Capitalização paga mais de R$ 9 bi entre resgates e sorteios de janeiro a maio de 2023

Fonte: Fenacap

Mais de R$9 bilhões foram injetados na economia, por meio de sorteios e resgates de Títulos de Capitalização, no período de janeiro a maio de 2023, segundo dados divulgados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), analisados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização). Somente os sorteios pagaram R$27,8 milhões, por semana, uma média de R$5,9 milhões por dia útil. 

Desde 2019, a ferramenta de disciplina financeira, também auxilia na manutenção de entidades do Terceiro Setor, por meio da Modalidade Filantropia Premiável – quando o cliente cede o direito de resgate à uma instituição beneficente e participa de sorteios. Segundo o levantamento da Susep, de janeiro a maio de 2023, R$606 milhões foram direcionados a instituições do terceiro setor, por meio da Capitalização, e R$407 milhões foram pagos em sorteios.

A diversidade de canais de distribuição é uma das características que contribuem para impulsionar o mercado, com inúmeras maneiras de contratação, inclusive em pontos comerciais de alta frequência de consumo como supermercados, lojas, mercados, centros de compra e outros. A Capitalização vem crescendo, nos últimos anos, de forma contínua, e isso é resultado de muitas ações assertivas, como o lançamento de novos produtos, diversificação dos canais de distribuição, formas de pagamento, precificação, prazos e valores de sorteios. 
 

Desempenho do setor no mês de maio

Somente no mês de maio, mês correspondente ao último balanço divulgado pela Susep, a arrecadação do segmento totalizou R$2,60 bilhões, sendo contabilizados R$1,86 bilhões pagos em resgates. A modalidade Tradicional registrou a maior participação dentre os segmentos, totalizando R$ 1,9 bilhões. Já em Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável, a arrecadação chegou a R$243,6 milhões e R$321,9 milhões, respectivamente. “A Capitalização agrega disciplina financeira e sorteios, sendo um segmento com muita aceitação no mercado brasileiro, com diversas possibilidades. A modalidade Garantia, por exemplo, pode ser utilizada para garantir melhores taxas em financiamentos, aluguéis dentre outros tipos de contratos. Representamos um segmento maduro da economia, com mais de 90 anos de atuação, soluções de negócios variadas, disciplina financeira e filantropia”, reforça Denis Morais, presidente da FenaCap.

Sompo Seguros contrata Ana Canovas e Kely Guimarães para expandir seguros para grandes corporações

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba de incrementar a equipe da Financial Lines & Casualty com duas novas contratações. Ana Canovas é a nova gerente de Financial Lines & Casualty. Já Kely Guimarães é a nova consultora de Casualty. As executivas chegam para atuar na expansão da carteira de seguros corporativos da companhia com foco no desenvolvimento de soluções especializadas para atendimento da crescente demanda para mitigação de riscos financeiros, cibernéticos e de responsabilidade civil; bem como para incrementar a participação da companhia em segmentos econômicos que exigem a contratação de seguros de Grande Riscos. 

Ana Canovas é gerente de Financial Lines & Casualty da Sompo Seguros. Especialista em subscrição de Linhas Financeiras e Cyber Risks, atua há mais de 10 anos no segmento de Seguros, com passagem por seguradoras multinacionais. É formada em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e especialista em Propriedade Intelectual pelo INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Obteve certificação em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) pela OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, em Estrutura de Conformidade de Segurança Cibernética, Administração de Sistema e em Fundamentos de TI para Cibersegurança pela IBM. 

Kely Guimarães é consultora de Casualty da Sompo Seguros. Formada em Direito, com especialização em Direito do Consumidor (PUC-SP), atua desde 2002 no segmento de Seguros de Responsabilidade Civil Geral em companhias multinacionais de seguros. Nesse período esteve responsável pelo desenvolvimento de soluções voltadas principalmente a clientes corporativos, no gerenciamento e subscrição de riscos voltados para segmentos importantes da Indústria como Siderurgia, Energia, Petroquímica, Mineração, Metalurgia, entre outros. 

“Nossa empresa tem experimentado crescimento e aumento de presença em diferentes segmentos econômicos. Com isso, surgem novas demandas para atender as perspectivas de crescimento desses mercados frente aos investimentos que estão previstos para acontecer”, avalia Felipe Prado Ribeiro, diretor técnico responsável pelas áreas de Produto Automóvel, Equipamentos Massificado, Produto Responsabilidade Civil e Produto Agricultura da Sompo Seguros. “A contratação de especialistas em seguros de grandes riscos com reconhecida competência no mercado reforça o comprometimento da Sompo Seguros junto aos nossos clientes e parceiros comerciais de disponibilizar soluções personalizadas e dedicadas a dar as garantias adequadas ao patrimônio segurado”.  

HDI Seguros lança slogan “Protegendo o seu Mundo” 

Fonte: HDI

HDI Seguros protegendo seu mundo é o novo slogan da seguradora com criação e produção da agência de publicidade Pátria. O objetivo da mudança é destacar o que a HDI faz pelas pessoas, seus bens e seus empreendimentos.

“O conceito da campanha Protegendo o seu mundo” foca na essência da HDI Seguros. A HDI existe para proteger. Seja quem trabalha presencial, remoto ou híbrido, quem é grande ou pequeno empreendedor, tenha equipe ou trabalhe solo, seja no campo ou na cidade, que dirige carro, moto ou bicicleta. São profissionais, têm suas famílias, e buscam confiança na entrega de serviços e segurança”, explica Cintia Kim, superintendente de Marketing da HDI.

A peça principal é um vídeo de 60´que traz a mensagem de que a partir da mudança do mundo há também uma nova HDI, pronta para acompanhar esse novo ciclo, todos os dias. O vídeo e peças de desdobramento serão veiculados nas redes sociais da Cia. 

A campanha também faz parte da atual estratégia de negócios da HDI Seguros, que fechou duas operações expressivas no mercado de seguros, no primeiro semestre, com as aquisições da Sompo e da Liberty. 

“A aquisição das linhas de negócios da Sompo Seguros e a compra da Liberty Seguros na América ampliam significativamente a nossa atuação no país, aumentando a diversificação em produtos e trazendo mais negócios e oportunidades aos corretores e clientes, o que nos deixa ainda mais confiantes para seguir em frente com nossa estratégia, que envolve oferecer cada vez mais proteção às pessoas. Nosso novo slogan reflete bem essa realidade, o mundo mudou e nós também”, diz Eduardo Dal Ri, CEO da HDI Seguros.

As parcerias entre assessores financeiros e corretores de seguros

Segue o mais recente artigo para o InfoMoney

A perspectiva da retomada do crescimento do Brasil tem agitado os corretores de seguros. Afinal, economia forte é sinônimo de vendas. Boa parte dos brasileiros deverá limpar o nome com o programa Desenrola, lançado pelo governo Lula com o objetivo de positivar até 70 milhões de brasileiros, o que representa algo como 40% da população adulta do país. Isso já credencia milhões de pessoas para o emprego, para crédito, para consumo, para investimentos.

Quem pega um empréstimo, leva junto um seguro de que a dívida será paga mesmo diante de imprevistos como desemprego, acidentes, invalidez ou morte. Quem compra um carro, sai da loja com o bem protegido por uma apólice de seguro. O mesmo acontece com a bicicleta, com o celular, com equipamentos eletrônicos ou eletrodomésticos. Para não faltar produtos na prateleira com o provável aumento do consumo, o empresário tira da gaveta projetos de expansão da fábrica. Quem financia um projeto de construção de energia limpa exige um seguro de garantia de que a obra será concluída e outro seguro para garantir que os equipamentos serão entregues e instalados, mitigando riscos desde a produção até o transporte. Com a fábrica em produção, faz o seguro para proteger o patrimônio de acidentes como incêndios, raios, explosões, fraudes, entre outros.

Esse esperado ciclo virtuoso tem gerado uma corrida maluca pelos clientes. Além dos 120 mil corretores de seguros cadastrados na Susep (Superintendência de Seguros Privados), agora os assessores de investimento, antes chamados de agentes autônomos, incluíram seguros na oferta para os investidores de bancos e corretoras. O número desses profissionais registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) passou de 11 mil em 2019 para 24 mil em 2023.

Prioridade era vida e previdência

Foram os agentes autônomos que democratizaram o mercado de capitais, antes nas mãos das corretoras de bancos. O que se espera dos corretores de seguros agora é que eles democratizem a venda de seguros, principalmente de vida, nas mãos dos bancos. Atualmente, no Brasil, 17% da população tem algum tipo de seguro. Há duas décadas e meia, esse percentual era de apenas 5%. Em contrapartida, em países desenvolvidos como os EUA, 70% da população possui seguro de vida, enquanto no Japão esse percentual salta para 90%.

Os corretores de seguros, até pouco tempo atrás concentrados na venda de seguros de carros, correm para diversificar o portfólio e conquistar acordos com plataformas digitais de seguros e de investimentos. Não é algo simples. Um corretor de automóvel tem de conquistar habilidades financeiras para recomendar um plano de previdência ou um seguro de vida resgatável. Assim como o especialista em seguros patrimoniais, que agora tem de estudar até sobre geopolítica para recomendar ao seu cliente o seguro de crédito ou de proteções para uma possível quebra da cadeia de suprimentos em caso de pandemias e guerra, evitando problemas como o mundo vivenciou recentemente.

Não é uma tarefa simples, comentam corretores e assessores de investimentos. A complexidade para ter uma plataforma na qual o cliente possa se servir de tudo exige a união de especialistas. Afinal, o cliente cansou de gerenciar diversas contas diferentes. Reuni-las num único canal significa economia de tempo e, com o bônus de fidelidade, de recursos. O objetivo é que as plataformas sejam um centro de geração de negócios para famílias e empresas.

Segundo Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência e Vida), todos os corretores podem ter uma grande oportunidade em diversificar o portfólio de produtos para os seus clientes a partir da oferta de produtos financeiros. “Da mesma forma, o inverso também é verdadeiro, porque, no final do dia, o que nós estamos falando é de prestar uma boa assessoria ao cliente”, comentou o executivo, que também é CEO da Zurich.

Profissionais precisam ser certificados pelos órgão reguladores

No entanto, há regras. O corretor de seguros é fiscalizado pela Susep, enquanto os assessores financeiros são monitorados pela CVM. Os produtos de previdência, como os planos PGBL e VGBL, não são considerados valores mobiliários. Muito menos seguro de vida e bens. Assim, corretores precisam ser certificados pela Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias) e assessores pela Susep. É possível também firmar um acordo e informar o órgão regulador competente, uma opção que já vem sendo usada por algumas empresas. A Creditas, por exemplo, comprou a Minuto Seguros. Já o grupo Acqua Vero investiu na criação da Avin Seg, com a aquisição da All In Care, corretora de seguros especializada em apólices individuais e planos de saúde, em 2022.

Marcelo Mello, CEO da SulAmerica Investimentos, Previdência e Vida, acredita que, principalmente os corretores focados em vida e previdência, com perfil de venda consultiva, vão fazer este caminho na direção dos assessores. “A nova legislação pode ajudar neste sentido. Em relação aos agentes autônomos, os grandes escritórios já estão preparados para a venda de seguros”, comenta. Mello se refere as resoluções 178 e 179, que entraram em vigor em maio de 2023.

A nova regra permite que os assessores deem recomendações de investimentos, desde que os produtos sejam das corretoras que representam, e acaba com a exclusividade obrigatória, o que aumenta o poder dos profissionais para negociar o seu pagamento com as corretoras. A CVM ainda flexibilizou as formas de sociedade dos assessores de investimento. Antes, essas empresas eram obrigadas a adotar a modalidade de sociedade simples e, agora, podem escolher o tipo de sociedade empresarial.

Luciano Soares (foto), CEO da Icatu, acredita que o cenário atual é marcado por mudanças rápidas, em que os clientes buscam soluções completas e seguras, abrangendo bens, investimentos, previdência e seguro. “Nesse contexto desafiador, o canal de distribuição enfrenta uma importante missão: auxiliar os clientes a navegarem pelas diversas opções de proteção e planejamento financeiro”, diz.

Para se destacar nesse ambiente competitivo, acrescenta Soares, é crucial que tanto o corretor quanto os assessores de investimentos estejam preparados para orientar o cliente sobre soluções de investimentos em conjunto com produtos de seguros, fortalecendo o relacionamento com o cliente e, na ponta, ampliando suas receitas. “Na Icatu, somos especialistas em proteção completa, oferecendo seguro de vida, previdência, capitalização e investimentos. Compreendemos a importância de atender ao ciclo de vida do cliente e, por isso, incentivamos a orientação dessas soluções, tanto pelos corretores quanto pelos assessores de investimentos”.

Fusões e aquisições movimentam o setor

Um primeiro movimento vem sendo construído nos últimos anos pelas plataformas abertas. Com a fuga de clientes para as novatas, os bancos aderiram a parcerias para estancar a portabilidade de investidores para plataformas digitais. Numa terceira onda, além de investimentos financeiros e seguros de vida, corretores e assessores de investimentos se unem para mitigar riscos que podem impactar o patrimônio dos seus clientes.

A XP, por exemplo, nasceu como uma plataforma de ofertas de fundos de investimentos, depois previdência e vida e hoje tem até o seguro complexo garantia de contratos na prateleira e o tradicional seguro de carro. “Estamos montando um marketplace de automóvel, assim como temos com o vida. A estreia da mesa será em parceria com a Porto Seguro e a tendência é evoluirmos para um modelo cada vez mais completo”, informou Roberto Teixeira, head de seguridade da XP, ao site Sonho Seguro, em março deste ano, quando o acordo foi firmado.

Há outras dezenas de notícias sobre a entrada de plataformas em seguros e de corretores comprando rivais para, no final de tudo, se unirem a assessores financeiros, plataformas e marketplace. “O mercado de corretoras ainda está bastante pulverizado. Acredito que está ocorrendo um processo normal de consolidação, assim como já ocorrido em outros segmentos. O crescimento orgânico é ideal, mais barato e ‘clean’ para as empresas, porém é muito mais demorado. Em virtude disso, a integração por meio de aquisições de outras plataformas facilita o caminho de crescimento”, comenta Thomaz Menezes, CEO da corretora de seguros It’sSeg, responsável por 12 aquisições desde 2014 e que continua nas disputas, como a da corretora do grupo D’or, acordo disputado por três grupos e que deve ser divulgado em breve.

Nesta mesma intensidade as corretoras de seguros Alper, MDS, WIZ, Lockton, Gallagher compram empresas menores, formadas por especialistas em diversos segmentos, tirando as big 3 do mundo (Marsh, Aon e Willis) da zona de conforto. A Alper já comprou 16 corretoras, sendo duas em julho deste ano, com desembolso de R$ 123,5 milhões. A portuguesa MDS, ganhou mais apetite ao ser adquirida pelo Ardonagh, maior grupo de corretagem independente do Reino Unido.

As corretoras médias também se movimentam. Em junho, a BMS Re, braço especializado em resseguros do grupo global de corretagem BMS, anunciou a aquisição da corretora de resseguros KNW, com sede em São Paulo, especializada em fornecer soluções de resseguro sob medida para seus clientes em segmentos tradicionais e especializados, como riscos de energia, patrimonial, construção, marítimos, testes clínicos e obras de artes.

A tendência é que esse movimento de fusões e parcerias siga aquecido nos próximos dois anos. “Temos muita disposição para investir em especialistas e crescermos em seguros e em resseguros”, diz Nery Silva, CEO Mercosul da Oneglobal na América Latina, consultora de seguros inglesa que tem como acionista o fundo JC Flowers, com mais de US$ 22 bilhões administrados por J. Christopher Flowers, ex-Goldman Sachs.

C6 Bank lança seguro viagem em parceria com a SulAmérica

Fonte: SulAmérica

O C6 Bank acaba de lançar, em parceria com a SulAmérica, o Seguro Viagem com contratação disponível por meio do aplicativo do banco, que já oferece outras vantagens para os clientes que viajam. Os planos com condições especiais variam de acordo com o perfil do cliente e do destino desejado (nacional ou internacional), com partida do Brasil. 
 

Os pacotes são personalizados pelos próprios clientes, que podem optar por mais de 20 coberturas em viagens nacionais e internacionais, incluindo despesas odontológicas, prorrogação de estadia, traslado médico, entre outros. Há ainda a possibilidade de contratar o Seguro Viagem com cobertura para Covid-19, que inclui o retorno do segurado e de acompanhantes, regresso sanitário e funeral. 

A contratação do Seguro Viagem pelo app tem apenas quatro passos: cotação, seleção de planos, cadastro dos viajantes e pagamento. Basta acessar o ícone C6 + Benefícios, descer até a seção Viagens e tocar em Seguro Viagem. Também é possível contratar o seguro pelo site C6 + Benefícios, clicando em Viagens e em Seguro Viagem. 

“Sabemos da importância de ter na nossa prateleira um seguro completo de viagens, para garantir mais facilidade e comodidade aos nossos clientes, em viagens locais ou ao redor do mundo”, afirma Maxnaun Gutierrez, head de seguros e produtos para pessoa física do C6 Bank.

Para Victor Bernardes, diretor de Vida e Previdência da SulAmérica, o produto vem para sanar uma demanda que foi suprimida durante a pandemia. “Com o fim de estado de emergência, as pessoas estão se sentindo mais seguras para retomar suas rotinas e inserir novamente as viagens no planejamento familiar. O mercado de turismo está se reestabelecendo e estamos confiantes que esse produto atenderá as necessidades de nossos clientes”, diz.

O C6 Bank conta com uma série de benefícios para quem viaja, entre eles uma ferramenta que compara preços de passagens aéreas em pontos. Além de mostrar o valor de um trecho em C6 Átomos, programa de fidelidade do banco, o app indica quanto custa a passagem em outros programas parceiros (Livelo, Smiles, Latam e Tudo Azul). Também é possível comprar passagens aéreas direto no app. Além disso, o C6 Bank oferece uma conta internacional com saldo em dólar ou em euro para os viajantes. Com a Conta Global, é possível comprar moeda estrangeira de forma simples pelo aplicativo, em qualquer dia e horário.

FIDES Rio 2023: painel debaterá as tendências globais de seguros

Oferecer visão atualizada das prioridades e tendências da indústria global de seguros é um dos objetivos do painel Insurance Global Trend, um dos quatro painéis que compõem a programação principal da FIDES Rio 2023. A conferência, organizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), reunirá entidades da indústria seguradora das Américas e da Península Ibérica, entre 24 e 26 de setembro de 2023, no Centro de Convenções & Hotéis Windsor, no Rio de Janeiro, para explorar uma ampla agenda de negócios, além de discutir as tendências e transformações do mercado segurador mundial.

O Insurance Global Trend, que também debaterá a repercussão de novas tecnologias e inovações do setor dentro da agenda de sustentabilidade, terá seis palestrantes de renome internacional: André Medici, economista e consultor Internacional do Banco Mundial, do BID e da DESA-ONU); Clarisse Kopff (foto), membro do Conselho de Administração da Munich Re; Daniel Castillo, vice-presidente de Subscrição do IRB (Re); Isabelle Santenac, líder global em seguros da EY; Ivan Luiz Gontijo Jr., diretor-presidente da Bradesco Seguros S/A; e Jeremy Goodman, chefe global de Estratégias de Corretagem e presidente da Aon’s Reinsurance Solutions, no Reino Unido.

A FIDES é realizada a cada dois anos pela Federação Interamericana de Empresas de Seguros, entidade sem fins lucrativos que agrega atualmente as associações de seguros privados de vinte países membros, tendo a CNseg entre as entidades fundadoras. Nesta edição, o evento também contará com a presença dos keynotes speakers Luis Alberto Moreno, ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, e Paul Krugman, Prêmio Nobel de Economia (2008).

Bradesco Seguros e Tadeu Schmidt divulgam a importância do seguro

“Se deu ruim, seu seguro tem que ser MUUUITO bom”. Este é o slogan da nova campanha da Bradesco Seguros, criada pela AlmapBDO, no ar a partir de 30 de julho, na TV aberta. A frase bem-humorada reflete a intenção da seguradora de trazer leveza para situações desafiadoras ao volante. O clima fica ainda mais descontraído com a participação de um novo personagem: Tadeuzinho, fantoche do jornalista e apresentador, Tadeu Schmidt. A campanha contempla ainda canais por assinatura, OOH, digital, redes sociais, spots de rádio, além de mídia impressa.

“Para idealizar a campanha, nos inspiramos no próprio bom humor do Tadeu. Seu boneco traz a comédia, uma novidade nas campanhas da marca para este ano”, pois só pensamos em seguro nos momentos desafiadores da vida e tratar o tema com leveza pode despertar ainda mais o interesse dos consumidores para a importância do seguro”, afirma o diretor de marketing do Grupo Bradesco Seguros, Alexandre Nogueira. A ação tem foco no Seguro Auto e apresenta situações engraçadas entre Tadeu e o fantoche.

Por meio de esquetes que espelham contextos do cotidiano, Tadeu apresenta as principais vantagens do Bradesco Seguro Auto, como Assistência Noite e Dia, Carro Reserva e Cobertura para Terceiros. Além das assistências, o produto protege, em sua cobertura básica, contra colisões, incêndio, roubo/furto e danos materiais e/ou corporais causados a terceiros. E as funcionalidades podem ser acessadas por meio do aplicativo da seguradora.

“Essa será a primeira vez que o Tadeu Schmidt interage com uma versão sua em formato de boneco. Ficamos muito felizes com o resultado, e ele também”, comentam Fernando Christo e Ingryd Cruz, do time de criação da AlmapBBDO.

Sem Parar lança seguro de carro popular em parceria com AutoDay e  insurtech Kovr

Fonte: Sem Parar

Sem Parar, líder em meios de pagamentos automáticos no ecossistema de mobilidade, lançou no mercado o Auto Flex, sua nova apólice de seguro automotivo, em parceria com a AutoDay e com a insurtech Korv. O produto tem abrangência nacional, cobertura ampla e o diferencial competitivo do preço, com valores iniciais a partir de R$ 0,86 por dia.  A nova cobertura chega ao mercado como alternativa para quem ainda não tem proteção auto e também como uma opção para quem já tem seguro e deseja contratar uma apólice complementar. 

O Auto Flex será comercializado em quatro opções de planos mensais: Básico (R$25,90), Essencial (R$42,90), Plus (R$64,90) e Premium (R$87,90).Todas as versões do seguro contemplam cobertura para danos parciais, indenizações pré-fixadas de até R$ 8.000, além de flexibilidade na contratação e processo de indenização descomplicado, que podem ser feitos de forma 100% digital pelo SuperApp Sem Parar. 

Outra vantagem do novo produto é a tabela de franquias, que varia de R$ 150 até R$ 800, valores competitivos em relação aos praticados no mercado, o que garante tranquilidade e economia na hora em os clientes necessitarem utilizar o seguro. 

“Entramos no mercado de seguros há pouco mais de um ano com um objetivo claro de democratizar o seguro no Brasil. De lá para cá, já lançamos 10 novas ofertas e a companhia projeta lançar outros 10 tipos de seguros ainda em 2023.”, explica José Machado, head de Seguros Sem Parar. “Criamos um produto de contratação ágil e utilização descomplicada. Projetamos chegar ao fim de 2023 com 1 milhão de apólices ativas e estamos no caminho certo, com taxa de conversão de dois dígitos, uma das melhores do mercado”, completa. 

Preços para todos os bolsos 

A base de dados do Sem Parar permitiu a criação de apólices aderentes a diversos perfis de clientes e contribui para a melhor performance da carteira com a seguradora. Com a contratação digital, clientes têm total controle e autonomia durante o processo, o que garante uma experiência simplificada e preços mais competitivos. 

 A depender do plano escolhido, a cobertura no plano Auto Flex começa a partir de R$ 0,86 até no máximo de R$ 2,93 por dia. Para mais detalhes sobre os planos e benefícios oferecidos pelo seguro Auto Flex acesse o SuperApp Sem Parar. 

Seguradora MAPFRE Brasil registra lucro 120 milhões de euros no 1º semestre

A MAPFRE do Brasil obteve lucro líquido de 120 milhões de euros no primeiro semestre de 2023, superando em quase três vezes (172%) a cifra alcançada no mesmo período do ano anterior, de 44,2 milhões de euros. As vendas avançaram 9,4%, chegando a 2,4 bilhões de euros nos seis primeiros meses do ano.

Apesar da leve desvalorização do Real no semestre (-0,4%), o crescimento na emissão de prêmios se deve, principalmente, à evolução positiva dos negócios de Seguro Rural e de Vida, que cresceram 10% e 14%, respectivamente. Com uma rápida adaptação das tarifas em função da inflação, o segmento de automóveis cresceu 1,5% em prêmios no Brasil. 

O CEO da MAPFRE no Brasil, Fernando Pérez-Serrabona, explica que a companhia está confiante em seu potencial de crescimento no país. “Estamos otimistas em nossa capacidade de continuar crescendo de forma sustentável no Brasil, com solidez e direcionamento estratégico, mesmo diante de um cenário que ainda impõe desafios econômicos”, comentou em nota enviada.

Segundo ele, nos últimos anos, o grupo tem implementado uma série de iniciativas para aperfeiçoar e dar mais eficiência aos nossos processos operacionais, melhorando a experiência do cliente e adaptando os modelos de tarifação e subscrição de riscos. “Continuaremos investindo em inovação e tecnologia para seguirmos competitivos nos nossos diversos ramos de atividade. O Brasil é um mercado estratégico para a MAPFRE”, afirma.

Inovar em seguros é um caminho sem volta para garantir o futuro

48 palestras, 14 speakers brasileiros e estrangeiros e quase 2 mil pessoas para ouvir, aprender e negociar. Este foi o clima do CQCS Insurtech & Innovation, considerado um dos maiores evento de inovação em seguros na América Latina, realizado pelo corretor e empreendedor Gustavo Doria, com o apoio de quase 80 patrocinadores, sendo os dois principais Bradesco Seguros e BB Seguros, que respondem por quase a metade do lucro líquido do setor.

Mostrar o potencial e desafios do setor frente a inovação era a proposta do evento, realizado em São Paulo nos dias 25 e 26 de julho, que reuniu investidores, seguradoras, resseguradoras, corretores, empresas de assistência e de tecnologia. Os participantes, preocupados com diversos desafios que o setor enfrenta para decolar, saíram do evento convencidos de que há muitas oportunidades de negócios em seguro em todas as áreas, desde os seguros demandados pela população, como celular, até proteções financeiras para garantir os grandes projetos de infraestrutura.

Há também desafios imensos regulatórios, tecnológicos e de comunicação a serem superados para aumentar a base de clientes, estimada em 30% da população. A economia também precisa decolar, os investidores aportarem recursos em projetos de infraestrutura, os juros baixarem, a renda da população aumentar, o crédito fluir com a redução da inadimplência das famílias e das empresas, além de outras ações básicas e urgentes como melhorar indicadores de educação, moradia, saneamento…

A comunicação também é prioridade do setor. “Segurês não!” foi um dos temas do evento e esteve presente em praticamente todas as falas dos mais de 140 palestrantes do evento. “Transformar o segurês em uma linguagem acessível à população é um dos principais pilares para que o setor de seguros se aproxime dos brasileiros”, citou o organizador Gustavo Doria, que promoveu a campanha em parceria com a CNseg, a confederação das seguradoras.

“É preciso existir uma evolução dos canais de comunicação para que se estabeleça uma melhor conexão entre os indivíduos. O digital transformou tudo na comunicação porque tínhamos uma iniciativa mais passiva, focado no que o indivíduo gostaria de falar. Hoje os meios digitais passaram a priorizar o que os consumidores querem saber. Isso vem de uma base de dados, de um processo de entender as questões comportamentais”, disse a CMO da Icatu Seguros, Cinthia Kato.

Eugenio Paschoal, CEO da Marsh, maior corretora de seguros do mundo e do Brasil, citou o atual governo como um vetor para o crescimento do diálogo entre os setores público e privado. “Temos uma grande oportunidade com um governo sensível às causas sociais. Dados mundiais mostram que a participação do setor de seguros na reconstrução de uma sociedade diante de perdas com catástrofes varia entre 30 e 40%. É hora de nos mobilizarmos na melhoria de sistemas de distribuição, inteligência artificial e afins. O papel das seguradoras e das resseguradoras é fundamental para o equilíbrio entre poder público e privado”.

Num cenário econômico favorável, a grande aposta está em ampliar e treinar os canais de distribuição de seguros. Dos R$ 355 bilhões do faturamento do setor em 2022, a maior fatia da venda chegou às seguradoras pelas mãos dos mais de 120 mil corretores de seguros. A tecnologia exige investimentos parrudos aos profissionais de vendas, que passam por uma intensa consolidação para ganho de escala, redução de custos e aprimoramentos para os certificarem como consultores financeiros com uma visão 360 graus de seus clientes. 

“Nós precisamos de pluralidade no mercado de seguros e, um grande caminho para essa realidade se faz através da tecnologia, fundamental nesse processo de avanço do setor. No entanto, ela é o meio. Não é o fim. O corretor de seguros é o protagonista para a solidificação do mercado e para a viabilização dos produtos”, afirma Ivo Machado, vice-presidente da EZZE Seguros.

De forma unânime, boa parte dos palestrantes do evento concorda que o crescimento virá para aqueles que fundamentarem a estratégia no tripé experiência do cliente, tecnologia e ESG. Cuidar do meio ambiente, da sociedade e da governança é tido como uma condição si ne qua non para a sobrevivência do negócio em si. “Convicção, conveniência ou constrangimento. As empresas que não mudarem por convicção ou conveniência, mudarão pelo constrangimento de serem canceladas por clientes, fornecedores e acionistas”, afirma Edson Franco, CEO da seguradora Zurich Brasil.

A CEO da AXA, Erika Medici, ressalta que a atividade de seguros é inerente à sustentabilidade do crescimento de qualquer economia. “Se pensarmos na essência do seguro, já temos como ponto de partida um alinhamento com a agenda ESG ao prover resiliência financeira aos nossos segurados ao mitigarmos as perdas com imprevistos”. Ela cita, por exemplo, a reposição de um celular para entregadores de delivery. “Sem o telefone, ele perde a renda familiar. O seguro ajuda a repor o bem em caso de problemas como roubo e estamos fazendo isso em poucos dias”.

Energia verde – Com a sustentabilidade e a tecnologia em punho, as apostas se diversificam em vários segmentos. Em grandes riscos, segmento que sofre desde 2014 com investimentos paralisados com a investigação Lava Jato, o boom de contratação está em especialistas em infraestrutura, agricultura, bem como riscos climáticos e cibernéticos. Segundo tem divulgado o governo Lula, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previsto para ser lançado em 11 de agosto, contará com investimento anual de R$ 60 bilhões, somando R$ 240 bilhões ao longo do mandato lulista, e parcerias público-privadas.

O brilho nos olhos dos seguradores se intensifica quando falam da corrida do novo ouro do mundo: a energia verde. Para produzi-la, minerais em abundância no Brasil, como lítio, terras raras, níquel, cobre entre outros. Segundo Edson Franco, Erika Medici, Angelo Colombo, CEO da Swiss Re Corporate Solution, Ariel Couto, CEO da MDS e outros palestrantes, o Brasil tem pela frente uma grande oportunidade de assumir o protagonismo de uma economia verde.

“Os produtos e serviços securitários são fundamentais para viabilizar todas as iniciativas públicas e privadas para essa transição”, afirma o CEO da Zurich. No Brasil, estudo da McKinsey estima que os mercados de energia renovável, energia e materiais de base biológica e mercados de carbono devem movimentar mais de US$ 124 bilhões no Brasil até 2040.

Seguradores, corretores e resseguradores priorizam projetos sustentáveis para serem priorizados por seus clientes. “Criamos uma inteligência de dados para rastrear o fluxo de dinheiro. São bilhões de dólares administrados pelos fundos de private equity mundialmente em busca de bons projetos e o Brasil tem se destacado como um dos celeiros para energia verde”, afirma Eduardo Takahashi, CEO da corretora de seguros WTW (Willis Towers Watson).

Assim como a Willis, a estratégia dos concorrentes nacionais e internacionais também é “follow the money”. “Esses projetos demandam vários seguros e nós investimos em especialistas para conquistar negócios relevantes na área de energia”, conta Adriano Oka, CEO do braço ressegurador da OneGlobal, consultora de seguros inglesa que tem como acionista o fundo JC Flowers, com mais de US$ 22 bilhões administrados por um ex-Goldman Sachs. “Temos muita disposição em liderar os programas de seguros nesta corrida pela transição energética no mundo”, acrescenta Nery Silva, CEO Mercosul da Oneglobal na América Latina.

Seguros pessoais sob medida – Em massificados, as prioridades são vida, previdência, residência, viagem, equipamentos eletrônicos e conectados a mobilidade, principalmente carros e bikes.  Automóveis, maior carteira de seguros gerais com arrecadação de R$ 50,9 bilhões em 2022, vem perdendo espaço para outros produtos. Ney Ferraz Dias, diretor da Bradesco Auto/RE, afirma que a tecnologia tem contribuído para a conquista de novos clientes fora do escopo de veículos com até 5 anos de uso.

“Com a capacidade de processamento da inteligência artificial, conseguimos gerar e usar, com base em dados, uma precificação cada vez mais personalizada. Também aprimoramos serviços, pois 50% dos sinistros são decorrentes da falha humana. Com dispositivos de segurança, este risco será cada dia menor, tornando serviços um fator decisivo na conquista e manutenção dos clientes”, afirmou. 

No disputado segmento de seguro de vida e previdência, com arrecadação de R$ 214 bilhões no ano passado, há um potencial que chama a atenção mundial. O seguro de vida (R$ 58 bilhões) ainda ignorado por grande parte dos corretores de seguros, com vendas predominantemente em canais bancários. Atualmente, no Brasil, 17% da população têm algum tipo de seguro de vida. Há duas décadas e meia, esse percentual era de apenas 5%. Em contrapartida, em países desenvolvidos como os EUA, 70% da população possui seguro de vida, enquanto no Japão esse percentual salta para 90%.

As seguradoras investem para mudar esta realidade, principalmente na criação de produtos simples, sem “segurês” para que o cliente entenda o que está comprando, plataformas digitais e treinamento dos vendedores. O foco está em atrair o consumidor com ofertas para uso de serviços em vida, como indenizações para doenças graves, diária de internação hospitalar, invalidez, uso de telemedicina. Até pouco tempo atrás, o seguro de vida era voltado basicamente para pagamento de indenizações aos beneficiários por morte do titular.

“Temos um imenso desafio para levar produtos para seis gerações, nascidos entre 1925 até os dias de hoje”, destaca Jorge Nasser, presidente da Bradesco Vida e Previdência, que dividiu o palco com Ricardo Teixeira, CEO Centauro ON, e Patrícia Freitas, CEO da Prudential. Todos enfatizaram as vantagens dos produtos para despertar o interesse dos vendedores para a crescente demanda pós pandemia. 

Segundo eles, há um novo consumidor de seguro de vida e por isso está em curso uma reinvenção dos produtos e das ferramentas de vendas. O consumidor não espera que o corretor apenas venda uma cobertura. É preciso oferecer uma solução a ele nas diferentes fases da vida. “Na Prudential, temos uma verdadeira obsessão por melhorar a experiencia do cliente para democratizar o seguro de vida”, destaca Patricia Freitas.  

Luciano Soares, CEO da Icatu, acredita que, ainda que pareça óbvio, é importante ressaltar o cenário macro, onde o cliente está inserido. “O cenário atual é marcado por mudanças rápidas, onde os clientes buscam soluções completas e seguras, abrangendo bens, investimentos, previdência e seguro. Nesse contexto desafiador, o canal de distribuição enfrenta uma importante missão: auxiliar os clientes a navegarem pelas diversas opções de proteção e planejamento financeiro”, afirma.

Inovar em meios de pagamentos é uma questão muito relevante para todos as seguradoras interessados em vender produtos para as classes C e D. “O boleto bancário está com os dias contados. A tendência que vemos é o pagamento via Pix e cartões de crédito”, disse Rivaldo Leite, CEO da Porto Seguros, a maior seguradora de carro e casa do Brasil. “Principalmente para quem quer vender seguros com tíquetes de médio e baixo custo. Se não tiver um meio de pagamento ágil e barato, não conseguirá evoluir”, comentou no painel “O digital acelerando o distribuidor de seguros”, ao lado de José Adalberto Ferrara, CEO da Tokio Marine, e João Geo Neto, CEO da Pottencial.

Ferrara destacou que os corretores de seguros devem aprender a mexer nas redes sociais e estarem presentes nestas plataformas, principalmente para alcançar diferentes nichos e públicos de diversos lugares: “É uma oportunidade enorme para ampliar o canal de vendas, ir para regiões que não são atendidas e aproveitar um momento bom, porque a indústria só cresce, o mercado só evolui.”, enfatiza o executivo da Tokio. 

Comunicação, regulação e investimentos – A Susep (Superintendência de Seguros Privados) pilota a simplificação da atuação das seguradoras para estimular a demanda por proteções financeiras que garantam os direitos dos consumidores. “A economia securitária tem papel fundamental no uso de novas tecnologias, servindo tanto como um amenizador de risco”, define o titular Alessandro Octaviani, acrescentando que a autarquia se dedica a “aprimorar a fiscalização exercida pela Susep, para, no fim da linha, garantir o pagamento do consumidor quando ele precisar usar a proteção que contratou. Os consumidores terão informações para serem fiscalizadores do mercado”.

Já a CNseg orquestra a comunicação com todos os públicos para um melhor entendimento do papel social do setor entre governantes e consumidores. O desafio é criar condições para que a arrecadação do mercado salte dos atuais 6,4% para 10% do PIB nacional em 2030, segundo o Plano de Desenvolvimento do Mercado de Seguros, Previdência Aberta, Saúde Suplementar e Capitalização (PDMS). 

“É um plano dinâmico e queremos que todos participem com suas ideias, principalmente os corretores de seguros, que trazem a demanda do consumidor para que as seguradoras possam desenvolver novos produtos. É importante nos unirmos em torno dessas ações, defendendo as mesmas ideias e levando para o governo, para o legislativo, para a mídia essas ações. Juntos será difícil. Separados, impossível”, defendeu Dyogo Oliveira, presidente da CNseg. 

Se depender das seguradoras, o objetivo é factível. “Inovar é estar cada vez mais próximo dos clientes e parceiros, buscando o aperfeiçoamento contínuo. Há 40 anos, o grupo Bradesco Seguros tem a inovação como aliada estratégica para levar nossas soluções de proteção a cada vez mais pessoas. Também é importante mencionar que estamos nos aperfeiçoando cada vez, investindo na capacitação não apenas dos corretores, mas dos nossos profissionais, das pessoas que trabalham conosco diariamente, para atender melhor as demandas que o mercado nos apresenta”, disse o presidente Ivan Gontijo na abertura do evento, em consonância com o discurso de todos os seus pares presentes no evento.