O que esperar do seguro de automóvel em 2023, depois de um ano de ajustes para recuperar perdas? “Um ano ainda com desafios com inflação e financiamentos retraídos, mas com demanda em alta e acirrada concorrência entre as seguradoras do setor”, afirma Luiz Padial, diretor executivo da área de automóvel da MAPFRE Seguros e que atua há mais de 23 anos neste segmento, responsável por arrecadação anual próxima de R$ 35 bilhões no Brasil.
Padial assumiu a diretoria de automóvel do grupo espanhol há cerca de seis meses. A MAPFRE tem 50 operações de seguro automóvel em todo o mundo, sendo o maior no segmento na América Latina. O Brasil representa 15% e tem sido estratégico para os negócios da companhia. “Chego num momento especial da MAPFRE, com investimentos em projetos transformadores nas áreas operacional, de produtos e em tecnologia para melhoria da experiência do corretor e dos clientes em todos os nossos canais de atendimento”, comenta o executivo.
O mercado de automóvel enfrentou diversos desafios durante 2022, como a inflação, a alta dos preços dos veículos novos e usados, além da falta de peças para a fabricação de carros. Mesmo neste cenário hostil, a carteira arrecadou cerca de R$ 3,355 bilhões em 2022 com avanço de 14% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 1,5 milhão de veículos segurados.
As áreas de subscrição e “pricing” são acompanhadas com lupa. “Quanto mais estabilidade tiver, melhor para todos. Quanto mais eficientes formos, mais acessível será o preço para o consumidor, o que nos coloca num ciclo virtuoso, que já tem uma base tecnológica moderna e com uma jornada cada vez mais simples para os corretores e clientes”, diz.
O novo sistema de seguro auto começou a rodar em outubro do ano passado e já conta com a adesão de 95% dos corretores parceiros. Com autoatendimento, os profissionais podem cotar num único lugar carros de passeios, motos e caminhões e fazer diversas ações sem precisar acionar um funcionário da seguradora de forma intuitiva e simples. Padial também comemora a adesão dos corretores às plataformas multicálculos, que permitem impulsionar as vendas e as renovações de seguros. A meta é ambiciosa com um forte crescimento do número de corretores em 2023, apenas no último mês foram 800 novos corretores que utilizaram uma jornada de cadastro 100% digital.
Com a melhora da percepção dos corretores e dos consumidores, Padial se dedica a trazer novidades para ambos e colher os frutos das conquistas realizadas no processo operacional. “Já temos várias novidades para o ano, como lançamentos de produtos mais acessíveis e benefícios que vão ajudar o corretor a conquistar mais clientes. Isso nos impulsiona a atrairmos cada vez mais parceiros e segurados com um bom serviço, tornando o viés preço algo mais secundário. Por isso estamos certos de que termos um ano muito bom”, projeta o executivo.
Acompanhando o aquecimento do mercado securitário no país, a Korsa, empresa referência do setor, se organiza para crescer exponencialmente em 2023, e o foco é manter o ritmo de expansão incluindo contratações de novos gerentes, gestores e reestruturação interna. A nova roupagem da empresa vai ampliar sua representatividade no Sul e Sudeste do país.
Para James Theodoro, presidente da Korsa, com a estabilização da economia ainda na esteira do fim da pandemia de covid-19, o segmento de seguros vai voltar a ganhar participação no mercado. “Em países desenvolvidos, a indústria de seguros tem participação superior a 10% do PIB, o normal é algo entre 11% e 12% (do PIB)”, destaca.
A empresa, que está há 28 anos no mercado de soluções personalizadas de seguros e gerenciamento de risco, premiada oito vezes como a melhor instituição no segmento de Seguro de Transporte, se prepara para ultrapassar a marca inédita de R$9 milhões de faturamento durante o ano de 2023.
Fernando Linhares, atual diretor de desenvolvimento de novos negócios na Korsa, agora acumula uma segunda função de Diretor Comercial. “O mercado exige cada vez mais inovação e para atender o nosso cliente com eficácia, agilidade e excelência, essas mudanças se tornam necessárias”, destaca o executivo.
O ano de 2022 foi marcado pela maior procura por produtos oferecidos pelas seguradoras, o que refletiu no aumento da arrecadação e no pagamento das indenizações, resgates, benefícios e sorteios pelo setor de seguros.
Dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostram que, de janeiro a novembro de 2022, o setor viu a demanda aumentar em 17,1% em relação ao ano de 2021 com mais de R$ 322,3 bilhões em arrecadação, contribuições em planos de caráter previdenciário e faturamento de títulos de capitalização (sem Saúde e DPVAT). Somente em novembro, esse montante foi de R$ 27,7 bilhões, 8,3% a mais que no mesmo período de 2021.
O presidente da CNSeg, Dyogo Oliveira, afirma que o rural tem se destacado nesse contexto. “Isso é confirmado pelo expressivo avanço da demanda do produto no ano e pelo grande aumento do montante que o setor pagou por perdas cobertas pelas diversas modalidades do seguro rural”, diz ele, em nota.
No ano passado, o seguro rural ultrapassou os R$ 10 bilhões em indenizações entre janeiro e novembro, superando essa marca nesse intervalo pela primeira vez na história. A arrecadação foi de R$ 12,6 bilhões, alta de 40% em relação a 2021.
O seguro rural teve uma onda de acionamentos no começo de 2022 por causa da seca na Região Sul do País, que quebrou algumas safras agrícolas. No seguro automotivo, por sua vez, a vilã foi a inflação, que aumentou os valores das indenizações. Isso em um momento de maior ocorrência de acidentes, com o trânsito das cidades voltando à medida que a economia era reaberta.
Os executivos do mercado de seguros de linhas financeiras e advogados acompanham todos os detalhes da crise desencadeada com a rede de varejo Americanas, após o pedido de demissão do CEO Sergio Rial na noite de quarta-feira, alegando ter encontrado um rombo de R$ 20 bilhões no último balanço da varejista.
Segundo o diretor de uma grande corretora de seguros, esse assunto Lojas Americanas vai e pode desencadear muitos prejuízos no mercado segurador. Ele afirma que as seguradores de crédito tem bilhões garantidos em Americanas. “Estão contando as perdas”. Em seguro garantia, se a Americanas quebrar, as seguradoras podem perder bilhões.
Segundo apurou o blog Sonho Seguro, o grupo tem uma apólice de seguro de responsabilidade civil de administradores, conhecida como Directors & Officers. De janeiro a novembro de 2022, esta modalidade de seguros registrou vendas de cerca de R$ 1 bilhão e pagamentos de indenizações de R$ 667 milhões, de acordo com dados da Susep. As principais seguradoras do setor são Chubb, Tokio Marine, Zurich e AIG.
Trata-se de um seguro que visa garantir cobertura para processos judiciais, administrativos ou arbitrais relacionados a atos de gestão de executivos. O seguro de D&O cobre despesas com defesa, acordos e indenizações devidas, pelos executivos, em razão de prejuízos financeiros causados a terceiros, como acionistas, clientes, empregados, fornecedores entre outros.
Em D&O – até que se prove fraude, tem cobertura para custos jurídicos e para despesas do dia a dia em razão do bloqueio de contas. “Mas somente para os executivos. Se comprovar fraude, apólice não pagará nada”, informa. “Os investidores não tem apólice que os garantam em nada. A única chance do investidor é acionar os executivos e os donos para a reparação. A auditoria PWC, que assina o balanço, tem muita responsabilidade, tem apólice de E&O Global – essa sim pode ser acionada e reparar parte da perda dos acionistas – mas para ter cobertura, não pode ter compactuado com fraude”.
Segundo fontes, a importância segurada de R$ 50 milhões de seguros de D&O aparentemente não serão utilizados, pois tudo indica que foi fraude. Diretores que vierem a ser processados sem envolvimento na possível fraude, estarão coberto.
Ontem, as ações das Americanas (AMER3) perderam 77,33% de valor na Bolsa de Valores. Com as ações cotadas agora a R$ 2,72, a companhia passou de R$ 10,82 bilhões para R$ 2,45 milhões em valor de mercado. Ou seja, ela perdeu R$ 8,37 bilhões em valor na Bolsa em um dia, segundo a TradeMap.
Em teleconferência promovida pelo BTG Pactual, Rial lamentou as perdas dos pequenos acionistas. “É dramático para o acionista que comprou (ativos da Americanas). Mas a empresa é grande o suficiente para ser redesenhada”, disse.
O seguro não cobre danos causados por fraudes, mas até que sejam provadas, os custos com advogados dos diretores são arcados pelas seguradoras. Segundo fontes do setor próximas do caso, há grande probabilidade de um grupo de diretores não terem conhecimento das inconsistências, o que os torna elegíveis para a cobertura do seguro, em caso de um resultado jurídico que os condenem a pagar os valores solicitados pelos acionistas, desde que fique comprovado a boa fé.
Nota da Americanas: “Neste momento, não é possível determinar todos os impactos de tais inconsistências na demonstração de resultado e no balanço patrimonial da Companhia. Somente com a conclusão de trabalhos de apuração e dos trabalhos a serem realizados pelos auditores independentes, após o que será possível determinar adequadamente todos os impactos que tais inconsistências terão nas demonstrações financeiras da Companhia.”
O consumo de alta renda é composto por uma extensão de bens e serviços, e tem os carros de luxo como um dos principais segmentos dessa indústria. Após o baque causado pelo isolamento social, o setor registrou retomada acelerada em 2021, movimentando € 288 bilhões em produtos, no mundo todo, o que representa cerca de R$1,84 trilhão, levando em consideração a taxa de câmbio do euro, no ano passado.
Com a volta do consumo phygital (físico e e-commerce) no começo de 2022, a demanda do mercado de luxo apresentou crescimento de dois dígitos, no primeiro trimestre, expandindo as vendas entre 17% e 19%, em comparação com o mesmo período de 2021, segundo dados da Bain & Company. As projeções da consultoria, referência em estudos sobre itens de consumo de alto padrão, são otimistas para o médio prazo, com expectativa de movimentação entre € 360 e € 380 bilhões até 2025.
Pensando neste mercado, a Seguros SURA oferece soluções que proporcionam mais conforto, segurança e exclusividade para clientes únicos que possuem veículos de luxo. O seguro Auto Único SURA possui coberturas exclusivas para carros com valores a partir de R$ 220 mil reais:
Além de todas as coberturas básicas de um seguro auto convencional, o Auto Único SURA garante cobertura automática de despesas de locomoção, em caso de sinistro, sendo que o segurado escolhe a forma como quer utilizar a verba para as suas locomoções diárias;
Assessoria de gerenciamento de crise e danos à imagem social na ocorrência de sinistros de danos corporais, dentre outras coberturas e serviços exclusivos.
“Os clientes do segmento de alta renda buscam exclusividade, rapidez, atendimento personalizado e experiência única, e com o seguro não é diferente. O Auto Único SURA possui todas essas características, sendo uma solução especialmente criada para proteger os veículos de luxo contra prejuízos e desconfortos causados pelos mais diversos imprevistos, de forma ágil e especializada, com o objetivo de garantir a mobilidade e o conforto de nossos clientes”, comenta Rodrigo Fujita, diretor de Mobilidade da Seguros SURA.
Atualmente, o Auto Único está disponível para os consumidores da região Sul e dos estados de: São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
Nos últimos 17 anos, o Relatório de Riscos Globais do World Economic Forum [Fórum Econômico Mundial] alertou sobre os riscos globais profundamente interconectados. O conflito e as tensões geoeconômicas acionaram uma série de riscos globais profundamente interconectados, de acordo com o Relatório de Riscos Globais de 2023 do World Economic Forum. Isso inclui déficits de oferta de energia e alimentos, que provavelmente persistirão durante os próximos dois anos, e intensos aumentos no custo de vida e no serviço da dívida. Ao mesmo tempo, esses riscos de crises prejudicam os esforços de solucionar os riscos de longo prazo, particularmente aqueles relacionados à mudança climática, biodiversidade e investimento no capital humano.
Estas são as constatações do Relatório de Riscos Globais de 2023, publicado hoje, produzido pela Zurich e parceria com a corretora Marsh e o Fórum Econômico Mundial, que afirma que a época favorável para ação quanto às ameaças de longo prazo mais graves está terminando rapidamente, tornando-se necessária uma ação planejada e coletiva antes que os riscos atinjam um ponto de virada.
O relatório, produzido em parceria com a Marsh & McLennan e o Zurich Insurance Group, se vale dos pontos de vista de mais de 1,2 mil especialistas em risco global, formuladores de políticas e líderes da indústria. Durante três momentos, ele cria uma imagem do cenário de riscos globais tanto novos quanto antigos, enquanto o mundo se depara com muitos riscos preexistentes que já pareciam ter desaparecido.
Hoje, a pandemia global e a guerra na Europa trouxeram as crises de energia, inflação, alimentos e segurança de volta à tona. Elas criam riscos subsequentes que dominarão os próximos dois anos: o risco de recessão; o crescimento do peso excessivo da dívida; uma crise do custo de vida continuada; sociedades polarizadas possibilitadas pela desinformação e pelas informações falsas; um hiato na ação climática rápida; e a guerra geoeconômica de soma zero.
A menos que o mundo comece a cooperar de forma mais eficaz quanto à mitigação climática e à adaptação climática, durante os próximos 10 anos isso levará a um aquecimento global continuado e a um colapso ecológico. A falha em mitigar e adaptar-se à mudança climática, aos desastres naturais, perda de biodiversidade e degradação ambiental representa cinco dos 10 riscos principais – com a perda de biodiversidade considerada como um dos riscos globais em deterioração mais rápida durante a próxima década.
Paralelamente, a liderança determinada pelas crises e o risco das rivalidades geopolíticas criando desgastes em um nível sem precedentes, à medida que desaparecem os investimentos em saúde, educação e desenvolvimento econômico, desgastando ainda mais a coesão social. Por fim, o crescente risco das rivalidades não só aumentando o armamento geoeconômico, como também a remilitarização, em especial através de novas tecnologias e atores desonestos.
Os anos vindouros apresentarão contrapartidas duras para os governos que enfrentam preocupações sociais, ambientais e de segurança. Logo, os riscos geoeconômicos de curto prazo estão pondo à prova os compromissos de carbono zero e expondo uma lacuna entre o que é cientificamente necessário e politicamente palatável. É necessária a ação coletiva eficazmente acelerada sobre a crise climática para limitar as consequências de um mundo em aquecimento.
Enquanto isso, as considerações sobre segurança e os gastos militares crescentes podem deixar menos espaço fiscal para amortecer os impactos de uma crise alongada do custo de vida. Sem uma mudança na trajetória, os países vulneráveis correm o risco de alcançar um estado de crise perpétuo, em que não serão capazes de investir no crescimento futuro, no desenvolvimento humano e nas tecnologias verdes.
O relatório convoca os líderes a agir de maneira coletiva e decisiva, equilibrando os pontos de vista de curto e longo prazo. Além da ação climática urgente e coordenada, o relatório recomenda esforços conjuntos entre os países, assim como uma cooperação público-privada para fortalecer a estabilidade financeira, a governança tecnológica, o desenvolvimento econômico e o investimento em pesquisa, ciência, educação e saúde.
“O cenário do risco de curto prazo é dominado por energia, alimentos, dívida e desastres. Aqueles que já são os mais vulneráveis estão sofrendo – e, diante de múltiplas crises, aqueles que se qualificam como vulneráveis estão se expandindo rapidamente, tanto nos países ricos quanto nos pobres. O desenvolvimento climático e humano deve estar no centro das preocupações dos líderes globais, mesmo enquanto eles combatem as crises atuais. A cooperação é a única solução”, diz Saadia Zahidi, diretor executivo do World Economic Forum.
John Scott, chefe de risco de sustentabilidade do Zurich Insurance Group, afirma que “a interação entre impactos da mudança climática, perda de biodiversidade, segurança alimentar e consumo de recursos naturais é um coquetel perigoso. Sem uma mudança política significativa ou investimentos, esta combinação apressará o colapso do ecossistema, ameaçará as ofertas de alimentos, amplificará os impactos dos desastres naturais e limitará novo progresso da mitigação climática. Se acelerarmos a ação, ainda existe uma oportunidade, no final da década, de alcançar uma trajetória de 1,5ᵒC e abordar a emergência da natureza. O recente avanço na implantação de tecnologias de energia renovável e veículos elétricos nos fornece bons motivos para sermos otimistas.”
De acordo com Carolina Klint, líder de gerenciamento de risco da Marsh para a Europa Continental, 2023 está marcado por riscos crescentes relacionados a alimentos, energia, matérias-primas e cibersegurança, trazendo novos prejuízos às cadeias de abastecimento globais e causando impacto nas decisões sobre investimento. “Em um momento em que países e organizações deverão estar incrementando esforços de resiliência, os obstáculos econômicos restringirão a sua capacidade de fazer isso. Deparadas com as condições geoeconômicas mais difíceis em uma geração, as empresas deverão se voltar não somente aos cuidados com as preocupações no curto prazo, mas também com as estratégias de desenvolvimento que as posicionarão bem para os riscos no prazo mais longo e a mudança estrutural”, diz.
O Relatório de Riscos Globais é um pilar da Global Risks Initiative que visa promover um maior entendimento comum dos riscos globais no curto, médio e longo prazo, visando permitir a aprendizagem sobre preparação de risco e resiliência. O relatório deste ano também analisa como os riscos presentes e futuros podem interagir entre si para formar uma “policrise” – um aglomerado de problemas globais relacionados com impactos combinados e consequências imprevisíveis. O relatório explora a “Rivalidade de Recursos”, um aglomerado potencial de riscos ambientais, geopolíticos e socioeconômicos interligados referentes à oferta e demanda de recursos naturais, inclusive alimentos, água e energia.
Os pequenos e médios negócios, sejam eles as micro ou pequenas empresas, os microempreendedores individuais (MEIs), os profissionais autônomos e médias empresas representam um grande fator de impulsionamento da economia brasileira. E por esta razão, este segmento está no foco estratégico da MAPFRE Assistência, uma das principais empresas de assistências do Brasil.
Atualmente, as pequenas e médias empresas já correspondem por 30% do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de produtos, serviços e riquezas produzidas no país. Com um faturamento que chega a R$ 3 trilhões por ano, o setor é responsável por 78% dos empregos gerados, além de promover em larga escala a inclusão produtiva dos microempreendedores individuais (MEI).
“Com atuação no mercado de assistência há mais de 30 anos, a MAPFRE Assistência desenvolveu uma solução sob medida para o atendimento as PMEs”, diz a diretora comercial, Ana Claudia Calil, que se juntou à MAPFRE Assistência em outubro de 2022.
“A companhia recebeu investimentos que a posicionam hoje num excelente momento de estratégia e de entrega com soluções 100% digital, por meio das plataformas digitais MiA – MAPFRE Intelligent Assistance, onde disponibilizamos um leque de produtos e serviços diferenciados a todos os segmentos da economia, em especial, às pequenas e médias empresas, que têm uma importância de suma relevância para o Brasil”, afirma a executiva.
Segundo Ana Cláudia, o segmento das pequenas e médias empresas estava no radar há alguns anos e atualmente representa boa parte de seu portfólio, com serviços que vão além dos tradicionais chaveiros, vidraceiros, vigias, eletricistas, entre outros.
“Nossa oferta de serviços e ferramentas digitais nos permite responder em caso de emergência na empresa, bem como oferecer soluções 360 graus para apoiar o crescimento sustentável dos negócios e a proteção e segurança do patrimônio, com assessoria para serviços que englobam temas financeiros, de marketing e contábil, além de uma linha de cuidados dos colaboradores com serviços para a saúde e bem-estar com o objetivo em auxiliar na melhora do equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal”, explica Ana Cláudia.
No tema segurança digital – um dos mais importantes para empresas de qualquer porte e em qualquer parte do mundo, diante do elevado número de ataques hackers registrados em 2022 – o cliente pode escolher diversos serviços para proteger e facilitar o dia a dia das pequenas e médias empresas, que muitas vezes não têm uma estrutura para lidar com imprevistos. Entre eles, a MAPFRE Assistência apoia a empresa com antivírus em seus equipamentos, localização de dispositivos móveis, suporte tecnológico especializado, back-up na nuvem e análise de vulnerabilidades de IP’s, Rede e Web para aqueles empreendedores que possuem vendas on-line.
De acordo com a executiva, o investimento em pessoas, tecnologia e processos é essencial para o posicionamento sólido de uma marca como a MAPFRE, que tem reconhecimento global, força e relevância em um mercado dinâmico como o de Assistências. “Temos um grande apoio do Grupo MAPFRE e forte investimento nos últimos anos, o que nos trouxe modernização e competitividade para avançar neste mercado de forma ainda mais expressiva em 2023”, acredita a executiva. “Estamos posicionados entre as cinco maiores do mercado. Avançamos 80% em 2022 e estamos preparados e otimistas que vamos manter este ritmo de crescimento nos próximos anos”, afirma Ana Cláudia.
A MAPFRE Assistência, com história de mais de 30 anos, atua em 27 países atendendo diversas filiais do grupo segurador espanhol, seguradoras, instituições financeiras, montadoras e redes de varejo com mais de 83 soluções de serviços digitais. No Brasil, atua com mais de 18 milhões de consumidores e registra cerca de 450 mil atendimentos por ano. Em 2022, foram mais de 27 mil provedores credenciados, sendo que cerca de 84% dos acionamentos se realizaram de forma automática.
A Mitsui Sumitomo Seguros promoveu Clayton Izzo Palandrani, que está há 14 anos na seguradora, para o cargo de diretor de TI, Operações e Call Center. Formado em Ciências da Computação e pós-graduado em Gestão de TI, o executivo atua há 22 anos em projetos voltados para a inovação tecnológica no setor de seguros. “Me sinto muito feliz e motivado com este desafio, podendo escrever novos capítulos nessa longa jornada, contando sempre com o apoio de um time muito forte e competente”, comentou.
Clayton iniciou sua jornada na Mitsui Sumitomo Seguros em 2009, como consultor e gerente de projetos para construção do Portal do Corretor. Em 2011, foi promovido e integrou o time como gerente de TI. Devido seu conhecimento adquirido em negócios e processos, passou a atuar como head de TI Front-Office & Operações e em 2019 como superintendente. Clayton nestes 14 anos teve oportunidade de ir duas vezes à casa matriz em Tokio, sendo uma delas para receber um reconhecimento de um importante projeto implementado.
Entre os principais projetos realizados neste período na Mitsui Sumitomo, Clayton destaca a implementação, em 2022, da primeira etapa do novo Portal Digital MSS, um sistema cloud-based, criando um jeito rápido e moderno de fazer seguro Auto (em fase piloto). “Trata-se de uma plataforma escalável, que acelera o lançamento de novos produtos e flexibiliza modelos de comercialização, visando atender a abertura do mercado segurador”, conta.
O novo diretor também reforça a importância do investimento do grupo em processos digitais para aumentar a eficiência da seguradora no Brasil, como nos processos de sinistro Auto, Vistoria Prévia e Welcome Kit 100% digitais, além, claro, dos serviços atendidos pela Miti, a assistente virtual que já é responsável por 41% dos atendimentos realizados.
Para 2023, Clayton tem como prioridade a construção de novos motores de cálculo para o seguro residencial, além da nova jornada de vendas no Portal Digital MSS, que contará com endosso online. Também fará uma grande transformação digital nos processos de sinistro de RE Massificados, P&C e Transportes.
O novo diretor de TI concorda que há muito trabalho pela frente, mas se sente confiante na entrega das demandas neste ano. “Trabalho em equipe, inovação, foco em resultado e conhecimento em negócios são os pontos fortes da nossa equipe”, diz ele com orgulho da filosofia do grupo japonês: #tomoni, que significa “estamos juntos”.
“Nosso reconhecimento mais do que merecido ao comprometimento e entregas do Clayton em sua carreira profissional e dedicação ao nosso grupo. Tenho total convicção que ele dará continuidade ao Projeto de Inovação da Mitsui Sumitomo que trará benefícios aos nossos corretores, assessorias e parceiros de negócios”, finaliza Helio Kinoshita, vice-presidente da Mitsui Sumitomo Seguros.
Hoje, 10 de janeiro, marca o aniversário de 188 anos de aniversário da MAG Seguros, a seguradora mais longeva do país com atuação especializada em seguro de vida e previdência. Ao longo de sua bem-sucedida história, a empresa buscou continuamente a renovação e a reinvenção, sendo uma protagonista e uma referência em inovação no setor, sem abrir mão do propósito de levar proteção a milhões de famílias no Brasil.
Com pés no presente e olhar no futuro, a MAG Seguros tem inovação e tecnologia em seu DNA, a companhia está sempre focada em desenvolver serviços únicos e tecnologia que oferecem soluções para facilitar a vida dos clientes, corretores e parceiros de negócio. Um exemplo disso é o reconhecimento contínuo no Prêmio de Inovação do Valor Econômico, com o 2º lugar na categoria de Seguros e Planos de Saúde entre as empresas que mais inovam no país.
Uma das iniciativas que fazem parte do ecossistema de inovação é o Insurtech Innovation Program, criado em 2018 em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Nele, os participantes desenvolvem projetos com impacto significativo para a indústria de seguros, ao mesmo tempo que aprendem. Neste período, foram executados mais de 80 projetos com a participação de mais de 500 pessoas.
Merece destaque, ainda, o Venda Digital, tecnologia possibilita a realização da venda de todo portfólio da MAG Seguros em qualquer lugar do país e de forma remota. Esse processo permite a implantação da proposta e o pagamento das comissões de forma mais ágil e com a máxima segurança, tanto para o segurado quanto para o corretor.
A MAG Seguros tem sua história marcada por grandes feitos, como o pagamento da pensão mais longa da história da previdência brasileira, no século e o reconhecimento pelo governo federal como precursores da previdência no país. Dentre as personalidades históricas que foram clientes ou beneficiários da companhia estão o Marques de Sapucaí, Duque de Caxias, Benjamin Constant, Almirante Tamandaré, Chiquinha Gonzaga e Marquesa de Santos.
Nesta semana, como forma de celebrar os 188 anos, a MAG Seguros realiza de forma híbrida o MAGNEXT, que contempla eventos direcionados aos colaboradores, além de mais uma edição do Congresso Potencialize — aberto a corretores e parceiros de negócio — e as cerimônias de reconhecimento do Galo de Ouro 2022, uma das mais tradicionais campanhas do mercado segurador brasileiro.
A Tokio Marine anuncia mudança na diretoria Comercial Regional SP Interior. A partir deste ano, as duas diretorias da região passam a ser uma diretoria única, com Julio Sato à frente da gestão. O executivo acumula uma vasta experiência no mercado de seguros, em quase 40 anos de atuação dedicados ao segmento.
“Estou confiante em mais esse passo na minha trajetória profissional e na ampliação do trabalho que já vinha desenvolvendo junto aos nossos Parceiros de Negócios, Corretores de Seguros e Assessorias do interior de São Paulo. Nos últimos anos, trabalhamos com grandes parceiros e realizamos ótimos negócios na região que contribuíram diretamente para alavancar a produção da Companhia. Com a unificação, a diretoria Comercial Regional SP Interior passa a ser uma das maiores da Tokio Marine”, observa Sato.
Sato ingressou na Real Seguros em 1999, como superintendente Comercial da sucursal de Campinas (SP).Em 2005, a empresa foi incorporada pela Tokio Marine, onde ele permaneceu no cargo. Alguns anos depois, em 2009, o executivo foi promovido a superintendente da Regional SP Interior I e, posteriormente, em 2014, a diretor Comercial na região.
“A unificação das diretorias da região e a escolha do Julio para capitanear esse desafio de reestruturação estão alinhadas à nossa estratégia de negócios nacional. O interior de São Paulo é uma região extremamente importante para a Tokio Marine e estamos certos de que a longa experiência que ele possui nesse mercado continuará auxiliando no desenvolvimento da Companhia na região”, avalia o diretor Comercial Nacional Varejo da Tokio Marine, João Luiz de Lima.
A diretoria Comercial Regional SP Interior compreende as sucursais nas cidades de Campinas, Jundiaí, Sorocaba, Piracicaba, São Jose dos Campos, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São Carlos, Bauru e Presidente Prudente.
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