MAG Seguros forma assessores de Investimento para venda de seguro

Fonte: MAG

A MAG Universidade e a Diretoria de Parcerias Financeiras da MAG Seguros finalizaram nesta semana o 2º Programa de Formação de Assessores de Investimento para Venda de Seguro de Vida. O projeto visa capacitar agentes financeiros, para que estes possam ampliar a sua área de atuação e oferta de produtos e serviços ao cliente investidor. Além disso, o Programa oferece apoio aos estudos para certificação da ENS (instituição autorizada pela Susep para aplicação do Exame para Habilitação de Corretores de Seguros) e desenvolvimento das competências necessárias para o exercício da profissão de corretor de seguros.

“Estamos muito satisfeitos com esta grande entrega aos parceiros e ao mercado. Formar nossos profissionais para a indústria de seguros, amplia nossa capacidade de atuação e, principalmente, nos permite levar mais proteção a toda a sociedade”, comenta Larissa Althoff, Diretora de Parcerias Financeiras da MAG Seguros. Larissa enfatizou que o projeto fornecerá ao Agente financeiro conhecimento, qualificação e ferramentas suficientes para que ele possa oferecer aos clientes um planejamento financeiro completo.

“A grande expertise que a MAG possui na formação de profissionais amplia para nós o relacionamento com os parceiros e nos proporciona cada vez mais falarmos do nosso mercado, nosso processo de vendas e portifólio de produtos”, acrescenta Poliana Cunha, Analista de Gente e Gestão, da equipe de Gestão de Talentos Comerciais, outra responsável pelo projeto.

Lucro das seguradoras avança 118% em 2022, para R$ 18,1 bilhões

Apesar das dificuldades de 2022, as seguradoras conseguiram elevar o lucro líquido em 2022 em 118%, para 18,1 bilhões, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados), organizados pela consultoria Siscorp. Quatro seguradoras representam 52% deste valor e formam o clube do bilhão. O prejuízo também foi reduzido. Quatorze seguradoras fecharam no negativo em 2021 e no ano passado apenas seis. Os balanços de 2022 começam a ser divulgados neste mês, com os principais comentários das companhias sobre o desempenho.

A disputa pela liderança do ranking foi acirrada. Bradesco Seguros lucrou R$ 4,2 bilhões em 2022, retornando a liderança do ranking, ocupado em 2021 pela BB Seguridade, que vem em segundo lugar no ano passado, com ganho de R$ 4,29 bilhões. Uma diferença de apenas R$ 5 milhões entre elas. A Caixa se manteve na terceira colocação, com R$ 2,8 bilhões.

Porto e Itau, que juntas tem uma das principais parcerias do mercado de seguros, se revezaram nos anos analisados. O Itaú, que em 2021 lucrou R$ 579 milhões, voltou ao quarto lugar do ranking em 2022, com R$ 1,2 bilhão. A Porto deixou o grupo do bilhão, que ocupou em 2021, com R$ 1,1 bilhão de lucro, para a quinta maior em 2022, com R$ 761 milhões.

Fora as cinco primeiras, as outras alterações no ranking foram mais sutis. A Icatu, por exemplo, saiu da 11a. em 2021 para figurar na nona posição em 2022, com ganho de R$ 373 milhões. A SulAmérica, salto da 15a. para a 10a., com R$ 347 milhões. A Liberty subiu da 32a. para a 17a., com R$ 157 milhões. A MAG Seguros saiu da 38a. para a 15a., com lucro de R$ 215 milhões em 2022.

Os segmentos de automóvel, vida e seguro rural foram os principais responsáveis por essas mudanças. “Os resultados foram impulsionados pelo processo de reprecificação que vem sendo realizado ao longo dos últimos meses pelas seguradoras, a fim de ajustar os prêmios emitidos à inflação e aos maiores custos com sinistros”, traz relatório dos analistas do BB Investimentos. Sobre as perspectivas para o ano, a equipe da BB Investimentos afirmar seguir “positiva quanto ao setor de seguros em geral, fundamentados no alto patamar das taxas de juros, que devem beneficiar o resultado financeiro das empresas”.

Europ Assistance firma parceria com Kia Brasil

Fonte: Europ Assistance

A Europ Assistance Brasil (EABR) firmou uma parceria para o fornecimento de serviços de assistência 24 horas para a importadora Kia Brasil. O acordo começa a valer nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, e envolve os três modelos híbridos – Stonic, Sportage e Niro, além da minivan de luxo, Carnival – a partir do ano/modelo 2022/2023, com validade de 12 meses a contar da data de emissão da nota fiscal da primeira venda do veículo.

A parceria – que tem relação direta com o conceito de cuidar (CARE) – envolve a prestação de serviços 24h, todos os dias da semana, em qualquer lugar do território brasileiro, para aproximadamente seis mil proprietários de veículos da Kia. 

O atendimento será feito pelo telefone 0800 111 12 13 ou por meio da leitura de um QR Code fixado no para-brisa do veículo, que redireciona o cliente para as informações necessárias para acionar os serviços de assistência e os tipos de cobertura disponíveis. Entre os principais serviços oferecidos estão reboque até a concessionária mais próxima nos casos de pane elétrica ou mecânica, chaveiro, carga em bateria e táxi (ou outro meio de transporte alternativo) com limite de 50 km do local do socorro para voltar para casa. 

“Estamos muito felizes com mais esse acordo porque confirma o bom momento que nós vivemos, após os desafios que o setor de assistência atravessou durante a fase mais dura da pandemia. Os clientes da Kia Brasil serão atendidos com a qualidade que atendemos hoje aos clientes das seguradoras, locadoras e montadoras em nosso portfólio, que atualmente conta com mais de quatro milhões de veículos ativos em nossa base. Foi buscando uma empresa com know-how e capacidade operacional que fomos escolhidos pela Kia, para que os clientes da marca tenham uma experiência de atendimento diferenciada”, garante o diretor Comercial e Marketing da Europ Assistance Brasil, Rogerio Guandalini.

Ainda segundo o executivo, apesar da companhia já possuir uma operação consolidada no segmento automotivo, “existem especificidades na prestação de serviços de assistência para veículos híbridos que precisam ser observadas para que não ocorram danos em caso de necessidade de transporte. Por isso, acredito que esta nova parceria vai exigir um nível ainda maior de qualidade em nosso atendimento, mas estamos 100% preparados para isso”, completou. 

Segundo Gabriel Loureiro, diretor de Pós-vendas da Kia Brasil, a escolha da Europ Assistance Brasil no fornecimento de serviços de assistência se deve justamente a esse conhecimento e experiência da empresa no setor automotivo, que agrega estrutura e o cuidado na entrega junto ao consumidor. 

“A parceria com a Europ Assistance representa mais um importante benefício oferecido aos clientes Kia e está alinhada com a Identidade de Serviços Kia Service, que procura oferecer mais comodidade, mais agilidade e mais qualidade aos proprietários dos veículos da marca, atingindo a excelência na experiência de atendimento”, comenta Loureiro.

Sincor-SP: minimizar o risco do segurado deve ser um esforço de todo o setor de seguros

boris ber Sincor-SP

por Por Boris Ber, presidente do Sincor-SP – Sindicato dos Corretores de Seguros no estado de São Paulo

Não somente em palestras ou reportagens que vejo, mas nas rodas de conversa com vários players do setor de seguros, sejam corretores, executivos de seguradoras, líderes de entidades, todos falam do crescimento do mercado e dos seus negócios. Naturalmente, essa é a vontade de todos que jogam no setor de seguros e realmente acontece para muitos. Mas a realidade do dia a dia tem trazido desafios que são gargalo para o potencial do quanto poderíamos crescer.

Hoje, os corretores de seguros têm enfrentado um problema que se mantém de certa forma silencioso, mesmo sendo enorme: a aceitação de seguros por parte das companhias. Não vemos as seguradoras nem suas entidades representativas, nem os resseguradores, darem solução para o que está acabando com os negócios dos corretores. O comportamento nos últimos meses, tanto dos corretores que não conseguem proteger seus segurados, como das seguradoras que deixam negócios na mesa, mostra uma apatia como “tá ruim, mas tá bom”.

É normal no meu dia a dia como presidente do Sincor-SP receber desesperados contatos de corretores de seguros pedindo ajuda para colocação de um risco, para fazer o seguro que seu cliente precisa. Está no momento de as companhias buscarem uma solução, seja através de resseguradores internacionais, de resseguradores estabelecidos no Brasil, ou conseguindo ressuscitar um acordo de cosseguro, como já funcionou muito bem no passado. Mas não podemos ficar sem solução para o cliente de seguro. De nada adianta ter o discurso que o corretor de seguros é o grande protetor do segurado, que está sempre pronto para resolver os problemas, se não temos os instrumentos para isso.

É uma discussão que precisa ser feita de forma madura. Sabemos que não existe milagre, que as companhias estão se readequando após as perdas com fenômenos naturais, que causaram prejuízo no agro e em algumas carteiras, por exemplo, o que mostra uma insuficiência de taxa, ou de importância segurada. Ao observamos em um condomínio o preço que está sendo cobrado do seguro e o que está sendo segurado, nem o próprio corretor aceitaria este risco. O mercado também enfrentou mudanças como a subida de preço dos automóveis, que trouxe uma receita adicional para as corretoras, mas com um perigo muito grande de haver perda de itens, de pessoas que não conseguirem renovar seus seguros. Então é ilusório o crescimento, porque subiu o preço, mas não a carteira de clientes – pelo contrário, há uma perda de segurados para as associações de proteção veicular bem como para empresas que oferecem coberturas menores. Em riscos industriais também vimos uma subida de preços, na mesma proporção da sinistralidade. Sabemos do aumento de indenizações nos seguros de responsabilidade, da alta de incêndios em apartamentos e condomínios, do crescimento dos sinistros de vendaval, de dano elétrico, da cada vez maior utilização de serviços de assistência a residências… Atuamos neste mercado, diretamente com o cliente.

Por isso, penso que, mesmo que tenhamos franquias mais altas, taxas mais altas, exigências mais altas, nós podemos e devemos atuar juntos para eliminar ou minimizar os riscos, fazer o gerenciamento para que o seguro possa ser viabilizado e aceito. Há pouco tempo víamos um trabalho de melhoria de riscos, quando o corretor de seguros orientava o segurado a seguir recomendações da seguradora, e protegia seu imóvel com sprinklers e hidrantes, por exemplo, e com isso o cliente tinha uma redução no prêmio e, consequentemente, um retorno no investimento que fazia para a aceitação. Hoje não tem mais essa abertura, é sem diálogo: “Se você tem um risco bom eu aceito, se não tem não aceito”, determina a seguradora. A consequência dessa arbitrariedade é que caminhamos para ter menos corretoras no mercado, já que teremos menos segurados atendidos. É muito difícil para o corretor chegar para um segurado que está com ele há 10, 20, 30 anos e dizer “Durante todo esse tempo eu fiz o seguro da sua fábrica, mas agora não consigo fazer”. E não se trata de grandes negócios somente, mas também de pequenos, dependendo do ramo, como pequenas tecelagens, por exemplo.

Juntos, todos os integrantes do setor, precisamos fazer uma reflexão de futuro, ter uma discussão madura. O Sincor-SP está super disposto e preparado para esta conversa, mas é fundamental que todos estejamos sintonizados em uma mesma visão. Evidentemente, não precisamos ir de zero a 100 em poucos segundos, mas temos que sair do zero. Na verdade, temos que sair “menos zero”, porque hoje estamos andando para trás, damos um passo para frente e dois para trás.

Mesmo passando por desafios, precisamos encontrar soluções. Mesmo que esse remédio possa ser um pouco amargo, que o jeito seja incluir modalidades de taxação, franquias, participações. Não estamos discutindo qual o remédio ou o quão amargo ele tem de ser. O problema é que estamos deixando morrer sem dar qualquer remédio. Corretores e seguradores estão tocando a vida usando o “deixa estar”, “vamos ver como é que fica”, e isso não é bom. Desgasta a imagem das seguradoras, mancha os corretores e aquele segurado que amealhou um patrimônio e sempre contratou seguro de repente não tem mais a tranquilidade para dormir sossegado. 

O corretor de seguros sente no dia a dia que a sinistralidade cresceu, não somos contra uma movimentação positiva de taxas, mas temos que barrar a não aceitação pura e simples. Não existe seguro inaceitável, mas produto mal taxado. Vamos trabalhar em propostas que sejam viáveis não apenas para favorecer o desenvolvimento de novos negócios do setor, mas, principalmente, para não perder o que foi conquistado até aqui.

MAPFRE quer corretores para vender seguro rural

destaca Raphael Bauer, Diretor Geral Comercial da MAPFRE Brasil.

Se há um segmento de seguros que está no radar das principais companhias do Brasil é o agronegócio  – mesmo sendo o campeão de pagamentos de indenizações em 2022. Até novembro do ano passado, as vendas dos seguros rurais totalizaram R$ 12,7 bilhões, e os pagamentos de indenizações R$ 10,3 bilhões, o que representou alta de 35% e 43%, respectivamente, segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados). “Foi o maior volume de indenizações já pago no Brasil”, destaca Raphael Bauer, diretor geral comercial da MAPFRE Brasil.


“O agronegócio, por ser um setor que representa quase 27% da economia em 2022 e o que mais mostra potencial de crescimento neste ano com estimativa de crescimento de 8%, segundo a Instituto Brasileiro de Economia da FVG, atrai interessados em atuar em seguros. A questão é que somente quem realmente tem experiência em operar em um nicho extremamente exposto às intempéries da natureza, se mantém. E nós temos essa expertise. O grupo MAPFRE (Mutualidad de la Agrupación de Proprietarios de Fincas Rusticas de España) começou a própria história com o agronegócio como um grupo de proprietários de Fazendas agrícolas para se uniram para proteger com seguro os trabalhadores e, hoje, a maior parte do resultado no Brasil vem do rural”, informa Bauer, que também destaca que a Brasil é 2ª a maior operação do mundo entre todos os países em que a MAPFRE atua.

Tradição e expertise no seguro rural

Hoje, a MAPFRE é a segunda maior seguradora do segmento rural em prêmios emitidos no Brasil. No ano passado, de janeiro a novembro, o grupo espanhol arrecadou a expressiva marca de R$ 1,1 bilhão, valor que superou os R$714,6 milhões registrados no ano anterior durante o mesmo período. Em um ano complicado e com dificuldade, a empresa pagou aproximadamenteR$ 1 bilhão em indenizações, o que representou um índice de sinistralidade (receitas x pagamentos) de 104,7%. Algumas companhias ultrapassaram 200%, segundo dados da Susep. “Devido a maior seca da história dos últimos 100 anos no Brasil, o rural foi o segmento que atuamos com maior perda no primeiro semestre, mas também proporcionou o nosso maior lucro no segundo semestre. Isso mostra que sabemos administrar a volatilidade de uma carteira complexa como essa justamente por sermos especialistas no assunto”. 


Bauer, que completou 1 ano de retorno ao Brasil após passagens pela Espanha e pelo Equador, está otimista com 2023. “Há muita demanda pelo seguro rural. Em 2022, o pedido de subsídio ao governo foi de R$ 2 bilhões, mas apenas R$ 1 bilhão foi concedido. Mesmo sem a concessão do subsídio, o produtor tem contratado o seguro. Os eventos climáticos de 2022 ajudaram a mostrar a importância de contar com um seguro que proteja as safras de eventuais problemas”, ressalta.

Especialistas técnicos e Comerciais em agronegócios, produto, e capacidade são três vertentes para o crescimento. Além de tornar a venda simples por meio da nova plataforma digital, a MAPFRE consegue uma boa colocação de resseguro, o seguro da seguradora. “Ter capacidade de resseguro é vital para o seguro. Enquanto muitos concorrentes estão com dificuldades em negociar o resseguro, nós temos o apoio da MAPFRE Re. Esse fator, aliado a possuir produtos para proteger mais de 70 culturas, o patrimônio, maquinário, a propriedade e as vidas dos agricultores nos ajuda a incrementar as vendas e atrair corretores que ainda não comercializam os nossos produtos. A consequência disso é a expansão da  carteira. Com investimentos na contratação de um Head Comercial de Agro nacional em 2023 e reforço da equipe técnica,  confiamos crescer pelo menos 30% em 2023”, conta.

A importância do corretor de seguros

Diante de um cenário de forte demanda, a MAPFRE quer despertar a atenção dos corretores de seguros para este nicho e treiná-los. “Crescemos 40% em vendas nos 11 meses de 2022 comparados com o mesmo período de 2021. O canal corretor avançou 85% em relação às vendas de seguro agrícola e quase 60% em Patrimonial Rural. Atualmente, contamos com 17 mil corretores parceiros e  queremos que este canal avance ainda mais para estarmos cada vez mais próximos dos produtores conscientes da importância de ter proteção para as safras. A estratégia é certa: a MAPFRE quer corretores para vender seguro rural”, comenta Bauer.

Aliada à estrutura diferenciada para atender corretores de seguros especializados em agronegócios, a MAPFRE também montou uma grade de treinamentos para que corretores de outros segmentos possam passar a atuar nesse crescente segmento. “Temos profissionais especializados neste nicho prontos para capacitar quem queira ampliar e diversificar a carteira de negócios. O agronegócio é um ramo de extrema importância e muito estratégico para nós como grupo. Tenho certeza de que estamos no caminho certo para conectar o corretor com produtores rurais e multiplicar oportunidades”, garante o diretor geral comercial da MAPFRE.

Europ Assistance Brasil lança o ‘CARE’, seu sistema omnichannel de atendimento 

A Europ Assistance Brasil (EABR) – uma das maiores empresas de assistência e seguro viagem do país – anunciou o lançamento do CARE (‘cuidado’, em português), um sistema omnichannel que otimiza os serviços e traz mais eficiência com a integração de todos os canais para melhor atender aos clientes.  

O novo sistema está em constante evolução e já é possível notar maior agilidade em todo o processo porque permite o envio de mensagens automáticas; atendimentos múltiplos; respostas mais rápidas; a criação de fluxos relacionais e informativos 24h por dia; além da colocação de um menu de opções e a automação do envio de respostas conforme o processo de atendimento.

O CARE – que veio sendo implantado na companhia ao longo dos últimos meses – gerou também novos modelos de atendimentos. Hoje a companhia atende através do WhatsApp; por web app e da EVA, a assistente virtual que interage e soluciona dúvidas dos clientes, de forma leve e agradável.

Mesmo assim, a empresa ainda recebe cerca de 220 mil ligações por mês. “Apesar de ainda ser um volume expressivo, já percebemos que, em algumas linhas de negócio, 45% das chamadas passaram a ser feitas através de canais digitais, o que trouxe melhorias significativas na qualidade do atendimento, gerando aumento no nosso NPS”, afirma Fernanda Carvalho, diretora de tecnologia da Europ Assistance Brasil.

De acordo com a executiva, a companhia atravessa um novo momento de digitalização dos canais, buscando oferecer mais conforto e confiança ao cliente durante sua jornada. “Passamos por um processo de transformação muito grande nos últimos 12 meses. Saímos de um sistema legado para um CRM e isso mudou muito a qualidade de atendimento”.

Todo esse processo de transformação começou ainda durante a pandemia, quando todo o setor de assistência enfrentou sua maior crise com a falta de mão de obra especializada, alta na inflação e nos preços dos combustíveis. A partir daí, a empresa promoveu uma série de mudanças em seus processos operacionais, envolvendo o estreitamento das relações com os prestadores e a revisão de todos os processos em busca de maior agilidade e qualidade no atendimento. 

“Nós temos muito orgulho da evolução do nosso novo sistema operacional, onde o foco é 100% o cliente, de forma a facilitar a sua vida e jornada. O CARE demonstra na prática a nova forma de trabalhar da Europ Assistance, que é focada na melhoria contínua, ou seja, cada dia que nós trabalhamos, focamos em fazer melhor, para atender melhor”, disse o CEO Newton Queiroz. 

O executivo lembrou ainda que, em breve, novos serviços e produtos serão implantados na nova plataforma, para que a experiência do cliente seja muito mais fácil e assertiva. “É importante destacar que a digitalização não significa matar os canais tradicionais, mas as empresas, especialmente aquelas que atendem 24h, precisam revisitar seus processos e integrar canais de atendimento que facilitem e ampliem a comunicação com o cliente”, concluiu.

CNP conclui aquisição na Caixa Seguridade

A CNP Assurances anuncia a conclusão da aquisição da participação da Caixa Seguridade na CNP Participações em Seguros Ltda, “CNP Seguros Holding”, passando a deter 100% do capital.  A CNP Seguros Holding detém agora 100% da Companhia Seguros Previdência do Sul “Previsul” e 51% da CNP Capitalização S.A. “CNP Capitalização”. 

A Previsul comercializa produtos de seguros de vida, patrimonial e prestamista. Em 2022, emitiu 1,2 milhão de apólices representando prêmios de R$ 253 milhões.  A CNP Capitalização comercializa produtos de capitalização e, em 2022, seu faturamento total foi de R$ 841 milhões.  

Esta transação, no valor de R$ 166,8 milhões, enquadra-se num acordo mais global, anunciado em 14 de setembro de 2022, que permite à CNP Assurances prosseguir em sua estratégia de desenvolvimento internacional com a aquisição de 100% das participações da Caixa Seguridade em cinco empresas que oferecem a possibilidade de comercialização de seguros, produtos odontológicos, capitalização e consórcio (Holding Seguros, Previsul, Odonto Empresa, CNP Capitalização e CNP Consórcios).  

A próxima e última etapa deste acordo é a compra da participação de 49% da ICATU na CNP Capitalização, que deve ocorrer nos próximos dias, informa Stéphane Dedeyan, CEO da CNP Assurances, em nota.

Atuando no Brasil desde 2001 por meio de parceria com a Caixa, o grupo francês CNP Assurances adquiriu a participação do banco em empresas da holding CNP Seguros Holding Brasil. A parceria com a Caixa continua nas áreas de seguro de vida, prestamista e previdência, por meio da Caixa Vida e Previdência, que teve o acordo recentemente renovado por mais 25 anos; em consórcios, via Caixa Consórcios; e na operação do run-off dos seguros residencial e habitacional. CNP e Caixa são ainda sócias na Youse – maior seguradora digital do país.

Grupo MAG lança Consultoria de Investimentos

O Grupo MAG está lançando a MAG Consultoria de Investimentos. Autorizada e supervisionada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a nova empresa tem como missão dar para a força de vendas da companhia a oportunidade de incluir investimentos no rol de produtos disponíveis aos seus clientes.
 

A partir de uma metodologia baseada nas ferramentas de planejamento financeiro pessoal, a MAG Consultoria de Investimentos realiza um diagnóstico de toda a vida financeira do cliente, identificando a sua atual condição e os seus objetivos de curto, médio e longo prazos, que vão desde constituir uma reserva de emergência a adquirir um bem, fazer uma viagem, pagar os seus estudos ou de seus filhos e, até mesmo, se preparar para a aposentadoria. A partir desta análise são desenvolvidas estratégias utilizando carteiras personalizadas de investimento.
 

A MAG Consultoria de Investimentos oferece aos seus clientes uma plataforma com acesso a uma enorme variedade de produtos de investimento do mercado, como títulos de renda fixa, ações e fundos de investimento das mais diversas gestoras. Além disso, foi desenvolvido, em parceria com a MAG Universidade, braço educacional do Grupo Mongeral Aegon, um Programa de Capacitação de Planejadores Financeiros com Foco em Investimentos, que possibilita que a equipe comercial identifique a necessidade de um atendimento especializado para os investimentos dos seus clientes e os indique à MAG Consultoria de Investimentos, que recomendará a estratégia que melhor atenda às suas necessidades e anseios.
 

“Esta nova empresa surge com o propósito de oferecermos aos nossos clientes soluções financeiras completas, envolvendo produtos de proteção (seguro), de acumulação (previdência) e de rentabilização do seu patrimônio através dos investimentos. Trata-se de uma iniciativa que democratiza o acesso às carteiras de investimento, historicamente restritas aos investidores de alta renda, que serão constituídas de acordo com a avaliação do perfil de cada cliente e com o mapeamento de seus objetivos financeiros pessoais, permitindo que ele entenda exatamente as estratégias de alocação dos seus recursos e como adequá-las às mudanças que ocorrem no mercado financeiro e em sua própria vida. O resultado representa um planejamento consistente para a realização dos seus sonhos e contribuirá para sua longevidade financeira, considerando que as pessoas estão vivendo cada vez mais”, afirma Luiz Fernando Cruz, diretor da MAG Consultoria de Investimentos.

A ideia surgiu a partir de uma pesquisa relacionada a um movimento que vem acontecendo nos Estados Unidos e que já podemos observar aqui no Brasil, com corretores de seguros perdendo clientes para profissionais de investimentos que abriram suas corretoras de seguros ou estabeleceram parcerias neste segmento. Isso porque, há uma tendência de os clientes centralizarem os serviços financeiros em um único profissional ou, ao menos, em uma única empresa, gerando comodidade e economia de tempo. “A solução era ampliar as competências do nosso time comercial de modo a contarmos com profissionais capacitados para identificar as necessidades dos seus clientes em relação aos investimentos e ter o apoio da MAG Consultoria de Investimentos para oferecer uma consultoria completa, com uma visão 360° do cliente e que também fortalecesse a atuação desses profissionais com vida e previdência, aumentado a fidelização da sua base de clientes”, finaliza Luiz Fernando.
 

Scor contrata Thierry Léger, que deixa a Swiss Re após 25 anos

Thierry Léger, que atuava como Group Chief Underwriting Officer (CUO) da resseguradora global Swiss Re desde 2020, foi nomeado o novo Chief Executive Officer (CEO) da resseguradora francesa SCOR, a partir de 1º de maio de 2023. Nesse ínterim, o Group Chief Executive Officer (CEO), Christian Mumenthaler, assumirá as responsabilidades de Léger na Swiss Re.

“Nos últimos 25 anos com a Swiss Re, Thierry fez grandes contribuições para muitas partes do nosso negócio, desde resseguros até a antiga unidade de negócios de capital de vida e subscrição do grupo. Desde sua nomeação como Group CUO em 2020, ele desenvolveu com sucesso nossos recursos de subscrição por meio da utilização de pesquisas de ponta, acesso a mais e melhores dados e análises. Em nome de todo o Comitê Executivo do Grupo, gostaria de agradecer a Thierry por sua dedicação e comprometimento com a Swiss Re e desejar a ele todo o sucesso no futuro”, disse Mumenthaler.

A SCOR é a quarta maior resseguradora da Europa. A partir de maio deste ano, Léger assumirá o cargo de CEO da SCOR, devendo o Conselho de Administração propor a sua integração na Assembleia Geral de 2023.

Na sua nova função, Léger assume a responsabilidade pela elaboração de um novo plano estratégico atrativo e ambicioso para a resseguradora global, e irá delinear as orientações e os principais temas deste plano na Assembleia Geral de 2023. Ele terá a tarefa de ajudar a SCOR a consolidar ainda mais sua posição como resseguradora líder global.

Antes de Léger ingressar na empresa, François de Varenne, membro do Comitê Executivo encarregado de Investimentos, Tecnologia, Transformação e Finanças Corporativas do Grupo, foi nomeado CEO interino com efeito imediato.

Planos de saúde encerram 2022 com 50,5 milhões de clientes

O setor de planos de saúde fechou 2022 com 50,5 milhões de beneficiários. O número é o maior desde dezembro de 2014, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Somente os planos odontológicos registraram 30,950 milhões de beneficiários, o que significa a superação, pela 11ª vez, no ano de 2022, do recorde histórico no segmento.

De acordo com os dados da ANS, em um ano, os planos médico-hospitalares tiveram crescimento de 1,590 milhão de beneficiários na comparação com dezembro de 2021. Se comparados os números de dezembro do ano passado com novembro, o crescimento foi de 239.466 usuários.

No caso dos planos exclusivamente odontológicos, foram 2,057 milhões de beneficiários a mais em 12 meses; e 152.721 na comparação de dezembro com novembro de 2022.

Os dados da ANS mostram ainda que, em relação a dezembro de 2021 houve aumento dos beneficiários em planos de assistência médica em 25 Estados, sendo São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro os que tiveram maior alta de beneficiários em números absolutos. Já os planos odontológicos tiveram aumento em todas as 27 unidades federativas, com destaque também para São Paulo, Minas e Rio de Janeiro.

Por faixa etária, a faixa de 40 a 44 anos foi a que teve maior crescimento na assistência médica, com 307.686 novos beneficiários no ano, seguido pelos usuários entre 45 e 49 anos (220.093 novos beneficiários). Nos planos odontológicos, o maior crescimento ocorreu na faixa entre 30 e 34 anos (4.130 novos beneficiários) e até um ano (4.657 novos beneficiários).