A AXA no Brasil foi aprovada na certificação Departamento Jurídico 4.0 edição 2023 e contemplada com o Selo Prata. Pioneira na adoção do legal design em suas apólices, a AXA tem investido cada vez mais em inovação jurídica e acompanhado de perto as tendências do mercado.
O selo é um reconhecimento à área jurídica da empresa, que atende mais de 80% dos requisitos propostos pela Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L). Entre os pré-requisitos de inovação jurídica estão: utilização de software para gestão de ações processuais e/ou contratos e/ou possuir ferramentas de automação; utilização de ferramentas de automação de fluxos para melhorias de performance; participar e/ou promover eventos destinados à inovação no mercado jurídico; e possuir parceria com lawtech.
O objetivo da associação é promover práticas mais inovadoras para o Direito e para a Justiça, incentivando departamentos jurídicos que exercem e implementam práticas diferenciadas voltadas para os pilares de inovação jurídica, gestão de pessoas, eficiência jurídica e parceria de negócios.
Para a AXA, tal reconhecimento comprova que o Departamento Jurídico da companhia adota estratégias inovadoras visando sempre tornar a jornada do cliente mais simples. “Esse prêmio representa mais do que uma inovação e maior simplicidade de processos, retrata o compromisso da AXA na qualidade de serviços em favor de nossos clientes e o impacto na sociedade, tornando os contratos mais acessíveis, seguindo nossa estratégia de ESG”, conta Alexandre Campos, vice-presidente de RH, Jurídico, Compliance e Responsabilidade Social.
No evento de premiação, em 1 de agosto, esteve presente o Superintendente Jurídico, Felipe Faraj, e sua equipe. “Na AXA, todas as nossas ações são voltadas para os nossos clientes. Tenho muito orgulho de ter contribuído com as iniciativas que levaram a companhia a receber este reconhecimento”, contou Felipe.
Alinhada às principais tendências de comunicação, a HDI Seguros, uma das principais seguradoras do país, está lançando o HDI Cast, podcast e videocast com conteúdos voltados aos corretores de seguros. O objetivo é difundir conhecimento, debater sobre o dia a dia do mercado segurador, anunciar novidades, compartilhar cases e ações inspiradoras que possam agregar ao profissional.
“Esse projeto foi desenhado com muita dedicação, pensando em levar aos corretores conteúdos relevantes, de forma descontraída. Também estamos planejando iniciativas que possam estimular a participação dos profissionais, com insights sobre temas para conversas, quadro para esclarecimento de dúvidas e muito mais. Acredito que, a cada episódio, vamos incrementar os conteúdos e nos aproximarmos ainda mais dos nossos corretores”, comenta Cintia Kim, superintendente de Marketing da HDI Seguros.O HDI Cast será apresentado por Paulo Ricardo Cesário Costa, vice-presidente Comercial da HDI Seguros, e, a cada episódio, terá um convidado especial para tratar de temas do universo do seguro e outros, como educação financeira, marketing e comunicação e negócios.
Cada episódio do HDI Cast terá duração aproximada de 30 minutos e corretor de seguros poderá ouvir o programa no Spotify ou assistir a ele no canal da seguradora no YouTube.
Ouvir o cliente para entender o que ele sabe sobre seguros de vida, o que espera de um seguro e quais são suas necessidades foi o objetivo da Prudential do Brasil ao contratar a FGV para realizar uma pesquisa sobre o tema.
O resultado venho em linha com a estratégia da a companhia, que comemora 25 anos no Brasil: é preciso investir na educação financeira e em produtos que atendem os ciclos de vida de diferentes gerações. “A Prudential tem um olhar diferenciado, atento a este consumidor que permeia todas as classes sociais dentro da nossa pirâmide brasileira e de qualquer idade, desde a geração baby boomer à alpha”, destaca Patrícia Freitas, CEO da seguradora especializada em vida.
Segundo a pesquisa, que contou com 1,8 mil pessoas, realizada no segundo semestre de 2022, mais de 176 milhões de brasileiros não estão cobertos por qualquer tipo de sinistro. Nesse universo, 37 milhões são de classes com mais renda, como A, B e C.
Quase 60% dos entrevistados “sem seguro” afirmaram estar intranquilos com essa situação. No entanto, afirmam que o fator renda é a maior barreira para a contratação de uma apólice. “O mercado precisa entender o consumidor que busca cocriação, inovação, agilidade nos pagamentos, transparência e experiências personalizadas, num mundo phygital”, disse.
Entre os três primeiros produtos para contratar um seguro de vida, os segurados citam que gostariam de ter maior proteção em vida, que a cobertura incluísse proteção ao patrimônio familiar e que o valor possa ajudar no planejamento sucessório.
Em sua avaliação, Patrícia acredita que a pandemia trouxe maior consciência sobre a finitude e, consequentemente, novos hábitos foram adquiridos. “A busca por proteção em vida e a preocupação com a segurança financeira familiar são alguns exemplos. Um outro público passa a ser atendido, o de crianças e adolescentes. Na Prudential, já ofertamos seguro para doenças graves infantis”, contou.
Abaixo, segue o release da companhia com mais detalhes:
Uma pesquisa inédita encomendada pela Prudential do Brasil à Fundação Getúlio Vargas sobre seguro de vida mostrou que quem possui a proteção apresenta alto índice de tranquilidade e segurança ao contrário do que acontece com quem não tem uma cobertura de vida. Denominado “Impacto Socioeconômico do Seguro de Vida na sociedade brasileira”, o estudo fez um retrato sobre o papel da proteção financeira na economia. O estudo concluiu ainda que a proteção financeira ainda tem um enorme espaço para crescer no país entre as classes A, B e C+. Questões como desconhecimento e planejamento de renda ainda são entraves.
O estudo revelou ainda que quando o assunto é tranquilidade e segurança, a Prudential está posicionada acima da média do mercado. Os não segurados demonstram preocupação em relação a planejamento financeiro pessoal, profissional e de familiares e dependentes. Alívio, conforto e proteção foram alguns sentimentos apontados pelos clientes quando precisaram usar o seguro. Neste quesito, a Prudential ficou cerca de 20 pontos percentuais à frente da concorrência. Coberturas para doenças graves e despesas médicas também aparecem com grande procura entre os segurados.
Mais de 1.800 participantes foram ouvidos (segurados e não segurados) ao longo do segundo semestre de 2022. A falta de tranquilidade foi o sentimento apontado por 59% dos entrevistados que não possuem seguro de vida. Entre as principais causas mencionadas para a não contratação da proteção estão: motivos financeiros (35%), desconfiança (28%), não perceber necessidade (24%) e desconhecimento dos produtos (11%).
Os dados levantados pelo estudo corroboram o atual cenário mundial do seguro de vida. Atualmente, o mercado segurador como um todo representa menos de 4% do PIB brasileiro, assim como na China e na Índia (Fonte: Swiss RE). Além disso, nas classes A, B e C +, público com alto potencial de contratar um seguro de vida, cerca de 37 milhões de pessoas acima dos 18 anos estão sem proteção (Fonte: IBGE). Isso equivale à população do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, ou mesmo toda a nação da Polônia.
A FGV ouviu também as corretoras franqueadas da Prudential no intuito de entender o impacto no empreendedorismo. Destaque para o reconhecimento, retorno financeiro, planejamento e relacionamento como atributos para quem adquire uma franquia da Prudential. Em pesquisa qualitativa, os empresários afirmaram que se sentem seguros e realizados com a franquia, e salientaram a rápida evolução patrimonial assim como o faturamento elevado como grandes vantagens competitivas. O trabalho com propósito também foi lembrado pelos franqueados como um forte diferencial.
Para o vice-presidente de Marketing e Digital da Prudential do Brasil, Carlos Cortez, a parceria com uma instituição renomada como a FGV traz muita credibilidade e abre oportunidades para todo mercado. “O estudo gera uma reflexão quando se pensa na proteção ainda em vida, especialmente, pós-pandemia. Interessante constatar que mesmo os não segurados entendem a importância de estar protegido. Seguro de vida não é apenas para quem tem mais renda ou progride na carreira. É uma grande satisfação ver que a marca Prudential agrega valor ao produto e contribui para a disseminação da cultura de proteção financeira no país”, declara Cortez.
A pesquisa contemplou os seguintes pilares: caracterização comportamental que engloba pesquisas quantitativas e qualitativas (entrevistas), além de análises macroeconômica e microeconômica. O trabalho foi realizado considerando os dados do primeiro semestre de 2022.
A partir de 1º de agosto, Hamilton Police de Souza assume como Gerente Regional MG Interior da Zurich. O executivo irá reportar-se diretamente a Rogerio Gebin, Diretor Regional MG/CO, e será responsável pelas filiais de Uberlândia, Divinópolis, Ipatinga, Poços de Caldas e Juiz de Fora.
Graduado em Administração de Empresas com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas e Liderança, Hamilton possui mais de 20 anos de experiência no mercado, com reconhecida atuação na área comercial em bancos e seguradoras.
“Com todo conhecimento e experiência no mercado segurador, além de domínio sobre a região, Hamilton chega para dar continuidade à nossa estratégia de expansão e contribuir no relacionamento da Zurich com os parceiros do interior de Minas Gerais, aprimorando a jornada dos nossos corretores e clientes”, comemora Gebin.
Alinhado ao seu propósito de valorizar e fortalecer o relacionamento com corretores, a Porto está promovendo ao longo do ano, sete edições do evento “A Porto tá por perto” que passa pelo Sul, Sudeste e Nordeste do país. No dia 03 de agosto, aproximadamente 200 corretores de Minas Gerais terão acesso a palestras de executivos da empresa, trocas de experiências, painéis de negócios, entre outras novidades.
O projeto se iniciou ano passado na região sul e foi um sucesso. O intuito do evento é aproximar os corretores dos executivos da empresa e trazer uma visão estratégica aos profissionais sobre como a marca está atuando em suas verticais de negócio ao longo do ano.
Para Eva Miguel, Diretora Executiva de Produção Brasil da Porto, é gratificante ter a oportunidade de estar com corretores de diversas partes do país. “Os corretores são grandes aliados nossos e estar perto desses profissionais é muito enriquecedor em diversos sentidos. Estamos ansiosos para passar o dia e estreitar o relacionamento com nossos parceiros. Contaremos também com gamificação e brindes para tornar a experiência mais dinâmica e memorável ainda!”.
No primeiro semestre de 2023, o aplicativo Bradesco Seguros atingiu a marca expressiva de mais de 1 milhão de usuários únicos (aqueles que iniciaram uma nova sessão ao menos uma vez durante o período) que utilizam mensalmente o App e mais de 6 milhões de solicitações realizadas através do app em um único mês, em junho de 2023.
Com mais de 40 serviços disponíveis referente à soluções como Saúde, Dental, Auto, Residencial, Vida, Seguro Viagem, Capitalização e, em breve, Previdência, o app da Bradesco Seguros oferece aos clientes, num único lugar, facilidades como 2ª via de apólice e boleto, coberturas, assistências, carteirinha do plano de saúde e dental, busca de médicos, e reembolsos. Entre as últimas novidades, agora é possível realizar a aquisição do produto Dental dentro do próprio aplicativo, uma solução integrada ao e-commerce Bradesco Seguros. Além disso, também foi lançado recentemente o serviço ‘Minhas Proteções’, uma wallet de seguros que permite ao usuário visualizar todos os seguros e produtos contratados e suas proteções em cada uma das categorias: Bem-estar, Patrimônio e Futuro. O cliente pode obter mais informações a respeito das soluções que ainda não possui e realizar a contratação de forma digital para aumentar seu grau de proteção.
Giuliano Generali, Superintendente Executivo de Canais Digitais e Experiência do Cliente do Grupo Bradesco Seguros, ressalta a missão da centralidade do cliente, sempre focando em soluções que ajudem os segurados em todas as etapas da jornada. “Esses números são resultado dos constantes investimentos realizados pelo Grupo em tecnologia e inovação e considerando a visão dos nossos clientes por meio de entrevistas e testes de usabilidade, fortalecendo nosso compromisso em colocar o cliente no centro de tudo que estamos fazendo. A digitalização é uma grande aliada do setor, capaz de agregar valor à experiência dos nossos clientes, à dinâmica das vendas e à oferta de soluções de uma forma cada vez mais personalizada e assertiva”.
A MAG Seguros, comandada por Helder Molina, subiu uma posição entre o ano passado e este e atingiu o topo do ranking das companhias mais inovadoras do setor de seguros e planos de saúde, segundo o anuário Valor Inovação Brasil 2023. Unimed-BH, Icatu Seguros, Bradesco Seguros e Hapvida NotreDame Intermédica são os destaques do setor no anuário Valor Inovação Brasil 2023.
O principal foco da companhia em sido avançar na melhoria dos processos por meio de recursos tecnológicos, e aprimorar, de forma mais humanizada, a atenção às dificuldades dos usuários
MAG Seguros – O diretor-executivo de tecnologia da informação (TI) da MAG Seguros, Luis Henrique Fontes de Oliveira explica que o principal foco da companhia nos últimos 12 meses foi a busca por avançar na melhoria dos processos por meio de recursos tecnológicos, como inteligência artificial; e aprimorar, de forma mais humanizada, a atenção às dificuldades dos usuários.
“Exigimos da área de tecnologia maior velocidade e precisão das operações internas, mas sem descuidar da experiência personalizada de cada cliente”, diz.
Nesse sentido, Oliveira destaca a iniciativa MAG Phygital, com uso de tecnologia machine learning (capacidade do computador em identificar padrões) e atendimento humanizado nos negócios, beneficiando clientes e colaboradores, com impacto em todo o setor. O conceito aplicado torna o processo de compra de seguros mais atrativo e adaptado às preferências das pessoas.
O MAG Phygital resultou no aumento de R$ 500 mil na receita da empresa e na geração de mais de 42 mil leads (clientes), distribuídos para a equipe de vendas, entre setembro de 2022 e junho de 2023. Além disso, a taxa de conversão, via WhatsApp, manteve-se acima de 18% e o tempo médio de atendimento ao lead ficou em 16 minutos, explica o diretor-executivo de TI da seguradora.
Icatu Seguros – Terceira colocada no ranking setorial, a Icatu Seguros investiu, nos últimos cinco anos, mais de R$ 1 bilhão em iniciativas de tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital. Desse montante, R$ 360 milhões foram utilizados em 2022. Neste ano, o investimento será de mais de R$ 400 milhões na área, explica o superintendente de ransformação digital da Icatu, Luciano Antoniolo.
Hoje, a compra do seguro Vida Digital é 100% on-line, sendo efetivada em minutos, com grande volume de transações por dia, diz Antoniolo. “Temos bancos como clientes, usando a tecnologia da Icatu Seguros para a venda dos seguros de vida. São milhões de pessoas”, completa.
Bradesco Seguros – Para a Bradesco Seguros, a essência das soluções e inovação realizadas nos últimos 12 meses pode ser resumida no “clientecentrismo”, ou seja, o cliente no foco dos produtos e serviços digitais, como explica o diretor de inovação, CRM e digital do Grupo Bradesco Seguros, Fábio Dragone.
A esse enfoque soma-se a preocupação em buscar soluções para o e empoderamento do corretor, que também é o usuário de tecnologias e ferramentas. Em 2022, a seguradora investiu mais de R$ 1 bilhão em tecnologia e inovação, o dobro do montante de 2021. Segundo Dragone, o objetivo é ampliar os investimentos na área em 2023 e 2024, com foco no desenvolvimento interno e em parcerias.
“Faz parte das prioridades a aplicação de IA e tecnologias que facilitem o processo de aquisição e utilização dos produtos, personalização dos serviços e soluções, além da transformação digital da nossa força de vendas”, afirma o diretor de inovação.
Segundo Dragone, o aplicativo da Bradesco Seguros foi desenvolvido em uma nova plataforma mobile, a partir de entrevistas e testes de usabilidade com clientes. No app, é possível acessar 40 serviços. “Em junho, o app atingiu a marca de mais de um milhão de usuários únicos e mais de seis milhões de solicitações realizadas”, diz.
Liberty Seguros
A Liberty Seguros Liberty subiu 38 posições em relação ao ano passado, passando a ocupar a 130ª colocação geral. No ranking das seguradoras, a companhia conquistou o 6º lugar. “Trabalhamos incansavelmente para oferecer as soluções mais inovadoras possíveis para todos os nossos públicos, alavancando o digital onde ele mais pode agregar valor. Por isso, é muito gratificante estar entre as empresas que mais inovam no Brasil em 2023. É um reconhecimento do nosso forte investimento para seguirmos oferecendo soluções que facilitem a vida das pessoas”, comenta Daniela Bouissou, diretora de Transformação da Liberty Seguros. “A inovação está no nosso DNA e continuará sendo um dos nossos pilares, pois é por meio dela que conseguimos oferecer experiências diferenciadas aos nossos clientes e corretores parceiros”, completa.
Leia o texto na íntegra no Valor Inovação, produzido pela jornalista Adriana Aguilar.
Com expressivos avanços em inovação e tecnologia, a Icatu subiu duas posições e está no top 3 das empresas mais inovadoras na categoria de Seguros e Planos de Saúde, segundo o Ranking Valor Inovação Brasil 2023. O ranking, publicado nesta quarta-feira (02) pelo jornal Valor Econômico, avaliou as práticas de inovação das empresas que atuam no Brasil em diferentes atividades econômicas.
A evolução no ranking se deve a iniciativas diversas e em linha com a estratégia da Icatu de facilitar e simplificar cada vez mais as jornadas de seus clientes, parceiros e corretores. Entre os avanços estão a otimização dos processos de aceitação de riscos da seguradora com o uso de inteligência artificial e machine learning e a reestruturação da jornada de implantação de novas apólices do seguro coletivo – entre outras iniciativas.
“A Icatu sempre teve a inovação em seu DNA. É muito gratificante materializar todos esses avanços e sermos reconhecidos por isso. No último ano, ficamos honrados ao estrear no top 5 do ranking e, apenas um ano depois, já estamos no top 3. Essa conquista reforça que estamos no caminho certo e é resultado de uma visão de inovação 360º que vai muito além da tecnologia. Inovar, para nós, é investir cada vez mais em pessoas e conexões e sermos cada vez mais ágeis, dinâmicos, flexíveis e preparados para lidar com as transformações do mercado e da sociedade”, afirma Alexandre Vilardi, vice-presidente corporativo da companhia.
Hoje, o ecossistema de inovação da Icatu vai muito além dos cerca de 400 profissionais dedicados à tecnologia. A companhia vem investindo em uma governança que forma agentes de inovação em toda a empresa e em diversas áreas, a fim de criar uma cultura de inovação que é transversal à toda organização.
“Temos uma estrutura de inovação própria, com o objetivo de aprimorar nosso portfólio e, principalmente, desenvolver capacidades de inovação em toda a organização. Através dessa visão, estamos conseguindo adaptar as melhores práticas disponíveis no mercado às nossas necessidades específicas, garantindo que nossos projetos de inovação estejam alinhados com nossos objetivos de negócio”, explica o executivo.
Investimento em Inovação e Tecnologia – Com mais de R$ 1 bilhão investidos em tecnologia e inovação nos últimos cinco anos, a Icatu está reforçando a sua estratégia em 2023. Para este ano, a companhia prevê aportar mais de R$ 400 milhões em iniciativas de tecnologia, transformação digital, inovação e experiência digital.
Sobre o ranking: A pesquisa realizada para o ranking ouviu 253 empresas, de 25 setores da economia. Ao todo, foram analisados mais de mil cases de inovação, que respondem por mais de R$60 bilhões de investimentos. O ranking aponta, anualmente, as empresas mais inovadoras em diferentes setores e apresenta o ranking das 150 com as melhores práticas de inovação no país.
O Senado aprovou nesta terça-feira (1°) um projeto de lei que permite a participantes de planos de previdência complementar aberta o uso dos valores depositados como garantia para empréstimos bancários. O PL 2.250/2023, do Executivo, foi relatado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) e segue para a sanção presidencial.
De acordo com o texto, a regra também valerá para quem tem seguro de pessoas e títulos de capitalização e para cotistas de Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi). A intenção, segundo o governo, é melhorar as condições dos empréstimos, com a redução dos juros e a ampliação de crédito ou prazo, no caso de pessoas que não possuam um imóvel ou outra forma para dar como garantia.
Ainda segundo o governo, o projeto pretende evitar que os titulares de produtos financeiros alcançados pela norma tenham que sacar os recursos em condições desfavoráveis. No relatório, favorável à aprovação do texto sem mudanças, Rogério Carvalho lembrou que, em muitos casos, os resgates antecipados podem ser extremamente onerosos, em função da incidência de Imposto de Renda.
Durante a votação em Plenário, o senador Chico Rodrigues (PSB-RR) se manifestou favoravelmente à aprovação. Para ele, o projeto é positivo porque permite a cidadãos o acesso a crédito.
— Nós entendemos que um dos objetivos do governo é exatamente fazer com que os cotistas do Fapi possam ter acesso a essas garantias em empréstimos bancários. A burocracia é muito grande e o cidadão que já contribui de todas as formas para o poder público brasileiro terá neste importante instrumento uma forma de ter as garantias bancárias asseguradas — disse o senador.
Outras regras
Enquanto os valores estiverem em garantia, o tomador do empréstimo não poderá resgatar o dinheiro destinado à previdência até a quitação da dívida ou substituição dessa garantia por outra, em comum acordo com as instituições. Já a portabilidade, que ocorre quando o consumidor decide mudar de entidade administradora dos planos de previdência, dependerá da anuência da instituição que conceder o crédito.
O prazo de quitação da dívida contraída também não poderá ser maior que o prazo previsto para começar a receber os valores como aposentado. No caso da cobertura de risco (morte, por exemplo), o prazo final será o período de vigência. O mecanismo poderá ser usado apenas em empréstimos concedidos por instituições financeiras, que poderão ser vinculadas ou não à entidade operadora do plano de previdência, do seguro, título de capitalização ou instituição administradora de Fapi.
De acordo com uma nova análise do Boston Consulting Group (BCG), depois de atingir um pico de US$ 4,9 bilhões em investimentos no segundo trimestre de 2021, o financiamento do mercado das insurtechs, empresas de tecnologia que atuam no mercado de seguros, começou a cair e, no quarto trimestre de 2022, atingiu o nível mais baixo dos últimos 20 trimestres, com apenas US$ 800 milhões investidos. Isso marcou uma queda de 64% em relação ao trimestre anterior e de 78% em relação ao quarto trimestre de 2021. Apesar disso, a região da América Latina registrou um aumento anual de 18% no financiamento recebido, entre 2018 e 2022.
“A combinação de alta inflação, aumento das taxas de juros, fraco crescimento econômico e tensões geopolíticas fez com que os investidores fossem mais cautelosos. Agora, as empresas precisam comprovar sua eficiência e sustentabilidade, além de terem um desempenho sólido nas operações e nas questões financeiras”, afirma Rodrigo Maranhão, diretor executivo e sócio do BCG.
Apesar do declínio global, a primeira grande queda em cinco anos, empresas latino-americanas têm vivenciado outro cenário, acumulando US$ 219 milhões em investimentos em 2022. Segundo o BCG, a maior parte do capital aplicado está indo para empresas sediadas no Brasil, México e Chile. “Historicamente, os Estados Unidos são o país que mais impulsiona os financiamentos das Américas, mas o ecossistema latino-americano tem ganhado força. Esse crescimento mostra o potencial da região mesmo em condições desafiadoras de mercado. Isso tem atraído olhares de investidores, que começam a confiar mais nas empresas desses países para direcionarem capital”, diz Maranhão.
Algumas empresas brasileiras testemunharam o avanço do mercado latino-americano, como por exemplo a Justos, startup de seguros automotivos, que recebeu um aporte de RS 32,5 milhões no início do ano – o terceiro em sua história; e a Latú, focada em fornecer coberturas de seguros para empresas da América Latina, que fechou sua primeira rodada de investimentos no valor de R$ 35 milhões, a maior já registrada na região.
Ainda que positivo nessas regiões, o relatório do BCG mostra um ano desafiador para as insurtechs de forma geral. Elas receberam 50% a menos em investimentos em 2022, em comparação com o ano anterior. Todas as linhas de produto foram afetadas e itens como seguros de saúde, vida e de propriedade registraram as maiores quedas ano a ano, 65%, 49% e 48%, respectivamente. Empresas de diferentes modelos operacionais também sentiram a queda: MGAs e seguradoras digitais registraram maior declínio, com 67% e 57% a menos de investimento, respectivamente.
Analisando o cenário atual, Rodrigo Maranhão avalia que a desaceleração levanta questões sobre a direção que o mercado está tomando. “É provável que os investimentos de 2023 continuem em linha com os do ano passado, e podemos ver um aumento nas atividades de fusões e aquisições, já que algumas empresas vão optar pela venda do negócio ao invés de fechar as portas”, afirma o executivo. “É importante que essas empresas adotem uma mentalidade focada na geração de caixa e lucratividade nesse momento, mas também que fiquem atentas a oportunidades de M&A. A próxima fase de crescimento do setor chegará, mas a resiliência dos negócios deve ser prioridade agora”, finaliza Maranhão.
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