Open Finance é destaque no planejamento das seguradoras de previdência e vida em 2023

O Open Finance foi uma das pautas relevantes em 2022 para as seguradoras que atuam com previdência e vida e segue no radar em 2023. Leia o que alguns executivos do setor dizem sobre os impactos do mercado aberto, que promete intercâmbio de dados entre investimentos, seguros, previdência, e certamente acirrará ainda mais a competição entre as seguradoras. Até setembro de 2023 já será possível que os clientes autorizem que as informações relacionadas ao seu cadastro e aos seus produtos, como o histórico de pagamento de prêmios, as coberturas contratadas, os sinistros ocorridos, possam ser compartilhadas entre as empresas participantes do open insurance.

Alexandre Camillo, titular da Susep – Não acredito que o consumidor tenha a percepção do benefício da concorrência do Open Finance, pois no setor a grande maioria das apólices tem renovação anual, o que dá ao cliente a chance de rever as condições e buscar uma oferta a cada renovação. O sistema aberto de informações financeiras veio para ficar e vai sim estimular a concorrência nos produtos financeiros. Ainda há muita insegurança em compartilhar dados financeiros. À medida que as pessoas forem testando e tendo boas experiências acredito que o Open Finance vai decolar e será uma referencia para diversos países como é hoje o PIX. O Brasil está a frente desta inovação e há muito interesse do mundo sobre este tema. O mundo nos observa e temos muito a acrescentar neste tema. 

Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg – Esse ecossistema ampliará a competitividade no setor que hoje conta com 160 seguradoras e 140 resseguradoras no País. Os consumidores terão uma forma padronizada de compartilhar suas informações com seguradoras, entidades abertas de previdência e empresas de capitalização, permitindo a formulação de propostas mais adequadas às suas necessidades. As empresas terão um novo canal de distribuição e a possibilidade de desenvolvimento de produtos próprios para o meio digital. Teremos uma indústria mais dinâmica e um ambiente propício ao desenvolvimento de produtos, processos e serviços com custos menores para o segurado.

Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência – A competição no mercado de previdência vem sendo intensa nos últimos anos, com um processo de portabilidade bastante simplificado e mais agentes em ação. É uma das poucas modalidades de investimento que possibilitam essa transição sem ônus tributário. Esse talvez tenha sido o primeiro teste a caminho de um negócio concorrencial mais aberto. O compartilhamento de dados será um ingrediente adicional de fomento à competição.  

Nesse cenário, as seguradoras vêm se preparando tanto com grades mais diversificadas de produtos, quanto no aprimoramento de serviços e jornadas para atendimento mais próximo e célere ao cliente. Cada empresa está ajustando suas ferramentas para o melhor uso das novas informações disponíveis, pois o ambiente competitivo estará um degrau acima quando a escala de compartilhamento de dados se intensificar.

Na Bradesco Vida e Previdência, temos buscado ampliar e facilitar, cada vez mais, a comunicação com o cliente. Reforçamos nossas ações de CRM, com ofertas assertivas para fidelização da base de clientes, pois acreditamos a capacidade de entender o cliente e seus principais anseios, necessidades e objetivos em cada etapa de sua vida será um poderoso diferencial.

Além disso, sempre com a coordenação da Bradesco Asset Management, estamos ampliando a participação de gestores terceiros, de forma a possibilitar uma oferta ainda mais sofisticada e customizada de produtos. Atualmente, a empresa já possui mais de R$ 15 bilhões de reservas de previdência com gestão de mais de 30 parceiros externos. Nos últimos três anos, realocamos cerca de 50% de nossa base para carteiras mais diversificadas, com planos modernos e taxas mais competitivas, em reavaliações sistemáticas das alocações de cada indivíduo.

Sandro Bonfim da Costa, superintendente de Produtos da Brasilprev – A Brasilprev entende que o Open Finance terá um importante impacto no mercado financeiro e de seguros, possibilitando atingir cada vez mais pessoas e garantindo produtos mais personalizados. Entendemos que o Open Finance pode configurar uma nova forma de relacionamento com os clientes e potenciais clientes. Assim, estamos desenvolvendo nossa estrutura corporativa, sistemas e processos tanto para cumprimento de todas as exigências legais quanto para aproveitar as oportunidades que essa nova forma de fazer negócio trará, pois vemos o sistema como uma possibilidade de ampliar nossos canais de prospecção e de atendimento, para, ao final do dia, trazer produtos e serviços cada vez mais personalizados às necessidades e objetivos dos clientes. Com aumento significativo da oferta de fundos e da complexidade de teses de investimento nos planos de previdência, além da rentabilidade, outro fator crítico de sucesso para o Open Finance será o apoio dado ao cliente para escolha do fundo mais adequado. 

Considerando esses fatores, a Brasilprev tem trabalhado fortemente a questão da importância da diversificação de investimentos junto aos seus clientes, apoiando na seleção dos melhores fundos frente ao cenário econômico, objetivo e perfil, e isto não deve mudar com o Open Finance, pois o conceito está relacionado com a importância de fomentar a cultura previdenciária do brasileiro.

Um exemplo de produto da Brasilprev que tem como foco facilitar a decisão do cliente e gestão do plano é o chamado de Ciclo de Vida. Essa família de fundos proporciona a gestão automática da alocação entre renda fixa e renda variável, sendo que a alocação em renda variável é reduzida gradativamente à medida que se aproxima o prazo para uso dos recursos acumulados, visando reduzir o risco. Hoje, oferecemos fundos Ciclo de Vida com datas-alvo para 2030, 2040 e 2050. Todos têm em comum a aplicação maior em renda variável no começo e redução gradativa do grau de risco da carteira na medida em que for chegando o prazo definido pelo cliente para utilização dos recursos.

José Paulo Vasconcelos, diretor de Planejamento Projetos e Processos, da MAG Seguros – Assim como o open insurance, o open finance visa a proporcionar mais facilidade e praticidade para o público diante dos produtos e serviços financeiros. Deste modo, ele abrirá oportunidades para que novas soluções sejam criadas e, assim, não só atender, mas superar as expectativas dos clientes. O open finance sempre foi uma boa notícia para a MAG porque nossos produtos têm condições específicas bem interessantes. Nosso portfólio de produtos é reconhecidamente um dos melhores do mercado tanto em quantidade quanto em qualidade. 

Dentro deste contexto de open finance destacamos três pontos: o primeiro é que a partir do momento em que o cliente final conseguir acessar mais informações pelo open finance, a MAG Seguros entende que será uma vantagem competitiva importante a fim de trazer solidez para nossa posição mercadológica. Já a segunda questão vai além dos produtos. A companhia possui uma arquitetura de tecnologia bastante flexível e escalável o que nos permite criar soluções em tempo real, sendo está também uma vantagem competitiva muito importante neste movimento causado pelo open finance. E, por fim, vale ressaltarmos que a MAG trabalha, neste momento, com mais afinco nas tratativas e as qualidades dos dados que irão compor as informações das ofertas e das condições dos nossos produtos para que quando o mercado vir para o open insurance e, consequentemente também para o open finance, estejamos prontos tecnologicamente para atender essa demanda.

Rachel Ferreira Bonel, diretora de controles internos da Icatu –  Acreditamos que, do ponto de vista do mercado de previdência, através não somente do Open Insurance, mas sobretudo do Open Finance (que inclui o Open Investment), o mercado passará por uma transformação digital, que deve proporcionar mais autonomia e assertividade no processo de contratação e portabilidade dos consumidores. Considerando que o cliente é o detentor dos seus dados pessoais, ele poderá buscar as opções que mais condizem com o seu perfil de investimento e ao mesmo tempo, espera-se que as participantes desenvolvam análises e ferramentas que as permitirão oferecer produtos cada vez mais personalizados e adequados à realidade de cada indivíduo. Esses movimentos, de ambos os lados, possivelmente provocarão portabilidades entre as seguradoras, bem como a angariação de novos clientes ao mercado de Previdência.  A rentabilidade é certamente muito importante. Embora a previdência privada venha ganhando mais notoriedade, ainda há muitas dúvidas em relação ao produto.

Roberto Teixeira, responsável por seguros na XP – O Open Finance pode ser um catalisador deste processo de portabilidade, trazendo um arcabouço tecnológico mais moderno para as seguradoras e ao mesmo tempo permitindo de fato a inserção do planejamento para investimentos de longo prazo dentro de um único contexto. Com o Open Finance será possível prover uma assessoria financeira completa para os clientes considerando investimentos, previdência, banking, financiamentos e muito mais. Será de fato um momento ímpar onde toda vida financeira do cliente pode ser tornar visível para a prestação de uma assessoria de excelência. Obviamente tudo isso com segurança e privacidade garantidas.

Samuel Torres, consultor financeiro da fintech Onze – Acredito que com o Open Finance e o consequente aumento da competição e facilitação da portabilidade, a rentabilidade se tornará sim mais importante. Em um estudo recente da Onze, verificamos que 88% dos fundos de previdência de renda fixa e multimercado apresentaram performance inferior ao CDI nos 10 anos findos em 31 de maio de 2022. Assim, saber selecionar e oferecer os melhores fundos para os clientes tende a ficar ainda mais importante com o Open Finance. Mas com o acesso cada vez mais amplo aos produtos de investimento, acredito que apenas oferecer produtos com boa rentabilidade pode não ser suficiente. Agregar serviços adicionais, como suporte de especialistas não enviesados (que não ganham comissão por vender produtos de investimento) para a auxiliar na escolha dos investimentos mais adequados a cada investidor e em outras decisões financeiras, tende a ficar cada vez mais importante.”

SulAmérica lança novo fundo de previdência em parceria com a Quasar Asset

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica Investimentos, uma das maiores gestoras independentes do país, está lançando um novo fundo de previdência em parceria com a Quasar Asset. O produto SulAmérica Quasar Prev FI RF Crédito Privado promete o retorno de 100% do CDI e mais 1% ao ano, por meio de alocação em ativos como debêntures, letras financeiras, CDB’S e FIDC’s de baixo risco de crédito (limitado a 20%).

Com taxa de administração de 0,9% a.a., o fundo possui alocação em caixa limitada entre 10% e 20% do patrimônio, liquidez em D+7, classificação de risco baixo e é destinado a investidores no geral. A novidade surge como uma opção para aqueles que buscam retornos significativos e uma carteira diversificada. 

“Estamos passando por um período positivo tanto para a renda fixa quanto para o crédito privado, e a SulAmérica Investimentos conta com uma equipe especializada em ambas as classes de ativos. A colaboração de profissionais seniores garante que a gestora ofereça produtos cada vez mais sofisticados”, destaca Marcelo Mello, vice-presidente de Investimentos, Vida e Previdência da SulAmérica.

Capitalização cresce 16,8% até novembro e caminha para encerrar 2022 com resultado recorde

Fonte: Fenacap

O mercado de Capitalização cresceu – no acumulado janeiro-novembro de 2022 –, 16,8% sobre igual período de 2021, com receitas que totalizaram R$ 25,9 bilhões. Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), esse desempenho reforça a retomada do setor e a perspectiva animadora para 2023. As reservas técnicas, que demonstram a solidez financeira do segmento, atingiram R$ 36,8 bilhões, alta de 10,8%. Elas ajudam para a formação de reserva interna e nos investimentos econômicos e sociais. 

Por região, o Norte apresentou maior crescimento (29,3%), seguido do Nordeste (25,7%), Centro-Oeste (21,3%), Sul (16,2%) e Sudeste (14,0%). Denis Morais, presidente da FenaCap, explica que a Capitalização cumpriu o seu papel como um instrumento de geração de reserva de emergência, ao mesmo tempo que injetou R$ 19,8 bilhões oriundos de recursos provenientes de resgates e sorteios na economia brasileira. 

Foram cerca de R$ 5,8 milhões liberados na economia a cada dia útil deste ano. “O nosso objetivo é manter o crescimento em dois dígitos no próximo ano e voltar aos índices de desempenho verificados nos anos anteriores à pandemia. O desempenho foi positivo em todos os estados do país”, explica Denis Morais.

Outro ponto importante verificado no período foi o volume de recursos pagos pela modalidade Filantropia Premiável, em que o consumidor cede o direito de resgate de sua reserva para uma instituição previamente credenciada pelas empresas de Capitalização, permanecendo com o direito de concorrer a prêmios. Nestes 11 meses de 2022, os produtos contribuíram com um aporte de mais de R$ 1,36 bilhão  às entidades que realizam ações voltadas ao trabalho social.

Os títulos tradicionais de Capitalização continuam liderando as vendas, com 74% da receita, seguidos pelas modalidades Filantropia Premiável (11%), Instrumento de Garantia (11%) e Incentivo (3%). Popular e Compra Programada somam o 1% restante. 

“É importante ressaltar que um dos diferenciais competitivos da Capitalização é a sua diversidade e a sua capacidade de se reinventar. Com os avanços regulatórios, o setor deixou de ter praticamente uma única opção de produto para se transformar em um segmento capaz de criar outros modelos de negócios, com atuação de produtos em garantia de aluguel, filantropia, ações de marketing voltadas à retenção de clientes, só para citar alguns exemplos”, complementa Denis Morais.

Depois das resseguradoras, seguradoras de navios cancelam cobertura de riscos de guerra na Rússia, Ucrânia e Belarus

guerra seguros

Fonte: Reuters

Os resseguradores, que seguram companhias de seguros, costumam renovar seus contratos de 12 meses com clientes de seguros em 1º de janeiro, dando-lhes a primeira oportunidade de reduzir a exposição desde o início da guerra na Ucrânia, depois de sofrer este ano com perdas relacionadas ao conflito e estragos provocados por catástrofes naturais como o furacão Ian.

Os clubes de P&I (Proteção e Indenização) dos EUA, Norte, Reino Unido e Oeste não podem mais oferecer cobertura de risco de guerra para certas responsabilidades na região a partir de 1º de janeiro, disseram eles em avisos recentes em seus sites. A Clubs está entre as maiores seguradoras de P&I, cobrindo cerca de 90% das embarcações oceânicas do mundo.

O Clube de Proteção e Indenização do Reino Unido disse em 23 de dezembro que o problema surgiu porque as resseguradoras, também conhecidas como resseguradoras, não estavam disponíveis para resseguro.

Ela acrescentou: “As companhias de resseguro do clube não são mais capazes de segurar o resseguro da exposição ao risco de guerra aos riscos regionais russos, ucranianos ou bielorrussos”.

A US P&I disse em 23 de dezembro que havia recebido um “aviso de cancelamento” para a região de resseguradoras de risco de guerra e estava cancelando seu seguro como resultado.

As embarcações geralmente têm seguro P&I, que cobre reivindicações de responsabilidade de terceiros, incluindo danos e lesões ambientais. A documentação separada do casco e do maquinário cobre as embarcações contra danos físicos.

Três fontes de seguro P&I disseram que a retirada da cobertura para a Ucrânia e a Rússia se aplica a alguns, mas não a todos os tipos de apólices oferecidas pelos clubes P&I.

“Isso é impulsionado pelo resseguro”, disse Stephen Ripert, vice-diretor global de subscrição da North, acrescentando que os resseguradores estão limitando sua exposição à região e “essas exceções precisam ser repassadas”.

Fontes da indústria dizem que as exclusões tornarão mais difícil para os afretadores encontrar seguro e aumentar as taxas e podem significar que alguns navios navegam sem seguro.

Provedores de resseguros incluem Hannover Re, Munique Re, e Swiss Re, bem como sindicatos no Lloyd’s Market of London. Todas as empresas se recusaram a comentar.

A Reuters informou no início deste mês que uma cláusula contratual proposta por resseguradoras exclui reivindicações relacionadas à guerra para aeronaves e embarcações na Ucrânia, Rússia e Bielo-Rússia.

Em meio a essas restrições, o governo do Japão cobrou da seguradoras que aceitem continuem oferecendo seguro marítimo para embarcações que transportam gás natural e liquefeito pelos mares da Rússia.

Estadão: Tesouro lança título de ‘aposentadoria’

Fonte: Estadão

No aniversário dos 20 anos do programa Tesouro Direto, o governo criou um novo título público voltado especialmente para funcionar como uma renda adicional à aposentadoria. O título, que recebeu o nome de Tesouro RendA+, poderá ser comprado pelas pessoas físicas a partir de 30 de janeiro. O pagamento poderá ser feito por Pix.

É um título que entrará na cesta de papéis do programa Tesouro Direto de venda pela internet para atender investidores que querem complementar sua aposentadoria. Hoje, o valor máximo de aposentadoria que o INSS paga aos beneficiários é de pouco mais de R$ 7 mil.

Há um período de acumulação, no qual o aplicador não recebe o pagamento pelo Tesouro do fluxo de juros do papel, como ocorre com papéis com características semelhantes. Com o Tesouro RendA+, o aplicador escolhe uma data de aposentadoria e garante renda complementar por 20 anos (240 parcelas) após o vencimento do papel.

Essas parcelas funcionam como aposentadoria complementar ou salário extra quando as pessoas estiverem mais velhas.

O decreto de criação do Tesouro RendA+ foi publicado, na semana passada, no Diário Oficial da União. Ele é um título da série NTN-B, que são papéis que garantem ao investidor a inflação oficial, o IPCA, mais uma taxa de juros. Hoje, os juros estão acima de 6% ao ano.

O valor recebido por 20 anos é mensalmente corrigido pela inflação, garantindo assim o poder de compra. Se a data da aposentadoria for em 2060, por exemplo, o investidor compra títulos com esse prazo de vencimento. Nessa data, ele passa a receber a renda até 2080. Serão ofertados oito prazos de vencimento, com intervalos de cinco anos, de 2030 a 2065.

Ao Estadão, o secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, diz que o título dá opção de planejamento para a aposentadoria, demanda dos investidores do Tesouro Direto, que há duas décadas ampliou a base de investidores em papéis do governo federal. Até então, os títulos públicos não podiam ser comprados diretamente por pessoas físicas.

O foco do Tesouro RendA+, afirma ele, é a simplicidade. “É um produto simples. O investidor só tem de saber quando quer se aposentar e quanto quer receber”, diz. Um simulador no portal do Tesouro Direto faz a conta para o investidor e diz quantos títulos precisam ser adquiridos para o investidor receber a “aposentadoria” desejada. “Nosso foco era fazer um produto simples que qualquer cidadão entendesse, como o celular, que é um aparelho complexo mas todo mundo sabe utilizar.”

O título foi inspirado no trabalho dos professores Robert Merton (Nobel Economia em 1997) e Arun Muralidhar, que introduziu o conceito de SeLFIES. Os SeLFIES são produtos financeiros que facilitam o processo de poupar para uma previdência complementar.

Arrecadação do setor de seguros avança 16,6% até novembro, para R$ 321 bilhões

O setor de seguros teve arrecadação de R$ 321,05 bilhões no acumulado até novembro de 2022, crescimento de 16,6% em relação ao mesmo período em 2021. “O setor de seguros segue evidenciando sua capacidade de crescimento ano após ano. Acredito que essa tendência deverá se manter e o setor manterá uma participação importante no PIB brasileiro.” afirma o superintendente da Susep, Alexandre Camillo.  

De acordo com os dados de novembro, nos seguros de pessoas e danos, o grande destaque foi o seguro de vida, que atingiu o montante acumulado de R$ 24,42 bilhões. O valor é referente a um crescimento de 15,8% em relação ao mesmo período de 2021. 

Os seguros de danos continuam apresentando forte desempenho, com alta de 25,8% na arrecadação de prêmios em relação do acumulado até novembro de 2022 com o mesmo período de 2021. A arrecadação de prêmios no seguro auto atingiu R$ 44,99 bilhões no acumulado até o décimo primeiro mês de 2022, obtendo um valor de 31% a mais do que o mesmo período de 2021.  

A sinistralidade do seguro de danos em novembro de 2022 fechou com 50%, tendo um aumento comparado ao mês passado, que teve o valor de 44,8%. Em contrapartida, houve uma redução importante em comparação ao mesmo mês de 2021, que teve a sinistralidade de 56,3%.  

No seguro de pessoas, a sinistralidade de novembro de 2022 foi de 30,1%, um pouco inferior dos 31,5% do mês anterior, e bem abaixo dos 35,5% observados em novembro de 2021.  

A linha de negócio rural foi destaque, com crescimento de 40% na arrecadação de prêmios no acumulado até novembro de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021. Os seguros das linhas riscos especiais patrimoniais também se destacaram, obtendo crescimento de 34,1%. 

SulAmérica prioriza qualidade da rede e benefícios para cliente ter um plano de saúde que caiba no bolso

O plano de saúde está entre os principais desejo de consumo da população por um motivo obvio: ele nos ajuda a gerenciar nossa saúde física e mental e financeira. Com saúde, vamos atras de tudo. Sem um plano de saúde, podemos perder a qualidade de vida. Quantas pessoas vocês conhecem que estão vivas porque tiveram o apoio do plano de saúde para se tratar de doenças e se recuperar de acidentes? Eu conheço várias. E quantas morreram porque não tiveram a chance de ter um atendimento no tempo certo? Muitas também.

Só que não está fácil pagar um plano de saúde. E a SulAmérica sabe disso e tem investido para levar ao consumidor uma proposta de valor, com custo benefício relevante ao consumidor. Por isso eu chamei aqui hoje três feras do setor para conversar com o Sonho Seguro News, o podcast da Denise Bueno: Luciano Lima, diretor comercial, Adriana Lins, superintendente de Relacionamento com clientes Saúde e Odonto SulAmerica Seguros, e Edu Nascimento, fundador & CEO da corretora de seguros CBN WellTech Benefícios.

Entre as iniciativas da SulAmérica estão os lançamentos de produtos regionais, a qualidade na rede de hospitais credenciados, dos médicos e dos laboratórios, bem como benefícios como o programa Saúde Integral, que ajudam os clientes a gerenciar a saúde para que possam apreciar a vida com mais qualidade, e o Gympass, entre tantos outros.

Ouça abaixo o podcast disponível no SpotifyApple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

Fenaprevi apresenta dados inéditos do mercado de previdência privada

operarios previdencia

Fonte: Fenaprevi

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi passa a disponibilizar um novo formato do relatório mensal que agora passará a trazer dados inéditos do mercado de previdência privada aberta no país. O documento, no entanto, continuará a apresentar as informações de rotina, tais como os resultados da captação bruta, resgates, captação líquida, provisões técnicas e ativos.

O novo modelo irá apresentar já, a partir de dezembro, o número total de brasileiros que possuem previdência privada, filtrado pelo CPF dos proprietários, divididos em “total de participantes”, além das categorias “planos individuais e coletivos”.

Será possível verificar ainda a quantidade de planos comercializados, que além de possuírem as mesmas aberturas para total, individual e coletivo, serão segmentados pela fase em que se encontram – de acumulação ou de recebimento. Também estão detalhados os percentuais de planos separados por tipo de produto (PGBL, VGBL, Tradicionais, etc).

Os resgates também estarão mais detalhados no levantamento, que trará os volumes total e parcial resgatados, por tipo de produto e o número de participantes que solicitaram a retirada dos valores. Outra novidade da publicação é a quantidade de beneficiários e o valor pago em benefícios por tipo de renda (sobrevivência, pensão, renda por invalidez e pecúlio). 

Por fim, também estarão disponíveis mais gráficos, tabelas e quadros que irão melhorar a leitura e demonstrar de maneira ainda mais simples os indicadores apresentados.

De acordo com a Fenaprevi, a ideia de reformatar a publicação veio para “facilitar mais a compreensão dos dados do mercado de previdência privada aberta não somente para as empresas associadas poderem visualizar as informações consolidadas, como para melhor utilizá-las a fim de aperfeiçoar as discussões técnicas e a tomada de decisões”.

A Federação ainda explica que a iniciativa vem para atender às demandas de parceiros, publicações setoriais e da própria imprensa, “que poderão ter uma melhor percepção do quanto é expressivo esse mercado no Brasil e o tamanho de seu potencial”.

MAG Seguros oferece Programa de Educação e Planejamento Financeiro a seus colaboradores

Fonte: MAG 
 

Conceitos econômicos, investimentos, planejamento sucessório: esses são alguns dos temas que os profissionais da MAG Seguros, companhia de 187 anos especializada em seguro de vida e previdência, poderão aprender no mais recente programa de capacitação da companhia. O Programa de Educação e Planejamento Financeiro, que vai ser realizado a partir do ano que vem, será oferecido gratuitamente para funcionários do grupo Mongeral Aegon que façam parte do quadro de colaboradores da empresa há pelo menos seis meses.

Oferecido pela MAG Universidade, o curso exigirá a conclusão de três módulos (Elementar, Intermediário e Avançado) num prazo inicial de oito meses – as disciplinas serão ministradas de forma remota, com aulas online (disponíveis na plataforma), aulas ao vivo (transmitidas via Zoom e posteriormente disponibilizadas para consulta) e atividades de avaliação.

“É indispensável que os profissionais de seguros se especializarem cada vez mais, ampliando a visão sobre Educação e Planejamento Financeiro. Com o Programa, estamos oferecendo a nossos colaboradores a possibilidade de aprender mais sobre o negócio. Para o corretor, em especial, é uma oportunidade de ampliar a atuação, tornando-se ponto focal do cliente para toda e qualquer necessidade de proteção financeira”, explica Luciana Rosa, gerente de desenvolvimento comercial da MAG Seguros.

O módulo Elementar, por exemplo, apresentará aos participantes conceitos de economia, investimentos, aposentadoria e planejamento financeiro. Já os alunos do Intermediário verão aulas com foco direcionado ao planejamento sucessório familiar e empresarial, além de longevidade financeira. Já no último módulo, o Avançado, as disciplinas tratarão de prospecção de negócios e gestão de carreira. Profissionais que não façam parte da área comercial também podem optar por participar do programa somente até o módulo Intermediário, sem a obrigatoriedade de conclusão do Avançado (voltado mais diretamente para a oferta de soluções).

O Programa de Educação e Planejamento Financeiro será realizado com turmas cíclicas, permitindo uma maior flexibilidade e a adequação do conteúdo ao nível do conhecimento do participante. A princípio, foram oferecidas 100 vagas para os módulos Elementar e Intermediário, mediante prova de avaliação. O curso dará direito a certificado e as aulas começam em fevereiro. 

ag“Nossa expectativa é que os participantes apliquem os conhecimentos em suas funções profissionais, mas temos certeza de que o aprendizado ainda trará a eles um melhor entendimento da gestão de suas próprias finanças, com benefícios para suas vidas pessoais e a perspectiva de planejar um futuro mais tranquilo e seguro”, conclui Luciana Rosa.

Alper realiza a 14a aquisição e adquire startup de agronegócio

marcos couto alper corretora de seguros

Fonte: Alper

A Alper Consultoria em Seguros realiza sua 14a aquisição e compra a “Me sinto seguro” – startup de tecnologia orientada a transformar a experiência de distribuição e gestão de seguros agro, e ainda oferece o serviço de cotação de seguro agrícola em várias seguradoras. A startup é a primeira aquisição da AlperTech, empresa lançada em novembro, com uma estrutura totalmente voltada para tecnologia e inovação, para que a companhia possa desenvolver e investir no que há de mais disruptivo no mercado para oferecer aos seus clientes soluções de vanguarda.

O CEO da Alper, Marcos Couto, ressalta que há um grande mercado carente de tecnologia. Ele lembra que uma aquisição como essa, além de facilitar a cotação, acelera a contratação do seguro, além de criar benchmarkings de mercado que podem auxiliar até o nível de aceitação de riscos das seguradoras.

“Com essa aquisição nós queremos modernizar e ampliar a nossa atuação e serviços para diversas culturas, oferecendo novas soluções que possam auxiliar o produtor rural, entregando produtos mais tecnológicos para o ecossistema do agronegócio.”, reforça André Lins, VP de Agro da Alper.

De acordo com Gustavo Croitor, Chief Digital Officer da Alper, responsável pela transformação digital da companhia, a AlperTech nasceu com o objetivo de investir em tecnologia e inovação em toda a cadeia de seguros para oferecer soluções e facilidades a todos os perfis de clientes. Ele lembra que hoje, o processo de contratação do seguro agrícola é “manual” e precisa de muito envolvimento humano.
“Com tecnologia focada no agronegócio, a Me Sinto Seguro é uma startup com soluções bem desenvolvidas que facilitam a gestão e contratação de seguros rurais. Agora, após a aquisição, a AlperTech vai acelerar o desenvolvimento do produto agro ampliando a gama de serviços disponíveis nas plataformas digitais – web e app”, explica Croitor.

Vale ressaltar, que essa aquisição reflete todos os investimentos e incentivos que foram feitos nos últimos anos, e colocou a empresa no patamar atual de corretora mais disruptiva do mercado.