Tensões na Venezuela reacendem riscos para seguradoras globais

Com agências internacionais

Os recentes desdobramentos políticos e militares na Venezuela voltaram a colocar o país no radar do mercado global de seguros, especialmente em linhas especializadas de não vida, como marítimo, aviação e crédito comercial. Em comunicado, a Morningstar DBRS avalia que, mais do que a exposição direta ao país, o principal risco está nos efeitos regionais, com potencial impacto sobre portos, rotas marítimas e o espaço aéreo do Caribe.

A escalada da tensão inclui a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e na nomeação da vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina, além do controle das exportações de petróleo venezuelano e da apreensão de navios-tanque. Segundo a agência de rating, esse conjunto de eventos amplia o risco geopolítico na região e tende a afetar cadeias logísticas, transporte internacional e fluxos comerciais.

De acordo com a Morningstar DBRS, a propagação dos riscos para além das fronteiras venezuelanas pode levar à reprecificação de prêmios, ao endurecimento de termos e condições contratuais e à redução da capacidade de resseguro disponível, com impacto direto sobre a rentabilidade e a volatilidade das seguradoras expostas a essas linhas.

No seguro de crédito, a exposição direta ao país segue limitada, mas o aumento das tensões eleva o risco de perdas em carteiras especializadas e de disputas associadas a regimes de sanções internacionais. Esses fatores podem, de forma gradual, pressionar os perfis de risco de seguradoras com atuação relevante na América Latina e no Caribe.

“Para seguradoras diversificadas, o impacto é administrável. Para grupos mais concentrados, os eventos reforçam que o risco geopolítico é persistente e volátil, exigindo gestão ativa e contínua”, afirma Marcos Alvarez, analista da Morningstar DBRS, ao portal portugues ECO.

Mercado doméstico encolhido

A Venezuela já era classificada, historicamente, como um mercado de alto risco, em função da crise econômica prolongada, inflação elevada, controles cambiais, sanções internacionais e insegurança jurídica. Como resultado, a maior parte dos grupos seguradores globais reduziu significativamente ou encerrou suas operações no país ao longo da última década.

Entre as grandes companhias estrangeiras, apenas a Mapfre mantém presença relevante, com cerca de 6% de participação de mercado. Outras deixaram o país anteriormente. Em 2019, a Liberty Mutual vendeu a Seguros Caracas ao grupo liderado pelo empresário chileno Isidoro Quiroga. A companhia ocupa atualmente a segunda posição do mercado, com aproximadamente 20% de participação. No mesmo ano, a Zurich vendeu sua operação local a um grupo venezuelano, que passou a operar sob a marca Real Seguros.

O mercado segurador venezuelano movimentou, em 2024 e 2025, o equivalente a cerca de € 1 bilhão. O valor, no entanto, é fortemente distorcido pela inflação elevada e pela volatilidade do bolívar, o que dificulta comparações em moeda local. Enquanto os prêmios apresentam crescimento expressivo em bolívares, há retração quando convertidos para dólares, em função da desvalorização cambial.

O seguro automóvel responde por cerca de 40% do volume total de prêmios. Os seguros patrimoniais representam aproximadamente 25%, saúde, 15%, e vida, cerca de 12%.

Os principais operadores do mercado são empresas privadas, sem vínculos diretos com o regime político, segundo fontes locais. A líder é a Mercantil, com 26,5% de participação, seguida pela Seguros Caracas, com 20%, Internacional de Seguros, com 6,1%, e Mapfre, com 5,6%. As cinco maiores seguradoras concentram cerca de 61% do mercado, enquanto as dez principais respondem por aproximadamente 80%.

EZZE Seguros bonifica o Corinthians pela conquista da Copa de Brasil em 2025

ezze seguros Corinthians

A EZZE Seguros, patrocinadora do time profissional masculino do Corinthians e uma das principais companhias seguradoras do país, concedeu hoje (8/1/26) uma bonificação de R$ 4 milhões ao clube pela conquista da Copa do Brasil. O prêmio está previsto no contrato de patrocínio, iniciado em 2024.

“A EZZE Seguros sempre esteve ao lado do Corinthians, em todos os momentos. Acreditamos nesta parceria para divulgar a cultura do seguro no Brasil. Reconhecemos o potencial da equipe, dos jogadores e estamos confiantes que novas conquistas virão nesta temporada”, afirma Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros.

Para o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, a parceria tem papel estratégico no momento vivido pelo clube. “Essa parceria entre o Corinthians e a Ezze é importante para essa caminhada de reestruturação do clube. É importante para os dois lados. Premia uma conquista importante, que é a Copa do Brasil.”

O prêmio foi entregue durante cerimônia realizada no Parque São Jorge, sede social do clube. Na avaliação de Ivo Machado, vice-presidente executivo da EZZE Seguros, o título também impulsiona a temporada esportiva e a presença da marca no futebol. “Este é um título motivante para a temporada. A Ezze entra com força no futebol. O Corinthians é um time de massa e com história secular. Estamos ao lado do Timão.”

O bônus está atrelado à performance esportiva do time no ano passado, que venceu a disputadíssima Copa do Brasil. O Corinthians conquistou o torneio nacional pela quarta vez – 1995, 2002, 2009 e 2025.

Sobre a EZZE Seguros – Empresa 100% brasileira fundada há mais de seis anos, com certificação pelo terceiro ano consecutivo de GPTW – GreatPlaceToWork, autoridade global no mundo do trabalho. É considerada uma das companhias de seguros mais rentáveis no país.

Na foto, da esquerda para a direita: Diego Azevedo, Vice-Presidente Comercial da EZZE, Ivo Machado, Vice-Presidente Executivo da EZZE, Bruno Cals, Vice-Presidente Financeiro da EZZE, Osmar Stabile, Presidente do Corinthians, Henry Soares, Gerente de Marketing da EZZE.

Mapfre atualiza marca global e reposiciona identidade para refletir nova fase do grupo

A Mapfre passa a adotar, a partir de hoje, uma nova identidade visual. A mudança marca o primeiro reposicionamento da identidade do grupo em mais de 40 anos e inaugura uma nova fase da seguradora, que se aproxima do seu centenário com um olhar ainda mais atento à proximidade com as pessoas, à simplicidade e à construção de relações de longo prazo.
 

O rebranding traduz a transformação vivida pela companhia nos últimos anos, período em que a Mapfre evoluiu seu modelo de atuação, sua cultura e a forma de se relacionar com clientes, parceiros e a sociedade. Impulsionada pela digitalização e por mudanças nos hábitos de consumo, a companhia consolidou uma atuação mais ágil, acessível e orientada ao futuro, movimento que agora se expressa também na forma como a marca se apresenta visualmente.

O reposicionamento é resultado de um trabalho iniciado em 2024, que incluiu diagnóstico de marca, pesquisas de percepção e a participação de lideranças de diferentes países, incluindo o Brasil. O estudo confirmou a forte associação da Mapfre a valores como confiança, solidez e credibilidade e apontou a necessidade de atualizar a identidade visual para refletir, de forma mais contemporânea, o estágio atual da companhia e suas ambições para os próximos anos.
 

“A Mapfre passou por uma transformação profunda ao longo dos anos, e entendemos que este era o momento de atualizar a nossa identidade à fase atual da companhia”, afirma Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil. “A nova marca respeita a trajetória da Mapfre e o legado que construímos, mas expressa melhor quem somos hoje e como queremos seguir atuando, sempre próximos das pessoas”, explica o executivo.
 

Hoje somos uma companhia diferente daquela que éramos há apenas uma década”, destaca Antonio Huertas, presidente global da Mapfre. “Nos transformamos e estamos preparados para competir melhor no mundo digital e, como sempre, priorizando as pessoas. Isso não vai mudar; o que evolui é a marca, para refletir melhor tudo o que somos agora e enfatizar ainda mais o quanto nos sentimos próximos dos clientes e de suas necessidades”, afirma. 
 

Principais mudanças

Entre os principais elementos da renovação está a simplificação do logotipo, que passa a ser apresentado em letras minúsculas e formas arredondadas com a intenção de tornar a marca mais leve e menos rígida. O vermelho, cor histórica da companhia, foi mantido e ganhou mais intensidade, se destacando como um dos principais elementos de diferenciação da Mapfre no setor.
 

O trevo, símbolo da marca há mais de 40 anos, também foi redesenhado. A nova versão preserva seu significado original, associado à proteção e à solidez, mas agora incorpora conceitos como crescimento, movimento e proximidade, em linha com a estratégia de longo prazo do grupo.
 

Segundo Felipe Nascimento, o reposicionamento reflete a forma como a companhia já se relaciona com seus públicos. “A nova marca nasce de uma reflexão sobre quem somos hoje, como nos conectamos com as pessoas e como queremos ser percebidos daqui para frente”, afirma. “É uma identidade mais simples, mais próxima e coerente com a experiência que já oferecemos no dia a dia”, explica o CEO. 
 

Visão de negócios
 

A atualização da marca acompanha a evolução do modelo de negócios da Mapfre num momento em que o mercado de seguros passa por transformações. A ampliação da presença internacional, o avanço da digitalização e a oferta de soluções multiproduto fazem parte de uma estratégia voltada à eficiência, escala e relevância nos diferentes mercados em que a companhia opera. Atualmente, o Brasil responde por quase um quarto (24%) do lucro global da Mapfre e se consolidou como a segunda principal operação fora da Espanha.
 

O novo posicionamento também se apoia em uma personalidade de marca mais definida. A Mapfre se apresenta como uma aliada no progresso das pessoas e das empresas, combinando inspiração e flexibilidade. A proposta é reforçar o papel da companhia como parceira de longo prazo, capaz de antecipar necessidades, oferecer soluções relevantes e acompanhar clientes em diferentes momentos da vida.
 

“O reposicionamento mantém a essência da Mapfre, baseada no cuidado, na proteção e na confiança, mas a projeta para um cenário mais simples, próximo e fácil de ser compreendida”, explica Nascimento. “O propósito permanece o mesmo, cuidar do que é importante para as pessoas, mas agora expresso por uma identidade pensada para funcionar em um ambiente global, digital e cada vez mais orientado à experiência”, afirma. 
 

A implementação da nova marca será gradual e acontecerá nos 38 países onde a Mapfre opera, abrangendo comunicação institucional, canais digitais, espaços físicos e materiais corporativos.

Transição verde em foco: 69 países são avaliados pela Allianz por desempenho e ritmo de avanço

Allianz

Dez anos após o Acordo de Paris, a transição verde global chega a um momento decisivo. O mais recente relatório da Allianz Research, “Uma década após Paris: progresso, paralisia e a corrida para o net zero”, mostra que, embora o avanço varie amplamente entre os países, muitos estão progredindo mais rapidamente do que se supõe.

O relatório se baseia nos resultados do Green Transition Tracker, da Allianz Research, que avalia 69 países em cinco indicadores: intensidade de carbono, intensidade energética, emissões per capita territoriais e baseadas no consumo, e a participação de energia de baixo carbono na matriz elétrica. O Tracker utiliza uma estrutura de “pares e progresso” que avalia tanto o desempenho atual de descarbonização quanto a velocidade da transição, revelando fortes contrastes entre regiões e grupos de renda.

Os resultados por pares refletem padrões globais conhecidos. Países de baixa renda, como Sri Lanka, se destacam devido às baixas emissões per capita, enquanto países europeus como a Suécia apresentam bom desempenho graças a esforços contínuos de descarbonização. Economias exportadoras de petróleo aparecem no fim da lista. Preocupante é a posição dos dois maiores emissores do mundo: China e Estados Unidos aparecem respectivamente em 57º e 58º lugar, destacando a dimensão do desafio que ainda enfrentam.

No entanto, as pontuações de progresso, que medem a distância até a meta de emissões líquidas zero em 2050, contam uma história mais encorajadora. Quinze países já percorreram um terço ou mais do caminho necessário para alcançar o net zero até 2050, o que os coloca no rumo certo se mantiverem o ritmo atual. Luxemburgo e Suíça lideram esse grupo, com altos níveis de eficiência energética impulsionados por mais de 90% de eletricidade de baixo carbono em suas matrizes elétricas. Outros 20 países já avançaram ao menos 20% do caminho, mantendo-se em uma rota íngreme, porém viável, para cumprir a meta de 2050. Outras economias ainda têm muito a percorrer, com os EUA e a China — responsáveis por cerca de 40% das emissões globais — avançando apenas marginalmente em relação ao seu nível de 2015.

“O desafio climático ainda tem subidas íngremes pela frente, mas já fizemos progressos significativos e não devemos desistir no meio do caminho”, afirma Patrick Hoffmann, economista de ESG na Allianz Research. “Aproximadamente metade dos países avaliados ainda está no caminho de contribuir para limitar o aquecimento global a 2°C. Isso não significa que a missão esteja cumprida, mas sim que não estamos condenados. Esses exemplos devem servir de motivação para os retardatários, incluindo China e Estados Unidos.

O Brasil ocupa a 5ª posição entre seus pares e a 26ª globalmente no ranking de progresso. O país já fechou 25,2% da distância até o net zero 2050, mantendo-se dentro do alcance da meta de 2°C do Acordo de Paris. Embora as emissões totais tenham continuado a subir — 5,3% na última década — esse aumento foi menor do que o esperado, considerando que o PIB cresceu mais de 12% no mesmo período. Esse desacoplamento parcial foi impulsionado por uma grande expansão da energia de baixo carbono, com a participação de eletricidade limpa subindo de 77% para 91% nos últimos dez anos. Como resultado, a intensidade de carbono da economia brasileira caiu 6,4%, e a fatia do país nas emissões globais de CO₂ recuou de 2,55% para 2,44%.

No entanto, as emissões relacionadas ao uso da terra permanecem um grande desafio: o desmatamento agrícola e os incêndios induzidos pelo clima elevaram as emissões do em 39%, anulando parte do progresso alcançado no setor energético. Se o Brasil conseguir explorar o potencial de sequestro de carbono de suas vastas florestas e conter o desmatamento, estará bem-posicionado para alcançar sua meta de redução de emissões de 59–67% até 2035.

“O Brasil está provando que uma economia emergente pode avançar de forma concreta na transição energética, com a rápida expansão da energia limpa se destacando como uma história de sucesso”, avalia Katharina Utermöhl, líder de Pesquisa Temática e de Políticas da Allianz Research. “O teste decisivo agora vai além do setor energético: proteger os vastos sumidouros naturais de carbono do país. Se o Brasil conseguir conter o desmatamento e preservar suas florestas, fortalecerá significativamente o seu caminho rumo ao net zero e desempenhará um papel crucial nos esforços globais para limitar o aquecimento.”

O relatório conclui que, embora a transição global esteja longe de ser concluída, também está longe de fracassar. “A transição global não é uma questão de possibilidade, mas de velocidade”, ressalta Ludovic Subran, economista-chefe e Chief Investment Officer do Grupo Allianz. “Países que incorporam ambição climática em seus arcabouços econômicos e financeiros estão se posicionando para um crescimento mais forte e resiliente. O desafio à frente é acelerar o investimento onde ele importa mais — energia, infraestrutura e tecnologia — para garantir que a transição permaneça crível e inclusiva.”

Ourocap 30 Anos contempla clientes com prêmios de R$ 1 milhão no sorteio especial

bb capitalização

O sorteio especial do Ourocap 30 Anos foi realizado em 27 de dezembro de 2025, e marcou o encerramento de uma campanha histórica para a Brasilcap. Ao todo, oito clientes foram contemplados com o prêmio máximo de R$ 1 milhão cada, celebrando o sucesso de um produto que, ao longo de 236 dias de vendas distribuiu mais de R$ 1 milhão em premiação instantânea e sorteios mensais, e mais R$ 8 milhões no sorteio especial.

No grande sorteio especial, realizado em 27 de dezembro, foram premiados clientes dos estados da Bahia, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, São Paulo (dois contemplados), Goiás e Rio Grande do Sul.

O tradicional Ourocap completou 30 anos em 2025 e, para comemorar, a Brasilcap preparou um edição especial do título de capitalização. Lançada em maio, com pagamento único de R$ 3 mil, o produto distribuiu prêmios instantâneos de R$ 3 mil, realizou sorteios mensais de R$ 30 mil e, no sorteio especial, prêmios de R$ 1 milhão. Ao fim da vigência do contrato, em 36 meses, os clientes receberão de volta o valor pago no título, com saldo atualizado pela Taxa Referencial. Em vendas, o produto registrou faturamento de R$ 322 milhões.

O Ourocap é um título de capitalização da modalidade Tradicional, que oferece aos clientes a oportunidade de juntar dinheiro de forma planejada. Ao fim da vigência do plano, 100% do valor contratado é resgatado, com atualização pela Taxa Referencial. Além disso, ao adquirir o título, o cliente recebe combinações de números da sorte para concorrer a sorteios de prêmios em dinheiro. Foi justamente em um desses sorteios, realizado no dia 3 de dezembro, que uma aposentada foi contemplada com o prêmio milionário de R$ 6,2 milhões.

Para o presidente da Brasilcap, Antonio Carlos Teixeira, os números refletem a credibilidade do produto: “O Ourocap construiu, ao longo dos anos, uma trajetória sólida, baseada em confiança e planejamento. O sucesso do Ourocap 30 Anos e a realização deste sorteio especial reforçam a vitalidade do produto e o seu papel na vida de milhões de brasileiros. Celebrar 30 anos com um sorteio desse porte traduz, de forma muito concreta, a relação de credibilidade que os brasileiros construíram com a Brasilcap ao longo de sua história e isso nos enche de orgulho.”

Capitalização cresce 8,8% e movimenta R$ 28,67 bilhões até outubro 

A Capitalização movimentou R$ 28,67 bilhões entre janeiro e outubro de 2025, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), mostram um setor em expansão e cada vez mais relevante para os brasileiros, sustentado pela solidez de um produto que combina segurança, formação de reserva e a possibilidade de participação em sorteios, dentro de um ambiente regulado e supervisionado.
 

No período, os resgates alcançaram R$ 21,55 bilhões e os sorteios pagos em dinheiro somaram R$ 1,70 bilhão, totalizando R$ 23,25 bilhões devolvidos à sociedade. As reservas técnicas da Capitalização chegaram a R$ 44,11 bilhões, reforçando a segurança para clientes e empresas que utilizam os Títulos como instrumento de planejamento financeiro.
 

Nesse cenário, as modalidades Tradicional, Filantropia Premiável e Incentivo apresentaram evolução em todas as variáveis analisadas – arrecadação, resgates e sorteios -, consolidando o papel dos Títulos como uma alternativa acessível, segura e confiável para a formação de reservas e a organização financeira de diferentes perfis de público. 
 

A modalidade Tradicional registrou arrecadação de R$ 20,60 bilhões, alta de 7%. A Filantropia Premiável totalizou R$ 3,49 bilhões, um aumento de 6,3%. A confiança dos clientes nessa modalidade permitiu o repasse de R$ 1,73 bilhão a entidades filantrópicas. Desta forma, a Capitalização representa um aliado essencial para a sustentabilidade financeira dessas instituições e apoio a pessoas em vulnerabilidade social.
 

Em relação à modalidade de Incentivo, foram registrados R$ 280 milhões de sorteios, alta de 51,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A arrecadação do produto teve um crescimento de 27,9%. Muito procurada por quem deseja participar de múltiplos sorteios, a modalidade Popular registrou receita de R$ 240 milhões. 

“O desempenho até outubro confirma a solidez do setor e a confiança dos brasileiros em um produto que alia formação de reserva, possibilidade de resgate e sorteios, sempre dentro de um ambiente regulado e supervisionado. Os números mostram que a Capitalização cumpre um papel relevante na organização financeira das famílias e na devolução de recursos à sociedade”, destaca Denis Morais, presidente da FenaCap.
 

A Capitalização tem ampliado seu alcance ao atender diversos objetivos financeiros, desde a organização do orçamento familiar até estratégias empresariais de incentivo, promoção e apoio a causas sociais. Além disso, os Títulos também são utilizados como instrumento de garantia em contratos e obras públicas, contribuindo para a execução de projetos de infraestrutura e para a segurança das relações comerciais. Essa versatilidade, aliada à supervisão regulatória e à solidez do setor, reforça o papel da Capitalização como um produto democrático, capaz de se adaptar às demandas da economia e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.
 

“Com quase cem anos de história no país, o setor segue evoluindo, investindo em inovação e em títulos cada vez mais flexíveis e digitais, sem abrir mão da segurança e da supervisão. É um produto que atende a todos os públicos, incentiva a educação financeira e contribui para o desenvolvimento econômico em diferentes contextos”, completa Denis.

Artemis: cat bonds tem emissões recordes de US$ 7 bi no quarto trimestre

Fonte: Artemis

O mercado de cats bonds e de insurance-linked securities (ILS) quebrou diversos recordes em 2025. Ao todo, 122 transações levaram ao mercado um volume inédito de US$ 25,6 bilhões em novas emissões, com o apoio de 15 novos entrantes, segundo o mais recente relatório da Artemis.

O relatório do quarto trimestre e do ano completo de 2025 da Artemis sobre o mercado de cat bonds e ILS já está disponível para download gratuito. O estudo detalha um ano excepcional para o segmento, no qual as emissões superaram US$ 20 bilhões pela primeira vez, ampliando em 45% o recorde anterior, de US$ 17,7 bilhões.

De acordo com o Artemis Deal Directory, em 2025 as emissões vieram de um número recorde de 122 transações, considerando operações sob a regra 144A e colocações privadas. Além disso, 15 patrocinadores acessaram o mercado pela primeira vez — outro recorde histórico.

As emissões do quarto trimestre de 2025, que superaram US$ 7 bilhões, também estabeleceram um novo recorde para o período final do ano e configuram o quinto maior trimestre da história do mercado. O desempenho foi impulsionado por recordes mensais de emissões tanto em novembro quanto em dezembro.

O volume trimestral foi puxado por mais de US$ 6,4 bilhões em cat bonds de propriedade estruturados sob a regra 144A, o que levou o total anual desse tipo de operação a um recorde de US$ 23,9 bilhões em 2025. O ano também foi histórico para o volume total de emissões 144A, que, ao incluir riscos não catastróficos — como ciber —, alcançou US$ 25 bilhões.

Apesar de um volume relevante de vencimentos ao longo de 2025, a força das novas emissões foi suficiente para garantir um crescimento líquido de 24%, equivalente a US$ 11,9 bilhões na comparação anual. Com isso, o mercado encerrou 2025 em um patamar recorde de US$ 61,3 bilhões.

O relatório completo da Artemis aprofunda esses resultados e apresenta diversos outros indicadores do quarto trimestre e do ano de 2025, incluindo perigos cobertos, gatilhos, precificação e outras métricas relevantes do mercado de catastrophe bonds.

Aportes em planos de previdência privada aberta caem 19,6% até novembro  

Relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi sobre o mercado de previdência privada aberta evidencia mais uma queda nos aportes. Nos onze primeiros meses de 2025, os prêmios e contribuições somaram R$ 142 bilhões, uma retração de 19,6% na comparação com o mesmo período de 2024.
 

Nesse intervalo, foram resgatados R$ 140 bilhões, apresentando alta de 13,9% – o que levou à captação líquida (resultado dos aportes subtraídos das retiradas) de R$ 2 bilhões, valor 96,3% menor, na mesma base de comparação.
 

Com destaque para o resultado somente de novembro (mês), o relatório aponta diminuição de 32,5% nos aportes, que somaram R$ 9,3 bilhões, acompanhado por uma alta de 2,6% nos resgates (R$ 11,7 bilhões), levando à captação líquida negativa de 2,3 bilhões, uma retração de 195,8% contra o observado em novembro do ano anterior. 
 

Ainda em novembro, o setor administrava R$ 1,8 trilhão em ativos, o que equivale a aproximadamente 13,9% do PIB brasileiro. 
 

Resultados por tipo de plano de previdência 
 

O relatório aponta também que 90% do total arrecadado entre janeiro e novembro foi destinado para os planos VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre –, enquanto 8% do total (R$ 11,1 bilhões) foi aportado em planos PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – e os 2% restantes em planos Tradicionais. 
 

O documento também traz a informação de que até novembro de 2025 existiam mais de 13,6 milhões de planos de previdência aberta no Brasil. Desses, pouco mais de 8,5 milhões de planos eram do tipo VGBL (63%); outros 23% (3,1 milhões de planos) eram PGBL e 14% (cerca de 2 milhões de planos) se referem aos Tradicionais. 
 

Os referidos planos pertencem a 11,2 milhões de pessoas, dos quais 8,9 milhões estavam em planos individuais.

Generali Brasil lança site e reforça estratégia digital aos 100 anos 

Generali-Milao

A Generali Brasil, uma das principais seguradoras do país e parte de um dos maiores grupos de seguros do mundo, apresenta seu novo site institucional, que chega para tornar a navegação mais simples, fluida e orientada às necessidades de clientes e parceiros de negócios. 

A novidade reforça o momento de transformação digital e crescimento da companhia, que vive uma nova fase ao se posicionar como seguradora de nicho com forte uso de tecnologia para ganho de eficiência e melhoria da experiência do cliente. 

Foco na experiência do usuário 

O novo site foi redesenhado para facilitar o acesso às principais soluções da Generali, com organização clara por segmentos e produtos, linguagem mais direta e caminhos de navegação que reduzem o número de cliques até as informações mais buscadas. 

A proposta é permitir que o usuário encontre rapidamente como avisar um sinistro, detalhes de coberturas, benefícios e canais de atendimento, em uma jornada mais fluida e intuitiva em qualquer dispositivo. 

Mais do que uma nova vitrine da marca, o site foi pensado como uma evolução concreta de jornada digital, conectando stakeholders a informações e serviços de forma simples, rápida e segura. 

Jornada digital e autosserviço 
 

A plataforma acompanha o movimento da Generali de investir em tecnologia para simplificar a gestão de apólices e o atendimento, integrando recursos digitais que ampliam o autosserviço e reduzem a burocracia para clientes e parceiros. Com isso, o site se torna um hub de relacionamento, concentrando informações, serviços e contato com a seguradora em um único ambiente, com navegação responsiva. 

O lançamento está em linha com o plano de expansão da Generali Brasil, que vem registrando forte crescimento em prêmios e resultados, consolidando sua atuação em seguros de Vida, produtos massificados e grandes riscos, com foco em soluções customizadas. A companhia tem sido reconhecida por sua agenda de inovação e pelo uso inteligente de tecnologia para melhorar a experiência do cliente e a eficiência operacional. 

Em seu ano de centenário no país, a Generali reforça o compromisso de se manter próxima, moderna e socialmente responsável, combinando tradição e inovação. O novo site é um dos símbolos dessa nova fase. Acesse: www.generali.com.br

Tokio Marine atinge R$ 4 bilhões em faturamento na diretoria de produtos pessoa jurídica em 2025

A Diretoria Executiva de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine alcançou, em 2025, a marca histórica de R$ 4 bilhões em faturamento, registrando um crescimento de 10,56% em relação a 2024. O resultado consolida a Companhia como uma das principais forças do seguro corporativo no Brasil, mesmo em um cenário marcado por intensa competitividade e entrada de novos players.

O desempenho expressivo é reflexo de uma combinação de fatores estratégicos, como índice de renovação de contas próximo a 80%, manutenção e fortalecimento das equipes — com destaque para o time de subscrição, além de uma estratégia de longo prazo bem definida, sustentada por robusta governança técnica e financeira.

Entre os diferenciais que sustentam essa trajetória estão ainda o rating A+++ atribuído pela Moody’s local, um dos contratos de resseguro mais sólidos do mercado, abrangendo diversas linhas de negócios, e o posicionamento da Tokio Marine como uma Seguradora Multiprodutos, com distribuição realizada exclusivamente por meio do Corretor, atendendo os Canais Varejo, Corporate e Canais Especiais.

“Temos muito orgulho desse resultado. Atingir R$ 4 bilhões em faturamento em um ano tão desafiador como 2025 demonstra a força da nossa estratégia, a qualidade técnica das nossas equipes e a confiança que Corretores e Clientes depositam na Tokio Marine”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith. Segundo o executivo, a dimensão do resultado evidencia a relevância da atuação da Companhia no mercado brasileiro de seguros.

“Se a área de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine fosse, isoladamente, uma seguradora de produtos não-vida, ela ocuparia hoje a nona posição no ranking do mercado, o que reforça a pujança e a consistência da nossa operação”, destaca Smith.

O crescimento com rentabilidade também se reflete na liderança e no protagonismo em diversas carteiras estratégicas. Atualmente, a Tokio Marine ocupa a primeira posição em RC Geral e a segunda colocação nos mercados de Transportes, Riscos de Engenharia e Property, consolidando-se como uma das principais referências técnicas e comerciais do setor.

Box | Planos para 2026: crescimento com disciplina e foco no Corretor

Para 2026, a estratégia da Tokio Marine em Produtos Pessoa Jurídica prevê a manutenção do crescimento em dois dígitos, sempre aliada à disciplina de subscrição. Entre as prioridades estão o estudo para entrada em novas linhas de negócios, além do aumento de participação em carteiras nas quais ainda há espaço relevante para expansão.

A Companhia também seguirá investindo fortemente em tecnologia e inovação, com o objetivo de simplificar processos e aprimorar a experiência do Corretor. Em 2025, a Tokio Marine avançou de forma significativa com a entrega do Portal de Garantia e uma série de melhorias no Seguro Empresarial, por exemplo, movimento que continuará nos próximos ciclos.

“Nossa diretriz é colocar cada vez mais a cotação dos produtos PJ na ponta, dando mais autonomia, agilidade e eficiência ao dia a dia dos Corretores. Esse é um pilar central da nossa estratégia e seguirá guiando nossos investimentos”, reforça Felipe Smith.

Atualmente, a Tokio Marine ocupa a segunda posição entre as maiores seguradoras de Produtos Pessoa Jurídica do país, resultado de uma atuação consistente, técnica e alinhada às necessidades do mercado corporativo brasileiro.

Box | Liderança com experiência e visão de longo prazo

A Diretoria Executiva de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine conta com um time de executivos altamente experientes, que respondem diretamente ao Diretor Executivo Felipe Smith:

Anderson Soares – Gerente de Responsabilidade Civil

Carol Ayub – Diretora de Produtos Financeiros

Joaquim Neto – Superintendente de Produtos Agro

Nilton Haiter – Superintendente de Resseguro

Relze Fernandes – Superintendente de Estratégia de Produtos PJ

Sidney Cezarino – Diretor de Seguros Patrimoniais

Valdo Alves – Diretor de Transportes