2023 será um ano de muito trabalho e crescimento, prevê a seguradora Fairfax

Carlos Eduardo Silvestre FF Seguros Fairfax

O ano de 2022 foi desafiador. Crise sanitária da Covid-19 ainda preocupando as seguradoras, a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que provocou a crise de energia global e acelerou o custo de vida em todo o mundo. Se não bastasse, um clima de guerra no Brasil com a polarização política, inflação elevada, juros em alta, freando novos financiamentos. Um cenário tão adverso fez com que as seguradoras reavaliassem suas estratégias.

Carlos Eduardo Silvestre, diretor comercial da Fairfax (FF Seguros), conta nesta entrevista um pouco do que aconteceu em 2022 e o que o grupo espera para 2023. “Será mais um ano de muito trabalho e continuidade da nossa estratégia de crescimento dentro do que, desde 2021, chamamos de Visão 2025. Atualizamos a nossa marca e comunicação visual com o objetivo de transmitir os principais atributos e essências da empresa: transparência, sustentabilidade, inovação, credibilidade e empatia com nossos parceiros”.

Chegamos ao final de um ano desafiador para o país. Como foi para a seguradora?

2022 foi um ano intenso para o mercado de seguros brasileiro de forma geral, disto não temos dúvida. Para nós da Fairfax não foi diferente. Podemos dizer que um dos mais desafiadores desde 2010 quando iniciamos a nossa operação no Brasil. Hoje somos uma seguradora que atua em várias frentes e analisa todas as boas oportunidades de crescimento, com parceiros que visam a perenidade das relações. Nos consolidamos como uma das principais seguradoras nos segmentos que atuamos como por exemplo Property Energy e Power, Riscos de Engenharia, seguros Aeronáuticos, Cascos Marítimos, Operador Portuário entre outros. Desde 2020 segmentamos a empresa em cinco “Business Units” – Property & Casualty, Agribusiness, Personal Lines, Financial Lines e Cargo que distribuem seus produtos em Canais de Distribuição que definidos como Corporate (brokers), Corretores Especialistas, Clientes e o mais recente Digital. Isto nos trouxe uma visão clara de como atuar e se relacionar com cada um deles e, hoje, sabemos bem quais são as dores e oportunidades que podemos trabalhar.

Vamos começar então pelo desemprenho dos seguros corporativos…

Nos Canais Corporate e Especialistas o crescimento vem sendo construído pelo forte relacionamento com os corretores e, também, pela disciplina de subscrição. Nossos times técnico e comercial têm trabalhado de forma integrada e os processos internos ajustados para ganho de produtividade. Até novembro, de acordo com ranking Susep, ocupamos o terceiro lugar em Riscos de Engenharia com crescimento de 59% e sinistralidade que reflete a nossa boa política de subscrição. Vale destaque para outras carteiras que tiveram forte e consistente crescimento como Responsabilidade Civil Geral (29%), Aeronáutico (22%), Riscos Diversos (167%) e Transportes (38%). Mesmo diante de um cenário econômico bastante desafiador, a Fairfax angariou até novembro mais de R$ 1,1 bilhão em prêmios emitidos.

Em agronegócio?

Na linha do Agronegócio, com os adventos climáticos (e porque não dizer catastróficos) que afetaram o Brasil e também várias outras partes do mundo, demonstramos a nossa solidez financeira, capacidade e competência de todo o nosso time para enfrentar uma situação jamais vista até então na empresa. Saímos fortalecidos e com grandes aprendizados, capazes de seguir adiante numa linha de negócios que representa mais de um terço do PIB nacional e que podemos explorar toda a cadeia produtiva.  

E como está o varejo digital?

Na outra face estratégica está o Varejo digital e com ela a nossa FF Orbi que vai muito bem, obrigado! Com pouco tempo de vida e atuando como um marketplace, ela vem fortalecendo a nossa expansão territorial. Já alcançou mais de 1,5 mil corretores nas cinco regiões do país, que puderam ter acesso aos nossos produtos e serviços de forma fácil e ágil. A iniciativa de atuar no mundo digital, até pouco desconhecido para nós. Agora sabemos bem para quem vender, o que vender e como vender. Temos grandes clientes no portfolio que transacionamos tudo de forma “no touch”. Nossa unidade de Linhas Pessoais já registra, até novembro, um crescimento de 73% em relação ao mesmo período de 2021.

2023 promete ser novamente desafiador. Quais as suas expectativas para o setor de seguros?

Quando falamos de desafios, acredito que vale enfatizar que o mercado segurador brasileiro e seus executivos se mostraram extremamente resilientes com o advento da pandemia do Covid-19. Superamos desafios jamais enfrentados pela nossa geração. Num curto espaço de tempo, conseguimos implementar politicas e ações que puderam manter as nossas empresas ativas e, assim, garantimos a segurança, tranquilidade e continuidade dos negócios dos nossos clientes e parceiros. Com muitas coisas acontecendo simultaneamente ao redor do mundo, como a guerra da Ucrânia, as disputas comerciais entre China e Estados Unidos e, no Brasil, a instalação do novo governo, as expectativas sempre são elevadas. Afinal de contas, tudo está muito interligado e qualquer peça faltante o quebra cabeças do mundo não fecha! Um exemplo claro disto é o impacto no seguro de transportes marítimos na região onde a guerra se desenvolve. Muito se deixou de fazer pela insegurança que o conflito traz.

Como está o tema ESG dentro da seguradora?

O tema ESG ganha força nas estratégias das empresas a médio e longo prazos. Não há como se discutir de forma isolada, já que o ganho será de forma coletiva. O mercado de seguros precisa estar engajado na causa. No que se refere à economia, havendo confiança o consumo aumenta, as empresas vendem mais, empregam mais, a renda das famílias sobe e o governo arrecada mais. Por isto, muitas das expectativas vão em direção às agendas governamentais que precisam seguir, com fortes investimentos em áreas importantes como infraestrutura, educação, saúde, entre outras. O mercado segurador, de forma geral, está preparado para apoiar o desenvolvimento do país com capacidade e competência. O histórico crescimento que o setor obteve ao longo do tempo mostra que a expectativa é de crescer mais uma vez.

Como a FF Seguros se prepara para fazer a diferença para corretores e clientes em 2023?

Para nós da Fairfax, 2023 será mais um ano de muito trabalho e continuidade da nossa estratégia de crescimento dentro do que, desde 2021, chamamos de Visão 2025. Além de nos consolidarmos como uma das principais seguradoras corporativas do país, seremos referência em tecnologia e inovação para nossos corretores e parceiros de nossas “business units” e canais de distribuição. Atualizamos a nossa marca e comunicação visual com o objetivo de transmitir os principais atributos e essências da empresa: transparência, sustentabilidade, inovação, credibilidade e empatia com nossos parceiros. 

E na linha de varejo digital?

A FF Orbi oferecerá ao longo do próximo ano vários outros produtos de fácil comercialização (como o Bike por exemplo). O corretor pode acessá-la de qualquer lugar e a qualquer tempo. Em poucos minutos pode ter a apólice emitida e enviada ao seu cliente. Tudo de forma digital e descomplicada. Posso dizer que há muita novidade boa chegando por ai!

No segmento Corporate…

Nos dedicaremos à melhoria dos nossos processos internos, cada vez mais alicerçados na inovação. Queremos nosso pessoal dedicado ao desenvolvimento de negócios, ao relacionamento com o corretor e não ao processo. Está no plano também a atualização de vários produtos. Vamos torna-los mais aderentes às necessidades do nosso cliente.

Tudo isso com treinamento dos corretores?

Sim, um intenso programa de treinamento e capacitação dos nossos times, que visa prepará-los para atuar de forma onde o corretor perceba que o produto/preço no mercado até podem ser iguais, mas que ele nos prefira porque temos os melhores profissionais que fazem a diferença na sua escolha.

Tokio Marine apoia lançamento da CO-LEAGUE, novo projeto do voleibol brasileiro que une esporte e educação

Fonte: Tokio Marine

Ter o esporte como mola propulsora da educação. Essa é uma das premissas da CO-LEAGUE, novo projeto do voleibol brasileiro que coloca o esporte e a educação na mesma trilha. A iniciativa nasce com apoio da Tokio Marine, uma das principais Seguradoras do Brasil, e integra a série de ações que a Companhia desenvolve ou contribui em prol das melhores práticas sociais.

Para a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine, Luciana Amaral, o esporte é um instrumento de transformação. “Como premissa de nosso pilar Tokio ESG, estamos sempre atentos a oportunidades focadas no desenvolvimento de jovens porque acreditamos no potencial do esporte como um fator importantíssimo para o desenvolvimento de cidadãos engajados por um mundo mais justo”, avalia a executiva.

Sob o aspecto de oportunidades de carreira, uma das fundadoras da CO-LEAGUE, Fernanda Pasquarelli, chama atenção para o fato de que o projeto contempla a participação em torneios tanto no Brasil como no exterior. “Nascemos com a missão de apresentar a jovens atletas uma diversidade de caminhos que podem ser trilhados dentro do próprio esporte. Contar com a Tokio Marine como patrocinadora master no nosso primeiro ano de atuação é um privilégio e um grande incentivo”, celebra.

O lançamento oficial da CO-LEAGUE foi realizado no dia 18 de janeiro e o projeto também contempla uma plataforma digital. Nela, jogadoras de voleibol e treinadores podem cadastrar seus perfis para ampliar suas respectivas redes de contatos e oportunidades a longo prazo.

SulAmérica firma compromisso com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+

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Fonte: SulAmérica

A SulAmérica acaba de anunciar a assinatura do compromisso com o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Ao se tornar signatária do movimento, a companhia reforça seu comprometimento com ações de inclusão e diversidade. Ainda em 2022, a seguradora anunciou a assinatura de outros três compromissos em linha com essa agenda, são eles: Movimento Elas Lideram 2030, Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero e do WEPs (Princípios de Empoderamento das Mulheres, sigla em inglês).

Por meio dou

Esses movimentos são parte das ações realizadas pelo programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica, que tem como objetivo garantir ações cada vez mais inclusivas para as pessoas colaboradoras e público externo.

Jornada de Inclusão e Diversidade

Nos últimos anos, a SulAmérica tem colocado em prática diversas iniciativas com o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo para seus mais de 4 mil colaboradores e colaboradoras. Ações como jornada de trabalho flexível, salas de amamentação, licença familiar que vai além do programa empresa-cidadã – concedendo 180 dias para cuidadoras(es) de primeiro nível e 40 dias (20 a mais do previsto) para cuidadores(as) de segundo nível, treinamentos para as lideranças sobre variados temas da pauta de inclusão e diversidade como, por exemplo, vieses inconscientes, além de processos de atração, seleção e contratação de profissionais de grupos minorizados fazem parte das iniciativas da empresa.

O primeiro ano do programa de Inclusão e Diversidade da SulAmérica marcou a estruturação de diversas outras ações para garantir que o tema seja reforçado em todas as frentes. Durante esse período, a empresa promoveu treinamentos e sensibilizações com aprofundamentos no assunto para os diversos níveis da liderança, bem como para toda sua força de trabalho. Atualmente, conta com Grupos de Polinização que atuam na Equidade de Gênero, Raça e Etnia, LGBTI+, Pessoas com Deficiência e Gerações. Esses grupos garantem a execução e ações relacionadas aos temas.

Em 2022, a SulAmérica foi reconhecida pelo comprometimento com a equidade de gênero pelo índice da Bloomberg (GEI – Bloomberg Gender Equality Index), que avalia a transparência e o desempenho da companhia em 5 pilares: liderança feminina e pipeline de talentos, igualdade salarial e paridade de remuneração entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca pró-mulher. Essa evolução foi reconhecida também pelo mercado financeiro, uma vez que a companhia foi incluída no fundo de índices ELAS11, lançado em março de 2022, ETF que monitora 350 empresas listadas na bolsa brasileira, identificando aquelas com melhores índices de presença feminina no Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Diretoria, Comitê de Auditoria, dentre outros comitês.

Especialista em seguros de bike cria diário de viagem com os procedimentos para pedal internacional

Fonte: Thais Ruco

O corretor de seguros Luiz Morales, proprietário da Lar Corretora de Seguros (São Paulo-SP), há 15 anos se apaixonou pelo ciclismo e de lá para cá se tornou especialista em seguro de bike ao oferecer proteção aos parceiros de pedal. Agora, ele se prepara para praticar o esporte em mais uma viagem internacional: embarca no dia 19 de janeiro de 2022 para Montevideo, no Uruguai, e dos dias 20 a 28 fará um percurso de aproximadamente 360 km, chegando até Buenos Aires, na Argentina. Defensor da importância do seguro para cobrir quaisquer riscos aos equipamentos e ao ciclista que faz um pedal em outra localidade, principalmente internacional, ele teve a ideia de criar um diário de viagem com publicações diárias em suas redes sociais e de sua empresa no Facebook e no Instagram: @luizalvarezmorales e @larcorretoradeseguros.

“Em meio à correria de nossas vidas, nos deparamos com algumas atividades que se tornam paixão, como foi a bicicleta para mim. Mas, como corretor de seguros, não esqueço de que antes de nos distrair e curtir novos lugares temos que pensar em nossa segurança, bem como dos amigos e familiares”, declara Luiz Morales.

Entre os muitos amigos que conquistou com a bike, Luiz Morales irá acompanhado do segurado Windsor Veiga. Além de mostrar cenas da viagem, o corretor dará dicas sobre o funcionamento do seguro, e também o que levar em uma viagem que tem como objetivo pedalar, desde alimentos e repositores importantes, até materiais para manutenção da bicicleta, medicamentos, roupas especiais e cosméticos importantes para a proteção pessoal. Este é o segundo pedal internacional de Luiz Morales, que em 2019 fez o percurso da ciclovia Claudia Augusta, na Europa – inicia na Alemanha, em Munique, e segue um roteiro até chegar na Itália. 

Em um pedal internacional são relevantes alguns seguros:

– Seguro de Bike – Cobre roubo, responsabilidade civil, acidentes pessoais e danos à bike. “Caso viaje com a bike para outro país, é possível contratar a cobertura adicional de ‘Garantia internacional’, que garante as coberturas contratadas também fora do país”, explica o especialista.

– Seguro Viagem – Tem cobertura para o atendimento médico e despesas hospitalares. Além disso, a seguradora também concede o amparo nos casos em que o segurado estiver com Covid-19 inclusive hospedagem, de acordo com o plano contratado, e a remarcação de passagem. “O cicloturismo é considerado para as seguradoras um esporte de aventura, por isso é fundamental contratar uma cobertura específica chamada ‘Mundo Aventura’”, orienta.

– Seguro de Vida – “Tem cobertura mundial, sendo assim, o segurado ou a família poderão acionar em qualquer lugar do mundo de acordo com as coberturas contratadas”, explica. As coberturas que se destacam são: morte natural, morte acidental, invalidez parcial ou total por acidente e assistência funeral.

Para quem pedala somente dentro do país, pode ser uma boa opção incluir uma cobertura acessória no seguro residencial:

– Seguro Residencial – Com a contratação da cobertura adicional de subtração de bike, o bem tem cobertura em caso de roubo em todo o território nacional. “É importante se lembrar de incluir esta cobertura opcional no seguro de sua residência, a cobertura básica não inclui”, alerta.

Acompanhe a viagem pelas redes sociais (@luizalvarezmorales e @larcorretoradeseguros) e veja como ir além com o seguro. 

Europ Assistance celebra parceria com a MSC Cruzeiros para fornecimento de seguro viagem

Fonte: Europ Assistance

A temporada de cruzeiros 2022/23 pela costa brasileira marca também a consolidação da parceria entre a MSC Cruzeiros e a Europ Assistance Brasil (EABR), parceira exclusiva no fornecimento do seguro viagem para os passageiros da companhia marítima.

Atualmente, entre os serviços que EABR disponibiliza estão a cobertura contra Covid; despesas médico-hospitalares, odontológicas em viagem; despesas farmacêuticas; gastos derivados por atraso de bagagem; danos à mala; seguro bagagem; cancelamento / interrupção de viagem; traslado médico e de corpo; regresso sanitário; morte acidental; e invalidez permanente total ou parcial por acidente.

Já entre as assistência fornecidas estão o adiantamento em caso de fiança; orientação em caso de perda de documento ou cartão; assistência jurídica; reserva de hotel por convalescença e para acompanhante em caso de internação; passagem aérea de ida e volta para um familiar; repatriação de menor e transmissão de mensagem urgente.

Gabriel Rego, Head Travel Brasil da Europ Assistance, se disse muito feliz com essa parceria. “Somos pioneiros no segmento de assistências e para nós é uma grande satisfação sermos escolhidos como fornecedores exclusivos do seguro viagem da MSC Cruzeiros, uma das maiores companhias de navegação do mundo. Acredito que esse foi apenas o primeiro passo de muitas outras novidades que teremos em breve neste segmento”.

O executivo (no centro da imagem) esteve com a equipe da Europ Assistance Brasil a bordo do MSC Seashore, que fez sua estreia em águas brasieliras e é o maior navio desta temporada.

“Estamos muito satisfeitos com a parceria entre a MSC Cruzeiros e a Europ Assistance, pois ela oferece uma ampla cobertura para nossos passageiros, garantindo a segurança que precisam para viajar tranquilos”, completou Marcia Leite, diretora de Operações da MSC Cruzeiros no Brasil.

Liberty avalia venda de ativos de US$ 1 bilhão na América Latina

Liberty lucra em 2018

A seguradora americana Liberty Mutual avalia a venda de seus negócios na América Latina como parte de planos de se retirar de mercados não essenciais, segundo pessoas com conhecimento do assunto, informa a Bloomberg. A possível venda, assessorada pelo JPMorgan, pode render cerca de US$ 1 bilhão, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas. Os ativos incluiriam operações no Brasil, Chile, Colômbia e Equador. A Liberty pode iniciar a venda nas próximas semanas, disseram as pessoas. Alguns dos ativos da Liberty atraíram o interesse de rivais globais com Zurich Insurance e Assicurazioni Generali, disseram as fontes.

Procurada pelo Sonho Seguro, a Liberty informou que “nao comenta rumores ou especulações”.

NEWE Seguros recebe investimento da BlueOrchard para alavancar seguro paramétrico no Brasil

seguro rural MAPA

POST PATROCINADO

A Newe, uma seguradora brasileira inovadora de riscos especiais orientada a análise de dados, recebeu investimento de R$ 27 milhões da BlueOrchard por meio de sua estratégia de investimentos InsuResilience. A estratégia foi estruturada em nome do governo alemão pelo banco de desenvolvimento KfW. 

Especializada em seguro agrícola e concentrada na digitalização e em tecnologias, a Newe é desenvolve produtos paramétricos digitais para clima e rendimento, com foco em pequenos agricultores e pessoas de baixa renda vivendo principalmente nas áreas rurais – um público em grande parte desassistido pelas seguradoras tradicionais. A Newe espera atingir 1,9 milhão de beneficiários até 2027.

O Brasil é um dos o maiores exportadores de produtos agrícolas do mundo. O setor agrícola empregava mais de 15 milhões de pessoas e respondia por aproximadamente 29% do PIB em 2021, de acordo com dados divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo. Embora a produção de alimentos no Brasil seja grande o suficiente para atender as demandas interna e externa, praticamente um terço da população permanece sujeita à insegurança alimentar. O impacto esperado da mudança climática à produção de alimentos, subsistência agrícola e segurança alimentar no Brasil está relacionado à expectativa de crise hídrica e aos aumentos projetados da temperatura. A Newe aborda estes desafios com seus produtos tradicionais de seguro agrícola e, em breve, com sua oferta inovadora de seguros paramétricos rurais e contra catástrofes. 

“Pouquíssimos fazendeiros brasileiros adquirem seguros contra desastres naturais. Populações vulneráveis em cidades estão expostas a inundações e deslizamentos de terra, sem cobertura de seguros. Temos a forte convicção de que a Newe, com executivos e colaboradores experientes, foco em inovação e competência em seguro climático, está bem-posicionada para aproveitar estas significativas oportunidades”, disse Ernesto Costa, Diretor Sênior de Investimentos da BlueOrchard. “Estamos empolgados em nos aliar com uma empresa bem-posicionada, com um sólido modelo de negócios, alto potencial crescimento e com partes interessadas alinhadas à nossa meta de elevar a resiliência climática”.

O capital aportado apoiará a Newe na criação de produtos acessíveis para pequenos fazendeiros e pessoas de baixa renda, alcançando novos mercados no Brasil. A estratégia de investimentos InsuResilience indicará um nome ao conselho de administração da empresa controladora da Newe. 

“É um privilégio para a Newe se aliar com a BlueOrchard e receber os incentivos que não só permitirão que a empresa alcance seus objetivos relacionados a soluções de seguros rurais contra os riscos climáticos, mas também apoiem a busca da Newe pela inovação. Reconhecida pelo setor de seguros brasileiro como líder e confiável, a Newe acredita fortemente que os produtos tradicionais de seguro agrícola podem ser aprimorados para atender melhor as partes interessadas, como clientes, corretores, resseguradores e autoridades públicas. Neste sentido, o seguro paramétrico rural e contra calamidades pode ser uma solução mais efetiva e apropriada para reduzir os riscos climáticos e de desastres naturais, aumentando a segurança alimentar. A Newe está desenvolvendo seus produtos paramétricos com o apoio de um parceiro estratégico de dados e o Ministério da Agricultura (MAPA)”, disse Carlos Caputo, diretor geral da Newe. 

O investimento na Newe se alinha à visão e aos princípios da estratégia de investimentos InsuResilience e da InsuResilience Global Partnership IRGP, que foi lançada pela Alemanha na Conferência do Clima COP23, realizada pela ONU em 2017. A visão é fortalecer a resiliência dos países em desenvolvimento contra os efeitos da mudança climática e proteger a subsistência das pessoas pobres e vulneráveis contra eventos de clima extremo e desastres naturais. O objetivo é permitir respostas mais rápidas e confiáveis após os desastres, e oferecer soluções de seguro que reduzam o impacto e ajudem as pessoas pobres e mais vulneráveis a se recuperar rapidamente.

Indenizações em seguros de pessoas totalizam R$ 13,1 bilhões até novembro

O último relatório consolidado pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida – Fenaprevi, com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados – SUSEP, informa que, no acumulado de janeiro a novembro de 2022, o montante pago em indenizações à população segurada superou os R$ 13 bilhões, cifra 20,8% menor ao desembolsado em igual período de 2021. Apenas em novembro, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão, retração de 2,8% frente ao mesmo período do ano retrasado.

Separados por ramo, os resultados, em novembro, dos seguros de pessoas nos segmentos de Acidentes Pessoais e Funeral se destacaram, com elevações de 30,8% e 38,8%, respectivamente. Ao mesmo tempo, o montante de sinistros pagos em seguros de Vida e Prestamistas — os dois segmentos com as maiores participações —, registraram retrações de 8,9% e de 41,7%. No acumulado ao longo dos onze primeiros meses de 2022, as variações são de -27,7% nos sinistros pagos em seguros de Vida e de -33,5% no caso do seguro Prestamista. 

Adesão aos seguros de pessoas continuam em alta

O relatório da Fenaprevi aponta ainda que os prêmios continuam ganhando fôlego e mantendo a trajetória de crescimento iniciada em meados de 2020 e intensificada com a pandemia. A exemplo de novembro de 2022, os prêmios em seguros de pessoas totalizaram R$ 5 bilhões, um crescimento de 15,8% em relação ao observado no mesmo mês de 2021. No acumulado entre janeiro e novembro de 2022, esse montante foi de R$ 52,8 bilhões, 13,8% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

Ainda na comparação dos prêmios acumulados em 2022 com o mesmo período de 2021, os ramos que registraram as principais variações positivas foram: Viagem (188,7%), Vida Individual (24,4%) e Doenças Graves (19,3%). Por fim, vale destacar que apenas os segmentos de seguros Dotais e Educacional não registraram crescimento no acumulado de prêmios, com recuos de 6,9% e 28,6% em relação ao mesmo período analisado em 2021.

AXA investe em trilha de capacitação para corretores

Fonte: AXA

A AXA no Brasil apresenta mais benefícios para os profissionais parceiros da companhia. Na plataforma “Meu Mundo AXA”, disponível no Portal do Corretor, é possível acessar a nova série de conteúdos do Corretor Pro “Roda de Negócios”. A primeira trilha de conhecimento está dividida em cinco episódios conduzidos por Boris Ber, presidente do Sincor-SP com 44 anos de experiência no mercado segurador, e a jornalista Kelly Lubiato, que abordam o tema Gestão do Negócio, trazendo um panorama sobre os produtos, dicas de negociação, seguros abertos e demais informações de como atuar no mercado de seguros.

A proposta de capacitação já é conhecida dos profissionais que fazem parte do Clube de Experiências AXA. Com atualizações constantes, essa edição do Corretor Pro chega em um formato mais dinâmico e moderno. O novo modelo foi pensado especialmente para estimular a aprendizagem e dar acesso às informações e assuntos mais relevantes do mercado segurador.

As próximas trilhas de conteúdo que serão lançadas abordarão os seguintes temas: Diversidade e Inclusão (com Bárbara Bassani, Doutora e Mestre em Direito Civil pela USP, Sócia na área de Seguros e Resseguros de TozziniFreire, com mais de 13 anos de experiência.), Gestão de Riscos (com Marcos Aurelio Couto, Formado em Administração de Empresas, com 36 anos de atuação no Mercado Segurador, Presidente e CEO da ALPER Corretora de Seguros e Co-founder da DUXX Investimentos), Marketing Digital (com Ednei Souza da Digital House, pioneiro da internet brasileira, especialista em Tecnologia, professor, palestrante e consultor. Formado em Processamento de Dados pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em TI Aplicada a Negócios pela FASP) e Sucessão Familiar (Ana Rita Bittencourt, coordenadora do Programa de Pós-graduação de Formação Executiva em Family Business da Fundação Getúlio Vargas – FGV. Autora de vários artigos e do   livro “Sucessão nas sociedades familiares – a continuidade dos negócios”.).

Para a Superintendente de Gestão Comercial e Marketing da AXA no Brasil, Danielle Titton Fagaraz, “com nosso novo formato de disponibilização de conteúdo através da plataforma Meu Mundo AXA, multiplicamos o conhecimento dos nossos parceiros de forma muito mais moderna, inovadora e dinâmica, trazendo temas relevantes e que agregam muito no dia a dia de uma corretora de seguros”.

Os novos episódios do Corretor PRO serão disponibilizados, inicialmente, para os parceiros das categorias Premium e Exclusive, seguindo a proposta de valor da companhia. Em breve, todos os corretores parceiros poderão assistir o conteúdo na plataforma. Para os que não são parceiros, basta que se cadastrem na AXA através do Portal do Corretor.

MAG Seguros bateu recorde de lucro em 2022 e prevê avançar 30% em 2023

“Agradecimento. Quero agradecer a cada um de vocês, responsáveis pela MAG Seguros quebrar todos os recordes. De lucro, de vendas, de clientes. São 6 milhões de clientes. Quase 18 milhões de pessoas protegidas. Por isso só tenho a agradecer. 23 gigantes. 23 galistas de ouro. Não tenho dúvida que em 2023 alcançaremos objetivos maiores. Vamos quebrar todos esses recordes. Mais do que isso. Vamos continuar protegendo famílias! Beijo no coração de todos.”

Assim falou Helder Molina, presidente do grupo MAF Seguros, na abertura da cerimônia de premiação Galo de Ouro, que reuniu os profissionais que mais venderam seguros de vida em 2022, no dia 14. O show, com diversas bandas, encerrou com chave de ouro os três dias do MAGNEXT 2023, evento de três dias dedicados a funcionários, o MAG Day, com uma pauta voltada a gestão, e para parceiros do grupo, o Potencialize, com palestras educativas e motivacionais.

Com discursos emocionados, os galistas reconheceram que 2022 foi um ano difícil tanto no aspecto pessoal como para a venda de seguros. Agradeceram a Deus, a família e a MAG pelo suporte e estímulo para todos seguissem em frente diante de tantas adversidades, que incluiram problemas de saúde, perdas de entes queridos e até mesmo enfrentar a guerra da Ucrânia para concretizar um projeto de vida.

LUCRO RECORDE DE R$ 150 MILHÕES

A MAG Seguros comemora números recordes. Em 2022, o grupo especializado em vida e previdência, lucrou R$ 150 milhões, atingiu arrecadação superior a R$ 2,3 bilhões, pagou R$ 736 milhões em benefícios aos clientes e contabilizou mais de 6 milhões de clientes, contou Nuno David, diretor comercial e de marketing da seguradora que acaba de completar 188 anos, no evento Potencialize, com mais de 1,5 mil pessoas acompanhando os debates presencialmente e de forma virtual. Para 2023, Helder Molina estima um crescimento de 30% no lucro líquido da companhia.

“Somando os clientes da MAG e da Sicoob com quem temos uma joint venture ultrapassamos a marca de 6 milhões de clientes ativos. Multiplicam isso por 3, que é a média de pessoas protegidas em uma família, equivale a 10% da população brasileira. Superamos R$ 60 milhões em venda nova. É um grande orgulho para nós. Mantivemos nossa posição de protagonismo no mercado. ” informou.

Nuno, que está há 14 anos na MAG, afirma que o segredo para o sucesso é a gestão. “Somos uma empresa centenária e mudamos com rapidez. Isso é indispensável. Nenhum cliente vai conversar com a gente se não nos mostrarmos preparados para conversar com ele da forma que ele entende e percebe”, disse Nuno.

INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO

Macroeconomia, inovação, longevidade, cooperativismo e palestrantes motivacionais trouxeram conteúdo direcionado a agregar conhecimento aos profissionais de vendas durante o dia. Patricia Campos, diretora de gente e a mestre de cerimonia do Potencialize, ressaltou que o investimento do grupo no evento visa levar conhecimento e motivar a equipe de vendas. “Conhecimento faz diferença. Isso é investimento e não despesa. A reputação em uma seguradora de vida e previdência é algo primoroso, principalmente para nós que estamos crescendo num ritmo de 20% ao ano e atuamos com parceiros em grandes centros e em municípios que nem bancos existem. Apenas a cooperativa Sicoob, com que temos uma Joint Venture, presente em 371 municípios”.

MACROECONOMIA

Rafael Ferri, CEO e fundador da TC Investimentos, sugeriu aos 1,5 mil profissionais de vendas que trabalhem sem se afetar com as notícias sobre política e economia. “Pensem que a XP se tornou um gigante, com R$ 200 bilhões em valor de mercado, em plena crise economia”, comentou. Com forte apoio ao governo de Bolsonaro, ele trouxe dados que mostram que a economia do Brasil nos últimos quatro anos foi melhor do que muitos países. “Tirando a ideologia, se é PT ou Bolsonaro, o fato, comprovado em dados, é que a economia do Brasil foi muito bem”, enfatizou.

Já em 2023, ele não espera crescimento. “A economia só vai avançar se a política permitir. E ao contrário do que se pensa, Lula não tem maioria no Congresso. Em fevereiro, com as eleições para Câmara e Senado, teremos um quadro mais claro dos desafios do novo governo em aprovar medidas. Os riscos locais no curto prazo são a escalada autoritária jurídica e o rompimento ou a aliança do PT com o Congresso, o que pode gerar retrocessos. Já no longo prazo, os obstáculos brasileiros são a desigualdade e os riscos climáticos”, afirmou Ferri.

Helder Molina afirmou que como empresário deixou se se pautar pela macroeconomia debatida na imprensa e prioriza em sua gestão o trabalho. “Tento não me deixar contaminar com as manchetes que mudam diariamente e foco no médio e longo prazo com otimismo. Tenho certeza de que o Brasil estará entre as maiores economias do mundo em alguns anos. Alimentamos o mundo com nosso agronegócios que avança ano a ano. Minha prioridade diária é quais os processos que preciso melhorar. Quais coisas novas preciso fazer para proteger famílias. Isso é a minha gasolina, que me faz acordar cedo e ter um prazer enorme em trabalhar. Essa é a prioridade da minha gestão”, disse em coletiva de imprensa.

FUSÃO DE COOPERATIVAS

Por que não uma união das cooperativas?, provocou Helder Molina no painel “Mercado do Cooperativismo”, do qual participaram Remacio Fischer, presidente da Unicred, Cledir Magri, presidente da Cresol, Adelino Sasse, diretor da Alios, e Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob. Todos foram unânimes em afirmar que as conversas sobre este tema estão na pauta do dia, como uma forma de reduzir custos e ganhar escala para que possam ampliar o atendimento financeiro a uma população ainda carente de soluções financeiras sob medida para um público que demanda consultoria e amabilidade no atendimento. “Se você observar a feição das pessoas que saem de uma agencia bancária e de uma coopertavida de crédito vai notar o impacto que cada um deles traz na vida das pessoas”, comentou Helder Molina, que mediou o painel.

Reduzir custos e ter resultados são prioridades para que o propósito das cooperativas sejam conquistados, afirmou Remaclo Fischer, presidente da Unicred. “De nada adianta o lado social sem resultados. As empresas devem ter o propósito de engajar e aproximar seus colaboradores para conquistar melhores resultados, o que pode gerar novos produtos e serviços. Proximidade gera relacionamento, bom atendimento e novos negócios e credibilidade. Vivemos num ambiente de muita transformação. Se não investirmos em mudanças, todo o lado social, de ser um agente multiplicador, não vai se realizar. Hoje nosso sistema tem mais de 90% das transações eletrônicas”, informou.

Para Cledir Magri, presidente da Cresol, é preciso preservar os valores das cooperativas. “Este é um propósito comum às cooperativas e para manter-lo temos de estar em constante transformação. Nesse momento, fizemos uma análise de como o mercado se comporta para entender quais são as demandas do segmento. Precisamos estar alinhados com produtos, serviços e soluções financeiras que estejam desenhadas de acordo com a realidade de cada pessoa. Sabemos que as operações financeiras tradicionais são realizadas digitalmente pelos nossos clientes, o que torna a cooperativa um hub de consultor financeiro”.

Para a Sicoob, com mais de 6,7 milhões de cooperados e 348 cooperativas, a união de forças é importante. “A missão do seguro é muito parecida com a do cooperativismo. O sentimento de pertencimento do cooperado é a essência da inclusão financeira, atingindo regiões que não contam com a estrutura de uma instituição financeira tradicional e focando na união das pessoas em prol da coletividade”, disse Miguel Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Sicoob, parceria MAG Seguros. “Nossa parceria foi fundamental para o planejamento da cooperativa. Devemos conectar pessoas para promover justiça financeira. Não para oferta do produto, mas sim para promovermos a liberdade financeira dos nossos cooperados”, avalia a Sicoob, presente em 371 municípios.

Adelino Sasse, diretor da Alios, que reúne 13 cooperativas de crédito e mais de 1,4 milhão de associados, afirmou que o setor já está na fase da dor no que diz respeito a uma tentativa de fusão das cooperativas. “Temos várias vitorias para contar e essa construção conjunta já resultou na criação de um fundo garantidor, por exemplo. com garantia de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Temos muito mais coisas para resolver, sendo qual e a plataforma tecnologia, que tem de ser uma só, iremos usar. Por enquanto, cada um defende a sua, mas acredito que chegaremos a um consenso”, comentou.

O agronegócio é uma veia importante das cooperativas de crédito, que desembolsaram R$ 15,5 bilhões em financiamentos rurais nas linhas do Plano Safra 2022/23 nos dois primeiros meses da temporada, um aumento de 11% em relação ao bimestre inicial do ciclo passado, e superaram o desempenho dos bancos privados em volume de recursos emprestados aos agricultores via sistema financeiro – sem contabilizar as emissões de títulos do agronegócio. Assim, ficaram atrás apenas das instituições públicas, lideradas, ainda com folga, pelo Banco do Brasil, publicou o Valor.

Para Helder, não se vende seguro de vida virtualmente.”Nada se compara ao atendimento humano e isso já foi provado no mundo todo”, cita o presidente da MAG, sócia da holandesa Aegon. Segundo ele, a grande preocupação da seguradora é indenizar e amparar as famílias em momentos difíceis, o que está ligado ao cooperativismo. “90% das famílias que tiveram um ente que morreu de Covid-19 não tiveram um apoio financeiro. Para proteger mais pessoas, o foco do mercado de seguros deve ser navegar por novas oportunidades. Algumas necessidades básicas da população que nosso setor ainda não cobre, e é nisso que devemos focar”.

Longevidade: É preciso priorizar este assunto

Olhar o futuro é algo que todos têm dificuldade. Principalmente se enxergar velho. Mas este é o caminho certo de todos. Todos que sobreviverem, vão ficar velhos. E como chegar a esta fase da vida com saúde física e mental? A resposta está em tomar decisões financeiras e emocionais adequadas, segundo os participantes do painel que debateu os principais desafios da longevidade. Nilton Molina, presidente do conselho da MAG, é um assunto em pauta em todo o mundo. “A sociedade não está preparada para enfrentar a longevidade em todos os aspectos. Infelizmente não teremos recursos para pagar a aposentadoria dessas pessoas. Por isso, o seguro de vida deve cada vez mais estar em foco e fazer parte do planejamento financeiro das pessoas”, disse.

Molina não acredita numa reforma da previdencia no governo Lula. “É urgente e necessário que governos (municipal, estadual e federal) e empresas invistam em educação financeira. Ela deve ser incluída na escola, para as crianças”, defende o especialista de 86 anos, sendo boa parte deles dedicados ao tema. “Longevidade não e uma conversa para velhos. Os impacatos, sociais e de comportamentos, já aconteceram e não tem mais solução. Por isso esta é uma conversa para mais jovens”, ressaltou.

Denise Maidanchen, CEO na Quanta Previdência Cooperativa, o principal desafio da longevidade é a sua dualidade, pois viver muito pode não significar viver bem. “A expectativa de vida saiu de 40 anos para mais de 74 anos. E a natalidade caiu para menos de 2 filhos, o que significa menos gente para financiar a previdencia e ajudar os pais. É necessário incentivarmos o empreendedorismo voltado para os 60+, que representa 20% dos consumo de bens e serviços no Brasil. As empresas precisam priorizar a economia prateada. 80% da população 60+ está insatisfeita com os produtos que consomem. Esquecer os idosos é perder negócios e a oportunidade de promover inclusão social”.

“O grande desafio da humanidade é que a sociedade não está preparada para enfrentar longevidade, em todos os aspectos, desde o financeiro como saúde e relacionamentos, o que torna este assunto prioritário dentro da educação financeira”, resumiu a jornalista mediadora do painel, Mara Luquet.


Inovação é a mudança de pequenas coisas diariamente

Ela acredita que ninguém será substituído por robôs, mas sim por humanos que saibam usar melhor as ferramentas digitais. “Quando o mundo muda, precisamos de soluções novas. Por isso inovação é essencial para ganhar de qualquer concorrente. Por mais que você acredite é o o dono do mercado pelo seu conhecimento, qualquer pessoa medíocre em seu ramo, pode crescer de forma assustadora com o apoio da tecnologia, deixando expert no assunto para trás”, afirmou Martha Gabriel, professora e palestrante, numa palestra franca e acelerada — na velocidade 2x do áudio no WhatsApp — que abordou a importância da inovação no dia a dia.

A especialista fez questão de mostrar aos presentes os passos da inovação, para que ela não se confunda com invenção. “Inovação é tudo aquilo que facilita o dia a dia das pessoas, das empresas, dos consumidores. Pequenas mudanças em produtos e processos podem virar uma grande oportunidade de negócios. E se olharmos bem, há muita coisa para mudar até mesmo em nossas casas. É preciso observar, encontrar os problemas, o que o seu publico alvo quer, planejar e colocar em prática a ação que vai facilitar o crescimento. Quem inova sempre está sujeito ao erro, mas está mais próximo do sucesso. Devemos sair do automático para a criatividade fluir. Os acertos e erros não são pontos finais, mas vírgulas para novas ideias”.