos isolados”, explica.

IMPULSO – Em 2021, após autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovou uma resolução que estabeleceu o percentual de subvenção ao prêmio de 20% para o seguro paramétrico, para qualquer atividade. Na ocasião, técnicos do Ministério a Agricultura já destacaram que a inclusão do seguro no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) representava um avanço importante para o desenvolvimento do seguro rural no país.

Segundo o diretor da Amana, atualmente o seguro paramétrico é largamente difundido no exterior. Para ele, a contratação pode ser acelerada no Brasil a partir deste ano, principalmente após os grandes eventos climáticos da última safra que causaram impacto sem precedentes no seguro tradicional.

WhatsApp: O mais novo canal de comunicação da CNseg

A Confederação Nacional das Seguradoras, a CNseg, passará a usar o WhatsApp para reforçar a divulgação das principais ações e informações sobre seguros e o setor segurador. O objetivo da ação é estar mais próximo dos stakeholders do mercado, levando conteúdo de qualidade de forma ágil e próxima. Esta é mais uma iniciativa do time de Comunicação da CNseg para democratizar o acesso ao seguro, desmistificar o setor e mostrar sua relevância para a sociedade brasileira.

Através da parceria com a TakeBlip, o fornecedor oficial de uma plataforma de comunicação, será implantado o “WhatsApp Business API” (a versão em nuvem do aplicativo). “Por meio dela, estaremos onde o nosso público está, levando conteúdo de qualidade de forma ágil e próxima. É mais uma ação do time de Comunicação para democratizar o acesso ao seguro, desmistificar o setor e mostrar sua relevância para a sociedade brasileira, explica a Superintendente Executiva de Comunicação da CNseg, Carla Simões.

Para se cadastrar e obter mais informações, mande uma mensagem no perfil da CNseg! A comunicação só será realizada a partir do consentimento prévio do destinatário (opt-in).

Interrupção do negócio deve custar US$ 355 milhões a empresas da AL, afirma corretora de seguros AON

ano estudo lucros cessantes

Fonte: AON

Aon plc, líder global em serviços profissionais, divulga o Relatório de Comparação do Impacto dos Ativos Intangíveis nos Estados Financeiros, realizado em parceria com a Ponemon Institute, que constata que 70% das empresas da América Latina não estão asseguradas contra os ataques cibernéticos e à propriedade intelectual. A metade das corporações participantes do estudo sofreu um ou mais incidentes de vulnerabilidade da segurança ou violação de dados nos últimos dois anos, com perdas de até US$ 1 milhão. 

A companhia estima, ainda, que as perdas intangíveis – dos ativos cibernéticos, digitais e de propriedade intelectual — custem US$ 355 milhões até o fim deste ano. Em 2019, os crimes cibernéticos custaram US$ 301 milhões para as empresas em operação na América Latina, portanto, espera-se um aumento de custo total de 18%. 

De acordo com Marco Mendes, Líder de Cyber e da Vertical de Tecnologia da Aon no Brasil, os incidentes cibernéticos são qualificados como o maior perigo para as organizações da América Latina. “As ameaças à responsabilidade cibernética estão entre os riscos empresariais mais graves, seguidos da ameaça à propriedade intelectual, da interrupção indeterminada do negócio e das catástrofes naturais”, comenta. “E as primeiras três ameaças estão totalmente relacionadas, porque após um ataque de malware destrutivo, as empresas podem não conseguir colocar equipamentos e dispositivos suficientes em funcionamento para voltar rapidamente para o ambiente online. Se essa situação durar quatro, seis ou oito semanas, elas poderão sobreviver sem renda?”, continua. 

Embora o impacto da interrupção do negócio pelas perdas de ativos de informação seja mais significativo do que pela perda de ativos tangíveis, a pesquisa identificou que 58% dos bens materiais das empresas latinas têm seguro, frente à segurança de apenas 18% ativos intangíveis. 

Ele chama a atenção para o problema, que não deve ser encarado como um desafio da área de Tecnologia da Informação (TI), mas de toda a organização. “Os executivos da alta direção das empresas costumam ser os mais atacados em crimes cibernéticos, então esse é um problema corporativo. Quando analisamos a raiz dos ataques, percebemos que o recurso humano é o elemento mais frágil, por isso, é importante que as empresas façam treinamentos periódicos com as equipes para alertá-las sobre boas práticas de segurança e resiliência cibernética, principalmente em um cenário em que muitos trabalhadores têm jornadas laborais híbridas ou remotas e, muitas vezes, usam seus smartphones e computadores pessoais para acessar as redes de suas empresas”. 

Para garantir a proteção às ameaças cibernéticas, outros pontos importantes para as empresas são entender seu perfil de risco cibernético e seus possíveis impactos frente a qualquer ataque, buscar soluções efetivas de financiamento de riscos e de seguros para ameaças cibernéticas e priorizar a proteção e a higiene cibernética adequada. 

O Relatório de Comparação dos Ativos Intangíveis nos Estados Financeiros 2022 contou com a participação de 493 profissionais envolvidos no gerenciamento de riscos cibernéticos e corporativos das principais empresas da América Latina. 

Susep mantém isenção do valor do DPVAT em 2023

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O Presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou ontem, 21 de dezembro, a Medida Provisória nº 1.149, indicando a continuidade da Caixa Econômica Federal, na qualidade de agente operador do Fundo do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas ou Não – FDPVAT, para realizar a gestão de seus recursos e a gestão e a operacionalização dos pedidos das indenizações. Com a decisão, mantém-se em 2023 a isenção de cobrança de prêmio aos condutores de veículos, com a garantia de que as indenizações devidas continuarão sendo pagas com os recursos acumulados no Fundo do Seguro DPVAT. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje. 

Neste momento, a Susep está adotando os procedimentos necessários para propor ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) a regulamentação complementar exigida pelo próprio texto da Medida Provisória. 

Banco BMG e Generali anunciam acordo de cosseguro

bmg seguros

Fonte: BMG

O Banco BMG assinou um acordo que estabelece o cosseguro entre a MG Seguros, braço de seguros da companhia, e a Generali, na proporção de 40% e 60%, respectivamente, para todos os produtos distribuídos nos canais do banco e operados pela Generali. O formato de cosseguro terá vigência a partir de 01 de janeiro de 2023, sendo válido pelos próximos 15 anos tanto para as novas apólices quanto para as já existentes, de acordo com o cronograma de migração.

O acordo, segundo a seguradora, fortalece seus negócios de seguros em sinergia com as demandas dos seus clientes e canais de distribuição de produtos, além de evoluir a estratégia de fortalecimento do seu braço de seguro.

Segundo a companhia, a Generali segue com exclusividade de distribuição nos canais do BMG para seguros de pessoas e ramos elementares. Já a BMG Corretora poderá atuar com outras seguradoras de mercado com relação a outros produtos de seguridade, e a MG Seguros poderá emitir apólices para outros canais de distribuição, em exceção aos canais do banco.