No primeiro semestre de 2023, o aplicativo Bradesco Seguros atingiu a marca expressiva de mais de 1 milhão de usuários únicos (aqueles que iniciaram uma nova sessão ao menos uma vez durante o período) que utilizam mensalmente o App e mais de 6 milhões de solicitações realizadas através do app em um único mês, em junho de 2023.
Com mais de 40 serviços disponíveis referente à soluções como Saúde, Dental, Auto, Residencial, Vida, Seguro Viagem, Capitalização e, em breve, Previdência, o app da Bradesco Seguros oferece aos clientes, num único lugar, facilidades como 2ª via de apólice e boleto, coberturas, assistências, carteirinha do plano de saúde e dental, busca de médicos, e reembolsos. Entre as últimas novidades, agora é possível realizar a aquisição do produto Dental dentro do próprio aplicativo, uma solução integrada ao e-commerce Bradesco Seguros. Além disso, também foi lançado recentemente o serviço ‘Minhas Proteções’, uma wallet de seguros que permite ao usuário visualizar todos os seguros e produtos contratados e suas proteções em cada uma das categorias: Bem-estar, Patrimônio e Futuro. O cliente pode obter mais informações a respeito das soluções que ainda não possui e realizar a contratação de forma digital para aumentar seu grau de proteção.
Giuliano Generali, Superintendente Executivo de Canais Digitais e Experiência do Cliente do Grupo Bradesco Seguros, ressalta a missão da centralidade do cliente, sempre focando em soluções que ajudem os segurados em todas as etapas da jornada. “Esses números são resultado dos constantes investimentos realizados pelo Grupo em tecnologia e inovação e considerando a visão dos nossos clientes por meio de entrevistas e testes de usabilidade, fortalecendo nosso compromisso em colocar o cliente no centro de tudo que estamos fazendo. A digitalização é uma grande aliada do setor, capaz de agregar valor à experiência dos nossos clientes, à dinâmica das vendas e à oferta de soluções de uma forma cada vez mais personalizada e assertiva”.
A MAG Seguros, comandada por Helder Molina, subiu uma posição entre o ano passado e este e atingiu o topo do ranking das companhias mais inovadoras do setor de seguros e planos de saúde, segundo o anuário Valor Inovação Brasil 2023. Unimed-BH, Icatu Seguros, Bradesco Seguros e Hapvida NotreDame Intermédica são os destaques do setor no anuário Valor Inovação Brasil 2023.
O principal foco da companhia em sido avançar na melhoria dos processos por meio de recursos tecnológicos, e aprimorar, de forma mais humanizada, a atenção às dificuldades dos usuários
MAG Seguros – O diretor-executivo de tecnologia da informação (TI) da MAG Seguros, Luis Henrique Fontes de Oliveira explica que o principal foco da companhia nos últimos 12 meses foi a busca por avançar na melhoria dos processos por meio de recursos tecnológicos, como inteligência artificial; e aprimorar, de forma mais humanizada, a atenção às dificuldades dos usuários.
“Exigimos da área de tecnologia maior velocidade e precisão das operações internas, mas sem descuidar da experiência personalizada de cada cliente”, diz.
Nesse sentido, Oliveira destaca a iniciativa MAG Phygital, com uso de tecnologia machine learning (capacidade do computador em identificar padrões) e atendimento humanizado nos negócios, beneficiando clientes e colaboradores, com impacto em todo o setor. O conceito aplicado torna o processo de compra de seguros mais atrativo e adaptado às preferências das pessoas.
O MAG Phygital resultou no aumento de R$ 500 mil na receita da empresa e na geração de mais de 42 mil leads (clientes), distribuídos para a equipe de vendas, entre setembro de 2022 e junho de 2023. Além disso, a taxa de conversão, via WhatsApp, manteve-se acima de 18% e o tempo médio de atendimento ao lead ficou em 16 minutos, explica o diretor-executivo de TI da seguradora.
Icatu Seguros – Terceira colocada no ranking setorial, a Icatu Seguros investiu, nos últimos cinco anos, mais de R$ 1 bilhão em iniciativas de tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital. Desse montante, R$ 360 milhões foram utilizados em 2022. Neste ano, o investimento será de mais de R$ 400 milhões na área, explica o superintendente de ransformação digital da Icatu, Luciano Antoniolo.
Hoje, a compra do seguro Vida Digital é 100% on-line, sendo efetivada em minutos, com grande volume de transações por dia, diz Antoniolo. “Temos bancos como clientes, usando a tecnologia da Icatu Seguros para a venda dos seguros de vida. São milhões de pessoas”, completa.
Bradesco Seguros – Para a Bradesco Seguros, a essência das soluções e inovação realizadas nos últimos 12 meses pode ser resumida no “clientecentrismo”, ou seja, o cliente no foco dos produtos e serviços digitais, como explica o diretor de inovação, CRM e digital do Grupo Bradesco Seguros, Fábio Dragone.
A esse enfoque soma-se a preocupação em buscar soluções para o e empoderamento do corretor, que também é o usuário de tecnologias e ferramentas. Em 2022, a seguradora investiu mais de R$ 1 bilhão em tecnologia e inovação, o dobro do montante de 2021. Segundo Dragone, o objetivo é ampliar os investimentos na área em 2023 e 2024, com foco no desenvolvimento interno e em parcerias.
“Faz parte das prioridades a aplicação de IA e tecnologias que facilitem o processo de aquisição e utilização dos produtos, personalização dos serviços e soluções, além da transformação digital da nossa força de vendas”, afirma o diretor de inovação.
Segundo Dragone, o aplicativo da Bradesco Seguros foi desenvolvido em uma nova plataforma mobile, a partir de entrevistas e testes de usabilidade com clientes. No app, é possível acessar 40 serviços. “Em junho, o app atingiu a marca de mais de um milhão de usuários únicos e mais de seis milhões de solicitações realizadas”, diz.
Liberty Seguros
A Liberty Seguros Liberty subiu 38 posições em relação ao ano passado, passando a ocupar a 130ª colocação geral. No ranking das seguradoras, a companhia conquistou o 6º lugar. “Trabalhamos incansavelmente para oferecer as soluções mais inovadoras possíveis para todos os nossos públicos, alavancando o digital onde ele mais pode agregar valor. Por isso, é muito gratificante estar entre as empresas que mais inovam no Brasil em 2023. É um reconhecimento do nosso forte investimento para seguirmos oferecendo soluções que facilitem a vida das pessoas”, comenta Daniela Bouissou, diretora de Transformação da Liberty Seguros. “A inovação está no nosso DNA e continuará sendo um dos nossos pilares, pois é por meio dela que conseguimos oferecer experiências diferenciadas aos nossos clientes e corretores parceiros”, completa.
Leia o texto na íntegra no Valor Inovação, produzido pela jornalista Adriana Aguilar.
Com expressivos avanços em inovação e tecnologia, a Icatu subiu duas posições e está no top 3 das empresas mais inovadoras na categoria de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Ranking Valor Inovação Brasil 2023. O ranking, publicado nesta quarta-feira (02) pelo jornal Valor Econômico, avaliou as práticas de inovação das empresas que atuam no Brasil em diferentes atividades econômicas.
A evolução no ranking se deve a iniciativas diversas e em linha com a estratégia da Icatu de facilitar e simplificar cada vez mais as jornadas de seus clientes, parceiros e corretores. Entre os avanços estão a otimização dos processos de aceitação de riscos da seguradora com o uso de inteligência artificial e machine learning e a reestruturação da jornada de implantação de novas apólices do seguro coletivo – entre outras iniciativas.
“A Icatu sempre teve a inovação em seu DNA. É muito gratificante materializar todos esses avanços e sermos reconhecidos por isso. No último ano, ficamos honrados ao estrear no top 5 do ranking e, apenas um ano depois, já estamos no top 3. Essa conquista reforça que estamos no caminho certo e é resultado de uma visão de inovação 360º que vai muito além da tecnologia. Inovar, para nós, é investir cada vez mais em pessoas e conexões e sermos cada vez mais ágeis, dinâmicos, flexíveis e preparados para lidar com as transformações do mercado e da sociedade”, afirma Alexandre Vilardi, vice-presidente corporativo da companhia.
Hoje, o ecossistema de inovação da Icatu vai muito além dos cerca de 400 profissionais dedicados à tecnologia. A companhia vem investindo em uma governança que forma agentes de inovação em toda a empresa e em diversas áreas, a fim de criar uma cultura de inovação que é transversal à toda organização.
“Temos uma estrutura de inovação própria, com o objetivo de aprimorar nosso portfólio e, principalmente, desenvolver capacidades de inovação em toda a organização. Através dessa visão, estamos conseguindo adaptar as melhores práticas disponíveis no mercado às nossas necessidades específicas, garantindo que nossos projetos de inovação estejam alinhados com nossos objetivos de negócio”, explica o executivo.
Investimento em Inovação e Tecnologia – Com mais de R$ 1 bilhão investidos em tecnologia e inovação nos últimos cinco anos, a Icatu está reforçando a sua estratégia em 2023. Para este ano, a companhia prevê aportar mais de R$ 400 milhões em iniciativas de tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital.
Sobre o ranking: A pesquisa realizada para o ranking ouviu 253 empresas, de 25 setores da economia. Ao todo, foram analisados mais de mil cases de inovação, que respondem por mais de R$60 bilhões de investimentos. O ranking aponta, anualmente, as empresas mais inovadoras em diferentes setores e apresenta o ranking das 150 com as melhores práticas de inovação no país.
O Senado aprovou nesta terça-feira (1°) um projeto de lei que permite a participantes de planos de previdência complementar aberta o uso dos valores depositados como garantia para empréstimos bancários. O PL 2.250/2023, do Executivo, foi relatado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) e segue para a sanção presidencial.
De acordo com o texto, a regra também valerá para quem tem seguro de pessoas e títulos de capitalização e para cotistas de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi). A intenção, segundo o governo, é melhorar as condições dos empréstimos, com a redução dos juros e a ampliação de crédito ou prazo, no caso de pessoas que não possuam um imóvel ou outra forma para dar como garantia.
Ainda segundo o governo, o projeto pretende evitar que os titulares de produtos financeiros alcançados pela norma tenham que sacar os recursos em condições desfavoráveis. No relatório, favorável à aprovação do texto sem mudanças, Rogério Carvalho lembrou que, em muitos casos, os resgates antecipados podem ser extremamente onerosos, em função da incidência de Imposto de Renda.
Durante a votação em Plenário, o senador Chico Rodrigues (PSB-RR) se manifestou favoravelmente à aprovação. Para ele, o projeto é positivo porque permite a cidadãos o acesso a crédito.
— Nós entendemos que um dos objetivos do governo é exatamente fazer com que os cotistas do Fapi possam ter acesso a essas garantias em empréstimos bancários. A burocracia é muito grande e o cidadão que já contribui de todas as formas para o poder público brasileiro terá neste importante instrumento uma forma de ter as garantias bancárias asseguradas — disse o senador.
Outras regras
Enquanto os valores estiverem em garantia, o tomador do empréstimo não poderá resgatar o dinheiro destinado à previdência até a quitação da dívida ou substituição dessa garantia por outra, em comum acordo com as instituições. Já a portabilidade, que ocorre quando o consumidor decide mudar de entidade administradora dos planos de previdência, dependerá da anuência da instituição que conceder o crédito.
O prazo de quitação da dívida contraída também não poderá ser maior que o prazo previsto para começar a receber os valores como aposentado. No caso da cobertura de risco (morte, por exemplo), o prazo final será o período de vigência. O mecanismo poderá ser usado apenas em empréstimos concedidos por instituições financeiras, que poderão ser vinculadas ou não à entidade operadora do plano de previdência, do seguro, título de capitalização ou instituição administradora de Fapi.
De acordo com uma nova análise do Boston Consulting Group (BCG), depois de atingir um pico de US$ 4,9 bilhões em investimentos no segundo trimestre de 2021, o financiamento do mercado das insurtechs, empresas de tecnologia que atuam no mercado de seguros, começou a cair e, no quarto trimestre de 2022, atingiu o nível mais baixo dos últimos 20 trimestres, com apenas US$ 800 milhões investidos. Isso marcou uma queda de 64% em relação ao trimestre anterior e de 78% em relação ao quarto trimestre de 2021. Apesar disso, a região da América Latina registrou um aumento anual de 18% no financiamento recebido, entre 2018 e 2022.
“A combinação de alta inflação, aumento das taxas de juros, fraco crescimento econômico e tensões geopolíticas fez com que os investidores fossem mais cautelosos. Agora, as empresas precisam comprovar sua eficiência e sustentabilidade, além de terem um desempenho sólido nas operações e nas questões financeiras”, afirma Rodrigo Maranhão, diretor executivo e sócio do BCG.
Apesar do declínio global, a primeira grande queda em cinco anos, empresas latino-americanas têm vivenciado outro cenário, acumulando US$ 219 milhões em investimentos em 2022. Segundo o BCG, a maior parte do capital aplicado está indo para empresas sediadas no Brasil, México e Chile. “Historicamente, os Estados Unidos são o país que mais impulsiona os financiamentos das Américas, mas o ecossistema latino-americano tem ganhado força. Esse crescimento mostra o potencial da região mesmo em condições desafiadoras de mercado. Isso tem atraído olhares de investidores, que começam a confiar mais nas empresas desses países para direcionarem capital”, diz Maranhão.
Algumas empresas brasileiras testemunharam o avanço do mercado latino-americano, como por exemplo a Justos, startup de seguros automotivos, que recebeu um aporte de RS 32,5 milhões no início do ano – o terceiro em sua história; e a Latú, focada em fornecer coberturas de seguros para empresas da América Latina, que fechou sua primeira rodada de investimentos no valor de R$ 35 milhões, a maior já registrada na região.
Ainda que positivo nessas regiões, o relatório do BCG mostra um ano desafiador para as insurtechs de forma geral. Elas receberam 50% a menos em investimentos em 2022, em comparação com o ano anterior. Todas as linhas de produto foram afetadas e itens como seguros de saúde, vida e de propriedade registraram as maiores quedas ano a ano, 65%, 49% e 48%, respectivamente. Empresas de diferentes modelos operacionais também sentiram a queda: MGAs e seguradoras digitais registraram maior declínio, com 67% e 57% a menos de investimento, respectivamente.
Analisando o cenário atual, Rodrigo Maranhão avalia que a desaceleração levanta questões sobre a direção que o mercado está tomando. “É provável que os investimentos de 2023 continuem em linha com os do ano passado, e podemos ver um aumento nas atividades de fusões e aquisições, já que algumas empresas vão optar pela venda do negócio ao invés de fechar as portas”, afirma o executivo. “É importante que essas empresas adotem uma mentalidade focada na geração de caixa e lucratividade nesse momento, mas também que fiquem atentas a oportunidades de M&A. A próxima fase de crescimento do setor chegará, mas a resiliência dos negócios deve ser prioridade agora”, finaliza Maranhão.
A Alper Consultoria e Corretora de Seguros registrou lucro líquido ajustado de R$ 8,16 milhões no segundo trimestre, mais que o dobro do valor apurado no mesmo período anterior. A companhia alcançou receitas de R$ 80,5 milhões e um EBITDA Ajustado de R$ 19,7 milhões, com uma margem de 24,4%, avanço de 50% na receita e 75,5% no EBITDA Ajustado.
A maioria das unidades de negócio teve contribuição para os resultados, sendo Benefícios, Riscos Corporativos e Resseguros/Specialty as que mais se destacaram no trimestre, com 43,2%, 22,1% e 7,2%, respectivamente.
Segundo nota da empresa, a estratégia de diversidade regional, com crescimento por meio dos canais e das filiais, representou 40% do total, comparado a 33% no segundo trimestre de 2022. Na frente inorgânica, destaque para oportunidades de crescimento e expansão no mercado, ao anunciar as aquisições da Agis, especialista em transportes voltado para o agro; e da TRR, especialista em benefícios.
“Nossos resultados reforçam a consistência e a eficácia de nossa estratégia tanto em termos de um sólido desenvolvimento orgânico quanto através de fusões e aquisições (M&A) e nos deixam confiantes em nossa capacidade de impulsionar o crescimento e gerar valor para nossos acionistas, colaboradores e toda a sociedade”, explica Guilherme Netto, CFO da Alper.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou novos normativos que tratam sobre o Open Insurance. A Resolução CNSP nº 459/2023 e a Circular Susep nº 693/2023 entram em vigor no dia 1o. de agosto.
A Resolução CNSP nº 459/2023 altera a Resolução CNSP nº 415/2021, que dispõe sobre a implementação do Open Insurance. Dentre os principais ajustes, está o estabelecimento de prazo até 1º de agosto de 2023 para o início do compartilhamento de dados pessoais de seguros em ambiente produtivo, podendo ser executado em fases. Além disso, a norma determina prazo até 3 de junho de 2024 para o início do compartilhamento de serviços de iniciação de movimentação em ambiente produtivo, que também pode ser dividida em fases. Ambos os casos devem observar a data máxima de 29 de novembro de 2024.
Já a Circular Susep nº 693/2023 atualiza prazos estabelecidos pela Circular Susep nº 635/2021, em relação à decisão sobre a estrutura definitiva responsável pela governança, além de desmembrar em fases o início do compartilhamento de dados pessoais e de serviços de iniciação de movimentação (tais como, aviso de sinistro, endossos, resgate de previdência entre outros) em ambiente produtivo, para os clientes que consentirem expressamente através do ambiente digital, conforme previsto na Resolução CNSP nº 459/2023.
Os novos prazos indicados pela Circular Susep nº 693/2023 para o compartilhamento de dados pessoais são divididos em blocos, sendo o primeiro deles até 1º de agosto de 2023, para o compartilhamento de dados de cadastro de clientes e seus representantes e de movimentações dos clientes relacionadas com planos de seguros do ramo Patrimonial – Compreensivo Residencial, e o último, até 1º de abril de 2024, para os dados de movimentações dos clientes relacionadas com planos de seguros de todos os ramos do Grupo de Pessoas, microsseguros, previdência complementar aberta, assistência financeira e capitalização. Destaca-se que os dados de movimentações incluem, entre outros, informações de apólices, histórico de sinistros e histórico de pagamentos de prêmios.
Já em relação aos prazos para o compartilhamento dos serviços de iniciação de movimentação, a nova Circular também os divide em blocos, sendo o primeiro deles até 3 de junho de 2024, para os serviços relacionados com planos de seguros do ramo Patrimonial – Compreensivo Residencial; até 1º de julho de 2024 para os serviços relacionados com planos de seguros dos ramos do Grupo Patrimonial; e o último, até 29 de novembro de 2024, para os serviços relacionados com planos de seguros de todos os ramos do Grupo de Pessoas, microsseguros, previdência complementar aberta e capitalização.
Para a submissão das propostas técnicas relacionadas aos serviços de iniciação de movimentação, o novo prazo é de até 150 dias antes das datas indicadas para cada ramo/produto.
“As alterações são fruto de um constante diálogo que vem sendo mantido com a Estrutura de Governança do Open Insurance, visando a ajustes e adequações que aprimorem o andamento do projeto”, ressalta o superintendente Alessandro Octaviani.
As normas referentes ao Open Insurance estabelecem condições para a continuidade do projeto, que permitirá que o consumidor acesse e compartilhe seus dados, quando desejar, com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver novos produtos e serviços que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização, além de integrar com o Sistema Financeiro Aberto – Open Finance.
A Generali vai patrocinar a 8ª edição do LATAM Retail Show, evento considerado o mais completo do setor varejista B2B da América Latina. Durante três dias, líderes, marcas e empresas vão conhecer as novas soluções para o varejo, preparando-se para enfrentar os desafios e aproveitar oportunidades no setor. O encontro acontece entre 13 e 15 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Para Claudia Lopes, diretora comercial & Marketing da Generali Brasil, apoiar o segmento de varejo é de extrema relevância para a companhia. “O varejo é um segmento estratégico para a Generali Brasil e, por isso, mais uma vez vamos participar do evento. É muito importante para fortalecer nossa marca e expandir relacionamentos. Patrocinar o LATAM Retail Show 2022 só reforça o posicionamento da Generali Brasil como uma seguradora que entrega soluções que geram valor agregado para o varejo”.
A General possui uma carteira de parceiros composta por grandes players do segmento varejista. Além disso, pelo segundo ano consecutivo foi apontada pelo MIT Technology Review como uma das 20 empresas mais inovadoras do país. Atualmente, em seguros massificados, oferece diversos produtos, como Seguro Bolsa Protegida, Seguro para Celular e Portáteis, Garantia Estendida, Proteção Financeira e Cobertura Pix, em dezenas de redes por todo o país.
O varejo é um setor importante para a economia brasileira, tendo em vista que respondeu por cerca de 27% do PIB nacional em 2022, de acordo com o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), movimentando mais de 2,4 trilhões de reais. E a Generali busca sempre entender os movimentos do segmento para oferecer as melhores soluções com tecnologia, facilidade e cada vez menos burocracia.
O executivo Bruno Beneduzzi chega à i4pro com o objetivo de fortalecer o relacionamento com os clientes, incrementar nossa presença no mercado segurador e fortalecer a cultura comercial da i4pro.
Bruno também terá papel fundamental na estratégia de produtização da i4pro, para impulsionar nosso posicionamento como um dos principais players do mercado de tecnologia para seguradoras.
Uma obra completa sobre resseguro, escrita por um dos maiores especialistas no tema, o consultor Walter Polido. Dessa forma pode ser definido o livro “Contratos de Resseguro na Arbitragem”, da Juruá Editora, que retrata, entre diversas questões relevantes, a atuação do Corretor de Resseguro, inclusive trazendo à luz a responsabilidade civil dos referidos profissionais, no desempenho das atividades atinentes ao resseguro no cotidiano.
Polido aproveita sua longa experiência no mercado, onde atuou como diretor Técnico e Jurídico da Munich Re do Brasil, membro do Conselho Técnico do IRB-Brasil Re e fundador e ex-presidente do Grupo Nacional de Trabalho em Meio Ambiente da AIDA – Associação Internacional de Direito do Seguro, entre outras funções, para abordar o contrato de resseguro, de forma ampla e com especial destaque na prática produzida a partir dos contornos teóricos à luz dos princípios que regem o contrato-tipo e a atividade resseguradora, com foco nos procedimentos arbitrais.
Frisa ainda que, apesar da internacionalidade ínsita no contrato de resseguro, cuja característica foi destacada na obra, não pode ser negado que a operação sofre algum grau de interferência nos mercados locais, em todos os países. Defende também que, por se tratar de contrato atípico, não protagoniza no Código Civil brasileiro e assim deve se manter, conforme o padrão encontrado em grande parte dos países.
Nesse contexto, sublinha ainda que o marco regulatório, representado pela Lei Complementar 126/07, classificado pelo autor como “conciso e objetivo”, é suficiente para as operações de resseguro no país, não carecendo, de modo algum, de complementações, “salvo em relação à supressão da reserva de mercado para os resseguradores locais”.
Para o autor, a ‘lex mercatoria’ (conjunto normativo), representada pelos usos e costumes que moldam o contrato de resseguro e seus procedimentos, mundialmente aceita, não é diferente no Brasil e se desconfiguraria caso fossem aplicadas excepcionalidades de cunho meramente nacional.
Observa ainda que o mercado de seguros brasileiro permaneceu distanciado do resseguro internacional, aberto e livre, por aproximadamente setenta anos (1939-2007), período que deixou marcas até hoje percebidas. Sobre essa questão, a obra destaca as influências que marcaram o mercado de seguros brasileiro até hoje, também com repercussão nos procedimentos arbitrais.
Em suma, o texto faz uma digressão temporal, de modo a explicar o tempo presente e, uma vez compreendido, pode evitar qualquer tipo de movimento com viés de retrocesso, certamente prejudicial ao Brasil.
AUTOR
Walter Polido é árbitro inscrito na Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem CIESP/FIESP, no Centro Latinoamericano de Mediación y Arbitraje del Seguro y del Reaseguro – AIDA – ARIAS LatinoAmérica, Chile e na CAMES – Câmara de Mediação e Arbitragem Especializada.
Também atuou como árbitro em seguros e resseguros em diversas outras Câmaras, como “Brasil-Canadá”, “FGV-Rio” e Amcham.
Ele foi mentor e coordenador acadêmico dos Cursos de Extensão em Resseguro Avançado; de Fundamentos dos Seguros de Responsabilidade Civil, Riscos Profissionais e Riscos Ambientais; Riscos e Seguros Cibernéticos; Seguros de Financial Lines da Escola de Negócios e Seguros (São Paulo e demais Estados do Sul).
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