Capitalização cresce 8,8% e movimenta R$ 28,67 bilhões até outubro 

A Capitalização movimentou R$ 28,67 bilhões entre janeiro e outubro de 2025, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), analisados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), mostram um setor em expansão e cada vez mais relevante para os brasileiros, sustentado pela solidez de um produto que combina segurança, formação de reserva e a possibilidade de participação em sorteios, dentro de um ambiente regulado e supervisionado.
 

No período, os resgates alcançaram R$ 21,55 bilhões e os sorteios pagos em dinheiro somaram R$ 1,70 bilhão, totalizando R$ 23,25 bilhões devolvidos à sociedade. As reservas técnicas da Capitalização chegaram a R$ 44,11 bilhões, reforçando a segurança para clientes e empresas que utilizam os Títulos como instrumento de planejamento financeiro.
 

Nesse cenário, as modalidades Tradicional, Filantropia Premiável e Incentivo apresentaram evolução em todas as variáveis analisadas – arrecadação, resgates e sorteios -, consolidando o papel dos Títulos como uma alternativa acessível, segura e confiável para a formação de reservas e a organização financeira de diferentes perfis de público. 
 

A modalidade Tradicional registrou arrecadação de R$ 20,60 bilhões, alta de 7%. A Filantropia Premiável totalizou R$ 3,49 bilhões, um aumento de 6,3%. A confiança dos clientes nessa modalidade permitiu o repasse de R$ 1,73 bilhão a entidades filantrópicas. Desta forma, a Capitalização representa um aliado essencial para a sustentabilidade financeira dessas instituições e apoio a pessoas em vulnerabilidade social.
 

Em relação à modalidade de Incentivo, foram registrados R$ 280 milhões de sorteios, alta de 51,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. A arrecadação do produto teve um crescimento de 27,9%. Muito procurada por quem deseja participar de múltiplos sorteios, a modalidade Popular registrou receita de R$ 240 milhões. 

“O desempenho até outubro confirma a solidez do setor e a confiança dos brasileiros em um produto que alia formação de reserva, possibilidade de resgate e sorteios, sempre dentro de um ambiente regulado e supervisionado. Os números mostram que a Capitalização cumpre um papel relevante na organização financeira das famílias e na devolução de recursos à sociedade”, destaca Denis Morais, presidente da FenaCap.
 

A Capitalização tem ampliado seu alcance ao atender diversos objetivos financeiros, desde a organização do orçamento familiar até estratégias empresariais de incentivo, promoção e apoio a causas sociais. Além disso, os Títulos também são utilizados como instrumento de garantia em contratos e obras públicas, contribuindo para a execução de projetos de infraestrutura e para a segurança das relações comerciais. Essa versatilidade, aliada à supervisão regulatória e à solidez do setor, reforça o papel da Capitalização como um produto democrático, capaz de se adaptar às demandas da economia e contribuir para o desenvolvimento econômico e social.
 

“Com quase cem anos de história no país, o setor segue evoluindo, investindo em inovação e em títulos cada vez mais flexíveis e digitais, sem abrir mão da segurança e da supervisão. É um produto que atende a todos os públicos, incentiva a educação financeira e contribui para o desenvolvimento econômico em diferentes contextos”, completa Denis.

Artemis: cat bonds tem emissões recordes de US$ 7 bi no quarto trimestre

Fonte: Artemis

O mercado de cats bonds e de insurance-linked securities (ILS) quebrou diversos recordes em 2025. Ao todo, 122 transações levaram ao mercado um volume inédito de US$ 25,6 bilhões em novas emissões, com o apoio de 15 novos entrantes, segundo o mais recente relatório da Artemis.

O relatório do quarto trimestre e do ano completo de 2025 da Artemis sobre o mercado de cat bonds e ILS já está disponível para download gratuito. O estudo detalha um ano excepcional para o segmento, no qual as emissões superaram US$ 20 bilhões pela primeira vez, ampliando em 45% o recorde anterior, de US$ 17,7 bilhões.

De acordo com o Artemis Deal Directory, em 2025 as emissões vieram de um número recorde de 122 transações, considerando operações sob a regra 144A e colocações privadas. Além disso, 15 patrocinadores acessaram o mercado pela primeira vez — outro recorde histórico.

As emissões do quarto trimestre de 2025, que superaram US$ 7 bilhões, também estabeleceram um novo recorde para o período final do ano e configuram o quinto maior trimestre da história do mercado. O desempenho foi impulsionado por recordes mensais de emissões tanto em novembro quanto em dezembro.

O volume trimestral foi puxado por mais de US$ 6,4 bilhões em cat bonds de propriedade estruturados sob a regra 144A, o que levou o total anual desse tipo de operação a um recorde de US$ 23,9 bilhões em 2025. O ano também foi histórico para o volume total de emissões 144A, que, ao incluir riscos não catastróficos — como ciber —, alcançou US$ 25 bilhões.

Apesar de um volume relevante de vencimentos ao longo de 2025, a força das novas emissões foi suficiente para garantir um crescimento líquido de 24%, equivalente a US$ 11,9 bilhões na comparação anual. Com isso, o mercado encerrou 2025 em um patamar recorde de US$ 61,3 bilhões.

O relatório completo da Artemis aprofunda esses resultados e apresenta diversos outros indicadores do quarto trimestre e do ano de 2025, incluindo perigos cobertos, gatilhos, precificação e outras métricas relevantes do mercado de catastrophe bonds.

Aportes em planos de previdência privada aberta caem 19,6% até novembro  

Relatório da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi sobre o mercado de previdência privada aberta evidencia mais uma queda nos aportes. Nos onze primeiros meses de 2025, os prêmios e contribuições somaram R$ 142 bilhões, uma retração de 19,6% na comparação com o mesmo período de 2024.
 

Nesse intervalo, foram resgatados R$ 140 bilhões, apresentando alta de 13,9% – o que levou à captação líquida (resultado dos aportes subtraídos das retiradas) de R$ 2 bilhões, valor 96,3% menor, na mesma base de comparação.
 

Com destaque para o resultado somente de novembro (mês), o relatório aponta diminuição de 32,5% nos aportes, que somaram R$ 9,3 bilhões, acompanhado por uma alta de 2,6% nos resgates (R$ 11,7 bilhões), levando à captação líquida negativa de 2,3 bilhões, uma retração de 195,8% contra o observado em novembro do ano anterior. 
 

Ainda em novembro, o setor administrava R$ 1,8 trilhão em ativos, o que equivale a aproximadamente 13,9% do PIB brasileiro. 
 

Resultados por tipo de plano de previdência 
 

O relatório aponta também que 90% do total arrecadado entre janeiro e novembro foi destinado para os planos VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre –, enquanto 8% do total (R$ 11,1 bilhões) foi aportado em planos PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre – e os 2% restantes em planos Tradicionais. 
 

O documento também traz a informação de que até novembro de 2025 existiam mais de 13,6 milhões de planos de previdência aberta no Brasil. Desses, pouco mais de 8,5 milhões de planos eram do tipo VGBL (63%); outros 23% (3,1 milhões de planos) eram PGBL e 14% (cerca de 2 milhões de planos) se referem aos Tradicionais. 
 

Os referidos planos pertencem a 11,2 milhões de pessoas, dos quais 8,9 milhões estavam em planos individuais.

Generali Brasil lança site e reforça estratégia digital aos 100 anos 

Generali-Milao

A Generali Brasil, uma das principais seguradoras do país e parte de um dos maiores grupos de seguros do mundo, apresenta seu novo site institucional, que chega para tornar a navegação mais simples, fluida e orientada às necessidades de clientes e parceiros de negócios. 

A novidade reforça o momento de transformação digital e crescimento da companhia, que vive uma nova fase ao se posicionar como seguradora de nicho com forte uso de tecnologia para ganho de eficiência e melhoria da experiência do cliente. 

Foco na experiência do usuário 

O novo site foi redesenhado para facilitar o acesso às principais soluções da Generali, com organização clara por segmentos e produtos, linguagem mais direta e caminhos de navegação que reduzem o número de cliques até as informações mais buscadas. 

A proposta é permitir que o usuário encontre rapidamente como avisar um sinistro, detalhes de coberturas, benefícios e canais de atendimento, em uma jornada mais fluida e intuitiva em qualquer dispositivo. 

Mais do que uma nova vitrine da marca, o site foi pensado como uma evolução concreta de jornada digital, conectando stakeholders a informações e serviços de forma simples, rápida e segura. 

Jornada digital e autosserviço 
 

A plataforma acompanha o movimento da Generali de investir em tecnologia para simplificar a gestão de apólices e o atendimento, integrando recursos digitais que ampliam o autosserviço e reduzem a burocracia para clientes e parceiros. Com isso, o site se torna um hub de relacionamento, concentrando informações, serviços e contato com a seguradora em um único ambiente, com navegação responsiva. 

O lançamento está em linha com o plano de expansão da Generali Brasil, que vem registrando forte crescimento em prêmios e resultados, consolidando sua atuação em seguros de Vida, produtos massificados e grandes riscos, com foco em soluções customizadas. A companhia tem sido reconhecida por sua agenda de inovação e pelo uso inteligente de tecnologia para melhorar a experiência do cliente e a eficiência operacional. 

Em seu ano de centenário no país, a Generali reforça o compromisso de se manter próxima, moderna e socialmente responsável, combinando tradição e inovação. O novo site é um dos símbolos dessa nova fase. Acesse: www.generali.com.br

Tokio Marine atinge R$ 4 bilhões em faturamento na diretoria de produtos pessoa jurídica em 2025

A Diretoria Executiva de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine alcançou, em 2025, a marca histórica de R$ 4 bilhões em faturamento, registrando um crescimento de 10,56% em relação a 2024. O resultado consolida a Companhia como uma das principais forças do seguro corporativo no Brasil, mesmo em um cenário marcado por intensa competitividade e entrada de novos players.

O desempenho expressivo é reflexo de uma combinação de fatores estratégicos, como índice de renovação de contas próximo a 80%, manutenção e fortalecimento das equipes — com destaque para o time de subscrição, além de uma estratégia de longo prazo bem definida, sustentada por robusta governança técnica e financeira.

Entre os diferenciais que sustentam essa trajetória estão ainda o rating A+++ atribuído pela Moody’s local, um dos contratos de resseguro mais sólidos do mercado, abrangendo diversas linhas de negócios, e o posicionamento da Tokio Marine como uma Seguradora Multiprodutos, com distribuição realizada exclusivamente por meio do Corretor, atendendo os Canais Varejo, Corporate e Canais Especiais.

“Temos muito orgulho desse resultado. Atingir R$ 4 bilhões em faturamento em um ano tão desafiador como 2025 demonstra a força da nossa estratégia, a qualidade técnica das nossas equipes e a confiança que Corretores e Clientes depositam na Tokio Marine”, afirma o Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica, Felipe Smith. Segundo o executivo, a dimensão do resultado evidencia a relevância da atuação da Companhia no mercado brasileiro de seguros.

“Se a área de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine fosse, isoladamente, uma seguradora de produtos não-vida, ela ocuparia hoje a nona posição no ranking do mercado, o que reforça a pujança e a consistência da nossa operação”, destaca Smith.

O crescimento com rentabilidade também se reflete na liderança e no protagonismo em diversas carteiras estratégicas. Atualmente, a Tokio Marine ocupa a primeira posição em RC Geral e a segunda colocação nos mercados de Transportes, Riscos de Engenharia e Property, consolidando-se como uma das principais referências técnicas e comerciais do setor.

Box | Planos para 2026: crescimento com disciplina e foco no Corretor

Para 2026, a estratégia da Tokio Marine em Produtos Pessoa Jurídica prevê a manutenção do crescimento em dois dígitos, sempre aliada à disciplina de subscrição. Entre as prioridades estão o estudo para entrada em novas linhas de negócios, além do aumento de participação em carteiras nas quais ainda há espaço relevante para expansão.

A Companhia também seguirá investindo fortemente em tecnologia e inovação, com o objetivo de simplificar processos e aprimorar a experiência do Corretor. Em 2025, a Tokio Marine avançou de forma significativa com a entrega do Portal de Garantia e uma série de melhorias no Seguro Empresarial, por exemplo, movimento que continuará nos próximos ciclos.

“Nossa diretriz é colocar cada vez mais a cotação dos produtos PJ na ponta, dando mais autonomia, agilidade e eficiência ao dia a dia dos Corretores. Esse é um pilar central da nossa estratégia e seguirá guiando nossos investimentos”, reforça Felipe Smith.

Atualmente, a Tokio Marine ocupa a segunda posição entre as maiores seguradoras de Produtos Pessoa Jurídica do país, resultado de uma atuação consistente, técnica e alinhada às necessidades do mercado corporativo brasileiro.

Box | Liderança com experiência e visão de longo prazo

A Diretoria Executiva de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine conta com um time de executivos altamente experientes, que respondem diretamente ao Diretor Executivo Felipe Smith:

Anderson Soares – Gerente de Responsabilidade Civil

Carol Ayub – Diretora de Produtos Financeiros

Joaquim Neto – Superintendente de Produtos Agro

Nilton Haiter – Superintendente de Resseguro

Relze Fernandes – Superintendente de Estratégia de Produtos PJ

Sidney Cezarino – Diretor de Seguros Patrimoniais

Valdo Alves – Diretor de Transportes

86% dos consumidores priorizam marcas que demonstram cuidado genuíno, mostra pesquisa da Zurich

Lucia zurich seguros

A empatia é um valor central para os consumidores brasileiros. De acordo com o estudo global “Addressing the Empathy Gap”, realizado pela Zurich Insurance Group em parceria com o instituto YouGov, 86% dos brasileiros afirmam que é importante ou muito importante que uma empresa demonstre empatia e se preocupe genuinamente com suas necessidades. Trata-se de um dos percentuais mais altos entre os países pesquisados, atrás apenas do Chile (89%) e ao lado de Portugal (86%). 

Além disso, o Brasil ocupa a segunda posição global entre os países com maior disposição de pagar mais por produtos ou serviços de marcas que demonstram empatia, com 60% dos entrevistados declarando que aceitariam esse custo adicional. O país fica atrás apenas da Malásia (65%) e supera mercados como Chile (58%), Austrália (50%), Portugal (49%), Itália (40%), Alemanha (39%), Emirados Árabes Unidos (36%), Espanha (34%), Reino Unido (32%) e Estados Unidos (29%). 

No setor de seguros, a empatia também se mostrou um critério decisivo: o Brasil está entre os três países com maior disposição de pagar mais por seguradoras percebidas como empáticas. 

O estudo foi desenvolvido em colaboração com o professor Jamil Zaki, diretor do Laboratório de Neurociência Social da Universidade de Stanford. Foram ouvidos mais de 11.500 consumidores em 11 países, com o objetivo de mostrar que o cliente valoriza profundamente o cuidado e a escuta ativa, especialmente em momentos de maior vulnerabilidade. 

“As organizações precisam incorporar conexões humanas genuínas como base de confiança, lealdade e crescimento sustentável. Na Zurich, enxergamos a empatia como uma habilidade que pode ser desenvolvida e que fortalece o vínculo com o cliente em cada interação”, afirma Conny Kalcher, Chief Customer Officer da Zurich Insurance Group. 

“A empatia é um fio condutor em toda a minha pesquisa acadêmica. Estudos consistentes mostram que ela fortalece a confiança, a cooperação e o sucesso no longo prazo. Esse relatório mostra como a empatia aparece no contexto corporativo e por que ela deve ser incorporada à experiência do cliente”, complementa o professor Jamil Zaki, diretor do Stanford Social Neuroscience Laboratory. 

Os sinais mais reconhecidos de empatia entre os brasileiros, segundo o estudo, são: 

  • Tratar os clientes com respeito 
  • Ser transparente sobre preços e serviços 
  • Oferecer atendimento acessível e humanizado 
  • Demonstrar preocupação com causas sociais e ambientais 

Além dos números, a pesquisa também capturou relatos de consumidores que vivenciaram experiências positivas com marcas empáticas. Um dos exemplos citados foi o de um motorista de aplicativo no Brasil que devolveu pessoalmente um item esquecido por um passageiro, reforçando o poder do gesto humano na construção da confiança. 

Empatia como competência treinável

No Brasil, a Zurich também tem investido na formação de seus colaboradores para fortalecer a empatia em todas as etapas da jornada do cliente. Desde 2024 até o momento, a companhia já acumulou mais de 3.700 horas de treinamentos com foco especial nas equipes de atendimento e operação. As ações incluem palestras, podcasts internos, workshops presenciais, ativações durante as comemorações ao Dia do Consumidor e Dia do Cliente, e trilhas online sobre comunicação com empatia.  

Essas ações fazem parte da estratégia da Zurich de consolidar a empatia e o tom de voz como competências transversais, com foco em respeito, clareza e acolhimento nas relações com clientes, corretores e parceiros. 

“O estudo reforça aquilo que temos buscado na prática no Brasil: ser uma empresa empática significa ouvir de verdade, adaptar soluções às realidades locais e construir uma cultura de cuidado que permeia todas as áreas da organização. Isso se reflete no modo como atendemos nossos clientes, como nos comunicamos com os corretores e parceiros, e como fortalecemos nossa escuta ativa interna. A empatia é uma competência estratégica que impacta diretamente a experiência do cliente e a reputação da marca”, destaca Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. 

Metodologia

Pesquisa realizada pela YouGov Plc com 11.560 adultos entre os dias 12 e 28 de maio de 2025 em 11 países: Austrália, Brasil, Chile, Portugal, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Malásia e Espanha. Os dados foram ponderados e são representativos da população adulta (18+) de cada mercado analisado. 

Sobre os parceiros

Dr. Jamil Zaki

Professor de Psicologia em Stanford, Zaki é referência mundial em empatia, cooperação e confiança. Autor de livros e palestras TED, é defensor da empatia como competência que pode ser treinada e aplicada. 

YouGov
Uma das maiores empresas globais de pesquisa e análise de dados, com atuação nos EUA, Américas, Europa, Oriente Médio, Índia e Ásia-Pacífico. 

Seguradora Prudential do Brasil anuncia renovação à tenista Bia Haddad Maia

A Prudential do Brasil anuncia a renovação do patrocínio à tenista brasileira Bia Haddad Maia, um dos maiores nomes do tênis feminino mundial. A parceria entre a seguradora e a atleta, que teve início em janeiro de 2023, segue agora por mais um ciclo. Bia Haddad se prepara para retornar às quadras em 2026, com participação confirmada no WTA 500 de Adelaide, a partir de 12 de janeiro, dando início à temporada internacional.

Ao longo desses anos, a Prudential celebrou momentos históricos da carreira de Bia, como sua chegada ao Top 10 do ranking mundial da WTA, uma marca inédita para o tênis feminino do Brasil na Era Aberta, e conquistas expressivas em torneios de nível mundial.

“Para a Prudential, apoiar Bia é também apoiar as mulheres que transformam desafios em oportunidades. A trajetória dela, marcada por superação, resiliência e amor ao esporte, reflete os valores que defendemos como cuidar de pessoas e do futuro”, afirma Fernanda Riezemberg, diretora de Marketing da Prudential do Brasil.

Bia Haddad reforça a importância de ter ao seu lado marcas que refletem os valores que acredita. “O tênis me ensinou que evolução é resultado de constância, trabalho e resiliência. Ter ao meu lado uma marca que acredita nesse processo faz diferença em momentos decisivos da carreira”, reforça.

Planejamento financeiro durante a gestação exige medidas de proteção adicionais, pontua Generali Seguros 

O Brasil registra cerca de 7 mil nascimentos por dia, segundo dados do IBGE. Por trás de cada um desses números, existe um planejamento financeiro focado no enxoval, no quarto e no parto. Mas quantos desses casais estão protegidos contra os imprevistos que não aparecem no ultrassom? Um seguro gestacional que cobre ambos os pais não é sobre prever tragédias, é sobre garantir que o projeto mais importante da sua vida nunca fique desamparado
 

Um exemplo é a solução pensada pela Generali Brasil, que desenvolveu um produto que garante indenização em caso de falecimento de qualquer um dos membros do casal, mesmo que um deles não seja o titular da apólice. Essa proteção adicional assegura suporte imediato ao parceiro e ao recém-nascido, evitando vulnerabilidade financeira em situações inesperadas.
 

“Nosso objetivo é ampliar a segurança das famílias e oferecer soluções que realmente façam diferença. A cobertura Gestão Protegida reforça nosso compromisso de estar ao lado dos clientes quando eles mais precisam”, afirma Conrado Gordon, Diretor Técnico e de Sinistros da Generali Brasil.
 

Esse tipo de seguro oferece à família indenização imediata após abertura do sinistro, sem necessidade de aguardar o parto; e proteção estendida para ambos os pais, incluindo compensação adicional em caso de falecimento da gestante.


Essa iniciativa nasce da cultura de colocar o cliente no centro das decisões e responde a uma demanda crescente por benefícios que apoiem famílias em momentos críticos.
 

A Generali é um dos maiores grupos de seguros e gestão de ativos do mundo. Fundada em 1831, está presente em mais de 50 países, com um total de prêmios de 95,2 bilhões de euros. No Brasil há 100 anos, a companhia oferece soluções em seguros de vida, patrimoniais e massificados.

Manny Padilla é nomeado presidente da RIMS para 2026

RIMS (Risk Management Society) anunciou que Manuel “Manny” Padilla assumirá a presidência da entidade no mandato de 2026, com início em 1º de janeiro. Ele será o 70º presidente da RIMS e o primeiro de origem hispânica a ocupar o cargo.

Atualmente, Manny Padilla é vice-presidente de Gestão de Riscos e Seguros da MacAndrews & Forbes Incorporated, holding com atuação em um portfólio diversificado de negócios, que já incluiu setores como cosméticos, cinema e entretenimento digital, jogos e sistemas de loteria, serviços bancários, mídia impressa, equipamentos militares, mineração e biotecnologia. Desde que ingressou na empresa, em 1992, é responsável pela análise, contratação e gestão de diferentes frentes de risco, incluindo a condução de sinistros de primeira e terceira parte.

A trajetória de Padilla na gestão de riscos começou ainda como estudante, quando recebeu uma bolsa para participar da conferência anual da RIMS, em 1992, em Nova Orleans — evento que hoje é conhecido como RISKWORLD®. Desde então, manteve participação ativa na entidade, ocupando cargos de liderança no Conselho, além de funções de destaque no Comitê de Políticas Públicas da RIMS e no RISK PAC.

“Este é o momento de os profissionais de risco assumirem a liderança e ajudarem a construir culturas corporativas que capacitem os líderes empresariais a fazer investimentos inteligentes e estratégicos, capazes de impulsionar inovação, crescimento e rentabilidade”, afirmou Padilla. “Mas, para exercer esse papel, os profissionais de risco precisam, antes de tudo, investir em si mesmos.”

Segundo ele, esse investimento pessoal exige paciência, dedicação e perseverança. “Meu objetivo como presidente da RIMS é garantir que a Sociedade continue criando oportunidades para que profissionais de risco, em todo o mundo, façam esse investimento de forma consistente e, de maneira colaborativa, avancem a profissão.”

Além de sua atuação na RIMS, Padilla é co-chair do Lloyd’s Counsel of Risk Owners, professor adjunto da Maurice Greenberg School of Risk Management, Insurance and Actuarial Science, da St. John’s University, e integra o comitê de riscos de um family office privado. Ele também já foi membro do comitê de riscos da New York Navy League, no conselho executivo da organização.

Antes de seguir carreira na área de gestão de riscos, Padilla serviu na Marinha dos Estados Unidos entre 1982 e 1988, atuando principalmente em funções de engenharia embarcada. Nesse período, serviu a bordo dos navios USS Carl Vinson, USS Kitty Hawk e USS Mount Baker, além de ter sido assistente de Master at Arms do Esquadrão de Caça 124, em San Diego. Desde 2003, é membro da Guarda Costeira Auxiliar dos Estados Unidos, tendo atuado anteriormente como comandante da Divisão 11, em Brooklyn, Nova York. Ele possui diversas qualificações em segurança marítima e recebeu o título AuxOp, além de várias condecorações.

Mitos e verdades sobre o seguro de vida: o que você precisa saber

Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência
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A Bradesco Vida e Previdência reforça seu compromisso com a educação financeira e com a disseminação de informações claras para ampliar o conhecimento e o acesso ao seguro de vida, em um cenário em que a desinformação ainda limita a compreensão desse tipo de proteção no Brasil, apesar de sua evolução. 

Em 2025, o mercado de seguros manteve trajetória de crescimento, com destaque para os seguros de vida, que avançaram 12,13% até setembro, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ainda assim, apesar do aumento da demanda por soluções de proteção financeira, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida aponta que apenas 18% da população possui o produto. 

De acordo com Alessandro Malavazi, superintendente sênior da Bradesco Vida e Previdência, o tema proteção financeira tem ganhado espaço nas decisões das famílias brasileiras, e o seguro de vida surge como uma ferramenta cada vez mais reconhecida por sua acessibilidade, flexibilidade e eficiência nesse cenário. “Mesmo assim, a informação acerca do tema ainda é baixa e a presença de alguns mitos também dificultam o entendimento sobre o papel dessa cobertura no dia a dia”, ressalta o executivo. 

Pensando nisso, a Bradesco Vida e Previdência reuniu os principais mitos que ainda cercam o seguro de vida, e as verdades que ajudam a mostrar como ele pode ser um importante aliado em diferentes fases da vida. 

“A indenização do seguro de vida é isenta de imposto”.   

É verdade. O valor recebido pelos beneficiários não sofre incidência de Imposto de Renda e não precisa passar pelo processo de inventário. Isso significa que o recurso é liberado de forma mais rápida, sem burocracia, garantindo o suporte financeiro necessário em um momento delicado. 

“Seguro de vida é só para quem tem herdeiros”. 

É mito. A escolha dos beneficiários é livre: pode indicar familiares, amigos ou até instituições. O seguro de vida permite cuidar de quem realmente importa, independentemente do vínculo legal. É uma forma de garantir apoio financeiro a pessoas ou causas com as quais o beneficiário tem afinidade. 

“Se eu cancelar o seguro, perco tudo que paguei”.   

É mito. Existem planos que oferecem a possibilidade de resgatar parte do valor investido, dependendo do tipo de cobertura contratada e do tempo de contribuição. Essa flexibilidade é importante para quem busca uma proteção que também possa ser adaptada a mudanças de cenário ao longo da vida. 

“Existem coberturas que podem ser utilizadas em vida”.   

É verdade. O seguro de vida moderno não se limita a coberturas de morte. Hoje, há planos que contemplam situações como diagnóstico de doenças graves, invalidez permanente, internação hospitalar, desemprego involuntário e até assistência para cuidados com a saúde mental. Essas proteções permitem que o segurado utilize os benefícios enquanto está vivo, quando mais precisa. 

“Seguro de vida é inacessível para a maioria das pessoas”. 

É mito. O mercado oferece uma ampla variedade de planos, com coberturas personalizáveis e valores que cabem no orçamento. Em muitos casos, é possível contratar um seguro de vida por um valor mensal comparável ao de pequenas despesas do dia a dia, tornando-o uma alternativa viável para diferentes perfis.

“Quanto mais cedo eu contratar, melhor”.   

É verdade. Iniciar o seguro mais cedo permite ajustar e ampliar as coberturas ao longo do tempo, de acordo com as mudanças na vida pessoal, familiar e profissional.