A Mitsui Sumitomo Seguros reuniu os principais corretores e corretoras de seguros corporativos do Brasil em um coquetel para apresentar o novo presidente da seguradora no Brasil, Koichi Kawasaki no dia 25 de outubro.
Em seu discurso, Kawasaki, juntamente com o time técnico, recebeu os corretores, desde os de médio porte até os brokers internacionais e resseguradores, para explicar o novo direcionamento da companhia, com foco no desenvolvimento do segmento corporativo. Os produtos de varejo serão administrados pela Porto Seguro no modelo de cosseguro.
Atento a uma solicitação dos corretores para seguradoras globais, Kawasaki brincou com seu nome, dizendo que não pertence à família fundadora da marca de motocicletas, mas ainda assim adora velocidade. E é dessa forma que pretende atuar: com agilidade e rapidez para que todos realizem ótimos negócios.
“Fazemos parte do maior segurador da Ásia, com mais de 400 anos de história e somos a oitava maior seguradora do mundo, com US$ 49 bilhões em prêmios e ativos de US$ 208 bilhões, o que comprova a solidez e a capacidade de oferecer serviços confiáveis.”
O diretor comercial, Flavio Zoppello, reforçou as palavras de Kawasaki e complementou: “O ano de 2023 foi muito especial para todos. Foi um ano de muitas parcerias, especialmente com os nossos corretores. Então, nada melhor do que comemorar com eles. O evento vem para brindar as grandes conquistas e ratificar nosso compromisso com a operação brasileira e os riscos corporativos para os próximos anos. Reforçamos o compromisso no Brasil com grande foco nos riscos corporativos”
Boris Ber, presidente do SINCOR-SP, esteve presente e falou sobre o novo direcionamento da companhia: “As coisas no mundo estão mudando muito rapidamente. E nós precisamos estar preparados, pois essas mudanças podem ser muito positivas e importantes para o mercado. A Mitsui Sumitomo Seguros está focada em um nicho que é muito importante, essencial para o corretor de seguros. Desejo que essa transformação seja altamente positiva para a MSS, que sempre desempenhou um papel muito bom em sua presença aqui no Brasil e também para nós, corretores de seguros. O mercado tende a gostar dessa mudança.”
A Alper Consultoria e Corretora de Seguros S.A celebra neste sábado, 28 de outubro, 13 anos de sua fundação. A empresa, especializada em gestão de seguros, atua em todo o país em diversos segmentos, pautada pela inovação e tecnologia. Com mais de mil funcionários e 19 escritórios pelo país, ao todo, são 16 empresas adquiridas sob a atual gestão que está listada na bolsa de valores (APER3).
A empresa, que por quatro anos consecutivos foi listada como GPTW (Great Place to Work), também ostenta o título de que, pelo 3º ano consecutivo, a Alper é a única corretora de seguros no TOP 5 de empresas em inovação aberta no segmento de seguros pelo 100 Open Startups. O ranking considera as principais empresas que buscam inovação no ecossistema, colaborando para o desenvolvimento de novas soluções para os desafios do mercado.
“Desde que começamos, a Alper vem se aprimorando e crescendo. Chegamos aos 13 anos com muita maturidade, segurança e conhecimento para oferecer aos clientes uma solidez única. Estamos prontos e confio na equipe capacitada que aqui temos para buscar soluções para qualquer desafio e dor em qualquer segmento”, destaca Marcos Couto, CEO da Alper.
Com mais de 1,3 milhões de vidas e 15 mil empresas como clientes, a Alper conta com soluções que provêm inovação e alta performance para o negócio em mais de 10 categorias, como saúde, educacional, automóvel, agro, aeronáutico, resseguros, transporte e outros.
Entre as últimas novidades da Alper está o Vc+Seguro, um aplicativo que coloca o segurado no controle total das apólices, trazendo autonomia e praticidade para o mundo dos seguros. E também, buscando a vanguarda do ecossistema de seguros, a Alper lançou em 2022 a AlperTech, responsável por todos os projetos de tecnologia e inovação digital da Companhia. A novidade surge para oferecer novas soluções e sistemas para os clientes, tornando-se um Hub de tecnologia e disrupção.
Os animais de estimação já superam os 168 milhões de indivíduos nos 90 milhões de lares do país, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Só que o bichinho, além de carinho, precisa de cuidados. Empresas que atuam na área estimam que cerca de 250 mil pets são cobertos por planos de saúde no Brasil. O número representa apenas 0,24% dos 101,4 milhões de cães e gatos, a maioria dos 168 milhões de animais de estimação brasileiros.
Um estudo global publicado pela revista da Confederação Nacional dos Seguros (CNseg) estima que as vendas mundiais de seguros para pets cheguem a US$ 38,8 bilhões até 2030, a uma taxa de crescimento de 11% ao ano.
“A oferta do seguro pet no Brasil é relativamente recente, mas já alcança um bom patamar na operação das seguradoras. O seu crescimento é quase natural a partir da existência do seguro e do aumento da posse de animais de estimação, cada vez mais perfeitamente integrados ao ambiente familiar, ou seja, uma demanda crescente que é atendida integralmente pela oferta”, esclarece Ronaldo M Vilela, diretor–executivo do Sindicato das Seguradoras do RJ/ES.
O seguro pet é parecido com o plano de saúde para pessoas. Os preços podem variar de acordo com a cobertura escolhida, desde atendimentos de emergência, internação, consultas veterinárias, exames, assistência por telefone e até o funeral do bicho de estimação. O seguro saúde pet é uma importante precaução para evitar imprevistos financeiros ao dono do animal doméstico e garante assistência necessária ao companheiro de todos os momentos.
“Afinal, qual é o benefício ao contratar-se esse seguro? Quanto se paga para que o dono do animal de estimação possa contar financeiramente com todas essas proteções ao seu animal? O preço irá variar em relação às coberturas escolhidas. Paga-se, no entanto, em todas as hipóteses, um valor significativamente pequeno em relação ao valor que custaria um ou vários tratamentos do animal caso o seu dono não tenha contratado a cobertura que é dada pelo seguro”, complementa Vilela.
Executivos da Liberty Seguros, uma das principais seguradoras do Brasil, participaram do 3º Workshop do Mercado de Seguros de Mato Grosso, que aconteceu no Hotel Gran Odara, em Cuiabá, na última quinta-feira, dia 26 de outubro. O evento, que teve como tema central “Corretor de seguros, empreendedor ou vendedor?”, contou com a presença da CEO do Grupo Liberty Brasil, Patricia Chacon, do vice-presidente Comercial, Marcos Machini, e do diretor Regional de Minas Gerais, Centro-Oeste e Rio de Janeiro, Alexandre Moreira.
O relacionamento e a proximidade com os corretores são pilares indispensáveis da atuação da Liberty no Brasil e a participação dos executivos no encontro, organizado pelo Sincor-MT, serviu para reforçar ainda mais a parceria com os profissionais da região, que é estratégica para a seguradora. Na ocasião, os profissionais presentes puderam participar de conversas sobre as principais tendências do mercado segurador, além de fortalecer o networking.
Durante o evento, Patricia Chacon conduziu uma palestra magna sobre “A jornada do corretor de seguros empreendedor”, em que trouxe uma visão de como os parceiros são muito mais do que vendedores de seguros. Já Marcos Machini fez parte do painel “O plano de negócios ideal para ter lucratividade com o seguro de automóveis”, que abordou a atuação dos corretores no segmento de seguros para veículos automobilísticos. Por fim, Alexandre Moreira integrou a discussão “Indicação e Networking”, que girou em torno da importância do networking para o trabalho dos profissionais.
A Liberty participou ainda do #MinhaVidaProtegida, movimento nacional que tem o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da proteção e do planejamento financeiro por meio do seguro de vida, uma das principais frentes de atuação da companhia no Brasil.
“A Região Centro-Oeste do Brasil é muito importante para a Liberty, por isso, foi muito interessante participar desse workshop e aproveitar a oportunidade para nos aproximar dos corretores do estado de Mato Grosso”, aponta Patricia. “Queremos estar sempre próximos dos parceiros de todo o País, pois é por meio deles que conseguimos ter uma visão mais aprofundada do mercado e sempre melhorar nossas operações e oferta de produtos para os consumidores”, completa a executiva.
A Black Friday tornou-se um fenômeno global, marcado por promoções tentadoras e descontos significativos em uma ampla variedade de produtos e serviços. Não é surpresa que até mesmo o setor de seguros tenha aderido à tendência, oferecendo descontos e ofertas especiais durante o que chamamos de “Black Friday do Seguro”. Embora essa seja uma oportunidade incrível para economizar dinheiro em apólices de seguro, também pode ser uma época propícia para crimes cibernéticos.
A Black Friday do Seguro é uma iniciativa de seguradoras e corretoras que oferecem descontos especiais em uma variedade de produtos, como seguro de automóveis, residencial, de saúde e muitos outros. Os descontos podem ser significativos e proporcionar uma oportunidade para os consumidores economizarem em suas apólices. No entanto, esse período de compras intensas também pode ser aproveitado por fraudadores, por isso é fundamental tomar medidas para evitar fraudes e garantir que você está adquirindo um seguro legítimo.
Confira 07 dicas para evitar fraudes durante a Black Friday no setor de seguros:
1. Educação do consumidor:
A primeira linha de defesa contra fraudes é a educação do consumidor. Os clientes devem ser informados sobre práticas fraudulentas comuns e incentivados a ler as políticas detalhadamente. A transparência na comunicação sobre os produtos oferecidos durante a Black Friday do Seguro é fundamental para construir a confiança do consumidor.
2. Verificação de credibilidade da seguradora:
Antes de se comprometer com uma oferta, os consumidores devem realizar uma verificação detalhada da credibilidade da seguradora. Certifique-se de que a empresa está devidamente registrada e regulamentada. Avaliações de clientes, classificações em agências de avaliação e a reputação geral da seguradora devem ser consideradas antes de tomar uma decisão.
3. Compreensão das coberturas oferecidas:
Durante a Black Friday, é comum que as seguradoras destaquem descontos e/ou benefícios adicionais à compra. Os consumidores devem ler atentamente os termos e condições, fazendo perguntas se algo não estiver claro, para garantir que estão obtendo a cobertura desejada.
4. Utilização de plataformas seguras:
Ao realizar transações online durante a Black Friday do Seguro, é necessário usar plataformas seguras. Certifique-se de que o site da seguradora possui um certificado de segurança SSL e utilize métodos de pagamento seguros. A proteção de dados pessoais é crucial para evitar que informações sensíveis caiam nas mãos erradas.
5. Desconfiança de ofertas irrealistas:
Ofertas que parecem excessivamente generosas em comparação com o mercado podem ser um sinal de alerta. Se uma oferta parecer boa demais para ser verdade, é prudente questionar sua autenticidade. Comparações com outras seguradoras e uma pesquisa de mercado são essenciais para avaliar a legitimidade das ofertas.
6. Consulta a um corretor de seguros:
Consultar um corretor de seguros licenciado pode ser uma jogada inteligente. Esses profissionais têm conhecimento do mercado e podem ajudar os consumidores a encontrar as melhores ofertas de seguro durante a Black Friday. Eles também são capazes de explicar as complexidades dos diferentes tipos de seguro, garantindo que os clientes façam escolhas informadas e adequadas às suas necessidades.
7. Atualização das medidas de segurança:
Durante o período da Black Friday do Seguro, as seguradoras podem aprimorar suas medidas de segurança, como autenticação em duas etapas e notificações de atividades suspeitas. Os consumidores devem aproveitar essas medidas adicionais para proteger suas informações pessoais e financeiras.
Dessa forma, Castelano Santos, CEO da Tech Trail, insurtech focada em inteligência artificial e análise de dados para o setor de seguros, comenta que a conscientização do consumidor desempenha um papel fundamental na prevenção de fraudes, ou seja, a ocasião oferece oportunidades tentadoras para economizar em apólices, mas também requer um alto nível de vigilância.
“À medida que a Black Friday do Seguro se torna mais difundida, é crucial que os consumidores estejam bem informados e preparados para aproveitar ao máximo as ofertas, sabendo que estão protegendo seus ativos e seu bem-estar de maneira segura e confiável. É fundamental lembrar de que a prevenção é a melhor defesa contra fraudes”, ressalta o especialista.
A Black Friday do Seguro oferece oportunidades valiosas para os consumidores adquirirem apólices essenciais com descontos expressivos. No entanto, a atenção à segurança e a conscientização são fundamentais para evitar potenciais armadilhas e fraudes durante esse período.
A AXA no Brasil continua ampliando seu time com foco no objetivo de estar entre as cinco maiores empresas dos segmentos em que atua. Uma das novidades nesse sentido é a chegada de Joseane de Oliveira como Superintendente de Parcerias para agregar ao time do Diretor Comercial de Parcerias, José Eduardo Maiorano.
Joseane conta sua experiência em 34 anos de mercado segurador, com passagens por empresas como Real Seguros e Tokio Marine Seguradora. Entre as áreas em que já atuou, estão o varejo, corporate e afinidades/parcerias, sendo que, esta última, se dedica há 17 anos.
Em parcerias, a superintendente da AXA já liderou times de farmer, implantação e faturamento e fez a gestão de importantes operações visando a eficiência comercial junto aos parceiros. Na AXA, seu foco é aumentar a carteira de parcerias da companhia: “Compor o time da AXA é muito estimulante. Venho com a certeza de que meu currículo tem muito a contribuir com o objetivo de ampliar o nosso universo de atuação e o desafio é triplicar a nossa carteira de Parcerias com a melhor eficiência comercial”, relata.
O lucro líquido da MAPFRE no Brasil foi de 181,7 milhões de euros de janeiro a setembro deste ano, o que representa uma alta de 95,1%, a maior entre todas as operações da companhia no mundo em relação ao mesmo período no ano passado. Os prêmios emitidos no país atingiram a marca de quase 4 bilhões de euros, alta de 7,3% no período.
O resultado foi impulsionado, principalmente, pela evolução positiva dos negócios de seguros Rural e de Vida, que cresceram, respectivamente, 9,9% e 8,8% em arrecadação. Os prêmios arrecadados com seguros de Automóveis, ramo que segue se adaptando ao cenário de inflação, avançou 2,5% no período.
“Estamos muito satisfeitos com os resultados do terceiro trimestre de 2023, que refletem o planejamento estratégico da companhia na busca por uma operação rentável e com modelos de subscrição adequados à realidade do mercado nacional”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO do Grupo MAPFRE no Brasil. “Apesar dos desafios econômicos enfrentados no período e de um mercado que ainda encontra espaço para crescer, alcançamos a manutenção de um crescimento sustentável e rentável, o que reforça a solidez de nosso negócio no Brasil”, comenta o executivo.
Pérez-Serrabona destaca ainda o desempenho dos negócios de seguros Rural, que foi o principal impulsionador do crescimento da MAPFRE no terceiro trimestre. “O seguro Rural é um segmento estratégico para a MAPFRE no Brasil, um país líder na produção agropecuária mundial. Após as perdas sofridas em 2022, estamos observando uma incidência menor de safras catastróficas, o que favoreceu nosso balanço”, afirma o CEO.
MAPFRE no mundo
No cenário global, o Grupo MAPFRE registrou um crescimento de 10,9% em prêmios emitidos nos nove primeiros meses deste ano, totalizando 20,6 bilhões de euros. No mesmo período, o lucro líquido da companhia avançou 11,7%, considerando o total sem deterioração do ágio. Foram 545,6 milhões de euros no acumulado dos nove meses ante 488,4 milhões de euros na comparação com o mesmo período do ano anterior.
A região Ibéria, que congrega Espanha e Portugal, obteve um lucro líquido de 245,5 milhões de euros. A América Latina, sem considerar o Brasil, alcançou um resultado de 101,8 milhões de euros, seguidos da Europa, África e Ásia (31 milhões de euros) e da América do Norte (18,8 milhões de euros).
Novo CEO do Grupo MAPFRE no Brasil
A partir de janeiro de 2024, Felipe Nascimento assumirá a posição de CEO da unidade brasileira do Grupo MAPFRE, sucedendo a Fernando Pérez-Serrabona, que retornará à Espanha após cinco anos no Brasil e deixa um legado relevante para o negócio local, marcado por crescimento e resultados exponenciais. O movimento segue um planejamento estruturado de sucessão previamente mapeado.
A empresa também anunciou a incorporação de dois novos executivos nas posições de CEO de Negócios e CEO Financeiro e de Operações. Esses profissionais, que responderão ao novo CEO Regional, irão trabalhar em conjunto na liderança da operação da MAPFRE Seguros, com o objetivo de impulsionar continuamente a oferta de serviços e inovação.
Nelson Alves, licenciado em Administração e Direção de Empresas, Nelson chegou em 2005 à MAPFRE Assistência Lisboa para atuar como diretor de Administração e Finanças. Em Portugal, ele permaneceu até 2011 quando foi transferido para a sede da companhia em Madrid. Na Espanha, Nelson atuou como diretor regional atendendo países da Europa, Oriente Médio e África. Atualmente, o executivo ocupa a posição de diretor Financeiro e de Riscos. No Brasil, assumirá como CEO Financeiro e de Operações.
Oscar Celada Rodríguez, professor, doutorando em direito e diplomado em Ciências Empresariais, Oscar chegou à MAPFRE Espanha em 1991. Desde então, atuou como assessor comercial, diretor de oficina, diretor regional e diretor territorial, dedicando grande parte da sua jornada ao segmento de Vida. Atualmente, o executivo ocupa a posição de diretor de Rede de Vida, Saúde e Gestão Patrimonial. No Brasil, assumirá a posição de CEO de Negócios.
Felipe Nascimento, executivo que atua há mais de 15 anos na MAPFRE, assumiu a posição de CEO de Seguros no Brasil em 2021, e, desde então vem promovendo transformações significativas e consistentes na cultura e na performance da empresa. O executivo também acumula em sua jornada experiências em distintas áreas na organização, sendo que uma delas é internacional, tendo atuado como diretor Corporativo de Tecnologia e Processos da MAPFRE na Espanha.
A missão de Nascimento será dar continuidade às iniciativas de expansão da MAPFRE no mercado nacional de forma sustentável. “O Brasil é um mercado estratégico para a MAPFRE, e estou muito honrado pela oportunidade. Também me sinto desafiado a avançar no plano da companhia de ser cada vez mais próxima dos nossos clientes e distribuidores, sempre amparados por uma forte gestão técnica em todas as suas linhas de negócios”, completa.
Quando as afilhadas nasceram, o advogado Elton Fernandes, 40, achou prudente contratar planos de previdência complementar para as duas meninas – hoje com 4 e 6 anos. Segundo ele, que era investidor e já tinha contratado um plano de previdência complementar próprio, o que o motivou a adquirir os produtos para as crianças foi a segurança de poder contribuir para que elas tenham uma vida mais segura, com seus estudos e sonhos garantidos.
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“Eu tenho um carinho muito grande por elas, mas, para além do carinho do dia a dia, eu acho que é importante pensar no futuro delas. Como é que elas vão ficar se eu aqui não estiver? Eu acho que é importante pensar que a minha vida é finita e elas têm uma [perspectiva] grande de longevidade”, conta o advogado no episódio desta semana do videocast “Tá Seguro?”, já disponível no canal do YouTube do InfoMoney e nas principais plataformas de áudio.
O que eu sempre falo que o que uma criança demanda de você, no final de contas, é carinho, amor e atenção, elas não estão nem aí para a previdência que está sendo deixada, mas o papel do adulto é antever aquilo que uma criança não tem a menor ideia de que precisará”, continua Fernandes.
Na avaliação de Luciano Soares, CEO da Icatu Seguros, a preocupação do Elton é a mesma de muitos brasileiros: o que pode ser feito para complementar no futuro a aposentadoria, ou seja, a renda proveniente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)?
“Quando a gente tá falando de proteção, e todo mundo tem necessidade de proteção, como é que a gente consegue trazer proteção para o imponderável da vida e garantir uma renda razoável e que atenda às necessidades levando em consideração a longevidade, um assunto importante e que está cada vez mais presente: por que as pessoas vivem mais?”, comenta.
De acordo com Soares, “não existe uma bala de prata”, mas existem proteções adicionais com o intuito de garantir um futuro – que pode ser tanto pela acumulação de recursos financeiros quanto via contratação de uma renda “mais para frente, porque o que vai ser acumulado pode ser convertido em renda”, garantindo um fluxo financeiro para custear uma educação universitária, por exemplo.
Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade, explica que a palavra previdência “é elástica” e deve considerar o “curtíssimo, o curto, o médio e o longo prazo”. Partindo do caso de Elton, Molina analisa que o risco maior de um profissional autônomo de 40 anos é a morte ou invalidez no presente, que impossibilitaria a criação de um fundo com recursos financeiros adequados para garantir o futuro das afilhadas, por exemplo.
Essa é a elasticidade da palavra previdência, que é muito mais dramático para elas a tua morte prematura, ou tua invalidez prematura, neste momento, do que a acumulação futura. Se você quer ser um indivíduo previdente, você tem que olhar no curtíssimo, no curto, no médio e no longo prazo. Você pode ter entrado num plano, você tá acumulando o dinheiro de uma forma mais ou menos conservadora, tem fundos que você pode escolher mais ou menos agressividade, mas um plano que vai criar um valor para elas, no curto, no médio e no longo prazo, da sua morte prematura ou da invalidez prematura, que é pior ainda do que a morte prematura, você não fez um plano de previdência. Você fez um plano de acumulação de recursos na carteira de previdência”, observa Molina.
Segundo ele, os planos de previdência são interessantes devido aos benefícios de natureza fiscal, que muitas vezes não exigem o pagamento imediato de impostos e não têm os chamados “come-cotas”, ajudando o dinheiro a “fermentar”, mas não podem ser considerados individualmente.
Tem receita de bolo?
Soares, da Icatu, concorda que previdência complementar e seguro de vida “são produtos complementares”, dependendo da fase da vida do indivíduo – se ele já acumulou patrimônio suficiente ou não, por exemplo, com as proporções ajustadas ao longo do tempo. Ou seja, se ainda não acumulou patrimônio suficiente para manter os dependentes em boas condições financeiras em caso de morte ou invalidez prematura, faz mais sentido apostar em um seguro de vida mais robusto do que o plano de previdência.
Se você conseguiu acumular o suficiente, vamos falar da questão sucessória, que pode ser atendida por previdência complementar ou por um seguro de vida para destravar inventário”, indica o CEO da Icatu.
Molina explica que um bom “consultor de benefícios” deve questionar o cliente como se ele estivesse numa consulta médica para obter as informações mais importantes. “Eu podia perguntar para você me contar o seguinte: se você morrer ou se invalidar agora, que renda você acha que, além da tua renda de INSS, que você precisaria garantir para tua família? É uma informação. Segunda informação quando: é que você acha que as tuas meninas vão ficar independentes? E quando elas ficarem independentes que renda você gostaria que elas tivessem?”, exemplifica o presidente do Conselho de Administração.
A partir daí, conta, é possível verificar quanto o cliente tem que depositar por mês em um plano de acumulação para alcançar a renda ideal no período desejado. E é preciso incluir no cálculo o valor necessário para garantir a renda desejada em caso de morte precoce. “Aí você fez um plano de previdência, porque você pegou todas as fases da tua preocupação. É uma conversa muito difícil”, diz Molina.
O que esperar do futuro?
De acordo com os especialistas, o desafio é equilibrar a longevidade do brasileiro – cada vez maior – e a queda nas taxas de fertilidade. Com isso, a população precisará trabalhar por mais tempo. Um dos caminhos vislumbrados é que empresas, governos e sociedades invistam em treinamento para reaproveitamento de mão-de-obra, ou seja, requalificar trabalhadores para que eles possam exercer novas funções de acordo com as possibilidades de cada faixa etária.
Nesta semana, a Porto anuncia sua nova parceria com Gabriel Bortoleto ao assinar contrato de patrocínio com o piloto que, a partir do próximo ano, disputará a Fórmula 2. Com o apoio a companhia sai na frente ao acreditar e incentivar sete talentos do automobilismo brasileiro.
“Com essa grande novidade, estamos cada vez mais caminhando rumo ao propósito da Porto de incentivar o automobilismo brasileiro, reunindo alguns dos maiores talentos que temos. E isso parte de nossa essência de ser cada vez mais um porto seguro na vida das pessoas e seus sonhos. Estamos acompanhando de perto as conquistas e o potencial do Bortoleto, uma verdadeira promessa que vem conquistando cada vez mais seu espaço”, comenta Luiz Arruda, VP Comercial, Marketing, Clientes e Dados da Porto.
No início de setembro, Bortoleto deu mais um passo importante em sua carreira de olho na elite do automobilismo brasileiro: a Fórmula 1. O piloto garantiu o título na etapa da Fórmula 3 disputada na Itália, tendo liderado a competição durante todas as etapas. A recente conquista garantiu ao piloto ingressar na Fórmula 2 em 2024, categoria que aproxima Bortoleto da elite do seu objetivo de carreira. Logo após a conquista, Bortoleto passou a integrar também o Programa de Desenvolvimento de Pilotos da McLaren.
“Estou extremamente feliz em anunciar que serei patrocinado pela Porto, uma das maiores empresas brasileiras que tem como propósito colocar um piloto brasileiro na F1. É um sonho meu desde pequeno e, com a Porto, me sinto cada vez mais próximo desse objetivo. Muito obrigada a todo o time pela confiança. Prometo me dedicar 100% para realizar não só o meu sonho, mas de muitos brasileiros”, afirma Gabriel Bortoleto.
Além de Bortoleto, a Porto segue incentivando outros seis nomes, como é o caso de Felipe Drugovich, piloto reserva da Aston Martin F1™ Team. O atleta, de 22 anos, é o primeiro integrante do programa de jovens pilotos da equipe. Aurelia Nobels, que integra a equipe de Fórmula 4 italiana, Rubens Barrichello e Eduardo Barrichello, pilotos da Stock Car, Fernando Barrichello, que corre pela F4 brasileira e F4 espanhola, e Bia Figueiredo também recebem incentivos da companhia.
Recentemente a Porto se tornou também a mais nova companhia brasileira a se associar com a Aston Martin Aramco Cognizant Formula One™ Team (AMF1). “Essas apostas estão muito em linha com nossa estratégia de negócios, que visa estabelecermos cada vez mais proximidade com o público jovem e o esporte”, reforça Arruda.
Giro dos motores e os impactos na economia
O aquecimento econômico que todas as etapas da Fórmula 1 proporciona por todas as cidades do mundo por onde passa também merece destaque. Em 2022, ano que marcou o aniversário de 50 anos de Grandes Prêmios de Fórmula 1 em etapa realizada na cidade de São Paulo, foi observado um impacto econômico de R$1,37 bilhão para a cidade, segundo levantamento realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A pesquisa apontou ainda outras cifras recordes, como o valor de exposição de mídia, que chegou na casa dos US$448,6 milhões.
Geração de emprego e renda também estão entre os legados que a competição deixa nas cidades por onde passa. Em sua última edição no Brasil, a competição gerou 10 mil empregos diretos e indiretos somente na cidade de São Paulo, registrando um aumento expressivo se comparado com o ano anterior, que ofertou 8,5 mil postos de trabalho.
Já o público presente no Grande Prêmio de F1 do ano passado contabilizou aumento de quase 30%, atingindo a marca de 235.617 nos três dias de evento. Ainda de acordo com a pesquisa realizada pela FGV, o público feminino aumentou em 75,8% se comparado com a edição do ano anterior.
Em 2022, o público na faixa etária de 30 a 39 anos continuou sendo a maioria no Autódromo de Interlagos, representando 28,3% do total. Já os espectadores com idades entre 25 e 29 anos representaram 22,8% no GP do ano passado e o público de 18 a 24 anos subiu de 14,3% para 21,3% na base comparativa de 12 meses.
A possível inserção do seguro rural no Plano Safra foi colocada sobre a mesa, em uma reunião realizada esta semana entre a Comissão de Seguro Rural da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) e integrantes do Ministério da Agricultura. O encontro aconteceu na sede do Sindseg-SP, nesta terça-feira (24), e discutiu também as demandas deste mercado e o atual cenário.
Na avaliação da FenSeg, o mercado de seguro rural tem atendido os agricultores que contratam essa proteção, porém, a área segurada no país vem caindo nos últimos anos. Em função disso, a FenSeg direcionou sugestões para facilitar a operacionalização do PSR (Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural) e aumentar o atendimento deste programa aos agricultores. Atualmente, a proporção entre a área plantada e a segurada no Brasil é de 15%, índice baixo quando comparado com outros importantes produtores agrícolas, como Estados Unidos (cerca de 90%) e China (perto de 65%)
“Aguardamos a suplementação de recursos para atender a demanda da safra de grãos de verão. Sem essa suplementação, os agricultores não conseguirão garantir as perdas decorrentes dos eventos climáticos que o El Niño deve intensificar. Pelo seguro rural ser um indutor das melhores práticas, em sustentabilidade e governança, ele é um forte aliado do agronegócio e deveria ser inserido no Plano Safra”, explicou o presidente da comissão de seguro rural da FenSeg, Joaquim Cesar Neto.
Também participaram do encontro, pelo Ministério, o diretor da Departamento de gestão de Risco, Jonatas Pulquerio, e o coordenador geral de Risco Agropecuário, Hugo Borges Rodrigues, além de representantes de 15 seguradoras integrantes da comissão, incluindo o seu vice-presidente, Daniel Nascimento. Pela FenSeg, estava presente, ainda, a gerente Alexandra Vieira. A reunião foi realizada na sede do Sindseg-SP, na capital paulista.
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