Zurich renova com Midway, financeira da Riachuelo

Luis Reis
Luis Reis

Seguradora expande portfólio de produtos com a Midway Financeira, uma das principais emissoras de cartões do país  

Parceiros há mais de 20 anos, a Seguradora Zurich e a Midway Financeira, subsidiária do Grupo Guararapes que é detentor da varejista Riachuelo, renovaram a parceria para que produtos de proteção da seguradora sejam ofertados nas mais de 330 lojas da Riachuelo, bem como no call center e em canais digitais da financeira. 

A Midway possui uma operação sólida de seguros, que atualmente conta com mais de 2,1 milhões apólices ativas, em sua maioria de origem desta longa parceria com a Zurich, agora renovada. No portfólio de produtos, além dos seguros residencial, bolsa protegida e conta paga, está incluso no novo acordo a disponibilização de outros produtos a partir do 2º semestre de 2023, como o prestamista no empréstimo pessoal e no parcelamento de fatura, acidentes pessoais, celular e garantia estendida. 

Para a Midway, uma das principais maiores emissoras de cartões do país, a renovação da parceria fortalece o portfólio de soluções de proteção financeira para os clientes da Riachuelo, contribuindo para maior integração da financeira junto ao varejo. 

Francisco Santos, CEO da Midway Financeira, ressalta que “a renovação desta longa parceria é a união de forças para potencializar ainda mais a relevância do mercado de seguros nos resultados da financeira”. E ainda complementa: “Temos um negócio sólido e importante, com um portfólio completo, mas que ainda tem muito valor para ser gerado”. 

Para o Diretor Executivo de Parcerias da Seguradora Zurich, Luís Reis, a expectativa da renovação é aumentar o portfólio de produtos e canais para atender cada vez melhor os clientes. “A parceria com a Midway é uma das maiores e mais relevantes parcerias da Zurich no Brasil, e vem crescendo cada vez mais. A atuação com a Midway é um importante canal para ampliar a proteção da sociedade brasileira, dada a sua grande capilaridade e credibilidade no território nacional”.  

Flexível, a seguradora soma mais de 23 milhões de clientes junto a parceiros de diferentes setores, como bancos, empresas financeiras, varejistas, empresas de Telecom, entre outras. Luís Reis ressalta também a capacidade da seguradora, que é uma das líderes no segmento de afinidades (como são chamados os seguros de celular e garantia estendida), de unificar os produtos e serviços, ajustando e automatizando a operação ao longo do tempo.  

“Temos muitos investimentos em tecnologia para viabilizar as operações com as financeiras e demais parceiros. Isso é feito via APIs, que são facilitadores para as empresas interessadas em distribuir os seguros, já que permitem que sistemas de diferentes linguagens de programações sejam integrados de forma rápida, fácil e segura”, explica Reis. “Continuaremos investindo em tecnologias de ponta em nossos produtos e serviços, buscando facilitar a conexão com nossos parceiros e popularizar ainda mais o acesso aos produtos de seguro, como estamos fazendo com a Midway”, finaliza. 

Seguro de pessoas cresce 8,2% no primeiro semestre de 2023

Fonte: Fenaprevi


Levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida — Fenaprevi, com base nos dados da Superintendência de Seguros Privados — SUSEP, para o primeiro semestre de 2023 aponta que os prêmios de seguro de pessoas somaram R$ 29,2 bilhões no período, alta de 8,2% em relação ao mesmo semestre do ano passado. Esse crescimento supera a inflação do intervalo, resultando em uma variação real de 3,6%.

Por ramo, 48% desse montante (cerca de R$ 14,3 bilhões) foi arrecadado em seguros de Vida nas modalidades individual e coletiva e 28% foram em seguro Prestamista, o equivalente a R$ 8,2 bilhões. As principais variações ocorreram em Vida Individual, que cresceu 18%; Funeral, que registrou alta de 18,3% e no seguro Viagem, que subiu 23,8% — todos na mesma base de comparação. No mesmo período, o prêmio do Prestamista aumentou 4,1% e o do Vida em Grupo cresceu 5,9%, os dois segmentos mais expressivos no total.

“O crescimento dos prêmios é um sinal muito positivo para a indústria, pois demonstra o valor percebido destes produtos por parte do cidadão. Em tempos de elevado custo do crédito e diminuição da renda disponível das famílias, conseguir crescer nos dá a certeza que entregamos à sociedade produtos que fazem a diferença e que são priorizados por muitas famílias”, analisa Edson Franco, presidente da Fenaprevi.

Pagamento de benefícios cresce 6,3% no semestre

Ainda segundo a Federação, o pagamento de sinistros no primeiro semestre de 2023 totalizou R$ 7,4 bilhões, alta de 6,3% em relação ao mesmo semestre de 2022. Os maiores pagamentos de benefícios à população segurada foram o Vida, individual e coletivo, também responsável por 48% do total e o Prestamista por 17% do total, respectivamente R$ 4,0 bilhões e R$ 1,3 bilhão em benefícios pagos.

Nos dois ramos, praticamente não foi alterado o montante pago em relação ao primeiro semestre de 2022, verificando na leitura atual alta de 0,1% no seguro de Vida e queda de 0,8% no Prestamista. As principais variações positivas ficaram nos pagamentos de benefícios do seguro Viagem, 92,8% maior em 2023; de Funeral, que avançou 34,9% e nos seguros Dotais, com expansão de 26%.

MDS Brasil anuncia a contratação de Paulo Silveira como superintendente comercial

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do país no segmento de Seguros, Resseguros, Gestão de Benefícios e Consultoria de Riscos, comunica a chegada de Paulo Silveira como Superintendente Comercial. Com mais de 30 anos de experiência no mercado de seguros, Silveira agrega uma riqueza de habilidades que irão potencializar ainda mais a posição da companhia como líder do setor.

Ao longo de sua jornada, o profissional construiu uma trajetória de 23 anos na PepsiCo, onde desempenhou a liderança em diversas áreas, abrangendo Crédito & Cobrança, Planejamento e Seguros, se destacando como Gerente de Riscos durante os últimos nove anos. Além do seu vasto conhecimento prático, o executivo é formado em Direito, possui pós-graduação em Controladoria, Gestão Financeira e MBA em Auditoria e Compliance.

“Estou entusiasmado em desempenhar o papel de reforçar a capacidade da corporação em proporcionar soluções de consultoria de riscos e seguros de excelência, e assim, impulsionar ainda mais o crescimento dos negócios da companhia”, declara Paulo Silveira, Superintendente Comercial da MDS Brasil.

Sua nomeação possui o foco de intensificar a visão do cliente para o centro das operações, alavancando resultados positivos e contribuindo para o crescimento contínuo da empresa.

Insurtech brasileira Easy2Life faz parceira com líder de vendas de seguros na Ásia para crescer no Brasil

A C2L BIZ, insurtech global provedora de soluções para vendas e distribuição de seguros, anuncia parceria no Brasil com a Easy2Life para transformar as vendas e a distribuição de seguros por meio da plataforma SymbioSys Suite.

A plataforma possibilita aos diversos canais de distribuição uma otimização na jornada de atração de clientes, com agilidade e distribuição e mais oportunidades de gerar negócios. “O Brasil é um mercado dinâmico e muito disputado devido ao elevado número de players em operação, o que torna fundamental acelerar processos, principalmente na captação de clientes”, conta o fundador e CEO da Easy2Life, Carlos Alberto Trindade Filho.

“Geralmente, as seguradoras estão sobrecarregadas com deficiências técnicas e operacionais que levam a ineficiências e a processos isolados. Nosso foco é fazer com que os clientes (seguradoras) se atualizem, o mais rapidamente possível, na transformação digital”, diz Vijay Chavan, cofundador e diretor executivo da C2L BIZ.

“Há alguns anos, fiquei muito impressionado com as soluções tecnológicas inovadoras da C2L, promovendo o desenvolvimento das seguradoras na Ásia. Imediatamente, quis trazer essas possibilidades ao Brasil. Com a parceria estruturada com a Easy2Life, pudemos concretizar o lançamento das ferramentas no mercado brasileiro”, conta Ronald Kaufmann, experiente consultor de seguros e principal responsável pela introdução da C2L no país.

Em um cenário econômico desafiador e de muita pressão por geração de receita, o software permite uma série de recursos para todos os canais de distribuição e, principalmente, para os corretores acelerarem as vendas – com atuação do gerenciamento de leads até o envio de aplicativos eletrônicos, aumentando a satisfação do cliente.

“Nossa parceria com a C2L BIZ traz recursos de transformação de distribuição digital de ponta a ponta para as seguradoras do Brasil. A indústria de seguros do país está em meio à próxima onda de transformação digital”, diz Trindade. A C2L BIZ e a Easy2Life estão negociando a entrada também na Argentina, Colômbia e no México.

O Sonho Seguro conversou com Carlos Alberto Trindade. Leia os principais trechos da conversa:

Quais os investimentos realizados nesta plataforma para operação no Brasil?

Como a C2L BIZ é uma empresa de serviços digitais, o investimento no Brasil já vem sendo feito no grande esforço comercial de nossas equipes, lideradas pelo contato local desenvolvido pela Easy2Life. A cada novo contrato fechado novos investimentos serão feitos com o envio de especialistas, que ficam integralmente alocados no Brasil, para adaptação, programação e correção de possíveis problemas durante a implementação do sistema (dependendo de cada módulo do SymbioSys que venha a ser adquirido) para uso no mercado brasileiro, significando horas de programação neste sentido.

Para a seguradora, o custo médio de aquisição da plataforma é de US$ 180 mil, podendo variar de US$ 40 mil a US$ 300 mil, em média. O software pemite a redução já quantificada junto aos clientes da C2L BIZ  de 20% a 60% do custo de aquisição de clientes. Por fim, a produtividade da distribuição cresce em média 50% com a utilização do sistema.

Como a empresa se tornou a maior do mercado asiático?

A razão mais importante é que fomos os primeiros a lançar uma plataforma “end-to-end” para distribuição de seguros na região. Isso nos trouxe uma enorme vantagem competitiva e permitiu que ocupássemos a liderança rapidamente. 

Quais experiência traz para o Brasil?

Há expectativa de fechamento de três contratos, ainda em 2023, com concentração inicial na região Sudeste. É importante destacar a velocidade de vendas que a plataforma permite criar. O ciclo de vendas junto aos clientes que utilizam o sistema passará a ter uma redução de tempo e custos consideráveis e aquisição de novos negócios – muitos processos de vendas eram morosos, levavam dias. Com nossa solução, se transformam em horas. Temos uma opção de uso da plataforma no modo desconectado da Internet que permite seu uso integral por todo o território nacional, mesmo onde tenha maiores dificuldades de conecção.

O que precisou ser adaptado?

O processo de adaptação local se inicia quando um contrato é fechado, e desta forma vamos identificando possíveis situações que são corrigidas ao longo desta etapa. Outro tópico que vale ser mencionado é sobre a regulamentação relativa à proteção de dados e à LGPD, que inclusive, se baseia em algumas das legislações estrangeiras. Portanto, naturalmente, o software está adaptado às características locais quanto à proteção de dados.

Com a parceria, onde a Easy2Life pretende chegar nos dois primeiros anos?

Para o ano de 2023, nossa expectativa é de alcançar três novos contratos assinados com alguns dos principais players do mercado. Temos conversado com mais de 10 companhias seguradoras, algumas em fase avançada de avaliação, assim como iniciando conversas com novas companhias. Em respeito à confidencialidade das conversas, não podemos divulgar seus nomes, mas, certamente, fazem parte do grupo das maiores seguradoras do país.

Quais os seguros que terão maior destaque na plataforma?

O diferencial da plataforma é justamente oferecer ao cliente todos as modalidades e categorias de produtos que ele (segurador) oferece ao mercado, desde seguro saúde, seguro de vida, seguro viagem, seguro auto, entre outros.

Detalhe preço, coberturas e valor de indenização.

Os produtos são sempre criados e precificados pelas seguradoras clientes. Assim, seus preços finais dependem de suas estratégias. O que o SymbioSys permite é que os produtos sejam lançados com extrema velocidade, e campanhas e incentivos inovadores sejam ágeis e facilmente implementados.

Qual o público alvo?

Nosso foco principal são as seguradoras, empresas de previdência privada, operadoras de saúde, empresas de capitalização e mesmo empresas de consórcio. Os clientes irão se beneficiar da ferramenta que contribuirá para a criação de estratégias de vendas para captação, manutenção e distribuição de suas ofertas.

Como será a distribuição? Corretores? Parceiros? Abrangência nacional?

Nosso foco inicial será na região Sudeste onde estão concentrados os principais players do mercado e com alto potencial de geração de negócio. Nosso principal público a ser sensibilizado são as seguradoras, que passa a ter uma plataforma que vai trazer as melhores soluções de distribuição e captação de clientes, de acordo com as modalidades de seguro e produto a serem trabalhados. Nosso projeto é ambicioso e até o fim do ano esperamos uma receita acima de U$$ 0,5 milhão. Em cinco anos, o mercado de seguros estará ainda mais maduro, modernizado continuamente pensado no omnichannel, o que nos permite prever um crescimento acelerado.

Quais as perspectivas de vendas?

Para o primeiro ano da parceria, as perspectivas são de uma receita superior a US$ 500 mil, chegando a US$ 4 milhões ao longo dos cinco primeiros anos. O custo médio para quem contrata a solução varia de US$ 150 mil a US$ 400 mil, dependendo da quantidade de módulos selecionados pela seguradora e de acordo com a complexidade.

Quanto tempo para a implantação do software?

A implantação do software pode levar de dois a cinco meses. Nos últimos anos, tivemos a oportunidade de monitorar, de perto, o desempenho do software em alguns países estratégicos. Seguradoras líderes globais puderam reduzir alguns processos que duravam dias para horas com a solução SymbioSy. Para o fechamento da parceria e a entrada da plataforma da C2L BIZ no Brasil, foram necessários oito meses de planejamento e negociação. O software teve suas características adaptadas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Quem é e quais as vantagens que a C2L BIZ traz para o Brasil?

A C2L BIZ tem, em carteira, uma sólida parceria com seguradoras de 12 países. Entre a lista de clientes, estão 9 das 30 principais empresas globais do setor. Por meio do software da C2L BIZ, SymbioSys Suite, seguradoras foram capazes de reduzir o custo de aquisição de cliente (CAC) entre 20% e 60%. A produtividade da distribuição cresce, em média, 50% com a utilização do sistema. Além do aumento da velocidade de lançamento de produtos e de vendas, as seguradoras conseguem, com o uso do sistema, transformar a subscrição e o gerenciamento de sinistros, ter melhor gestão de campanhas e oferecer mais incentivos flexíveis aos corretores. Nesta fase inicial, Vijah olha não só para as seguradoras tradicionais, mas também para o negócio de insurtechs, devido ao exponencial crescimento desse segmento.

Icatu Coopera discute práticas de ESG no 4° Fórum Integrativo Confebras  

Fonte: Icatu

A Icatu Coopera – marca criada pela Icatu para atender com exclusividade o cooperativismo – estará presente no 4° Fórum Integrativo Confebras, que acontece entre os dias 30 e 31 de agosto, em São Paulo. No evento, o Vice-presidente Corporativo da Icatu, César Saut, participará do painel “Negócios Responsáveis: boas práticas de ESG”, que abordará a importância de olhar para a evolução dos negócios e suas responsabilidades, para além do lucro. 

Realizado pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) em parceria com a Federação Nacional das Cooperativas de Crédito (FNCC), o evento tem como tema central “Intercooperação: A tríade da evolução das cooperativas singulares” e tem como objetivo construir uma jornada de discussão e interação para levantar as principais demandas do segmento, soluções e possibilidades de expansão. 

“Nos últimos anos, acompanhamos uma grande transformação da nossa sociedade, impactada pela pandemia. O mercado deixou de focar apenas no produto e passou a olhar para aquilo que mais importa: as pessoas, a vida. Essa reflexão sobre o propósito dos negócios sempre constituiu a essência do sistema cooperativo que, por sua vez, nasceu bem antes do atual conceito de ESG e se desenvolve em um cenário inclusivo. Em consonância com o mercado segurador de pessoas, o qual naturalmente desempenha um papel de estabilização econômica e social fundamental para a sociedade”afirma César Saut, que discursa no dia 31, às 10h05. 

Com expectativa de 250 pessoas, o 4° Fórum Integrativo Confebras acontecerá no Gran Estanplaza Berrini, em São Paulo, e contará com lideranças do cooperativismo financeiro nacional, gestores, diretores, gerentes e ocupantes de cargos estratégicos do setor. 

SERVIÇO: 

4° Fórum Integrativo Confebras

Painel: Negócios Responsáveis: Boas Práticas de ESG

Participantes: César Saut, Vice-presidente Corporativo da Icatu, Sara Buchwitz, Vice-presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil, Denise Maidanchen, Diretora Executiva da Quanta Previdência Cooperativa, e Ademar Schardong, sócio de uma das empresas do Grupo Yassaka.

Data: 31 de agosto, das 10h05 às 11h20 

Local: Hotel Gran Estanplaza Berrini – R. Arizona, 1517 – Cidade Monções, São Paulo – SP

EZZE protege patrimônio tombado de Fernando de Noronha 

Fonte: EZZE

A EZZE Seguros completa seis meses como seguradora oficial dedicada à proteção de toda a estrutura que compõe o Forte Nossa Senhora dos Remédios, localizado na Baía de Santo Antônio, na Ilha de Fernando de Noronha (PE), patrimônio do século XIII tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico Nacional).

Em 2022, o Forte do arquipélago passou a ser gerenciado pelo Consórcio Forte Noronha, que investiu R$ 10 milhões na requalificação do espaço nos setores de hidráulica, elétrica, infraestrutura de museus, sistema de som, climatização, auditório e no setor de restaurante.

Com o compromisso de cuidar de todo ecossistema local, o Forte tem desenvolvido uma série de ações socioculturais gratuitas para a comunidade, como aulas de yoga, missa aberta na Capela e programação kids com recreação, além de cineminha e atrações musicais.

“Apoiar esse projeto representa para nós exercer a prática do seguro com responsabilidade social e ambiental, já que o Forte é hoje um centro de referência cultural e natural da Ilha que recebe turistas e acolhe, com uma série de atrativos, os moradores locais. É uma grande satisfação cuidar e proteger esse patrimônio que fará parte da vida de muitas gerações”, diz Ivo Machado, vice-presidente de Relações Institucionais e Marketing da EZZE. 

Tesouro Verde – O Forte Noronha caminha para completar, ainda em 2023, um ano de operação como o primeiro patrimônio tombado a neutralizar 100% as emissões de carbono no Brasil e recebeu o selo “Tesouro Verde”, que representa um importante passo em direção à gestão sustentável da Ilha.

Projeto Golfinho Rotador – O Forte é também base de observação do Projeto Golfinho Rotador. Cerca de 800 animais podem ser avistados diariamente no local, onde é oferecida toda estrutura e apoio a todos os projetos capitaneados pela organização, como férias ecológicas de julho e janeiro com cessão de espaço, som e lanches para as crianças, palestras e eventos.

Itaú Unibanco volta a competir em seguros corporativos

Eduardo Domeque Itau Seguros

O mais recente artigo para o Infomoney

Nove anos após ter deixado o segmento de seguros corporativos, o Itaú Unibanco está retomando a oferta de produtos nessa área através da Itaú Seguros e planeja expandir ainda mais sua presença por meio de parcerias com a Itaú Corretora.

“Atualmente, o foco está em linhas financeiras, especialmente seguro garantia, em todas as suas modalidades, além de fiança locatícia”, informa Eduardo Domeque, head de seguros do Itaú Unibanco.

“Manteremos, porém, uma linha de atuação híbrida, como já fazemos no varejo, onde buscamos entregar a melhor proposta de valor para os nossos clientes, seja usufruindo da solidez e confiança da marca Itaú ou oferecendo alternativas cuidadosamente selecionadas no mercado – o que reforça o conceito de ‘one-stop-shop’ financeiro. Devemos manter o sólido crescimento que essa estratégia tem proporcionado ao longo de 2024”,  resumiu Domeque à coluna.

Embora não tenham sido divulgados muitos detalhes, o renascimento do interesse do maior banco privado do Brasil no mercado de seguros está gerando grande interesse entre os executivos que atuam com riscos corporativos.

Em muitos casos, esses contratos envolvem especialistas altamente disputados por corretores, seguradoras, segurados e resseguradoras, já que o cerne é uma avaliação sólida dos riscos. Se calculados com precisão, esses contratos podem trazer lucro substancial; entretanto, um cálculo inadequado pode levar a prejuízos significativos.

Em agosto de 2014, o Itaú interrompeu sua atuação em grandes riscos, seguindo uma tendência do setor de seguros em que bancos focam mais no mercado de varejo. O banco vendeu sua divisão de seguros de grandes riscos para a seguradora americana ACE, que desembolsou R$ 1,5 bilhão pela aquisição.

Dois anos mais tarde, a ACE adquiriu a Chubb Seguros, transformando-se na maior seguradora de capital aberto do mundo, com um valor de mercado de US$ 51,2 bilhões. O nome Chubb prevaleceu após a fusão das empresas.

Outros grandes bancos brasileiros, como Bradesco, Caixa e Banco do Brasil, parceiro da espanhola Mapfre, também tomaram medidas no mercado de grandes riscos. O Bradesco estabeleceu uma parceria com a Swiss Re Corporate Solutions, o braço de seguros da suíça Swiss Re, o que começou a render frutos após cinco anos. O grupo suíço assumiu as operações de seguros corporativos (“Property & Casualty”) e de transportes da Bradesco Seguros, permitindo-lhe acesso a canais, clientes e segmentos que, de outra forma, seriam de difícil alcance.

O marco de R$ 1 bilhão em receita da Swiss Re Corporate Solutions no Brasil, conhecida como CorSo, foi comemorado em outubro de 2022, sendo 35% dessa quantia proveniente da joint venture. Na semana passada, uma equipe da Bradesco Seguros estava em treinamento técnico na matriz suíça.

A escolha de uma seguradora pelo cliente nem sempre se baseia em critérios estritamente técnicos. Em algumas situações, as empresas optam por uma seguradora associada a um banco visando facilidades nos serviços bancários e taxas mais baixas para financiamentos. Sim, esse tipo de cenário ainda é uma realidade. Além disso, quando se trata de multinacionais, a seleção da seguradora frequentemente é influenciada pela empresa local parceira do programa mundial de seguros.

Esse antigo modo de negociação tem valorizado especialistas que buscam reduzir custos e obter capital suficiente para cobrir os negócios que serão gerados pelos R$ 1,7 trilhão em investimentos planejados no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em todos os estados brasileiros. Os fundos virão do Orçamento Geral da União (R$ 371 bilhões), de empresas estatais (R$ 343 bilhões), financiamentos (R$ 362 bilhões) e do setor privado (R$ 612 bilhões).

Esses contratos envolvem muitos tipos de seguros e interesses diversos. O principal foco no momento é o seguro garantia, que tem como objetivo assegurar a conclusão de projetos dentro dos prazos e custos acordados. No entanto, as perdas passadas e as preocupações com riscos futuros e imprevisíveis têm limitado o apetite das resseguradoras, que são as principais fornecedoras de capital para o seguro primário.

O governo e as construtoras envolvidas são basicamente as mesmas que foram investigadas em 2014 e que causaram perdas significativas para o setor de seguros. Isso resultou em prêmios de seguro mais altos e condições contratuais mais restritas, já que as perdas passadas desempenham um papel importante na formação dos prêmios.

Além disso, o cenário global atual se encontra em uma fase chamada “hard market” (mercado difícil), onde as cláusulas e condições contratuais estão mais rigorosas. Isso se justifica pela necessidade das resseguradoras de recuperarem as perdas históricas desde o início da pandemia, as quais incluem mortes, interrupções nas cadeias de suprimentos, indenizações por perda de lucro de empresas afetadas pelos bloqueios, aumento de acidentes durante a retomada das operações fabris, entre outros fatores.

Para tornar as coisas ainda mais complexas, o mundo está enfrentando tensões geopolíticas após a pandemia. Os conflitos entre Rússia e Ucrânia têm causado prejuízos significativos, com apreensão de bens e interrupção de fornecimento de diversos produtos. Isso tem resultado em rupturas nas cadeias de suprimentos em muitos setores da economia global.

Além disso, um fator crucial são as indenizações recordes devido a perdas relacionadas a eventos climáticos extremos. O primeiro semestre de 2023 continua a tendência dos anos anteriores, com perdas substanciais. Embora o total de perdas de US$ 110 bilhões tenha sido menor do que no primeiro semestre de 2022 (US$ 120 bilhões), esse montante ainda supera a média dos últimos dez anos (US$ 98 bilhões, ajustados pela inflação).

O mesmo padrão se aplica às perdas seguradas de US$ 43 bilhões, que foram menores do que os US$ 47 bilhões do mesmo período do ano anterior, mas ainda superiores à média de dez anos para perdas semestrais, que é de US$ 34 bilhões. Esses dados foram revelados em uma pesquisa da Munich Re.

A agitação nesse setor está apenas começando e também afeta os corretores de seguros. Para orientar a técnica, a gestão e maximizar os negócios, os clientes e as resseguradoras competem por corretores especializados em seguros. A demanda é especialmente alta nos novos contratos na área de energia, tanto na exploração e produção de petróleo e gás, quanto nas usinas térmicas.

A WTW (Willis Towers Watson) anunciou novas contratações para sua área de seguro garantia, incluindo Leonardo Baeta, especialista em recursos naturais como petróleo, energia e mineração; Aline Dalindo, com experiência na área de crédito; e Marco Darhouni, com anos de atuação nos setores de transporte, aviação e navegação.

Neste mês, a Latin Re, composta por executivos de várias seguradoras, resseguradoras e corretoras, celebrou seu sucesso ao se tornar a primeira corretora de resseguros do Brasil a obter licença para operar diretamente no mercado de seguros Lloyd’s of London, o maior do mundo.

Todos reconhecem que os organismos multilaterais não conseguirão lidar sozinhos com tantos investimentos e, portanto, a partilha de riscos desempenha um papel fundamental. A criação de produtos para captação de recursos e redução do custo de capital é uma abordagem válida, incluindo debêntures de infraestrutura e garantias bancárias.

No entanto, devido ao grande volume de investimentos previstos, a presença de seguros no mercado de capitais é uma necessidade urgente para apoiar os investimentos vitais no Brasil. Isso explica o retorno do Itaú, a parceria do Bradesco e o reforço do setor de seguros por parte de bancos de investimento.

Perda de ViaSat-3 pode gerar prejuízo de bilhões de dólares

FONTE: Bloomberg, com tradução do Valor

A Viasat Inc. tem mais de US$ 1 bilhão em satélites em órbita em apuros, e as seguradoras espaciais estão se preparando para sinistros que abalarão o mercado.

O satélite ViaSat-3 Americas, de cerca de US$ 1 bilhão, sofreu um problema inesperado ao colocar sua antena em órbita em abril. Se a Viasat declarar perda total, os executivos da indústria estimam que a indenização atingiria um valor recorde de US$ 420 milhões e, por sua vez, tornaria mais difícil – e mais caro – para outros operadores de satélite obterem seguro.

Devido ao risco financeiro associado ao seguro de um satélite tão caro, o ViaSat-3 é provavelmente coberto por diversas apólices de diferentes empresas.

“Nenhuma seguradora quer assumir o risco sozinha”, disse Denis Bensoussan, que dirige o negócio de seguros satélite da Beazley Insurance, um sindicato do Lloyd’s de Londres, um dos membros do painel de seguradoras da ViaSat-3. Nenhuma outra grande seguradora estava disposta a divulgar publicamente o seu papel como subscritora do satélite.

Já em 24 de agosto, a Viasat relatou que seu satélite Inmarsat-6 F2, lançado em fevereiro, sofreu um problema de energia. A falha pode encerrar a vida útil da nave e resultar em uma indenização de US$ 350 milhões, disse o Space Intel Report.

Os problemas da Viasat em órbita ocorrem alguns anos depois de grandes seguradoras como American International Group Inc. e Allianz SE terem fechado seus portfólios espaciais. Isso deixou um grupo menor de fornecedores para absorver os riscos no mercado notoriamente arriscado.

Embora as principais empresas de telecomunicações com satélites multimilionários ainda desejem cobertura, outros operadores espaciais concentrados em lançar grandes lotes de satélites pequenos na órbita mais baixa da Terra – como a Space Exploration Technologies Corp., de Elon Musk – não estão a fazer o mesmo. Para eles, a perda de um satélite não é um grande problema.

Os executivos da Viasat disseram que é muito cedo para especular se a empresa irá registrar uma reclamação.

“Não há consequências se demorarmos mais uns três meses para obter boas medições e depois tomarmos essas decisões”, disse o CEO da Viasat, Mark Dankberg, a analistas em 9 de agosto, depois que a empresa divulgou resultados trimestrais melhores do que o esperado.

Os investidores estão preocupados, no entanto. As ações da Viasat despencaram 28%, em uma queda recorde em um único dia após o anúncio em julho do problema do ViaSat-3. Os executivos disseram que o problema do satélite iria travar o crescimento em 2025, embora o impacto se limitasse ao seu serviço de banda larga fixa com efeitos em apenas cerca de 13% do seu negócio.

Os problemas não são de hoje. O satélite ViaSat-2 da empresa, lançado em 2017, também sofreu uma anomalia na antena, provocando uma reclamação de US$ 188 milhões, disse Louie DiPalma, de William Blair, aos clientes no mês passado.

“Este dói muito mais porque a espera foi muito longa e porque a Viasat tem sofrido pressão da SpaceX”, disse DiPalma.

Após as notícias da anomalia do Inmarsat-6, a Viasat e outros participantes da indústria “provavelmente enfrentarão desafios significativos na obtenção de seguro para futuros lançamentos de satélites”, disse DiPalma em nota de 25 de agosto.

Prêmios mais altos

Uma perda de US$ 420 milhões eclipsaria a maior perda de satélite de todos os tempos, de cerca de 345 milhões de euros (US$ 373 milhões) do satélite FalconEye 1 em 2019. Embora grandes para o mercado de seguros de satélites, as perdas podem chegar a bilhões de dólares em outros mercados, como aviação.

Quando ocorrem perdas enormes de satélites, muitas vezes, isso é seguido por um pequeno êxodo de participantes do setor. À medida que as seguradoras saem, os prémios tendem a aumentar, de acordo com especialistas do setor.

Em 2019, as perdas totais com reclamações de satélites totalizaram US$ 788 milhões, o que superou os prêmios totais do ano em US$ 500 milhões, de acordo com o banco de dados de lançamento e satélite Seradata. Nos anos que se seguiram, grandes nomes como American International Group Inc., Swiss Re AG e Allianz SE fecharam as portas ao seguro satélite.

E se o conjunto de seguradoras diminuir, as restantes seguradoras agirão de forma mais criteriosa.

“As pessoas estarão menos dispostas a aplicar capital em satélites arriscados e desafiadores ou em projetos desafiadores”, disse Bensoussan, de Beazley. “Ou exigirão mais prêmios por isso ou restringirão a cobertura.”

Seguro satélite

Os princípios básicos do seguro satélite funcionam mais ou menos como um seguro patrimonial. Operadores de satélite como a Viasat normalmente pagarão prêmios pela cobertura do primeiro ano do veículo em órbita, com opção de renovação, bem como potencial para uma falha catastrófica na plataforma de lançamento.

“Se a missão falhar, eles poderão ser ressarcidos”, disse Patton Kline, diretor-gerente da corretora de seguros Marsh. “Eles podem sair e comprar um serviço de lançamento, comprar outro satélite e realizar a missão novamente.”

Para satélites menores, as operadoras podem potencialmente obter cobertura de uma seguradora.

No entanto, quando os satélites atingem centenas de milhões de dólares, os operadores normalmente têm de recorrer a um punhado de seguradoras para obter cobertura total. Atualmente, existem cerca de 20 a 30 participantes no seguro de satélite.

“Alguns dos desafios que enfrentamos são a baixa frequência de perdas, mas a alta severidade”, disse Chris Kunstadter, chefe global de espaço da seguradora AXA SA. “Portanto, eles não acontecem com frequência, mas quando acontecem, são grandes.”

A AXA se recusou a comentar se estava envolvida na cobertura do ViaSat-3. A Marsh, outra seguradora, disse que não esteve envolvida na colocação do satélite.

Com tantas seguradoras sujeitas a este pagamento maciço, os prêmios do seguro de satélite deverão aumentar nos próximos meses, de acordo com as seguradoras, elevando os custos para os operadores de satélite. Essa sacudida no mercado deverá diminuir com o tempo, mas também ocorrerá num momento em que as seguradoras deixaram um mercado conhecido pela alta volatilidade e pelas perdas de alto risco.

Espaço lotado

O número de satélites ativos em órbita quase quadruplicou nos últimos anos, impulsionado pelo surgimento de megaconstelações como o Starlink, da SpaceX, aumentando o potencial de colisão de satélites no espaço. Se isso acontecer, as taxas poderão subir para esses satélites específicos, disse Kline, da Marsh.

A SpaceX não faz seguro para seus satélites, segundo as seguradoras. À medida que mais empresas apoiadas por capital de risco entram em cena e injetam satélites menores na órbita baixa da Terra, o desejo de seguro de satélites diminui. Ao enviar grandes lotes de satélites pequenos e médios de uma só vez, a perda de uma ou mais dessas espaçonaves não é tão terrível – especialmente em comparação com a perda de um satélite enorme como o ViaSat-3.

“Faltam muitas apólices”, disse Bensoussan. “E essa é provavelmente uma das razões pelas quais, embora a indústria espacial seja muito, muito dinâmica e esteja crescendo muito, o mercado de seguros espaciais não cresce. Permaneceu bastante estável.”

Seguradoras emitiram R$ 90,3 bilhões em prêmios no primeiro semestre

Fonte: IRB

O faturamento do mercado de seguros aumentou R$ 10,3 bilhões no primeiro semestre de 2023 se comparado ao mesmo período do ano passado. É o que mostra a 33ª edição do Boletim IRB+Mercado, divulgada hoje (28/08) pela plataforma IRB+Inteligência. A alta, que representa crescimento de 12,9%, foi puxada pelos segmentos Vida e Automóvel. Ao todo, os prêmios emitidos pelas seguradoras nos seis primeiros meses do ano alcançaram R$ 90,3 bilhões.

O relatório, que considerou números publicados pela Susep – órgão regulador do setor – em 10/08, indica que o lucro líquido do setor cresceu 86,3% em relação ao primeiro semestre de 2022, fechando em R$ 17,4 bilhões. Um dos fatores que contribuiu para isso foi a queda de 12,6 pontos percentuais (p.p.) da sinistralidade geral no 1S23. O índice encerrou o semestre em 44,3%, influenciado principalmente pela recuperação do segmento Rural, muito afetado em 2022 por eventos climáticos.

Alta puxada por Vida e Automóvel

Vida, que fechou o 1S23 mantendo a maior participação nos prêmios emitidos (32,9%), totalizou R$ 29,7 bilhões em faturamento. O valor é 8,5% maior que o registrado no mesmo período de 2022. A evolução foi impulsionada, principalmente, pela alta dos seguros de vida individuais (+18%) e coletivos (+6,1%). 

Já Automóvel, que respondeu por 30% dos prêmios emitidos, fechou o 1S23 com R$ 27 bilhões de faturamento, alta de 18,1% ante o 1S22. O segmento, que estava registrando expansão do total de prêmios emitidos devido ao aumento de preços de veículos e peças, agora observa os desdobramentos do programa de renovação da frota, que garantiu desconto no preço de compra de veículos novos.

Nos dois segmentos, a sinistralidade também apresentou melhora. Em Vida, o índice fechou o primeiro semestre em 29,9%, com queda de 2,5 p.p. em relação ao 1S22 e patamar semelhante ao registrado antes da pandemia de covid-19. Em Automóvel, a taxa de 59,7% é 14,4 p.p. menor que a verificada no 1S22. Desde abril de 2022, a sinistralidade do segmento apresenta tendência de queda.

Outros segmentos

Corporativo de Danos e Responsabilidades, que responde por 19,1% do mercado, cresceu 12,7% em relação ao mesmo período de 2022, totalizando R$ 17,3 bilhões no 1S23. A sinistralidade do segmento caiu 2,3 p.p., fechando em 40,8%. Esse é o menor índice desde 2015. 

Individual contra Danos (7,6% do mercado) evoluiu 13% no 1S23 frente aos seis primeiros meses de 2022, com destaque para os seguros Compreensivo Empresarial (+22,6%) e Residencial (+14%). Ao todo, o segmento acumulou R$ 6,9 bilhões em faturamento e registrou sinistralidade de 34,4% (-4,4 p.p.).

Com 7% do mercado, Rural acumulou R$ 6,3 bilhões em faturamento no 1S23, alta de 10,3% em relação ao 1S22, impulsionado pelos recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, do Governo Federal. Já a sinistralidade caiu de 160,9%, no 1S22, para 40,6%, no 1S23. 

Já Crédito e Garantia (3,4% do mercado) faturou R$ 3,1 bilhões no 1S23, alta de 21,1% na comparação com o 1S22. É o maior faturamento do segmento desde o início da série histórica, em 2014. A sinistralidade, no entanto, aumentou 55,9 p.p. e atingiu 80,5% no 1S23.

O Boletim IRB+Mercado resume as operações de seguros, considerando os seguros de danos, responsabilidades e pessoas. A edição também lista os cinco maiores grupos seguradores por linha de negócios e está disponível, na íntegra, no site www.irbre.com. Assim como, o Dashboard IRB+Mercado Segurador, que permite consulta dinâmica e gratuita às informações de todo o setor.

Austral Re lança plataforma de subscrição de riscos para carteira de vida

Alessandra Monteiro - baixa

A Austral Re acaba de lançar o LUA (Life Underwriting Assessment), ferramenta destinada as seguradoras, que poderão utilizá-la para otimizar e personalizar o atendimento ao seu cliente final. A ideia é que o processo de subscrição seja mais ágil, mas sem perder a qualidade. Dentre os diferenciais, a plataforma, desenvolvida em parceria com a Samplemed, contém um manual de subscrição com mais de 200 artigos para consulta, 1,8 mil variações de riscos e cadastramento simplificado de novos conjuntos de regras específicas por seguradora. 

“Inovar com customização de serviços e recursos tecnológicos contribui no processo de fidelização dos clientes. Queremos levar ao mercado algo que impacte de forma positiva a rotina de nossos parceiros”, comenta Alessandra Monteiro, head de Vida e Saúde da Austral Re.

O objetivo da resseguradora é oferecer mais ferramentas tecnológicas de subscrição de riscos que agreguem serviços com agilidade e análises cada vez mais precisas, por meio de machine learning e inteligência artificial. Para Alessandra, o conhecimento do mercado nacional e agilidade na tomada de decisão são diferenciais da companhia. “Estamos presentes em 18 países da América Latina e temos comprovada expertise no segmento, sempre atentos a novas tecnologias e soluções”.