Seguradora AXA leva cooperativa Cresol ao Insurance 4 ALL Day 

A AXA no Brasil convidou a cooperativa parceira Cresol para participar do Insurance 4 ALL Day, seminário internacional dedicado ao debate sobre seguros inclusivos e sua contribuição para a construção da resiliência e da saúde financeira de populações de menor renda. O encontro foi promovido pela AXA EssentiALL, unidade de negócios de seguros inclusivos do Grupo AXA, em parceria com o CGap do Banco Mundial, organização global focada em inclusão e saúde financeira.

A Cresol, instituição financeira cooperativa que oferece soluções para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais, participou do painel “Desenvolvendo soluções de seguros para todos”, representada por Jaap van Doorn, gerente de Relações Internacionais da cooperativa. Jaap dividiu o debate com José Miguel Moreno, diretor de Estratégia, Sustentabilidade e Marca dos Correios, em conversa mediada por Laura Elena Rosado, chefe de Estratégia, Gestão de Desempenho e Medição de Impacto da AXA EssentiALL.

O evento reuniu especialistas, empresas e instituições financeiras para discutir o papel do seguro inclusivo na ampliação do acesso à proteção e no fortalecimento da resiliência financeira de populações historicamente desassistidas.

“A AXA já trabalha com seguros inclusivos ao redor do mundo há cerca de dez anos. No Brasil, esse é um dos pilares estratégicos para o crescimento da companhia. Ter a Cresol presente no evento, trazendo a visão do cooperativismo de crédito — um importante aliado para ampliar o acesso ao seguro e alcançar públicos tradicionalmente distantes desse mercado — reforça nossa convicção sobre a importância desse canal”, afirma Matheus Fontanelli, diretor Comercial de Cooperativas da AXA no Brasil.

“Ficamos muito honrados com convite da AXA para a Cresol estar presente nesse evento. Quando existe esse olhar social, ele se conecta diretamente com a nossa essência. Compartilhar iniciativas voltadas à inclusão financeira por meio de soluções em seguros reforça o alinhamento entre cooperativismo, proximidade com o cliente e desenvolvimento social”, afirma Adriano Michelon, executivo da Cresol.

Valor: STJ julga disputa bilionária sobre cobertura de seguro habitacional 

Fonte: Valor

A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve começar a julgar, hoje, se os danos decorrentes de vícios construtivos (defeitos) em imóveis financiados no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e vinculados ao Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) estão cobertos pela apólice pública do sistema – uma espécie de seguro. O impacto pode chegar a R$ 31 bilhões, segundo estimativa do Tesouro que consta em documento a que o Valor teve acesso.

Como o assunto será julgado em recurso repetitivo, a decisão servirá de orientação para as instâncias inferiores do Judiciário do país. Por isso, representantes da Advocacia-Geral da União (AGU), Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do FCVS foram até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), nas últimas semanas, para despachar com ministros da Corte sobre o caso (Tema 1301).

O assunto não é estranho no STJ. Existe um outro processo que lá tramita sobre o direito à indenização do FCVS por problemas nas construções. O Tema 1039 até já começou a ser julgado, mas o ponto central nele é processual. O julgamento definirá o momento em que deve começar a contagem do prazo de prescrição dos pedidos de indenização – se durante o contrato ou a partir da identificação do dano, mesmo que depois de encerrado o financiamento.

O seguro habitacional, que é chamado de apólice pública nos processos, foi criado nos anos 60. Desde então, tinha o objetivo de proteger o patrimônio do SFH e era de contratação obrigatória. As coberturas eram restritas à quitação do saldo devedor em casos de morte e invalidez permanente, prejuízos decorrentes de danos materiais nos imóveis e prejuízos causados a terceiros por responsabilidade civil do construtor, de acordo com nota técnica da Secretaria do Tesouro.

Portanto, não havia cobertura decorrente de vício construtivo. Isso surgiu apenas no ano de 1975, a partir de uma circular do Banco Nacional da Habitação (BNH), extinto em 1986. A União alega, porém, que havia a exigência de que fosse atestado, por instrumento judicial, a causa do sinistro e ação de ressarcimento contra o construtor. Em 1995, a partir de uma circular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), esse instrumento passou a ser o Laudo de Vistoria Especial.

Para a União, se não for identificado o responsável técnico pelo laudo não deve haver cobertura. O governo argumenta ainda que a apólice pública foi extinta no ano de 2009 e, com base na resolução em vigor, o vício construtivo não é mais indenizável. Na prática, a responsabilidade seria do empreiteiro, por cinco anos após a obra, conforme o Código Civil.

No caso pendente de julgamento, a União alega também que o objetivo do seguro habitacional era o pagamento das parcelas de dívida do segurado ou a reposição do imóvel financiado na ocorrência de sinistro coberto, sem previsão ampla de cobertura por vício construtivo.

Um dos casos mais emblemáticos de vícios construtivos é o dos “edifícios caixão”, construídos entre as décadas de 1970 e 1980, em cidades da grande Recife. Logo depois da inauguração os prédios começaram a apresentar problemas por causa da técnica usada na construção e de peculiaridades do solo da região.

Para este caso, foi adotada uma solução consensual após anos de disputa judicial. A União tem explicado aos ministros que o acordo envolveu a AGU, o Ministério da Fazenda, a Caixa Econômica Federal, o Estado de Pernambuco e a Confederação Nacional das Seguradoras e que o alargamento da cobertura, se necessário, deve ser tratado como medida excepcional e delimitada pelos recursos existentes.

A União alega que a interpretação extensiva da cobertura securitária representaria impacto direto sobre os cofres públicos federais. Apesar da estimativa do Tesouro ser de R$ 31 bilhões, o total provisionado em 31 de dezembro de 2024 era de R$ 17,8 bilhões. Há ao menos 71 mil ações judiciais ativas sobre o tema.

As apólices públicas do SFH são vinculadas ao FCVS. Esse fundo é administrado pela Caixa e em última instância pela União. Nesse tipo de apólice, conforme explicou o advogado Henrique Arake, sócio do Arake, Tomazette, Borges & Glicério Advogados, as seguradoras privadas apenas administram o sinistro, pagam e são reembolsadas pelo fundo. “Se o STJ decidir que os vícios de construção estão cobertos, a conta, em última instância, é pública. Ao contrário do que ocorre, por exemplo, no caso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que é mantido pelos bancos”, diz.

Arake acredita que o STJ deve reconhecer a cobertura pela via do meio-termo, não do risco integral. “A cláusula de exclusão de cobertura tem que ser interpretada restritivamente, porque o que dá sentido ao seguro é a garantia do interesse do segurado, e não a literalidade da apólice”, afirma. O advogado ainda considera que vícios estruturais de construção, que produzem situações anormais sobre a edificação, estão cobertos, até porque se trata de um seguro obrigatório.

“O que se pode legitimamente excluir é apenas o que decorre de ato do próprio segurado ou do desgaste natural do imóvel”, afirma Arake. Para ele, isso não significa que a seguradora vai garantir eternamente a qualidade da obra, deve haver o limite prescricional e também a possibilidade de regresso contra a construtora.

Procurada pelo Valor, a PGFN informou que o tema é acompanhado pela AGU. Em nota, a AGU diferenciou o tema do repetitivo que já começou a ser julgado (Tema 1039). O órgão enfatizou que o Tema 1301 analisa se os danos decorrentes de vícios construtivos em imóveis financiados no âmbito do SFH e vinculados ao FCVS estão cobertos pela apólice pública do SFH. Procurada, a Caixa não comentou o caso.

Jornada Valor de Jornalismo em Seguros abre inscrições

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Estão abertas até 17 de julho as inscrições para a Jornada Valor de Jornalismo em Seguros, programa gratuito voltado a jornalistas e produtores de conteúdo interessados em aprofundar sua compreensão sobre um dos setores mais relevantes da economia brasileira. A iniciativa é uma parceria entre Editora Globo e CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), segundo informa o Valor.

Serão selecionados 25 participantes de diferentes regiões do país para uma imersão presencial entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro, na sede da Editora Globo, em São Paulo. A Jornada tem o patrocínio de Bradesco Seguros, MetLife, Seguros Unimed, Tokio Marine e Zurich.

O programa integra a série de treinamentos Jornadas Valor, que já teve edições dedicadas a temas como saúde, agronegócio e inteligência artificial. Ao longo de cinco dias, os participantes terão contato com especialistas, executivos, reguladores e jornalistas para compreender como o mercado de seguros ajuda a interpretar transformações econômicas, sociais e tecnológicas em curso. A proposta segue a lógica das demais Jornadas Valor, voltadas à formação de jovens talentos editoriais e à ampliação da diversidade no jornalismo especializado.

A programação começa com uma visão geral do mercado, sua estrutura, regulação e funcionamento. Em seguida, avança para temas ligados à análise de dados, indicadores, balanços e cobertura especializada. O terceiro dia é dedicado aos grandes riscos que desafiam o setor, incluindo mudanças climáticas, eventos extremos, geopolítica e os impactos do chamado Custo Brasil.

A agenda também aborda o avanço da tecnologia sobre os seguros, com discussões sobre inteligência artificial, automação, precificação algorítmica, combate a fraudes e novos modelos de negócio. No encerramento, os participantes discutem longevidade, a importância da previdência complementar, planejamento patrimonial, resseguros e tendências que devem moldar o futuro da proteção e da educação financeira.

Além das aulas, a jornada inclui encontros com executivos e especialistas dos patrocinadores, estudos de caso, oficinas práticas e atividades de networking. O objetivo é ampliar o repertório dos participantes e contribuir para uma cobertura mais qualificada de temas que afetam empresas, governos e consumidores.

A seleção dará prioridade à diversidade regional e à pluralidade de trajetórias profissionais. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até 17 de julho no site do programa.

Como se inscrever

Inscrições: 9 de junho a 17 de julho

Realização: 31 de agosto a 4 de setembro de 2026

Local: Sede da Editora Globo, São Paulo (SP)

Vagas: 25 – seleção nacional com foco em diversidade regional

Carga horária: 30 horas

Gratuito

Para participar, preencha o formulário de inscrição, envie seu currículo e um breve texto de apresentação. A seleção considerará perfil e motivação.

Mais informações e formulário de inscrição

Banco do Brasil e Brasilprev unem projetos para ampliar educação financeira entre jovens

Banco do Brasil e Brasilprev passam a atuar de forma conjunta em uma nova frente de educação financeira voltada ao público jovem. Batizada de Foca no Rolê, a iniciativa reúne o Rolê que Rende, do Banco do Brasil, e o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, em uma parceria criada para ampliar alcance, presença e conexão com as novas gerações.
 

O movimento acontece em um momento em que os jovens brasileiros já demonstram maior proximidade com decisões financeiras. A edição mais recente do Raio X do Investidor Brasileiro, da ANBIMA, em parceria com o Datafolha, mostra que a Geração Z é a que tem a maior proporção de pessoas com reserva de emergência no país e que, entre os investidores, os mais jovens tendem a manter carteiras mais diversificadas do que as gerações mais velhas. Já levantamento da Serasa Experian, em parceria com o Instituto Teor, aponta que 20% da Gen Z recorrem a crédito para abrir ou investir em um negócio, sinal de que consumo, autonomia e planejamento já fazem parte da rotina dessa faixa etária.
 

É nesse cenário que o Foca no Rolê se propõe a aproximar temas como dinheiro, consumo, carreira e futuro do cotidiano dos jovens, com linguagem simples, direta e conectada aos canais em que esse público já está presente.
 

A relevância da iniciativa também se apoia na relação que Banco do Brasil e Brasilprev já construíram com esse público. O Banco do Brasil conta hoje com 1,2 milhão de clientes de 0 a 17 anos, dos quais cerca de 34% utilizam a BB Cash, conta voltada a essa faixa etária. Nesse universo, os índices de engajamento superam 95%, 70% dos usuários possuem cartão de crédito ativo e mais de 66% realizam transações via Pix, que já somam mais de R$ 62 milhões em movimentação.
 

Na Brasilprev, a presença de clientes com até 18 anos praticamente dobrou na última década. Segundo estudo da companhia, entre 2015 e 2025, o crescimento desse perfil na base foi de 98,8%, enquanto o saldo de ativos avançou 546% no mesmo período, superando R$ 3,7 bilhões.


Criado pela Brasilprev em 2022, o Foca nos Sonhos tem como premissa usar a educação financeira como ferramenta de transformação social e de ruptura do ciclo da pobreza. A iniciativa já alcançou 174 milhões de pessoas e foi finalista do prêmio da CNseg. Já o Rolê que Rende, lançado pelo Banco do Brasil em 2023, vem promovendo conscientização financeira em escolas e universidades por meio de palestras, ações presenciais e experiências interativas conectadas à realidade dos jovens. Agora, os dois projetos passam a atuar de forma integrada, unindo repertório, presença e capacidade de mobilização.

Na prática, o Foca no Rolê estará presente em escolas, universidades, canais digitais e ações ligadas a iniciativas patrocinadas pela Brasilprev. Entre elas esteve a atual temporada de Shrek – O Musical, em cartaz em São Paulo, no Teatro Renault.


“No mercado Pessoa Física, a educação financeira é o motor de relacionamento, conectando momentos de vida ao ecossistema familiar. O Rolê que Rende nasce com esse olhar, posicionando o BB como parceiro dos jovens e de suas famílias ao longo da jornada. Com o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, ampliamos esse impacto ao integrar presente e futuro. O Foca no Rolê materializa essa sinergia, fortalecendo vínculos e impulsionando escolhas financeiras mais inteligentes e sustentáveis.”, afirma Aglailton Soares, gerente executivo da Diretoria de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.
 

Para a Brasilprev, a conexão com esse público passa por um olhar que vai além da transação imediata e inclui também a construção de projetos de vida no longo prazo.
 

“A educação financeira tem papel decisivo na construção de uma sociedade mais equilibrada e consciente. Democratizar esse acesso passa por traduzir conceitos para uma linguagem leve e próxima, capaz de conectar as novas gerações a um conhecimento que pode transformar escolhas e ampliar possibilidades. Mais do que ensinar a guardar dinheiro, é importante compreender os fatores emocionais e sociais que influenciam hábitos de consumo e de planejamento”, afirma Rodrigo Caravelli, superintendente de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Brasilprev.

Circuito da Longevidade Bradesco chega a Campinas, a cidade que mais realiza corridas de rua no interior do Estado

Campinas recebe no dia 28 de junho a quarta etapa do Circuito da Longevidade Bradesco, no Parque Arautos da Paz, um lugar referência para a comunidade local para a prática de esportes e atividades de lazer. A iniciativa promove um dia de celebração à vida ativa e saudável, reunindo pessoas de todas as idades em percursos de 5 e 10 quilômetros, que podem ser feitos em formato de corrida. Segundo informações da Federação Paulista de Atletismo, Campinas é a cidade que mais promove corridas de rua no interior do país e, esse ano terá um crescimento de 11% em relação ao ano passado. As inscrições podem ser realizadas no site www.runningland.com.br/longevidade-campinas-2026.

A arena do evento contará com ativações para o público, como uma aula de alongamento antes da largada, às 7h, e uma animada aula de zumba após a corrida, além de um painel de fotos para registros especiais. Ao longo do percurso, os participantes terão à disposição pontos de hidratação com distribuição de água. Na dispersão, serão oferecidos água e isotônicos. Informações sobre valores de kits e inscrição estão disponíveis no site da etapa. 

“Promover iniciativas que incentivem hábitos saudáveis, o bem-estar e a prática de atividades físicas faz parte do nosso compromisso com a qualidade de vida da população. Em Campinas, assim como em diversas cidades do Brasil, o Circuito da Longevidade reforça a importância do envelhecimento ativo e da convivência entre diferentes gerações”, afirma Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. 

Criado em 2007 pelo Grupo Segurador, o Circuito da Longevidade já reuniu mais de 40 mil pessoas ao longo de sua história e integra um conjunto de ações da companhia voltadas à promoção do envelhecimento ativo e do bem-estar em todas as fases da vida. Entre essas iniciativas, destacam-se o Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), o Fórum da Longevidade, os Prêmios Longevidade e o portal Viva a Longevidade (vivaalongevidade.com.br), com conteúdo para quem busca envelhecer com saúde e qualidade de vida. 

Ao longo de 2026, o Circuito passará por sete cidades brasileiras: São Paulo e Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Salvador (BA), Recife (PE) e Porto Alegre (RS), consolidando-se como uma das mais tradicionais iniciativas esportivas do país dedicada à promoção da longevidade e do bem-estar. O projeto é apresentado junto ao Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte, via Lei de Incentivo ao Esporte.

Serviço 
Circuito da Longevidade Bradesco Seguros – Campinas
Data: 28/06/2026 
Local: Parque Arautos da Paz
Distâncias: 5Km e 10Km 
Horário da largada: 7h
Site oficial: www.runningland.com.br/longevidade-campinas-2026

Zurich Seguros abre edital de programa de capacitação e mentoria para organizações sociais

A Zurich Seguros, em parceria com a Civicus, está com inscrições abertas para o Zurich Impulsiona, programa voltado a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que desejam aprimorar sua atuação, organizar processos e ampliar a capacidade de captar recursos. A iniciativa vai selecionar 11 organizações sociais de todo o Brasil para uma jornada de capacitação e mentoria conduzida com o apoio de colaboradores voluntários da companhia.

Podem participar associações civis sem fins lucrativos e fundações privadas que atendam aos critérios de elegibilidade do programa. A jornada será realizada em formato online, ao longo de cinco meses, com conteúdos formativos, mentorias, desafios práticos e materiais de apoio. As organizações selecionadas também receberão incentivo financeiro ao final do programa.

“Com o Zurich Impulsiona, estamos apoiando instituições sociais que já transformam realidades, mas que precisam de mais estrutura para crescer, captar recursos e ampliar seu impacto”, afirma Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. “A proposta é oferecer conhecimento prático, mentoria e ferramentas para que essas organizações fortaleçam sua governança e ganhem mais autonomia. Com isso, não fornecemos apenas apoio pontual, mas contribuímos para fortalecer a atuação dessas instituições no longo prazo”.

As inscrições podem ser feitas até 26 de junho, pelo site oficial do programa. Todas as regras, critérios de participação e orientações estão disponíveis na página da iniciativa. O resultado das organizações selecionadas será divulgado até 10 de julho de 2026, no site da Zurich e pelo e-mail informado no momento da inscrição.

Iniciativa nasce para apoiar organizações que já geram impacto

O Zurich Impulsiona nasce a partir do reconhecimento de que muitas organizações sociais desempenham um papel essencial em suas comunidades, mas nem sempre contam com estrutura, equipe ou repertório técnico para sustentar e ampliar esse impacto.

As organizações selecionadas terão acesso a workshops, mentorias coletivas e individuais, materiais de apoio e desafios aplicados, com foco em gerar entregas úteis para sua rotina e estratégia de desenvolvimento.

Ao longo da experiência, as instituições são incentivadas a aplicar os aprendizados à própria realidade, avançando em pontos como clareza de propósito, construção de narrativas de impacto, mapeamento de parceiros e desenvolvimento de estratégias para acessar novas fontes de recursos.

“O programa tem como foco a melhoria de processos administrativos, financeiros, o aprimoramento da comunicação institucional e o fortalecimento da capacidade de mobilizar parceiros e recursos”, detalha Nathalia. “Ele apoia as organizações na construção de estratégias mais consistentes para garantir a sustentabilidade de seus projetos”.

A iniciativa também contribui para o empoderamento econômico das organizações sociais ao ampliar o acesso a conhecimentos e ferramentas que, embora comuns no universo corporativo, ainda representam desafios para muitas OSCs.

Os colaboradores voluntários da Zurich terão papel central nesse processo. Eles passarão por uma formação inicial de 10 horas, que reúne conteúdos sobre terceiro setor, ferramentas práticas de mentoria e preparação para apoiar as organizações ao longo do programa.

A parceria com a Civicus reforça a dimensão técnica da iniciativa. A organização atua ao lado da Zurich em todas as etapas do programa, da construção da metodologia à preparação dos mentores, contribuindo para a condução da jornada e para o desenvolvimento dos conteúdos aplicados às instituições participantes.

Como participar:

Entre os principais critérios de elegibilidade estão:

  • Possuir CNPJ ativo há pelo menos um ano;
  • Estar em operação regular, com atividades em andamento;
  • Contar com no mínimo duas pessoas da organização dedicadas à participação na jornada;
  • Demonstrar capacidade de gerar impacto social mensurável;
  • Ter disponibilidade para encontros online, com dedicação média de quatro horas semanais, totalizando cerca de 80 horas ao longo dos cinco meses de programa;
  • Estar comprometida com as atividades, entregas e participação ativa durante toda a jornada.

Tempo anuncia Joyce Suman como diretora

A Tempo – líder nos segmentos de assistências, conveniências e serviços especializados – anuncia a promoção de Joyce Suman ao cargo de diretora Comercial e de Marketing. Com uma década de trajetória na companhia e quase 20 anos de experiência nos segmentos de serviços, assistência e seguros, a executiva assume a nova posição em um momento estratégico para a empresa, reforçando a integração entre as áreas comercial e de marketing e impulsionando a expansão de negócios, a inovação em serviços e a evolução da experiência do cliente.

Ao longo de sua carreira, Joyce construiu uma trajetória marcada pela atuação em diferentes áreas do negócio, incluindo operações, qualidade, pós-venda, comercial, novos negócios e marketing, consolidando uma visão ampla sobre experiência do cliente, eficiência operacional e geração de valor para parceiros e consumidores.

Na Tempo, participou diretamente de importantes movimentos de transformação do mercado, expansão de serviços e desenvolvimento de novos modelos de negócio, tornando-se uma liderança reconhecida pela proximidade com as operações, visão estratégica e capacidade de conectar crescimento, inovação e experiência do cliente.

“A promoção da Joyce é o resultado natural de uma carreira construída com profundidade operacional, energia comercial e visão de futuro. Ela conhece profundamente o nosso ecossistema, entende as reais necessidades dos nossos parceiros e clientes, e tem o perfil de liderança ideal para nos apoiar nessa nova fase de expansão”, destaca João Armesto, CEO da Tempo.

À frente da Diretoria Comercial e de Marketing, Joyce assume a missão de liderar uma nova fase de crescimento da Tempo, conectando expansão de negócios, inovação, experiência do cliente e fortalecimento da proposta de valor da companhia em diferentes segmentos de mercado. “Eu nunca enxerguei o comercial apenas como vendas. Sempre enxerguei como construção de confiança, geração de valor e transformação real para clientes, parceiros e pessoas”, afirma a executiva.

Para Joyce, o futuro do mercado de assistência e conveniência passa pela capacidade das empresas de colocarem o cliente no centro da estratégia, conectando tecnologia, eficiência operacional, uma rede de parceiros qualificada e uma experiência de excelência para o cliente final. “Acredito que nosso papel é gerar confiança e transformar a experiência do cliente em momentos que normalmente já são delicados e sensíveis. O consumidor mudou e hoje espera agilidade, transparência, cuidado e excelência em toda a jornada, completa a nova diretora”.

Graduada em Marketing, Joyce possui pós-graduação em Qualidade, MBA em Gestão de Serviços pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e especializações em Marketing pela FIA e em Gestão Comercial pelo Insper.

IRB(RE) inicia processo de expansão internacional com foco na Europa 

O IRB(RE) informou que iniciou procedimentos regulatórios para expandir suas operações internacionais com foco na Suíça e em Malta. De acordo com a companhia, já foi protocolado na Suíça um pedido de autorização junto ao regulador local, o Swiss Financial Market Supervisory Authority (FINMA), em 29 de maio de 2026, para constituição de uma companhia resseguradora com foco em resseguros de danos (P&C, ou não-vida).

Em Malta, iniciou a estruturação de uma entidade no modelo de protected cell company, estrutura corporativa que funciona como uma única entidade legal, mas que é dividida em “células” independentes, voltada à operação de resseguros, com suporte técnico e operacional do IRB(Re). A empresa protocolou pedido de autorização junto ao regulador local, o Malta Financial Services Authority (MFSA) no dia 8 de junho.

O início das operações nestes mercados depende da aprovação das autoridades competentes. Segundo o IRB, a operação está em linha com sua estratégia de crescimento de prêmios no resseguro global.

Na semana passada, o IRB(RE) anunciou a constituição de duas novas seguradoras, marcando mais um passo em sua estratégia de diversificação e expansão dos negócios. Por meio de sua controlada IRB Holding, a companhia criou a IRB(Seg) Corporate Seguradora S.A., voltada aos ramos de danos (Property & Casualty), com Frederico Knapp como CEO, e a IRB(Seg) Vida e Previdência Seguradora S.A., destinada à atuação nos segmentos de pessoas e previdência privada, que segundo boatos entre executivos do setor terá como CEO Nuno David, com grande experiência no segmento durante seu período na MAG Seguros.

Zurich turbina Arrancada Automóvel com novo incentivo para corretores

Marcio Benevides

A Zurich Seguros está ampliando os benefícios da Arrancada, campanha do Zurich Automóvel criada para incentivar corretores a ampliar o volume de cotações e vendas do seguro automóvel. 

Diante do sucesso, a iniciativa, que se encerraria em junho, seguirá ativa até 31 de julho, remunerando os participantes com comissão adicional para cada cotação que superar sua própria média diária apurada. A campanha considera seguros novos e renovações vindas de outras seguradoras. 

Além disso, a ação ganhou novo impulso com o apoio da Maxpar: a partir de junho, os corretores passam a contar com um incentivo adicional, vinculado à venda de apólices que incluam, em conjunto, as coberturas de Pequenos Reparos Premium e Pneus e Rodas, ampliando as oportunidades de ganho para os corretores nesta etapa decisiva. 

“A proposta é apoiar o corretor na geração de negócios, estimular uma atuação mais consistente com o Zurich Automóvel e fortalecer a oferta de soluções competitivas ao cliente”, explica Marcio Benevides, diretor executivo de Distribuição da Zurich Seguros. “Com o reforço da Maxpar, a Arrancada amplia o potencial de ganho do corretor e reforça a importância de diversificar a oferta, apresentando ao segurado alternativas mais completas e aderentes às necessidades do dia a dia”. 

Para a Maxpar, o compromisso está em entregar soluções que unam alta performance e total conveniência para um público cada vez mais exigente. “A campanha em parceria com a Zurich vem exatamente ao encontro dessa filosofia. Mais do que um serviço, a Pequenos Reparos Premium é uma facilidade que preserva o patrimônio e otimiza o tempo dos nossos segurados, garantindo que o cuidado com os detalhes seja tratado com a agilidade e a excelência que eles esperam. E para nossos parceiros corretores, essa campanha é mais uma oportunidade de alavancar suas vendas e transformar uma apólice em uma ferramenta robusta de soluções para seus clientes”, destaca Lucas Pirchiner, executivo de contas da Maxpar. 

Mais novidades e giro pelo Brasil

Além do novo incentivo, a Zurich também atualizou a cobertura de Pequenos Reparos Premium, que já contemplava reparos de lataria, pintura, para-choques e peças complementares, e passa agora a incluir também maçanetas e frisos.  

A mudança é resultado de demandas trazidas pelos próprios corretores e reforça a estratégia da companhia de ouvir a rede para aprimorar o produto e ampliar sua competitividade. 

“Quando colocamos o corretor no centro da estratégia de automóvel, falamos de oferecer condições para que ele tenha mais repertório, mais competitividade e mais segurança na abordagem comercial. A parceria com a Maxpar e as evoluções em Pequenos Reparos Premium fortalecem essa proposta, pois tornam o produto mais completo e diferenciado no mercado, o que ajuda o corretor a ampliar oportunidades de negócio”, destaca Fábio Leme, diretor executivo de Linhas Pessoais e Marketing da Zurich Seguros. 

Para apresentar as novidades de forma mais próxima à rede, a Zurich também realiza, em parceria com a Maxpar, uma agenda de encontros com corretores em diferentes regiões do país. As ativações presenciais acontecem em Belo Horizonte, em 2 de junho; Goiânia, em 9 de junho; e Porto Alegre, em 12 de junho. 

Na reta final da Arrancada, a Zurich concentra os esforços em aproximar ainda mais o Zurich Automóvel dos corretores, com incentivos que dialogam diretamente com a rotina de vendas e com a busca por ofertas mais completas ao segurado. 

AXA no Brasil apoia ONG Mães pela Diversidade na 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo

Alinhada ao seu compromisso global de construir uma sociedade mais justa, segura e inclusiva, a AXA no Brasil anuncia seu apoio à participação da ONG Mães pela Diversidade na 30ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que acontece no primeiro final de semana de junho. O evento, que em 2026 celebra três décadas de história, resistência e mobilização social na Avenida Paulista, terá como tema central a defesa dos direitos fundamentais das famílias e de seus filhos.

Desde 2015, a Mães pela Diversidade, uma rede que hoje reúne mais de 3 mil mães, pais e familiares em todo o território nacional, integra a comissão de frente e o carro abre-alas da manifestação. O patrocínio e apoio da AXA a este movimento reforçam a sinergia entre o propósito de proteção da companhia e as pautas de direitos humanos e inclusão social.

Para a AXA, essa iniciativa está intrinsecamente conectada à sua estratégia de Sustentabilidade e ESG (Ambiental, Social e Governança). Sob o pilar Social, a seguradora entende que seu papel vai além da proteção financeira, englobando ativamente a promoção do direito à segurança, educação, saúde e liberdade de ser. 

Ao apoiar o coletivo, a AXA reconhece a importância de proteger as redes de acolhimento e de apoio familiar, fundamentais para a inclusão e redução das vulnerabilidades enfrentadas pela população LGBTQIAPN+. Para nós, essa iniciativa reflete o nosso compromisso em fortalecer o pilar social  ESG, pois proteger vai além da oferta de seguros. Significa contribuir para construção de ambientes em que todas as pessoas possam viver com segurança, pertencimento, dignidade e respeito, contando com o apoio de suas famílias e comunidades para desenvolver seus projetos de vida. Esta é a premissa e base de como operamos e nos posicionamos na sociedade. Apoiar a ONG Mães pela Diversidade, no marco dos 30 anos da Parada SP, é também a materialização do nosso propósito: proteger pessoas e contribuir para uma sociedade mais resiliente, inclusiva e sustentável a longo prazo . Como seguradora, atuamos ativamente para garantir o direito básico à existência segura e digna de cada indivíduo”, afirma Juliana Amaral, Diretora Jurídica e de ESG da AXA.

A ONG Mães pela Diversidade desenvolve um trabalho contínuo de acolhimento, debate público de políticas públicas de inclusão e combate à discriminação.