Gallagher adquire a corretora de seguros Interbrok

Rodrigo Protasio

 A Gallagher Brasil anuncia hoje o fortalecimento de sua atuação no mercado segurador brasileiro com a aquisição do Grupo Interbrok de Seguros. A transação garante mais capilaridade e abrangência para a consultoria especializada e o atendimento personalizado promovido pela empresa global. O valor não foi revelado.

Fundado em 1976, o Grupo Interbrok de Seguros é uma corretora de varejo que oferece seguros de ramos corporativos e pessoais, bem como programas de benefícios a funcionários de empresas em todo o Brasil. O Grupo se destaca por seu profissionalismo, conhecimento, experiência e dedicação ao atendimento ao cliente. Tanto a Gallagher quanto a Interbrok são conhecidas por terem uma forte reputação ética e um alto nível de profissionalismo, ambas focadas nas necessidades dos clientes e comunidades. Além disso, a Interbrok se alinha com as premissas do Core360, a abordagem abrangente da Gallagher para avaliação de risco.

“O Grupo Interbrok tem uma rica história de serviços focados no cliente e expandirá significativamente nossa presença no Brasil”, disse J. Patrick Gallagher Jr., presidente do conselho, presidente e CEO, em um comunicado global.

Seguros e resseguros, diz Rodrigo Protasio, CEO da Gallagher Brasil, são essenciais para minimizar riscos que podem comprometer investimentos de curto, médio e longo prazo. “Para a Gallagher, unir forças com equipes que desenvolveram um importante trabalho de conscientização sobre a importância do seguro e do resseguro é fundamental para o desenvolvimento do mercado. Estamos muito felizes em unir nossas empresas em benefício de nossos clientes”, acrescenta.

Seguro de equinos mitiga riscos de cólicas em cavalos, destaca produto da seguradora FairFax

Fonte: FairFax

As condições de temperatura e umidade influenciam no bem-estar animal. Os equinos são especialmente impactados pelo clima por terem um aparelho digestório delicado. Nas regiões que registram tempo seco nesta época do ano, os criadores devem ficar mais atentos e reforçar os cuidados para promover a adequada hidratação de cavalos, éguas e potros.

De acordo com o médico veterinário Fabio Camargo, que é responsável técnico de seguro de animais da FF Seguros (Fairfax), o período entre novembro e dezembro costuma registrar um pico de ocorrências de cólicas em equinos, principalmente entre aqueles que são criados em baias. “No período mais seco, sempre temos um aumento na demanda por reembolso cirúrgico em decorrência de complicações de cólicas nos cavalos segurados”, conta.

Seguro de equinos

É importante que os criadores possam contar com um seguro para preservar a saúde dos cavalos, éguas e potros. O seguro de equinos da FF Seguros oferece indenização em caso de atendimento clínico e cirúrgico de emergência. A cobertura reembolsa as despesas com transporte, internação e medicações, respeitando o limite máximo contratado na apólice de até R$ 30 mil, e esse tipo de sinistro de emergência veterinária pode ser registrado até duas vezes ao ano. A FF Seguros é líder na comercialização de seguros para equinos, oferecendo essa modalidade de produto no Brasil desde 2013.

Sazonalmente, o tempo seco impacta na alimentação dos animais. O trato gastrointestinal do cavalo pode sofrer com um funcionamento mais lento e ter mais dificuldade para digerir as rações e feno oferecidos. Com isso, há o risco de maior incidência de cólicas e outras complicações que podem até levar ao óbito do animal. “Os animais mais velhos, principalmente a partir dos 15 anos de idade, possuem uma dentição diferente e costumam mastigar menos, então esses animais requerem mais cuidados com a alimentação”, alerta o veterinário.

Diferentemente dos bovinos, os equinos não são ruminantes, então o estômago do cavalo não apresenta diferentes compartimentos que facilitam a digestão. Além disso, o órgão é considerado pequeno para o porte dos equinos, com capacidade em distensão máxima de 20 a 25 litros. A ingestão de alimentos em excesso e formação de gases podem provocar dilatação abdominal e o cavalo não tem a habilidade de vomitar. Dessa forma, pode até mesmo ocorrer uma ruptura gástrica.

O intestino delgado e grosso podem somar cerca de 40 metros de comprimento e são também considerados órgãos delicados. Os alimentos podem “parar” em determinada região do intestino delgado ou grosso do cavalo, principalmente na transição entre eles, e o órgão pode torcer ou se deslocar. A torção intestinal é uma situação grave que provoca dor intensa e pode requerer rápida intervenção cirúrgica. Se não for atendido brevemente, o animal pode vir a óbito.

É fundamental buscar atendimento veterinário sempre que houver quaisquer sinais de cólica equina. “O cavalo é muito sensível à dor. Quando sente dor, o animal fica inquieto, olhando para a barriga ou pode até se jogar no chão e se machucar. A síndrome cólica pode provocar diferentes sinais de dor, o que requer a atenção do responsável por provocar sinais como inquietação, frequência cardíaca aumentada e sudorese”, alerta Camargo. A cólica pode ser diagnosticada rapidamente em exame clínico com um médico veterinário, por meio de auscultação, e ser controlada com a passagem de sonda nasogástrica e às vezes medicamentos.

Para prevenir a cólica equina, é fundamental fracionar a alimentação, oferecendo porções menores de rações e feno por três a quatro vezes ao dia. Também é essencial priorizar a hidratação, realizando a limpeza do cocho e a troca de água com maior frequência durante o verão. “Os equinos são seletivos. Se a água estiver suja, o animal não bebe, então é importante sempre oferecer água bem fresca”, diz Camargo. Além disso, é recomendável disponibilizar sal mineral, cujo consumo geralmente estimula o animal a beber mais água.

Além de prejudicar a qualidade de vida e o rendimento do animal, as cólicas geralmente lideram os casos de emergência veterinária de equinos. Existem outras razões para as ocorrências de cólicas como a gastrite e as infecções causadas por microrganismos. No entanto, os cuidados com a alimentação e hidratação sempre são recomendados para prevenir problemas de saúde principalmente durante o verão.

Finansystech cria plataforma para testar a implementação de soluções

ATUALIZAÇÃO – Este texto foi atualização dia 23 de dezembro para corrigir dados divulgados pelo estudo que envolviam a Susep. Segue a versão correta:

O Open Finance Mega Report 2022 traz um panorama sobre inovações jurídicas, regulatórias, de usabilidade e de atendimento que, em boa parte, começam a impactar um número cada vez maior de usuários dos serviços de bancos e fintechs. Nele, um capítulo especial sobre Open Insurance.

Entre as novidades, o estudo cita MockInsurance, como algo que trará muitas facilidades para todos no futuro. Basicamente, a solução MockInsurance foi construída pela Finansystech para testar a implementação de soluções. De acordo com o estudo, é possível testar as soluções em todas as fases do Open Insurance em ambiente simulado para garantir que tudo vai estar nos padrões da Susep antes de lançar ao mercado. Isso é importante para prever problemas e prever testes de fluxo. A plataforma vai ser lançada para todos os participantes no dia 13 de janeiro de 2023, informa Alberto Beloni, tech leader da Finansystech.

A plataforma foi constituída pela Finansystech, empresa que oferece tecnologia para mais de 30 instituições financeiras que desejam participar do open finance, e apoio da Fenasbac (Federação Nacional de Associações de Servidores do Banco Central). A Estrutura de Governança do OPIN contratou as empresas para disponibilizar o MockInsurance para testar o compartilhamento. “A iniciativa completa é da Susep, mas esse produto específico passa por uma série de outros fornecedores e processos de contratação”, disse.

O autor comenta que trocar dados entre seguradoras, facilitando jornadas e criando novos produtos para inovar dentro de um mercado pouco propenso à mudanças, tem se mostrado promissor. Diferente do Open Banking, regulado pelo Banco Central do Brasil, o Opin é regulado pela Susep, a Superintendência de Seguros Privados, o órgão fiscalizador das operações de seguro, previdência complementar aberta e capitalização. O foco é trazer segurança e transparência ao processo de compartilhamento de dados, que tem informações extrema- mente sensíveis. 

Segundo ele, o Open Insurance tem uma agenda importante para 2023. A fase 1 começou em todas as instituições registradas em 2022 e a fase 2 começa em janeiro. “A lógica e o processo são extremamente parecidos com o Open Banking. As grandes mudanças só acontecem na fase 3, que vai ter o escopo definido no decorrer de 2023. A integração do ecossistema com as seguradoras é extremamente importante. É bom lembrar que quando falamos de Open Finance, já estamos falando de Open Banking e Insurance juntos. Sobre o que vai ser feito em 2023, a discussão gira em torno da contratação de serviços, sobre como envolver corretores e criar soluções para melhorar a jornada de contratos, mas os detalhes técnicos ainda estão em aberto. Pessoalmente, acho melhor não antecipar as discussões.”

Diferente do Open Banking, onde com cerca de 800 instituições, o Opin trabalha com algo em torno de 80, mas com uma diferença importante. No Banking, há muitas instituições pequenas. No Insurance, as instituições são maiores e mais tradicionais. “Encontramos alguns problemas no processo que ninguém estava esperando, não apenas problemas técnicos, mas também de usabilidade. Diferen- te dos bancos, não é comum para as seguradoras ter áreas logadas e a relação dos clientes é bem diferente. São idiossincrasias de mercado e as se- guradoras tiveram que correr atrás, já que são pro- cessos obrigatórios. A sensação geral é que o Open Insurance nasceu mais imaturo. “Ttivemos que correr mais atrás do cronograma. Muitas especificações já nasceram incompletas e corrigimos muitas coisas no meio do caminho. Foi um processo vivo, mas nem de longe um cenário insuperável. A Susep ajudou bastante, com workshops e ações diretas”, comenta.

De acordo com ele, a primeira grande evolução é que agora tem um material técnico unificado, juntando todos os sistemas. “Vamos finalmente entender como inovar, colocando produtos bancários e de seguros no mercado ao mesmo tempo. Para as instituições, isso é uma evolução incrível, onde se pode construir novas soluções para análise de perfil dos clientes e novas experiências de usuário, entre muitas outras ideias. Temos um novo sistema de compartilhamento de dados que pode ser usado para agregar valor em ofertas baseadas no perfil individual de cada cliente, em todo o ecossistema. Hoje, já é possível para uma seguradora trazer uma solução de pagamentos do Open Banking. Mas ainda é preciso muito tra- balho para trazer mais dados para o ecossistema e deixar tudo nos mesmos padrões e protocolos”, acrescenta.

Para o autor, a fase 3 ainda é uma grande interrogação quando se fala em detalhes técnicos e ainda é preciso trabalhar em todo o resto da fase 2. “Hoje, o obrigatório é apenas a transmissão dos dados. Em 2023, vamos ver quem vai receber os dados e é isso que vai agregar valor real ao mesmo. Depois disso, vamos ter o maior desafio, que é analisar os dados.”

IRB registra lucro líquido de R$ 6,4 mi em outubro

IRB Brasil re

O IRB Brasil registrou lucro líquido de R$ 6,4 milhões em outubro de 2022, ante prejuízo de R$ 84,8 milhões na comparação com o mesmo mês de 2021. No acumulado dos dez meses do ano, o prejuízo líquido acumulado foi de R$ 585,2 milhões, ante um prejuízo líquido de R$ 396,6 milhões reportado nos dez meses do ano passado. A informação consta do Formulário de Informações Periódicas (FIP), divulgado pela companhia nesta terça-feira, 20.

O prêmio emitido totalizou R$ 541,8 milhões em outubro de 2022, de R$ 543,2 milhões em 2021. O prêmio no Brasil subiu 12,0% no mês, para R$ 386,8 milhões, enquanto o prêmio no exterior caiu 21,6%, para R$ 155,0 milhões, segundo o IRB.

Nos dez primeiros meses de 2022, o prêmio emitido atingiu R$ 6,644 bilhões, redução de 8,3% ante igual intervalo de 2021. No Brasil houve crescimento de 2,2%, atingindo R$ 4,5 bilhões, enquanto no exterior houve diminuição de 24,6% em relação ao mesmo período de 2021, com R$ 2,124 bilhões.

A despesa de sinistro em outubro de 2022 foi de R$ 324,3 milhões, com índice de sinistralidade de 80,6%. A despesa de sinistro em outubro de 2021 foi de R$ 41,9 milhões, reduzida em R$ 450,0 milhões por operação de LPT (Loss Portfolio Transfer).

Nos primeiros dez meses de 2022, a despesa com sinistros totalizou R$ 4,308 bilhões, 9,1% menor quando comparada com o mesmo período do ano anterior. No acumulado dos dez meses de 2022, o índice de sinistralidade foi de 105,6%, comparado a 97,3% no mesmo período de 2021.

Conforme amplamente divulgado, a despesa com sinistros nos dez meses de 2022 foi impactada no segmento Agro pelos eventos climáticos atípicos no Centro-Sul do Brasil e no segmento Vida pela covid-19, informou o IRB em comunicado ao mercado.

Aumento de custos eleva franquia do seguro frota

Fonte: Valor Economico, por Denise Bueno, de São Paulo

O seguro para frotas de automóveis, caminhões e ônibus enfrenta um ano desafiador, com reajustes de preços e franquias acima de 30%. Mozart Silva, superintendente de auto frota da Porto Seguro, conta que o segmento passa por uma instabilidade, impactado principalmente pela crise de suprimentos e a supervalorização dos carros novos e seminovos. “Podemos até considerar que o aumento foi mais intenso em frotas do que no seguro individual, em função das características dos veículos como, por exemplo, caminhões.”

O seguro frota é contabilizado nas estatísticas do seguro automóvel e representou cerca de 20% das vendas de R$ 41,3 bilhões de janeiro a outubro, alta de 34% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da CNseg, a confederação nacional das seguradoras. Já as indenizações avançaram 40%, para R$ 25,4 bilhões.

Na Porto, a modalidade frotas responde por 25% da venda da carteira de veículos, sendo composta por 64% de automóveis, 3% de ônibus e 33% de caminhões. A carteira de frotas avançou cerca de 10% em bens segurados no terceiro trimestre e cerca de 45% em volume, o que sinaliza forte reajuste de preços. “O crescimento está relacionado à economia e comportamento do consumidor, com aumento forte nas entregas de mercadorias e terceirização de frotas”, diz.

Apesar da alta do preço, os especialistas alertam as empresas que abrir mão da contratação de um seguro é uma manobra arriscada. Em média, o custo do seguro representa de 10% a 15% no total da operação de gestão de frota, sendo combustível e pneus os maiores gastos. “As companhias que optam pelo autosseguro acabam assumindo o risco pelos acidentes que podem ocorrer tanto aos seus bens, de terceiros e principalmente à vida de pessoas”, afirma Alexandre Jardim, responsável pela área de estratégia da corretora Aon Brasil.

“Dependendo do perfil da frota, experiência do segurado e resultado do mercado, o custo do seguro pode ter um impacto bem relevante. Um gerenciamento de risco eficiente traz credibilidade e ajuda a corretora na colocação de risco junto ao mercado”, diz Katia Papaioannou, superintendente de auto frota da Marsh Brasil.

As novas tecnologias de segurança, endurecimento das regulamentações para emissão de poluentes, motores mais eficientes nos veículos de carga e veículos elétricos vêm gerando benefícios para a sociedade, mas há um custo de estrutura, mão de obra especializada e novos serviços, que serão incorporados à cadeia do seguro auto, avalia Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Seguros, quarta maior em veículos.

Arnaldo Bechara (foto), diretor de automóvel da Tokio Marine, terceira maior do segmento, com 2,6 milhões de carros segurados, argumenta que uma das principais vantagens de se contratar um seguro de frota é que o segurado consolida toda a gestão com um único fornecedor, liberando suas equipes desse trabalho. A seguradora avançou 70% nas vendas deste seguro até novembro.

Na Allianz, segunda maior em auto, o seguro de frotas cresceu 42% entre janeiro e novembro sobre o mesmo período do ano passado, informa o diretor de automóvel, David Beatham. “O segurado conta com serviços como a opção de voucher de carro de aplicativo em vez do carro reserva. Há, ainda, oficinas referenciadas em todo Brasil, com garantia dos reparos por três anos, sem custo adicional para o segurado”, acrescenta.

Entre os desafios para 2023 está lidar com a imprevisibilidade dos custos de peças e dos veículos – que ainda podem ser impactados de forma inesperada pela inflação. “O desafio do mercado será encontrar o balanço entre rentabilidade e capacidade de pagamento do cliente, fazendo frente à tendência de terceirização de frotas”, aposta Camila Santos, superintendente de subscrição da Zurich no Brasil.

2022 foi um ano extremamente produtivo e positivo para a Generali, diz Claudia Lopes

Desafios impulsionam a corrida por novas oportunidades. Foi este caminho escolhido pela Generali no Brasil, conta Claudia Lopes, diretora comercial & marketing da seguradora italiana. Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao Sonho Seguro.

Chegamos ao final de um ano desafiador para o país. Como foi para a empresa?

A Generali Brasil, como parte de seu plano estratégico, segue direcionando seu foco para Seguros Massificados, Seguros de Vida em Grupo e Grandes Riscos. A empresa aproveita a excelência do Grupo na Itália para executar sua estratégia de forma disciplinada, focada na forte rede de distribuição e no modelo de negócio diversificado. Temos desenvolvido parcerias estratégicas com grandes empresas, demonstrando agilidade, proatividade e inovação, sempre alinhados à estratégia do Grupo na Itália.

Lançamos junto com o Agibank uma cobertura para correntistas contra transações não autorizadas no app bancário – o seguro PIX. Com a Systemsat, referência no segmento de rastreamento veicular, criamos uma nova modalidade de seguro de Responsabilidade Civil, para garantir a indenização de veículos não localizados pelo serviço de rastreamento. Desenvolvemos uma apólice que cobre uma possível falha na operação de centrais do serviço, a fim de garantir a integridade patrimonial dos clientes destas empresas. Com o Clube Santuu, passamos a oferecer proteção completa para bikes novas e usadas, de todos os tipos, modelos e marcas e de qualquer valor.

A Generali também foi listada na Innovative Workplaces, lista produzida pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que classifica, pela primeira vez na história, as 20 empresas mais inovadoras do país, sendo a única seguradora no ranking, o que nos deixou imensamente felizes. 

Também em 2022, implementamos o WhatsApp no funcionamento das nossas operações, com o intuito de trazer benefícios tanto para a organização quanto para os nossos clientes. A empresa acredita que, ao optar por uma experiência omnichannel, ela unifica as mensagens com o cliente em todos os canais de comunicação disponíveis, além de introduzir, cada vez mais, as plataformas online ao usuário. 

A MSCI, empresa referência em rating ESG, avaliou o Grupo Generali como líder na mitigação de riscos climáticos, investimento responsável, práticas de segurança cibernética e governança. Na avaliação, constatou-se que a Generali adota as melhores práticas do setor para diminuir os riscos relacionados ao clima em subscrição, modelagem e produtos relacionados à adaptação e amenização das mudanças climáticas. 

E diante dessa preocupação, patrocinamos o ESG Day, promovido pela StartSe, que falou sobre o impacto da implementação de práticas sociais, ambientais e de governança nas empresas, assim, como nos aproximamos do setor varejista através do patrocínio do Latam Retail Show, o maior evento do setor varejista do país, a fim de potencializar a nossa presença junto a esse público, que é de imensa importância para o nosso trabalho.

Buscamos sempre nos posicionar como marca empregadora, por isso, cuidamos das nossas pessoas como indivíduos singulares. Criamos o Comitê de Engajamento, que desenvolveu um plano de ação que visa estimular um ambiente de trabalho saudável, dinâmico, colaborativo e que priorize o bem-estar e a qualidade de vida da equipe e de seus dependentes. Os dados para produção do plano vieram da pesquisa interna, que contou com 93% de participação dos colaboradores e o mesmo percentual de engajamento.

Enfim, 2022 foi um ano extremamente produtivo e positivo para o nosso trabalho.

E as parcerias com insurtechs?

A mais recente novidade é que a Generali Brasil e o Clube Santuu passaram a oferecer proteção completa para bikes. Como apenas 0,2% das 35 milhões de bicicletas ativas no Brasil têm seguro, isso significa que existe um potencial enorme de crescimento desse mercado no país. De 2021 para 2022, o mercado de seguros de bicicleta cresceu em média 30% no Brasil. Enquanto isso, os seguros do Clube Santuu cresceram incríveis 100%. Daí surgiu a iniciativa da plataforma de trazer toda a expertise da Generali e criar um seguro ainda melhor e mais robusto, que consiga ampliar não só as vendas, mas a adesão aos seguros de bike como um todo. Além disso, o compromisso com a pauta ESG faz parte do nosso plano estratégico.

Quais segmentos mais se destacaram?

A empresa como um todo cresceu 22% em 2022, em comparação ao ano anterior. Para 2023, a expectativa de crescimento é de 59% no resultado. Somente a área de massificados teve um CAGR de 47% de 2018 a 2021, o que representa um crescimento muito acima de mercado.

Como a Generali se prepara para fazer a diferença para corretores e clientes em 2023?

O investimento em tecnologia, as melhorias na seleção de riscos e as estratégias de preços serão os principais impulsionadores do mercado de seguros em 2023. A Generali continuará investindo em tecnologia e inovação para oferecer as melhores soluções para os clientes, parceiros e colaboradores. 

Seguradoras evitam empresas de criptomoedas vinculadas à FTX por medo de reação em cadeia

cripotomoedas seguradoras

Fonte: Reuters

As seguradoras estão negando ou limitando a cobertura a clientes com exposição à exchange de criptomoedas FTX, deixando os traders de moedas digitais e empresas do setor sem seguro para quaisquer perdas com ataques cibernéticos, roubos ou ações judiciais, disseram vários participantes do mercado.

As seguradoras já estavam relutantes em oferecer seguros de ativos para diretores e gerentes do setor de criptomoedas devido à escassa regulamentação do mercado e aos preços voláteis do bitcoin e outras criptomoedas.

Especialistas na Lloyd’s of London e em Bermudas estão exigindo mais transparência das empresas de criptomoedas sobre sua exposição à FTX. As seguradoras também estão propondo amplas exclusões de apólices para quaisquer reivindicações decorrentes do colapso da empresa.

A corretora Superscript está dando aos clientes que negociaram com a FTX um questionário obrigatório para que digam o percentual de sua exposição, disse Ben Davis, líder de ativos digitais da Superscript.

“Digamos que o cliente tenha 40% de seus ativos totais na FTX sem acesso, ou negaremos (o pedido) ou colocaremos uma exclusão que limita a cobertura sobre quaisquer reclamações decorrentes de recursos detidos pela FTX”, disse ele.

Essas especificações para negar o pagamento de quaisquer reivindicações decorrentes da insolvência da FTX são encontradas em apólices de seguro que cobrem a proteção de ativos digitais e para responsabilidades pessoais de diretores e gerentes de empresas que lidam com criptomoedas, disseram cinco fontes de seguros à Reuters.

Algumas seguradoras têm pressionado por uma ampla exclusão de apólices em casos que sejam encontradas qualquer relação com à FTX, disse um corretor.

A seguradora de criptomoedas Relm, com sede nas Bermudas, que anteriormente fornecia cobertura para entidades vinculadas à FTX, adota uma abordagem ainda mais rígida.

“Se tivermos que incluir uma exclusão de criptomoedas ou uma exclusão regulatória, simplesmente não vamos oferecer a cobertura”, disse o cofundador da Relm Joe Ziolkowski.

Apólices de executivos

Uma das questões mais urgentes é se as seguradoras cobrirão as apólices D&O (de diretores e gerentes) em outras empresas que tiveram fizeram negócios com a FTX, diante dos problemas ligados ao alto escalão da exchange, disse Ziolkowski.

As apólices de D&O, usadas para pagar custos judiciais, nem sempre compensam em casos de fraude.

Os promotores dos Estados Unidos dizem que Sam Bankman-Fried, ex-presidente da FTX, envolveu-se em um esquema para fraudar os clientes da exchange, apropriando-se indevidamente de seus depósitos para pagar despesas e dívidas e fazer investimentos em nome da Alameda Research LLC, um fundo de criptomoedas de sua propriedade.

Um advogado de Bankman-Fried disse na terça-feira que seu cliente está considerando todas as opções legais.

A cobertura de um segurado D&O pode agora ser limitada a dezenas de milhões de dólares, disse Ziolkowski. Partes menos arriscadas do mercado de criptomoedas, como companhias que têm carteiras digitais e plataformas não conectadas à internet, podem fechar uma cobertura de até 1 bilhão de dólares.

O colapso da FTX provavelmente também levará a um aumento nas taxas de seguros, especialmente no mercado de D&O norte-americano, disseram as seguradoras. As taxas já são altas devido aos riscos percebidos e à falta de dados históricos sobre perdas de seguros de criptomoedas.

Com a fusão com a Rede D’Or, ações da SulAmérica deixam de ser negociadas na B3

A Rede DOr e a SulAmérica informaram que, com a fusão, serão emitidas 308.304.834 novas ações ordinárias de Rede D’Or. Assim, as novas ações da companhia serão negociadas na B3 a partir de 26 de dezembro, sendo que os acionistas da SulAmérica receberão suas respectivas ações com base em sua posição acionária de 23 de dezembro. Desta forma, as ações da SulAmérica não serão mais negociadas na Bolsa de Valores.

SulAmérica premia em dobro na campanha ‘Direto no Seu Bolso’ até o fim de dezembro

Fonte: SulAmérica

Até o dia 31 de dezembro, corretores(as) que realizarem vendas de produtos da família SulAmérica Direto participam da campanha “Direto no seu bolso – Dobrado corretores”, com valores em prêmios por vida nas categorias Saúde PME e PME+ (a partir de 2 vidas), e Empresarial (100 vidas ou mais). 

A linha de produtos SulAmérica Direto é reconhecida no mercado por combinar qualidade e acesso. Trata-se de um plano de saúde inteligente, que disponibiliza uma rede com melhores hospitais, ambulatórios, clínicas e laboratórios de cada região, e com ótimo custo x benefício. E a novidade é que a oferta do plano SulAmérica Direto conta ainda com acesso a mais de 9 mil academias com a promoção “Treinou, Ganhou”, em parceria com o Gympass.

“Nessa reta final da campanha, a SulAmérica destaca a importância dos esforços na oferta do acesso a um plano de saúde de qualidade como o da SulAmérica, sobretudo em Brasília, relevante para a estratégia regional da companhia, e presente com o SulAmérica Direto Brasília há mais de um ano”, reforça Luciano Lima, Diretor Comercial da SulAmérica. 

O SulAmérica Direto Brasília, além de oferecer quase 60% de desconto em relação ao produto nacional da SulAmérica e acesso ao Gympass, tem parceria na região com a Dasa no Hospital Brasília, Maternidade Brasília, Hospital de Águas Claras e 36 unidades do Laboratório Exame. A rede é complementada pelo Centro de Convivência e Atenção Psicossocial, Grupo Opty Oftalmologia (HOB Hospital Oftalmológico de Brasília, entre outros), Hospital Alvorada de Brasília e demais parceiros para pronto atendimento. 

“Brasília integra a estratégia de aumento de acesso da população a planos de saúde. Estamos comprometidos com a oferta de Saúde Integral – física, emocional e financeira -, sempre trazendo as melhores soluções e experiências tanto para os corretores e corretoras, quanto para nossos(as) beneficiários(as). O SulAmérica Direto Brasília é mais uma oportunidade de negócios, e uma opção acessível, com rede de atendimento de excelência”, afirma Luciano.

Recentemente, a família SulAmérica Direto cresceu. Mais uma região brasileira passou a contar com o produto. Há menos de um mês, a companhia lançou o SulAmérica Direto Uberlândia, desenhado especialmente para moradores da cidade, com hospitais regionais de referência, além da oferta de todas as conhecidas características e benefícios que o produto oferece, também para os 12 municípios de abrangência da região.

“Cada novo lançamento da linha SulAmérica reforça nosso compromisso de promover acesso à saúde com a qualidade pela qual a SulAmérica é reconhecida e admirada”, reforça o diretor.

Assim como nas regiões mineira e brasiliense, em todo Brasil, a família SulAmérica Direto oferece ainda acesso às ferramentas inovadoras e digitais da companhia, como Saúde na Tela, plataforma de telemedicina que proporciona agendamento de consultas médicas à distância sem precisar sair de casa, e o Psicólogo na Tela para realizar sessões de terapia com psicólogo(a) por vídeo chamada. O plano também garante a cobertura para procedimentos previstos no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com as opções de internação em enfermaria ou apartamento, para atendimento de consultas, exames, terapias, atendimento em pronto-socorro, cirurgias e internações. Especialidades como fisioterapia, nutrição, psicoterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acupuntura também são oferecidas.

Para participar da campanha “Direto no seu bolso – Dobrado corretores” até o dia 31/12, fale com o seu gestor comercial.

Linha SulAmérica Direto

Os produtos da SulAmérica Direto completaram dois anos no mercado, com produtos regionais que já contam com uma carteira com mais de 95 mil vidas em diversas regiões do Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Curitiba, Joinville, Brasília, Belo Horizonte, Uberlândia, João Pessoa, Recife e Salvador.

O plano SulAmérica Direto também disponibiliza acesso aos programas de promoção à saúde, com uma equipe especializada para acompanhar a jornada de saúde dos(as) beneficiários(as), e também os serviços disponíveis pelo App SulAmérica Saúde, a plataforma digital presente ao alcance das mãos, 24 horas por dia. O aplicativo oferece benefícios exclusivos, como:

●     Espaço “Meu Direto”, com conteúdos que apoiam e ajudam a acompanhar a jornada de saúde do(a) beneficiário(a), direcionando-o(a) aos cuidados e diagnósticos necessários;

●     Telemedicina da SulAmérica, o “Saúde na Tela”, que oferece pronto atendimento e consultas online com médicos(as) e especialistas 24 horas por dia, 7 dias por semana;

●     Além de orientação especializada com o “Psicólogo(a) na Tela”, que apoia o cuidado com a saúde emocional por meio de consultas online com um profissional de Psicologia.

ANS aprova, com restrições, compra da SulAmérica pela Rede D’Or

Fonte: Globo

Após oito meses de análise, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou, com restrições, a compra da SulAmérica pela Rede D’Or nesta segunda-feira. A decisão da agência reguladora é divulgada cinco dias depois da maioria do tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão de controle da concorrência, aprovar o negócio sem restrições. Diferentemente do Cade, a ANS estabeleceu algumas exigências para a concretização do negócio que afirma garantirão a proteção do consumidor. 

A maioria das exigências está diretamente relacionada a forma de comercialização dos planos de saúde SulAmérica pela Qualicorp, administradora de benefícios que faz parte do grupo. 

Confira as condições impostas pela reguladora para a autorização do negócio:

– O representante da Rede D’Or São Luiz S.A. no Conselho de Administração da Qualicorp deve se abster de votar em assuntos que deliberem exclusivamente sobre as operadoras do conglomerado SulAmérica;

– A administradora de benefícios Qualicorp não pode comercializar exclusivamente os planos de saúde das operadoras do conglomerado SulAmérica;

– A ANS exige também que os planos do conglomerado SulAmérica não sejam comercializados apenas pela Qulaicorp;

– A agência estabelece ainda que, em 30 dias, contados a partir desta segunda-feira, sejam adotadas medidas para saneamento econômico-financeiro da empresa do conglomerado Paraná Clínicas;

– A ANS determinou que a operação seja monitorada por dois anos a partir de sua aprovação, podendo solicitar relatórios que subsidiem o acompanhamento do regulador.

Procurada a Rede D’or disse que “respeita às decisões do regulador e as cumprirá integralmente”. Segundo a empresa, “apesar de duras, as restrições impostas preservam as empresas, o setor e acima de tudo o interesse do consumidor.” 

Em relação a Paraná Clínicas, diz o grupo, o desenquadramento apontado pela ANS “será saneado imediatamente sem qualquer risco a operação ou aos seus consumidores”.