Zurich aumenta a aceitação para veículos híbridos e elétricos para até R$ 800 mil 

Fonte: Zurich

 
A indústria automotiva prevê o lançamento de 56 novos modelos de carros elétricos ou híbridos nos próximos 5 anos no Brasil. Atenta à demanda do mercado e apostando no transporte do futuro, a Seguradora Zurich, companhia que inovou ao ser pioneira no seguro para carros elétricos e híbridos no Brasil em 2019, está relançando o seu produto com aumento da aceitação para veículos de até R$ 800 mil. Com a iniciativa, a companhia espera atrair os consumidores que estão optando por veículos menos poluentes.


A proteção conta com cobertura em todo território nacional, parceria com rede de oficinas especializadas em carros elétricos e híbridos; cobertura para cabo de carregamento em caso de roubou/furto; carro reserva híbrido ou elétrico; assistência 24 horas diferenciada com atendimento Concierge, entre outras coberturas pensadas exclusivamente para este perfil de veículo.


Em 2022 anunciou ainda a adoção de uma frota de carros elétrica ou híbrida até 2025. Estabelecemos, como fundadores membros do Net-Zero Asset Owner Alliance, o compromisso da nossa carteira de investimentos ser caracterizada por emissões zero até 2030. A Zurich é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU). A seguradora também é signatária do Pacto Global, outra organização da ONU, e apoia as bandeiras da Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes (IBFV), bem como de outros projetos semelhantes mundo afora. 

Seguradoras pagam indenizações de R$ 219,4 bi em 2022, alta de 15,5%; vendas avançam 16,2%, para R$ 355 bi

Confederação Nacional das Seguradoras
Local: Rio de Janeiro - RJData: 04/2022Autor: Luciana Whitaker

Fonte: CNseg

O ano de 2022 foi marcado pela maior procura por produtos oferecidos pelas seguradoras, o que refletiu no aumento da arrecadação e no pagamento das indenizações, resgates, benefícios e sorteios pelo setor. Dados da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) mostram um aumento no pagamento de indenizações, benefícios, resgates e sorteios (sem Saúde e sem DPVAT), que somaram mais de R$ 219,4 bilhões em 2022, volume 15,5% superior a 2021. O montante representa mais do que 75% de todo o orçamento do estado de São Paulo para 2023. Ao comparar apenas dezembro, o total pago no último ano foi 5,2% maior, totalizando a quantia de R$ 18,9 bilhões, cifra histórica para o mês.

O levantamento da CNseg também destaca que, em 2022, o setor viu a demanda avançar em 16,2% em relação ao ano de 2021, com mais de R$ 355,9 bilhões em arrecadação (sem Saúde e sem DPVAT). Somente em dezembro, esse montante foi de R$ 33,7 bilhões, outro resultado histórico para o mês, sendo 8,5% maior do que no mesmo período de 2021.

Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, os dados mostram uma tendência de crescimento mais equilibrado. “O ano foi muito positivo. As indenizações cresceram em linha com a arrecadação, mantendo assim um mercado saudável”, enfatiza.

O superintendente interino da Susep, Carlos Queiroz, destacou a importância de o setor ter encerrado mais um ano em crescimento. “O resultado de 2022, bem acima do obtido em 2021 em termos reais, reflete o grande potencial do setor de seguros. Com um crescimento consistente, o mercado evidencia cada vez mais a sua importância para a sociedade”, afirmou.

Dos estados que mais se destacaram no período, São Paulo liderou em arrecadação, com R$ 138,4 bilhões, e em indenizações pagas, com R$ 44,0 bilhões.  A procura por seguros também foi destaque no Rio de Janeiro (R$34,5 bilhões) e em Minas Gerais (R$ 30,3 bilhões). Entre os estados que mais indenizaram, além do paulista, Rio Grande do Sul (R$ 10,4 bilhões) e Paraná (R$ 10,1 bilhões) completam a lista.

Na comparação com os demais meses de 2022, dezembro foi o mês com maior arrecadação nominal (R$ 33,6 bilhões). No ano, os ramos que tiveram maior aumento na procura foram:  Viagem (166,7%, com R$ 1 bilhão), Rural (+39,5%, com R$ 13,4 bilhões), Automóvel (+32,9%, com 50,9 bilhões) e Transportes (+25,1%, com 5,4 bilhões).

Kakau Tech firma parceria tecnológica com a Kovr Seguradora

A Kakau Tech, empresa de tecnologias digitais – anuncia uma parceria com a Kovr. Esse primeiro acordo tecnológico com uma seguradora colocou em prática o Embedded Finance Service Fabric (Infraestrutura de Soluções Financeiras), conceito que direciona as atividades da Kakau Tech.

O objetivo desse processo colaborativo foi embarcar, no modelo SaaS (Software as a Service), a tecnologia Kakau Sonar na jornada de contratação de seguro celular da Kovr.

“A Kovr vem crescendo rapidamente no mercado brasileiro de seguros, de forma muito inovadora e com ótimos resultados de subscrição. Oferecer tecnologias disruptivas para uma seguradora tão inovadora mostra que estamos no caminho certo”, conta Henrique Volpi, cofundador da Kakau Tech, em nota divulgada.

Desde dezembro de 2022, a Kovr oferece, aos seus clientes e parceiros, seguro para celulares com a tecnologia da Kakau Tech, atingindo milhões de consumidores com sua oferta. 

“A participação da Kakau Tech contribuiu para a velocidade de entrega e inteligência digital do projeto. Estamos apostando muito nesta mais nova parceria”, informa Eduardo Viegas, COO da Kovr Seguradora. 

O Kakau Sonar é um score proprietário para monitoramento de risco (underwriting engine), que utiliza modelos estatísticos e aplica algoritmos de machine learning. A solução utiliza dados fornecidos por clientes e contextuais para aprimorar a análise. 

Ao analisar um conjunto de mais de mil data points por pessoa, o modelo chega em um score de risco, que utiliza o aprendizado da máquina para se aperfeiçoar. “O Sonar se torna, assim, uma ferramenta de “underwriting digital e de combate à fraude, além de monitorar o pool de risco”, finaliza Volpi. 

Corretora Gallagher lucra US$ 1,2 bilhão em 2022 e prevê alta das taxas de seguros para 2023

J. Patrick Gallagher Jr.

A tendencia de aumento de preços de resseguros e de seguros seguem em alta em 2023. “As taxas de seguro primário provavelmente aumentarão ainda mais em 2023, à medida que o efeito dos custos mais altos de resseguro no final do ano chegar nas renovações dos contratos de seguros comerciais, especialmente em grandes riscos”, disse J. Patrick Gallagher Jr. o principal executivo da Arthur J. Gallagher & Co, em teleconferência com analistas para discutir os resultados do quarto trimestre de 2022 da corretora.

“As condições desafiadoras do mercado de resseguros sem dúvida colocarão pressão nos preços no mercado primário durante 2023, em consequência de perdas por catástrofes e riscos em alta, incluindo tempestades, inundações e incêndios florestais”, acrescentou. Olhando para os aumentos de preço do último trimestre de 2022, os prêmios de renovação globais, que incluem taxas e aumentos de exposição, aumentaram 9%, disse ele.

A Gallagher completou 17 fusões “tuck-in”, totalizando mais de US$ 141,3 milhões em receita anual durante o trimestre e 36 transações para o ano inteiro com receita de US$ 244 milhões, disse Gallagher.

No ano inteiro, Gallagher reportou US$ 8,4 bilhões em receita de corretagem e administração de Reclamações, um aumento de 21,1%. Seu setor de corretagem registrou 9,7% de crescimento orgânico. A empresa completa registrou receita de US$ 8,42 bilhões, um aumento de 4,3%. O lucro aumentou 16,9%, para US$ 1,12 bilhão.

Auto Compara do Santander começa a ofertar produtos da Aliro Seguro

O cliente de seguro automotivo já habituado à comodidade da contratação online ganha uma novidade no Auto Compara a partir desta semana: a Aliro Seguro, marca da Liberty Seguros. Com a parceria, a corretora digital do Santander Brasil que, hoje, tem mais de 300 mil acessos por mês, projeta incrementar suas vendas mensais em mais de 10%.

Posicionada no mercado com modelos de produtos mais enxutos e acessíveis, a Aliro Seguro se junta a outras sete marcas da prateleira do Auto Compara, em que já estão Allianz, HDI, Liberty, MAPFRE, Sompo, Tokio Marine e Zurich.

Ronaldo Rondinelli, CEO do Auto Compara, avalia que a chegada da Aliro é mais um passo em busca da meta ousada da insurtech do Santander que trabalha para ampliar a oferta de seguros para 100% do público que cota seguros na plataforma. “O Auto Compara está democratizando o acesso ao seguro auto com cada vez mais opções para todos os perfis de clientes”, destaca o executivo.

Segundo Leslie Cristine, gestora comercial responsável pelo projeto da Aliro, este produto tem total identidade com a proposta do Auto Compara e do Santander. “Aliro é um seguro simplificado, flexível e com custo atrativo”, destaca. 

O Auto Compara é uma plataforma 100% digital que permite ao dono do carro cotar, comparar e contratar as melhores ofertas de Seguro para o seu automóvel. A proposta do portal, gira em torno da ideia de ser simples, rápido e acessível para clientes de todas idades e perfis. A jornada completa de contratação no Auto Compara – do preenchimento de dados pessoais, informações do carro ou da moto, até a efetivação da compra – pode ser feita em apenas três minutos. Não é necessário que o contratante responda a até 45 perguntas que, em média, são feitas pelo mercado. Após informar nome, CPF, endereço, marca, ano e modelo do veículo, o usuário recebe, em poucos segundos, cotações de todas as seguradoras parceiras.

Liberty tem lucro recorde de R$ 157 milhões em 2022

patricia chacon liberty

 O Grupo Liberty Brasil, parte do Grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados seguradores do mundo, anunciou crescimento de 37% em 2022. A empresa alcançou R$ 5,8 bilhões em prêmios emitidos e lucro líquido de R$ 157 milhões, em um ano histórico para a companhia no País. A seguradora cresceu em todas as frentes de atuação, com destaque para Auto, ramo em que cresceu 47%, avançando sua participação de mercado para 9,6%, e fortalecendo-se como a 5ª maior seguradora do país neste segmento.  

A Liberty também atingiu a marca de 3,6 milhões de clientes, junto aos mais de 20 mil corretores parceiros. Os resultados, de acordo com Patricia Chacon, CEO do Grupo Liberty Brasil, foram fruto de uma estratégia de produtos altamente aderentes às necessidades dos clientes, distribuídos por meio de uma forte rede de parceiros e suportados pela contínua melhoria da experiência entregue aos seus públicos.

A seguradora tem sido bem-sucedida na busca da excelência nas jornadas do cliente e do corretor, como evidenciado por uma avaliação feita pelos clientes, que elegeram a experiência com a companhia como a segunda melhor do mercado (o aplicativo da Liberty ficou em primeiro lugar). Graças aos investimentos em tecnologia, hoje mais de 85% das interações com clientes e parceiros são realizadas por canais digitais, enquanto a empresa conquista posições na preferência dos clientes.

Um exemplo do compromisso da Liberty em oferecer jornadas fluidas e produtos personalizados para os clientes e mais oportunidades para os corretores foi o lançamento da plataforma Meu Momento Residência, ferramenta 100% digital que proporciona uma venda simples, rápida e alinhada às necessidades dos consumidores. A novidade veio para dar sequência ao sucesso do Meu Momento de Vida, solução pioneira para o setor de Vida que permite aos clientes escolherem os produtos que façam mais sentido para seus momentos e patrimônios, e dá aos corretores a oportunidade de terem uma abordagem cada vez mais personalizada com os consumidores.

“Fechamos o ano de 2022 com o trimestre mais lucrativo da nossa história no Brasil”, observa Patricia Chacon. “O índice combinado na casa dos noventa no Q4, inclusive em carteiras como Automóvel, reflete uma estratégia sustentável, pautada por sofisticação analítica e executada em forte parceria com nossos corretores. Nosso time de mais de três mil colaboradores manteve a todo momento o foco em entregar valor excepcional, e assim encerramos o ano com uma operação rentável, que cresce e leva seu propósito a cada vez mais pessoas”, comenta a executiva.

ASG, DEI e GPTW


Em 2022, os esforços da companhia foram multiplicados nas frentes ASG (ambiental, social e de governança), gerando um impacto positivo na comunidade em que a empresa está inserida. A Liberty retomou a publicação do relatório de sustentabilidade, construindo uma nova matriz de materialidade com a participação de todos os stakeholders da empresa, como clientes, corretores, colaboradores de todos os níveis hierárquicos e parceiros, a fim de identificar os temas mais relevantes para a cadeia de negócios. O conjunto de ações relacionadas a ASG renderam à Liberty o reconhecimento de 1º lugar no ranking de sustentabilidade das seguradoras no anuário Época Negócios 360.

Os temas de diversidade e inclusão são tratados pela empresa com extrema importância e disciplina. Atualmente, a seguradora conta com grupos de afinidade voluntários liderados por colaboradores aliados a causas como gênero, pessoas com deficiência, gerações e raças e etnias, com o objetivo de garantir um ambiente em que todos possam ser quem são. O trabalho dos grupos dá lugar de fala a pessoas diversas e promove ações para fortalecer a cultura inclusiva, como o hasteamento da bandeira que simboliza o Orgulho LGBTQIA+ durante o mês de julho. A Liberty também se orgulha de ter 45% dos cargos de alta gestão ocupados por mulheres e por proporcionar oportunidades equitativas para todos. 

A Liberty também foi reconhecida no ranking Great Place to Work (GPTW), na categoria Grandes Empresas do Brasil, como a 10ª melhor empresa para se trabalhar, subindo 23 posições em comparação com 2021. “Temos investido muito na experiência do colaborador e o resultado está refletido na sucessiva progressão da nossa classificação na pesquisa do GTPW”, comenta a Patrícia.

“Para 2023, nosso objetivo é ampliar esses resultados positivos, investindo na melhoria contínua do nosso negócio por meio da aplicação de metodologias ágeis nas jornadas de venda, sinistros e serviços e ampliando nosso portfólio de produtos e soluções para satisfazer as necessidades dos nossos clientes e parceiros”, finaliza Chacon.

Venda de seguro garantia cresce 14% em 2022, para R$ 3,47 bilhões

Guilherme Malucelli Junto Seguros

ATUALIZAÇÃO PARA CORREÇÃO DE DADOS DA POTTENCIAL – 03/02/2023 – 11:17

O segmento de seguro garantia encerrou 2022 com vendas de R$ 3,47 bilhões, alta de 14% em comparação a 2021, considerando-se prêmios diretos. As indenizações somaram R$ 891 milhões no ano passado, gerando um índice de sinistralidade de 28%. Apesar do bom resultado, o setor levou um grande susto com a crise da Americanas.

Os executivos ainda avaliam quais os impactos que a recuperação judicial e uma possível falência podem gerar no segmento de seguro garantia judicial. Segundo fontes do setor, a Americanas, assim como Ambev, são péssimas pagadoras de impostos. Questionam tudo e judicializam tudo, o que fez deles grandes usuários do seguro garantia judicial fiscal. A exposição é altíssima. Estimada entre R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões. “Se a empresa falir, será também uma ‘hecatombe’ (massacre, matança, carnificina) no seguro garantia.

A Junto Seguro é líder do segmento, com market share de 18%, com mais de 200 mil apólices emitidas. Este é um nicho de mercado que vem atraindo muito competidores, principalmente em seguro garantia judicial. São 36 seguradoras disputando um mercado tido com imenso potencial.

“Foi mais um ano histórico para Junto e temos a ambição de que 2023 seja ainda melhor, pois o mercado tende a crescer com ainda mais expressividade com a retomada dos julgamentos dos processos do CARF e manutenção dos investimentos em infraestrutura. Estamos entusiasmados com as soluções que temos para oferecer para os nossos parceiros e parceiras em 2023”, afirma.

A plataforma Fidelize é responsável por boa parte deste crescimento. Trata-se da plataforma digital do corretor criada pela Junto Seguros há quatro anos. Ela coleta dados no ecossistema que engloba 180 robôs ligados por meio de API’s (interface de programação de aplicações),e após essa coleta, apresenta ao corretor o passivo judicial existente para aquele CNPJ. Sejam discussões de âmbito trabalhista, cível e tributário. 

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Segundo Malucelli, além da liderança em Seguro Garantia, a Junto se reposicionou e também teve uma participação ativa no mercado de Fiança Locatícia para empresas, estando entre as principais seguradoras deste produto, e em 2023 ambiciona estar entre as cinco maiores deste mercado.

Para o vice-presidente da Pottencial, Carlos Ferreira Quick, segunda colocada em prêmios direto, com R$ 604 milhões, e primeira em prêmios emitidos, com R$ 623,3 milhões, credita o bom desempenho pela sinergia e engajamento da equipe, os investimentos recorrentes em pessoas e tecnologia e a confiança dos parceiros e clientes.

“Desde que fizemos a primeira emissão de apólice, há quase 13 anos, a empresa vem registrando um crescimento contínuo, possível de ser sustentado graças aos investimentos recorrentes, especialmente na área de tecnologia, a fim de tornar a experiência do cliente cada vez melhor e mais satisfatória”, destaca.

Artigo: Ética e Compliance nas empresas

Por Rodolfo Arashiro Rodriguez, diretor de Risco e Compliance da Austral Seguradora

Quando me tornei gestor de riscos e conformidade, uma questão me preocupava. Em geral, os agentes deste ramo (compliance officers) são vistos pela corporação como os guardiões do código de ética. Mas como uma pessoa comum pode ter esta responsabilidade?

Afinal, não somos pessoas com a preparação ou vocação de um padre, pastor, monge ou rabino. É também diferente do trabalho de um juiz, pois este analisa argumentos de defesa e acusação com base na lei. As questões éticas dentro de uma empresa estão, na maioria das vezes, dentro do campo da legalidade e é difícil estabelecer o que é certo e errado. Ou mesmo quando aplicar uma análise deste tipo sobre uma ação dentro da companhia. É preciso buscar uma estrutura para começar o trabalho.

Muitas mentes brilhantes já se debruçaram sobre as questões éticas e fornecem uma estrutura que pode ser utilizada nas nossas análises e decisões. Ética ou Filosofia Moral, neste sentido, é um ramo da filosofia que busca sistematizar o que é certo e errado. São três níveis de análise, a metaética, a ética normativa e a ética descritiva.

A metaética faz questões como: “existe o certo e errado?” ou “é possível saber o que é certo?”. São questões relevantes, mas que acabamos superando para chegar à ética normativa. Essa sim uma busca por prescrever avaliações sobre o certo ou errado. Veremos adiante três das principais vertentes deste campo.

Por fim, a ética descritiva é parte da sociologia, antropologia e psicologia social. Busca descrever efetivamente como as pessoas se comportam.

Há um vídeo bastante difundido do filósofo Mario Sérgio Cortella que analisa a atitude de um maratonista. Ele, ao ver o líder da prova se confundindo em relação à linha de chegada, não o ultrapassa. E mais, dá ajuda para chegar ao final. Perguntado sobre o ocorrido, o atleta diz que fez o correto, e que uma ação diferente envergonharia sua mãe.

Um dos ramos principais da Filosofia Moral é a Ética da Virtude. Descreve o caráter de um agente moral como uma força motriz para o comportamento ético, e é usada para descrever a ética dos primeiros filósofos gregos, como Sócrates e Aristóteles.

Ético é fazer aquilo que uma pessoa honrada faria. É fazer aquilo que deixaria sua mãe orgulhosa, ter calma, boa reflexão, lógica, disciplina, modéstia, temperança e autoconhecimento. Remonta pensadores como Marco Aurélio, Epíteto, Sêneca e várias prateleiras de autoajuda nas livrarias.

Outro ramo fundamental é a Deontologia, teoria ética normativa de que a moralidade de uma ação deve ser baseada em si é certa ou errada, sob uma série de regras, em vez de suas consequências. O maior expoente desta linha é Immanuel Kant.

O argumento começa com a premissa de que o bem supremo deve ser bom em si mesmo e sem qualificação. O prazer, por exemplo, parece não ser bom sem qualificação, pois pode vir de ações moralmente ruins.

Ele conclui que há apenas uma coisa que é verdadeiramente boa: nada no mundo pode ser concebido que possa ser chamado de bom sem qualificação. Exceto, uma boa vontade.

Kant argumenta que as consequências de um ato de vontade não podem ser usadas para determinar se a pessoa tem uma boa vontade. Boas consequências podem surgir por acidente e más consequências podem surgir de uma ação bem motivada.

Assim, a única coisa que é verdadeiramente boa em si mesma é uma boa vontade. E uma boa vontade só é boa quando quem quer fazer alguma coisa porque é dever dessa pessoa.

Um conceito importante é o “Imperativo Categórico”: agir apenas quando a ação pode ser transformada em uma lei universal. Por exemplo, dizer a verdade pode bem ser uma lei universal. Outro ponto é nunca utilizar uma pessoa como meio para um fim; e que todo ser racional deve agir como se fosse sempre um membro legislador de um reino universal.

A terceira forma de ética normativa é o Consequencialíssimo. Talvez a mais intuitiva de todas, como o nome diz, sustenta que as consequências da conduta de alguém são a base para o julgamento sobre a correção ou incorreção dessa conduta. Assim, um ato moralmente correto é aquele que produzirá um bom resultado.

Uma vertente conhecida deste ramo é o Utilitarismo, onde se tenta de certo modo quantificar as consequências ou utilidade dos atos e fazer um julgamento a partir daí. A partir da consciência humana, podemos derivar quanta utilidade é derivada de cada ação e sua consequência.
Uma derivada interessante e pouco intuitiva desta forma de se pensar é que o conceito de utilidade vale para todos os seres conscientes.

Um animal, por exemplo, tem algum nível de consciência e, portanto, seu bem estar deveria ser levado em consideração em alguma medida. Seria errado, sob esta ótica, permitir rinhas de animais, pois a eventual utilidade para os espectadores seria amplamente anulada pelo sofrimento e morte causados.

Há ainda uma consideração adicional sobre a correção de nossas ações no ambiente empresarial. Max Weber faz uma distinção entre Ética da Convicção e Ética da Responsabilidade.

Quando estamos agindo em nome de uma empresa, nem sempre as nossas convicções são suficientes para tomar uma atitude correta. É preciso analisar as consequências para aqueles a quem representamos. E isto vale para qualquer ação dentro do ambiente empresarial, ainda que aparentemente não haja uma questão moral envolvida. Nunca esquecer dos nossos deveres fiduciários.

Desta forma, sempre que confrontado com algum dilema ético, tento aplicar estes raciocínios sobre o problema, e assim encontrei algum conforto para tratar destas questões, mesmo sendo uma pessoa comum. Talvez, o mais necessário seja alguma coragem e iniciativa para enfrentar situações, ao mesmo tempo em que se mantém aberto a expandir o entendimento sobre circunstâncias complexas em um mundo cada vez mais dinâmico. Não é simples, mas é um caminho necessário.

WTW anuncia nova diretora de vida e Produto

Fonte: WTW

A WTW contrata Telma Nagano como diretora de Vida e Produto para a área de Saúde e Benefícios no Brasil. A executiva assumirá a posição de Reinaldo Lovetro que agora é Head de Broking LATAM.

Com mais de 24 anos de experiência na área comercial de seguro de vida, Telma atuou em grandes empresas do mercado segurador como a AXA Seguros Zurich Seguros e a Metropolitan Life Seguros, além da distribuidora de telemedicina Prontto. A executiva é bacharel em Direito pela Universidade Cidade de São Paulo, com MBA em Gestão em Negócios pelo IBMEC.

De acordo com o head da área de Saúde e Benefícios, Cláudio Pepeleascov, a chegada da profissional é parte de uma estratégia da WTW que durante todo o ano de 2022 tem reforçado o time de especialistas da área de Saúde e Benefícios.

“Refletimos sobre os impactos da pandemia na população segurada e os consequentes sinistros, o que nos fez entender que o produto Vida passou a assumir um posicionamento relevante e de alto valor para as organizações que estão realmente engajadas com estratégias de ESG. Por esta razão, reforçamos nosso time para levar soluções inovadoras e disruptivas para nossos clientes e seus colaboradores”, explica Pepeleascov.

Vendas de seguro da MetLife no canal parcerias avançam 110% em 2022  

Marcelo Tomei MetLife

Fonte: MetLife

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, comemora o crescimento de 110% no volume de vendas de seguro de vida, seguro prestamista e planos odontológicos comercializados em 2022, exclusivamente, no canal parcerias, através de bancos, plataformas de investimentos, redes de varejo, veículos e fintech’s. A seguradora tem como meta ampliar a democratização do acesso aos serviços financeiros e oferecer soluções que são essenciais para a vida das pessoas e para isso, ampliar os canais que comercializam suas soluções e produtos é fundamental. Para 2023 a expectativa é crescer acima de 30%. 

Entre os motivos apontados pela seguradora como responsáveis por esta aceleração estão: o desenvolvimento de programas de seguros exclusivos aos parceiros com produtos e soluções customizáveis; a oferta em canais diversos e complementares incluindo a venda presencial, por aplicativos digitais, via market place e telemarketing; a ampla diversidade de segmentos comercializando seus produtos; e principalmente a maior preocupação das pessoas com a proteção financeira, a segurança, a saúde e o futuro.

“O mercado e os canais de distribuição têm se adaptado muito bem a toda esta transformação que nós temos vivenciado, buscando novas tecnologias, inovação e principalmente soluções que acompanhem as mudanças de hábitos de consumo, entendendo como e quando o cliente quer ter acesso aos nossos produtos e de que maneira ele quer comprar”, diz Marcelo Tomei, vice-presidente comercial da MetLife.

“As pessoas estão mais preocupadas com as proteções em vida, os riscos e imprevistos que podem acontecer a todos nós no dia a dia, e as plataformas digitais e as ferramentas de tecnologia embarcada, como as APIs (Interface de Programação de Aplicativos), tornaram-se essenciais neste processo, já que elas nos posicionam de forma diferenciada no mercado e contribuem para gerarmos valor aos nossos parceiros e ampliarmos o acesso das pessoas aos nossos produtos e serviços”, reforça.

As vendas de produtos e soluções no canal representam, atualmente, mais de 50% do volume total de seguro de vida, seguro prestamista e planos odontológicos comercializados pela MetLife no Brasil. Em 2022, a seguradora atingiu a marca recorde de 23 parceiros e avançou para novos segmentos, como o varejo de roupas e acessórios. 

Na lista de parceiros, a seguradora conta com o Itaú, Inter, Mercantil e Safra . O avanço foi grande também nas plataformas de investimentos, com o crescimento das vendas do seguro de vida individual, como na XP e BTG[FL2] . Os segmentos de veículos e as redes de varejo também se mostram relevantes para a estratégia da MetLife, tendo frentes em expansão com a Chevrolet, Yamaha e C&A. Ainda no primeiro semestre de 2023, serão anunciadas novas parcerias comerciais, nos segmentos de bancos e fintech’s, ampliando a oferta das soluções MetLife a milhões de clientes destes parceiros que podem escolher as coberturas e benefícios adequadas ao seu momento de vida de uma forma imediata, simples e digital. 

“A MetLife tem se destacado no canal parcerias com um crescimento relevante, consistente e que trouxe resultados expressivos. Em 2021 atingimos a marca de 20 parceiros, avançamos para novos segmentos e tivemos 70% de crescimento. Agora em 2022 crescemos ainda mais”, destaca o executivo. 

Este cenário dá noção da importância do seguro do ponto de vista de negócio, ao expandir a proposta de valor dos parceiros e ampliar a rentabilidade. “Nós percebemos que as incertezas e a preocupação com o bem-estar e o futuro intensificaram o interesse das pessoas por seguros e isso se reflete em um foco ainda maior dos canais de distribuição, que entendem os seguros como uma oportunidade para entregar uma solução de alto valor, relevante para a vida das pessoas e com isso ampliar a permanência e a fidelidade dos clientes.”, comenta Tomei.

“Encerramos 2022 superando a marca de 1,5 milhão de clientes, 25% acima do obtido em 2021 e a meta para 2023 é superar a marca de 2,0 milhões de clientes”, orgulha-se Tomei.