A contagem regressiva para o The Town 2023, o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo (SP), começou. A Porto é patrocinadora oficial do evento e vai cuidar do público nessa maratona sonora e visual com ativações especiais das verticais Porto Seguro e Porto Saúde.
Atrações A montanha-russa dupla da Porto, com dois loopings, comportará até 24 pessoas por vez, sendo 12 em cada veículo. Com um trajeto de aproximadamente 15 minutos, a atração branded promete elevar ao máximo o nível de animação e adrenalina no festival.
O Lounge Porto, próximo ao palco Skyline, terá três andares, sendo o primeiro aberto ao público (até 100 pessoas simultaneamente), com karaokê, banda ao vivo, arquibancadas para descanso e tomadas disponíveis para recargas de celular. Nos demais pisos, destinados a convidados da marca, haverá cateringe uma vista única para o palco principal.
“Queremos estar conectados com as pessoas durante o festival, com todo o cuidado necessário para ajudar a criar uma experiência única para o público. Voltamos nossa atenção para o que pode fazer a diferença durante um evento deste porte”, afirma Luiz Arruda, VP de Marketing, Clientes e Dados da Porto.
Ativações Além de todo o cuidado já oferecido, como o serviço de ambulatório com a assinatura da Porto Saúde e as frotas de veículos da Porto Seguro ao redor do Autódromo de Interlagos, várias ativações de marca estão sendo preparadas e serão potencializadas durante o festival.
Por meio da mídia OOH, em parceria com a JCDecaux, diversas peças sobre a participação da Porto em The Town 2023 já podem ser vistas em relógios de rua, portas de metrô da linha amarela e TV Digital. A Porto ainda se comunica com o público por meio de anúncios no Spotify e na Rádio Mix.
Durante o festival, a companhia aproveita para impulsionar o conceito “Todo cuidado é Porto”, adotando a assinatura “No The Town 2023, todo cuidado é Porto”, que reforça a essência da marca. “Para tangibilizar essa entrega, teremos um squad de creators com perfis diversos e selecionados criteriosamente para levar o cuidado da Porto em forma de entretenimento e diversão, além das peças de mídia OOH disponíveis em diversos pontos das principais vias de São Paulo, como por exemplo, metrô, relógios de rua, além de mídia online levando dicas de como curtir e melhorar ainda mais a experiência do público no festival”, acrescenta Arruda.
Para quem estiver no festival, a Porto convida a conhecer o seu Lounge, para um intervalo nessa maratona e poder fazer isso com conforto e aconchego. A marca ainda estimula o uso de duas hashtags durante os cinco dias de shows: #NoTheTown2023ComAPorto e #TodoCuidadoÉPorto.
Aproximadamente um bilhão de pessoas em todo o mundo vivem com algum transtorno mental diagnosticável, de acordo com o Relatório Mundial de Saúde Mental da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado em 2022. Em linha com esse cenário, a rede de clínicas Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, registrou crescimento de 47% nos atendimentos psicológicos no 1º semestre de 2023, em comparação a igual período do ano passado. A busca tem começado cedo, a partir dos 14 anos, com a principal faixa etária de atendimento dos 18 aos 40 anos.
Ainda de acordo com o relatório da OMS, uma em cada oito pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, sendo a ansiedade e a depressão os diagnósticos mais comuns. Para a psicóloga Letícia Silva, da unidade de Osasco (SP) da rede Meu Doutor Novamed, o aumento de questões mentais e emocionais entre os jovens e adultos está associado ao modelo de vida.
“Na maior parte do tempo, a sociedade acaba vivendo de maneira automática, sem perceber a rotina que leva, o desgaste mental excessivo, a alimentação inadequada, o sono irregular. Todos esses fatores contribuem para o aumento de alguns transtornos, como ansiedade e depressão”, reforça a psicóloga.
Fatores de risco que impactam na saúde mental
São múltiplos os fatores relacionados ao desenvolvimento de transtornos mentais. A psicóloga Letícia Silva destaca os aspectos biológicos (físicos), psicológicos (emocionais) e ambientais (sociais e culturais) entre os que podem impactar a saúde mental. E acrescenta outro: o genético. “Uma pessoa com histórico de transtorno mental na família, por exemplo, está mais vulnerável ao desenvolvimento de uma patologia dessa natureza”.
A psicóloga Gabriella Braga, da rede Meu Doutor Novamed na unidade Méier, no Rio de Janeiro (RJ), alerta sobre situações que também podem ameaçar a saúde mental. “Entre as condições de riscos, podemos considerar o estresse, as influências ambientais hostis, os abusos, que podem ser psicológicos, físicos e/ou sexuais.
A saúde mental é um tema cada vez mais relevante para toda a sociedade. E em meio a esse contexto, as campanhas e ações educativas, bem como o trabalho de apoio de entidades dedicadas ao tema, auxiliam na conscientização sobre o desenvolvimento de novas atitudes e abordagens relativas às questões emocionais.
A saúde mental dos jovens
A adolescência é um período crucial para o desenvolvimento emocional. De acordo com os dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), metade de todas as condições de saúde mental começam aos 14 anos de idade. Porém, em sua maior parte, os casos não são detectados e tratados.
A psicóloga Letícia Silva ressalta a importância da atenção à etapa de transição para a vida adulta. “A adolescência é responsável pela preparação para a vida adulta, impactando em questões que vão desde as habilidades interpessoais, como a capacidade de planejamento e de resolução de problemas, à administração de emoções. A falta de atenção à saúde mental nesta fase pode influenciar de maneira negativa a fase adulta, afetando a capacidade da pessoa em lidar com as suas emoções e fazendo com que ela tenha dificuldades em se abrir a novas oportunidades ao longo da vida”.
De acordo com a OPAS, o impacto das questões emocionais na saúde do jovem é um problema global. As condições de saúde mental são responsáveis por 16% das doenças e lesões em pessoas com idade entre 10 e 19 anos. Entre as principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes está a depressão.
Para Letícia, o elevado número de adolescentes com patologias mentais se deve principalmente à limitação do convívio social real, substituído por conexões exclusivamente virtuais e pela exposição excessiva à tecnologia. “Hoje, com o aumento de acesso a tecnologias, os jovens acabam passando mais tempo conectados ao celular do que em contato com a própria família e os amigos. Esse comportamento de isolamento e falta de interação social contribui de maneira significativa para os transtornos mentais”, reforça a profissional da Meu Doutor Novamed.
Ela acrescenta as pressões sociais, sobretudo na família, como mais um fator potencialmente prejudicial à saúde emocional do indivíduo em formação. “A adolescência é um momento único, que molda as pessoas para a vida adulta. Um ambiente estressante, de cobranças, punições e conflitos, é altamente impactante no desenvolvimento dos jovens. Muitas vezes, há uma pressão parental referente ao futuro desses jovens, em um momento em que é primordial que eles tenham o apoio para desenvolver o autoconhecimento”.
A psicóloga Gabriella Braga reforça o papel dos pais nesta fase de transformações. “Eles podem ajudar buscando o auxílio de profissionais capazes de orientar e tratar condições que geram sofrimento significativo na vida do adolescente e da família”.
A especialista da unidade carioca da Meu Doutor Novamed lista alguns sinais que podem ser percebidos no comportamento do adolescente, e que não devem ser ignorados:
· Isolamento, evitando exposição e interações;
· Choro constante;
· Perda ou ganho excessivo de peso;
· Problemas gastrointestinais – que podem ter origem emocional.
Equilibrando a saúde mental
A promoção da saúde emocional e a prevenção de transtornos, por meio da terapia, são fundamentais para a construção de uma vida equilibrada. “Tais estratégias vão ajudar o paciente a construir uma boa autoestima, autoeficácia e outras habilidades, tais como a resiliência para lidar com possíveis problemas futuros. A ideia da terapia é justamente fazer o paciente desenvolver habilidades para lidar com as situações atuais e também usar isso a seu favor no futuro. Sabemos que ninguém está livre de problemas, mas existem recursos que são aprendidos e podem ser levados para a vida”, comenta a psicóloga Gabriella Braga.
Ela complementa que o tratamento psicológico, acompanhado, em alguns casos, do tratamento medicamentoso, ajuda a diminuir os sintomas, fazendo com que a pessoa consiga lidar com suas questões emocionais. “O tratamento existe. Com o apoio profissional adequado, é possível alcançar qualidade de vida e bem-estar”.
A Tokio Marine alcançou um crescimento de 17,9% em prêmios emitidos no primeiro semestre, para R$ 5,92 bilhões. Enquanto isso, o mercado no qual atua (sem Previdência, Capitalização e Saúde), cresceu 13%. O Índice Combinado ficou em 87,4%, em uma demonstração da excelente performance da companhia no período. As indenizações pagas chegaram a R$ 2,66 bilhões.
“Este desempenho ratifica a nota máxima, AAA.br, com perspectiva estável, atribuída recentemente à Tokio Marine pela agência de classificação de risco Moody’s Local. A avaliação considerou fatores como competitividade da companhia no setor de Seguros Gerais no Brasil, qualidade dos ativos, forte rentabilidade do negócio e suporte da Tokio Marine Holdings. Estamos muito otimistas de que é possível encerrar o ano de 2023 com um crescimento em dois dígitos”, afirma o diretor executivo de Finanças e Administração, Daniel Dibe.
Destaques – Entre os Produtos Massificados, destaque para o seguro fiança locatícia, com um crescimento de 175,6%, seguido do Seguro Condomínio, cujo aumento da produção em relação ao mesmo período do ano passado chegou a 69%. Já a carteira de Automóvel continuou sendo um dos carros-chefes do resultado da Tokio Marine. No período, o crescimento em prêmios foi de 29,4% (sem DPVAT e sem Garantia Estendida Auto). Na carteira de Pessoas Coletivo, o desempenho da Seguradora foi 13,7% maior em comparação ao primeiro semestre de 2022.
A companhia também reforçou seu apetite por grandes riscos no primeiro semestre do ano. No período, os produtos que apresentaram crescimentos relevantes em Prêmios Emitidos, quando comparados ao mesmo período do ano anterior, foram: RC Geral 139,9%; Riscos Cibernéticos 95,6%; E&O 52,5%; Empresarial 25%; Equipamentos e Fazendas 19,6% e Transportes Total 6,9%.
Para atender às demandas de corretores, assessorias e clientes, a companhia continuou investindo em transformação digital, em projetos que englobam desde a facilitação do processo de cotação e contratação do seguro, com mais agilidade, menos burocracia e precificações mais precisas, até a regulação ágil e inteligente de sinistros.
“Nossa estratégia para o segundo semestre é manter a oferta de soluções de excelência que protejam a Vida e o Patrimônio das Pessoas e Empresas. Estamos presentes no Brasil há 64 anos, sempre conduzindo os negócios a partir da filosofia “Good Company” do Grupo Tokio Marine: Olhar além do lucro; capacitar os colaboradores e cumprir os compromissos com a sociedade”, conclui Daniel Dibe.
O novo episódio do videocast ‘Com Você Corretor’, produzido pela Bradesco Seguros, já está no ar, com o tema Seguro Residencial. A superintendente de Ramos Elementares da Companhia, Raquel Costa e o diretor da seguradora, Saint’Clair Lima, participaram da conversa.
O novo episódio destaca as soluções da Bradesco Seguros para a proteção de residências: o Bradesco Seguro Residencial, o Bradesco Seguro Residencial Sob Medida, e o Lar Mais Seguro Bradesco.
“O videocast é uma ótima oportunidade para os corretores e para a Bradesco Seguros. A troca direta com os profissionais possibilita que eles conheçam e tirem suas dúvidas sobre os produtos que oferecemos. Assim, podem potencializar seu trabalho e atender aos clientes de forma ainda mais eficiente. Da nossa parte, como representantes da seguradora, apresentamos as novidades e entendemos os anseios dos nossos profissionais”, afirmou Saint’Clair.
‘Com Você Corretor’ é um programa voltado exclusivamente para corretores de seguros. O formato inédito no setor traz bate-papos informais e descontraídos, em que executivos da Bradesco Seguros e convidados apresentam as novidades, campanhas, eventos, produtos, tiram dúvidas e abordam mais assuntos pertinentes sobre os produtos comercializados pela Seguradora.
Com o aporte de R$ 2,2 milhões, as empresas estão apoiando a iniciativa Aqualuz, desenvolvida pela Sustainable Development and Water (SDW), uma startup brasileira de impacto socioambiental. A SDW é responsável pela criação de um dispositivo sustentável que realiza o tratamento de água doce com possível contaminação microbiológica por meio da exposição ao sol, garantindo às famílias acesso à água de melhor qualidade, submetida a um processo de desinfecção, sem necessidade de adição de produtos químicos.
A solução pode durar até 20 anos e as famílias passaram por um processo educativo sobre a utilização e importância do tratamento da água para a eliminação de microrganismos.
O projeto Aqualuz
O equipamento fornecido às famílias é composto por uma caixa de aço inoxidável com uma tampa de vidro que permite a incidência da radiação solar, e um sensor termossensível que muda de cor para indicar quando o processo de desinfecção da água é finalizado. Dessa forma, o usuário enche o equipamento com água e deixa exposto ao sol por, pelo menos, quatro horas, tempo suficiente para efetivar o tratamento. Após a alteração da cor do sensor, a água pode ser retirada e resfriada para o consumo.
A tecnologia desenvolvida pela SDW foi reconhecida em 2019 em uma premiação oferecida pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e permite às famílias uma economia de R$ 600 por ano, na medida em que deixam de gastar com fervura de água, tratamentos médicos e medicamentos para combater doenças de veiculação hídrica.
O projeto está sendo conduzido junto à Organização de Conservação de Terras (OCT) e conta, além da doação dos equipamentos, com um amplo cronograma que envolve o mapeamento das famílias que recebem o equipamento gratuitamente e o trabalho lúdico e educativo junto às comunidades, visando ressaltar a importância do tratamento da água e a forma correta de utilizar o equipamento, bem como a mensuração dos resultados.
Impacto do projeto
De acordo com o Instituto Trata Brasil, o saneamento básico tem um atraso histórico no país, no que se refere ao atendimento dos serviços de água e esgoto. São mais de 35 milhões de pessoas com falta de acesso à água potável e cerca de 100 milhões de brasileiros sem acesso à coleta de esgoto. Na região Nordeste, o abastecimento de água potável é restrito a 74% da população.
Um exemplo de enfermidade de veiculação hídrica que pode se espalhar nesse contexto é a esquistossomose, doença parasitária que está diretamente relacionada ao saneamento precário. Estima-se que no Brasil, cerca de 1,5 milhões de pessoas vivam em áreas sob o risco de contrair a doença. Bahia e Alagoas, estados contemplados no projeto, estão entre as áreas de transmissão endêmica da doença.
Dados do painel de saneamento básico no Brasil apontam que, só em Alagoas, em 2021, as despesas com internações provocadas por doenças de veiculação hídrica chegam a mais de R$ 800 mil. Para se ter uma ideia do benefício alcançado com o Aqualuz, considerando as mais de 4,5 mil pessoas beneficiadas com o projeto, as estimativas de valores economizados com o tratamento dessas doenças ao longo de 20 anos são da ordem de R$ 1,8 milhão.
Para a SDW, o projeto representa um resultado significativo diante da sua meta de impactar 1 milhão de pessoas até 2025 por meio de suas tecnologias de água e saneamento. O projeto em questão está alinhado com o propósito da startup de transformar vidas democratizando o acesso a recursos básicos e universais.
Já para o Instituto BRK, o saneamento básico pode transformar a vida das pessoas e o Brasil deve expandir as soluções para que os serviços de água e esgoto cheguem nas pessoas que precisam. A população ribeirinha é uma das que mais sofre com o problema, além de enfrentar dificuldades com a ausência de saneamento básico, existe a insalubridade da água, a precariedade no acesso à saúde e, consequentemente, o alto índice de doenças de veiculação hídrica.
“Com esse projeto inovador, encontramos uma forma de ampliar o acesso à água com melhor qualidade em regiões que estão fora do escopo contratual da empresa. Mais do que a excelência na prestação dos serviços de saneamento, a BRK está comprometida com iniciativas que levam dignidade, saúde e qualidade de vida para as pessoas”, destaca Carlos Almiro, diretor de Relações Institucionais, Sustentabilidade e ESG da BRK.
Já para a Zurich, o projeto reforça o propósito da companhia de contribuir para a sociedade, juntamente com seus parceiros comerciais, em iniciativas que trazem um impacto social positivo para o país. “Como parceiros da BRK, ficamos muito satisfeitos de construirmos junto à SDW um projeto extremamente relevante para a saúde e segurança dessas famílias, que terá um impacto profundo em suas vidas tanto a curto quanto a longo prazo”, diz Ana Matta, gerente de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social da Seguradora Zurich.
Portrait of senior hardworking farmer agronomist in corn field checking crops before harvest.
Fonte: BB Seguros
A BB Seguros ampliou as coberturas do seu seguro Agrícola Flex. O produto, que é customizável e oferece amplas coberturas para diversas culturas, agora também oferece como cobertura básica a proteção contra granizo a lavouras de frutas de clima temperado e hortaliças, como uvas de vinho, uvas de mesa, maçã, pera, caqui, figo, pêssego, nectarina, ameixa, alho e cebola. Além de proteger a produção e a sustentabilidade dos negócios rurais, o seguro Agrícola Flex fortalece também seu caráter de ferramenta garantidora da segurança alimentar da população.
“A expansão do seguro Agrícola Flex para frutas e hortaliças é de suma importância, considerando que esses produtos desempenham um papel essencial na alimentação da população e têm um alto valor estratégico no mercado, especialmente doméstico”, comenta Amauri Vasconcelos, Presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. “Destaco também a adaptabilidade do nosso produto, que nos permite oferecer um portfólio abrangente e flexível, eliminando a necessidade de criar produtos específicos toda vez que surgirem novas demandas por cobertura exclusiva para diferentes culturas ou riscos. Essa agilidade é crucial para atendermos efetivamente nossos clientes”, complementa o executivo.
A nova cobertura traz algumas especificidades para uvas, alho e cebola. No caso de uvas de vinho e uvas de mesa, o seguro Agrícola Flex protege a produção contra danos causados às brotações que darão origem aos frutos do ciclo produtivo para o qual foi contratado o seguro, desde que exclusivamente por granizo. Já no caso da cebola e do alho, a proteção básica é para danos causados por granizo aos bulbos da hortaliça, considerando também perda de stand de plantas e a área foliar. Há, também, a possibilidade de contratar uma cobertura adicional para proteger os bulbos de cebolas em períodos de cura.
Outra novidade é a cobertura básica para a recuperação do potencial produtivo de plantas de café em desenvolvimento. Com isso, além das coberturas multirrisco que indenizam perda de produção, o agricultor poderá escolher proteger apenas a planta de café em fase não produtiva contra riscos que danifiquem sua estrutura, possibilitando recursos, a partir da indenização, para o manejo e recuperação do seu potencial produtivo.
O Seguro Agrícola Flex da BB Seguros oferece a já conhecida cobertura de Custeio de Safra, que cobre os custos da produção em caso de quebra ocasionada por situações climáticas para outras 19 culturas de grãos, perenes e semi-perenes, além das recém-adicionadas do segmento de frutas e hortaliças. Além disso, o agricultor pode optar por uma cobertura de Produtividade, que permite atribuir um valor fixo da saca do produto segurado no mercado físico, que será o mesmo utilizado no cálculo da indenização, em caso de quebra de produção.
As novas coberturas para o segmento de frutas e hortaliças são válidas em qualquer um dos três planos do Seguro Agrícola Flex e estão disponíveis apenas nas regiões Sul, Sudeste e no estado de Goiás. Neste primeiro momento, somente correntistas com operação de crédito financiada pelo Banco do Brasil terão acesso à oferta.
Vai ao The Town? Saiba que nos bastidores da Cidade da Música montada no autódromo de Interlagos tem um grupo de gestores de riscos que trabalha dia e noite para garantir uma experiência inesquecível para as mais de 500 mil pessoas estimadas para se divertirem nos cinco dias – 2, 3, 7.9 e 10 de setembro – no maior festival de São Paulo. A eventSEG, corretora de seguros oficial do The Town, acompanha desde possíveis rajadas de ventos até a saúde das estrelas como Bruno Mars, Post Malone, Foo Fighters, Luísa Sonza, Alok, Ludmilla, Iza e muito mais.
Atuando com eventos há quase duas décadas, Bruno Amorim, sócio da eventSEG, conta que cada evento tem suas particularidades e exige um seguro sob medida. “A maioria dos promotores e organizadores já tem a cultura de contratação de seguros. Muitos trazem a experiência do exterior para os eventos no Brasil, que se sofisticam cada dia mais para proporcionar experiencias incríveis para os brasileiros”, comenta Amorim, que também é responsável pela gestão de Riscos e Seguros de eventos como o Rock in Rio, Lollapalooza, Tomorrowland, Primavera Sound, Réveillon de Copacabana, Rio Open, Cirque du Soleil e Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, entre outros.
A demanda por coberturas vai desde a responsabilidade civil em caso de prejuízos a terceiros até eventuais cancelamentos ou interrupções dos festivais em decorrência de condições climáticas, por exemplo. “Nosso trabalho é proteger toda a cadeia ligada ao evento, do organizador ao público, englobando também os prestadores, fornecedores e patrocinadores com um processo de gerenciamento de riscos que acompanha desde as condições meteorológicas até o registro de eventuais ocorrências e um programa de seguros que garanta indenizações em decorrência de eventuais incidentes. E mesmo que algo ocorra, existe um plano de contingência focado em dar continuidade ao festival.”
Sem revelar as seguradoras, resseguradoras e os valores contratados por uma questão de confidencialidade de contrato, o executivo conta que o programa de seguros tem uma apólice de responsabilidade civil para cobrir prejuízos à terceiros em decorrência de acidentes em todas as etapas do evento, desde a montagem até a desmontagem, cobrindo também questões ligadas ao fornecimento de alimentos e bebidas, por exemplo, e uma apólice de contingência, que garante os prejuízos da organização em situações de cancelamento do evento, não comparecimento de um artista ou problemas climáticos, como fortes chuvas que impeçam a realização na data prevista.
Um evento deste porte idealizado por Roberto Medina requer que a seguradora compartilhe o risco assumido com um grupo de resseguradores, responsável pelo maior percentual dos contratos. Quanto maior o detalhamento e a qualidade das informações disponibilizadas pelo corretor local, melhores as condições dos contratos, como customização de coberturas, limites, taxas e franquias. “Somos especializados nesse segmento e oferecemos um escopo de serviços que não se limita apenas ao seguro. E o resultado disso é que hoje somos os responsáveis pelos programas de riscos e seguros das principais empresas do segmento e dos principais eventos do país. Atualmente, emitimos mais de 400 apólices por mês, considerando desde pequenos eventos até grandes festivais como o The Town”.
A corretora participa de boa parte dos contratos do evento para poder detectar riscos e desenhar um programa de seguros que garanta ao organizador entregar um festival com segurança ao público. Os seguros são contratados não apenas pelos organizadores, mas também pelas empresas participantes e pelos patrocinadores. O período de montagem da estrutura, movimentação de multidões durante o evento e as condições climáticas são os pontos de maior atenção do seguro.
“As condições climáticas constituem um ponto de risco importante, por isso desenvolvemos em conjunto com a Tempo Ok um protocolo de acompanhamento meteorológico com estudo histórico que leva em consideração as condições e ocorrências no local nos dos últimos 20 anos. Interlagos, por exemplo, é um dos locais de São Paulo com maior incidência de raios. Por isso, temos para esse evento, um protocolo específico, com monitoramento em tempo real desde o início da montagem e envio de alertas à toda equipe de produção e operação”, conta Amorim.
Na semana passada, por exemplo, os trabalhos em altura foram interrompidos algumas vezes diante dos alertas de raios e ventos. “Durante todo o evento, teremos no CCO (Centro de Controle de Operações) uma equipe de meteorologistas da Tempo Ok acompanhando as condições de vento, raios e chuvas e caso tenhamos situações de risco, emitimos os alertas para as ações necessárias, como paralisação da Roda Gigante em decorrência de ventos muitos fortes, por exemplo. Importante mencionar que esses parâmetros já foram previamente definidos com base em normas internacionais e constam no Plano de Operação do evento, visando sempre a segurança das pessoas. E assim, tudo segue dentro dos prazos e padrões de segurança que um evento deste porte exige”, conta ele diretamente do centro de controle montado no The Town.
Ajudar que tudo aconteça no tempo certo é um desafio e tanto. “Foi construída uma cidade em Interlagos, com 360 mil m² de área dentro de um autódromo, com cinco palcos e banheiros ligados a rede de esgoto. Nada de banheiros químicos. Isso exige muito planejamento para entregar ao público tranquilidade ao se movimentar e poder usufruir de uma infraestrutura segura e fluída”, comenta Amorim. O palco Skyline, que receberá os artistas internacionais, traz pontos turísticos da cidade, como o Sesc Pompeia, o arranha-céu da Marginal Pinheiros conhecido como Robocop, a Oca do Ibirapuera, o Edifício Matarazzo, onde fica a prefeitura, o Hotel Unique entre outros endereços paulistanos.
O seguro de eventos conta com dezenas de coberturas. Em caso de cancelamento do show, as negociações de seguros têm diversas possibilidades, dependendo das exigências de cada artista. O corretor leva em conta se o evento é com um único astro, o que seria uma perda relevante. Em um festival, a perda seria menor, uma vez que o show segue com a troca de artistas.
Quem não se lembra da frustração do público com o anúncio de Lady Gaga, que cancelou sua participação no Rock in Rio em 2017 devido a fortes dores causadas pela fibromialgia, substituída por Maroon 5. Outro ponto importante é se o contrato com o artista prevê devolução de cachês em caso de doença ou de desistência. No caso de cancelamento do evento, o organizador deve reembolsar os clientes, sob a luz do Código de Defesa do Consumidor.
Dos prestadores de serviços são exigidos contratos de seguros para danos causados, como uma comida estragada, por exemplo. A estimativa é que sejam servidas 17 toneladas de alimentos, em 80 mil porções na praça de alimentação, com curadoria do chef Alex Atala, junto à empresa de alimentação Sapore. Entre as opções, dadinho de tapioca, pizza de calabresa, diversos sabores de pastéis, nhoque com ragu de linguiça, yakissobas, pizzas, bolinhos de costela. Ao todo, serão 32 receitas.
Outro risco é o da transmissão do evento. A Globo informou que vendeu as cinco cotas de patrocínio e arrecadou R$ 141 milhões pela transmissão do The Town. Para garantir que Itaú, Heineken, Nestlé, Volkswagen e Eno tenham a visualização contratada, há um seguro que pode ser exigido pela rede televisiva da empresa responsável pelo sinal da transmissão.
As atrações, como a roda gigante, a montanha russa e a tirolesa, além de diversas ativações de marcas têm um ponto extra de atenção, principalmente com a previsão de pancadas de chuvas previstas para três dos cinco dias. “Um dos principais riscos administrados é o de tumulto”, ressalta. São mais de 220 experiências proporcionadas pelas empresas dentro da Cidade de Música e algumas que vão ultrapassar os limites físicos do festival, impactando fãs em todo o país.
O festival conta com a Heineken® como patrocinadora master. A seguradora Porto está presente, com o slogan “Todo Cuidado é Porto”. “Queremos estar conectados com as pessoas durante o festival, com todo o cuidado necessário para ajudar a criar uma experiência fantástica para o público. Voltamos nossa atenção para o que pode fazer a diferença durante um evento deste porte, seja uma tomada para carregar a bateria ou um lugar para descansar, da forma que só a Porto é capaz de fazer. São aguardadas 100 mil pessoas por dia de evento. Com certeza, será histórico”, adianta Luiz Arruda, VP de Marketing, Clientes e Dados da Porto.
Além da Porto, Itaú, iFood, Vivo, Riachuelo, KITKAT, Seara, Coca-Cola e Volkswagen são as patrocinadoras. Já os apoiadores são: Movida, Estácio, LATAM, Braskem, Trident, Johnnie Walker, Gerdau, Chilli Beans, Cup Noodles, Via Mobilidade, BeFly Travel, Colgate, Club Social, 3 Corações, McDonald’s, Neoenergia, Sephora e Warner, Hellman’s Red Bull, Acoor Fenômenos entre o público, o TikTok é o parceiro de conteúdo e o Spotify é o player de música oficial.
Já furtos de celulares, como aconteceu recentemente no arrastão no show de Alok na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, não contam com cobertura.
Rafaela Barreda foi nomeada diretora-presidente do Lloyd’s Brasil, mercado líder mundial em soluções de risco comercial, corporativo e especializado. Rafaela está no Lloyd’s desde 2010 e tem mais de 25 anos de experiência no setor de seguros e resseguros no Brasil. Antes do Lloyd’s, ela ocupou cargos de liderança na Guy Carpenter e em empresas seguradas locais.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao Sonho Seguro:
Você assume num momento importante. O Brasil vive um momento, principalmente com o anúncio do novo PAC, com investimentos previstos em R$ 1,7 trilhão, que são relevantes para o mercado de resseguros mundial.
O Brasil é um país muito extenso e que recebe investimento estrangeiro de várias partes do mundo, por isso tem um enorme potencial de crescimento na indústria de seguros. O crescimento em infraestrutura e energia traz muitas oportunidades para o mercado do Lloyd’s apoiar esse desenvolvimento, oferecendo soluções personalizadas que atendem às necessidades de empresas e comunidades em todo o Brasil.
Voce assume o cargo num momento desafiador, de hard market. Qual a percepção do Lloyd’s para o atual momento do resseguro no mundo?
É sem dúvida um momento desafiador. A indústria de resseguros continua a ser confrontada com questões que vão desde catástrofes naturais a riscos cibernéticos tão grandes que têm o potencial de derrubar indústrias inteiras em múltiplas geografias, setores e sociedades. No entanto, com toda esta incerteza, estamos num ponto único em que a nossa indústria é vital na construção de resiliência contra estes eventos. Na minha função, espero continuar a apoiar o mercado local e ajudar a cumprir a nossa promessa de ajudar empresas e comunidades a recuperarem em tempos de necessidade.
No entanto, há muitas oportunidades no Brasil com o anuncio do novo PAC. Como o Lloyd’s entende este momento do Brasil?
O Brasil é um país muito extenso e que recebe investimento estrangeiro de várias partes do mundo, por isso tem um enorme potencial de crescimento na indústria de seguros. O crescimento em infraestrutura e energia traz muitas oportunidades para o mercado do Lloyd’s apoiar esse desenvolvimento, oferecendo soluções personalizadas que atendem às necessidades de empresas e comunidades em todo o Brasil.
O Lloyd’s estará presente na FIDES. Quais suas expectativas em relação ao evento?
Depois de ter sido adiado duas vezes devido à pandemia, estou muito animada com o regresso da FIDES este ano. Eu e Hank Watkins, Diretor Regional e Presidente da região das Américas, estamos ansiosos por grandes discussões com os mercados participantes. Também participarei de um painel de discussão sobre a utilização da inovação em Diversidade e Inclusão – onde contarei como o Lloyd’s Lab, nosso acelerador InsurTech no coração do mercado Lloyd’s, está nos ajudando a explorar uma nova fonte de criatividade e raciocínio ‘fora da caixa’.
A pandemia da covid-19 impulsionou a digitalização do setor segurador nacional, revela estudo divulgado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Cerca de 56,5% das empresas do mercado segurador apontaram que mais de 75% de seus processos já podem ser realizados digitalmente. A pesquisa foi iniciada em maio de 2020 e finalizada em 2022. Ela mostra também que o fator segurança motivou as renovações das apólices e as novas contratações, ajudando a reduzir a necessidade de atendimento presencial, com o objetivo de proteger funcionários, corretores, profissionais dos demais canais, clientes e a sociedade em geral.
Foram ouvidas 47 empresas, que representam 86% do setor segurador nacional. A sondagem foi dividida em duas etapas. A primeira observou as ações do setor segurador brasileiro no cenário da pandemia, relacionadas ao atendimento e à prestação de serviços aos clientes, segurados, fornecedores e corretor, por meio de mapeamento do cenário antes, durante e depois da crise sanitária. Na segunda fase, foram feitas entrevistas com clientes e identificadas tendências para o mercado segurador.
A CNseg identificou que grande parte das seguradoras e corretores de seguros se movimentaram em torno de três pilares básicos: digitalização, que fez com que as empresas atuassem em ambientes digitais; novos produtos, centrado na criação de produtos focados no “humano”; e ganha-ganha, adoção de um modelo que beneficiou a sociedade por meio de investimento em pessoas, tecnologia e comunicação.
No início da pandemia, apenas 28% das companhias consultadas possuíam todos os seus processos realizados digitalmente. Com o avanço da pandemia, o percentual dobrou, passando para 56%, quando considerado o plano de implementação das empresas em até 12 meses. O estudo da CNseg destacou que, no momento inicial da crise sanitária, a digitalização dos processos de resgates não ocorria de forma eletrônica em 34% das companhias. Doze meses depois, 23% das empresas pretendiam implementar a solicitação de resgates de forma digital e 32% externaram o desejo de implantar pelo menos parte do processo para atendimento de forma eletrônica. Entre as 28% que não pretendem ainda adotar a digitalização, a justificativa é reduzir os riscos de fraude nos processos.
Atendimento
Na avaliação do líder do grupo de trabalho responsável pelo estudo pela Comissão de Inteligência de Mercado (CIM), Gilberto Garcia, a pesquisa evidencia que os grupos seguradores se transformaram durante a pandemia para melhor atender seus clientes, buscando aperfeiçoar seus processos e garantir maior nível de satisfação dos segurados. A pesquisa também trouxe como resultado que, mesmo com a digitalização dos processos, o cliente não quer perder o contato com o corretor. “Eles querem uma experiência “figital”, que une o físico e o digital”.
A maior quantidade de aplicações por parte das empresas no momento de pandemia (79%) foi direcionada para a assistência 24 horas e 21% informaram ter realizado melhorias nos serviços ofertados. Ocorreram avanços ainda nas vistorias prévias e inspeção de risco de forma virtual por 33% das consultadas, sendo que outras 43% já praticavam esse formato de atendimento; 27% promoveram descontos diferenciados em programas de fidelidade, que já eram executados por 45% das empresas; e avaliação prévia de saúde para seguros de vida, que já era praticada por 75% das empresas, aumentou 21%.
Para garantir o atendimento aos clientes, aos fornecedores e aos prestadores de serviços, 81% das seguradoras planejavam realizar melhorias nas plataformas de tecnologia da informação, de modo a garantir a estabilidade de sistemas; 70% na proteção e segurança da informação; e 66% realizaram o atendimento por sistemas de comunicação diferenciados. Entre as empresas que trabalham com seguros de vida, 71% adotaram a liquidação de ocorrências agilizada e 45% disponibilizaram processo de atendimento diferenciado aos serviços 24h.
Outros resultados
Outros impactos positivos da digitalização foram sentidos pelas empresas nas renovações (59%), nos seguros passíveis de alterações (53%), e em portabilidade de produtos de acumulação (63%), porque não houve perda de recursos no período. Para atingir esses resultados, as empresas promoveram várias ações financeiras, entre as quais a exclusão de encargos devido à reprogramação de parcela por 17% das empresas, ação que já era executada antes da pandemia por 34% das consultadas. Sobre a reprogramação de parcelas em atraso, 45% relataram terem realizado melhoria ou nova ação nesse processo.
Durante o estudo, 67% das empresas observaram redução na frequência dos avisos de ocorrências (sinistros) nos meses de pico da pandemia, entre março e abril de 2020. Posteriormente, porém, os números retornaram à estabilidade. Para 33% das empresas participantes da pesquisa, a alta nos casos ocorreu, principalmente, em relação ao seguro de vida. Gilberto Garcia indicou que isso ocorreu porque as empresas desconsideraram a cláusula de exclusão de eventos relacionados a pandemias, como a covid-19.
Depois de encerrar o primeiro semestre do ano acima das metas estimadas, o vice-presidente Comercial e Técnico da EZZE, Gabriel Bugallo, está ainda mais otimista para encerrar o ano dentro do previsto no orçamento de 2023. “Tivemos um bom desempenho mesmo num período desafiador como foi o primeiro semestre e por isso mantemos nossas energias para duplicar o lucro líquido em 2023”, comenta.
O lucro líquido saltou de R$ 6,2 milhões em 2021 para R$ 22,6 milhões em 2022. As vendas também avançam com margem (prêmio ganho menos sinistros e comissões) considerada acima da média, de quase 34%. Em 2020, as receitas com vendas somaram R$ 153 milhões; em 2021, R$ 427 milhões, e no ano passado ultrapassaram R$ 743 milhões. Neste primeiro semestre a receita chegou a R$ 472 milhões em prêmios emitidos, avanço de 43% em relação ao mesmo período do ano passado e o que é mais significativo ainda que em prêmios emitidos líquidos de resseguros o avanço é de quase 70%, de acordo com Bugallo. “Acreditamos no que fazemos, em nossa política de subscrição e a retenção seguirá a tendência crescente”.
O bom desempenho, segundo o executivo, está fundamentado na estratégia multiproduto/multicanal. “Dentro de cada canal de vendas há uma boa diversificação de produtos, todos com tendência positiva na rentabilidade, como vida, garantia, linhas financeiras, entre outros”, cita. Em maio, a seguradora estreou no seguro frota com distribuição por meio de corretores especializados e parceiros no segmento. “Estamos muito confortáveis com o desempenho do portfólio nos primeiros meses”.
Um desafio para este segundo semestre está no seguro transporte, que tem uma nova regulamentação que instiga mais debates para que se possa levar uma proposta de valor aos clientes, tanto os transportadores como os embarcadores. “Aguardamos um posicionamento da Susep (Superintendência de Seguros Privados), o que devolverá ao segmento o crescimento com propostas diferenciadas dentro da Lei 14.599, que alterou a forma de comercialização dos seguros de transporte rodoviário de cargas e criou obrigações adicionais, impactando os setores de transporte e seguros.
Bugallo destaca a contratação de novos e experientes profissionais na linha comercial que contribuirão no reforço do atendimento do canal corretor, com foco em corporativo e no Estado de São Paulo. “O segundo semestre costuma ser mais intenso do que o primeiro, o que alimenta a expectativa de resultados mais expressivos no encerramento do ano”.
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