Alper registra lucro de R$ 8,16 milhões no segundo trimestre

Guilherme Netto, CFO da Alper

A Alper Consultoria e Corretora de Seguros registrou lucro líquido ajustado de R$ 8,16 milhões no segundo trimestre, mais que o dobro do valor apurado no mesmo período anterior. A companhia alcançou receitas de R$ 80,5 milhões e um EBITDA Ajustado de R$ 19,7 milhões, com uma margem de 24,4%, avanço de 50% na receita e 75,5% no EBITDA Ajustado.

A maioria das unidades de negócio teve contribuição para os resultados, sendo Benefícios, Riscos Corporativos e Resseguros/Specialty as que mais se destacaram no trimestre, com 43,2%, 22,1% e 7,2%, respectivamente.

Segundo nota da empresa, a estratégia de diversidade regional, com crescimento por meio dos canais e das filiais, representou 40% do total, comparado a 33% no segundo trimestre de 2022.  Na frente inorgânica, destaque para oportunidades de crescimento e expansão no mercado, ao anunciar as aquisições da Agis, especialista em transportes voltado para o agro; e da TRR, especialista em benefícios. 

“Nossos resultados reforçam a consistência e a eficácia de nossa estratégia tanto em termos de um sólido desenvolvimento orgânico quanto através de fusões e aquisições (M&A) e nos deixam confiantes em nossa capacidade de impulsionar o crescimento e gerar valor para nossos acionistas, colaboradores e toda a sociedade”, explica Guilherme Netto, CFO da Alper.

Susep atende setor e prorroga prazo do Open Insurance 

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou novos normativos que tratam sobre o Open Insurance. A Resolução CNSP nº 459/2023 e a Circular Susep nº 693/2023 entram em vigor no dia 1o. de agosto.

A Resolução CNSP nº 459/2023 altera a Resolução CNSP nº 415/2021, que dispõe sobre a implementação do Open Insurance. Dentre os principais ajustes, está o estabelecimento de prazo até 1º de agosto de 2023 para o início do compartilhamento de dados pessoais de seguros em ambiente produtivo, podendo ser executado em fases. Além disso, a norma determina prazo até 3 de junho de 2024 para o início do compartilhamento de serviços de iniciação de movimentação em ambiente produtivo, que também pode ser dividida em fases. Ambos os casos devem observar a data máxima de 29 de novembro de 2024. 

Já a Circular Susep nº 693/2023 atualiza prazos estabelecidos pela Circular Susep nº 635/2021, em relação à decisão sobre a estrutura definitiva responsável pela governança, além de desmembrar em fases o início do compartilhamento de dados pessoais e de serviços de iniciação de movimentação (tais como, aviso de sinistro, endossos, resgate de previdência entre outros) em ambiente produtivo, para os clientes que consentirem expressamente através do ambiente digital, conforme previsto na Resolução CNSP nº 459/2023.  

Os novos prazos indicados pela Circular Susep nº 693/2023 para o compartilhamento de dados pessoais são divididos em blocos, sendo o primeiro deles até 1º de agosto de 2023, para o compartilhamento de dados de cadastro de clientes e seus representantes e de movimentações dos clientes relacionadas com planos de seguros do ramo Patrimonial – Compreensivo Residencial, e o último, até 1º de abril de 2024, para os dados de movimentações dos clientes relacionadas com planos de seguros de todos os ramos do Grupo de Pessoas, microsseguros, previdência complementar aberta, assistência financeira e capitalização. Destaca-se que os dados de movimentações incluem, entre outros, informações de apólices, histórico de sinistros e histórico de pagamentos de prêmios. 

Já em relação aos prazos para o compartilhamento dos serviços de iniciação de movimentação, a nova Circular também os divide em blocos, sendo o primeiro deles até 3 de junho de 2024, para os serviços relacionados com planos de seguros do ramo Patrimonial – Compreensivo Residencial; até 1º de julho de 2024 para os serviços relacionados com planos de seguros dos ramos do Grupo Patrimonial; e o último, até 29 de novembro de 2024, para os serviços relacionados com planos de seguros de todos os ramos do Grupo de Pessoas, microsseguros, previdência complementar aberta e capitalização. 

Para a submissão das propostas técnicas relacionadas aos serviços de iniciação de movimentação, o novo prazo é de até 150 dias antes das datas indicadas para cada ramo/produto. 

“As alterações são fruto de um constante diálogo que vem sendo mantido com a Estrutura de Governança do Open Insurance, visando a ajustes e adequações que aprimorem o andamento do projeto”, ressalta o superintendente Alessandro Octaviani. 

As normas referentes ao Open Insurance estabelecem condições para a continuidade do projeto, que permitirá que o consumidor acesse e compartilhe seus dados, quando desejar, com outras seguradoras ou terceiros, de forma segura, ágil, precisa e conveniente. Os dados poderão ser utilizados para desenvolver novos produtos e serviços que atendam às necessidades atuais e futuras dos consumidores de seguros, previdência e capitalização, além de integrar com o Sistema Financeiro Aberto – Open Finance. 

Generali Brasil é um dos parceiros da 8ª edição do LATAM Retail Show

Fonte: Generali

A Generali vai patrocinar a 8ª edição do LATAM Retail Show, evento considerado o mais completo do setor varejista B2B da América Latina. Durante três dias, líderes, marcas e empresas vão conhecer as novas soluções para o varejo, preparando-se para enfrentar os desafios e aproveitar oportunidades no setor. O encontro acontece entre 13 e 15 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Para Claudia Lopes, diretora comercial & Marketing da Generali Brasil, apoiar o segmento de varejo  é de extrema relevância para a companhia. “O varejo é um segmento estratégico para a Generali Brasil e, por isso, mais uma vez vamos participar do evento.  É muito importante para fortalecer nossa marca e expandir relacionamentos. Patrocinar o LATAM Retail Show 2022 só reforça o posicionamento da Generali Brasil como uma seguradora que entrega soluções que geram valor agregado para o varejo”.

A General possui uma carteira de parceiros composta por grandes players do segmento varejista. Além disso, pelo segundo ano consecutivo foi apontada pelo MIT Technology Review como uma das 20 empresas mais inovadoras do país. Atualmente, em seguros massificados, oferece diversos produtos, como Seguro Bolsa Protegida, Seguro para Celular e Portáteis, Garantia Estendida, Proteção Financeira e Cobertura Pix, em dezenas de redes por todo o país.

O varejo é um setor importante para a economia brasileira, tendo em vista que respondeu por cerca de 27% do PIB nacional em 2022, de acordo com o estudo “O Papel do Varejo na Economia Brasileira”, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), movimentando mais de 2,4 trilhões de reais. E a Generali busca sempre entender os movimentos do segmento para oferecer as melhores soluções com tecnologia, facilidade e cada vez menos burocracia. 

i4pro contrata Bruno Beneduzzi como diretor de vendas e clientes

Fonte: i4pro

O executivo Bruno Beneduzzi chega à i4pro com o objetivo de fortalecer o relacionamento com os clientes, incrementar nossa presença no mercado segurador e fortalecer a cultura comercial da i4pro.

Bruno também terá papel fundamental na estratégia de produtização da i4pro, para impulsionar nosso posicionamento como um dos principais players do mercado de tecnologia para seguradoras.

Livro narra a trajetória e as bases do resseguro no Brasil

Uma obra completa sobre resseguro, escrita por um dos maiores especialistas no tema, o consultor Walter Polido. Dessa forma pode ser definido o livro “Contratos de Resseguro na Arbitragem”, da Juruá Editora, que retrata, entre diversas questões relevantes, a atuação do Corretor de Resseguro, inclusive trazendo à luz a responsabilidade civil dos referidos profissionais, no desempenho das atividades atinentes ao resseguro no cotidiano.

Polido aproveita sua longa experiência no mercado, onde atuou como diretor Técnico e Jurídico da Munich Re do Brasil, membro do Conselho Técnico do IRB-Brasil Re e fundador e ex-presidente do Grupo Nacional de Trabalho em Meio Ambiente da AIDA – Associação Internacional de Direito do Seguro, entre outras funções, para abordar o contrato de resseguro, de forma ampla e com especial destaque na prática produzida a partir dos contornos teóricos à luz dos princípios que regem o contrato-tipo e a atividade resseguradora, com foco nos procedimentos arbitrais. 

Frisa ainda que, apesar da internacionalidade ínsita no contrato de resseguro, cuja característica foi destacada na obra, não pode ser negado que a operação sofre algum grau de interferência nos mercados locais, em todos os países.  
Defende também que, por se tratar de contrato atípico, não protagoniza no Código Civil brasileiro e assim deve se manter, conforme o padrão encontrado em grande parte dos países. 

Nesse contexto, sublinha ainda que o marco regulatório, representado pela Lei Complementar 126/07, classificado pelo autor como “conciso e objetivo”, é suficiente para as operações de resseguro no país, não carecendo, de modo algum, de complementações, “salvo em relação à supressão da reserva de mercado para os resseguradores locais”. 

Para o autor, a ‘lex mercatoria’ (conjunto normativo), representada pelos usos e costumes que moldam o contrato de resseguro e seus procedimentos, mundialmente aceita, não é diferente no Brasil e se desconfiguraria caso fossem aplicadas excepcionalidades de cunho meramente nacional. 

Observa ainda que o mercado de seguros brasileiro permaneceu distanciado do resseguro internacional, aberto e livre, por aproximadamente setenta anos (1939-2007), período que deixou marcas até hoje percebidas. Sobre essa questão, a obra destaca as influências que marcaram o mercado de seguros brasileiro até hoje, também com repercussão nos procedimentos arbitrais. 

Em suma, o texto faz uma digressão temporal, de modo a explicar o tempo presente e, uma vez compreendido, pode evitar qualquer tipo de movimento com viés de retrocesso, certamente prejudicial ao Brasil.

AUTOR

Walter Polido é árbitro inscrito na Câmara de Mediação, Conciliação e Arbitragem CIESP/FIESP, no Centro Latinoamericano de Mediación y Arbitraje del Seguro y del Reaseguro – AIDA – ARIAS LatinoAmérica, Chile e na CAMES – Câmara de Mediação e Arbitragem Especializada.

Também atuou como árbitro em seguros e resseguros em diversas outras Câmaras, como “Brasil-Canadá”, “FGV-Rio” e Amcham.

Ele foi mentor e coordenador acadêmico dos Cursos de Extensão em Resseguro Avançado; de Fundamentos dos Seguros de Responsabilidade Civil, Riscos Profissionais e Riscos Ambientais; Riscos e Seguros Cibernéticos; Seguros de Financial Lines da Escola de Negócios e Seguros (São Paulo e demais Estados do Sul).

Grupo Zanon adquire a seguradora digital Flix

O Grupo Zanon, uma das maiores holdings de franquias do Brasil, com 10 marcas filiadas e mais de 3 mil unidades espalhadas pelo país, anunciou investimento na Flix – uma das três maiores seguradoras do sandbox regulatório da Susep (Superintendência de Seguros Privados), com o objetivo de reforçar sua vertical de seguros, que já conta com a rede de franquias Seguralta e oferecer uma experiência mais acessível e descomplicada aos consumidores brasileiros. 

Segundo Reinaldo Zanon, CEO do Grupo, o movimento é um marco importante na estratégia da companhia em expandir sua atuação no mercado segurador ao aliar tecnologia de ponta e experiência do consumidor com a capilaridade de novos canais da Flix, como fintechs, varejistas e parcerias como um todo.

Felipe Barranco, CEO da Flix, afirma que o investimento representa uma oportunidade única de expansão das nossas soluções de seguros, oferecendo comodidade e conveniência aos clientes, franqueados, corretores e parceiros. “Juntas, as empresas pretendem revolucionar o cenário do mercado de seguros no Brasil, unindo a experiência e a confiança da 8ª maior rede de franquias do país com a agilidade e a tecnologia de uma seguradora digital”.

O valor da operação não foi divulgado. A expectativa é passar dos R$ 700 milhões e alcançar R$ 2 bilhões em geração de negócios através de 5 mil franqueados em 2026. Com a negociação, a Flix estuda deixar o sandbox.

Qual a estratégia do grupo Zanon com a Flix?

Esse movimento é estratégico, pois complementa nosso ecossistema de forma bastante síncrona ao aliar tecnologia,customer experience, canais e produtos. Alinha a companhia não somente no que há de mais inovador no mercado em questão de tecnologia e experiência do consumidor – à medida que a Flix é uma das mais modernas companhias do mercado -, mas também habilitará a organização a expandir para novos canais como fintechs, varejistas, e parcerias como um todo. A Flix também viabilizará o atendimento a perfis de consumidores até então não atendidos pelo mercado segurador, que diariamente passam pelos nossos mais de 1.800 franqueados da Seguralta, porém não encontram um produto (cobertura vs preço) adequada ao seu perfil.

Qual a vantagem competitiva em ter uma seguradora digital dentro do grupo?

Não há uma vantagem apenas. São inúmeras, desde proporcionar uma jornada e experiência digital ao nosso franqueado e consumidores – da geração de leads até atendimento a sinistros; distribuição de seguros através de canais digitais como fintechs, varejistas online, e marketplaces, além da agilidade na compreensão das necessidades dos consumidores por meio de venda direta. Tudo isso com baixo custo operacional (asset light) à medida que se utiliza ativos de tecnologia para entregar rotinas ágeis e confiáveis.

Qual a expectativa e/ou potencial de crescimento do Grupo para os próximos cinco anos?

 Nosso planejamento estratégico prevê R$2 bilhões em geração de prêmios por meio de 5.000 franqueados até 2026.

VALOR: Sandbox da Susep terá terceira edição 

Fonte: Juliana Schincariol, do Valor

Duas notícias relevantes no Valor de hoje, com reportagem da Juliana Schincariol. O Sandbox terá uma terceira edição e a a holding de franquias Zanon adquiriu a Flix, seguradora digital participante do sanclbox. O grupo atua em seguros por meio da Seguralta, rede de corretores criada em 1968. A expectativa é alcançar R$ 2 bilhões em geração de negócios através de cinco mil franqueados em 2026. O valor da operação não foi divulgado. Agora, a saída da Flix do ambiente experimental está em estudo.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) planeja envolver no programa entidades fomentadoras de crédito, como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O objetivo é levantar recursos para os próprios participantes ou empresas que desenvolvem tecnologia para as insurtechs, conta o Valor.

“De várias empresas que não têm o capital mínimo para ingressar no mercado, algumas necessitam de financiamento para poder começar a oferecer produtos”, diz o superintendente Alessandro Octaviani. Na próxima rodada, o sandbox também deve conversar com outros temas de políticas públicas, como transformações ambientais. O programa é uma das prioridades da Susep, e o novo modelo deve ser definido até o fim de 2023.

Das dez seguradoras que entraram na primeira edição, em 2021, oito fazem parte do programa atualmente. A Pier converteu sua licença temporária em permanente e a Stone saiu do projeto. Na segunda turma, o projeto foi ampliado e, entre as 21 selecionadas, nove participam do sandbox e duas estão em análise final para aprovação. As outras desistiram, tiveram os pedidos negados ou os projetos foram arquivados. Segundo a Susep, desde o início do programa até o fim de 2022, as insurtechs emitiram R$ 73,8 milhões em prêmios e R$ 50,1 milhões em sinistros. O maior volume, até o momento, foi da Pier.

O resultado diferente das seguradoras iniciantes é “absolutamente natural”, lembra o superintendente. “Adoraríamos dizer que todas as empresas obtiveram imenso sucesso, mas não é assim que funciona um programa de fomento no mundo inteiro. Nós temos que temos que buscar a melhor forma de melhorar essa regularidade estatística”, diz Octaviani.

“O desafio agora para a Susep é fazer essas empresas crescerem”, afirma o conselheiro da Associação Brasileira de Insurtechs (ABI), Henrique Volpi, que também é um dos fundadores da Kakau, seguradora selecionada para a segunda edição do sandbox. “Talvez um caminho para programas futuros seja pensar em edições temáticas, de acordo com demandas do mercado”, sugere.

Desde que o ambiente experimental foi criado, o cenário econômico mudou, assim como o apetite dos fundos de private equity e venture capital, potenciais investidores das insurtechs, e seguradoras como a Clubflix planejam crescer de forma independente. “Ampliando nossas vendas, o próprio negócio se sustenta”, acredita Sérgio Prazeres, CEO da insurtech, escolhida na segunda edição. Atualmente, as propostas de investimento oferecem o mesmo valor por uma fatia duas vezes maior da empresa do que o pretendido anteriormente, afirma.

Isso não quer dizer que as conversas com fundos se encerraram. A Iza, que já levantou cerca de R$ 16 milhões, tem falado com alguns, diz o fundador Gabriel de Ségur. “O mundo do dinheiro fácil acabou. O mais importante é termos o apoio da Susep”, afirma. Além da parceria com os canais de distribuição com os quais já trabalha, planeja se aproximar de corretores, estratégia utilizada também por outras insurtechs como a Darwin, em busca de atrair novos entrantes, sem necessariamente concorrer diretamente com outras seguradoras já estabelecidas.

Um levantamento da ABI mostra que 80% dos segurados que contrataram seguros das participantes do sandbox nunca haviam tido acesso ao produto antes. “Talvez esse cliente não entraria no mercado e talvez o corretor não enxergasse essa comissão”, diz Firmino Freitas, sócio fundador da seguradora Darwin, que entrou na primeira edição do programa. O fundador da corretura de seguros Globus, Christian Wellisch, entende que a distribuição dos produtos ainda deve ser resolvida. Sem corretores, o custo de aquisição de clientes é muito alto. Mas, ao se voltarem para esses profissionais, algo pode estar dando errado no modelo inovador das insurtechs, aponta. O fato de serem monoprodutos, por determinação das regras do sandbox, afeta o seu desenvolvimento.

“Ao trazer mais empresas para o mercado, as pessoas hoje conseguem contratar seguros mais baratos. Esse programa está conseguindo dialogar com seu mercado consumidor e, para nós, isso é um sinal de que é bem-sucedido”, diz Octaviani, da Susep.

Chubb Seguros lucra US$ 3,69 bilhões no 1o. semestre de 2023

A Chubb divulgou um lucro líquido de US$ 1,79 bilhão aumento de 50,7%, e o lucro operacional foi recorde de US$ 2,04 bilhões, aumento de 13,9% no segundo trimestre de 2023. Nos seis meses do ano, o lucro líquido foi de US$ 3,69 bilhões, com crescimento de 17,2%, e o lucro operacional recorde foi de US$ 3,89 bilhões, com aumento de 12,9%.

Os prêmios retidos consolidados foram de US$ 11,95 bilhões, aumento de 16,1%, ou 16,8% em dólares constantes, com P&C (Property and Casualty) avançando 10,4% e Índice Combinado de 85,4%.

Os prêmios globais de P&C, excluindo cobertura de Agricultura, aumentaram 10,2%, ou 10,9% em dólares constantes, com linhas comerciais crescendo 11,1% e linhas de consumo aumentando 10,5%. As perdas por catástrofes antes e depois dos impostos foram, respectivament, de US$ 400 milhões e de US$ 319 milhões, em comparação com US$ 291 milhões e US$ 241 milhões do ano anterior.

Os prêmios retidos de seguros de vida aumentaram 126,1%, ou 127,6% em dólares constantes, chegando a US$ 1,27 bilhão. O lucro do segmento de seguros de vida foi de US$ 254 milhões, com um aumento de 140,3%.

Evan G. Greenberg, Presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “Tivemos mais um trimestre simplesmente excepcional – na verdade, um recorde, que contribuiu para um semestre recorde. Nosso desempenho financeiro incluiu crescimento de receitas de prêmios e lucros de dois dígitos, sustentado por resultados de subscrição de P&C fantásticos e um índice combinado de 85,4%, lucro líquido de investimentos também recorde e o dobro de lucros de seguros de vida. No trimestre, o lucro operacional e o lucro por ação aumentaram 13,9% e 16,6%, respectivamente, e nos primeiros seis meses, eles cresceram 12,9% e 15,8%. Nossos ganhos operacionais trimestrais ultrapassaram pela primeira vez os US$ 2 bilhões. Alcançamos um ROE operacional anualizado de 13,8%,.

“Nosso desempenho de subscrição foi impulsionado pelo forte crescimento das receitas de prêmios de P&C, excelentes margens de subscrição, com um índice combinado recorde de 83,3%, desenvolvimento favorável de reservas de períodos anteriores e um nível moderado de perdas por catástrofes. No lado dos investimentos, o lucro líquido de investimentos ajustado recorde aumentou US$ 290 milhões, ou 30,6%, em relação ao ano anterior. Nossa taxa de retorno de investimentos continuará a crescer à medida que reinvestimos o fluxo de caixa a taxas mais altas e compomos os rendimentos.”

“O crescimento total de prêmios retidos da empresa, de 16,8% em dólares constantes, foi equilibrado e abrangente, impulsionado por crescimento de dois dígitos em nossos negócios de P&C comerciais e de consumo na América do Norte e internacionalmente, e crescimento de 127,6% em nosso negócio de seguros de vida. A taxa de crescimento de P&C Global de 10,9%, em dólares constantes, foi a melhor que já vimos nos últimos sete trimestres. Os prêmios retidos de P&C globais na América do Norte cresceram 10,6%, com nossas linhas de consumo aumentando 10,8% e nossas linhas comerciais crescendo 10,5%, ou 14% excluindo linhas financeiras. Nas operações internacionais, os prêmios aumentaram 10,9% em dólares constantes, com crescimento expressivo de 17,4% na Ásia e 10,5% na Europa.

“O nível geral de aumentos de taxas no segmento de P&C comercial na América do Norte acelerou no trimestre para 8,7%, ou 12,6% excluindo linhas financeiras, impulsionado por aumentos tanto nas linhas de negócios de propriedade quanto de responsabilidade civil, de 22% e 8,9%, respectivamente. Os aumentos de preço, que levam em conta a exposição, foram ainda maiores.

“Temos um bom impulso para o segundo semestre. Olhando para frente, permanecemos confiantes em nossa capacidade de presevar o padrão de crescimento em receitas e lucros e, consequentemente, de impulsionar um crescimento de dois dígitos no lucro por ação.”

Planos de saúde somam 50,7 milhões de beneficiários no País, maior marca desde o início da série histórica

As aquisições de planos de saúde médico-hospitalares, terceiro maior desejo do brasileiro, de acordo com pesquisa Vox Populi, encomendada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), atingiram, em maio deste ano, o maior patamar – 50,7 milhões de beneficiários – desde quando começaram a ser mensuradas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em 2000. Antes disso, a maior marca havia sido registrada em dezembro de 2014 (50,5 milhões).

As informações, da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB) nº 83, desenvolvida pelo IESS, revelam que houve crescimento de 2,4% no número de contratos, quando comparado com maio de 2022, totalizando 1,2 milhão de novos vínculos no período.

De acordo com o estudo, a alta em adesões foi puxada, especialmente, por planos de tipo coletivo empresarial. Em um ano, houve acréscimo de 1,4 milhão de contratos na modalidade (alta de 4%) – eram 32,1 milhões em maio de 2022, e saltou para 35,5 milhões, no mesmo mês deste ano.

Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, a marca histórica de novas adesões se justifica por conta do peso dos planos coletivos empresariais, que estão diretamente interligados à oferta de empregos geradas no País. “Esse tipo de plano tem grande importância, pois representa 70% do total geral de beneficiários, uma tendência que tem sido constante nos últimos meses. Além de manter o segmento aquecido, temos mais pessoas contando com o benefício”, afirma.

Mercado de trabalho aquecido

Vale destacar que o plano coletivo empresarial tende a acompanhar o número de trabalhadores formais com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No período analisado, entre maio de 20221 e 2023, o estoque de empregos formais subiu de 41,5 para 43,3 milhões, respectivamente, um saldo de 1,7 milhão (crescimento e 4,3%).

Prudential Concerts anuncia Jota Quest como convidado especial da edição 2023


Fonte: Prudential

O Prudential Concerts está de volta e em sua sexta edição confirma a tradição de promover encontros de grandes nomes da música brasileira com orquestras sinfônicas. Em 2023, o projeto celebra os 25 anos da seguradora Prudential no Brasil e traz uma atração que também comemora bodas de prata de estrada, a banda Jota Quest. Com produção e criação da Novo Traço, o primeiro concerto será no dia 30 de agosto no Vibra São Paulo, na capital paulista.

Os fãs do quinteto mineiro formado por Rogério Flausino (vocalista), Marco Túlio (guitarrista), Márcio Buzelin (tecladista), Paulinho Fonseca (baterista) e PJ (baixista), que surgiu para o Brasil nos anos 90, podem esperar boas surpresas. “Ficamos lisonjeados com o convite para o Prudential Concerts 2023. É um evento muito importante e rico para a música brasileira. Ter a oportunidade de fazer o repertório desses 25 anos acompanhado por orquestras sinfônicas é um presente para o Jota Quest, neste ano de grandes celebrações. Esses concertos serão mais uma grande experiência artística e a banda, que sempre foi muito elétrica, muito dançante, muito festiva, vai surpreender ainda mais a todos”, vibra Rogério.

A fusão do pop mineiro com a música clássica será comandada pela batuta de dois grandes maestros brasileiros: Carlos Prazeres e Eder Paolozzi, que se revezarão nas apresentações. As orquestras vão ser formadas por músicos locais, somando um total de cerca de 200 artistas participantes ao longo de toda a temporada. Essa é uma prática desde a primeira edição do Prudential Concerts, uma forma de valorizar os músicos regionais de cada cidade visitada pelo projeto. 

“O Prudential Concerts é um projeto único e que nos dá muito orgulho, especialmente, neste ano emblemático para Prudential quando completa 25 anos de Brasil. É uma enorme satisfação celebrar a cultura brasileira promovendo encontros de grandes nomes da música popular com orquestras sinfônicas e poder dividir essa experiência especial com nossos clientes, colaboradores, franqueados e parceiros comerciais. Ter a banda Jota Quest conosco, também comemorando 25 anos de estrada, será inesquecível”, afirma Carlos Cortez, vice-presidente de Marketing, Produtos e Digital da Prudential do Brasil.

Concertos inéditos

Com apresentações únicas e arranjos exclusivos, o Prudential Concerts se consagra por abrir as portas da música clássica para um público diferenciado. Sucesso desde o primeiro concerto, teve ingressos esgotados em todas as suas edições. Em cinco anos de projeto, já foram realizados 23 espetáculos para um público de aproximadamente 25 mil pessoas. E por seus palcos já passaram artistas como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Maria Rita, Michel Teló, Marcos e Belutti e Diogo Nogueira entre outros, para um público de mais de 20 mil pessoas.

Depois de São Paulo, o Prudential Concerts 2023 tem concertos confirmados em mais cinco cidades: Brasília (04/09), Porto Alegre (14/09), Fortaleza (28/09), Rio de Janeiro (21/10), além de um grande show de encerramento, dia 14 de novembro em Belo Horizonte, terra natal do Jota Quest.

Oficinas musicais

Como nas edições anteriores, o Prudential Concerts 2023 conta, ainda, com a realização de oficinas musicais voltadas para crianças e adolescentes de instituições sem fins lucrativos e/ou escolas públicas ligadas à música e Aulas Magnas para alunos e professores de escolas públicas das cidades percorridas pelo projeto. A iniciativa, ministrada por Carlos Prazeres, já beneficiou mais de 500 jovens e acontece em todas as cidades que recebem o projeto. O objetivo é desenvolver e aperfeiçoar a técnica do instrumento de preferência de cada participante.