Perdas globais com desastres naturais superam US$ 100 bi em 2025 e reforçam pressão climática sobre o setor de seguros

Tobias Grimm, cientista-chefe da área de clima da Munich Re - Divulgação

As perdas seguradas decorrentes de desastres naturais voltaram a ultrapassar a marca de US$ 100 bilhões em 2025, impulsionadas principalmente por incêndios florestais, enchentes e tempestades severas. Os chamados riscos não associados a eventos de pico responderam pela maior parte dos sinistros do ano, reforçando a tendência de aumento estrutural das perdas relacionadas ao clima.

“Um mundo mais quente torna os eventos climáticos extremos mais prováveis. Como 2025 foi mais um ano muito quente, os últimos doze anos figuram entre os mais quentes já registrados. Os sinais de alerta persistem e, nas condições atuais, as mudanças climáticas podem se agravar ainda mais” , afirma Tobias Grimm, climatologista-chefe da Munich Re.

Segundo dados consolidados pela Munich Re, os danos globais causados por desastres naturais somaram cerca de US$ 224 bilhões em 2025, dos quais aproximadamente US$ 108 bilhões estavam cobertos por seguros. Embora inferiores aos números de 2024, quando as perdas totais ajustadas pela inflação chegaram a US$ 368 bilhões, os valores de 2025 permanecem acima das médias históricas de longo prazo.

Os eventos climáticos foram responsáveis por 92% das perdas totais e por 97% das perdas seguradas do ano. O número de mortes chegou a cerca de 17.200 pessoas, significativamente acima de 2024, embora ainda abaixo da média de 30 anos.

Entre os eventos mais onerosos do ano, os incêndios florestais na região de Los Angeles, em janeiro, se destacaram como o desastre natural mais caro já registrado. As perdas totais foram estimadas em cerca de US$ 53 bilhões, incluindo aproximadamente US$ 40 bilhões em prejuízos segurados, com 30 vítimas fatais. A combinação de seca prolongada e ventos fortes criou condições extremas para a propagação do fogo, que atingiu áreas urbanas densamente povoadas.

Outro destaque foi o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu Myanmar, causando cerca de 4.500 mortes. As perdas totais chegaram a aproximadamente US$ 12 bilhões, mas apenas uma pequena parcela estava segurada, refletindo a baixa penetração de seguros na região.

Nos Estados Unidos, tempestades severas com tornados, chuvas intensas e granizo geraram perdas totais de cerca de US$ 56 bilhões, dos quais US$ 42 bilhões estavam segurados — valor bem acima da média dos últimos dez anos. Apesar disso, o país foi poupado de impactos diretos de furacões pela primeira vez em uma década, o que evitou prejuízos ainda maiores.

No Caribe, o furacão Melissa, de categoria 5, atingiu severamente a Jamaica, com ventos próximos a 300 km/h. As perdas totais foram estimadas em US$ 9,8 bilhões, sendo cerca de US$ 3 bilhões segurados. Aproximadamente 100 pessoas morreram, apesar dos alertas antecipados e das evacuações.

Globalmente, os ciclones tropicais causaram cerca de US$ 37 bilhões em perdas em 2025, com apenas US$ 6 bilhões cobertos por seguros. A ausência de furacões no território continental dos Estados Unidos manteve esses números abaixo das médias históricas de longo prazo.

Do ponto de vista climático, 2025 figurou entre os anos mais quentes já registrados. Estudos citados pela Munich Re indicam que o aquecimento global tem aumentado a frequência e a intensidade de eventos extremos, como incêndios florestais, furacões intensos e enchentes severas, ampliando o risco sistêmico para economias e seguradoras.

Regionalmente, as Américas concentraram a maior parte das perdas, com US$ 133 bilhões em danos totais, dos quais US$ 93 bilhões estavam segurados. A Europa registrou impacto mais moderado, com cerca de US$ 11 bilhões em perdas, enquanto a região da Ásia-Pacífico somou aproximadamente US$ 73 bilhões, com baixa cobertura securitária. Na África, as perdas ficaram em torno de US$ 3 bilhões, com menos de 20% segurados.

Para a Munich Re, os números de 2025 reforçam a necessidade de adaptação estrutural do setor de seguros diante da intensificação dos riscos climáticos, bem como de investimentos em prevenção, resiliência e ampliação da cobertura em regiões com elevada lacuna de seguros.

Icatu Seguros anuncia Bernardo Carneiro como CTO para acelerar a digitalização do negócio

icatu seguros

A Icatu Seguros anuncia um relevante reforço para a sua área de tecnologia com a chegada de Bernardo Carneiro como Chief Technology Officer (CTO). Este movimento combinará a vasta experiência do Bernardo com a visão de longo prazo da companhia, baseada em dados, inteligência artificial, automação e arquitetura tecnológica escalável.

Nos últimos cinco anos, a companhia investiu mais de R$ 2 bilhões em tecnologia e inovação, com foco na modernização de plataformas, integração de sistemas, evolução da arquitetura digital e uso estruturado de dados para apoiar decisões estratégicas, desenvolvimento de produtos e melhoria contínua da experiência de clientes, parceiros e corretores.

O objetivo da seguradora é que a tecnologia se consolide como um elemento estruturante do negócio e esteja conectada diretamente às prioridades de produtos, canais e processos. “Avançamos para um modelo em que tecnologia é parte indissociável da estratégia. A nossa capacidade de escalar, inovar e responder à complexidade do mercado depende de uma base tecnológica sólida, integrada, flexível e pensada para o longo prazo”, afirma Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros.

Esse aprofundamento da agenda tecnológica se traduz em iniciativas que combinam eficiência operacional, inovação em produtos e ampliação de capacidades digitais. A Icatu foi a primeira seguradora do país a oferecer portabilidade digital e aportes via Pix em previdência, além de desenvolver soluções baseadas em inteligência artificial para apoiar incialmente corretores – como por exemplo a A.V.I. (Assistente Virtual da Icatu), primeira assistente IA com gestão da carteira de clientes.

Entre os projetos pioneiros estão ainda o uso de modelos avançados de dados e machine learning para avaliação de risco, precificação mais precisa e desenho de coberturas, além da ampliação do uso de inteligência artificial generativa em processos operacionais e atendimento.

Liderança técnica alinhada à estratégia de longo prazo

Bernardo Carneiro tem mais de 25 anos de experiência no desenvolvimento de produtos digitais e na condução de transformações tecnológicas em larga escala. Formado em Informática pela PUC-Rio, com pós-graduação em Gerência de Projetos de Software e passagem pela Universidade de Oxford, o executivo construiu sua trajetória liderando times de engenharia e produto em empresas de tecnologia e plataformas digitais como Vivo, Fast Search (Microsoft), Peixe Urbano, Zap/VivaReal, OLX e PicPay.

“Meu papel aqui é ajudar a transformar tecnologia em vantagem competitiva real, por meio de uma estrutura eficiente e organizada. Isso passa por arquitetura bem pensada, decisões orientadas por dados e uma cultura que trate produto e engenharia como parte do coração do negócio, não como áreas isoladas”, afirma Bernardo Carneiro.

Segundo o executivo, o foco da nova etapa está em construir bases sólidas para o futuro. “Inovação não é só lançar coisas novas. É criar sistemas que escalam, que se conectam e que permitem à empresa evoluir de forma consistente ao longo do tempo. A Icatu já vem fazendo isso, e meu desafio é acelerar esse caminho”, reforça.

Tokio Marine cresce 11% na região Nordeste em 2025

A Tokio Marine Seguradora anuncia crescimento de 11% em 2025 na produção da Regional Nordeste, que atende os estados de Pernambuco, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe. Com destaque para os produtos Garantia (320,2%), Riscos Digitais (108,6%), Risco de Engenharia (53,2%), E&O (45%), RC Geral (38,7%) e Condomínio (26,5%), a regional alcançou a marca de quase R$ 640 milhões em faturamentono ano passado.
 

Para o Diretor Comercial Regional Nordeste da Tokio Marine, Ronaldo Dalcin, os resultados são consequência direta de uma estratégia clara de especialização, disciplina comercial e investimento consistente em pessoas. “Crescer em um ambiente cada vez mais competitivo exige muito mais do que volume. Exige conhecimento, preparo técnico e capacidade de execução. A Tokio Marine vem investindo fortemente na capacitação e especialização de seus Corretores e equipes, pois acreditamos que o diferencial competitivo sustentável está nas pessoas”, afirma.
 

Segundo Dalcin, esse direcionamento estratégico permitiu à Regional Nordeste manter crescimento de dois dígitos mesmo em um cenário extremamente desafiador, além de posicionar a região como destaque nacional no agrupamento de Produtos PJ, na visão dos últimos 12 meses, conforme os dados mais recentes da Susep. “Esse reconhecimento não é circunstancial. Ele reflete um modelo de atuação baseado em eficiência operacional, inteligência comercial e aprofundamento técnico dos nossos parceiros”, reforça.
 

Para 2026, o executivo avalia que o nível de exigência do mercado será ainda maior. “O próximo ciclo será marcado por margens mais pressionadas e decisões mais estratégicas. Nesse contexto, só terão espaço aqueles que estiverem preparados. A Tokio Marine vem se antecipando a esse movimento, investindo continuamente em treinamento, especialização por produto e no aculturamento da venda consultiva, sempre buscando uma carteira mais diversificada”, destaca.
 

Dalcin ressalta que produtos como Empresarial, Garantia, Frotas, RC Geral, Fiança e Vida seguirão como pilares relevantes de crescimento, porém com uma abordagem cada vez mais técnica e segmentada. “Nosso papel é preparar e apoiar o Corretor para atuar com profundidade, segurança e diferenciação. Seguiremos oferecendo suporte próximo, inteligência de mercado e soluções que gerem valor real para Clientes e Parceiros”, conclui.

HDI Seguros lança plataforma de benefícios e amplia experiência do seguro além do sinistro

A HDI Seguros, marca do Grupo HDI – um dos maiores conglomerados seguradores do país –, anuncia o lançamento do Aproveite+, uma nova plataforma de benefícios que amplia a usabilidade do seguro para além dos momentos de sinistro e assistência. A iniciativa reforça a estratégia da companhia de agregar valor ao produto por meio de serviços e vantagens voltadas ao uso cotidiano dos segurados.

Disponível no Portal do Segurado, o Aproveite+ reúne descontos exclusivos em diversos parceiros — incluindo Zletric, Localiza, Autoglass e Airport Park do Aeroporto Internacional de Guarulhos — ampliando ainda mais as opções de benefícios para os segurados. A iniciativa oferece economia e conveniência em serviços que fazem parte da rotina dos clientes. Os benefícios disponíveis podem variar conforme o produto contratado, e todas as condições podem ser consultadas diretamente na plataforma antes da utilização.

Segundo Carla Oliveira, diretora de Produto Auto do Grupo HDI, a proposta é ampliar o papel do seguro na rotina dos clientes. “A plataforma reforça nosso objetivo de estar presente não apenas em situações imprevistas, mas também no dia a dia, com vantagens que geram economia e conveniência”, afirma a executiva.

A solução já era utilizada pelos segurados da Yelum, outra marca do Grupo HDI, e passa agora a integrar também o portfólio de benefícios da HDI Seguros. Com o lançamento, a companhia avança no posicionamento das marcas e fortalece uma proposta focada na centralidade do cliente, combinando proteção, serviços e benefícios em uma experiência mais simples e próxima.

Itaú formaliza novo contrato de call center com Porto Seguro Atendimento

O Itaú Unibanco Holding comunicou aos acionistas e ao mercado a formalização de um contrato de prestação de serviços de call center entre a Itaú Corretora de Seguros  e a Porto Seguro Atendimento. A operação envolve partes relacionadas, uma vez que o Itaú é acionista relevante da Porto Seguro, relação societária estabelecida desde 2009, quando o banco passou a deter participação estratégica no capital da seguradora.

Desde então, a parceria entre Itaú e Porto Seguro tem sido aprofundada de forma consistente, com foco na distribuição de seguros por meio da rede bancária, no desenvolvimento conjunto de produtos e no ganho de escala operacional. A aliança é considerada uma das mais relevantes do mercado segurador brasileiro, ao combinar a capilaridade e a base de clientes do Itaú com a expertise técnica e operacional da Porto Seguro.

De acordo com o Itaú, diversas empresas do conglomerado contratam serviços de call center, inclusive de fornecedores terceirizados que não são partes relacionadas. No caso específico da Itaú Corretora, a opção pela Porto Seguro Atendimento levou em conta a experiência acumulada da empresa em operações de venda e pós-venda de seguros, além do histórico de integração operacional entre as duas organizações.

Pelo contrato, a Porto Seguro Atendimento será responsável pela comercialização de seguros residenciais e de automóveis ofertados pela Itaú Corretora, além do atendimento de pós-venda, que inclui alterações de apólices, cancelamentos e renovações.

Em comunicado, Gustavo Lopes Rodrigues, diretor de Relações com Investidores do Itaú, destacou que a contratação contribui para maior assertividade no contato com os clientes, potencializa o volume de vendas e reduz os riscos inerentes à operação. Segundo ele, a iniciativa reforça a eficiência do modelo de parceria e está alinhada à estratégia do conglomerado de buscar ganhos operacionais e melhor experiência para o cliente final.

Tensões na Venezuela reacendem riscos para seguradoras globais

Com agências internacionais

Os recentes desdobramentos políticos e militares na Venezuela voltaram a colocar o país no radar do mercado global de seguros, especialmente em linhas especializadas de não vida, como marítimo, aviação e crédito comercial. Em comunicado, a Morningstar DBRS avalia que, mais do que a exposição direta ao país, o principal risco está nos efeitos regionais, com potencial impacto sobre portos, rotas marítimas e o espaço aéreo do Caribe.

A escalada da tensão inclui a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e na nomeação da vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina, além do controle das exportações de petróleo venezuelano e da apreensão de navios-tanque. Segundo a agência de rating, esse conjunto de eventos amplia o risco geopolítico na região e tende a afetar cadeias logísticas, transporte internacional e fluxos comerciais.

De acordo com a Morningstar DBRS, a propagação dos riscos para além das fronteiras venezuelanas pode levar à reprecificação de prêmios, ao endurecimento de termos e condições contratuais e à redução da capacidade de resseguro disponível, com impacto direto sobre a rentabilidade e a volatilidade das seguradoras expostas a essas linhas.

No seguro de crédito, a exposição direta ao país segue limitada, mas o aumento das tensões eleva o risco de perdas em carteiras especializadas e de disputas associadas a regimes de sanções internacionais. Esses fatores podem, de forma gradual, pressionar os perfis de risco de seguradoras com atuação relevante na América Latina e no Caribe.

“Para seguradoras diversificadas, o impacto é administrável. Para grupos mais concentrados, os eventos reforçam que o risco geopolítico é persistente e volátil, exigindo gestão ativa e contínua”, afirma Marcos Alvarez, analista da Morningstar DBRS, ao portal portugues ECO.

Mercado doméstico encolhido

A Venezuela já era classificada, historicamente, como um mercado de alto risco, em função da crise econômica prolongada, inflação elevada, controles cambiais, sanções internacionais e insegurança jurídica. Como resultado, a maior parte dos grupos seguradores globais reduziu significativamente ou encerrou suas operações no país ao longo da última década.

Entre as grandes companhias estrangeiras, apenas a Mapfre mantém presença relevante, com cerca de 6% de participação de mercado. Outras deixaram o país anteriormente. Em 2019, a Liberty Mutual vendeu a Seguros Caracas ao grupo liderado pelo empresário chileno Isidoro Quiroga. A companhia ocupa atualmente a segunda posição do mercado, com aproximadamente 20% de participação. No mesmo ano, a Zurich vendeu sua operação local a um grupo venezuelano, que passou a operar sob a marca Real Seguros.

O mercado segurador venezuelano movimentou, em 2024 e 2025, o equivalente a cerca de € 1 bilhão. O valor, no entanto, é fortemente distorcido pela inflação elevada e pela volatilidade do bolívar, o que dificulta comparações em moeda local. Enquanto os prêmios apresentam crescimento expressivo em bolívares, há retração quando convertidos para dólares, em função da desvalorização cambial.

O seguro automóvel responde por cerca de 40% do volume total de prêmios. Os seguros patrimoniais representam aproximadamente 25%, saúde, 15%, e vida, cerca de 12%.

Os principais operadores do mercado são empresas privadas, sem vínculos diretos com o regime político, segundo fontes locais. A líder é a Mercantil, com 26,5% de participação, seguida pela Seguros Caracas, com 20%, Internacional de Seguros, com 6,1%, e Mapfre, com 5,6%. As cinco maiores seguradoras concentram cerca de 61% do mercado, enquanto as dez principais respondem por aproximadamente 80%.

EZZE Seguros bonifica o Corinthians pela conquista da Copa de Brasil em 2025

ezze seguros Corinthians

A EZZE Seguros, patrocinadora do time profissional masculino do Corinthians e uma das principais companhias seguradoras do país, concedeu hoje (8/1/26) uma bonificação de R$ 4 milhões ao clube pela conquista da Copa do Brasil. O prêmio está previsto no contrato de patrocínio, iniciado em 2024.

“A EZZE Seguros sempre esteve ao lado do Corinthians, em todos os momentos. Acreditamos nesta parceria para divulgar a cultura do seguro no Brasil. Reconhecemos o potencial da equipe, dos jogadores e estamos confiantes que novas conquistas virão nesta temporada”, afirma Richard Vinhosa, CEO da EZZE Seguros.

Para o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, a parceria tem papel estratégico no momento vivido pelo clube. “Essa parceria entre o Corinthians e a Ezze é importante para essa caminhada de reestruturação do clube. É importante para os dois lados. Premia uma conquista importante, que é a Copa do Brasil.”

O prêmio foi entregue durante cerimônia realizada no Parque São Jorge, sede social do clube. Na avaliação de Ivo Machado, vice-presidente executivo da EZZE Seguros, o título também impulsiona a temporada esportiva e a presença da marca no futebol. “Este é um título motivante para a temporada. A Ezze entra com força no futebol. O Corinthians é um time de massa e com história secular. Estamos ao lado do Timão.”

O bônus está atrelado à performance esportiva do time no ano passado, que venceu a disputadíssima Copa do Brasil. O Corinthians conquistou o torneio nacional pela quarta vez – 1995, 2002, 2009 e 2025.

Sobre a EZZE Seguros – Empresa 100% brasileira fundada há mais de seis anos, com certificação pelo terceiro ano consecutivo de GPTW – GreatPlaceToWork, autoridade global no mundo do trabalho. É considerada uma das companhias de seguros mais rentáveis no país.

Na foto, da esquerda para a direita: Diego Azevedo, Vice-Presidente Comercial da EZZE, Ivo Machado, Vice-Presidente Executivo da EZZE, Bruno Cals, Vice-Presidente Financeiro da EZZE, Osmar Stabile, Presidente do Corinthians, Henry Soares, Gerente de Marketing da EZZE.

Mapfre atualiza marca global e reposiciona identidade para refletir nova fase do grupo

A Mapfre passa a adotar, a partir de hoje, uma nova identidade visual. A mudança marca o primeiro reposicionamento da identidade do grupo em mais de 40 anos e inaugura uma nova fase da seguradora, que se aproxima do seu centenário com um olhar ainda mais atento à proximidade com as pessoas, à simplicidade e à construção de relações de longo prazo.
 

O rebranding traduz a transformação vivida pela companhia nos últimos anos, período em que a Mapfre evoluiu seu modelo de atuação, sua cultura e a forma de se relacionar com clientes, parceiros e a sociedade. Impulsionada pela digitalização e por mudanças nos hábitos de consumo, a companhia consolidou uma atuação mais ágil, acessível e orientada ao futuro, movimento que agora se expressa também na forma como a marca se apresenta visualmente.

O reposicionamento é resultado de um trabalho iniciado em 2024, que incluiu diagnóstico de marca, pesquisas de percepção e a participação de lideranças de diferentes países, incluindo o Brasil. O estudo confirmou a forte associação da Mapfre a valores como confiança, solidez e credibilidade e apontou a necessidade de atualizar a identidade visual para refletir, de forma mais contemporânea, o estágio atual da companhia e suas ambições para os próximos anos.
 

“A Mapfre passou por uma transformação profunda ao longo dos anos, e entendemos que este era o momento de atualizar a nossa identidade à fase atual da companhia”, afirma Felipe Nascimento, CEO da Mapfre no Brasil. “A nova marca respeita a trajetória da Mapfre e o legado que construímos, mas expressa melhor quem somos hoje e como queremos seguir atuando, sempre próximos das pessoas”, explica o executivo.
 

Hoje somos uma companhia diferente daquela que éramos há apenas uma década”, destaca Antonio Huertas, presidente global da Mapfre. “Nos transformamos e estamos preparados para competir melhor no mundo digital e, como sempre, priorizando as pessoas. Isso não vai mudar; o que evolui é a marca, para refletir melhor tudo o que somos agora e enfatizar ainda mais o quanto nos sentimos próximos dos clientes e de suas necessidades”, afirma. 
 

Principais mudanças

Entre os principais elementos da renovação está a simplificação do logotipo, que passa a ser apresentado em letras minúsculas e formas arredondadas com a intenção de tornar a marca mais leve e menos rígida. O vermelho, cor histórica da companhia, foi mantido e ganhou mais intensidade, se destacando como um dos principais elementos de diferenciação da Mapfre no setor.
 

O trevo, símbolo da marca há mais de 40 anos, também foi redesenhado. A nova versão preserva seu significado original, associado à proteção e à solidez, mas agora incorpora conceitos como crescimento, movimento e proximidade, em linha com a estratégia de longo prazo do grupo.
 

Segundo Felipe Nascimento, o reposicionamento reflete a forma como a companhia já se relaciona com seus públicos. “A nova marca nasce de uma reflexão sobre quem somos hoje, como nos conectamos com as pessoas e como queremos ser percebidos daqui para frente”, afirma. “É uma identidade mais simples, mais próxima e coerente com a experiência que já oferecemos no dia a dia”, explica o CEO. 
 

Visão de negócios
 

A atualização da marca acompanha a evolução do modelo de negócios da Mapfre num momento em que o mercado de seguros passa por transformações. A ampliação da presença internacional, o avanço da digitalização e a oferta de soluções multiproduto fazem parte de uma estratégia voltada à eficiência, escala e relevância nos diferentes mercados em que a companhia opera. Atualmente, o Brasil responde por quase um quarto (24%) do lucro global da Mapfre e se consolidou como a segunda principal operação fora da Espanha.
 

O novo posicionamento também se apoia em uma personalidade de marca mais definida. A Mapfre se apresenta como uma aliada no progresso das pessoas e das empresas, combinando inspiração e flexibilidade. A proposta é reforçar o papel da companhia como parceira de longo prazo, capaz de antecipar necessidades, oferecer soluções relevantes e acompanhar clientes em diferentes momentos da vida.
 

“O reposicionamento mantém a essência da Mapfre, baseada no cuidado, na proteção e na confiança, mas a projeta para um cenário mais simples, próximo e fácil de ser compreendida”, explica Nascimento. “O propósito permanece o mesmo, cuidar do que é importante para as pessoas, mas agora expresso por uma identidade pensada para funcionar em um ambiente global, digital e cada vez mais orientado à experiência”, afirma. 
 

A implementação da nova marca será gradual e acontecerá nos 38 países onde a Mapfre opera, abrangendo comunicação institucional, canais digitais, espaços físicos e materiais corporativos.

Transição verde em foco: 69 países são avaliados pela Allianz por desempenho e ritmo de avanço

Allianz

Dez anos após o Acordo de Paris, a transição verde global chega a um momento decisivo. O mais recente relatório da Allianz Research, “Uma década após Paris: progresso, paralisia e a corrida para o net zero”, mostra que, embora o avanço varie amplamente entre os países, muitos estão progredindo mais rapidamente do que se supõe.

O relatório se baseia nos resultados do Green Transition Tracker, da Allianz Research, que avalia 69 países em cinco indicadores: intensidade de carbono, intensidade energética, emissões per capita territoriais e baseadas no consumo, e a participação de energia de baixo carbono na matriz elétrica. O Tracker utiliza uma estrutura de “pares e progresso” que avalia tanto o desempenho atual de descarbonização quanto a velocidade da transição, revelando fortes contrastes entre regiões e grupos de renda.

Os resultados por pares refletem padrões globais conhecidos. Países de baixa renda, como Sri Lanka, se destacam devido às baixas emissões per capita, enquanto países europeus como a Suécia apresentam bom desempenho graças a esforços contínuos de descarbonização. Economias exportadoras de petróleo aparecem no fim da lista. Preocupante é a posição dos dois maiores emissores do mundo: China e Estados Unidos aparecem respectivamente em 57º e 58º lugar, destacando a dimensão do desafio que ainda enfrentam.

No entanto, as pontuações de progresso, que medem a distância até a meta de emissões líquidas zero em 2050, contam uma história mais encorajadora. Quinze países já percorreram um terço ou mais do caminho necessário para alcançar o net zero até 2050, o que os coloca no rumo certo se mantiverem o ritmo atual. Luxemburgo e Suíça lideram esse grupo, com altos níveis de eficiência energética impulsionados por mais de 90% de eletricidade de baixo carbono em suas matrizes elétricas. Outros 20 países já avançaram ao menos 20% do caminho, mantendo-se em uma rota íngreme, porém viável, para cumprir a meta de 2050. Outras economias ainda têm muito a percorrer, com os EUA e a China — responsáveis por cerca de 40% das emissões globais — avançando apenas marginalmente em relação ao seu nível de 2015.

“O desafio climático ainda tem subidas íngremes pela frente, mas já fizemos progressos significativos e não devemos desistir no meio do caminho”, afirma Patrick Hoffmann, economista de ESG na Allianz Research. “Aproximadamente metade dos países avaliados ainda está no caminho de contribuir para limitar o aquecimento global a 2°C. Isso não significa que a missão esteja cumprida, mas sim que não estamos condenados. Esses exemplos devem servir de motivação para os retardatários, incluindo China e Estados Unidos.

O Brasil ocupa a 5ª posição entre seus pares e a 26ª globalmente no ranking de progresso. O país já fechou 25,2% da distância até o net zero 2050, mantendo-se dentro do alcance da meta de 2°C do Acordo de Paris. Embora as emissões totais tenham continuado a subir — 5,3% na última década — esse aumento foi menor do que o esperado, considerando que o PIB cresceu mais de 12% no mesmo período. Esse desacoplamento parcial foi impulsionado por uma grande expansão da energia de baixo carbono, com a participação de eletricidade limpa subindo de 77% para 91% nos últimos dez anos. Como resultado, a intensidade de carbono da economia brasileira caiu 6,4%, e a fatia do país nas emissões globais de CO₂ recuou de 2,55% para 2,44%.

No entanto, as emissões relacionadas ao uso da terra permanecem um grande desafio: o desmatamento agrícola e os incêndios induzidos pelo clima elevaram as emissões do em 39%, anulando parte do progresso alcançado no setor energético. Se o Brasil conseguir explorar o potencial de sequestro de carbono de suas vastas florestas e conter o desmatamento, estará bem-posicionado para alcançar sua meta de redução de emissões de 59–67% até 2035.

“O Brasil está provando que uma economia emergente pode avançar de forma concreta na transição energética, com a rápida expansão da energia limpa se destacando como uma história de sucesso”, avalia Katharina Utermöhl, líder de Pesquisa Temática e de Políticas da Allianz Research. “O teste decisivo agora vai além do setor energético: proteger os vastos sumidouros naturais de carbono do país. Se o Brasil conseguir conter o desmatamento e preservar suas florestas, fortalecerá significativamente o seu caminho rumo ao net zero e desempenhará um papel crucial nos esforços globais para limitar o aquecimento.”

O relatório conclui que, embora a transição global esteja longe de ser concluída, também está longe de fracassar. “A transição global não é uma questão de possibilidade, mas de velocidade”, ressalta Ludovic Subran, economista-chefe e Chief Investment Officer do Grupo Allianz. “Países que incorporam ambição climática em seus arcabouços econômicos e financeiros estão se posicionando para um crescimento mais forte e resiliente. O desafio à frente é acelerar o investimento onde ele importa mais — energia, infraestrutura e tecnologia — para garantir que a transição permaneça crível e inclusiva.”

Ourocap 30 Anos contempla clientes com prêmios de R$ 1 milhão no sorteio especial

bb capitalização

O sorteio especial do Ourocap 30 Anos foi realizado em 27 de dezembro de 2025, e marcou o encerramento de uma campanha histórica para a Brasilcap. Ao todo, oito clientes foram contemplados com o prêmio máximo de R$ 1 milhão cada, celebrando o sucesso de um produto que, ao longo de 236 dias de vendas distribuiu mais de R$ 1 milhão em premiação instantânea e sorteios mensais, e mais R$ 8 milhões no sorteio especial.

No grande sorteio especial, realizado em 27 de dezembro, foram premiados clientes dos estados da Bahia, Paraná, Santa Catarina, Pernambuco, São Paulo (dois contemplados), Goiás e Rio Grande do Sul.

O tradicional Ourocap completou 30 anos em 2025 e, para comemorar, a Brasilcap preparou um edição especial do título de capitalização. Lançada em maio, com pagamento único de R$ 3 mil, o produto distribuiu prêmios instantâneos de R$ 3 mil, realizou sorteios mensais de R$ 30 mil e, no sorteio especial, prêmios de R$ 1 milhão. Ao fim da vigência do contrato, em 36 meses, os clientes receberão de volta o valor pago no título, com saldo atualizado pela Taxa Referencial. Em vendas, o produto registrou faturamento de R$ 322 milhões.

O Ourocap é um título de capitalização da modalidade Tradicional, que oferece aos clientes a oportunidade de juntar dinheiro de forma planejada. Ao fim da vigência do plano, 100% do valor contratado é resgatado, com atualização pela Taxa Referencial. Além disso, ao adquirir o título, o cliente recebe combinações de números da sorte para concorrer a sorteios de prêmios em dinheiro. Foi justamente em um desses sorteios, realizado no dia 3 de dezembro, que uma aposentada foi contemplada com o prêmio milionário de R$ 6,2 milhões.

Para o presidente da Brasilcap, Antonio Carlos Teixeira, os números refletem a credibilidade do produto: “O Ourocap construiu, ao longo dos anos, uma trajetória sólida, baseada em confiança e planejamento. O sucesso do Ourocap 30 Anos e a realização deste sorteio especial reforçam a vitalidade do produto e o seu papel na vida de milhões de brasileiros. Celebrar 30 anos com um sorteio desse porte traduz, de forma muito concreta, a relação de credibilidade que os brasileiros construíram com a Brasilcap ao longo de sua história e isso nos enche de orgulho.”