O Grupo Zanon, uma das maiores holdings de franquias do Brasil, com 10 marcas filiadas e mais de 3 mil unidades espalhadas pelo país, anunciou investimento na Flix – uma das três maiores seguradoras do sandbox regulatório da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com o objetivo de reforçar sua vertical de seguros, que já conta com a rede de franquias Seguralta e oferecer uma experiência mais acessível e descomplicada aos consumidores brasileiros.
Segundo Reinaldo Zanon, CEO do Grupo, o movimento é um marco importante na estratégia da companhia em expandir sua atuação no mercado segurador ao aliar tecnologia de ponta e experiência do consumidor com a capilaridade de novos canais da Flix, como fintechs, varejistas e parcerias como um todo.
Felipe Barranco, CEO da Flix, afirma que o investimento representa uma oportunidade única de expansão das nossas soluções de seguros, oferecendo comodidade e conveniência aos clientes, franqueados, corretores e parceiros. “Juntas, as empresas pretendem revolucionar o cenário do mercado de seguros no Brasil, unindo a experiência e a confiança da 8ª maior rede de franquias do país com a agilidade e a tecnologia de uma seguradora digital”.
O valor da operação não foi divulgado. A expectativa é passar dos R$ 700 milhões e alcançar R$ 2 bilhões em geração de negócios através de 5 mil franqueados em 2026. Com a negociação, a Flix estuda deixar o sandbox.
Qual a estratégia do grupo Zanon com a Flix?
Esse movimento é estratégico, pois complementa nosso ecossistema de forma bastante síncrona ao aliar tecnologia,customer experience, canais e produtos. Alinha a companhia não somente no que há de mais inovador no mercado em questão de tecnologia e experiência do consumidor – à medida que a Flix é uma das mais modernas companhias do mercado -, mas também habilitará a organização a expandir para novos canais como fintechs, varejistas, e parcerias como um todo. A Flix também viabilizará o atendimento a perfis de consumidores até então não atendidos pelo mercado segurador, que diariamente passam pelos nossos mais de 1.800 franqueados da Seguralta, porém não encontram um produto (cobertura vs preço) adequada ao seu perfil.
Qual a vantagem competitiva em ter uma seguradora digital dentro do grupo?
Não há uma vantagem apenas. São inúmeras, desde proporcionar uma jornada e experiência digital ao nosso franqueado e consumidores – da geração de leads até atendimento a sinistros; distribuição de seguros através de canais digitais como fintechs, varejistas online, e marketplaces, além da agilidade na compreensão das necessidades dos consumidores por meio de venda direta. Tudo isso com baixo custo operacional (asset light) à medida que se utiliza ativos de tecnologia para entregar rotinas ágeis e confiáveis.
Qual a expectativa e/ou potencial de crescimento do Grupo para os próximos cinco anos?
Nosso planejamento estratégico prevê R$2 bilhões em geração de prêmios por meio de 5.000 franqueados até 2026.
Duas notícias relevantes no Valor de hoje, com reportagem da Juliana Schincariol. O Sandbox terá uma terceira edição e a a holding de franquias Zanon adquiriu a Flix, seguradora digital participante do sanclbox. O grupo atua em seguros por meio da Seguralta, rede de corretores criada em 1968. A expectativa é alcançar R$ 2 bilhões em geração de negócios através de cinco mil franqueados em 2026. O valor da operação não foi divulgado. Agora, a saída da Flix do ambiente experimental está em estudo.
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) planeja envolver no programa entidades fomentadoras de crédito, como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O objetivo é levantar recursos para os próprios participantes ou empresas que desenvolvem tecnologia para as insurtechs, conta o Valor.
“De várias empresas que não têm o capital mínimo para ingressar no mercado, algumas necessitam de financiamento para poder começar a oferecer produtos”, diz o superintendente Alessandro Octaviani. Na próxima rodada, o sandbox também deve conversar com outros temas de políticas públicas, como transformações ambientais. O programa é uma das prioridades da Susep, e o novo modelo deve ser definido até o fim de 2023.
Das dez seguradoras que entraram na primeira edição, em 2021, oito fazem parte do programa atualmente. A Pier converteu sua licença temporária em permanente e a Stone saiu do projeto. Na segunda turma, o projeto foi ampliado e, entre as 21 selecionadas, nove participam do sandbox e duas estão em análise final para aprovação. As outras desistiram, tiveram os pedidos negados ou os projetos foram arquivados. Segundo a Susep, desde o início do programa até o fim de 2022, as insurtechs emitiram R$ 73,8 milhões em prêmios e R$ 50,1 milhões em sinistros. O maior volume, até o momento, foi da Pier.
O resultado diferente das seguradoras iniciantes é “absolutamente natural”, lembra o superintendente. “Adoraríamos dizer que todas as empresas obtiveram imenso sucesso, mas não é assim que funciona um programa de fomento no mundo inteiro. Nós temos que temos que buscar a melhor forma de melhorar essa regularidade estatística”, diz Octaviani.
“O desafio agora para a Susep é fazer essas empresas crescerem”, afirma o conselheiro da Associação Brasileira de Insurtechs (ABI), Henrique Volpi, que também é um dos fundadores da Kakau, seguradora selecionada para a segunda edição do sandbox. “Talvez um caminho para programas futuros seja pensar em edições temáticas, de acordo com demandas do mercado”, sugere.
Desde que o ambiente experimental foi criado, o cenário econômico mudou, assim como o apetite dos fundos de private equity e venture capital, potenciais investidores das insurtechs, e seguradoras como a Clubflix planejam crescer de forma independente. “Ampliando nossas vendas, o próprio negócio se sustenta”, acredita Sérgio Prazeres, CEO da insurtech, escolhida na segunda edição. Atualmente, as propostas de investimento oferecem o mesmo valor por uma fatia duas vezes maior da empresa do que o pretendido anteriormente, afirma.
Isso não quer dizer que as conversas com fundos se encerraram. A Iza, que já levantou cerca de R$ 16 milhões, tem falado com alguns, diz o fundador Gabriel de Ségur. “O mundo do dinheiro fácil acabou. O mais importante é termos o apoio da Susep”, afirma. Além da parceria com os canais de distribuição com os quais já trabalha, planeja se aproximar de corretores, estratégia utilizada também por outras insurtechs como a Darwin, em busca de atrair novos entrantes, sem necessariamente concorrer diretamente com outras seguradoras já estabelecidas.
Um levantamento da ABI mostra que 80% dos segurados que contrataram seguros das participantes do sandbox nunca haviam tido acesso ao produto antes. “Talvez esse cliente não entraria no mercado e talvez o corretor não enxergasse essa comissão”, diz Firmino Freitas, sócio fundador da seguradora Darwin, que entrou na primeira edição do programa. O fundador da corretura de seguros Globus, Christian Wellisch, entende que a distribuição dos produtos ainda deve ser resolvida. Sem corretores, o custo de aquisição de clientes é muito alto. Mas, ao se voltarem para esses profissionais, algo pode estar dando errado no modelo inovador das insurtechs, aponta. O fato de serem monoprodutos, por determinação das regras do sandbox, afeta o seu desenvolvimento.
“Ao trazer mais empresas para o mercado, as pessoas hoje conseguem contratar seguros mais baratos. Esse programa está conseguindo dialogar com seu mercado consumidor e, para nós, isso é um sinal de que é bem-sucedido”, diz Octaviani, da Susep.
A Chubb divulgou um lucro líquido de US$ 1,79 bilhão aumento de 50,7%, e o lucro operacional foi recorde de US$ 2,04 bilhões, aumento de 13,9% no segundo trimestre de 2023. Nos seis meses do ano, o lucro líquido foi de US$ 3,69 bilhões, com crescimento de 17,2%, e o lucro operacional recorde foi de US$ 3,89 bilhões, com aumento de 12,9%.
Os prêmios retidos consolidados foram de US$ 11,95 bilhões, aumento de 16,1%, ou 16,8% em dólares constantes, com P&C (Property and Casualty) avançando 10,4% e Índice Combinado de 85,4%.
Os prêmios globais de P&C, excluindo cobertura de Agricultura, aumentaram 10,2%, ou 10,9% em dólares constantes, com linhas comerciais crescendo 11,1% e linhas de consumo aumentando 10,5%. As perdas por catástrofes antes e depois dos impostos foram, respectivament, de US$ 400 milhões e de US$ 319 milhões, em comparação com US$ 291 milhões e US$ 241 milhões do ano anterior.
Os prêmios retidos de seguros de vida aumentaram 126,1%, ou 127,6% em dólares constantes, chegando a US$ 1,27 bilhão. O lucro do segmento de seguros de vida foi de US$ 254 milhões, com um aumento de 140,3%.
Evan G. Greenberg, Presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “Tivemos mais um trimestre simplesmente excepcional – na verdade, um recorde, que contribuiu para um semestre recorde. Nosso desempenho financeiro incluiu crescimento de receitas de prêmios e lucros de dois dígitos, sustentado por resultados de subscrição de P&C fantásticos e um índice combinado de 85,4%, lucro líquido de investimentos também recorde e o dobro de lucros de seguros de vida. No trimestre, o lucro operacional e o lucro por ação aumentaram 13,9% e 16,6%, respectivamente, e nos primeiros seis meses, eles cresceram 12,9% e 15,8%. Nossos ganhos operacionais trimestrais ultrapassaram pela primeira vez os US$ 2 bilhões. Alcançamos um ROE operacional anualizado de 13,8%,.
“Nosso desempenho de subscrição foi impulsionado pelo forte crescimento das receitas de prêmios de P&C, excelentes margens de subscrição, com um índice combinado recorde de 83,3%, desenvolvimento favorável de reservas de períodos anteriores e um nível moderado de perdas por catástrofes. No lado dos investimentos, o lucro líquido de investimentos ajustado recorde aumentou US$ 290 milhões, ou 30,6%, em relação ao ano anterior. Nossa taxa de retorno de investimentos continuará a crescer à medida que reinvestimos o fluxo de caixa a taxas mais altas e compomos os rendimentos.”
“O crescimento total de prêmios retidos da empresa, de 16,8% em dólares constantes, foi equilibrado e abrangente, impulsionado por crescimento de dois dígitos em nossos negócios de P&C comerciais e de consumo na América do Norte e internacionalmente, e crescimento de 127,6% em nosso negócio de seguros de vida. A taxa de crescimento de P&C Global de 10,9%, em dólares constantes, foi a melhor que já vimos nos últimos sete trimestres. Os prêmios retidos de P&C globais na América do Norte cresceram 10,6%, com nossas linhas de consumo aumentando 10,8% e nossas linhas comerciais crescendo 10,5%, ou 14% excluindo linhas financeiras. Nas operações internacionais, os prêmios aumentaram 10,9% em dólares constantes, com crescimento expressivo de 17,4% na Ásia e 10,5% na Europa.
“O nível geral de aumentos de taxas no segmento de P&C comercial na América do Norte acelerou no trimestre para 8,7%, ou 12,6% excluindo linhas financeiras, impulsionado por aumentos tanto nas linhas de negócios de propriedade quanto de responsabilidade civil, de 22% e 8,9%, respectivamente. Os aumentos de preço, que levam em conta a exposição, foram ainda maiores.
“Temos um bom impulso para o segundo semestre. Olhando para frente, permanecemos confiantes em nossa capacidade de presevar o padrão de crescimento em receitas e lucros e, consequentemente, de impulsionar um crescimento de dois dígitos no lucro por ação.”
As aquisições de planos de saúde médico-hospitalares, terceiro maior desejo do brasileiro, de acordo com pesquisa Vox Populi, encomendada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), atingiram, em maio deste ano, o maior patamar – 50,7 milhões de beneficiários – desde quando começaram a ser mensuradas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2000. Antes disso, a maior marca havia sido registrada em dezembro de 2014 (50,5 milhões).
As informações, da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 83, desenvolvida pelo IESS, revelam que houve crescimento de 2,4% no número de contratos, quando comparado com maio de 2022, totalizando 1,2 milhão de novos vínculos no período.
De acordo com o estudo, a alta em adesões foi puxada, especialmente, por planos de tipo coletivo empresarial. Em um ano, houve acréscimo de 1,4 milhão de contratos na modalidade (alta de 4%) – eram 32,1 milhões em maio de 2022, e saltou para 35,5 milhões, no mesmo mês deste ano.
Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, a marca histórica de novas adesões se justifica por conta do peso dos planos coletivos empresariais, que estão diretamente interligados à oferta de empregos geradas no País. “Esse tipo de plano tem grande importância, pois representa 70% do total geral de beneficiários, uma tendência que tem sido constante nos últimos meses. Além de manter o segmento aquecido, temos mais pessoas contando com o benefício”, afirma.
Mercado de trabalho aquecido
Vale destacar que o plano coletivo empresarial tende a acompanhar o número de trabalhadores formais com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No período analisado, entre maio de 20221 e 2023, o estoque de empregos formais subiu de 41,5 para 43,3 milhões, respectivamente, um saldo de 1,7 milhão (crescimento e 4,3%).
O Prudential Concerts está de volta e em sua sexta edição confirma a tradição de promover encontros de grandes nomes da música brasileira com orquestras sinfônicas. Em 2023, o projeto celebra os 25 anos da seguradora Prudential no Brasil e traz uma atração que também comemora bodas de prata de estrada, a banda Jota Quest. Com produção e criação da Novo Traço, o primeiro concerto será no dia 30 de agosto no Vibra São Paulo, na capital paulista.
Os fãs do quinteto mineiro formado por Rogério Flausino (vocalista), Marco Túlio (guitarrista), Márcio Buzelin (tecladista), Paulinho Fonseca (baterista) e PJ (baixista), que surgiu para o Brasil nos anos 90, podem esperar boas surpresas. “Ficamos lisonjeados com o convite para o Prudential Concerts 2023. É um evento muito importante e rico para a música brasileira. Ter a oportunidade de fazer o repertório desses 25 anos acompanhado por orquestras sinfônicas é um presente para o Jota Quest, neste ano de grandes celebrações. Esses concertos serão mais uma grande experiência artística e a banda, que sempre foi muito elétrica, muito dançante, muito festiva, vai surpreender ainda mais a todos”, vibra Rogério.
A fusão do pop mineiro com a música clássica será comandada pela batuta de dois grandes maestros brasileiros: Carlos Prazeres e Eder Paolozzi, que se revezarão nas apresentações. As orquestras vão ser formadas por músicos locais, somando um total de cerca de 200 artistas participantes ao longo de toda a temporada. Essa é uma prática desde a primeira edição do Prudential Concerts, uma forma de valorizar os músicos regionais de cada cidade visitada pelo projeto.
“O Prudential Concerts é um projeto único e que nos dá muito orgulho, especialmente, neste ano emblemático para Prudential quando completa 25 anos de Brasil. É uma enorme satisfação celebrar a cultura brasileira promovendo encontros de grandes nomes da música popular com orquestras sinfônicas e poder dividir essa experiência especial com nossos clientes, colaboradores, franqueados e parceiros comerciais. Ter a banda Jota Quest conosco, também comemorando 25 anos de estrada, será inesquecível”, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de Marketing, Produtos e Digital da Prudential do Brasil.
Concertos inéditos
Com apresentações únicas e arranjos exclusivos, o Prudential Concerts se consagra por abrir as portas da música clássica para um público diferenciado. Sucesso desde o primeiro concerto, teve ingressos esgotados em todas as suas edições. Em cinco anos de projeto, já foram realizados 23 espetáculos para um público de aproximadamente 25 mil pessoas. E por seus palcos já passaram artistas como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Maria Rita, Michel Teló, Marcos e Belutti e Diogo Nogueira entre outros, para um público de mais de 20 mil pessoas.
Depois de São Paulo, o Prudential Concerts 2023 tem concertos confirmados em mais cinco cidades: Brasília (04/09), Porto Alegre (14/09), Fortaleza (28/09), Rio de Janeiro (21/10), além de um grande show de encerramento, dia 14 de novembro em Belo Horizonte, terra natal do Jota Quest.
Oficinas musicais
Como nas edições anteriores, o Prudential Concerts 2023 conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos e/ou escolas públicas ligadas à música e Aulas Magnas para alunos e professores de escolas públicas das cidades percorridas pelo projeto. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 500 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o projeto. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante.
Mais de R$9 bilhões foram injetados na economia, por meio de sorteios e resgates de Títulos de Capitalização, no período de janeiro a maio de 2023, segundo dados divulgados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização). Somente os sorteios pagaram R$27,8 milhões, por semana, uma média de R$5,9 milhões por dia útil.
Desde 2019, a ferramenta de disciplina financeira, também auxilia na manutenção de entidades do Terceiro Setor, por meio da Modalidade Filantropia Premiável – quando o cliente cede o direito de resgate à uma instituição beneficente e participa de sorteios. Segundo o levantamento da Susep, de janeiro a maio de 2023, R$606 milhões foram direcionados a instituições do terceiro setor, por meio da Capitalização, e R$407 milhões foram pagos em sorteios.
A diversidade de canais de distribuição é uma das características que contribuem para impulsionar o mercado, com inúmeras maneiras de contratação, inclusive em pontos comerciais de alta frequência de consumo como supermercados, lojas, mercados, centros de compra e outros. A Capitalização vem crescendo, nos últimos anos, de forma contínua, e isso é resultado de muitas ações assertivas, como o lançamento de novos produtos, diversificação dos canais de distribuição, formas de pagamento, precificação, prazos e valores de sorteios.
Desempenho do setor no mês de maio
Somente no mês de maio, mês correspondente ao último balanço divulgado pela Susep, a arrecadação do segmento totalizou R$2,60 bilhões, sendo contabilizados R$1,86 bilhões pagos em resgates. A modalidade Tradicional registrou a maior participação dentre os segmentos, totalizando R$ 1,9 bilhões. Já em Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável, a arrecadação chegou a R$243,6 milhões e R$321,9 milhões, respectivamente. “A Capitalização agrega disciplina financeira e sorteios, sendo um segmento com muita aceitação no mercado brasileiro, com diversas possibilidades. A modalidade Garantia, por exemplo, pode ser utilizada para garantir melhores taxas em financiamentos, aluguéis dentre outros tipos de contratos. Representamos um segmento maduro da economia, com mais de 90 anos de atuação, soluções de negócios variadas, disciplina financeira e filantropia”, reforça Denis Morais, presidente da FenaCap.
A Sompo Seguros acaba de incrementar a equipe da Financial Lines & Casualty com duas novas contratações. Ana Canovas é a nova gerente de Financial Lines & Casualty. Já Kely Guimarães é a nova consultora de Casualty. As executivas chegam para atuar na expansão da carteira de seguros corporativos da companhia com foco no desenvolvimento de soluções especializadas para atendimento da crescente demanda para mitigação de riscos financeiros, cibernéticos e de responsabilidade civil; bem como para incrementar a participação da companhia em segmentos econômicos que exigem a contratação de seguros de Grande Riscos.
Ana Canovas é gerente de Financial Lines & Casualty da Sompo Seguros. Especialista em subscrição de Linhas Financeiras e Cyber Risks, atua há mais de 10 anos no segmento de Seguros, com passagem por seguradoras multinacionais. É formada em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e especialista em Propriedade Intelectual pelo INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Obteve certificação em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pela OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, em Estrutura de Conformidade de Segurança Cibernética, Administração de Sistema e em Fundamentos de TI para Cibersegurança pela IBM.
Kely Guimarães é consultora de Casualty da Sompo Seguros. Formada em Direito, com especialização em Direito do Consumidor (PUC-SP), atua desde 2002 no segmento de Seguros de Responsabilidade Civil Geral em companhias multinacionais de seguros. Nesse período esteve responsável pelo desenvolvimento de soluções voltadas principalmente a clientes corporativos, no gerenciamento e subscrição de riscos voltados para segmentos importantes da Indústria como Siderurgia, Energia, Petroquímica, Mineração, Metalurgia, entre outros.
“Nossa empresa tem experimentado crescimento e aumento de presença em diferentes segmentos econômicos. Com isso, surgem novas demandas para atender as perspectivas de crescimento desses mercados frente aos investimentos que estão previstos para acontecer”, avalia Felipe Prado Ribeiro, diretor técnico responsável pelas áreas de Produto Automóvel, Equipamentos Massificado, Produto Responsabilidade Civil e Produto Agricultura da Sompo Seguros. “A contratação de especialistas em seguros de grandes riscos com reconhecida competência no mercado reforça o comprometimento da Sompo Seguros junto aos nossos clientes e parceiros comerciais de disponibilizar soluções personalizadas e dedicadas a dar as garantias adequadas ao patrimônio segurado”.
HDI Seguros protegendo seu mundo é o novo slogan da seguradora com criação e produção da agência de publicidade Pátria. O objetivo da mudança é destacar o que a HDI faz pelas pessoas, seus bens e seus empreendimentos.
“O conceito da campanha “Protegendo o seu mundo” foca na essência da HDI Seguros. A HDI existe para proteger. Seja quem trabalha presencial, remoto ou híbrido, quem é grande ou pequeno empreendedor, tenha equipe ou trabalhe solo, seja no campo ou na cidade, que dirige carro, moto ou bicicleta. São profissionais, têm suas famílias, e buscam confiança na entrega de serviços e segurança”, explica Cintia Kim, superintendente de Marketing da HDI.
A peça principal é um vídeo de 60´que traz a mensagem de que a partir da mudança do mundo há também uma nova HDI, pronta para acompanhar esse novo ciclo, todos os dias. O vídeo e peças de desdobramento serão veiculados nas redes sociais da Cia.
A campanha também faz parte da atual estratégia de negócios da HDI Seguros, que fechou duas operações expressivas no mercado de seguros, no primeiro semestre, com as aquisições da Sompo e da Liberty.
“A aquisição das linhas de negócios da Sompo Seguros e a compra da Liberty Seguros na América ampliam significativamente a nossa atuação no país, aumentando a diversificação em produtos e trazendo mais negócios e oportunidades aos corretores e clientes, o que nos deixa ainda mais confiantes para seguir em frente com nossa estratégia, que envolve oferecer cada vez mais proteção às pessoas. Nosso novo slogan reflete bem essa realidade, o mundo mudou e nós também”, diz Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.
A perspectiva da retomada do crescimento do Brasil tem agitado os corretores de seguros. Afinal, economia forte é sinônimo de vendas. Boa parte dos brasileiros deverá limpar o nome com o programa Desenrola, lançado pelo governo Lula com o objetivo de positivar até 70 milhões de brasileiros, o que representa algo como 40% da população adulta do país. Isso já credencia milhões de pessoas para o emprego, para crédito, para consumo, para investimentos.
Quem pega um empréstimo, leva junto um seguro de que a dívida será paga mesmo diante de imprevistos como desemprego, acidentes, invalidez ou morte. Quem compra um carro, sai da loja com o bem protegido por uma apólice de seguro. O mesmo acontece com a bicicleta, com o celular, com equipamentos eletrônicos ou eletrodomésticos. Para não faltar produtos na prateleira com o provável aumento do consumo, o empresário tira da gaveta projetos de expansão da fábrica. Quem financia um projeto de construção de energia limpa exige um seguro de garantia de que a obra será concluída e outro seguro para garantir que os equipamentos serão entregues e instalados, mitigando riscos desde a produção até o transporte. Com a fábrica em produção, faz o seguro para proteger o patrimônio de acidentes como incêndios, raios, explosões, fraudes, entre outros.
Esse esperado ciclo virtuoso tem gerado uma corrida maluca pelos clientes. Além dos 120 mil corretores de seguros cadastrados na Susep (Superintendência de Seguros Privados), agora os assessores de investimento, antes chamados de agentes autônomos, incluíram seguros na oferta para os investidores de bancos e corretoras. O número desses profissionais registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) passou de 11 mil em 2019 para 24 mil em 2023.
Prioridade era vida e previdência
Foram os agentes autônomos que democratizaram o mercado de capitais, antes nas mãos das corretoras de bancos. O que se espera dos corretores de seguros agora é que eles democratizem a venda de seguros, principalmente de vida, nas mãos dos bancos. Atualmente, no Brasil, 17% da população tem algum tipo de seguro. Há duas décadas e meia, esse percentual era de apenas 5%. Em contrapartida, em países desenvolvidos como os EUA, 70% da população possui seguro de vida, enquanto no Japão esse percentual salta para 90%.
Os corretores de seguros, até pouco tempo atrás concentrados na venda de seguros de carros, correm para diversificar o portfólio e conquistar acordos com plataformas digitais de seguros e de investimentos. Não é algo simples. Um corretor de automóvel tem de conquistar habilidades financeiras para recomendar um plano de previdência ou um seguro de vida resgatável. Assim como o especialista em seguros patrimoniais, que agora tem de estudar até sobre geopolítica para recomendar ao seu cliente o seguro de crédito ou de proteções para uma possível quebra da cadeia de suprimentos em caso de pandemias e guerra, evitando problemas como o mundo vivenciou recentemente.
Não é uma tarefa simples, comentam corretores e assessores de investimentos. A complexidade para ter uma plataforma na qual o cliente possa se servir de tudo exige a união de especialistas. Afinal, o cliente cansou de gerenciar diversas contas diferentes. Reuni-las num único canal significa economia de tempo e, com o bônus de fidelidade, de recursos. O objetivo é que as plataformas sejam um centro de geração de negócios para famílias e empresas.
Segundo Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência e Vida), todos os corretores podem ter uma grande oportunidade em diversificar o portfólio de produtos para os seus clientes a partir da oferta de produtos financeiros. “Da mesma forma, o inverso também é verdadeiro, porque, no final do dia, o que nós estamos falando é de prestar uma boa assessoria ao cliente”, comentou o executivo, que também é CEO da Zurich.
Profissionais precisam ser certificados pelos órgão reguladores
No entanto, há regras. O corretor de seguros é fiscalizado pela Susep, enquanto os assessores financeiros são monitorados pela CVM. Os produtos de previdência, como os planos PGBL e VGBL, não são considerados valores mobiliários. Muito menos seguro de vida e bens. Assim, corretores precisam ser certificados pela Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e assessores pela Susep. É possível também firmar um acordo e informar o órgão regulador competente, uma opção que já vem sendo usada por algumas empresas. A Creditas, por exemplo, comprou a Minuto Seguros. Já o grupo Acqua Vero investiu na criação da Avin Seg, com a aquisição da All In Care, corretora de seguros especializada em apólices individuais e planos de saúde, em 2022.
Marcelo Mello, CEO da SulAmerica Investimentos, Previdência e Vida, acredita que, principalmente os corretores focados em vida e previdência, com perfil de venda consultiva, vão fazer este caminho na direção dos assessores. “A nova legislação pode ajudar neste sentido. Em relação aos agentes autônomos, os grandes escritórios já estão preparados para a venda de seguros”, comenta. Mello se refere as resoluções 178 e 179, que entraram em vigor em maio de 2023.
A nova regra permite que os assessores deem recomendações de investimentos, desde que os produtos sejam das corretoras que representam, e acaba com a exclusividade obrigatória, o que aumenta o poder dos profissionais para negociar o seu pagamento com as corretoras. A CVM ainda flexibilizou as formas de sociedade dos assessores de investimento. Antes, essas empresas eram obrigadas a adotar a modalidade de sociedade simples e, agora, podem escolher o tipo de sociedade empresarial.
Luciano Soares (foto), CEO da Icatu, acredita que o cenário atual é marcado por mudanças rápidas, em que os clientes buscam soluções completas e seguras, abrangendo bens, investimentos, previdência e seguro. “Nesse contexto desafiador, o canal de distribuição enfrenta uma importante missão: auxiliar os clientes a navegarem pelas diversas opções de proteção e planejamento financeiro”, diz.
Para se destacar nesse ambiente competitivo, acrescenta Soares, é crucial que tanto o corretor quanto os assessores de investimentos estejam preparados para orientar o cliente sobre soluções de investimentos em conjunto com produtos de seguros, fortalecendo o relacionamento com o cliente e, na ponta, ampliando suas receitas. “Na Icatu, somos especialistas em proteção completa, oferecendo seguro de vida, previdência, capitalização e investimentos. Compreendemos a importância de atender ao ciclo de vida do cliente e, por isso, incentivamos a orientação dessas soluções, tanto pelos corretores quanto pelos assessores de investimentos”.
Fusões e aquisições movimentam o setor
Um primeiro movimento vem sendo construído nos últimos anos pelas plataformas abertas. Com a fuga de clientes para as novatas, os bancos aderiram a parcerias para estancar a portabilidade de investidores para plataformas digitais. Numa terceira onda, além de investimentos financeiros e seguros de vida, corretores e assessores de investimentos se unem para mitigar riscos que podem impactar o patrimônio dos seus clientes.
A XP, por exemplo, nasceu como uma plataforma de ofertas de fundos de investimentos, depois previdência e vida e hoje tem até o seguro complexo garantia de contratos na prateleira e o tradicional seguro de carro. “Estamos montando um marketplace de automóvel, assim como temos com o vida. A estreia da mesa será em parceria com a Porto Seguro e a tendência é evoluirmos para um modelo cada vez mais completo”, informou Roberto Teixeira, head de seguridade da XP, ao site Sonho Seguro, em março deste ano, quando o acordo foi firmado.
Há outras dezenas de notícias sobre a entrada de plataformas em seguros e de corretores comprando rivais para, no final de tudo, se unirem a assessores financeiros, plataformas e marketplace. “O mercado de corretoras ainda está bastante pulverizado. Acredito que está ocorrendo um processo normal de consolidação, assim como já ocorrido em outros segmentos. O crescimento orgânico é ideal, mais barato e ‘clean’ para as empresas, porém é muito mais demorado. Em virtude disso, a integração por meio de aquisições de outras plataformas facilita o caminho de crescimento”, comenta Thomaz Menezes, CEO da corretora de seguros It’sSeg, responsável por 12 aquisições desde 2014 e que continua nas disputas, como a da corretora do grupo D’or, acordo disputado por três grupos e que deve ser divulgado em breve.
Nesta mesma intensidade as corretoras de seguros Alper, MDS, WIZ, Lockton, Gallagher compram empresas menores, formadas por especialistas em diversos segmentos, tirando as big 3 do mundo (Marsh, Aon e Willis) da zona de conforto. A Alper já comprou 16 corretoras, sendo duas em julho deste ano, com desembolso de R$ 123,5 milhões. A portuguesa MDS, ganhou mais apetite ao ser adquirida pelo Ardonagh, maior grupo de corretagem independente do Reino Unido.
As corretoras médias também se movimentam. Em junho, a BMS Re, braço especializado em resseguros do grupo global de corretagem BMS, anunciou a aquisição da corretora de resseguros KNW, com sede em São Paulo, especializada em fornecer soluções de resseguro sob medida para seus clientes em segmentos tradicionais e especializados, como riscos de energia, patrimonial, construção, marítimos, testes clínicos e obras de artes.
A tendência é que esse movimento de fusões e parcerias siga aquecido nos próximos dois anos. “Temos muita disposição para investir em especialistas e crescermos em seguros e em resseguros”, diz Nery Silva, CEO Mercosul da Oneglobal na América Latina, consultora de seguros inglesa que tem como acionista o fundo JC Flowers, com mais de US$ 22 bilhões administrados por J. Christopher Flowers, ex-Goldman Sachs.
O C6 Bank acaba de lançar, em parceria com a SulAmérica, o Seguro Viagem com contratação disponível por meio do aplicativo do banco, que já oferece outras vantagens para os clientes que viajam. Os planos com condições especiais variam de acordo com o perfil do cliente e do destino desejado (nacional ou internacional), com partida do Brasil.
Os pacotes são personalizados pelos próprios clientes, que podem optar por mais de 20 coberturas em viagens nacionais e internacionais, incluindo despesas odontológicas, prorrogação de estadia, traslado médico, entre outros. Há ainda a possibilidade de contratar o Seguro Viagem com cobertura para Covid-19, que inclui o retorno do segurado e de acompanhantes, regresso sanitário e funeral.
A contratação do Seguro Viagem pelo app tem apenas quatro passos: cotação, seleção de planos, cadastro dos viajantes e pagamento. Basta acessar o ícone C6 + Benefícios, descer até a seção Viagens e tocar em Seguro Viagem. Também é possível contratar o seguro pelo site C6 + Benefícios, clicando em Viagens e em Seguro Viagem.
“Sabemos da importância de ter na nossa prateleira um seguro completo de viagens, para garantir mais facilidade e comodidade aos nossos clientes, em viagens locais ou ao redor do mundo”, afirma Maxnaun Gutierrez, head de seguros e produtos para pessoa física do C6 Bank.
Para Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, o produto vem para sanar uma demanda que foi suprimida durante a pandemia. “Com o fim de estado de emergência, as pessoas estão se sentindo mais seguras para retomar suas rotinas e inserir novamente as viagens no planejamento familiar. O mercado de turismo está se reestabelecendo e estamos confiantes que esse produto atenderá as necessidades de nossos clientes”, diz.
O C6 Bank conta com uma série de benefícios para quem viaja, entre eles uma ferramenta que compara preços de passagens aéreas em pontos. Além de mostrar o valor de um trecho em C6 Átomos, programa de fidelidade do banco, o app indica quanto custa a passagem em outros programas parceiros (Livelo, Smiles, Latam e Tudo Azul). Também é possível comprar passagens aéreas direto no app. Além disso, o C6 Bank oferece uma conta internacional com saldo em dólar ou em euro para os viajantes. Com a Conta Global, é possível comprar moeda estrangeira de forma simples pelo aplicativo, em qualquer dia e horário.
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