Valor: Acordos realizados têm sido descumpridos, diz Haddad

Eis um PL de seguros, que ficou em discussão por quase 20 anos, que será um osso duro de roer para o ministro Haddad.

Segundo publicou o Valor, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira, sem citar nomes, que acordos realizados com ele têm sido descumpridos. No momento, o ministro destacava positivamente a maneira como havia sido alcançado um “entendimento” entre as diversas partes envolvidas no marco regulatório de seguros “depois de meses de negociação”.

“A pessoa senta na minha mesa, faz um acordo e tenta descumprir o acordo, como se ele não tivesse acontecido. Felizmente os que agem assim estão sendo derrotados, porque estamos agindo com transparência, seriedade, dignidade. Não estamos pedindo nada que não seja do interesse público. Nós vamos defender as nossas teses à luz do dia para firmar um entendimento a respeito do que é bom para o Brasil.”

Haddad disse acreditar que o novo marco regulatório do setor de seguros poderá ser aprovado em caráter definitivo pela Câmara dos Deputados ainda neste ano ou “no mais tardar, no começo do ano que vem”.

Corretora Alper divulga balanço, compra de corretora e que Wanburg Pincus quer comprá-la

aquisição

Ontem foi um dia e tanto para a corretora de seguros Alper Seguros. O grupo informou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que recebeu uma oferta de compra de um fundo controlado pela gestora americana Warburg Pincus. Ela propôs pagar R$ 43,50 por ação, contemplando até 19.561.704 papéis em circulação. A oferta avalia a corretora de seguros em R$ 850,9 milhões e representa um prêmio de 19,18% sobre o fechamento do papel na terça-feira (8) e de 32,19% sobre a média ponderada dos últimos 30 dias.

A proposta de oferta pública de aquisição de ações (OPA) precisa ser aprovada em assembleia geral extraordinária (AGE) por pelo menos 50% dos acionistas. A Warburg Pincus diz que, até o momento, 37,34% dos acionistas já se manifestaram favoravelmente à proposta.

Os maiores acionistas da Alper são: Brasil Capital Gestão de Recursos (8,65%), CAAS Fundo Multimercado (13,498%), Credit Suisse (9,497%), Pátria Investimentos (9,026%) e Stirling Fundo de Investimento em Participações (16,798%).

A corretora também divulgou a aquisição da MettaSeg Corretora de Seguros, especializada em seguro transporte. É a 17ª aquisição nos últimos 5 anos e a quarta focada em transporte. A corretora está sediada em São Paulo e possui expertise no segmento de transportes, com mais de R$25,9 milhões em prêmios em 2022. 

Resultados

A receita líquida de R$81 milhões no 3T23, o que representa um crescimento de 17,4%, maior do que o registrado no mesmo período em 2022. No acumulado do ano, o faturamento é de R$225,3 milhões, representando um aumento de 30,8%. O EBITDA Ajustado atingiu R$16,8 milhões – um aumento de 25,4% quando comparado ao 3T22.

SulAmérica lança hub de conteúdo sobre finanças pessoais com a B3

Fonte: SulAmérica

Para viver a saúde de maneira completa, também é necessário cuidar do bolso. Pensando nisso é que a SulAmérica acaba de lançar o SulA in, um hub de conteúdo 100% gratuito que contempla assuntos de A a Z no quesito saúde financeira. Apoiada pela B3 Educação, a plataforma possui 25 cursos elaborados com o apoio da área de educação da bolsa do Brasil. Entre os temas estão reserva de emergência, objetivos financeiros, renda fixa, previdência privada, investimentos ESG e derivativos.

Os cursos foram desenvolvidos em função de três perfis de conhecimento: iniciante, para aqueles que conhecem pouco ou nada das operações de renda variável; intermediário, para os que já possuem algum conhecimento e desejam aprofundá-los; e os cursos avançados, estes destinados a aprimorar o conhecimento dos clientes com maior conhecimento das operações de renda variável. Eles foram desenvolvidos por uma equipe multidisciplinar de docentes com amplo conhecimento das operações e, desenvolvidos e gravados em aulas de até 20 minutos pelo time da E-ensino Soluções Educacionais, que coordena o projeto pedagógico.

No SulA in, o público terá acesso a atualizações diárias sobre o mercado financeiro, tendências sobre o segmento de investimentos, morning call, conversas com especialistas, tutoriais, dicas e eventos, bem como lâminas de rentabilidade, comparativos, coberturas e contratação dos produtos da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos.

“O interesse em investimentos e no mercado financeiro em si cresceu de forma vertiginosa no Brasil nos últimos anos. O acesso a estes produtos também ficou muito mais fácil. Por isso, ao longo dos últimos meses, começamos a desenvolver o SulA in, uma das nossas apostas no pilar de inovação”, comenta Marcelo Mello, CEO da SulAmérica Vida, Previdência e Investimentos. “Nossos conteúdos visam atingir um público bem amplo, como clientes, prospectivos, corretores, assessores de investimentos e colaboradores. Afinal, cuidar da saúde financeira também é investir na sua saúde integral”, acrescenta.

O executivo conta também que um dos objetivos é se apropriar de um território educacional e inovador ainda pouco explorado. “Seja investidor iniciante, intermediário ou especialista, o SulA in é o lugar perfeito para quem quer ter uma relação mais saudável com o dinheiro. Afinal, planejamento financeiro é essencial para todas as pessoas, independente de sua faixa etária ou classe social”, diz.

“A B3 tem uma longa trajetória de apoio à educação financeira que começou com os projetos de popularização do mercado de capitais, no final dos anos 1990. A parceria com a Sul América possibilita que outros públicos tenham acesso a esse tema tão relevante e que conecta a B3 no seu propósito de conduzir o desenvolvimento econômico sustentável para a sociedade prosperar”, comenta Christianne Bariquelli, superintendente da B3 Educação.

Lucro líquido da Caixa Seguridade avança 19,6% no 3o. tri, para R$ 916,6 milhões

A Caixa Seguridade apresentou lucro líquido recorrente de R$ 916,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, resultado 19,6% maior que o observado no mesmo período do ano passado. Em nove meses de 2023, o lucro líquido avançou 28,7% na comparação anual para R$ 2,579 bilhões. Segundo a holding, “a sequência de bons resultados reflete o desempenho comercial, operacional e financeiro, além do amadurecimento da estrutura de parcerias estratégicas e da corretora própria”.

As emissões de prêmios no segmento de seguros alcançou R$ 2,326 bilhões no terceiro trimestre, com queda de 4,9% ante julho a setembro de 2022. No entanto, no acumulado de nove meses, as receitas provenientes de seguros cresceram 4,6% na comparação anual para R$ 6,791 bilhões.

De acordo com a Caixa Seguridade, o faturamento das participações societárias corresponde a 56,6% das receitas operacionais. Houve avanço de 39,9% na soma dos nos nove meses de 2023 ante o mesmo período de 2022. As investidas Caixa Residencial, joint venture com a Tokio Marine, Caixa Vida e Previdência e Caixa Consórcio, ambas com participação acionária da CNP Assurances, destacaram-se no período.

As receitas com comissionamento, que refletem os ganhos com a corretagem, caíram 4,2% no mesmo período, para R$ 510,9 milhões. A baixa foi influenciada pelas receitas com a corretagem própria, que recuaram 5,4% no mesmo intervalo, para R$ 472,4 milhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) da Caixa Seguridade foi de 62,5% no terceiro trimestre, alta 17,1 pontos percentuais em um ano. Esse dado já desconta os dividendos que a companhia pagou referentes ao resultado do primeiro semestre do ano, de R$ 1,5 bilhão.

CENSO 2022 e previdência complementar: muito além de dados demográficos

por Eliete Lomeu, gerente de Desenvolvimento e Atuária da Valia

O Brasil, assim como muitos outros países do mundo, está passando por uma significativa transição demográfica. Dados do Censo 2022, divulgado recentemente, apontaram para o aumento da população acima de 65 anos – de 7,4% para 10,9% – em comparação com a última pesquisa, realizada em 2010, indicando uma tendência de envelhecimento da população brasileira. Já o grupo com idades até 14 anos sofreu retração – de 24,1% para 19,8%, evidenciando queda na taxa de natalidade. 

A idade mediana no país passou de 29 para 35 anos. Isto significa que metade da população tem até 35 anos, e a outra metade é mais velha que isso. O Brasil registrou o maior salto de envelhecimento entre os censos de 2010 e 2022, passando a ter 55 idosos para cada 100 jovens.

Este fenômeno traz uma série de desafios e oportunidades, especialmente no que diz respeito ao bem-estar financeiro da sociedade. Afinal, se o bônus da longevidade é viver mais, a contrapartida é que os brasileiros precisarão de mais recursos financeiros para manter o padrão de vida desejado na aposentadoria. Ou seja, é fundamental que as pessoas estejam preparadas e educadas financeiramente para enfrentar este desafio.

Com uma população caminhando para um número cada vez maior de idosos e menor de jovens, o sistema oficial de seguridade social do Brasil enfrenta uma pressão crescente, principalmente pelo modelo de regime financeiro baseado na repartição simples, ou seja, as contribuições recebidas são utilizadas para pagar os benefícios, sem construir qualquer reserva financeira. A Previdência Social sem dúvida é um grande benefício universal. No entanto, se atualmente já apresenta desafios financeiros para o seu equilíbrio, no futuro precisará acomodar um número maior de aposentados, o que pode torná-lo insustentável.

Neste contexto, a previdência complementar se destaca como uma ferramenta de grande relevância para promover a segurança e a longevidade financeira na aposentadoria. Esta estratégia permite que as pessoas acumulem recursos adicionais para complementar a renda da Previdência Social ou até mesmo para tornar a previdência complementar a sua principal renda no futuro. 

Em outro aspecto, a previdência complementar também contribui com a educação e a disciplina financeira. Ela possibilita a criação de um fundo de aposentadoria que cresce ao longo dos anos. Em muitos dos casos, este investimento ainda é casado com uma contrapartida da empresa empregadora, potencializando ainda mais a formação de um montante. Aportes esporádicos e aumento de contribuições são boas recomendações e são quase imperativos para quem busca a construção de um futuro financeiramente melhor. O tempo e os juros serão os maiores aliados neste cenário de longevidade.

O envelhecimento da população brasileira é um desafio demográfico que deve ser encarado com seriedade. Os dados do Censo 2022 vão muito além de informações atuariais e demográficas:  representam necessidade latente de se preparar para o futuro. Desta forma, é importante começar seu planejamento financeiro o mais cedo possível; considerar a adesão a planos de previdência complementar; fazer o e acompanhamento do seu plano por meio de simulações de benefícios e criar metas alcançáveis. Estas iniciativas podem ser a chave para enfrentar os desafios financeiros que o envelhecimento da população traz consigo a fim de desfrutar de uma aposentadoria com qualidade de vida.

Icatu apoia movimento Minha Vida Protegida


 Fonte: Icatu

 A Icatu está apoiando o Minha Vida Protegida, movimento nacional de conscientização sobre a importância da proteção e planejamento financeiro por meio do Seguro de Vida, que acontece até 13 de novembro. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cultura do seguro através da interação entre corretores e seguradoras com potenciais consumidores.

O movimento tem como base a geração de conteúdo e informação e, para isso, contará com palestras presenciais, transmissões ao vivo e divulgações nas redes sociais para fortalecer e ampliar a mensagem do movimento. 

Renato Gomes, Superintendente de Vendas Consultivas da Icatu, será um dos embaixadores: “Temos uma crença absoluta no poder de uma comunicação ampla e inteligente, que conscientize e sensibilize os brasileiros sobre a importância de se proteger financeiramente através de um seguro de vida individual e personalizado. Iniciativas como estas estão em linha com o propósito da Icatu de promover uma sociedade cada vez mais consciente e preparada para as diferentes fases e movimentos da vida. A importância dessa trilha de conhecimento é comprovada por números: hoje, apenas 17% da população brasileira tem alguma cobertura de seguro de vida. Cerca de 64% dos brasileiros não sabem apontar os benefícios do seguro de vida, segundo uma pesquisa recente realizada pela FenaPrevi. É certo que temos muito trabalho a fazer, mas não há dúvidas que esse movimento coletivo e coordenado irá contribuir para uma economia mais justa e sustentável com o acesso de mais brasileiros aos inegáveis benefícios que o seguro de vida traz”, afirma o executivo.

Para conhecer mais sobre o Movimento #MinhaVidaProtegida, acesse o site e as páginas do movimento (comunicação com os apoiadores, embaixadores e multiplicadores) nas redes sociais Instagram, TikTok, LinkedIn, Facebook e YouTube.

Seguradora Zurich avança com a estratégia de atuação de vendas de seguro no varejo

Nos últimos quatro anos, o grupo Zurich no Brasil avança com resultados positivos, o que o consolida na quinta posição do ranking das maiores seguradoras do Brasil. A ambição é pela liderança em todos os segmentos em que atua. Um passo nesta direção veio com o avanço da seguradora especialista em seguros corporativos no varejo.  “O processo de expansão geográfica foi motivado pela diversificação do negócio. A companhia multilinha, com produtos para vários segmentos e com distribuição realizada, prioritariamente, por corretores de seguros”, conta Márcio Benevides, diretor executivo de distribuição da Zurich.

Segundo ele, toda a expansão para os próximos cinco anos se baseia em estar onde o corretor de seguros está. Assumimos uma estratégia de expandir as operações em todo o território nacional.  Para isso, o grupo hoje está presente em 20 estados por meio de estrutura física, filial digital e mais de 70 assessorias parceiras, que operam como extensão das filiais. A seguradora opera com 9 mil corretores ativos, mas a expectativa é chegar de 15 a 20 mil corretores nos próximos três anos.

Boa parte desta meta tem como sustentação a entrada do grupo no varejo. “A Zurich é uma companhia multilinha, multicanal e multiproduto, e que o sucesso na estratégia de automóvel é um pilar fundamental na atuação com os corretores”, enfatiza Fábio Leme, diretor executivo de Personal Lines e Marketing da Zurich. A companhia, que foi pioneira em oferecer seguro para carros elétricos e híbridos em 2019, relançou o seu produto em 2023 com um limite maior de aceitação e alguns diferenciais, como a cobertura para cabos de carregamento.

Os resultados até setembro mostram a assertividade da decisão. “O volume de prêmio pelo canal corretor e assessoria avançou 20,6% em volume de negócios. A base de corretores cresceu 24% e a cotação de mais de um produto por cliente cresceu 57%, com boa parte vindo de produtos como como seguro garantia, residencial individual e frota.

Leme acrescenta que a seguradora já tinha os principais corretores em sua base consolidada. “Ao olharmos oportunidades de crescimento de mercado, decidimos avançar em áreas massificadas onde o auto é o carro chefe. O nosso diferencial é que somos uma companhia multiprodutos. O corretor que antes tinha dificuldade em fazer o seguro empresarial, agora tem a Zurich como opção para trazer o negócio de forma fácil, pois temos processos para isso”.

Segundo Leme, atuar no varejo ajuda a incrementar os produtos com benefícios para corretores e para clientes. “Alguns exemplos são o desconto na franquia de automóvel para aqueles que também possuem conosco o residencial e vida individual, a implementação das assistências técnicas no seguro residencial e a disponibilização do seguro celular para venda no canal corretor, que contará com plataforma exclusiva em breve”.

Outra iniciativa está em conquistar os consumidores antenados com as práticas sustentáveis. “No início do segundo semestre nos unimos aos nossos parceiros Localiza&Co e Tempo para compensar anualmente mais de 6,5 mil toneladas de carbono resultantes do uso do carro reserva e de serviços de assistência 24h, sem qualquer custo adicional ao cliente”, informa Leme. “Também avançamos a passos largos em nosso premiado projeto Selo Verde, junto ao IQA, que já certificou mais de 200 oficinas de reparo parceiras que adotam práticas sustentáveis em sua operação”.

Porto comemora resultados positivos com as ações de marketing neste ano

Com frases curtas, simples e de impacto, a Porto vem avançando no relacionamento com clientes e com corretores de seguros, que já ofertam outros produtos do grupo além do tradicional seguro de carro e de residência, segmentos em que é líder. O foco é mostrar que o grupo Porto vai muito além de seguros, que a estratégia básica tem o consumidor como foco e que o corretor é o principal canal de distribuição de seguros de bens, de vida, de saúde, de consórcio, de serviços financeiros e serviços gerais de manutenção em residências e empresas.

“Todo cuidado é Porto” passa ao cliente que o grupo faz de tudo para estar próximo em todos os momentos, da compra dos serviços, na gestão de riscos até o socorro em caso de acidentes. Cliente satisfeito facilita a venda e a vida do corretor de seguros. O slogan “Corretor é para sempre” é musica para os 33 mil corretores parceiros, que se sentem acolhidos neste momento de avanço da venda digital. 

Anos atrás, quando a tecnologia veio com tudo para transformar a vida das pessoas e das empresas, havia um temor de que o corretor seria substituído por robôs. Para quem acompanha o setor de seguros sabe que vender seguro é algo trabalhoso. Tem de ter persistência, conhecimento e boa fé para conquistar consumidores, em sua maioria sempre avessos a pensar no futuro e com baixa aderência ao planejamento financeiro. Assim, passada a previsão catastrófica, agora todos concordam que o corretor é o principal canas de distribuição de produtos do setor. 

A Porto sabe que não bastam palavras. É preciso ações que promovam networking, principal “modus operandi” do mercado de seguros em todo o mundo. Praticamente 100% das vendas são feitas na boa-fé. A seguradora aposta que o corretor trará bons clientes, negócios rentáveis. E o corretor confia que a companhia irá tratar bem dele e de seu cliente para manter a sustentabilidade do negócio. 

“Os dois últimos meses foram exaustivos para toda o time de marketing, que não mediu esforços para levar a marca Porto para todo o país, junto com outros patrocinadores de peso, e entregar experiências incríveis para seus públicos-alvo em setembro, outubro, mês em que se comemora o Dia do Corretor, e novembro”, conta Luiz Arruda, vice-presidente comercial, marketing, dados e clientes da Porto, sem revelar o valor do investimento na agenda dos eventos promovidos.

Clientes, corretores e parceiros foram convidados para o The Town, festival de músicas em São Paulo. Aproximadamente 6 mil pessoas compareceram ao Lounge Porto e 50 mil se divertiram na montanha-russa (uma ativação branded) durante o festival, de acordo com levantamento da companhia.

A Porto investiu no maior estande no Conec, principal evento de corretores de seguros realizado pelo sindicato da categoria, o Sincor-SP, entre 5 e 7 de oububro. A Porto esteve presente por meio de todas as verticais – Porto Seguro, Porto Bank e Porto Saúde – com os executivos compartilhando suas experiências, seja em painéis ou pelos corredores do Transamérica Expo Center.

E a Fórmula 1, para citar os maiores. Na F-1 a Porto registrou mais de 4 mil pessoas em um espaço diferenciado e exclusivo para clientes, corretores e parceiros.  Durante os três dias, Interlagos recebeu 267 mil pessoas. “Foi um sucesso do ponto de vista de atração de novos profissionais e de avanço na parceria com a Porto”, conta o executivo. “Levar experiências além do automobilismo à F1. Essa foi a nossa ideia quando colocamos em nosso espaço uma roda-gigante de 36 metros, simuladores de carros de corrida e autorama”, diz. 

A empresa ainda disponibilizou espaços instagramáveis, telões, copos colecionáveis e palco para shows. A escuderia Aston Martin Aramco Cognizant Formula One™ Team (AMF1) expôs peças dos pilotos, como macacões e capacetes. “Além disso, também distribuímos copos colecionáveis e 70 mil bonés assinados pelo nosso squad de pilotos patrocinados, e preparamos um palco para shows, que recebeu DJs conhecidos mundialmente”, conta.  

Também teve uma ação muito emocionante. Vinte crianças do #InstitutoPorto participaram da cerimônia de abertura do GP de São Paulo”, ressalta. O grupo Porto também anunciou na última semana o patrocínio a mais uma promessa do automobilismo brasileiro: Gabriel Bortoleto, da McLaren. “O piloto foi o campeão da #Fórmula3, garantiu seu ingresso à #Fórmula2 no ano que vem, e agora integra, também, o nosso squad”, comemora.

E o resultado aparece nos resultados do balanço do ano e deverá ter ainda mais relevância no balanço do terceiro trimestre, que será publicado amanhã, dia 9. O número de clientes tem crescido, principalmente com a estratégia de venda cruzada, ou seja, aumento de produtos da companhia por cliente. 

“Este número tem avançado muito e logo mais na divulgação do balanço poderemos divulgar mais detalhes”, diz Arruda. Ele conta que o Porto Bank foi lançado em abril e já está perto de 48% de conhecimento nacional da marca. Temos um crescimento de venda por engajamento dos corretores elevado e uma base de clientes que se renova com qualidade, ao atrair um publico alinhado ao nosso posicionamento.”

Novos riscos digitais exigem inovação em seguros, aponta Swiss Re Institute

Fonte: SWISS RE

A digitalização é uma fonte de novo crescimento, novos riscos e novas eficiências para o setor segurador. A criação de valor digital levou a um aumento dos ativos intangíveis das empresas, incluindo dados digitais. Ao mesmo tempo, a crescente dependência da infraestrutura digital torna esses ativos mais vulneráveis, por exemplo, à interrupção dos negócios e aos ataques cibernéticos. No seu mais recente estudo sigma, “The economics of digitalisation in insurance – new risks, new solutions, new efficiencies”, o Swiss Re Institute conclui que os benefícios potenciais entre países e em toda a cadeia de valor dos seguros estão longe de estarem esgotados.

O relatório apresenta o Índice de Digitalização de Seguros, que acompanha o progresso alcançado em 29 países da estudo no que diz respeito à digitalização dos seus mercados de seguros. A Coreia do Sul ficou no topo do índice, seguida pela Suécia, Finlândia e EUA. Enquanto os mercados avançados com infraestruturas físicas sólidas e elevadas taxas de acesso à Internet tenham registado os maiores progressos na digitalização das suas economias, China, Eslovênia e Índia estão recuperando o atraso na inovação. A China, por exemplo, subiu dez posições em apenas dez anos. Isso ocorre porque os mercados emergentes podem adotar diretamente tecnologias digitais mais recentes, em vez de fazer a transição de sistemas legados.

Jerome Haegeli, Chief Economist do Grupo Swiss Re, afirma: “O estudo mostra claramente uma correlação positiva entre resiliência e digitalização. Para a sociedade, a digitalização é uma força para proporcionar mais acesso das pessoas ao seguro e, assim, minimizar lacunas de proteção. Para as seguradoras, os ganhos de uma melhor subscrição, mitigação e medição de risco de digitalização dos seguros melhora a qualidade e a eficiência dos seus trabalhos.”

A digitalização da economia em geral criará também novos grupos de risco, abrindo oportunidades para as seguradoras. Por exemplo, a tecnologia digital facilitou modelos de negócio de economia compartilhada, que resultaram em mudanças fundamentais nos riscos e responsabilidades operacionais que exigem soluções inovadoras de transferência de riscos de seguros. Serviços de compartilhamento como Uber e Airbnb estão cada vez mais substituindo propriedades privadas. Isto requer uma mudança no mix de negócios de linhas pessoais para linhas comerciais com base na utilização, uma vez que as linhas pessoais normalmente excluem a cobertura para a utilização comercial de veículos e residências. As seguradoras podem ajudar a alcançar essa cobertura através de soluções inovadoras de transferência digital de riscos.

Com a mudança da produção de bens físicos para o fornecimento de informações e serviços, o valor global dos ativos intangíveis – que incluem cada vez mais ativos digitais – das empresas cotadas quintuplicou nos últimos 20 anos, para 76 biliões de dólares em 2021. Perto de 80% desse valor permanece sem seguro. As empresas necessitarão de proteção contra riscos digitais, por exemplo, interrupção de negócios e riscos cibernéticos, bem como contra os riscos de responsabilidade emergentes relacionados com a Inteligência Artificial. A segurança cibernética é uma preocupação fundamental para as empresas em todo o mundo, conforme refletido pelo rápido crescimento da procura de seguros cibernéticos, o Swiss Re Institute estima que os prêmios cibernéticos globais atingirão USD 16 bilhões em 2023, um aumento de 60% em relação a 2021, e USD 25 bilhões em 2026.

A tecnologia digital permite que as seguradoras reúnam e processem grandes conjuntos de dados utilizando dispositivos conectados, análise de dados e machine learning. Isto permitirá avaliações de risco mais holísticas e precisas e uma melhor precificação dos riscos. As soluções digitais também podem automatizar tarefas padronizadas, como a recolha e análise de dados para subscrição, reduzindo custos e, em última análise, podendo conduzir a prêmios mais baixos. Os projetos de transformação digital das seguradoras visam uma melhoria de 3 a 8 pontos percentuais nos índices de sinistralidade e poupanças de 10 a 20% em outras partes da cadeia de valor.

Pravina Ladva, Chief Digital & Technology Officer do Grupo Swiss Re, comenta: “Apesar da rápida transformação digital da indústria de seguros, acelerada pelos recentes avanços em tecnologia de ponta, ainda vemos um potencial significativo para tornar o seguro mais acessível aos consumidores. Nossa indústria deve ver isso como um incentivo para continuar investindo em soluções inovadoras e adaptação aos riscos emergentes.”

Para os consumidores, os mercados online levam a uma maior transparência de preços, apresentam vários produtos e prestadores de seguros em um único local e permitem que os clientes concluam sem problemas o processo de integração online, tornando o seguro mais acessível. Além da distribuição, os investimentos em tecnologia de seguros direcionaram-se para ganhos de eficiência e melhoria da subscrição e dos sinistros.

Munich Re confirma lucro de € 4,5 bi para 2023 com resultado do trimestre

A Munich Re registrou lucro líquido foi de € 1,17 bilhão no terceiro trimestre de 2023 em comparação com € 1,1 bilhão no ano anterior e de e € 3,6 bilhões nos primeiros nove meses do ano. “O desempenho sólido em nossos outros segmentos operacionais completou os resultados positivos. Estamos confiantes de que iremos superar nossa meta anual anterior de € 4 bilhões e elevamos a orientação para € 4,5 bilhões”, disse em comunicado o CFO Christoph Jurecka.

A receita proveniente de contratos de seguros caiu 1,2%, atingindo € 14,46 bilhões. A receita de resseguro diminuiu 5,9%, ficando em € 9,46 bilhões, afirmou a empresa.

Os gastos com perdas significativas diminuíram após o ano anterior ter sido particularmente afetado pelo furacão Ian. A catástrofe natural mais cara no trimestre, com perdas de cerca de € 200 milhões, foi o incêndio florestal em Maui, no estado americano do Havaí.

“A boa performance empresarial da Munich Re continuou de forma contínua no terceiro trimestre. Diferentemente do ano passado, nós nos beneficiamos de uma temporada de furacões comparativamente mais branda no Atlântico Norte. Consequentemente, os gastos com perdas significativas no resseguro de propriedades e acidentes foram menores do que o esperado, apesar de várias outras catástrofes naturais”, disse Jurecka.