Sincor-SP: minimizar o risco do segurado deve ser um esforço de todo o setor de seguros

boris ber Sincor-SP

por Por Boris Ber, presidente do Sincor-SP – Sindicato dos Corretores de Seguros no estado de São Paulo

Não somente em palestras ou reportagens que vejo, mas nas rodas de conversa com vários players do setor de seguros, sejam corretores, executivos de seguradoras, líderes de entidades, todos falam do crescimento do mercado e dos seus negócios. Naturalmente, essa é a vontade de todos que jogam no setor de seguros e realmente acontece para muitos. Mas a realidade do dia a dia tem trazido desafios que são gargalo para o potencial do quanto poderíamos crescer.

Hoje, os corretores de seguros têm enfrentado um problema que se mantém de certa forma silencioso, mesmo sendo enorme: a aceitação de seguros por parte das companhias. Não vemos as seguradoras nem suas entidades representativas, nem os resseguradores, darem solução para o que está acabando com os negócios dos corretores. O comportamento nos últimos meses, tanto dos corretores que não conseguem proteger seus segurados, como das seguradoras que deixam negócios na mesa, mostra uma apatia como “tá ruim, mas tá bom”.

É normal no meu dia a dia como presidente do Sincor-SP receber desesperados contatos de corretores de seguros pedindo ajuda para colocação de um risco, para fazer o seguro que seu cliente precisa. Está no momento de as companhias buscarem uma solução, seja através de resseguradores internacionais, de resseguradores estabelecidos no Brasil, ou conseguindo ressuscitar um acordo de cosseguro, como já funcionou muito bem no passado. Mas não podemos ficar sem solução para o cliente de seguro. De nada adianta ter o discurso que o corretor de seguros é o grande protetor do segurado, que está sempre pronto para resolver os problemas, se não temos os instrumentos para isso.

É uma discussão que precisa ser feita de forma madura. Sabemos que não existe milagre, que as companhias estão se readequando após as perdas com fenômenos naturais, que causaram prejuízo no agro e em algumas carteiras, por exemplo, o que mostra uma insuficiência de taxa, ou de importância segurada. Ao observamos em um condomínio o preço que está sendo cobrado do seguro e o que está sendo segurado, nem o próprio corretor aceitaria este risco. O mercado também enfrentou mudanças como a subida de preço dos automóveis, que trouxe uma receita adicional para as corretoras, mas com um perigo muito grande de haver perda de itens, de pessoas que não conseguirem renovar seus seguros. Então é ilusório o crescimento, porque subiu o preço, mas não a carteira de clientes – pelo contrário, há uma perda de segurados para as associações de proteção veicular bem como para empresas que oferecem coberturas menores. Em riscos industriais também vimos uma subida de preços, na mesma proporção da sinistralidade. Sabemos do aumento de indenizações nos seguros de responsabilidade, da alta de incêndios em apartamentos e condomínios, do crescimento dos sinistros de vendaval, de dano elétrico, da cada vez maior utilização de serviços de assistência a residências… Atuamos neste mercado, diretamente com o cliente.

Por isso, penso que, mesmo que tenhamos franquias mais altas, taxas mais altas, exigências mais altas, nós podemos e devemos atuar juntos para eliminar ou minimizar os riscos, fazer o gerenciamento para que o seguro possa ser viabilizado e aceito. Há pouco tempo víamos um trabalho de melhoria de riscos, quando o corretor de seguros orientava o segurado a seguir recomendações da seguradora, e protegia seu imóvel com sprinklers e hidrantes, por exemplo, e com isso o cliente tinha uma redução no prêmio e, consequentemente, um retorno no investimento que fazia para a aceitação. Hoje não tem mais essa abertura, é sem diálogo: “Se você tem um risco bom eu aceito, se não tem não aceito”, determina a seguradora. A consequência dessa arbitrariedade é que caminhamos para ter menos corretoras no mercado, já que teremos menos segurados atendidos. É muito difícil para o corretor chegar para um segurado que está com ele há 10, 20, 30 anos e dizer “Durante todo esse tempo eu fiz o seguro da sua fábrica, mas agora não consigo fazer”. E não se trata de grandes negócios somente, mas também de pequenos, dependendo do ramo, como pequenas tecelagens, por exemplo.

Juntos, todos os integrantes do setor, precisamos fazer uma reflexão de futuro, ter uma discussão madura. O Sincor-SP está super disposto e preparado para esta conversa, mas é fundamental que todos estejamos sintonizados em uma mesma visão. Evidentemente, não precisamos ir de zero a 100 em poucos segundos, mas temos que sair do zero. Na verdade, temos que sair “menos zero”, porque hoje estamos andando para trás, damos um passo para frente e dois para trás.

Mesmo passando por desafios, precisamos encontrar soluções. Mesmo que esse remédio possa ser um pouco amargo, que o jeito seja incluir modalidades de taxação, franquias, participações. Não estamos discutindo qual o remédio ou o quão amargo ele tem de ser. O problema é que estamos deixando morrer sem dar qualquer remédio. Corretores e seguradores estão tocando a vida usando o “deixa estar”, “vamos ver como é que fica”, e isso não é bom. Desgasta a imagem das seguradoras, mancha os corretores e aquele segurado que amealhou um patrimônio e sempre contratou seguro de repente não tem mais a tranquilidade para dormir sossegado. 

O corretor de seguros sente no dia a dia que a sinistralidade cresceu, não somos contra uma movimentação positiva de taxas, mas temos que barrar a não aceitação pura e simples. Não existe seguro inaceitável, mas produto mal taxado. Vamos trabalhar em propostas que sejam viáveis não apenas para favorecer o desenvolvimento de novos negócios do setor, mas, principalmente, para não perder o que foi conquistado até aqui.

MAPFRE quer corretores para vender seguro rural

destaca Raphael Bauer, Diretor Geral Comercial da MAPFRE Brasil.

Se há um segmento de seguros que está no radar das principais companhias do Brasil é o agronegócio  – mesmo sendo o campeão de pagamentos de indenizações em 2022. Até novembro do ano passado, as vendas dos seguros rurais totalizaram R$ 12,7 bilhões, e os pagamentos de indenizações R$ 10,3 bilhões, o que representou alta de 35% e 43%, respectivamente, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). “Foi o maior volume de indenizações já pago no Brasil”, destaca Raphael Bauer, diretor geral comercial da MAPFRE Brasil.


“O agronegócio, por ser um setor que representa quase 27% da economia em 2022 e o que mais mostra potencial de crescimento neste ano com estimativa de crescimento de 8%, segundo a Instituto Brasileiro de Economia da FVG, atrai interessados em atuar em seguros. A questão é que somente quem realmente tem experiência em operar em um nicho extremamente exposto às intempéries da natureza, se mantém. E nós temos essa expertise. O grupo MAPFRE (Mutualidad de la Agrupación de Proprietarios de Fincas Rusticas de España) começou a própria história com o agronegócio como um grupo de proprietários de Fazendas agrícolas para se uniram para proteger com seguro os trabalhadores e, hoje, a maior parte do resultado no Brasil vem do rural”, informa Bauer, que também destaca que a Brasil é 2ª a maior operação do mundo entre todos os países em que a MAPFRE atua.

Tradição e expertise no seguro rural

Hoje, a MAPFRE é a segunda maior seguradora do segmento rural em prêmios emitidos no Brasil. No ano passado, de janeiro a novembro, o grupo espanhol arrecadou a expressiva marca de R$ 1,1 bilhão, valor que superou os R$714,6 milhões registrados no ano anterior durante o mesmo período. Em um ano complicado e com dificuldade, a empresa pagou aproximadamenteR$ 1 bilhão em indenizações, o que representou um índice de sinistralidade (receitas x pagamentos) de 104,7%. Algumas companhias ultrapassaram 200%, segundo dados da Susep. “Devido a maior seca da história dos últimos 100 anos no Brasil, o rural foi o segmento que atuamos com maior perda no primeiro semestre, mas também proporcionou o nosso maior lucro no segundo semestre. Isso mostra que sabemos administrar a volatilidade de uma carteira complexa como essa justamente por sermos especialistas no assunto”. 


Bauer, que completou 1 ano de retorno ao Brasil após passagens pela Espanha e pelo Equador, está otimista com 2023. “Há muita demanda pelo seguro rural. Em 2022, o pedido de subsídio ao governo foi de R$ 2 bilhões, mas apenas R$ 1 bilhão foi concedido. Mesmo sem a concessão do subsídio, o produtor tem contratado o seguro. Os eventos climáticos de 2022 ajudaram a mostrar a importância de contar com um seguro que proteja as safras de eventuais problemas”, ressalta.

Especialistas técnicos e Comerciais em agronegócios, produto, e capacidade são três vertentes para o crescimento. Além de tornar a venda simples por meio da nova plataforma digital, a MAPFRE consegue uma boa colocação de resseguro, o seguro da seguradora. “Ter capacidade de resseguro é vital para o seguro. Enquanto muitos concorrentes estão com dificuldades em negociar o resseguro, nós temos o apoio da MAPFRE Re. Esse fator, aliado a possuir produtos para proteger mais de 70 culturas, o patrimônio, maquinário, a propriedade e as vidas dos agricultores nos ajuda a incrementar as vendas e atrair corretores que ainda não comercializam os nossos produtos. A consequência disso é a expansão da  carteira. Com investimentos na contratação de um Head Comercial de Agro nacional em 2023 e reforço da equipe técnica,  confiamos crescer pelo menos 30% em 2023”, conta.

A importância do corretor de seguros

Diante de um cenário de forte demanda, a MAPFRE quer despertar a atenção dos corretores de seguros para este nicho e treiná-los. “Crescemos 40% em vendas nos 11 meses de 2022 comparados com o mesmo período de 2021. O canal corretor avançou 85% em relação às vendas de seguro agrícola e quase 60% em Patrimonial Rural. Atualmente, contamos com 17 mil corretores parceiros e  queremos que este canal avance ainda mais para estarmos cada vez mais próximos dos produtores conscientes da importância de ter proteção para as safras. A estratégia é certa: a MAPFRE quer corretores para vender seguro rural”, comenta Bauer.

Aliada à estrutura diferenciada para atender corretores de seguros especializados em agronegócios, a MAPFRE também montou uma grade de treinamentos para que corretores de outros segmentos possam passar a atuar nesse crescente segmento. “Temos profissionais especializados neste nicho prontos para capacitar quem queira ampliar e diversificar a carteira de negócios. O agronegócio é um ramo de extrema importância e muito estratégico para nós como grupo. Tenho certeza de que estamos no caminho certo para conectar o corretor com produtores rurais e multiplicar oportunidades”, garante o diretor geral comercial da MAPFRE.

Europ Assistance Brasil lança o ‘CARE’, seu sistema omnichannel de atendimento 

A Europ Assistance Brasil (EABR) – uma das maiores empresas de assistência e seguro viagem do país – anunciou o lançamento do CARE (‘cuidado’, em português), um sistema omnichannel que otimiza os serviços e traz mais eficiência com a integração de todos os canais para melhor atender aos clientes.  

O novo sistema está em constante evolução e já é possível notar maior agilidade em todo o processo porque permite o envio de mensagens automáticas; atendimentos múltiplos; respostas mais rápidas; a criação de fluxos relacionais e informativos 24h por dia; além da colocação de um menu de opções e a automação do envio de respostas conforme o processo de atendimento.

O CARE – que veio sendo implantado na companhia ao longo dos últimos meses – gerou também novos modelos de atendimentos. Hoje a companhia atende através do WhatsApp; por web app e da EVA, a assistente virtual que interage e soluciona dúvidas dos clientes, de forma leve e agradável.

Mesmo assim, a empresa ainda recebe cerca de 220 mil ligações por mês. “Apesar de ainda ser um volume expressivo, já percebemos que, em algumas linhas de negócio, 45% das chamadas passaram a ser feitas através de canais digitais, o que trouxe melhorias significativas na qualidade do atendimento, gerando aumento no nosso NPS”, afirma Fernanda Carvalho, diretora de tecnologia da Europ Assistance Brasil.

De acordo com a executiva, a companhia atravessa um novo momento de digitalização dos canais, buscando oferecer mais conforto e confiança ao cliente durante sua jornada. “Passamos por um processo de transformação muito grande nos últimos 12 meses. Saímos de um sistema legado para um CRM e isso mudou muito a qualidade de atendimento”.

Todo esse processo de transformação começou ainda durante a pandemia, quando todo o setor de assistência enfrentou sua maior crise com a falta de mão de obra especializada, alta na inflação e nos preços dos combustíveis. A partir daí, a empresa promoveu uma série de mudanças em seus processos operacionais, envolvendo o estreitamento das relações com os prestadores e a revisão de todos os processos em busca de maior agilidade e qualidade no atendimento. 

“Nós temos muito orgulho da evolução do nosso novo sistema operacional, onde o foco é 100% o cliente, de forma a facilitar a sua vida e jornada. O CARE demonstra na prática a nova forma de trabalhar da Europ Assistance, que é focada na melhoria contínua, ou seja, cada dia que nós trabalhamos, focamos em fazer melhor, para atender melhor”, disse o CEO Newton Queiroz. 

O executivo lembrou ainda que, em breve, novos serviços e produtos serão implantados na nova plataforma, para que a experiência do cliente seja muito mais fácil e assertiva. “É importante destacar que a digitalização não significa matar os canais tradicionais, mas as empresas, especialmente aquelas que atendem 24h, precisam revisitar seus processos e integrar canais de atendimento que facilitem e ampliem a comunicação com o cliente”, concluiu.

CNP conclui aquisição na Caixa Seguridade

A CNP Assurances anuncia a conclusão da aquisição da participação da Caixa Seguridade na CNP Participações em Seguros Ltda, “CNP Seguros Holding”, passando a deter 100% do capital.  A CNP Seguros Holding detém agora 100% da Companhia Seguros Previdência do Sul “Previsul” e 51% da CNP Capitalização S.A. “CNP Capitalização”. 

A Previsul comercializa produtos de seguros de vida, patrimonial e prestamista. Em 2022, emitiu 1,2 milhão de apólices representando prêmios de R$ 253 milhões.  A CNP Capitalização comercializa produtos de capitalização e, em 2022, seu faturamento total foi de R$ 841 milhões.  

Esta transação, no valor de R$ 166,8 milhões, enquadra-se num acordo mais global, anunciado em 14 de setembro de 2022, que permite à CNP Assurances prosseguir em sua estratégia de desenvolvimento internacional com a aquisição de 100% das participações da Caixa Seguridade em cinco empresas que oferecem a possibilidade de comercialização de seguros, produtos odontológicos, capitalização e consórcio (Holding Seguros, Previsul, Odonto Empresa, CNP Capitalização e CNP Consórcios).  

A próxima e última etapa deste acordo é a compra da participação de 49% da ICATU na CNP Capitalização, que deve ocorrer nos próximos dias, informa Stéphane Dedeyan, CEO da CNP Assurances, em nota.

Atuando no Brasil desde 2001 por meio de parceria com a Caixa, o grupo francês CNP Assurances adquiriu a participação do banco em empresas da holding CNP Seguros Holding Brasil. A parceria com a Caixa continua nas áreas de seguro de vida, prestamista e previdência, por meio da Caixa Vida e Previdência, que teve o acordo recentemente renovado por mais 25 anos; em consórcios, via Caixa Consórcios; e na operação do run-off dos seguros residencial e habitacional. CNP e Caixa são ainda sócias na Youse – maior seguradora digital do país.

Grupo MAG lança Consultoria de Investimentos

O Grupo MAG está lançando a MAG Consultoria de Investimentos. Autorizada e supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a nova empresa tem como missão dar para a força de vendas da companhia a oportunidade de incluir investimentos no rol de produtos disponíveis aos seus clientes.
 

A partir de uma metodologia baseada nas ferramentas de planejamento financeiro pessoal, a MAG Consultoria de Investimentos realiza um diagnóstico de toda a vida financeira do cliente, identificando a sua atual condição e os seus objetivos de curto, médio e longo prazos, que vão desde constituir uma reserva de emergência a adquirir um bem, fazer uma viagem, pagar os seus estudos ou de seus filhos e, até mesmo, se preparar para a aposentadoria. A partir desta análise são desenvolvidas estratégias utilizando carteiras personalizadas de investimento.
 

A MAG Consultoria de Investimentos oferece aos seus clientes uma plataforma com acesso a uma enorme variedade de produtos de investimento do mercado, como títulos de renda fixa, ações e fundos de investimento das mais diversas gestoras. Além disso, foi desenvolvido, em parceria com a MAG Universidade, braço educacional do Grupo Mongeral Aegon, um Programa de Capacitação de Planejadores Financeiros com Foco em Investimentos, que possibilita que a equipe comercial identifique a necessidade de um atendimento especializado para os investimentos dos seus clientes e os indique à MAG Consultoria de Investimentos, que recomendará a estratégia que melhor atenda às suas necessidades e anseios.
 

“Esta nova empresa surge com o propósito de oferecermos aos nossos clientes soluções financeiras completas, envolvendo produtos de proteção (seguro), de acumulação (previdência) e de rentabilização do seu patrimônio através dos investimentos. Trata-se de uma iniciativa que democratiza o acesso às carteiras de investimento, historicamente restritas aos investidores de alta renda, que serão constituídas de acordo com a avaliação do perfil de cada cliente e com o mapeamento de seus objetivos financeiros pessoais, permitindo que ele entenda exatamente as estratégias de alocação dos seus recursos e como adequá-las às mudanças que ocorrem no mercado financeiro e em sua própria vida. O resultado representa um planejamento consistente para a realização dos seus sonhos e contribuirá para sua longevidade financeira, considerando que as pessoas estão vivendo cada vez mais”, afirma Luiz Fernando Cruz, diretor da MAG Consultoria de Investimentos.

A ideia surgiu a partir de uma pesquisa relacionada a um movimento que vem acontecendo nos Estados Unidos e que já podemos observar aqui no Brasil, com corretores de seguros perdendo clientes para profissionais de investimentos que abriram suas corretoras de seguros ou estabeleceram parcerias neste segmento. Isso porque, há uma tendência de os clientes centralizarem os serviços financeiros em um único profissional ou, ao menos, em uma única empresa, gerando comodidade e economia de tempo. “A solução era ampliar as competências do nosso time comercial de modo a contarmos com profissionais capacitados para identificar as necessidades dos seus clientes em relação aos investimentos e ter o apoio da MAG Consultoria de Investimentos para oferecer uma consultoria completa, com uma visão 360° do cliente e que também fortalecesse a atuação desses profissionais com vida e previdência, aumentado a fidelização da sua base de clientes”, finaliza Luiz Fernando.
 

Scor contrata Thierry Léger, que deixa a Swiss Re após 25 anos

Thierry Léger, que atuava como Group Chief Underwriting Officer (CUO) da resseguradora global Swiss Re desde 2020, foi nomeado o novo Chief Executive Officer (CEO) da resseguradora francesa SCOR, a partir de 1º de maio de 2023. Nesse ínterim, o Group Chief Executive Officer (CEO), Christian Mumenthaler, assumirá as responsabilidades de Léger na Swiss Re.

“Nos últimos 25 anos com a Swiss Re, Thierry fez grandes contribuições para muitas partes do nosso negócio, desde resseguros até a antiga unidade de negócios de capital de vida e subscrição do grupo. Desde sua nomeação como Group CUO em 2020, ele desenvolveu com sucesso nossos recursos de subscrição por meio da utilização de pesquisas de ponta, acesso a mais e melhores dados e análises. Em nome de todo o Comitê Executivo do Grupo, gostaria de agradecer a Thierry por sua dedicação e comprometimento com a Swiss Re e desejar a ele todo o sucesso no futuro”, disse Mumenthaler.

A SCOR é a quarta maior resseguradora da Europa. A partir de maio deste ano, Léger assumirá o cargo de CEO da SCOR, devendo o Conselho de Administração propor a sua integração na Assembleia Geral de 2023.

Na sua nova função, Léger assume a responsabilidade pela elaboração de um novo plano estratégico atrativo e ambicioso para a resseguradora global, e irá delinear as orientações e os principais temas deste plano na Assembleia Geral de 2023. Ele terá a tarefa de ajudar a SCOR a consolidar ainda mais sua posição como resseguradora líder global.

Antes de Léger ingressar na empresa, François de Varenne, membro do Comitê Executivo encarregado de Investimentos, Tecnologia, Transformação e Finanças Corporativas do Grupo, foi nomeado CEO interino com efeito imediato.

Planos de saúde encerram 2022 com 50,5 milhões de clientes

O setor de planos de saúde fechou 2022 com 50,5 milhões de beneficiários. O número é o maior desde dezembro de 2014, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Somente os planos odontológicos registraram 30,950 milhões de beneficiários, o que significa a superação, pela 11ª vez, no ano de 2022, do recorde histórico no segmento.

De acordo com os dados da ANS, em um ano, os planos médico-hospitalares tiveram crescimento de 1,590 milhão de beneficiários na comparação com dezembro de 2021. Se comparados os números de dezembro do ano passado com novembro, o crescimento foi de 239.466 usuários.

No caso dos planos exclusivamente odontológicos, foram 2,057 milhões de beneficiários a mais em 12 meses; e 152.721 na comparação de dezembro com novembro de 2022.

Os dados da ANS mostram ainda que, em relação a dezembro de 2021 houve aumento dos beneficiários em planos de assistência médica em 25 Estados, sendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro os que tiveram maior alta de beneficiários em números absolutos. Já os planos odontológicos tiveram aumento em todas as 27 unidades federativas, com destaque também para São Paulo, Minas e Rio de Janeiro.

Por faixa etária, a faixa de 40 a 44 anos foi a que teve maior crescimento na assistência médica, com 307.686 novos beneficiários no ano, seguido pelos usuários entre 45 e 49 anos (220.093 novos beneficiários). Nos planos odontológicos, o maior crescimento ocorreu na faixa entre 30 e 34 anos (4.130 novos beneficiários) e até um ano (4.657 novos beneficiários).

BS2 Seguros fatura R$ 4,8 milhões em 2022, seu primeiro ano de vida

Lançada em dezembro de 2021 e operando desde junho do ano passado, data em que recebeu as autorizações da Superintendência de Seguros Privados – Susep, a BS2 Seguros fecha o ano com um faturamento de R$ 4,8 milhões e projeta crescimento consistente para os próximos anos.

“Esperamos um faturamento de R$ 35 milhões no final de 2023. Com estratégia arrojada, acertamos ao entrar neste segmento para oferecer soluções customizadas ao público formado pelas PMEs”, informa, em nota, Adriano Romano, CEO da BS2 Seguros, empresa criada a partir da parceria entre o BS2, banco digital especializado em empresas, e o grupo sul-africano Traficc.

Entre os destaques e diferenciais da operação da BS2 Seguros, que tem atuação focada no mercado B2B2C e nos ramos de vida e elementares, estão a personalização da oferta com uma estrutura enxuta, ágil, criativa e comercialmente agressiva.

Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização – CNSeg, o setor de seguros vai fechar o ano de 2022 com um aumento de arrecadação de 17,1%. O percentual é superior ao registrado em 2021, que ficou em 11,8%.

MAPFRE patrocina a exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina”

Fonte: Mapfre

A MAPFRE é uma das patrocinadoras da exposição “Michelangelo: o mestre da Capela Sistina”. A mostra, inédita no Brasil, chega ao MIS Experience, em São Paulo, no próximo dia 28 de janeiro, e promete ser a maior exibição imersiva já realizada no Brasil sobre a Capela Sistina e os afrescos de Michelangelo.

Com 14 salas em um espaço de mais de 1000 metros quadrados, a exposição convida o público a mergulhar na capela mais famosa do mundo, com direito a projeções gigantes no teto e nas paredes, espaços dedicados à arquitetura, história e curiosidades, reprodução em larga escala do ateliê do artista, além de manuscritos e réplicas de esculturas. A mostra também contará com uma sessão dedicada ao Conclave, reunião dos cardeais para escolher um novo Papa, assim como a réplica da chave da Capela Sistina, trazida do Vaticano.
 

“Essa exposição é uma grande imersão por um dos locais mais icônicos da história da arte. A ideia é que visitantes de todas as idades possam conhecer mais sobre a genialidade de Michelangelo e aprender sobre sua vida e obra. Foi isso que nos atraiu no projeto. Ele se conecta ao compromisso da MAPFRE de incentivar iniciativas que promovam acessibilidade à cultura no Brasil.”, conta Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE Seguros.

Os ingressos para “Michelangelo: o mestre da Capela Sistina” já estão à venda no site da exposição. A partir da data de abertura da exposição, dia 28 de janeiro, eles passam a ser vendidos também na bilheteria do MIS Experience. A mostra ficará em cartaz até o dia 30 de abril.

A exposição Michelangelo: o Mestre da Capela Sistina é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo, MIS Experience, BOLDLY GO e DeepLab Project por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com co-produção da SEE Entertainment, a mostra é apresentada pela REDE D´OR, tem patrocínio master da NTT e XP, patrocínio ouro da Laboratório CRISTALIA e UOL, patrocínio prata das empresas OCCAM, Invisalign e ZAP. A exposição possui o apoio da On Projeções e os direitos de imagem são da BRIDGEMAN IMAGES.

O MIS Experience tem como mantenedor ouro a B3, apoio institucional MAPFRE e KAPITALO na categoria master, VIVO e TRAVELEX na categoria ouro e TozziniFreire Advogados na categoria prata. O apoio de mídia é da TV CULTURA, JC DECAUX, NOVA BRASIL FM e ALPHA FM e apoio operacional do hotel PESTANA.

SERVIÇO

Exposição “Michelangelo: o mestre da Capela Sistina”

Data: de 28/01 a 30/04

Venda de ingressos: no site e, a partir de 28/01, também nas bilheterias do MIS Experience

Valores: Gratuito às terças; quartas a sextas: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia); sábados, domingos e feriados: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). Crianças até 7 anos têm entrada gratuita.

Horários: Terças, quartas, quintas, sextas e domingos: 10h às 18h; sábados e feriados: 10h às 19h

Local: MIS Experience — Rua Cenno Sbrighi, 250 — Água Branca — São Paulo

Inscrições abertas para o Zurich Innovation Championship 2023

Fonte: Zurich

Startups do mundo todo podem participar da 4ª edição do campeonato mundial de inovação da Zurich, o Zurich Innovation Championship 2023 (ZIC 2023), que já se consolidou como um dos maiores concursos de inovação aberta do mercado segurador global. As inscrições vão até o dia 27 de fevereiro e podem ser feitas no link www.zurich.com/zic. 

Durante o processo de inscrição, as startups podem escolher unidades de negócio da Zurich no mundo com as quais gostariam de desenvolver seus projetos, dentro das temáticas propostas no campeonato. No Brasil, isso inclui tanto as seguradoras Zurich quanto a Zurich Santander, joint-venture dos dois grupos. Após uma rodada nacional, a equipe de liderança global da Zurich escolherá de 2 a 3 startups por tema para receber o apoio financeiro da seguradora, que será fornecido para que trabalhem em colaboração com a companhia.

A iniciativa dará a startups do mundo todo a chance de concorrer a um financiamento de US$ 100 mil para entrar no programa acelerador da seguradora. Desta forma, terão a oportunidade de trabalhar ao lado da empresa – contando com mentoria de executivos seniores – e, assim, escalar seus produtos para um público mais amplo. A edição de 2022 registrou a inscrição de mais de 2.700 startups ao redor do mundo, das quais 98 eram do Brasil, que foi um país destaque no processo 

Em 2023, a Zurich definiu 5 temas para os quais a companhia espera trabalhar soluções junto às startups inscritas no programa: 

·       Experiência do cliente (Customer Experience): como oferecer aos clientes soluções e experiências de ponta, tão sofisticadas e personalizadas quanto aquelas que eles experimentam em suas vidas pessoais? 

·       Seguros corporativos (Commercial Insurance): como garantir a confiança dos clientes no novo cenário de risco, para oferecer soluções de seguro e serviços inovadores e personalizados? 

·       Parcerias de distribuição (Distribution Partnerships): como potencializar as atuais parcerias e atrair novos parceiros e ecossistemas de distribuição para atender às mudanças nas necessidades dos clientes? 

·       Capacitação digital (Digital Enablement): como a empresa pode digitalizar suas estruturas para permitir eficiência e agilidade, e sustentar os resultados certos para clientes e colaboradores? 

·       Sustentabilidade (Sustainability): como ajudar na transição da sociedade para um mundo mais ambiental, social e economicamente sustentável? 

“O campeonato de inovação promove uma nova maneira de pensar, e nos permite ter acesso a ideias e soluções das quais, talvez, ainda não dispomos”, disse Ericson Chan, Chief Information & Digital Officer do Zurich Insurance Group. “Já para os participantes, é uma oportunidade de expandir seus negócios e apresentar soluções baseadas em tecnologia, que podem ajudar a atender às necessidades emergentes e em evolução dos clientes”.

Presente no Brasil há mais de 80 anos, a Zurich está sempre atenta à necessidade de inovar para manter-se competitiva no mercado, seja com iniciativas internas, seja por meio de projetos com diversas fintechs e insurtechs, que são consideradas suas parceiras de negócio, como explica Lucía Sarraceno, superintendente responsável por Inovação na Seguradora Zurich no Brasil. 

“As startups são empresas que surgiram para apontar soluções a problemas, explorar novas oportunidades ou mesmo melhorar a experiência do cliente. Estamos animados para apoiar as empresas que se inscreverem para atuar com a nossa unidade de negócios no Brasil. Tenho certeza de que temos muitas oportunidades de melhoria a serem exploradas”, conclui a executiva.

ZIC 2022 

Na edição anterior do campeonato, em 2022, 28 unidades de negócio da Zurich foram responsáveis por 2.762 inscrições – processo em que a filial brasileira se destacou, com 98 projetos. Esse número colocou o Brasil entre os 10 países que mais participaram com indicações (ou seja, com startups inscritas que tinham interesse em trabalhar com a filial do Brasil).  

Das 5 semifinalistas selecionadas no país, 2 figuraram entre as escolhidas para participar do programa de aceleração da companhia. Em um trabalho liderado localmente pela equipe de inovação da Seguradora Zurich no Brasil em parceria com a Zurich Santander, o Brasil se destacou, já que ter dois finalistas é um feito só igualado por unidades do Grupo nos Estados Unidos e Suíça.

As seguradoras Zurich e a Zurich Santander, inclusive, trabalharam no Brasil ao lado da startup americana Salient, que conta com uma tecnologia inovadora que permite que sejam feitas previsões de desastres naturais com antecedência entre 2 e 52 semanas. Dessa forma, podem ser disparados alertas de eventos extremos, reduzindo para os clientes perdas nos sinistros e possibilitando a acurácia da precificação do seguro, entre outros benefícios. 

“Foi uma experiência incrível para os times envolvidos na implementação da solução com a colaboração de três empresas (Zurich, Zurich Santander e Salient), mas principalmente para os clientes que puderam ser informados de forma preventiva sobre o impacto de eventos climáticos na sua região. Foi uma entrega de valor para além do produto de seguro, mas pensando em oferecer tranquilidade e proteção” comenta Mariane Bottaro, diretora de Estratégia, Comunicação e Sustentabilidade da Zurich Santander e uma das líderes na iniciativa na seguradora.