Nos últimos dois anos, a safra brasileira sentiu os reflexos do fenômeno climático La Niña. Especialmente estados do Sul do país, como o Rio Grande do Sul, que chegou a registrar perda de mais de R$ 1 bilhão em 2022 devido à seca, impactando principalmente as lavouras de soja e milho. No Sudeste, não é incomum a ocorrência de eventos climáticos que podem prejudicar as lavouras, como a chuva de granizo.
No episódio desta quinta-feira (22) do videocastTá Seguro? (disponível no canal do InfoMoney no Youtube e nas plataformas de podcast, como o Spotify) dois produtores de diferentes regiões do país contam suas experiências com safras em que enfrentaram problemas climáticos e como o seguro foi utilizado para amenizar as perdas financeiras.
A Allianz publicou seu mais recente “Relatório Global de Seguros”, que analisa o desenvolvimento dos mercados de seguros em todo o mundo. De acordo com o relatório, a receita global de prêmios de seguros totalizou 5,6 trilhões de euros em 2022. Vida continua a ser o maior segmento (2,6 trilhões de euros), à frente de Ramos Elementares (P&C) (1,8 trilhão de euros) e de Saúde (1,1 trilhão de euros). Em 2022, o pool de prêmios globais cresceu 259 bilhões de euros ou 4,9% – tendo como cenário uma taxa de inflação global de 8,6%.
Os três segmentos, no entanto, tiveram desempenho muito diferente: enquanto Ramos Elementares (P&C) registrou crescimento robusto de 8,7%, Saúde expandiu de forma mais modesta, com aumento de 4,9%. O avanço do mercado de seguros de Vida foi de modestos 2,4%: a renda real reduzida das famílias afetou poupanças privadas.
A alta nos prêmios de Ramos Elementares (P&C) foi impulsionada por todas as regiões ao redor do globo. No entanto, com 77,5 bilhões de euros (aumento de 9,9%), mais da metade do avanço global em 2022 veio apenas da América do Norte. Com uma receita em prêmios de 860 bilhões de euros, a região continua a ser, de longe, o maior mercado a nível mundial. A Ásia também registrou um crescimento saudável de 8,4% no ano passado, com 31 bilhões de euros). Com uma receita total de prêmios de quase 403 bilhões de euros, a região ultrapassou a Europa pela primeira vez (+4% ou 15 bilhões de euros, chegando a 397 bilhões de euros).
Os mercados do seguro de Vida sofreram no ano passado, particularmente na Europa Ocidental: a receita de prêmios caiu 2,7% em 2022 (-21 bilhões de euros, chegando a 740 bilhões de euros). O crescimento na Ásia não atingiu o esperado, registrando um aumento modesto de +3,6% (+33 bilhões de euros, chegando a 952 bilhões de euros). Tal como em Ramos Elementares (P&C), a América do Norte foi o principal impulsionador de crescimento em 2022, com +7,8% ou 61 bilhões de euros, saltando para 840 bilhões de euros. O domínio dos Estados Unidos é ainda mais visível na área de Saúde, respondendo por cerca de dois terços de toda a receita de prêmios mundial.
Crescimento de dois dígitos no Brasil
O mercado de seguros do Brasil aumentou 6,9 bilhões de euros ou 19,9% em 2022, atingindo uma receita total de prêmios de 41,8 bilhões de euros. O aumento foi impulsionado pelo segmento de Ramos Elementares (+24,3%), que se manteve, naturalmente, como o maior, com 21,5 bilhões de euros em receitas de prêmios. Os outros dois segmentos, no entanto, também apresentaram crescimentos robustos: os prêmios de Vida aumentaram 14,8%, para 8,7 bilhões de euros; e os prêmios de Saúde com 15,9% a mais, chegaram a 11,6 bilhões de euros.
Âncora em tempos turbulentos
Em termos econômicos, navegar em um ambiente inflacionário será o maior desafio nos próximos anos. Cinco fatores estruturais determinarão a inflação, os “Cinco Ds”: demografia, “desglobalização”, descarbonização, digitalização e dívida. No geral, os cinco Ds podem elevar significativamente a inflação anual em até 1%. “O seguro comprova seu valor em tempos turbulentos, de alta inflação e baixo crescimento”, disse Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “O setor de seguros não pode atuar diretamente na inflação, mas pode suavizar o impacto ao longo do tempo, atuando como uma espécie de amortecedor. De acordo com o Eurostat, por exemplo, a inflação em seguros Pessoais, como Automóvel e Residência, ficou atrás da inflação global por uma ampla margem no ano passado. O seguro é um amortecedor essencial, pois suaviza a curva do ciclo econômico para seus clientes.”
Continuidade em primeiro plano
Apesar do aumento na inflação – ou, talvez, precisamente por causa dele – os prêmios deverão aumentar 5,2% na próxima década, acrescentando 4,19 bilhão de euros ao resultado global de prêmios. Em 2033, os prêmios atingirão 4,3 trilhões de euros no seguro de Vida, 3,1 trilhões de euros em Ramos Elementares (P&C) e 2,3 trilhões de euros em Saúde.
Com 1,726 bilhão de euros, a maior parte do aumento será no segmento de Vida. Contudo, o crescimento anual (+4,7%), na próxima década, deverá ficar muito aquém do crescimento econômico geral (+5,2%). A penetração dos seguros cairá, dessa forma, três pontos percentuais, chegando a 2,8%. A Ásia (exceto Japão) continuará a ser o motor de crescimento dos negócios globais em seguro de Vida, com um aumento anual esperado de 7,5%. A região deverá responder por metade do crescimento absoluto dos prêmios (866 bilhões de euros), mais do que a América do Norte (377 bilhões de euros) e a Europa (276 bilhões de euros) juntas.
No segmento de Ramos Elementares (P&C), os prêmios adicionais chegarão a 1,282 bilhão de euros até 2033. Isso representa uma taxa de crescimento anual de 5%, em linha com a década anterior (5,1%) e o crescimento econômico geral (5,2%); dessa forma, a penetração dos seguros diminuirá apenas ligeiramente em 1 ponto percentual, para 2%. Como no segmento de Vida, a Ásia (exceto o Japão) é a campeã de crescimento entre as principais regiões, com uma taxa anual de +8,1%. Em termos absolutos, no entanto, a importância da região é menor que no segmento de Vida: “apenas” cerca de 35% do crescimento esperado (448 bilhões de euros) é atribuível à Ásia, contra 357 bilhões de euros na América do Norte e 168 bilhões de euros na Europa.
Levando em consideração as grandes transformações tecnológicas e os novos e crescentes riscos, esta previsão – que sugere, de certa forma, uma continuidade – pode surpreender. No entanto, isso se aplica apenas ao primeiro plano de crescimento dos prêmios. As mudanças subjacentes são dramáticas.
A tecnologia vai mudar a forma como as seguradoras operam. Os ecossistemas, por exemplo, desempenharão um papel decisivo no acesso do cliente, oferecendo não apenas produtos individuais, mas soluções abrangentes para as suas necessidades, seja para mobilidade, moradia, viagens, renda ou saúde. A inteligência artificial abre possibilidades inimagináveis na análise de dados, revolucionando toda a cadeia de valor, desde a subscrição até o tratamento de sinistros.
“Preservando sua relevância social, a indústria enfrenta uma mudança fundamental em seu modelo de negócios”, disse Michaela Grimm, coautora do Relatório. “A proposta de valor das seguradoras evoluirá de pura compensação financeira para gestão de riscos e ofertas holísticas de serviços, que previnam e mitiguem riscos. Isso segue uma lógica inescapável: para fechar as enormes lacunas de proteção – em catástrofes naturais, cyber, saúde ou previdência – mobilizar mais prêmios pode não ser suficiente. Evitar riscos, em primeiro lugar, torna-se cada vez mais importante.”
Aon, o Lloyd’s e o Vienna Insurance Group (VIG) vão reunir esforços para fornecer coberturas de seguros à Ucrânia, a fim de apoiar a reconstrução do país afetado pelo conflito europeu, anunciou o Lloyd’s nesta quarta-feira.
O compromisso segue o anúncio do primeiro-ministro britânico Rishi Sunak sobre um novo quadro para o seguro de riscos de guerra. O Lloyd’s afirmou que as empresas se comprometem a “acelerar o acesso” aos seguros, tanto para as empresas internacionais como para as empresas nacionais ucranianas.
“Este compromisso único do Lloyd’s, da VIG e da Aon reúne a experiência comprovada da indústria seguradora em soluções inovadoras de gestão de riscos e de capital, pelo que, com urgência e energia, vamos ajudar a restaurar o bem-estar social dos cidadãos, das comunidades e das empresas na Ucrânia”, afirmou Dominic Christian, presidente global de soluções de resseguro da Aon, em comunicado.
O objetivo é proporcionar acesso rápido a uma capacidade de (re)seguro suplementar estrangeira para apoiar as empresas que operam na Ucrânia com exposição a riscos das indústrias transformadora e de construção, e excluindo as coberturas de guerra. A iniciativa faz parte da Parceria de Financiamento Privado entre o Reino Unido e a Ucrânia.
“A região da Europa Central e Oriental é o nosso mercado de origem e estamos presentes na Ucrânia desde 2004”, referiu Peter Höfinger, membro do conselho de administração da VIG. “Em conformidade com a nossa estratégia de longo prazo, claramente seguida nos nossos mercados, consideramos que é nosso compromisso moral apoiar as empresas ucranianas no processo de reconstrução. Com esta parceria, estamos satisfeitos por podermos utilizar as capacidades internacionais do Lloyd’s e da Aon e por disponibilizarmos a nossa experiência local no setor dos seguros ucraniano.”
O diretor executivo do Lloyd’s, John Neal, acrescentou: “ao garantir que o mercado de seguros do país dispõe do capital necessário para liderar soluções de seguros para os seus clientes, apoiados pelo poder financeiro da indústria internacional de (res)seguros, podemos ajudar a reforçar a capacidade de resistência económica da Ucrânia à medida que recupera e reconstrói.”
A Seguros SURA anuncia a chegada de Renato Santos na posição de Diretor Financeiro e Administrativo. O novo executivo dará sequência a estratégia de aprimoramento e sofisticação da área financeira da organização.
Renato Santos, acredita no potencial econômico da empresa, e está confiante na evolução do setor que irá comandar. “Estou muito feliz em assumir esse novo desafio na SURA, vejo que temos um grande potencial de negócios, pois cada vez mais a companhia investe em soluções de seguros capaz de proteger as necessidades atuais do consumidor. Com um robusto trabalho em equipe e com o apoio dos nossos parceiros, o objetivo é seguir alavancando as metas de crescimento e garantir a solidez financeira da seguradora”, comenta.
Com MBA Executivo pelo Insper, e pós-graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o executivo possui 27 anos de atuação na indústria de seguros, tendo passado por algumas das maiores seguradoras do Brasil.
Pelo terceiro ano consecutivo, a Mitsui Sumitomo Seguros, integrante do MS&AD Insurance Group, conquistou a certificação do Great Place to Work (GPTW), empresa de consultoria que reconhece companhias com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.
O índice de satisfação da equipe chegou a 93%, acima dos 84,5% do ano passado, considerando a avaliação dos funcionários convidados a participar da edição 2022. Segundo eles, a Mitsui Sumitomo segue sendo um excelente lugar para se trabalhar e o quesito diversidade tem um grande impacto no sentimento de inclusão do time de pouco mais de 300 colaboradores.
“Ganhar nos três anos que participamos consagra nosso empenho nesta jornada iniciada em 2017, que exigiu muito protagonismo não só do RH, mas de todos os colaboradores que toparam fazer parte dos grupos de trabalho no intuito de discutir os temas que poderíamos melhorar. Temos percebido que a cada ano a participação na pesquisa aumenta, bem como a percepção dos funcionários sobre o ambiente de trabalho que construímos juntos”, comemora Julia Christensen, Superintendente de Recursos Humanos e Marketing da Mitsui Sumitomo.
Renata Feo Martinez, gerente de RH da Mitsui Sumitomo, acrescenta: “Juntos continuaremos com um olhar focado em todos os apontamentos feitos. Temos muito ainda a melhorar e nossa escuta ativa dos nossos colaboradores possibilita uma nova conquista. Rumo a 2024 ainda mais inclusos e diversos.”
“Um grande orgulho ter a Mitsui Sumitomo Seguros reconhecida pela terceira vez como uma excelente empresa para se trabalhar. Isso nos mostra que estamos no caminho certo de entregarmos aos nossos colaboradores o apoio e as oportunidades de desenvolvimento que nos move para construirmos juntos uma sociedade mais inclusiva e diversa”, afirmou Hélio Kinoshita, vice-presidente da subsidiária do grupo japonês Mitsui Sumitomo, um dos maiores do mundo.
A MAPFRE divulga nesta semana a edição 2022 do seu Relatório de Sustentabilidade. Produzido em linha com diretrizes internacionais, o documento apresenta, de forma clara e transparente, o desempenho da companhia de forma integrada às iniciativas ESG (do português: ambientais, sociais e de governança).
Além de dar transparência para as iniciativas ESG promovidas pela empresa, o relatório é um dos principais documentos de comunicação com os stakeholders, funcionando como uma ferramenta de divulgação de metas, resultados e indicadores ambientais, sociais e de governança.
Dentre os resultados ambientais atingidos pela MAPFRE no Brasil em 2022 estão a redução da pegada de carbono em 45%; redução do consumo de energia em 17%; substituição de 50% da frota para veículos híbridos e utilização de 77% do consumo elétrico com origem de fontes renováveis. Na área social, a companhia demonstrou seu compromisso com a equidade e a inclusão, atingindo 52% de promoções no ano. Além disso, ampliou a contratação de pessoas com deficiência, totalizando 5% da força de trabalho e desenvolveu cursos de formação em educação financeira para os colaboradores.
Já nos segmentos de governança e negócio, a MAPFRE realizou uma série de ações com foco na transparência para incrementar o conhecimento da companhia e seu marco ético. Durante o ano, realizou, ainda, uma análise diagnóstica para identificar os produtos com características sustentáveis em seu portfólio e consolidou o modelo de análise ESG para Grandes Riscos.
“Nossa estratégia de sustentabilidade está cada vez mais integrada ao modelo de negócio, o que nos permite enfrentar os grandes desafios globais, gerindo riscos e oportunidades ESG e, ao mesmo tempo, inovando no desenvolvimento de produtos e soluções de seguros, resseguros e serviços que beneficiam os clientes e, em conjunto, a sociedade como um todo”, afirma o CEO da MAPFRE no Brasil, Fernando Pérez-Serrabona.
As ações da companhia vão ao encontro da Estratégia Global de Sustentabilidade lançada no ano passado, e que resultou na criação do Plano de Sustentabilidade 2022-2024. O documento define o posicionamento estratégico da companhia em relação às questões ESG e de negócios para os próximos anos, contemplando os compromissos globais de sustentabilidade assumidos pela empresa, com foco nos grandes desafios enfrentados atualmente pelo mundo.
Fatima Lima: “A sustentabilidade está no centro da nossa estratégia “
Dentre os compromissos globais com a sustentabilidade assumidos no Plano de Sustentabilidade estão alcançar a neutralidade de carbono em países estratégicos – entre eles o Brasil, até 2024 – promover a economia circular e a inclusão, investir na transparência, promover produtos e serviços com critérios ESG no portfólio do Grupo, expandir o modelo de análise de subscrição considerando aspectos ESG e garantir que até 2024, 90% do portfólio global de investimentos seja avaliado a partir de critérios ESG.
Em seu primeiro ano de implementação, o Plano de Sustentabilidade registrou índice de 99% de cumprimento dos objetivos e metas propostos para o período. “A companhia está empenhada em ampliar a adoção de práticas ambientais, sociais e de governança corporativa, por meio de uma série de ações efetivas colocadas em prática. A sustentabilidade está no centro da nossa estratégia e estamos orgulhosos em alcançar um índice tão alto de cumprimento de nossos objetivos no primeiro ano de implementação do plano. Isso nos motiva a continuar avançando e aprimorando nossas práticas para construir um futuro mais sustentável no mercado de seguros”, comemora a diretora de Sustentabilidade da MAPFRE, Fátima Lima.
No Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, a Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, está promovendo uma série de ações em prol das temáticas de diversidade e inclusão. Entre os projetos, a seguradora realizou uma palestra com Gabriela Augusto, primeira pessoa trans a ser reconhecida pela Forbes Under 30 e que tem atuado ao lado de grandes organizações do Brasil e do mundo em iniciativas de DEI. O evento, que teve como tema central “Por que temos orgulho?”, ocorreu na última quarta-feira, dia 21, e contou com a abertura de Patricia Chacon, CEO da Liberty no Brasil, e Delane Giannetti, CTO e Sponsor do Grupo de Afinidade Pride da companhia.
Durante a conversa, Gabriela parabenizou a iniciativa da empresa e pontuou que a informação é a principal ferramenta no combate ao preconceito, reforçando a importância de se falar cada vez mais sobre diversidade e equidade. Ao longo do evento, que contou com a participação massiva dos colaboradores da empresa, ela apresentou diferenças entre conceitos de gênero, desmistificou termos e tirou dúvidas sobre o que se deve ou não falar em determinadas situações, agregando ainda mais conhecimento ao público presente.
A atenção aos temas de diversidade e inclusão está no DNA da Liberty há anos. Exemplos disso são os grupos de afinidade voluntários liderados por colaboradores aliados às causas, que têm o objetivo de conduzir discussões e ter ideias voltadas a questões de gênero, da comunidade LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, gerações, raças e etnias. Dessa forma, é possível garantir um ambiente no qual todos têm oportunidades equitativas, além de terem seus direitos respeitados e a liberdade para serem quem são.
Comunicar é educar
Além da palestra com a especialista Gabriela Augusto, outra forma que a Liberty encontrou de fomentar um ambiente seguro para a comunidade LGBTQIAPN+ e celebrar a causa de grupos minoritários foi a produção do podcast “DEIcast – Não sabia, agora sei”. Em maio, a companhia lançou a segunda temporada do projeto, que foi toda gravada no estúdio da Fundação Dorina Nowill, referência em inclusão de pessoas com deficiência visual.
A primeira temporada foi produzida em parceria com a Nohs Somos, startup de impacto social que criou um mapa que localiza estabelecimentos seguros e amigáveis para a população LGBTQIAPN+.
A iniciativa é parte de uma ação de letramento do Grupo Liberty Brasil, que traz conteúdos desenvolvidos por especialistas em diversidade para toda a companhia, contribuindo para que o conhecimento seja disseminado. Por meio dele, é possível despertar reflexões voltadas para diversidade, equidade e inclusão, tanto para os funcionários e funcionárias quanto para a comunidade de forma geral.
Novidade na bandeira
Pelo segundo ano consecutivo, a Liberty ainda hasteou a bandeira LGBTQIAPN+ no Hub Brooklin. A ação visa reforçar que a companhia é comprometida com a criação de um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor para todos os colaboradores e colaboradoras.
Depois de uma conversa entre os representantes da companhia e os organizadores do movimento, a Liberty lançou uma novidade em 2023: um novo design da bandeira. A atualização foi feita pelo designer norte-americano Daniel Quasar e, além das tradicionais cores do arco-íris utilizadas pela comunidade desde 1987, foi adicionada uma seta apontando para a direita – o que, segundo Quasar, indica progresso.
“Temos muito orgulho do que a Liberty vem fazendo em diversidade e inclusão e progredimos cada vez mais nesses programas. O compromisso com essas pautas é um diferencial da companhia e um trabalho do qual não abrimos mão”, explica Patricia Chacon. “Por meio de projetos como os que estamos promovendo no Mês do Orgulho, ficamos mais próximos do nosso objetivo de garantir um ambiente totalmente seguro para qualquer pessoa, independente de gênero, pensamento ou orientação sexual”, completa a executiva.
Parceiros da Prudential que comercializam produtos de Vida em Grupo participam de treinamento em São Paulo | Divulgação
Fonte: Prudential
A Prudential do Brasil promoveu, em junho, o Café Tour, uma semana de treinamento para um seleto grupo de corretores e assessorias parceiras que comercializam produtos de Vida em Grupo. Os encontros aconteceram na Grande São Paulo e em Campinas, e reuniram mais de 70 corretores que tiveram oportunidade de conhecer os benefícios e os diferenciais do seguro de Vida em Grupo da Prudential para empresas.
O grupo compartilhou experiências sobre casos reais de pagamentos de sinistros e debateu sobre o alto índice de renovação dos produtos e a flexibilidade da Prudential na comercialização das coberturas. Uma questão unânime entre os participantes foi a isenção da Declaração Pessoal de Saúde (DPS), questionário sobre os hábitos e a saúde do contratante de um seguro de vida, incluindo perguntas sobre doenças preexistentes, uso de medicamentos, tratamentos médicos, entre outras.
Durante o treinamento, também foram apresentadas as novas assistências do produto Corporate voltado para empresas com mais de 500 vidas e a campanha de agenciamento adicional para os parceiros. Nessa ação, a Prudential paga um agenciamento adicional de 50% para quem fechar contas com até 500 vidas ainda no mês de junho, mesmo que com vigência futura.
De acordo com o Head Regional de Vendas da Prudential, Bruno Guaglianone, o segmento de Vida em Grupo é promissor e tem forte potencial de desenvolvimento. “Ficamos muito satisfeitos em ouvir como a Prudential se posiciona no setor. A agilidade no pagamento do benefício e a qualidade no atendimento foram destacados como diferenciais. Tivemos encontros produtivos, com muita troca de ideias e experiências. Queremos estreitar cada vez mais o relacionamento com nossos parceiros”, enfatizou.
Uma das corretoras presentes foi Cristiane Guedes, diretora da Tabapuã Seguros, que mencionou a importância de se aproximar da Prudential. “Fico muito feliz da parceria com a Prudential, uma seguradora que se destaca no mercado pela qualidade do atendimento, está sempre ampliando seu portfólio de produtos e aprimorando a experiência dos clientes”, afirmou.
Até o final do ano estão previstos outros encontros em diversas regiões do país. O próximo está previsto para o interior de São Paulo, em Ribeirão Preto.
A Accenture acaba de lançar o mais recente estudo sobre “Tendências na indústria de seguros 2023”. Para os autores, a indústria de seguros brasileira conseguiu entregar um crescimento topline significativo no último ano, passando em 2022 a marca de R$ 355 bilhões em prêmio direto, o que significa um avanço de 16,2% frente a 2021.
“O cenário positivo é confirmado ao avaliarmos o último relatório divulgado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) em 2022, em que os índices de sinistralidade tanto no seguro de pessoas, quanto no seguro de danos, se mantiveram aderentes a média histórica com aproximadamente 30% e 43%, respectivamente”, comenta Hugo Assis, líder de seguros para a América Latina.
Segundo ele, os próximos anos serão chave para as seguradoras, insurtechs e corretoras que desejam permanecer relevantes em um ambiente rentável e em crescimento, porém de competição acirrada e que precisa se tornar mais eficiente. “É necessário que as seguradoras aproveitem o momento positivo para se diferenciarem através de inovações ao longo de toda cadeia de valor sem perder a centralidade no cliente”, acrescenta.
O estudo traz tendências em diversos temas para o Brasil:
Tendências da indústria de Seguros no Brasil
1-Aceleração de novas parcerias entre incumbentes e insurtechs
2-Seguro deve deixar de ser um produto elitizado
3-ASG deve ganhar força frente a novas definições regulatórias
4- Prescriptive analytics deve impulsionar modernização de toda cadeia de valor
5-Inserção em ecossistemas estratégicos para viabilizar novos modelos de negócio
6-Adoção de novas tecnologias demanda readequação da força de trabalho
7-A janela de migração para a nuvem está se fechando e uma nova onda de escala deve surgir
8-A busca por maior produtividade deve ir além das iniciativas concentradas em back office
9-O amadurecimento do metaverso e desmistificação das oportunidades
Escolhi o tema ESG para o primeiro post por estarmos no mês do meio ambiente e termos diversas divulgações de seguradoras sobre as iniciativas adotadas até agora.
ESG deve ganhar força frente a novas definições regulatórias, prevê Accenture
Tendo que tomar decisões relevantes em ambos os lados do balanço, seja como investidora institucional ou como tomadora de riscos, as seguradoras são alvos constantes de ativistas que cobram restrições, metas claras de redução de carbono e o fim do greenwashing.
No Brasil, as seguradoras começam a se estruturar para adequação às normas regulatórias com objetivo de diferenciação e extração de valor sobre a pauta, destaca o estudo “Tendências de Seguros”, da consultoria Accenture. “Com o surgimento de equipes dedicadas, espera-se mais movimento rumo à inovação: novos produtos sustentáveis, melhorias de processos em toda cadeia de valor e uso de analytics para direcionar investimentos são alguns exemplos”, comenta Assis.
O estudo destaca algumas iniciativas ligadas à agenda ASG que têm sido desenvolvidas há alguns anos no mercado de seguros, como o descarte correto de resíduos gerados pelo cliente à redução drástica das emissões de CO2 através de automação e digitalização de diversos processos. Outro ponto relevante está na inclusão da filantropia à promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, diversificado e equilibrado. Também na pauta das companhia, a seleção de riscos, com restrição a subscrição de determinados riscos à atuação transparente e responsável em todas as questões tributárias.
Assis enfatiza que a lista de iniciativas aumentou expressivamente nos últimos anos, seja por pressão regulatória ou devido a maior pressão social. “No Brasil, cada vez mais seguradoras tem assumido compromissos de sustentabilidade, alguns deles impulsionados por determinações globais. No entanto, os desafios para mensurar os resultados e extrair valor dessa agenda são enormes e todos reconhecem existir um longo caminho a percorrer”.
No último relatório de sustentabilidade da CNSeg com 34 seguradoras, menos da metade (47%) indicou possuírem diretrizes sustentáveis para apoiar as atividades de investimentos ou alocação de ativo. Ainda neste relatório, foi registrado que 38% das seguradoras consideram diretrizes ASG em seu processo de subscrição e apenas 1/5 (20%) indicam que os executivos seniores são avaliados e remunerados com base no desempenho na agenda. Na Europa, por exemplo, 57% dos executivos de seguros são avaliados segundo critérios ASG, compara o estudo da Accenture.
De acordo com os autores do estudo, números como esses demonstram os diferentes estágios de maturidade. Para aquelas que estão iniciando a caminhada, quatro passos são inevitáveis: definição consensual de metas claras, objetivas e mensuráveis; estabelecimento de papéis e responsabilidades com criação de times dedicados e independentes; desenvolvimento de uma estratégia ASG em ondas com priorização de determinados temas; e desenvolvimento de uma rotina de comunicação com stakeholders de maneira clara, ordenada e consistente.
Espera-se em 2023 e nos anos adiante que as seguradoras consigam usar a agenda ASG para melhorar branding compartilhando seu compromisso ASG para engajar clientes, corretores, investidores e funcionários. Também é esperado que as seguradoras façam parcerias com clientes e brokers para, utilizando seu know-how, auxiliar na redução de emissões.
“Um ponto importante da agenda ESG é abrir caminho para novas receitas”, destaca o consultor, citando três frentes: o desenvolvendo de novos produtos e serviços para negócios ambientais emergentes e para atingir população de baixa renda”, cita o consultor; redução de custo, utilizando novas tecnologias para digitalização de processos; e gestão do risco, incorporando fatores de sustentabilidade em sua estratégia, estruturas e políticas de risco, aumentando a confiança e gerenciando expectativas de partes interessadas.
A AXA no Brasil acaba de lançar uma nova solução para segurança corporativa: o Auto Frota Flex. O seguro é uma opção personalizável e flexível para veículos comerciais de empresas, proprietários de empreendimentos, sócios e dependentes diretos, sendo cônjuge e filhos. Oferecendo proteção que abrange do pequeno ao grande risco, o produto é válido para frotas a partir de três itens, sem limite máximo, e conta com diversas opções de serviços.
O Auto Frota Flex da AXA foi desenvolvido em colaboração com os corretores e clientes para atender às necessidades específicas de cada caso, como resultado da cultura de cocriação da empresa. Entre os diferenciais do lançamento, destacam-se a personalização do seguro, uma vez que o corretor e o cliente poderão selecionar, no momento da cotação, o tipo de atendimento de oficinas e peças por item, podendo ter até três preços em uma mesma cotação. O produto também oferece possibilidade de escolha de carro reserva ou voucher para aplicativo no momento do sinistro, além de opções de serviços de vidros, assistência 24h e carro reserva.
Um grande diferencial do Auto Frota Flex da AXA é a opção de contratação de danos elétricos para veículos elétricos plug-in, incluindo a cobertura para cabos e carregadores, caso ocorra este evento no momento de carregamento do automóvel. Com essa nova opção de seguro, a AXA reforça sua posição como a primeira companhia do mercado a oferecer proteção de Danos Elétricos para veículos elétricos, por meio de cobertura adicional contratada.
A contratação do seguro Auto Frota Flex é feita de forma totalmente digital. Basta que o corretor acesse o sistema de cotação e emissão online no Portal do Corretor. O processo é fácil de utilizar, desde o enquadramento do veículo até a oferta de preço e a negociação. É possível, ainda, fazer o upload de informações, a edição de informações na ferramenta, a possibilidade de ofertas diferentes, a negociação por meio da solicitação de repique e todo controle e agendamento online de vistoria digital em caso de fechamento do negócio. Tudo isso com a possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros.
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