Ativa Investimentos lança nova vertical no segmento de Seguros, Vida e Previdência

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A Ativa Investimentos, corretora de valores com quase 40 anos de mercado, anuncia o lançamento de seu braço para recomendação e comercialização de seguros, a Ativa Seguros. A nova empresa oferecerá produtos diversos do segmento, até então não explorados pela casa, para pessoas físicas e jurídicas. 

A corretora está, já há alguns anos, focada em acompanhar a evolução do mercado, sempre por meio de tecnologia e uma cultura de inovação. “Para isso, temos lançado e relançado plataformas e experiências, fechado novas parcerias estratégicas e desenvolvido novas linhas de negócios, criando oportunidades para os nossos clientes e o mercado em geral”, comenta Sylvio Fleury (foto), diretor de Relações com o Mercado da Ativa Investimentos, em nota divulgada. “A Ativa Seguros surge nesse contexto. Já existia, internamente, uma iniciativa voltada para a Previdência e foi identificado potencial de retorno, dando início a um projeto maior.”

O segmento de seguros vem crescendo ano a ano acima da inflação. Em 2021, totalizou vendas de R$ 306,4 bilhões e deve avançar 10% em 2022, com dados previstos para serem divulgados em fevereiro deste ano, segundo a CNseg, a Confederação Nacional das Seguradora. A Ativa, que tem como objetivo contribuir para o crescimento pessoal e patrimonial de seus clientes por meio de orientações técnicas adequadas e preceitos éticos, enxergou uma oportunidade de negócio.

“Contaremos com a expertise da Globus Seguros para oferecer opções que façam sentido aos nossos clientes e o mercado em geral, como seguros de vida, viagem, de automóveis e muitos outros, incluindo soluções para o segmento corporativo”, explica Fleury. “Como corretora de varejo consolidada, contamos com uma forte cultura de atendimento ao cliente, profissionais com alto grau de especialização tanto em resolução de problemas quanto em questões financeiras e isso, aliado ao nosso robusto back office e pós-venda, posiciona a Ativa Seguros de forma extremamente competitiva”, complementa.

A Globus Seguros irá apoiar o novo negócio da Ativa por meio de uma joint venture, fornecendo serviços de comercialização, suporte e back office. Relevante player deste mercado, a empresa atenderá as demandas de clientes e colaboradores com diversos produtos e soluções, deixando a Ativa ainda mais completa. A Globus Seguros é uma corretora de seguros criada em 2016 e, somente em 2021, emitiu mais de R$ 150 milhões em prêmios de seguros.

Outro diferencial da empreitada tem a ver com a ampla oferta de produtos que poderão oferecer ao mercado, por não ter nenhuma parceria exclusiva com seguradoras. Para o segmento de automóveis, por exemplo, a corretora poderá oferecer entre 10 e 14 opções aos clientes, dependendo da região e do tipo de produto buscado. Em relação aos seguros corporativos, a Ativa oferecerá seguro garantia, tanto judicial quanto para agentes públicos e privados, seguro para o agronegócio, de propriedades, frotas e planos de saúde corporativos em geral.

AXA no Brasil anuncia reestruturação na área comercial

Fonte: AXA

Em continuidade ao anúncio que apresentou o novo Comitê Executivo, a AXA divulga reestruturação nas atribuições dos Diretores Comerciais e a contratação de José Eduardo Maiorano, que chega como Diretor Comercial de Parcerias. 

Com a promoção de Karine Brandão a Vice-Presidência Comercial e Marketing, Gustavo Carvalho passa a ser responsável, além da regional São Paulo, pelo canal Mega Brokers; Antônio Viana acumula o atendimento aos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, além de seguir como responsável pelo desenvolvimento de negócios na Região Sul. Danilo Gomes segue com as regionais Minas, Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Já a Direção Comercial de Parcerias fica sob o comando de José Eduardo Maiorano, que traz na bagagem 25 anos de experiência, tendo passado por grandes seguradoras, corretoras e trazendo grande experiência em produtos consumer lines e também como empreendedor no ramo de serviços de valor agregado.

“Um dos objetivos é trazer o canal de Parcerias e Corretores para a mesma estrutura gerando maior sinergia, alinhamento e foco no cliente. Seguimos ampliando o relacionamento com nossos corretores e parceiros, e também buscamos acelerar modelos inovadores de parcerias do pequeno ao grande risco, assim como maior foco nas negociações de programas de afinidades, segmento no qual desejamos crescer nos próximos anos”, afirma a Karine Brandão.

Artigo: Nanolearning, um jeito ágil de capacitar funcionários

bradesco seguros valdirene

por Valdirene Soares Secato, diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade no Grupo Bradesco Seguros

O avanço da tecnologia permitiu coisas maravilhosas, inimagináveis nas décadas passadas e ainda hoje. Uma dessas novidades foi o ensino a distância, que só cresceu nos últimos dois anos. Dados do Censo de Educação a Distância (ABED), indicam que a procura por esta modalidade de ensino aumentou ao menos 50% de 2020 para cá. O formato, que antes era uma opção, virou quase obrigatório nos períodos de restrição causados pela pandemia – e segue com tudo. Em 2021, seis de cada dez ingressantes do ensino superior entraram em cursos a distância (EAD). 

Essa tendência é acompanhada pela educação corporativa, com empresas investindo cada vez mais na capacitação online, que as permite atingir uma grande quantidade de profissionais, por vezes espalhados em um país imenso como o Brasil. Pelo ambiente digital é possível entregar muito mais conteúdo de qualidade em bem menos tempo, aumentando assim a capilaridade na capacitação. As opções de formato online também crescem a cada dia: são Textos, vídeos, podcasts, infográficos e muito mais. Pensando no sucesso de uma plataforma online de educação corporativa deve-se oferecer materiais que se encaixe no gosto e na rotina de cada um dos profissionais. 

Um novo formato que surgiu recentemente e que gostaria de refletir neste artigo é o nanolearning. Com a disputa cada vez mais acirrada pela atenção, dados os inúmeros estímulos que recebemos a todo instante, criar conteúdos relevantes, que se encaixem nestes curtos espaços, é um grande desafio. Surge aí o nanolearning, que consiste em doses de conhecimento que podem ser encontradas em diversos formatos, pensada para ser consumido em até dois minutos. 

De acordo com pesquisa da Microsoft Corp, o tempo médio de concentração hoje é de apenas oito segundos, quatro a menos do que a média nos anos 2000. Por isso, formatos curtos como os descritos acima estão florescendo tanto no mercado. Mas não se engane: não é apenas produzir conteúdo deste tipo, o material deve ser pensado como complementar a outras modalidades e deve ser coeso com o todo, permitindo que o funcionário o utilize para aprender alguma novidade rápida ou fortalecer o conhecimento em outras áreas. 

Consiste em uma otimização de tempo: nos dois minutos entre uma reunião e outra que o funcionário navegaria em uma rede social, por exemplo, ele pode utilizar este período para aprender sobre um novo produto, serviço ou até temas mais gerais para o dia a dia. Entretanto, para que ele consiga otimizar tempo na rotina é necessário que a educação corporativa seja de fácil acesso. Não adianta disponibilizar conteúdos rápidos, mas que só podem para ser acessados via computador, ele precisa ser versátil e a plataforma de entrega também. 

A tecnologia, como exposto, muda toda uma atmosfera – de formatos a tempo de atenção -, se adequando às necessidades de uma forma genuína. Mas, isso não diminui o desafio dos profissionais de Recursos Humanos para planejarem conteúdos relevantes e de qualidade de forma que, cada vez mais, possam capacitar os seus funcionários, os preparando para esta desafiadora realidade em que vivemos. Nosso papel é usá-la como uma poderosa aliada nessa missão de desenvolver pessoas! 

B3 atinge 1 bilhão de registros de operações de seguro 

icaro leite B3 seguros

A B3 alcançou a marca de 1 bilhão de registros de operações de seguro. Maior registradora do país, a bolsa do Brasil é credenciada e homologada pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) para operar o SRO (Sistema de Registro de Operações) por meio da plataforma InsurConnect.

A B3 oferece desde 2020 a infraestrutura para que seguradoras realizem os registros, informando dados de apólices, endossos, fluxos financeiros, sinistros, entre outros. O registro passou a ser obrigatório a partir de novembro de 2020 para as empresas que operam o seguro garantia. Logo depois, novos ramos do setor passaram a ter a mesma obrigatoriedade e, de acordo com a regulamentação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), todas as operações deverão integrar o sistema até o fim de 2023.

“O processo estimulado pela Susep é fundamental para acelerar a digitalização e eficiência do mercado. A marca de 1 bilhão de registros mostra um amadurecimento do setor. Em um pouco mais de dois anos, já podemos notar resultados em termos de modernização, agilidade, diminuição de custos e transparência”, comenta Ícaro Demarchi Araujo Leite, superintendente de Produtos de Seguros da B3, em nota.

Os dados registrados no SRO e utilizados no Open Insurance permitem uma evolução constante e permanente, sem sobressaltos, conforme a Susep determina as obrigatoriedades. Nesse sentido, a parceria com a Lina Infratech tem sido essencial para as entregas da B3.

“O registro na B3 tem permitido aos nossos clientes um melhor acompanhamento das suas operações. Temos trabalhado relatórios e análises importantes para a evolução do mercado, gerando novas oportunidades de negócio. Desde o início do Open Insurance apoiamos as seguradoras e contamos com as maiores empresas do segmento utilizando nossa plataforma, que oferece tudo o que é necessário para estar em conformidade com a regulação da Susep sobre o tema”, completou Icaro Leite.

Ao todo, foram registradas mais de 200 milhões de apólices de seguro na B3, que conta com cerca de 85% de market share do setor. Mais de 100 seguradoras, dos segmentos de auto, vida, danos, entre outros, já realizaram o registro por meio da plataforma da empresa. 

Tokio Marine coleta 7 toneladas de resíduos de móveis e eletrônicos em 2022 de clientes do seguro residencial

Fonte: Tokio

Pensar o desenvolvimento sustentável em todas as etapas do negócio. É dessa forma que a Tokio Marine, uma das principais seguradoras em atuação no Brasil, vem trabalhando para desenvolver novos produtos, remodelar apólices tradicionais e definir suas coberturas e serviços.

O Seguro Residencial é um exemplo disso. O produto possui uma Assistência VIP que oferece serviços voltados à sustentabilidade, como o descarte ecológico de móveis, eletrônicos, entulhos e restos de obras e demais equipamentos. Para essa ação, a Companhia atua em parceria com a Ecoassist, empresa especializada nesse ramo, com a qual, apenas em 2022, foram coletadas mais de sete toneladas de material proveniente de segurados da Tokio Marine. Ainda nesse rol, o cliente pode contar com uma consultoria ambiental, com orientações sobre redução de gastos com energia elétrica e água, reciclagem do lixo residencial e dicas para uma casa mais sustentável.

A superintendente de Produtos RD Massificados da Tokio Marine, Magda Truvilhano, comenta a importância e o impacto ambiental de iniciativas como esta. “O que ocorre é que muitas vezes o segurado tem a preocupação com o descarte de materiais e entulho em geral, mas não sabe como proceder. Sustentabilidade é uma pauta importante para a Tokio Marine, por isso procuramos oferecer um produto completo que, entre outros benefícios, ajuda o segurado a criar uma consciência ambiental e a adotar práticas mais sustentáveis em seu dia a dia.”, explica a executiva.

Por meio da Assistência VIP do Seguro Residencial da Tokio Marine, é possível realizar o descarte Ecológico de itens como geladeiras, fogões, máquinas de lavar, entre outros. Nesse caso, é agendada a retirada do item na residência ou empresa do segurado, o qual seguirá para triagem, desmontagem e separação por tipo de material, seja para reciclagem ou para o descarte adequado.

AON: desastres naturais causaram perdas econômicas de US$ 313 bilhões em 2022

Desastres naturais, muitos deles causados pelas mudanças climáticas, causaram perdas econômicas globais de US$ 313 bilhões em 2022, estimou a corretora de seguros Aon PLC na quarta-feira, das quais menos da metade estava segurada, destaca a Reuters.

As perdas decorrentes de catástrofes naturais cobertas pelo setor de seguros totalizaram US$ 132 bilhões, 57% acima da média do século 21, acrescentou, deixando uma “lacuna de proteção” global de 58%.

No entanto, enquanto o número de eventos catastróficos como inundações e furacões aumentou – pelo menos 421 eventos individuais em comparação com uma média de 396 desde 2000 – a Aon disse que a lacuna de proteção foi uma das mais baixas já registradas.
“Foi relativamente baixo devido ao fato de que muitos dos desastres mais caros ocorreram em países com mercados de seguros maduros, como os EUA ou a Europa, enquanto as perdas em regiões menos cobertas, como a Ásia, ficaram bem abaixo da média”, Michal Lörinc, chefe de catástrofes insight na Aon, disse à Reuters.

De acordo com o relatório, 75% das perdas globais seguradas ocorreram nos Estados Unidos com o furacão Ian, que atingiu a Flórida em setembro de 2022, causando danos segurados em uma faixa entre US$ 50 bilhões e US$ 55 bilhões, com perdas econômicas totais de US$ 95 bilhões. O furacão Ian é o segundo desastre natural mais caro que o setor de seguros já enfrentou.

A Aon estimou que cerca de 31.300 pessoas morreram devido a catástrofes naturais em 2022, das quais cerca de dois terços foram ligadas a ondas de calor severas na Europa entre junho e julho.

Na Austrália, as perdas seguradas relacionadas a inundações atingiram um recorde de US$ 4 bilhões, pois um padrão climático associado ao clima úmido chamado La Niña estendeu seus impactos até 2022, causando fortes chuvas e inundações em todo o país.

Da mesma forma, no Paquistão, a estação das monções causou precipitação 175% acima da média de julho a setembro, disse Aon, citando o Departamento Meteorológico local.

Generali Brasil investe nos melhores benefícios para atração de talentos

Débora Pinto, head de pessoas e organização da Generali Brasi

Fonte: Generali

A Generali Brasil, há quase 98 anos no país, tem investido em ações que fortaleçam a sua relação com seus profissionais e busca sempre posicionar-se como marca empregadora. Com a criação do seu Comitê de Engajamento, a seguradora desenvolveu um plano de ação que visa criar um ambiente de trabalho saudável, dinâmico e colaborativo priorizando o bem-estar e a qualidade de vida da equipe e de seus dependentes.

Para Débora Pinto, head de pessoas e organização da Generali Brasil, “Como os colaboradores têm a preocupação de conquistar uma vaga com benefícios atrativos, as empresas têm feito, desta forma, um detalhamento minucioso dos termos e condições de trabalho ao fazerem suas ofertas de emprego aos profissionais. Além disso, existe uma constatação por parte dos associados de que as prerrogativas e programas de bem-estar e qualidade de vida, por exemplo, são diferenciais competitivos na hora da contratação e para fins de retenção. Desta forma, o salário isoladamente não é a única alavanca de retenção dos bons profissionais”.

Na Generali, observamos que a atratividade dos benefícios está muito relacionada ao ciclo de vida e ao momento pessoal de cada um. Por exemplo: quando se está na faixa dos 20 anos ou no início da carreira, pode ser mais interessante uma vantagem voltada à educação como subsídios ou apoio na compra de material escolar e tudo o que for relativo à flexibilidade. Um plano de previdência nesta faixa etária, talvez não seja tanto, assim como plano de saúde, pois ainda há jovens que usufruem da elegibilidade do plano de saúde dos seus pais.

Já na faixa dos 30 anos, o interesse volta-se aos benefícios que serão utilizados também pela família, outros relativos à mobilidade geográfica e à carreira. Na faixa dos 40 anos, permanece a preocupação com o futuro dos filhos e o próprio futuro. Portanto, as prerrogativas para a família permanecem importantes e torna-se maior a preocupação com reservas financeiras futuras, ou seja, se a empresa oferece um plano de previdência privada, por exemplo.

Dependendo do nível profissional e de acordo com as fases da Pirâmide de Maslow, busca-se também benefícios ligados ao status e à autorrealização. Na faixa dos 50, permanece a preocupação com as reservas financeiras futuras, com a quitação de financiamentos de bens, com os estudos e saúde de filhos maiores que começam a perder a elegibilidade ao plano de saúde. Na faixa dos 60, é evidente a preocupação com a aposentadoria e abertura de novos ciclos na vida pessoal.

“Claro que isso não é regra, mas é uma preocupação bastante observada por quem atua na área de Recursos Humanos. Acredito que independentemente da faixa etária uma coisa aprendemos pós-pandemia: flexibilidade em tudo e não apenas nos benefícios é o que mais atrai e retém talentos atualmente”, comenta Débora.

Oferecer um ambiente de atuação saudável para os colaboradores é extremamente importante e básico, por isso, a Generali Brasil tem uma preocupação constante em oferecer espaços de trabalho agradáveis e áreas de convivência que atraiam os colaboradores em seus momentos de descanso. “Já vi empresas lançarem vagas dizendo que um dos requisitos é possuir habilidade para trabalhar sob pressão. Isto é um equívoco. Os profissionais buscam ambientes saudáveis para atuação, com possibilidade de assumirem suas identidades e pontos de vista sem represálias, com um bom clima, com liderança participativa e possibilidade de desenvolvimento profissional, ou seja, um ambiente de trabalho colaborativo e feliz. Falar de felicidade em alguns ambientes corporativos ainda parece tabu, algo que será anti-produtividade, um outro equívoco. Oferecer programas de apoio ao empregado que fortaleçam sua saúde física e emocional são fundamentais para a criação de um ambiente saudável”, explica a executiva.

A forma clara e transparente que a companhia age com o colaborar é outro fator essencial para o convívio profissional, pois a transparência no agir, no pensar e no interagir cria um vínculo sustentável entre as pessoas, gerando confiança. É necessário, porém, compreender o momento em que o compartilhamento de determinadas informações acontecerá e para quem, o que não significa agir de forma ambígua, mas sim, com zelo. “Esta ponderação é importante. É semelhante na educação das crianças. Muitas vezes buscamos analogias para explicar algo até que tenhamos certeza de que elas atingiram a “maturidade” para ouvirem sobre um assunto de forma mais objetiva’, finaliza Débora.

Dos seis vencedores do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros, quatro são mulheres

A Superintendência de Seguros Privados (Susep), em parceria com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), realizou ontem (24), na sede da FGV, no Rio de Janeiro, a cerimônia de entrega do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros.  

Participaram da cerimônia Carlos Queiroz, Superintendente interino da Susep; Otávio Damaso, Diretor de Regulação do Banco Central do Brasil; Alexandre Leal, Diretor Técnico da CNseg; Goret Pereira Paulo, Diretora de Pesquisa e Inovação da FGV; e César Neves, Coordenador-Geral de Regulação Prudencial da Susep e presidente da banca julgadora do Prêmio. 

Em sua fala inicial, o Superintendente da Susep, Carlos Queiroz, citou a importância da iniciativa, voltada para o futuro, para a educação, o conhecimento e o progresso.  E afirmou: “tenho certeza de que valeu a pena, e de que todos os trabalhos recebidos, não somente os premiados, serão de grande importância para o fomento e o desenvolvimento do nosso setor”. No total, foram 96 trabalhos inscritos nas duas categorias, sendo 67 inscrições deferidas.  

Queiroz também mencionou a representatividade feminina nos trabalhos “Um fato que, particularmente, me deixa muito feliz nesta tarde, refere-se à participação feminina no concurso e, principalmente, ao grande sucesso desta participação. Dos seis prêmios entregues neste evento, há participação feminina em cinco”, destacou.  

Os trabalhos foram selecionados por uma banca julgadora composta por 16 membros, acadêmicos ou especialistas da área de seguros, indicados pelas instituições organizadoras do Prêmio, e que avaliaram os trabalhos entre setembro e novembro de 2022.  

Confira os trabalhos vencedores do 1º Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros: 

PESQUISA CIENTÍFICA:  

1º lugar:  Karoline Pereira Branco (e autores), com o trabalho “Precificação Atuarial para Seguro Paramétrico contra Veranicos Extremos em Fases Críticas do Café” 

2º lugar: Viviana das Graças Ribeiro Lobo (e autores), com o trabalho “Bayes Mortality: A package in R for Bayesian Graduation of Mortality Rates” 

3º lugar: Luiz Otávio de Oliveira Pala (e autores), com o trabalho “Uma abordagem Estocástica para precificação e análise de indenizações de seguros agrícolas no Brasil” 

TRABALHOS DE GRADUAÇÃO 

1º lugar:  Rafaela Maximo de Carvalho, com o trabalho “Modelagem da Frequência de Sinistros de Automóveis nas Regiões Sul e Sudeste do Brasil: Um Estudo de Caso Utilizando a Distribuição Bell” 

2º lugar: André Luiz Ferreira da Silva, com o trabalho “Ensaios sobre mortalidade: uma abordagem atuarial” 

3º lugar:  Juliana Araújo Gonçalves, com o trabalho “Análise de precificação de microsseguros de pessoas com Cobertura de Morte” 

Finalizando os discursos dos premiados da noite, Karoline Pereira Branco, que ficou em primeiro lugar na categoria Pesquisa Científica, fez agradecimentos aos organizadores e ressaltou a importância da ação. “Iniciativas como essa ajudam bastante no desenvolvimento do setor securitário. É muito importante para o desenvolvimento econômico do nosso país”, concluiu. 

O Prêmio Susep de Pesquisa em Seguros tem o propósito de estimular a produção e a pesquisa acadêmica, contribuindo para o aprimoramento da regulação e da supervisão, para o desenvolvimento do setor brasileiro de seguros, como também para a evolução da educação financeira em nosso país.  

Susep autoriza LTI Seguros a participar do Sandbox Regulatório

insurtech sandbox

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou a LTI Seguros a operar, por até 36 meses, dentro do modelo Sandbox, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar. A LTI é mais um projeto da segunda edição do Sandbox Regulatório da Susep a receber a autorização para operação. A partir de agora, a empresa poderá operar seguros de danos. 

Em seu portal, a LTI Seguros se apresenta como uma seguradora com inteligência em proteção contra furto e roubo de carros. “Inventamos um dispositivo plug & play que ao ser conectado ao seu carro traz diversas informações para o seu celular através do nosso aplicativo. Inteligente no preço, nos serviços e na maneira de pensar”, informa. Não informa, porém, quem são os acionistas.

Sandbox Regulatório é um ambiente experimental constituído com condições especiais, limitadas e exclusivas que não representem barreiras à inovação. Na segunda edição do Sandbox, lançada, em 2021, foram 21 projetos habilitados. Já a primeira edição foi lançada pela Susep em 2020 e 11 projetos inovadores foram selecionados.  

FF>>Seguros lança Seguro RD Equipamentos

Fonte: Fairfax Brasil

A Fairfax Brasil (FF>>Seguros) acaba de lançar o seguro Riscos Diversos (RD) Equipamentos o setor de Construção Civil, conhecido com Linha Amarela. O objetivo é oferecer aos clientes proteção e cobertura contra danos em equipamentos como retroescavadeiras, pás carregadeiras, plataformas aéreas (articuladas, tesoura ou vertical), entre outros maquinários utilizados em serviços de engenharia em canteiros de obras, aterro ou terraplanagem.

O seguro de RD Equipamentos visa garantir o ressarcimento de  prejuízos decorrentes de danos de causa externa, além da flexibilidade de considerar outras coberturas como roubos, furtos qualificados, incêncidos, danos elétricos e outras, ocorridos em máquinas e equipamentos nas mais diversas formas de utilização voltados as operações.

head de Canais Digitais da FF>>Seguros, Eduardo Pitombeira, informa que o produto atenderá equipamentos de até R$ 1 milhão e, cada apólice, poderá ter até 5 itens. O seguro é emitido 100% digital e não exige vistoria prévia na contratação do serviço. Pitombeira esclarece que esse modelo de seguro não aceita implementos ou máquinas agrícolas, apenas equipamentos usados em obras civis.

Reconhecida pelo mercado brasileiro como especialista na oferta de soluções diferenciadas na cobertura de seguros corporativos (Empresas, Cargo, Riscos Financeiros, Agro e Pessoas), a FF>>Seguros tem ampliado seu portfólio de produtos no segmento de Varejo. Esse movimento é resultado da consolidação de sua plataforma digital multiprodutos de seguros desenvolvida exclusivamente para corretores de seguros e parceiros. Rápida e descomplicada, a plataforma digital oferece uma solução integrada e proporciona a melhor experiência para toda a cadeia de relacionamento do setor de seguros. A plataforma facilita o dia a dia do corretor, tanto para consultas quanto emissão de apólices, movimentando o mercado e aumentando as oportunidades de negócios e sua relação com clientes.

O Seguro RD Equipamentos foi lançado esse mês no mercado e passa a integrar o portfólio de produtos de Varejo da Fairfax composto hoje pelo Seguro de Responsabilidade Civil Profissional (E&O) voltado para as categorias de Médicos, Dentistas e Corretores de Seguro e Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O). Recentemente, a seguradora lançou o Seguro de Bike e oferece diversos modelos de cobertura, como roubo ou furto, danos à bicicleta e a terceiros.