Zurich anuncia novos executivos nas áreas de gestão de riscos e investimentos

Fonte: Zurich

A partir do dia 18 de abril, Mariane Bottaro Berselli Marinho assume como Diretora Executiva de Gestão de Riscos da Seguradora Zurich. Ela será responsável pela estrutura de Riscos, Controles Internos e Compliance da empresa no Brasil, com reporte para o CEO Edson Franco e Patricia Penhalber, Head Risk Latam da seguradora. 

Mariane é mestre em Economia e especialista em Gestão de Sustentabilidade Empresarial pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Há 17 anos no mercado de Seguros e Previdência, ela já atuou na BrasilPrev e na Zurich Santander Insurance America. Na Seguradora Zurich, ocupará o cargo que estava sendo desempenhado interinamente por Patricia. 

Além dela, Pedro Dodsworth Martins Caldas assumiu como Superintendente de Investimentos da Seguradora Zurich e também da Zurich Santander, se juntando à equipe de especialistas das companhias. O executivo temais de 25 anos de experiência em bancos, finanças corporativas em empresas de infraestrutura e seguros. 

Seguradora Tokio Marine patrocina prêmio de música instrumental

Fonte: Tokio Marine

Um ano após o marco da aquisição dos naming rights do Tom Brasil, a Tokio Marine Seguradora reforça seu apoio ao cenário cultural do País com o lançamento do inédito “Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall”, que recebe inscrições até 24 de maio. Além de dar espaço e divulgar o talento de artistas brasileiros, a premiação irá distribuir um total de R$ 210 mil entre os finalistas. Os prêmios são de R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 40 mil e R$ 30 mil para o segundo e terceiro, respectivamente. E outros nove selecionados receberão R$ 10 mil por chegarem à fase final. 

A iniciativa é mais uma entre as diversas ações implementadas pela Seguradora em apoio à cultura. Somente no âmbito dos espetáculos musicais, já foram patrocinadas atrações como “Elza”, “Lisbela e o Prisioneiro” e “Chaplin”, além de peças teatrais como “Feliz Dia das Mães” e “A Herança”, esta última em cartaz em São Paulo. A Tokio Marine também patrocinou o projeto “Música Para Todos”, destinado a proporcionar música instrumental de qualidade para um público que não costuma ter acesso a espetáculos do tipo. O apoio é realizado em parceria com o Instituto Tom Brasil e contempla a programação de uma série de apresentações gratuitas, que serão realizadas nas dependências do Tokio Marine Hall, antes dos shows principais, com o objetivo de alcançar pessoas de todas as idades e disseminar a cultura por meio da música. 

E esse propósito de inclusão é observado, também, no “Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall”, como explica o Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine Seguradora, Flávio Otsuka: “Além de valorizar a música instrumental brasileira, o prêmio é uma maneira de dar visibilidade ao talento destes artistas, que não têm um espaço tão consolidado no cenário musical quanto os de outras categorias. É um trabalho que está em linha com os pilares do Tokio ESG, pelo qual atuamos em prol do desenvolvimento de uma sociedade mais justa, diversa e ambientalmente responsável”.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas somente por músicos comprovadamente brasileiros (nascidos ou naturalizados). Os interessados devem se inscrever com duas músicas autorais , além de um arranjo para uma composição feita por um artista conhecido da MPB. Os participantes serão avaliados por um corpo de jurados sendo que os 12 finalistas se apresentarão no palco lounge Tokio Marine Hall.

A comissão julgadora é composta pelo produtor musical Pedro Paiva; pelo maestro Oscar Gonzales; pela jornalista especializada em música Maria Fernanda Menezes; pelo professor e pesquisador André Sampaio e pelo Diretor de Estratégia de Crescimento e Marketing da Tokio Marine Seguradora, Flávio Otsuka.

Página para inscrições e mais informações:  https://premiodamusicainstrumental.com.br/

Corretores especializados puxam o crescimento das vendas de seguro de vida

CVG SP Nilton Molina

O seguro de vida tem dado um importante impulso para o mercado de seguro no Brasil. Entre 2010 e 2022, cresceu 222%, saindo de R$ 18,8 bilhões para R$ 61,1 bilhões. O seguro de vida em grupo tem a maior participação nas vendas, mas a aposta das companhias no seguro individual tem dado resultado. A participação das apólices coletivas recuaram de 75% para 65%.

Neste período, o seguro de vida individual cresceu 348%, de R$ 4,7 bilhões para R$ 21,3 bilhões. Já o seguro de vida em grupo saltou 180%, de R$ 14,2 bilhões para R$ 39,8 bilhões. Há cinco anos, o segmento de pessoas ultrapassou o de seguro automóvel, até então o mais comercializado no Brasil, o que foi motivo de muita comemoração pelas seguradoras de vida.

As informações fazem parte de um estudo compartilhado por Nilton Molina, um ícone do setor de seguros no tema vida e previdência. Não é por menos que a MAG Seguros, seguradora que preside o conselho de administração, exibe um índice de crescimento de 852%, bem acima do avanço das vendas por grandes bancos (175%) e pelas seguradoras independentes (305%).

“Um detalhe importante deste crescimento é que o corretor de seguros tradicional não é o responsável por este avanço. São os corretores especializados em vida, treinados pelas companhias, e os agentes autônomos de investimentos, que atuam com as gestoras de investimentos, que descobriram a importância do seguro como complemento de proteção para o patrimônio financeiro das famílias”, disse Molina durante evento organizado pelo CVG-SP (Clube de Vida em Grupo em São Paulo).

O executivo afirmou ser um desperdício o corretor tradicional, que representam a maioria dos 120 mil corretores registrados no Brasil, ter milhares de clientes de automóvel em carteira e não ofertar um seguro de vida aos segurados como uma opção de proteção financeira para a família para o risco de morte, de acidentes, de doenças graves”, comentou

“Temos conquistado um crescimento constante e não somente no período da pandemia”, comentou Rogerio Araujo, presidente da corretora mineira TGL, que conta com mais de 300 mil vidas seguradas. “Há 18 anos fundei minha própria corretora de vida, depois de trabalhar para grandes seguradoras, pois quero realmente construir algo que fique de legado para o mercado”, comentou ele, ao lançar um curso para treinar corretores como especialistas em vida, no qual a sua remuneração será doada a uma entidade escolhida pelo CVG-SP.

Josusmar Sousa, presidente do MDTR Brasil (Million Dollar Round Table), destacou que a instituição apoia o crescimento do seguro de vida no mundo. “Tenho orgulho de fazer parte do crescimento da MAG, que tem o maior numero de profissionais treinados por nós”, comentou durante o talk show promovido pela CGV em sua estreia de um novo modelo de encontro mensal.

A MDTR é uma associação internacional que reúne os melhores corretores de seguro de vida e profissionais do mercado financeiro no mundo para levar qualificação e conhecimento especializado aos principais países do mundo, realizando eventos em diversos pontos do globo. “O ciclo de vendas do seguro automóvel durou 40 anos. Embora tenha uma reação neste ano, o ciclo de crescimento do seguro de vida está previsto até 2045. O corretor que se qualificar e trabalhar muito pode se tornar um milionário. No mínimo, terá uma condição de vida confortável vendendo algo que agrega valor aos seus clientes”, afirma.

Como exemplo para ressaltar a importância da qualificação de quem vende seguros de vida, Sousa citou a China. Há 25 anos, a China era o 45o. no ranking de países que mais vendiam seguro de vida individual. Em 2023, a China passou a ser o primeiro colocado no ranking, ultrapassando os EUA”, contou.

E acrescentou: “Juntos podemos alcançar um propósito humano. Os membros do MDRT constroem sua grandeza sendo cúmplices do crescimento dos outros, compartilhando conhecimento em um ciclo colaborativo. Compartilharmos experiências incríveis e conteúdo de alto valor para a comunidade produtora de seguros de vida. Sabemos que a chave do sucesso reside no interesse honesto e genuíno pelo bem-estar daqueles que confiam em nós. Tornamo-nos aliados da vida de cada um de nossos clientes”.

Molina concorda que crescer no seguro de vida individual não é algo trivial, por se tratar de um seguro sem demanda, diferente do automóvel, que é prioridade para todos proprietário de veículo. “A pessoa não percebe que precisa de um seguro de vida. Uma fábrica pode pegar fogo. Uma máquina pode quebrar. Já em vida, dificilmente alguém acorda achando que vai morrer ou ficar doente e pensa em comprar espontaneamente um seguro para proteger a si mesmo e a sua família. O seguro de vida exige um profissional qualificado para dar uma consultoria aos clientes. Os profissionais que vendem vida são muito diferentes dos corretores de seguros patrimoniais”, afirma.

O corretor Araujo fez um alerta para que as seguradoras tenham cuidado em suas ofertas à população, que passou por um desconforto durante a pandemia. “Esta tragédia despertou os sentimentos de medo, de insegurança e de incerteza nas pessoas, mas que ainda não sabem o que necessitam. É preciso ter cuidado com os produtos que entregamos para a população. Principalmente para ela não ter a falsa sensação de que esta protegida e ficar frustrada quando for usar. Temos de construir a imagem do seguro no Brasil, sem riscos de imagem para o setor”.

Molina concorda. “O corretor tem a responsabilidade de entregar o que a família precisa. Só assim todos crescerão, incluindo seguradora, corretor, famílias, empresas e o Brasil. Ter uma proteção para recomeçar a vida após uma fatalidade é vital para a sustentabilidade de qualquer projeto de vida”.

Apenas 15% das 700 mil pessoas que morreram por Covid-19 contavam uma apólice de seguros. E dessas, apenas 20% tinha um seguro de vida individual, sendo a maioria dos pagamentos realizados para clientes de seguro de vida em grupo e de planos de previdência.

ZV Experience: Ana Marmo é a nova diretora de Eventos da ZV Consultoria

Fonte: ZV Consultoria

Com a chegada da sócia Ana Marmo, a ZV Consultoria, especialista em estratégias nas áreas de marketing, comunicação e gestão corporativa, agrega uma nova divisão para ajudar as empresas a melhorar o seu relacionamento com seus diversos públicos, investindo na realização de eventos, ações promocionais de apoio as vendas, campanhas de incentivo, patrocínios, brindes e muito mais.

Uma das profissionais mais conhecidas e respeitadas do mercado de seguros na área de eventos corporativos, a executiva possui uma enorme experiência no mercado de eventos, patrocínios e live marketing. Esteve por mais de 20 anos à frente da área de eventos da SulAmérica Seguros onde foi reconhecida pela qualidade dos projetos desenvolvidos. Apaixonada pelo que faz, tem a inovação e a criatividade no seu DNA e é incansável na busca dos melhores resultados. Possui ampla experiência em ativações, experiência de marca, eventos de incentivo, híbridos e online. É graduada em Comunicação Social (PUC-Rio) e possui MBA em Marketing (FGVRio).

Ana Marmo assume o planejamento e execução de eventos presenciais, digitais e híbridos. “Trago na minha bagagem a realização de eventos para atender empresas de todos os portes, agregando à qualidade já reconhecida da ZV Consultoria”, diz a executiva. “A visão de experiência da marca começa com o briefing, para o entendimento da necessidade do cliente; depois entramos em produção com a parte de design, planejamento e contratação de fornecedores; aí temos o evento propriamente dito, com acompanhamento e gestão de todos os detalhes; e o pós-evento, com fechamento e entendimento do feedback do cliente e participantes”, explica.

O quadro de sócios é formado ainda por Zeca Vieira e Alessandra Almeida, executivos consolidados na área de Marketing, Planejamento e Gestão Estratégica. Segundo o fundador Zeca Vieira, a experiência dos sócios e parceiros do mercado, possibilita à empresa desenvolver projetos com resultados tangíveis guiados por estratégias genuínas e com alto potencial transformador. “A Ana Marmo completa nossa força e a ZV passa a oferecer ao mercado uma assessoria completa em experiência da marca, como planejamento e na execução de eventos, programas e viagens de incentivo, promoções de vendas, brindes e muito mais”, aponta Zeca Vieira.

Seguradora Mapfre lança campanha para corretores do Brasil e América Latina

Jonson Mapfre

Fonte: Mapfre

A MAPFRE lançou esta semana a campanha Club Milla 2023, que tem como objetivo incentivar a produtividade de corretores nacionais e internacionais que trabalham com Vida. A ação ocorre simultaneamente em 10 países da América Latina, incluindo o Brasil, e premiará profissionais com vagas no Club Milla, grupo de caráter internacional, criado pela MAPFRE, que auxilia na profissionalização dos corretores especializados no segmento.

“O seguro de Vida ganhou muita relevância no cenário econômico global nos últimos anos, impactado pela pandemia e pela preocupação da sociedade com seu futuro e de seus familiares. Com essa campanha, pretendemos não apenas aumentar a oferta dos nossos produtos, mas também celebrar os nossos corretores, que desempenham um importante papel consultivo e estratégico junto aos clientes.”, conta Jonson Souza, diretor comercial do Canal Corretor.
 

Com duração de um ano, o “Club Milla 2023” vai premiar as corretoras que mais acumularem millas no período. Na ação, 1 milla equivale a R$ 1,30 vendido no produto MAPFRE Vida Você Multiflex e R$ 11,00 vendidos no produto MAPFRE Bien Vivir. Os resultados serão divulgados mensalmente e podem participar todos os profissionais cadastrados, ativos e regularizados no Canal Corretor da MAPFRE.
 

Ao término da campanha, os profissionais que acumularem mais de 20.000 millas passarão a fazer parte do Club Milla e terão acesso a conteúdos exclusivos de tendências de mercado, encontros virtuais, formação internacional e mentoria com grandes parceiros. Já os corretores que ultrapassarem a marca de 100.000 millas, se tornarão membros seletos do Club Milla — com os três primeiros conquistando a oportunidade de viajar para o encontro anual do grupo, na Riviera Maya, no México.

“No Club Milla, os corretores especializados vão ter acesso às principais informações, tendências e ferramentas do segmento, possibilitando que eles entreguem uma proposta de valor cada vez mais atrativa e diferenciada aos seus clientes.”, explica Jonson.
 

Em 2022, campanha reuniu mais de 2.500 corretores brasileiros
 

No ano passado, a ação – chamada de “Jornada MAPFRE” – registrou a participação de mais de 2.500 corretores brasileiros, com 65 deles sendo premiados ao longo do ano. Ao término da campanha, 17 profissionais se tornaram membros do Club Milla e, ainda este mês, dois parceiros comerciais viajarão para Cartagena, na Colômbia, e participarão da convenção anual do grupo. Além disso, 62 corretores conquistaram o direito de ter formação internacional LOMA (Life Office Management Association) e LIMRA (Life Insurance Marketing and Research Association), instituições internacionais referências em seguro. “Fizemos melhorias no formato de conversão este ano para tornar a campanha ainda mais atrativa para os corretores. A expectativa é de excedermos os números do ano passado.”, conclui Jonson.

Em campanha, SulAmérica destaca o uso consciente dos planos de saúde

Fonte: SulAmérica

Com o objetivo de incentivar as boas práticas no uso dos planos de saúde, a SulAmérica lançou a campanha digital “Sua saúde é pessoal e intransferível”. A ação, realizada no mês da Saúde Integral, quando se comemora o Dia Mundial da Saúde (07/04), conta com diversas mensagens para auxiliar o beneficiário no uso correto do plano.

Com mensagens que colocam o beneficiário como protagonista do próprio bem-estar, a campanha destaca ações que impactam o custo do plano de saúde, como compartilhamento de senhas e divisão de reembolso, que são consideradas fraudes.

“A sustentabilidade no setor de saúde suplementar tem sido amplamente discutida, nada melhor do que incentivarmos esse diálogo com nossos clientes trazendo exemplos reais do que é considerado fraude e assim ajudar nessa conscientização”, comenta Simone Cesena, diretora de marketing da SulAmérica. 

A campanha reforça também a importância da rede referenciada no cuidado com a saúde do beneficiário. Os cards da campanha estão sendo compartilhados nos canais da SulAmérica e executivos da companhia nas redes sociais.

Zurich anuncia venda digital de seguro celular

zurich seguros marcio benevides

A seguradora Zurich lançou uma plataforma para vender o seguro celular de forma digital, que possibilita adquirir o produto de maneira simples, rápida e 100% digital. O seguro está disponível para aparelhos com até 24 meses de uso, e em breve, também poderá ser comercializado pelo corretor em uma plataforma específica.

“Temos assistido a um aumento significativo dos casos de roubo e furto de aparelhos, sobretudo nas capitais brasileiras. Nesse contexto, o seguro é uma ferramenta de proteção importantíssima, que garante ao cliente a rápida reposição ou conserto do aparelho no caso de uma eventualidade. A plataforma que estamos lançando é uma forma de disseminar mais o seguro, facilitando o acesso a esse tipo de proteção”, aponta Luis Reis, Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich.

Líder de mercado na venda de seguros para celular com mais de 12 milhões de aparelhos segurados junto a diversos parceiros varejistas desde 2015, a Zurich tem a expectativa de aumentar a capilaridade do produto. Por este motivo, a companhia disponibilizará em breve uma plataforma específica para comercialização do seguro diretamente pelo corretor de seguros.

“A plataforma atual, que está em fase inicial de lançamento, já nasce com a possibilidade de o cliente contar com um corretor em sua jornada de compra”, explica Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da seguradora. “Dado o potencial deste mercado e sua importância para a população, queremos que os corretores se juntem a nós na trajetória de ampliar o alcance dessa proteção, e muito em breve, teremos novidades específicas visando a sua atuação nesse segmento”, diz o executivo.

Como aponta Marcio, segundo levantamento anual da FGV, o Brasil tem 242 milhões de celulares em uso, ao passo que possui 214 milhões de habitantes — ou seja, já alcançou a marca de mais de um smartphone por habitante, sendo que boa parte dos aparelhos não conta com qualquer proteção.

“A Zurich é uma empresa que tem o cliente no centro de tudo o que faz. Existe uma oportunidade de crescimento nesse mercado porque há uma necessidade premente da população por esse tipo de proteção, sobretudo diante do aumento dos números de roubo e furto de celular em todo o país”, enfatiza Márcio. “Como um de nossos principais parceiros estratégicos, o corretor terá papel fundamental na disseminação desse seguro. E nós, como uma seguradora multiproduto, multilinha e multicanal, daremos todo o suporte para que ele diversifique ainda mais o seu portfólio”, finaliza Marcio.

Aumento dos roubos e furtos de celulares em 2022

O ano de 2022 foi marcado por uma alarmante escalada no número de roubos e furtos de celulares no Estado de São Paulo, segundo levantamento do Departamento de Economia do Crime da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) realizado a partir da compilação de boletins de ocorrência registrados pela Secretaria de Segurança Púbica.

Foram registrados 65.704 boletins de ocorrência de roubo, um aumento de 34,81%, em relação a 2021. Já com relação aos furtos, foram 51.115 ocorrências, com um crescimento de 54,6% em comparação ao ano de 2021, indicando um aumento significativo na criminalidade relacionada a este tipo de crime.

O roubo de celulares na capital paulista apresentou um aumento de 32% em 2022: foram registrados 35.234 roubos, com uma média de aproximadamente 2.936 roubos por mês. O furto de celulares na capital paulista apresentou um aumento de 65% em 2022, em relação ao ano anterior, totalizando 25.237 ocorrências na cidade.

Icatu e QuintoAndar firmam parceria que oferece nova opção de garantia para inquilinos

Marcelo Oliveira_Icatu

A Icatu Seguros e o QuintoAndar, maior plataforma de moradia da América Latina, firmaram parceria e lançam hoje uma nova solução de garantia locatícia para os clientes da plataforma: a Caução QuintoAndar. O produto é um título de capitalização e serve como mais uma opção de garantia oferecida pela proptech nos contratos imobiliários de locação de imóveis. O inquilino terá a possibilidade de contratação à vista ou em até 18 vezes no cartão de crédito, além de contar com benefíciosque englobam essa modalidade, como os sorteios e o ressarcimento do valor total ao final do contrato.

A parceria possibilita ao QuintoAndar ampliar e democratizar a solução de garantia aos candidatos a alugar um imóvel. “A adoção de títulos de capitalização como garantia locatícia é uma tendência que se consolida cada vez mais no mercado imobiliário brasileiro porque é uma operação simples e segura, tanto para as imobiliárias quanto para os donos de imóveis e os locadores. E a parceria com o QuintoAndar reflete a necessidade de soluções cada vez mais aderentes à realidade do consumidor”, afirma Marcelo Oliveira, diretor de Capitalização da Icatu, em comunicado.

Com presença consolidada no setor imobiliário, a Icatu conta com participação superior a 30% no segmento. Conta com mais de 13 mil parceiros, entre corretores e imobiliárias, que geraram em 2022 um faturamento aproximado de R$ 700 milhões. “A Icatu se preparou para a entrada no mundo digital com altos investimentos em tecnologia. Hoje oferecemos a opção de comercialização através de APIs, com mais de 20 parceiros já operando através de nosso portal. Além disso, trouxemos ao mercado, de forma inovadora, a possibilidade do parcelamento via cartão de crédito, algo até então não explorado”, relata Marcelo.

E a parceria com o QuintoAndar não foi diferente. A Icatu desenvolveu tecnologias e processos voltados exclusivamente para a proptech, de forma a oferecer uma jornada de contratação aderente à sua filosofia 100% digital, dando segurança e satisfação para seus clientes. “Nosso produto, em função de suas características, permite a dispensa de análise de crédito tradicional, o que amplia consideravelmente as possibilidades de locação para um contingente muito maior de pessoas, particularmente aquelas com maior dificuldade em comprovar renda”, explica Daniel Simon, superintendente comercial de Parcerias da Icatu.

Segundo o Censo QuintoAndar de Moradia, uma pesquisa feita em parceria com o Datafolha que ouviu mais de 3 mil pessoas em todas as regiões do país sobre as preferências em relação ao lar, o depósito caução aparece como o principal recurso utilizado em todas as classes sociais na hora de alugar (57%), ficando à frente de fiador (15%). “O nosso propósito sempre foi usar a tecnologia para ajudar as pessoas a morarem melhor. Em parceria com a Icatu, estamos ampliando as opções para nossos clientes, com uma experiência fluida e totalmente integrada. Resolvendo tudo no nosso app, os clientes se livram da burocracia tradicional de buscar uma garantia, e têm mais tempo para se dedicar ao que realmente importa – o novo ciclo de vida que se inicia em um novo lar”, afirma Hugo Providente, diretor de produtos financeiros do QuintoAndar.

Benefícios – A Caução QuintoAndar é uma opção exclusiva para inquilinos na garantia de locações em imóveis administrados pelo QuintoAndar. A contratação é feita de forma simples e é realizada uma única vez, sendo válida por todo o período de locação. Entre os diferenciais está o ressarcimento de 100% do valor aportado pelo cliente ao final do contrato de locação, caso não haja qualquer tipo de inadimplência. Por se tratar de um título de capitalização, o locatário tem direito a participar de sorteios mensais de 3 vezes o valor do título. Cada cliente recebe um número da sorte com cinco dígitos, com sorteios realizados através da Loteria Federal.

Mudanças climáticas afetam produção de soja e cria desafios no seguro rural

seguro rural MAPA

Fonte: Agência Brasil

No ano passado, a produção agropecuária caiu 1,7% no Brasil em relação ao resultado de 2021, e as mudanças climáticas têm sido responsáveis por expressivas quebras de safra.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o aumento da frequência de eventos climáticos adversos contribuiu para elevar as indenizações do seguro rural e reduziu a oferta disponível, deixando os produtores rurais com menor cobertura.

O estudo do Climate Policy Initiative, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CPI/PUC-Rio), que constrói um mapeamento sobre o seguro rural no Brasil e propõe ações efetivas para segurança da agropecuária brasileira, diante das mudanças climáticas, tem foco na cobertura da soja.

No ano agrícola 2021/2022, a forte estiagem levou as indenizações a crescer mais de quatro vezes em relação à safra anterior, conforme dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Além de o Brasil ser o maior produtor mundial de soja, o cereal é o principal item do setor agrícola nacional e o produto mais segurado.

A cultura da soja tem se expandido no país, mas os produtores estão cada vez mais sujeitos a uma série de riscos climáticos que podem gerar perdas.

Por causa da diversidade climática e geográfica do país, algumas localidades estão mais expostas a riscos do que outras.

Segundo os pesquisadores do CPI/PUC-Rio, os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia, o noroeste do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná têm grande produção de soja e alta variabilidade na produtividade, um possível indicador de instabilidade associada a eventos climáticos.

Produção e risco de perdas

Os instrumentos de gerenciamento de risco ajudam os produtores rurais a se proteger dos riscos naturais. O estudo mostra que a cobertura de seguro rural da soja está concentrada nas Regiões Sul e Centro-Oeste.

A Região Sul responde por 60% do número de apólices e 43% do valor dos prêmios, apesar de ter produzido apenas 37% da soja entre 2006 e 2018.

Já a Região Centro-Oeste, responsável pela maior parcela de área plantada (45%) e valor produzido (44%), concentrou 20% das apólices de seguro e 34% dos prêmios pagos no mesmo período.

A cobertura de seguros para soja expandiu-se nos últimos anos. O número de municípios com seguro aumentou 22% entre 2008 e 2018.

Entretanto, mais de mil municípios permanecem sem nenhuma cobertura de seguros. O estudo identificou grandes regiões produtoras de soja com baixa cobertura de seguros, como é o caso de boa parte do estado de São Paulo, do oeste de Santa Catarina e de parte do norte do Rio Grande do Sul.

Apesar da recente expansão da produção de soja e do setor de seguros nessas regiões, o crescimento da cobertura não foi proporcional.

A Região Nordeste apresenta proporção similar de área plantada (8%), valor produzido (8%) e prêmios de seguro rural (9%), e maior proporção no volume de indenizações (18%). Isso sinaliza que a região tem alto risco de perdas. 

A gerente sênior de pesquisa do CPI/PUC-Rio e coordenadora do estudo, Priscila Souza, destaca que a adoção de práticas modernas e sustentáveis, que contribuam para a adaptação e a mitigação das mudanças climáticas, requer investimentos consideráveis.

Priscila afirma que os produtores precisam de instrumentos financeiros adequados para lidar com os riscos envolvidos. “A oferta de seguros deve ser expandida para produtores e regiões com acesso limitado a produtos financeiros e que são mais vulneráveis a eventos climáticos.”

Identificação das causas 

Os pesquisadores investigaram as variáveis climáticas mais relevantes para explicar as perdas na produção de soja. Os resultados indicam que, no Brasil, a produção é afetada principalmente por secas e chuvas excessivas.

Precipitação, risco de fogo e vento são as variáveis climáticas que mais influenciam a probabilidade de estiagem e de ocorrência de perdas.

Maiores índices de risco de fogo estão relacionados a maiores riscos de seca. E a ocorrência de chuvas fortes e tempestades está associada ao excesso de precipitação e à velocidade elevada do vento. Além de Priscila, participaram do estudo os pesquisadores Mariana Stussi e Wagner Oliveira. 

“Identificar essas variáveis climáticas é importante para a previsão de perdas futuras e, por conseguinte, para orientar a implementação de políticas públicas e de ações efetivas por parte das seguradoras”, conclui Priscila, que defende estímulo do governo à expansão do seguro rural.

De acordo com Priscila, isso pode ser feito com investimentos no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, redução do custo de aquisição das apólices, aprimoramento do o Zoneamento Agrícola de Risco Climático e fortaleceimento do mercado de resseguros no Brasil.

Em um cenário de maior risco, as resseguradoras se tornam cada vez mais importantes, afirmam os pesquisadores.

Crimes cibernéticos mobilizam mercado segurador

A preocupação do mercado segurador, do órgão regulador e demais agentes do setor financeiro com os crimes cibernéticos foi a pauta do segundo dia do evento “Oficina Brasil Fides de Inovação em Seguros: intercâmbio de oportunidades e experiências em ESG e riscos cibernéticos”, realizado em Brasília, na sexta-feira (14). O diretor técnico da CNseg, Alexandre Leal, informou que o Brasil ocupa hoje o segundo lugar no ranking da América Latina com maior número de tentativas de ataques cibernéticos, tendo sido registradas 100 bilhões de investidas nesse sentido em 2022. O primeiro lugar é do México, com registro de 187 bilhões de tentativas no ano passado.

“Isso explica a razão de o tema sobre cyber segurança estar na pauta de todos os agentes do setor e precisa ser enfrentado com urgência. O cenário dos riscos cibernéticos evoluiu rapidamente por conta da digitalização dos processos e foram agravados pela pandemia”, comentou Leal, acrescentando o dado de que no ano passado houve cerca de 360 bilhões de tentativas de ataques deste tipo aos sistemas de empresas e organizações na América Latina e Caribe. Em termos de coberturas desse tipo de risco, o diretor informou que, em 2022, o valor arrecadado foi de R$ 170 milhões e o total de indenizações pagas chegou a R$ 64 milhões, o que demonstra ser um ramo ainda incipiente, mas com potencial de crescimento. 

Durante os dois dias da Oficina Brasil FIDES, foram debatidos aspectos da evolução do setor segurador em segurança cibernética e de adoção de boas práticas nos temas ASG, com destaque para o meio ambiente, mudanças climáticas e políticas de diversidade e inclusão nas empresas no Brasil e nos outros países do Cone Sul da Fides (Argentina, Paraguai e Uruguai). 

Laboratório de segurança cibernética

O coordenador de TI da Febraban, Bento Filho, em sua palestra apresentou a iniciativa de criação do laboratório de segurança cibernética para atender as necessidades de prevenção e combate ao cybercrime, tornando-se o primeiro centro feito pelo sistema financeiro voltado para o treinamento e capacitação em cyber segurança, realização de simulações de ataques cibernéticos para se desenvolver respostas aos incidentes, aplicação de inteligência, padronização de ações e busca de inovação permanente. “Os bancos investem por ano cerca de R$ 30 bilhões em tecnologia e 10% disso são direcionados para a segurança, física e digital”, afirmou o representante da Febraban.

As seguradoras brasileiras estão mobilizadas nesse tema. De acordo com João Passos, executivo da Brasilseg, a pandemia promoveu uma aceleração da transformação digital em todos os segmentos, o que também ampliou os riscos. “Por isso, estamos nos dedicando a maturar as ações de segurança”, afirmou ele. Robson do Amaral, da Liberty Seguros, acrescentou que as empresas devem fazer autoavaliações sobre a que riscos estão mais expostas e esse “olhar para dentro de casa” precisa ser exercitado. “Não se trata só de ter um departamento de TI, ele nos dá o suporte. Mas é preciso que haja pessoas dedicadas a avaliar os riscos dentro das estratégias e também fomentar uma cultura de cyber segurança entre os colaboradores. Todos somos responsáveis”, defendeu Amaral.

Normas são fundamentais para dar o norte

Os executivos das seguradoras e os representantes da CNseg foram unânimes em afirmar que o envolvimento do órgão regulador de seguros é muito importante, pois são as normas que padronizam ações e elevam os debates e as trocas de informações sobre o tema. Representantes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), responsáveis pela supervisão da aplicação das normas, destacaram o acompanhamento da adesão à circular 638/2021 que trata da política de segurança cibernética das seguradoras.

“Dentro desse contexto de transformação digital é possível ver oportunidades, mas não se pode esquecer dos riscos envolvidos”, afirmou Saulo Valle. “E vemos muito valor em trabalhar em parceria com o mercado, não de cima para baixo, mas com troca de informações e experiências para evoluirmos juntos”, completou Fernando Abreu. Ambos integram a Coordenação de Supervisão de Estrutura de Gestão de Riscos e Governança da Susep. 

Compartilhamento de incidentes cibernéticos

O fundamental para se ampliar a proteção a ataques cibernéticos é a troca e o compartilhamento de dados, defendeu o diretor de Serviços da CNseg, André Vasco, ao apresentar no evento as principais características do banco de dados sobre incidentes cibernéticos coordenado pela entidade. O banco está disponível para as associadas da Confederação e ele centraliza informações sobre a ocorrência de incidentes em todo o mundo. Ao captar algo, o sistema dispara alerta às associadas e oferece uma proposta de correção para aumentar a proteção à falha. “Com um compartilhamento rápido de informação, ajudamos a reduzir riscos e aumentamos a proteção”, comentou Vasco.

Os representantes das associações da indústria seguradora de Argentina, Paraguai e Uruguai parabenizaram o Brasil pelas iniciativas de investimento em cyber segurança, admitindo que seus países ainda precisam avançar muito nesse tema. “Temos ainda um mercado muito pequeno nesse ramo, com poucas apólices voltadas a cobrir o risco cibernético. Estamos alguns passos atrás”, afirmou Gustavo Trias, diretor-executivo da Associação Argentina de Companhias de Seguros. Ele comentou sobre algumas ocorrências e tentativas de ataques registrados na Argentina, mas acrescentou que ainda não há uma consciência das empresas em comunicar os incidentes, o que ajudaria numa evolução mais rápida. 

O presidente da Associação Paraguaia de Companhias de Seguros, Antonio Vaccaro, afirmou que também falta uma cultura de cyber segurança em seu país, o que faz com que não haja produtos de seguro nesse tema. No campo da gestão, ele informou que existem iniciativas, mas incipientes, de regulação da tecnologia da informação das empresas seguradoras por parte do órgão regulador local. O diretor-executivo da Associação Uruguaia de Empresas de Seguros, Alejandro Veiroj, relatou uma situação parecida com a dos dois vizinhos, afirmando que o Uruguai ainda está muito atrás na questão de cyber segurança.