VALOR: Em meio à crise que afeta o setor, Qualicorp muda presidência

Fonte: Valor

Diante da crise que afeta o setor de saúde, a Qualicorp vai mudar de comando e, em agosto, passa a ser presidida por Maurício Lopes, atual vice-presidente da Rede D’Or, que é a maior acionista da administradora de planos de saúde por adesão, conforme o Valor antecipou ontem. A dificuldade ocorre porque uma das exigências da ANS para aprovar a fusão entre o grupo hospitalar e a SulAmérica, no ano passado, era que os conselheiros da D’Or na Quali não votassem assuntos relacionados à seguradora para evitar conflitos de interesse.

Leia a matéria completa da Beth Koike no Valor (para assinantes)

CNseg: “Modelo de complementaridade é a saída para a saúde pública e a privada”

A saúde precisa repensar seus modelos público e privado, uma vez que o Estado brasileiro não tem capacidade para atender a todas as necessidades da sociedade. Fica claro que, para nós, uma democracia que atende os seus cidadãos precisa ser justa e inclusiva e isso passa pela saúde. Foi assim que, durante o debate sobre “Saúde, Governança, Sustentabilidade e Inclusão Social”, em Lisboa, Portugal, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, chamou a atenção no seu discurso.


“Em uma sociedade como a nossa, que vem de um longo ciclo de estagnação econômica, não terá condições de atender a essas necessidades e isso é um risco a nossa democracia”, disse Oliveira em um painel composto pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Antonio Saldanha Palheiro; o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Rebello; a diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Vera Valente; e o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Ricardo Couto.

Uma das saídas para aumentar os investimentos na saúde é a possibilidade das parcerias público-privada, como já ocorrem nos setores de infraestrutura e saneamento. Segundo o presidente da CNseg, a saúde precisa repensar seus padrões. “Pensar em modelos de complementaridade, como planos de saúde com coberturas simplificadas e diversificadas, é a nossa saída. Precisamos evoluir em relação à natureza dos planos de saúde para atender além dos 50 milhões de brasileiros”.  

Risco Real à Saúde brasileira

Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde, mostrou um quadro preocupante para o setor no Brasil. De acordo com a executiva, embora os investimentos em saúde pública, em 2023, tenham crescido 35% ou R$ 1,5 bilhão a mais do que no ano anterior, há 64% menos recursos que o país tinha em 2013.  “O financiamento para a saúde pública no país é desafiador”.  

A executiva, que representa 13 grupos de operadoras privadas de planos de saúde e odontológicos, disse que a saúde privada vive também um risco real. “Entre março de 2021 e março de 2023, as operadoras de planos médico-hospitalares registraram sete trimestres de prejuízos operacionais. Ou seja, tudo que as operadoras arrecadam não pagam seus custos. Uma sinistralidade recorde de 90%”. 

Para Valente, hoje os desafios do sistema brasileiro de saúde são: a) Tecnologias novas cada vez mais caras, que só encarecem o custo dos serviços; b) Instabilidade regulatória; c) Fraudes, que hoje somam um prejuízo de R$ 28 bilhões por ano; d) Judicialização – 460 mil novos processos judiciais sobre saúde só em 2022; e) Interferência do Legislativo ao declarar o rol exemplificativo. 

A saúde suplementar vê oportunidades para trazer mais pessoas para o sistema privado. Hoje, há 40% de brasileiros na informalidade, pessoas que, em sua maioria, não têm um plano de saúde. Além disso, conta a diretora-executiva da FenaSaúde, existe espaço para criar planos individuais, empresariais e planos apenas para consultas e exames. “Há diversas discussões com o Congresso Nacional, mas tem que ser despida de ideologia para avançar e encontrar uma solução para a saúde no país”. 


O diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello, acrescentou que, em 2022, o setor de saúde registrou resultado financeiro preocupante com 90% de sinistralidade. “O setor já tem modelo ultrapassado e não é uma única situação que precisamos enfrentar e sim várias. Todos os atores precisam estar envolvidos neste propósito. Se não nos sentarmos à mesa para debater, se não chegarmos a um consenso em que o paciente seja colocado no centro, não vamos conseguir financiar a saúde”. 

Durante o painel, o ministro Antonio Saldanha Palheiros revelou um dado preocupante. “A conclusão técnica é que o gasto com saúde pública deve gerar 7,55% do PIB e o Brasil aplica menos de 3,5%. Temos uma lacuna grande no que deveria ser feito”, concluí a autoridade. 

Valor: Justiça indefere tutela antecipada para paralisar o Sistema de Registro de Operações de Seguros

Fonte: Valor

A 6ª Vara da Justiça Federal em Curitiba indeferiu o pedido de tutela antecipada para paralisar a implantação do Sistema de Registro de Operações de Seguros (SRO), criado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). A ação tem como autores a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) e pede que o regulador se abstenha, provisoriamente, de aplicar as resoluções do Conselho Nacional de Seguros (CNPS) e as circulares da própria Susep que instituíram a obrigatoriedade dos registros.

O juiz substituto Augusto Cesar Pansini Gonçalves, responsável pelo processo, não aceitou a tutela de urgência. Segundo o despacho, “as autoras deverão, inclusive, ser intimadas para apresentar réplica, tendo em vista que as contestações já foram anexadas”.

Conforme o documento, o juiz apontou que “a principio, não creio que tenha havido um abuso do poder regulatório”. O magistrado listou diversos pontos da legislação para embasar a avaliação.

Segundo Gonçalves, a “Lei da Liberdade Econômica” especifica casos que poderiam ser enquadrados como abuso de poder regulatório. São situações como criar reserva de mercado ao favorecer, na regulação, grupo econômico, ou profissional, em prejuízo dos demais concorrentes; redigir enunciados que impeçam a entrada de novos competidores nacionais ou estrangeiros no mercado; exigir especificação técnica que não seja necessária para atingir o fim desejado; redigir enunciados que impeçam ou retardem a inovação e a adoção de novas tecnologias, processos ou modelos de negócios, ressalvadas as situações consideradas em regulamento como de alto risco; aumentar os custos de transação sem demonstração de benefícios; criar demanda artificial ou compulsória de produto, serviço ou atividade profissional, inclusive de uso de cartórios, registros ou cadastros; introduzir limites à livre formação de sociedades empresariais ou de atividades econômicas; restringir o uso e o exercício da publicidade e propaganda sobre um setor econômico, ressalvadas as hipótes es expressamente vedadas em lei federal; e exigir, sob o pretexto de inscrição tributária, requerimentos de outra natureza de maneira a mitigar os efeitos do inciso I do caput do art. 3º desta Lei (diretor de desenvolver atividade econômica de baixo risco, para a qual se valha exclusivamente de propriedade privada própria ou de terceiros consensuais, sem a necessidade de quaisquer atos públicos de liberação da atividade econômica”.

“Nenhumas dessas hipóteses ocorreu”, afirmou o juiz na decisão. “Conforme bem assinalado pela Susep [na exposição de defesa], a criação do SRO tem por finalidade coletar dados e informações de maior amplitude e qualidade, o que irá permitir, por conseguinte, uma maior eficiência nos trabalhos de supervisão da Susep, inclusive na identificação e correção de desvios de conduta e prudenciais eventualmente identificados”, acrescentou.

O magistrado ressaltou também que o sistema “permitirá que os contratantes e beneficiários identifiquem quais apólices se encontram devidamente registradas e, principalmente, se todos os seguros que constam em seu nome foram voluntariamente e conscientemente por ele contratados”.

O juiz concluiu que “o novo sistema irá melhorar a gestão regulatória por decorrência de vários motivos”. No entendimento do representante da Justiça Federal, o SRO é mais “granular” e abrangente, com informações mais detalhadas. Além disso, os dados serão fornecidas com maior frequência e, portanto, serão mais atualizados, “em nítido contraste com a frequência mensal com que as informações são prestadas por intermédio do Formulário de Informações Periódicas – FIP”.

Gonçalves pontuou ainda ver o serviço contratado com as registradoras, embora gere despesas, como “necessário e com objetivo de aperfeiçoar o poder de fiscalização da Susep”.

O juiz também ressalvou não ter observado um problema de legalidade no processo. “A Susep detém a competência, ‘na qualidade de executora da política traçada pelo CNSP’, de exercer o papel ‘fiscalizador da constituição, organização, funcionamento e operações das Sociedades Seguradoras’. Para tanto, deve ‘baixar instruções e expedir circulares relativas à regulamentação das operações de seguro, de acordo com as diretrizes do CNSP’.”

“Nessas circunstâncias, a Resolução CNSP 383/2020 e a Circular SUSEP 599/2020 não extrapolaram o poder regulamentar ao prescrever que as seguradoras devem contratar empresas especializadas para o registro dos dados de suas operações com seguros, resseguros, previdência privada e capitalização.”

Conforme o despacho, “vale lembrar, também, que o registro de ativos financeiros e de valores mobiliários em entidades registradoras tem se tornado prática usual no âmbito do mercado financeiro, com a finalidade de auxiliar os processos de regulação e de fiscalização das autoridades competentes e de proporcionar maior transparência e eficiência operacional aos participantes de mercado, inclusive em jurisdições estrangeiras”.

Em outro ponto que se contrapõe às críticas da CNseg e da Fenaseg, o juiz apontou que “não há indícios de que as registradoras não irão observar a confidencialidade dos dados sensíveis que lhe serão confiados”.

Na verdade, continua, “presume-se que tal sigilo será mantido, pois, ao estabelecer as regras de homologação dos sistemas de registro e de credenciamento das entidades registradoras de operações de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros, a Circular Susep nº 599/020 prevê que o Termo de Adesão firmado pelas registradoras com a Susep definirá a política de segurança e sigilo na proteção de dados e informações (art. 2º, § 2º, V)”.

Sobre a questão de elevação significativa de gastos para as seguradoras, a Justiça entendeu que “não creio que a parcial redundância dos sistemas de inserção de dados – que não nego existir – possa gerar custos tão grandes a ponto de desobrigar algum filiado das autoras de continuar prestando informações tanto no Sistema de Registro de Operações – SRO quanto por intermédio do Formulário de Informações Periódicas – FIP”.

Para o magistrado, “o SRO não impõe a guarda de novas informações às seguradoras, mas sim estabelece uma sistemática mais eficiente e transparente para o consumidor e para a supervisão do mercado, exigindo apenas que as informações já obrigatoriamente mantidas pelas empresas sejam disponibilizadas de forma organizada, contínua, digital, tempestiva e acessível”.

Além disso, acrescentou, “conforme bem destacado pela Susep, os gastos das seguradoras com o novo sistema equivaleria ‘a 0,02% das receitas obtidas pelo setor no mesmo período dos alegados gastos com a plataforma’”.

Michael O’Donnell assume comando de resseguros da Chubb global

A Chubb Ltd. informou que Michael O’Donnell foi nomeado diretor de operações de resseguro global, com efeito imediato.

O’Donnell administrará as operações estratégicas e táticas das operações globais de resseguro da empresa, enquanto continua sendo responsável pelas operações da Chubb Tempest Re nos Estados Unidos, disse um comunicado da Chubb.

O’Donnell foi recentemente presidente de divisão da Chubb Tempest Re USA.

Ele está baseado em Stamford, Connecticut, e continuará a se reportar a Jim Wixtead, vice-presidente sênior do Chubb Group e presidente da Chubb Tempest Re.

Famílias das vítimas do submarino podem processar OceanGate, apesar das renúncias de responsabilidade

Fonte: Reuters

Isenções de responsabilidade assinadas por passageiros de um submersível perdido no mar durante um mergulho nos destroços do Titanic podem não proteger o proprietário da embarcação de possíveis ações judiciais por parte das famílias das vítimas, disseram especialistas jurídicos.

O submersível Titan desapareceu no domingo com cerca de duas horas de mergulho e foi encontrado em pedaços no fundo do oceano depois do que a Guarda Costeira dos EUA disse na quinta-feira ter sido uma “implosão catastrófica” de sua câmara de pressão.

Acredita-se que os passageiros, que pagaram até US$ 250.000 cada para viajar a 12.500 pés abaixo da superfície, assinaram isenções de responsabilidade. Um repórter da CBS que fez a viagem com a OceanGate Expeditions em julho de 2022 relatou que o termo de responsabilidade que ele assinou mencionava a possibilidade de morte três vezes apenas na primeira página.

A Reuters não pôde confirmar de forma independente os termos das renúncias da OceanGate. A OceanGate não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários na quinta-feira.

As renúncias nem sempre são rígidas e não é incomum que os juízes as rejeitem se houver evidências de negligência grave ou perigos que não foram totalmente divulgados.

“Se houver aspectos do projeto ou construção desta embarcação que foram mantidos em sigilo pelos passageiros ou se ela foi operada conscientemente, apesar da informação de que não era adequada para este mergulho, isso iria absolutamente contra a validade da renúncia”, disse o advogado e especialista em direito marítimo Matthew D. Shaffer, que mora no Texas.

A OceanGate poderia argumentar que não foi grosseiramente negligente e que as renúncias se aplicam porque descreviam completamente os perigos inerentes ao sondar as profundezas do oceano em um submersível do tamanho de uma minivan. O grau de qualquer negligência potencial e como isso pode afetar a aplicabilidade das renúncias dependerá das causas do desastre, que ainda estão sob investigação.

“Existem tantos exemplos diferentes do que as famílias ainda podem reivindicar, apesar das renúncias, mas até que saibamos a causa, não podemos determinar se as renúncias se aplicam”, disse o advogado de danos pessoais Joseph Low, da Califórnia.

A OceanGate é uma pequena empresa sediada em Everett, Washington, e não está claro se ela possui ativos para pagar danos significativos, caso algum deles seja concedido, mas as famílias podem cobrar da apólice de seguro da empresa, se houver.

As famílias também podem buscar indenização de terceiros que projetaram, ajudaram a construir ou fabricaram componentes para o Titã se forem considerados negligentes e causadores da implosão.

A OceanGate poderia tentar se proteger de danos entrando com a chamada ação de limitação de responsabilidade sob a lei marítima, que permite que os proprietários de embarcações envolvidas em um acidente peçam a um tribunal federal que limite quaisquer danos ao valor atual da embarcação. Como o Titã foi destruído, isso seria zero.

Mas a OceanGate precisaria provar que não tinha conhecimento de possíveis defeitos com o submersível e carregaria o ônus da prova, que especialistas jurídicos disseram ser um ônus difícil de cumprir.

Se a OceanGate falhasse em tal caso, as famílias estariam livres para abrir processos por negligência ou homicídio culposo. As famílias não foram localizadas na quinta-feira. É possível que nenhum deles processe.

Outra lei marítima, a Lei da Morte em Alto Mar, permite que as pessoas que dependiam financeiramente de alguém que morreu em um acidente naval busquem apenas a parte dos ganhos futuros dessa pessoa que teriam recebido de outra forma. Os autores não podem recuperar perdas por danos morais nesses casos.

O que a OceanGate sabia sobre a segurança da embarcação e o que os passageiros ouviram sobre isso seriam as questões centrais durante a descoberta, um processo durante o qual as partes compartilham informações sobre um caso.

Prudential do Brasil: protegendo vidas há 25 anos

Fonte: Prudential

Durante duas décadas e meia, a Prudential do Brasil construiu uma sólida trajetória de crescimento, fundamentada em levar cobertura securitária e proteção familiar a cada vez mais brasileiros. Com um compromisso firme com seus valores e princípios, a maior seguradora independente do ramo de pessoas do país, liderou a transformação da indústria de seguros de vida no país, oferecendo soluções cada vez mais alinhadas às necessidades da população.

Recentemente, a Prudential superou a marca de 3,5 milhões de vidas seguradas e já devolveu para as famílias brasileiras mais de R$ 3 bilhões em benefícios pagos. Desde o início de sua história no Brasil, a empresa tem sido pioneira em lançar produtos inovadores, como o primeiro seguro de doenças graves para crianças e adolescentes com idades entre 2 e 13 anos. Em seu portfólio de produtos, a empresa conta com coberturas vitalícias e temporárias, que incluem proteções para acidentes pessoais, doenças graves, invalidez, cirurgias e quebra de ossos, fortalecendo o conceito de oferecer soluções para serem utilizadas em vida.

Ampliar o acesso ao seguro de vida no país é outra prioridade para a Prudential. Uma das iniciativas da seguradora para tornar o produto mais acessível a outras camadas da população, especialmente, profissionais autônomos, foi ingressar no mercado de seguro de vida massificado. A parceria firmada com o Mercado Pago leva uma proposta de valor baseada na necessidade do cliente e oferece produtos personalizados que podem ser contratados de forma 100% digital, desburocratizada e focada na agilidade do pagamento do benefício por meio de uma conta digital.

Todo os seus negócios são pautados pela ética, comprometimento e integridade. Pelo novo ano consecutivo, a companhia foi eleita uma das empresas mais éticas do mundo, certificação concedida pelo Ethisphere Institute, líder global na definição e avanço das melhores práticas de éticas empresariais. Com coragem e compromisso de proteger pessoas, famílias e patrimônios, a Prudential do Brasil foi a primeira seguradora a anunciar o pagamento de benefícios por Covid-19, mesmo diante de cláusulas que excluíam pandemias e epidemias dos contratos de seguros de vida. Essa iniciativa reforçou o compromisso da Prudential de estar ao lado de seus segurados nos momentos mais desafiadores.

Otimista com o futuro, a Prudential do Brasil aposta confiante em sua estratégia de crescimento para os próximos anos, diversificando e fortalecendo seus canais de distribuição, expandindo sua rede de franquias e investindo forte em inovação, tecnologia, novos produtos e serviços. Até 2015, prevê alcançar cinco milhões de vidas protegidas, e para atingir essa meta arrojada, irá acelerar a cultura centrada no cliente, liderando iniciativas que aprimorem a experiência de seus segurados, franqueados e parceiros.

MAG Seguros realiza primeira edição da Conexão MAG Mercado

Fonte: MAG

Buscando ampliar as oportunidades de comercialização do seguro de vida individual no mercado brasileiro, a MAG Seguros realiza pela primeira vez a Conexão MAG Mercado, iniciativa que reunirá semanalmente corretores independentes de todo o país. A ação, que vai até 30 de agosto, conta com a participação de mais de 600 profissionais e tem o objetivo de capacitar os corretores em diversas frentes, a fim de possibilitá-los atuar no setor que mais cresce no mercado segurador – 9,5% no seguro de pessoas e 17,1% no seguro de vida individual, no Q1 deste ano, de acordo com dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida). 


“Nossa ideia é capacitar os corretores inscritos em diversas frentes. Fazê-lo, por exemplo, avaliar e entender o cenário econômico do país, ajudá-lo na abordagem junto ao cliente e aprimorar suas técnicas para comercialização do seguro de vida individual. Acredito que seja a primeira vez que uma iniciativa tão profunda e organizada é realizada a fim de capacitar os profissionais para este segmento, de tão alto potencial de mercado”, destaca Waldemir Fiorio, superintendente de Negócios e Mercado da MAG Seguros.


A abertura do Conexão MAG Mercado contou com uma palestra comandada por Cátia Tarabal, superintendente de Analytics, Pesquisa e Produtos. Como introdução à série de encontros, a convidada apresentou um pouco mais do contexto econômico do país, abordou sobre a demografia da sociedade brasileira e mostrou aos corretores de todos os ramos o potencial do mercado segurador, em especial do seguro de vida.


Conexão MAG Mercado é uma iniciativa 100% online e irá reconhecer os profissionais com a chancela da MAG Universidade, instituição que busca a formação continuada de colaboradores e corretores de seguros de vida e previdência parceiros, que têm à disposição um amplo portfólio de materiais e cursos voltados ao aprimoramento profissional.

Saiba quais são os primeiros painelistas confirmados

A CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), entidade responsável pela organização da 38ª edição da FIDES, acaba de anunciar seis palestrantes confirmados para o encontro que reunirá entidades da indústria seguradora das Américas e Península Ibérica entre os dias 24 e 26 de setembro deste ano, no Centro de Convenções & Hotéis Windsor, no Rio de Janeiro.

“A Fides acontece a cada dois anos, porém, com a COVID-19, a última edição, que seria em 2021, não pode acontecer. O evento é uma oportunidade única para promover networking com grandes profissionais e, também, saber mais sobre tendências e perspectivas para o mercado segurador a médio e longo prazos”, explica Dyogo Oliveira, presidente da CNseg. 

Além dos keynotes Luis Alberto Moreno, ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, e Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia (2008), que já foram confirmados para a ocasião, confira abaixo os painelistas que marcarão presença no evento.

Painel: Transformação Digital

Roberto Santos – Presidente da Porto Seguro

Marcador com preenchimento sólidoBrasil

Homem com óculos de grauDescrição gerada automaticamente

Formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal Fluminense, Santos faz parte do Grupo Porto há 22 anos. Além de ocupar o cargo de presidente do Conselho Diretor da CNseg, o profissional também esteve na mesma cadeira no Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e, ainda, foi professor da Escola Nacional de Seguros. 

Painel: Insurance Global Trends

Daniel Castilho – Vice-presidente de Subscrição do IRB (Re)

Marcador com preenchimento sólido Brasil

Homem de camisa azul sorrindoDescrição gerada automaticamenteCom uma trajetória de quatro décadas dedicadas ao setor de resseguros, tendo atuado em áreas técnicas de sinistros e de subscrição, o vice-presidente de Subscrição do IRB (Re), Daniel Castillo, acumula posições de liderança nacional e regional em diversas partes do mundo. É graduado em engenharia civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e possui MBA da Queen’s University, do Canadá.

Painel: ASG 

Bárbara Buchner – Diretora-geral Global da Climate Policy Initiative – CPI

Marcador com preenchimento sólidoÁustria

Foto do perfil de Barbara BuchnerBarbara Buchner é diretora administrativa global da iniciativa de política climática. Nomeada uma das 20 mulheres mais influentes em mudanças climáticas e uma das 100 pessoas mais influentes na política climática, Barbara assessora líderes sobre investimentos em clima, energia e uso da terra em todo o mundo.

Kaspar Mueller – Presidente de resseguros para a América Latina da Swiss Re

Marcador com preenchimento sólidoSuíça

Foto do perfil de Kaspar MüllerCom mais de 20 anos no mercado, Kaspar Mueller é presidente de resseguros na América Latina da Swiss Re. Mueller iniciou sua carreira como analista financeiro para investimentos alternativos na mesma empresa. Posteriormente, trabalhou para uma empresa de consultoria de gestão com clientes de seguros e bancos. O profissional possui mestrado em finanças pela Universidade de Zurique.

Painel: Segurança Cibernética 

Gil Arazi – Fundador e sócio-gerente da insurtech FinTLV Venture Capital

Marcador com preenchimento sólidoIsrael

Foto do perfil de Gil AraziFundador e sócio-gerente da insurtech FinTLV Venture Capital, empresa de capital de risco de insurtech (tecnologia de seguros), líder global em fase avançada (Hippo, Next Insurance, Unqork, Corvus, wefox e muito mais), Arazi possui 20 anos de experiência como executivo sênior e membro do conselho das maiores seguradoras de Israel e é um empreendedor sazonal no ecossistema de startups de insurtech, além de ser um CPA (Israel).

Hank Watkins – Diretor regional e presidente para as Américas da Lloyd’s

Marcador com preenchimento sólidoEUA

Foto do perfil de Hank WatkinsHank é responsável pela implementação da estratégia do Lloyd’s nos Estados Unidos, Canadá, América Latina e Caribe. Formado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, ele é membro do Conselho de Supervisores da Escola de Gerenciamento de Riscos da St. John’s University e faz parte dos conselhos da Insurance Industry Charitable Foundation e da Insurance Federation of New York.

INGRESSOS

Representantes de 39 países já garantiram ingressos para a maior conferência de seguros da América Latina, a FIDES Rio 2023, que será realizada na capital carioca, entre 24 e 26 de setembro de 2023. Além do Brasil, que lidera o ranking com 35,2% dos ingressos vendidos, aparecem na lista os Estados Unidos, com 13,6%; Reino Unido, com 6,6%; Argentina, com 5,6%; e México e Colômbia empatados com 4,5%. O ranking dos top 10 países é finalizado com Paraguai e Alemanha, com 3,1%; e Equador e Bolívia, com 2,9%.  

Participantes da Suíça, Barbados, Eslovênia, Índia, Singapura, Afeganistão, Israel e Bulgária também já estão confirmados. Com pouco mais de três meses restantes para a realização do evento, 72% dos ingressos disponíveis já foram vendidos.

Para saber mais sobre o evento e garantir seu ingresso acesse aqui.  

CNseg: 72 anos dedicados à democratização do seguro


Fonte: CNseg

Criada em 25 de junho de 1951, sob o nome Federação Nacional das Empresas de Seguros (Fenaseg), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) completa 72 anos. A entidade mantém firme seu propósito de contribuir para o desenvolvimento dos seguros, previdência privada e capitalização no país e, como consequência, da própria economia nacional. 

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, que completou um ano de gestão à frente da entidade, ressalta que a Confederação tem cumprido com enorme sucesso seu papel e que há muitos avanços nas mais diferentes áreas. “A nossa grande meta é democratizar cada vez mais o seguro, e temos dado passos importantes nessa direção.”

Para alcançar esses objetivos, a entidade recentemente lançou duas iniciativas, que são o Plano de Desenvolvimento do Mercado Segurador e a Agenda Institucional do Setor.  Ambas visam ampliar o acesso de pessoas e empresas à proteção securitária e contribuir para o desenvolvimento da economia brasileira. 

Oliveira comenta que, além desses projetos, a Confederação tem promovido uma comunicação muito mais efetiva, em uma estratégia de popularização do seguro visitando vários estados, tendo maior engajamento com o poder público além de participar de eventos nacionais e internacionais relevantes, liderando pautas importantes e sendo reconhecida pelas autoridades.

“Hoje, o seguro representa 6,2% do PIB brasileiro. Nossa expectativa é avançar para 10% em 2030. Estamos trabalhando com o propósito de aumentar em 20% o número de consumidores protegidos com os produtos do mercado segurador”, concluiu Oliveira.

Embora a fundação da Confederação conte da data de sua oficialização, em 25 de junho de 1951, quando estavam presentes delegados dos Sindicatos de Seguradoras de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul, o reconhecimento pelo Ministério do Trabalho ocorreu apenas em 30 de novembro de 1953, quando congregou também o Sindicato de Pernambuco, atingindo assim o número mínimo de sindicatos requerido pela legislação vigente.

Alper anuncia duas novas vice-presidências

A Alper Consultoria em Seguros anuncia a criação de duas novas vice-presidências. A estratégia faz parte do atual momento da companhia de forte crescimento de negócios, o que permite que a empresa continue investindo em novos talentos e executivos de ponta para suportar a expansão de longo prazo.

A vice-presidência de Cativas, Risk Management & Sinistros RE será comandada por Marcelo Elias. O executivo tem uma vasta experiência de mais de 29 anos na Marsh, outros 4 anos na Lockton, e uma enorme capacidade técnica para comandar novas funções e responsabilidades.

Já Alexandre Boccia será responsável por comandar a vice-presidência de Bancassurance, Massificados & Filiais. O executivo tem mais de 30 anos no mercado de seguros liderando negócios nessas áreas e a expansão de negócios e filiais em diversas seguradoras. Boccia foi CEO da Aon Affinity, da Conecta, da Zurich Life do BNP Cardif. Além disso, ele possui experiência nacional e internacional em seguradoras como ACE, Chubb e AIG.

Os executivos assumem as novas VPs a partir de hoje (23/06), e se reportam ao CEO da companhia, Marcos Couto. 

“Estou muito otimista com este novo momento, certo de que o Marcelo Elias e o Alexandre Boccia serão peças fundamentais no nosso projeto de longo prazo e expansão dos negócios em suas linhas de responsabilidade”, afirma Couto.